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1.
Medicina UPB ; 41(1): 29-37, mar. 2022. Ilus, tab
Article in Spanish | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1362616

ABSTRACT

Objetivo: determinar la existencia de inequidades de acceso al diagnóstico y tratamiento del cáncer de mama en mujeres de Colombia y describir los principales factores de riesgo asociados. Metodología: se realizó una búsqueda sistemática con los términos: "neoplasias de la mama" AND "inequidades de salud" OR "inequidades del estado de salud" OR "factores socioeconómicos" AND "Colombia", en las bases de datos Pubmed (Medline), Scielo, Cochrane, EBSCO, Ovid, Elsevier, Lilacs, Imbiomed, en español, inglés y portugués, publicados desde 1 de enero 2000 al 31 de octubre de 2019. Resultados: fueron seleccionadas 14 publicaciones. Se identificó que el estrato socioeconómico, el nivel educativo y el tipo de aseguramiento, en la mayoría de los estudios, se relacionan con las inequidades en cuanto a la enfermedad, con efectos variables sobre el riesgo de cáncer de seno e impacto sobre la detección temprana y el tratamiento. Estas variables influyen sobre la supervivencia total y sobre la libre de enfermedad. Conclusiones: se identifican inequidades en salud en las pacientes con cáncer de mama en Colombia. Los factores identificados son el tipo de aseguramiento, el estrato socioeconómico bajo y la escasa formación escolar, que implican retraso en el diagnóstico y empeoran la condición clínica y la calidad de vida de las pacientes.


Objective: To determine the existence of disparities in access for diagnosis and treatment in women diagnosed with breast cancer in Colombia, and to describe the main associated risk factors. Methodology: A systematic search was conducted with the terms "Breast neoplasms" AND "Health disparities" OR "Health status disparities" OR "Socioeconomic factors" AND "Colombia", in the Pubmed databases (Medline), Scielo, Cochrane, EBSCO, Ovid, Elsevier, Lilacs, Imbiomed, in Spanish, English, and Portuguese, published from January 1, 2000 back to October 31, 2019. Results: 14 publications were selected for the writing of the manuscript. It was identified that the socioeconomic level, the level of education and the type of insurance, in most of the studies, showed significant association to disparities in the disease. They also had variable effects on the risk of breast cancer and an impact in its early detection and treatment. These factors influence the full survival of the patient and their becoming disease-free. Conclusions: Health disparities of patients with breast cancer in Colombia are identified. Factors such as type of insurance, socioeconomic level, educational level were identified, which impact the delay in diagnosis and worsen the clinical condition and the quality of life of the patients.


Objetivo: determinar a existência de inequidades de acesso ao diagnóstico e tratamento do câncer de mama em mulheres da Colômbia e descrever os principais fatores de risco associados. Metodologia: se realizou uma busca sistemática com os termos: "neoplasias da mama" AND "inequidades de saúde" OR "inequidades do estado de saúde" OR "fatores socioeconómicos" AND "Colômbia", nas bases de dados Pubmed (Medline), Scielo, Cochrane, EBSCO, Ovid, Elsevier, Lilacs, Imbiomed, em espanhol, inglês e português, publicados desde o dia 1° de janeiro de 2000 a 31 de outubro de 2019. Resultados: foram selecionadas 14 publicações. Se identificou que o estrato socioeconómico, a nível educativo e o tipo de asseguramento, na maioria dos estudos, se relacionam com as inequidades enquanto à doença, com efeitos variáveis sobre o risco de câncer de seio e impacto sobre a detecção precoce e o tratamento. Estas variáveis influem sobre a supervivência total e sobre a livre da doença. Conclusões: se identificam inequidades na saúde nos pacientes com câncer de mama na Colômbia. Os fatores identificados são o tipo de asseguramento, o estrato socioeconómico baixo e a escassa formação escolar, que implicam no retraso do diagnóstico e empioram a condição clínica e a qualidade de vida das pacientes.


Subject(s)
Humans , Female , Breast Neoplasms , Socioeconomic Factors , Health Status Disparities , Survivorship
2.
Esc. Anna Nery Rev. Enferm ; 26: e20210275, 2022. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1350747

ABSTRACT

Resumo Objetivo Verificar a prevalência da autoavaliação ruim do estado de saúde em mulheres encarceradas e analisar os fatores associados. Método Trata-se de estudo transversal, realizado entre os anos de 2019 e 2020, por meio de censo, com participação de 99 mulheres. A análise dos fatores associados ao desfecho foi conduzida a partir de um modelo teórico de determinação com três blocos hierarquizados de variáveis. As variáveis foram ajustadas entre si dentro de cada bloco. Aquelas com nível de significância ≤ 0,20 foram incluídas no modelo de regressão de Poisson e ajustadas ao nível superior ao seu, considerando o nível de 5% de significância. Resultados A prevalência da autoavaliação ruim da saúde foi de 31,3% (IC95% = 22,8%-40,9%). Morbidade referida, presença de sintomas de ansiedade e a pior perspectiva em relação às condições de saúde pós-encarceramento foram as variáveis associadas com o desfecho. Considerações finais e implicações para a prática Os fatores associados à ocorrência do evento investigado poderão direcionar medidas que visem à redução dos impactos à saúde durante o período de encarceramento.


Resumen Objetivo Verificar la prevalencia de autoevaluación negativa de la salud en mujeres encarceladas y analizar los factores asociados. Método Se trata de un estudio transversal, realizado entre los años 2019 y 2020, mediante censo, con la participación de 99 mujeres encarceladas. El análisis de factores asociados al resultado se realizó con base en un modelo teórico de determinación con tres bloques jerárquicos de variables. Las variables se ajustaron entre sí dentro de cada bloque. Aquellos con nivel de significancia ≤ 0,20 se incluyeron en el modelo de regresión de Poisson y se ajustaron a un nivel superior al de ellos, considerando un nivel de significancia del 5%. Resultados La prevalencia de autoevaluación negativa de la salud fue 31,3% (IC 95% = 22,8% -40,9%). La morbilidad autoinformada, la presencia de síntomas de ansiedad y la peor perspectiva con respecto a las condiciones de salud después del encarcelamiento fueron las variables asociadas con el resultado. Conclusión e implicaciones para la práctica Los factores asociados a la ocurrencia del evento investigado pueden conducir a medidas destinadas a reducir los impactos en la salud durante el período de encarcelamiento.


Abstract Objective To verify the prevalence of poor self-rated health status among incarcerated women and to analyze the associated factors. Method This is a cross-sectional study, carried out between 2019 and 2020, by means of a census, with the participation 99 women incarcerated. The analysis of factors associated with the outcome was conducted based on a theoretical model of determination with three hierarchical blocks of variables. Variables were adjusted to each other within each block. Those with significance level ≤ 0.20 were included in the Poisson regression model and adjusted to a level higher than theirs, considering a 5% level of significance. Results The prevalence of poor self-rated health was 31.3% (IC95% = 22.8% - 40.9%). Reported morbidity, presence of anxiety symptoms and the worst perspective regarding post-incarceration health conditions were the variables associated with the outcome. Conclusion and implications for practice The factors associated to the occurrence of the investigated event may direct measures aimed to reduce health impacts during the incarceration period.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Prisoners , Health Profile , Women's Health/statistics & numerical data , Diagnostic Self Evaluation , Accidental Falls , Cross-Sectional Studies , Health Status Disparities
3.
São Paulo; s.n; 2022. 153 p.
Thesis in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1362272

ABSTRACT

Introdução: A mortalidade fetal é um dos resultados perinatais adversos mais comuns em todo o mundo, constituindo-se indicador relevante da atenção ao pré-natal e parto. Contudo, a compreensão sobre os aspectos relacionados a essas mortes permanece insuficiente para subsidiar as estratégias de prevenção. Objetivo: (i) analisar a evolução temporal das Taxas de Mortalidade Fetal (TMF) e a contribuição da investigação na melhoria da definição da causa básica do óbito fetal no Município de São Paulo (MSP), segundo local de emissão da declaração de óbito; (ii) analisar a distribuição dos óbitos fetais por peso ao nascer, tipo de óbito, tendência da TMF e as causas de morte evitáveis segundo clusters de vulnerabilidade social no Município de São Paulo, 2007-2017; (iii) estimar o risco de óbito fetal em fenótipos de vulnerabilidade biológica baseados na duração da gestação, peso ao nascer e crescimento intrauterino no Município de São Paulo, 2017-2019. Métodos: a tese compreende três manuscritos: (i) a regressão linear generalizada de Prais-Winsten foi empregada na análise de séries temporais. O teste de McNemar avaliou a mudança das causas básicas após a investigação dos óbitos fetais entre 2012-2014. (ii) Utilizou-se o método k-means para criação de clusters de distritos com base no Índice Paulista de Vulnerabilidade Social. A regressão linear generalizada de Prais-Winsten foi empregada na análise de séries temporais. A Lista Brasileira de Causas de Mortes Evitáveis foi adaptada para o estudo dos óbitos fetais. (iii) Os fetos Pequenos para a Idade Gestacional (PIG), Grandes para a Idade Gestacional (GIG) e Adequados para a Idade Gestacional (AIG) foram identificados a partir dos parâmetros do INTERGROWTH-21st. Definiu-se pré-termo (PT) como ≤36 semanas, não PT como ≥37semanas de gestação, baixo peso ao nascer (BPN) como <2.500g e não BPN como ≥2.500g. Os Riscos Relativos (RR) foram estimados pela regressão de Poisson com variância robusta. Resultados: no primeiro artigo, constatou-se tendência de aumento (1,5% ao ano) da TMF dos óbitos com <2.500g e de redução anual de -1,3% naqueles com ≥2.500g. Entre 2012-2014, cerca de 90% dos óbitos com ≥2.500g foram investigados e 15% desses apresentaram redefinição da causa básica de morte, sobretudo naqueles cuja declaração de óbito foi emitida pelos serviços de verificação de óbito (SVO) (17%). Após a investigação a morte fetal não especificada (P95) representou 1/4 das causas de óbito. No segundo artigo, identificou-se predominância dos óbitos fetais anteparto (70%). Houve aumento da TMF e das causas de óbito evitáveis com o crescimento da vulnerabilidade social do centro para a periferia da cidade. O cluster de maior vulnerabilidade apresentou TMF 69% maior que o cluster de menor vulnerabilidade. A TMF ≥2.500g foi decrescente nos clusters de maior vulnerabilidade. Na área de maior vulnerabilidade, as causas de morte mal definidas representaram 75% dos óbitos. No terceiro artigo, o total de gestações em risco foi de 451.952. Destas, 2.321 resultaram em óbitos fetais. Os fenótipos associados simultaneamente ao baixo peso ao nascer e prematuridade apresentaram maior risco de morte, sendo este 49,9 (IC95%: 44,06-56,54) vezes maior para AIG, 144,9 (IC95%: 127,39-164,88) vezes maior para PIG e 245,3 (IC95%: 192,41-312,72) vezes maior para GIG, quando comparados com AIG, não baixo peso ao nascer e não pré-termo. Conclusão: os óbitos fetais de ≥2.500g, alvo das ações de vigilância, apresentaram tendência de redução, sobretudo nos clusters de maior vulnerabilidade social. Tal fato pode sugerir melhoria da atenção ao pré-natal no MSP, especialmente nas áreas de média e alta vulnerabilidade. Apesar da investigação do óbito ter contribuído para melhoria da redefinição da causa básica, especialmente naquelas atestadas pelo SVO, as mudanças foram insuficientes para indicação de causas que melhor retratassem os processos fisiopatológicos que resultaram nos óbitos fetais. As taxas de mortalidade fetal e de causas evitáveis aumentaram com o aumento da vulnerabilidade social, ou seja, no sentido do centro para a periferia da cidade. A despeito dos fenótipos de vulnerabilidade biológica, estes mostraram-se indicadores úteis de vigilância perinatal que permitem identificar as gestações com maior risco de morte fetal.


Background: Fetal mortality is one of the most common adverse perinatal outcomes worldwide, constituting a relevant indicator of prenatal care and childbirth. However, the understanding of aspects related to these deaths remains insufficient to support prevention strategies. Goals: (i) to analyze the temporal evolution of the Stillbirth Rates (SBR) and the contribution of the investigation to improve the definition of the underlying cause of stillbirth in the Municipality of São Paulo (MSP), according to the place of issuance of the declaration of death; (ii) analyze the distribution of stillbirth by birth weight, type of death, SBR trend and preventable causes of death according to social vulnerability clusters in the Municipality of São Paulo, 2007-2017; (iii) estimate the risk of stillbirth in biological vulnerability phenotypes based on gestation length, birth weigh and intrauterine growth in the Municipality of São Paulo, 2017-2019. Methods: The thesis comprises three manuscripts: (i) Generalized linear Prais-Winsten regression was used in the analysis of time series. McNemar's test evaluated the change in underlying causes after the investigation of stillbirths between 2012-2014. (ii) The k-means method was used to create clusters of districts based on the São Paulo Social Vulnerability Index. Generalized linear Prais-Winsten regression was used in the analysis of time series. The Brazilian List of Preventable Deaths Causes was adapted for the study of stillbirths. (iii) Small for Gestational Age (SGA), Large for Gestational Age (LGA), and Adequate for Gestational Age (AGA) fetuses were identified from the INTERGROWTH-21st parameters. Preterm (PT) was defined as ≤36 weeks, non-PT as ≥37 weeks of gestation, low birth weight (LBW) as <2,500g, and non-LBW as ≥2,500g. Relative Risks (RR) were estimated by Poisson regression with robust variance. Results: In the first article, there was a trend towards an increase (1.5% per year) in the SBR of deaths weighing <2,500g and an annual reduction of -1.3% in those weighing ≥2,500g. Between 2012-2014, about 90% of deaths weighing ≥2,500g were investigated and 15% of these had redefinition of the underlying cause of death, especially those whose death certificate was issued by the death verification services (DVS) (17%). After investigation, unspecified fetal death (P95) represented 1/4 of the causes of death. The second article identified a predominance of antepartum stillbirths (70%). There was an increase in TMF and preventable causes of death with the growth of social vulnerability from the center to the outskirts of the city. The cluster with the highest vulnerability had an SBR 69% higher than the cluster with the lowest vulnerability. The SBR ≥2,500g was decreasing in the most vulnerable clusters. In the most vulnerable area, ill-defined causes of death accounted for 75% of deaths. In the third article, the total number of pregnancies at risk was 451,952. Of these, 2,321 resulted in fetal death. The Phenotypes associated simultaneously with low birth weight and prematurity had a higher risk of death, which was 49.9 (95%CI: 44.06-56.54) times higher for AGA, 144.9 (95%CI: 127.39-164.88) times greater for SGA and 245.3 (95%CI: 192.41-312.72) times greater for LGA, when compared to AGA, not low birth weight and not preterm. Conclusion: stillbirths weighing ≥2,500g, targeted by surveillance actions, showed a tendency to decrease, especially in clusters with greater social vulnerability. This fact may suggest an improvement in prenatal care in the MSP, especially in areas of medium and high vulnerability. Although the investigation of death contributed to an improvement in the redefinition of the underlying cause, especially in those attested by the DVS, the changes were insufficient to indicate causes that better portray the pathophysiological processes that resulted in stillbirths. Stillbirths rates and avoidable causes increased with the increase in social vulnerability, that is, from the center to the outskirts of the city. Despite the biological vulnerability phenotypes, these proved to be useful indicators of perinatal surveillance that allow the identification of pregnancies with a higher risk of stillbirth.


Subject(s)
Birth Weight , Underlying Cause of Death , Time Series Studies , Gestational Age , Fetal Mortality , Health Status Disparities
4.
Rev. latinoam. enferm. (Online) ; 30: e3514, 2022. tab
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1365885

ABSTRACT

Resumo Objetivo analisar a associação da cor da pele/raça autorreferida com indicadores biopsicossociais de idosos. Método estudo transversal conduzido com 941 idosos de uma comunidade na microrregião de saúde no Brasil. Os dados foram coletados no domicílio e com instrumentos validados no país. Procedeu-se à análise descritiva e regressão logística binária, multinomial e linear (p<0,05). Resultados a autodeclaração de cor/raça branca predominou entre os idosos (63,8%). A cor/raça preta foi fator de proteção para a autoavaliação da saúde péssima/má (OR=0,40) e regular (OR=0,44) e para o indicativo de sintomas depressivos (OR=0,43); e associou-se ao maior escore de apoio social (β=3,60) e ao menor número de morbidades (β=-0,78). Conclusão os achados denotam que, independentemente de características sociodemográficas e econômicas, os idosos da cor/raça preta apresentaram os melhores desfechos dos indicadores biopsicossociais.


Abstract Objective to analyze the association of self-reported skin color/race with biopsychosocial indicators in older adults. Method cross-sectional study conducted with a total of 941 older adults from a health micro-region in Brazil. Data were collected at home with instruments validated for the country. Descriptive analysis and binary, multinomial and linear logistic regression (p<0.05) were performed. Results Most older adults were self-declared white color/race (63.8%). Black color/race was a protective factor for negative (OR=0.40) and regular (OR=0.44) self-rated health perception and for the indicative of depressive symptoms (OR=0.43); and it was associated with the highest social support score (β=3.60) and the lowest number of morbidities (β=-0.78). Conclusion regardless of sociodemographic and economic characteristics, older adults of black color/race had the best outcomes of biopsychosocial indicators.


Resumen Objetivo analizar la asociación del color de piel/raza autoinformado con indicadores biopsicosociales de personas mayores. Método estudio transversal realizado con 941 adultos mayores de una comunidad en una microrregión de salud en Brasil. Los datos fueron recolectados en residencia y con instrumentos validados en el país. Se realizó análisis descriptivo y regresión logística binaria, multinomial y lineal (p<0,05). Resultados la autodeclaración de color/raza blanca predominó entre los adultos mayores (63,8%). El color/raza negra fue un factor de protección para la autoevaluación de la salud mala (OR=0,40) y regular (OR=0,44) y para el indicativo de síntomas depresivos (OR=0,43); y se asoció con el puntaje más alto de apoyo social (β=3,60) y el menor número de morbilidades (β=-0,78). Conclusión los hallazgos muestran que, independientemente de las características sociodemográficas y económicas, las personas mayores de color/raza negra tuvieron los mejores resultados de los indicadores biopsicosociales.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Aged , Health of the Elderly , Health Status Disparities , Ethnic Distribution , Race Factors , Geriatric Nursing
5.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 38(1): e00035521, 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1355994

ABSTRACT

Abstract: We aimed to verify the association between different socioeconomic indicators and self-rated health in a nationally representative sample of older adults. This cross-sectional study analyzed the baseline data from the Brazilian Longitudinal Study of Aging (ELSI-Brazil), a population-based cohort study of persons aged 50 years or older. Data was collected using a household and an individual questionnaire at participants' households. Self-rated health was assessed by a global self-rating item. Three socioeconomic indicators were assessed: individual income, per capita household income, and wealth index. Poisson regression models were performed to estimate the prevalence ratio (PR) and 95% confidence intervals (95%CI) of self-rated health and each socioeconomic indicator, adjusting for covariates. In total, 9,390 older adults answered the outcome question. Whilst for the individual income indicator only the richest quintile showed a statistically significant association with the outcome (PR: 0.90; 95%CI: 0.87; 0.93), for the per capita household income, the fourth (PR: 0.95; 95%CI: 0.91; 0.98) and the fifth quintiles (PR: 0.90; 95%CI: 0.86; 0.94) remained associated with the outcome. Regarding the wealth index, only the second quintile was not associated with the outcome, with lower prevalence of poor self-rated health as richer was the quintile, showing a social gradient. The wealth index seems to be a more adequate indicator, as it reflects resources accumulated over the life course.


Resumo: O estudo buscou verificar a associação entre diferentes indicadores socioeconômicos e autoavaliação da saúde em uma amostra nacionalmente representativa de adultos mais velhos. Este estudo transversal analisou os dados da linha de base do Estudo Longitudinal de Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), um estudo de coorte de base populacional em indivíduos com 50 anos ou mais. Os dados foram coletados através de um questionário domiciliar e individual no domicílio dos participantes. A autoavaliação da saúde foi avaliada com um item de autoavaliação global. Três indicadores socioeconômicos foram avaliados: renda individual, renda domiciliar per capita e índice de riqueza. Foram construídos modelos de regressão Poisson para estimar a razão de prevalência (RP) e os intervalos de 95% de confiança (IC95%) para autoavaliação da saúde e cada indicador socioeconômico, ajustando para variáveis de confusão. No total, 9.390 idosos responderam à pergunta referente a autoavaliação de saúde geral. Para o indicador de renda individual, apenas o quintil mais rico mostrou uma associação significativa com o desfecho (RP: 0,90; IC95%: 0,87; 0,93); enquanto isso, para a renda domiciliar per capita, o quarto (RP: 0,95; IC95%: 0,91; 0,98) e quinto quintis (RP: 0,90; IC95%: 0,86; 0,94) permaneceram associados com o desfecho. Com relação ao índice de riqueza, apenas o segundo quintil não esteve associado com o desfecho. As menores prevalências de autoavaliação ruim da saúde foram associadas aos quintis mais altos de riqueza, revelando um gradiente social. O índice de riqueza parece ser um indicador mais adequado para uso, na medida em que reflete os recursos acumulados ao longo da vida.


Resumen: Nuestro objetivo fue verificar la asociación entre diferentes indicadores socioeconómicos y de salud autoevaluada en una muestra representativa nacional de adultos mayores. Este estudio transversal analizó los datos de referencia del Estudio Longitudinal de Salud de los Ancianos (ELSI-Brasil), un estudio de cohorte basado en población con individuos de 50 años o más. Los datos fueron recogidos usando un cuestionario por domicilio e individual entre los hogares participantes. La salud autoevaluada se evaluó mediante un ítem de autoevaluación global. Se evaluaron tres indicadores socioeconómicos: ingresos individuales, ingresos per cápita por hogar e índice de riqueza. Se realizaron modelos de regresión de Poisson para estimar la ratio de prevalencia (RP) y los intervalos de 95% de confianza (IC95%) de salud autoevaluada y cada indicador socioeconómico, ajustándolos mediante variables de confusión. En total, 9.390 personas mayores respondieron la pregunta sobre la autoevaluación de la salud general. Mientras que para el indicador de ingresos individuales solamente el quintil más rico mostró una asociación estadísticamente significativa con el resultado (RP: 0.90; IC95%: 0.87; 0.93), en los ingresos per cápita por hogar, los quintiles cuarto (RP: 0.95; IC95%: 0.91; 0.98) y quinto (RP: 0.90; 95%CI: 0.86; 0.94) continuaron asociados con el resultado. Respecto al índice de riqueza, solo el segundo quintil no estuvo asociado con el resultado, con prevalencia más baja de salud autoevaluada peor percibida cuanto más rico era el quintil, mostrando un gradiente social. El índice de riqueza parece ser un indicador más adecuado respecto a su uso, puesto que refleja fuentes acumuladas a lo largo del curso de la vida.


Subject(s)
Humans , Aged , Health Status Disparities , Socioeconomic Factors , Brazil/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Cohort Studies , Longitudinal Studies , Middle Aged
6.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 38(1): e00098521, 2022. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1355993

ABSTRACT

Resumo: A Organização Mundial da Saúde reconhece a hesitação vacinal como uma das dez maiores ameaças à saúde pública no mundo. Este estudo investigou a associação entre confiança, conveniência e complacência e a hesitação vacinal para influenza entre trabalhadores(as) do setor saúde. Foram incluídos 453 trabalhadores(as) de serviços de atenção primária e média complexidade de uma cidade de médio porte do estado brasileiro da Bahia. Foram considerados hesitantes em vacinar aqueles que não receberam vacina para influenza em 2019. Modelos de equações estruturais foram utilizados para avaliar interrelações entre variáveis preditoras de interesse e hesitação vacinal. Um quarto dos(as) trabalhadores(as) (25,4%) hesitaram em se vacinar para influenza. Menor confiança (coeficiente padronizado - CP = 0,261; p = 0,044) e maior complacência (CP = 0,256; p < 0,001) associaram-se significativamente à hesitação vacinal. A conveniência não esteve associada à hesitação vacinal. Trabalhadores(as) não assistenciais, da média complexidade e do sexo masculino referiram menor acolhimento pelo profissional que administrava as vacinas. O medo de agulhas associou-se à menor confiança e à hesitação vacinal. História de reação vacinal não esteve associada diretamente com hesitação vacinal, mas associou-se à maior complacência, isto é, menor percepção do risco de doenças imunopreveníveis. Por ser uma vacina recomendada anualmente, a hesitação vacinal para influenza pode contribuir para aumentar a carga da doença na população. Os dados sustentam a hipótese de que fatores relacionados à confiança e complacência produzem prejuízos na aceitação desta vacina, devendo ser considerados no desenvolvimento de estratégias e ações para maior adesão à vacinação.


Abstract: The World Health Organization acknowledges vaccine hesitancy as one of the ten most serious global health threats. The study investigated the association between confidence, convenience, and complacency and influenza vaccine hesitancy among male and female health workers. The study included 453 workers in primary and medium-complexity health services in a medium-sized city in the state of Bahia, Brazil. Vaccine-hesitant individuals were defined as those who had not received an influenza vaccine in 2019. Structural equation models were used to assess interrelations between target predictive variables and vaccine hesitancy. One-fourth of the workers (25.4%) hesitated to be vaccinated for influenza. Lower confidence (standardized coefficient - SC = 0.261; p = 0.044) and higher complacency (SC = 0.256; p < 0.001) were significantly associated with vaccine hesitancy. Convenience was not associated with vaccine hesitancy. Workers not involved in patient care, workers in medium-complexity services, and male workers reported less receptiveness from the health professional administering the vaccines. Fear of needles was associated with both lower confidence and greater vaccine hesitancy. History of vaccine reactions was not associated directly with vaccine hesitancy, but it was associated with greater complacency, that is, less perception of risk from vaccine-preventable diseases. Since annual influenza vaccination is recommended, influenza vaccine hesitancy can increase the burden of this disease in the population. The data back the hypothesis that factors related to confidence and complacency produce harms in this vaccine´s acceptance and should be considered in the development of strategies and actions for greater adherence to vaccination.


Resumen: La Organización Mundial de la Salud reconoce la vacilación en la vacunación como una de las diez mayores amenazas para la salud pública en el mundo. Este estudio investigó la asociación entre confianza, conveniencia y complacencia, así como la indecisión para vacunarse contra la gripe entre trabajadores/as del sector salud. Se incluyeron a 453 trabajadores/as de servicios de atención primaria y media complejidad de una ciudad de tamaño medio en Bahía, Brasil. Se consideraron vacilantes para vacunarse a aquellos que no recibieron una vacuna contra la gripe en 2019. Se utilizaron los modelos de ecuaciones estructurales para evaluar interrelaciones entre variables predictoras de interés y vacilación en vacunarse. Un cuarto de los/as trabajadores/as (25,4%) dudaron en si vacunarse contra la gripe. Menor confianza (coeficiente estandarizado - CE = 0,261; p = 0,044) y mayor complacencia (CE = 0,256; p < 0,001) se asociaron significativamente a la vacilación en la vacunación. La conveniencia no estuvo asociada a la vacilación en la vacunación. Los trabajadores/as no asistenciales, de media complejidad y de sexo masculino informaron de una menor acogida por parte del profesional que administraba las vacunas. El miedo a las agujas se asoció a una menor confianza y a la vacilación en la vacunación. Un historial de reacción a la vacunación no estuvo asociado directamente con la vacilación en la vacunación, pero se asoció a una mayor complacencia, esto es, menor percepción del riesgo de enfermedades inmunoprevenibles. Al tratarse de una vacuna recomendada anualmente, la vacilación en la vacunación para la gripe puede contribuir a aumentar la carga de enfermedad en la población. Los datos sostienen la hipótesis de que factores relacionados con la confianza y la complacencia producen prejuicios en la aceptación de esta vacuna, debiendo ser considerados en el desarrollo de estrategias y acciones para una mayor adhesión a la vacunación.


Subject(s)
Humans , Aged , Health Status Disparities , Socioeconomic Factors , Brazil/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Cohort Studies , Longitudinal Studies , Middle Aged
7.
Porto Alegre; Editora Rede Unida; 20210916. 220 p.
Monography in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1342097

ABSTRACT

O livro "Literatura e Saúde Pública" reúne autoras/es de todo o Brasil em uma coletânea de rara beleza e que dialogam com os cenários e temáticas da saúde. O livro é uma parceria entre a Editora Rede Unida e o Laboratório de Políticas Públicas, Ações Coletivas e Saúde (LAPPACS/UFRGS). São dois volumes compostos por contos, crônicas, poemas e relatos que discutem a complexidade do ato de cuidar e tensionando, por meio da escrita criativa, a relação entre ficção e realidade. A imagem de capa e as ilustrações principais foram criadas por trabalhadoras/es e usuárias/os do CAPS AD III Amanhecer da cidade de Canoas/RS. O segundo volume foi prefaciado por Ricardo Braga, que analisa as interrelações entre a saúde e literatura que se desdobram nos capítulos do livro. Estas narrativas compõem um mosaico de produções heterogêneas, relacionando variados períodos históricos, variadas políticas públicas, categorias sociais diversas, tecnologias e suas incidências sobre os corpos, aprisionando ou expandindo limites. Foram abordadas diferentes enfermidades, peregrinações nos sistemas de saúde e pelos territórios diversos e singulares e as burocracias que desafiam a vida. Foram evocados corpos doentes ou adoecidos, vulneráveis ou vulnerabilizados, enfrentando kafkianas burocracias do Estado e também criando alternativas de fuga e de modos de vida, desbravando a selvageria do capitalismo, desvelando nuances do sistema sensíveis às fragilidades do corpo e da alma. Este volume, "Literatura e Saúde Pública: Territórios e Cuidado: gênero, família, vida e morte", leva o leitor diretamente para os cenários do cuidado. As políticas públicas de saúdedeixam de ser vistas apenas como um conjunto de programas, protocolos, instituições, redes de atendimento, e ganham carne, corpo, sangue e suor. Os modos como são afetados, no dia a dia, pacientes e profissionais da saúde, estão situados na trama dos encontros humanos, onde a vulnerabilidade de ambos os lados, do paciente e dos profissionais, produz os excessos da experiência vivida, ultrapassa os protocolos e exige ser dita, escrita, ficcionada, elaborada. São produções narrativas que transpõem sintomas individuais e institucionais em uma miríade de cenários figurados, tão ricos quanto só a arte pode criar para, ao mesmo tempo, ultrapassar e tornar sustentável o vivido. As descrições/invenções de realidades matizaram o contato do corpo com a norma, com o Estado e com as políticas públicas da saúde, abrindo a experiência do adoecer e do cuidar para novos significados e sensibilidades que a escrita imaginativa pode produzir.


Subject(s)
Humans , Public Policy , Health Systems , Public Health , Health Status Disparities , Literature
8.
Rev. Ciênc. Méd. Biol. (Impr.) ; 20(2): 259-268, set 29, 2021. tab, fig
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1354451

ABSTRACT

Introdução: o Recôncavo é um território de identidade da Bahia propenso a sofrer mais iniquidades sociais, o que pode gerar repercussões negativas nas condições de vida e saúde das crianças e, assim, impactar no Coeficiente de Mortalidade Infantil (CMI). Objetivo: analisar a associação entre os determinantes sociais e biológicos da saúde e a mortalidade infantil nos municípios do Recôncavo da Bahia, no período de 2010 a 2019. Metodologia: estudo ecológico, com dados de Sistemas de Informações em Saúde. Dados de CMI por 1000 nascidos vivos (NV) foram avaliados temporalmente no Recôncavo da Bahia, do ano de 2010 a 2019. Regressão Quantílica foi utilizada para análise do desfecho (CMI) e variáveis de exposição (determinantes). Resultados: o CMI no Recôncavo da Bahia apresentou importantes variações no período avaliado, passando de 9,7/1.000NV em 2010, para 13,1/1.000NV em 2019. Identificou-se associação positiva do CMI com Índice de Gini e uma associação inversa entre o CMI e Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Conclusão: no período de 2010 a 2019 houve um aumento de 35% no CMI, no Recôncavo da Bahia. A mortalidade infantil no Recôncavo da Bahia é determinada socialmente pelo Índice de Gini e IDHM. As condições de saúde das crianças podem sofrer consequências em um contexto de aumento da vulnerabilidade social e políticas de subfinanciamento da saúde.


Introduction: the Recôncavo is an identity territory in Bahia that is prone to suffering more social inequities, which can generate negative repercussions on the living conditions and health of children and, thus, impact on the Infant Mortality Rate (IMR). Objective: to analyze the association between the social and biological determinants of health and infant mortality in the municipalities of Recôncavo of Bahia, in the period 2010-2019. Methodology: ecological study, using data from Health Information Systems. IMR data per 1,000 live births (LB) were temporally evaluated in the Recôncavo of Bahia, from 2010 to 2019. Quantile Regression was used for outcome analysis (IMR) and exposure variables (determinants). Results: the IMR in the Recôncavo of Bahia showed important variations in the evaluated period, going from 9.7/1,000LB in 2010, to 13.1/1,000LB in 2019. A positive association was identified between IMR with Gini Index and an inverse association between the IMR and Municipal Human Development Index (MHDI). Conclusion: in the period of 2010-2019 there was an increase of 35.0% in the IMR, in the Recôncavo of Bahia. Infant mortality in the Recôncavo of Bahia is socially determined by the Gini Index and MHDI. Children's health conditions can suffer consequences in a context of increased social vulnerability and underfunded health policies.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant, Newborn , Information Systems , Infant Mortality , Child Health , Risk Factors , Health Status Disparities , Analytical Methods , Live Birth
9.
Rev. colomb. cir ; 36(4): 677-681, 20210000. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1291235

ABSTRACT

Introducción. El Registro Colombiano de Víctimas de Lesiones por Minas Antipersona fue lanzado por el gobierno de Colombia con el objetivo de recolectar información sobre los casos de heridos por minas antipersona en el país. El propósito de este estudio fue investigar las disparidades de mortalidad entre las víctimas de lesiones por minas antipersona, en función de la pertenencia a una minoría étnica. Métodos. Se hizo una regresión logística multivariable para examinar la asociación entre minorías étnicas y mortalidad en las personas heridas por minas antipersona. Resultados. Se registraron 10.306 casos de lesiones por minas antipersona, de los cuales 430 eran personas pertenecientes a grupos étnicos minoritarios (indígenas o afrodescendientes). De estos, 85 (19,7 %) eran mujeres, 156 (36,2 %) eran menores de 18 años y 427 (99,3%) vivían en áreas rurales. La mortalidad fue significativamente mayor (29,3 %) en comparación con la población mestiza (18,5 %; p < 0,001). Después de ajustar por sexo, edad, soldado en servicio activo, área rural y volumen de casos por departamento, encontramos que las minorías étnicas tenían mayores probabilidades de morir (OR = 2,03; IC95% 1,61- 2,56; p < 0,001).Discusión. Encontramos una asociación entre la pertenencia a una minoría étnica y una mayor probabilidad de mortalidad con lesiones causadas por minas antipersona. Estos hallazgos deberían alentar a los legisladores de las zonas rurales de Colombia a trabajar más diligentemente, para reducir las consecuencias nocivas de las lesiones causadas por estos artefactos en los grupos étnicos minoritarios


Introduction. The Colombian Victims of Antipersonnel Mines Injuries registry was launched by the Colombian government with the objective of collecting information on all the cases of injuries caused by antipersonnel landmines in the country. The purpose of this study was to investigate the mortality disparities among ethnic minority victims of antipersonnel landmine injuries.Methods. A multivariate logistic regression was performed to examine the association between ethnic minorities and mortality in people injured by antipersonnel mines. Results. A total of 10,306 cases of injuries caused by antipersonnel landmines were registered, of which 430 were people belonging to minority ethnic groups (indigenous or Afro-descendant). Of these, 85 (19.7%) were women and 156 (36.2%) were under 18 years of age. Almost all people from ethnic minority groups were located in rural areas (n=427, 99.3%) and mortality was significantly higher compared to the mestizo population (mestizo 18.5% vs. individuals from ethnic minorities 29, 3%; p <0.001). After adjusting for sex, age group, active duty soldier status, rural area, and case volume for each geographic department, we found that ethnic minorities were more likely to die after suffering an antipersonnel mine injury (OR = 2.03; 95% CI 1.61-2.56; p <0.001). Discussion. We found an association between belonging to an ethnic minority and a higher probability of mortality with injuries caused by antipersonnel mines. These findings should encourage legislators in rural Colombia to work more diligently to reduce the harmful consequences of injuries caused by these devices in ethnic minority groups


Subject(s)
Humans , Blast Injuries , Ethnic Groups , Health Status Disparities , Wounds and Injuries , Mortality , Colombia
11.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 21(3): 785-794, July-Sept. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1346997

ABSTRACT

Abstract Objectives: to analyze the variation in the incidence rates of congenital syphilis according to the spatial distribution of Life Condition Index (LCI) among neighborhoods in the city of Recife-PE. Methods: an ecological study, developed from 3,234 cases of congenital syphilis notified in the Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Severe Disease Notification Information System), between 2007 and 2016. LCI was built from seven variables related to the dimensions of the environment, education and income, aggregated at the neighborhood levels and spatially distributed in four strata: very high, high, low and very low. The correlation between the rates of congenital syphilis in the strata and LCI was investigated by applying the Spearman correlation coefficient and demonstrated by means of scatter graphics. Results: the mean rate on disease incidence was 6.8 cases per thousand live births. There was a higher incidence in the strata of very low and low living conditions, as well as in Districts that presented poor sanitary conditions and low schooling for the head of the family (District VII), higher proportion of illiteracy among 10 and 14 year olds (District II) and low income of the head of the household (Districts I, II and VII). Conclusions: this study showed the persistence of health inequalities in areas with worse living conditions.


Resumo Objetivos: analisar a variação das taxas de incidência de sífilis congênita segundo a distribuição espacial do Índice de Condição de Vida (ICV) entre os bairros do município do Recife-PE. Métodos: estudo ecológico, desenvolvido a partir de 3234 casos de sífilis congênita notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação, entre 2007 e 2016. O ICV foi construído a partir de sete variáveis relacionadas as dimensões ambiente, educação e renda, agregadas ao nível dos bairros, e distribuído espacialmente em quatro estratos: muito alto, alto, baixo e muito baixo. A correlação entre as taxas de sífilis congênita nos estratos e o ICV foi investigada aplicando-se o coeficiente de correlação de Spearman e demonstrada por meio de gráficos de dispersão. Resultados: a taxa média de incidência da doença foi de 6,8 casos por mil nascidos vivos. Houve maior incidência nos estratos de condição de vida muito baixa e baixa bem como nos Distritos que apresentaram condições sanitárias ruins e baixa escolaridade do chefe da família (Distrito VII), maior proporção de analfabetismo entre 10 e 14 anos (Distrito II) e baixa renda do chefe do domicílio (Distritos I, II e VII). Conclusões: o estudo evidenciou a persistência das desigualdades de saúde nas áreas com piores condições de vida.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Socioeconomic Factors , Syphilis, Congenital/epidemiology , Health Status Disparities , Social Factors , Economic Factors , Quality of Life , Brazil/epidemiology , Demography , Statistics, Nonparametric , Infectious Disease Transmission, Vertical , Disease Notification , Pregnant Women , Ecological Studies , Geographic Mapping
14.
Rev. bioét. (Impr.) ; 29(2): 363-373, abr.-jun. 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1340957

ABSTRACT

Resumo Este artigo analisa dificuldades enfrentadas por pacientes com câncer de pulmão e familiares em seu itinerário diagnóstico e terapêutico. Trata-se de pesquisa qualitativa, baseada no método de grupo focal, de que participaram pacientes e familiares. Das falas dos participantes, destacam-se duas categorias de análise: "início do percurso e diagnóstico" e "em busca do tratamento: barreiras". Discute-se a dificuldade de diagnóstico causada por problemas de infraestrutura dos serviços, pela escassez de recursos financeiros dos pacientes, pela inadequação da rede de saúde pública e pelo despreparo profissional. Após o diagnóstico, apresenta-se o percurso em busca do tratamento e as barreiras financeiras, geográficas, estruturais e de processo de trabalho na saúde pública. Resultados mostram que pacientes de pequenos municípios ou da zona rural se deparam com mais dificuldades para acessar os serviços. Conclui-se que o percurso assistencial, no setor público, é prejudicado por desigualdades e vulnerabilidades em saúde que se refletem em dificuldade de acesso e demora no diagnóstico e tratamento da doença.


Abstract This article analyzes the feelings and difficulties of lung cancer patients and their families regarding diagnostic and therapeutic itineraries. This is qualitative research with focus group of patient/family dyads. Two categories of analysis stood out: 'Pathway start and Diagnosis' and 'In search of treatment: barriers'. The difficulty of diagnosis is discussed due to the lack of infrastructure of services, scarce financial resources of patients, inadequate public health network and unpreparedness for diagnosis. After diagnosis, we present the path in search of treatment and the financial, geographical, structural and work process barriers in public health. Patients in small municipalities or rural areas face more difficulties in accessing health services. We conclud that the care pathway in the public sector is influenced by health inequalities and vulnerabilities, reflecting less access to services and delayed diagnosis and treatment of the disease.


Resumen Este artículo analiza las dificultades enfrentadas por los pacientes con cáncer de pulmón y sus familiares en su recorrido diagnóstico y terapéutico. Se trata de una investigación cualitativa, con base en el método de grupo focal, en el que participaron pacientes y familiares. De los diálogos de los participantes, destacan dos categorías de análisis: "inicio del recorrido y diagnóstico" y "en busca de tratamiento: barreras". Se discute la dificultad de diagnóstico causada por problemas de infraestructura de los servicios, por la escasez de recur¬sos financieros de los pacientes, por la inadecuación de la red de salud pública y por la falta de preparación profesional. Tras el diagnóstico, tiene lugar el recorrido en busca del tratamiento y las barreras financieras, geográficas, estructurales y de proceso de trabajo en la salud pública. Los resultados muestran que pacientes de municipios pequeños o de la zona rural se enfrentan a más dificultades para acceder a los servicios. Se con¬cluye que el recorrido asistencial, en el sector público, está perjudicado por desigualdades y vulnerabilidades en salud que se reflejan en dificultad de acceso y retraso en el diagnóstico y tratamiento de la enfermedad.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Public Health , Chronic Disease , Health Status Disparities , Health Services Accessibility , Lung Neoplasms
15.
Enferm. foco (Brasília) ; 12(1): 20-25, jun. 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1254767

ABSTRACT

Objetivo: Comparar a qualidade de vida dos pacientes submetidos à hemodiálise, que residiam na cidade onde realizavam o tratamento com aqueles que residiam em outros municípios do estado de Sergipe. Método: trata-se de um estudo transversal, descritivo e comparativo, realizado em uma clínica de diálise em Sergipe. A amostra foi composta por 170 pacientes adultos, em tratamento hemodialítico com condições cognitivas para responder ao formulário. O desfecho qualidade de vida foi mensurado por meio da versão brasileira do Kidney Disease and Quality-Of-Life Short-Form (KDQOL-SF). Dados sociodemográficos e de acesso ao serviço foram consideradas variáveis dependentes para comparação entre os grupos. Resultados: Independente da procedência e características sociodemográficas dos participantes, baixos escores de qualidade de vida foram encontrados em todos os componentes da avaliação, especialmente médias inferiores a 50. Por outro lado, percebeu-se que os pacientes provenientes do interior apresentaram maiores escores de qualidade de vida. Conclusão: pacientes do sexo masculino, com idade média de 40 anos, com maior escolaridade e procedentes do interior apresentaram melhores escores para qualidade de vida. (AU)


Objective: To compare the quality of life of patients undergoing hemodialysis, who lived in the city where they underwent treatment with those who lived in other municipalities in the state of Sergipe. Methods: This is a cross-sectional, descriptive and comparative study, carried out in a dialysis clinic in Sergipe. The sample consisted of 170 adult patients undergoing hemodialysis with cognitive conditions to respond to the form. The quality of life outcome was measured using the Brazilian version of Kidney Disease and Quality-Of-Life Short-Form (KDQOL-SF). Sociodemographic and service access data were considered dependent variables for comparison between groups. Results: Regardless of the origin and sociodemographic characteristics of the participants, low scores for quality of life were found in all components of the assessment, especially means below 50. On the other hand, it was noticed that patients from the countryside had higher quality scores of life. Conclusion: Male patients, with an average age of 40 years, with higher education and coming from the interior had better scores for quality of life. (AU)


Objetivo: Comparar la calidad de vida de los pacientes sometidos a hemodiálisis, que vivían en la ciudad donde se sometieron a tratamiento con los que vivían en otros municipios del estado de Sergipe. Métodos: Se trata de un estudio transversal, descriptivo y comparativo, realizado en una clínica de diálisis en Sergipe. La muestra consistió en 170 pacientes adultos sometidos a hemodiálisis con condiciones cognitivas para responder a la forma. El resultado de la calidad de vida se midió utilizando la versión brasileña de la enfermedad renal y la forma corta de la calidad de vida (KDQOL-SF). Los datos sociodemográficos y de acceso al servicio se consideraron variables dependientes para la comparación entre grupos. Resultados: Independientemente del origen y las características sociodemográficas de los participantes, se encontraron puntajes bajos para la calidad de vida en todos los componentes de la evaluación, especialmente los medios por debajo de 50. Por otro lado, se observó que los pacientes del campo tenían puntajes de calidad más altos. de la vida. Conclusión: Los pacientes varones, con una edad promedio de 40 años, con educación superior y provenientes del interior, obtuvieron mejores puntajes de calidad de vida. (AU)


Subject(s)
Health Services Accessibility , Quality of Life , Renal Dialysis , Renal Replacement Therapy , Health Status Disparities , Kidney Failure, Chronic
16.
Rev. cuba. salud pública ; 47(1): e1447, ene.-mar. 2021. tab
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1289563

ABSTRACT

Introducción: Los determinantes sociales de la salud explican la mayor parte de las inequidades sanitarias, y el sistema sanitario es uno de ellos. Objetivo: Determinar la desigualdad en la distribución de médicos destinados a la atención de afiliados al Seguro Integral de Salud en el Perú. Métodos: Se realizó un estudio transversal analítico con datos de la Dirección General de Gestión y Desarrollo de Recursos Humanos del Ministerio de Salud y del Seguro Integral de Salud del año 2015. Ica fue usada como territorio referente por tener el menor porcentaje de población pobre en el Perú. Resultados: La densidad de médicos en establecimientos del primer nivel de atención fue de 8,22 x 10 000 asegurados; en el cuartil superior se ubicaron Moquegua, Tacna, Arequipa, Ica, Madre de Dios, Apurímac y Huancavelica. En el segundo nivel de atención, el Perú registró 1,85 médicos especialistas x 10 000 asegurados; Ica ostentaba la tasa más alta (10,28). Conclusiones: Existe desigualdad en la distribución de los médicos destinados a la atención de la población afiliada al Seguro Integral de Salud por lo que se deben rediseñar y reorientar políticas de recursos humanos que incentiven el aumento de la densidad de médicos en los territorios de mayor pobreza(AU)


Introduction: The health social determinants explain most of the health inequities, and the health system is one of them. Objective: To determine the inequality in the distribution of doctors assigned to the care of members of the Comprehensive Health Insurance in Peru. Methods: An analytical cross-sectional study was carried out with data from the General Directorate of Human Resources Management and Development of the Ministry of Health and Comprehensive Health Insurance in 2015. Ica was used as a reference territory for having the lowest percentage of poor population in Peru. Results: The density of physicians in first-level care facilities was 8.22 x 10 000 insured; Moquegua, Tacna, Arequipa, Ica, Madre de Dios, Apurímac and Huancavelica were located in the upper quartile. At the second level of care, Peru registered 1.85 specialist doctors x 10,000 insured; Ica had the highest rate (10.28). Conclusions: There is inequality in the distribution of doctors assigned to the care of the population affiliated with the Comprehensive Health Insurance, so it is necessary to redesign and redirect human resource policies that encourage an increase in the density of doctors in the poorest territories(AU)


Subject(s)
Humans , Personnel Management , Health Systems , Health Status Disparities , Peru , Cross-Sectional Studies
17.
Rev. bras. med. fam. comunidade ; 16(43): 2727, 20210126.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1282277

ABSTRACT

El acceso al aborto legal se ha visto obstaculizado en varias partes del mundo como resultado de la pandemia Sars-Cov-2. En Brasil, las leyes y reglamentos referentes al aborto constituyen un campo en disputa, fuertemente marcado por iniciativas conservadoras que apuntan a suprimir este derecho reproductivo. En este artículo se presentan argumentos en defensa de la prestación del aborto legal en los servicios de Atención Primaria de Salud como mecanismo para facilitar el acceso al procedimiento y preservar los derechos de las mujeres. A pesar de ser recomendado por la Organización Mundial de la Salud y ya establecido en otros países, la participación de Atención Primaria es aún incipiente en el escenario nacional en este debate. Se espera sensibilizar a los médicos de familia y comunitarios y a otros actores relevantes sobre el potencial de este nivel de atención en la prestación de servicios de aborto legal.


The access to legal abortion has been impaired all over the world as a result of the SARS-CoV-2 pandemic. In Brazil, abortion laws and regulations are a major battlefield, strongly marked by conservative initiatives that aim to suppress this reproductive right. In this article, arguments are presented in defense of legal abortion provision in primary health care services in order to improve access to the procedure and to preserve women's rights. Despite being recommended by the World Health Organization and already established in other countries, the participation of primary care remains incipient in the national scenario of this debate. It is expected to sensitize family and community doctors and other relevant stakeholders to thepotential of this level of care in providing legal abortion.


O acesso ao aborto legal foi dificultado em várias partes do mundo em decorrência da pandemia por SARS-CoV-2. No Brasil, a legislação e regulamentação referentes ao aborto configuram um campo em disputa, fortemente marcado na atualidade por iniciativas conservadoras que visamsuprimir este direito reprodutivo. Neste artigo, são apresentados argumentos em defesa da oferta de aborto legal em serviços de atenção primária à saúde como mecanismo de facilitação do acessoao procedimento e preservação dos direitos das mulheres. Apesar de ser recomendada pelaOrganização Mundial de Saúde e já estar estabelecida em outros países, a participação da atenção primária ainda é incipiente no cenário nacional neste debate. Espera-se sensibilizar médicos de família e comunidade e demais atores relevantes para o potencial deste nível de atenção no provimento do aborto legal.


Subject(s)
Primary Health Care , Abortion, Legal , Reproductive Rights , Health Status Disparities , Barriers to Access of Health Services
18.
Lima; Perú. Ministerio de Salud; 1 ed; Ene. 2021. 21 p. ilus.
Monography in Spanish | MINSAPERU, LILACS, LIPECS, MINSAPERU | ID: biblio-1343751

ABSTRACT

La publicación describe la información actualizada para el cierre de brechas de infraestructura y equipamiento del sector salud, que será utilizada en la elaboración de la programación multianual de Inversiones 2022-2024. Asimismo, sirve de base para la Programación Multianual de Inversiones (PMI) del periodo 2022-2024 de los tres niveles de gobierno, por lo que se requiere su actualización


Subject(s)
Health Infrastructure , Diagnosis of Health Situation , Equipment and Supplies , Health Status Disparities , Health Priorities
19.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 37(12): e00333720, 2021. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1355964

ABSTRACT

Resumen: El discurso de estilos de vida saludable (DEVS) plantea que una población se mantendrá sana si adopta estilos de vida saludable, modificando comportamientos individuales perjudiciales para la salud y, por tanto, moralmente incorrectos. El DEVS ha sido hegemónico en la Salud Pública desde fines del siglo XX. Se basa en el supuesto de libertad de elección de los individuos, que toman decisiones racionales, buscando el menor costo y mayor beneficio individual, premisa básica del modelo neoliberal. Con esto, se omite la importancia que las condiciones de existencia tienen para la salud y la desigualdad en salud. Esta investigación indagó en la percepción del DEVS y su repercusión en el comportamiento de mujeres chilenas residentes en sectores populares. Se realizaron entrevistas semiestructuradas a beneficiarias de un programa gubernamental (Programa Vida Sana), sustentado en el DEVS. Se exploró el discurso de las mujeres sobre la salud y su correspondencia con el DEVS. También, se analizó las posibilidades de poner en práctica dicho discurso, desde la perspectiva de las propias mujeres. Los resultados muestran que las entrevistadas comprenden la salud como resultado del estilo de vida, el cual puede ser libremente elegido. Sin embargo, identifican diversas barreras para ponerlo en práctica, en los planos económico, familiar y sociocultural. Se concluye que las estrategias deben considerar los sujetos en los contextos familiares, sociales y estructurales en los cuales se produce la salud-enfermedad, y abandonar la perspectiva moralizante y legitimadora de la concepción neoliberal de la salud.


Abstract: The discourse on healthy lifestyles (HLS) states that a population will remain healthy by adopting such lifestyles, modifying unhealthy and thus morally incorrect individual behaviors. The HLS discourse has been hegemonic in Public Health since the late 20th century. It assumes freedom of choice by individuals, who purportedly make rational decisions, seeking the lowest cost and maximum individual benefit, the neoliberal model's basic premise. It thus overlooks the relevance of living conditions for health and health inequality. The current study focused on the perception of the HLS discourse and its repercussions on the behavior of low-income Chilean women. Semi-structured interviews were held with beneficiaries of a government program (Healthy Life Program), based on the HLS discourse. The study explored the women's discourse on health and its correspondence with the HLS discourse. It also analyzed the possibilities of implementing the discourse in practice, from the women's own perspective. The results showed that the women view health as the result of lifestyle, which can be freely chosen. However, they identify various barriers to implementing healthy lifestyle in practice at the economic, family, and sociocultural levels. The conclusion is that individuals should be considered within the family, social, and structural contexts in which health and disease are produced, while abandoning the moralist perspective that legitimizes the neoliberal definition of health.


Resumo: O discurso sobre estilos de vida saudáveis (DEVS) propõe que uma população se manterá sã se adotar estilos de vida saudáveis, alterando comportamentos individuais prejudiciais para a saúde e, portanto, moralmente incorretos. O DEVS se tornou hegemônico na Saúde Pública desde o final do século XX. Está alicerçado no princípio de liberdade de escolha dos indivíduos, que tomam decisões racionais buscando o menor custo e o maior benefício individual, premissa básica do modelo neoliberal. Com isso, omite a importância que as condições de vida desempenham para a saúde e a desigualdade na saúde. Esta pesquisa investigou a percepção do DEVS e a sua repercussão no comportamento de mulheres chilenas residentes em bairros populares. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com beneficiárias de um programa de governo (Programa Vida Saudável), sustentado no DEVS. Estudou-se o discurso das mulheres sobre a saúde e o seu alinhamento com o DEVS. Também foram analisadas as possibilidades de implementação deste discurso, do ponto de vista das próprias mulheres. Os resultados mostram que as entrevistadas entendem a saúde como o resultado do estilo de vida, que pode ser livremente escolhido. Entretanto, identificam diversas barreiras para colocá-lo em prática, nos planos econômico, familiar e sociocultural. Daí se conclui que as estratégias devem considerar os sujeitos nos contextos familiares, sociais e estruturais nos quais se gera a saúde-doença, e abandonar a perspectiva moralizante e legitimadora da concepção neoliberal da saúde.


Subject(s)
Humans , Female , Poverty , Health Status Disparities , Brazil , Chile , Healthy Lifestyle
20.
Salud colect ; 17: e3358, 2021.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1290042

ABSTRACT

RESUMEN Entre los efectos sociales de la pandemia de COVID-19, el aumento de la pobreza, el desempleo y la desigualdad social en el país agravaron los problemas de salud, principalmente, de la población más pobre. Esta investigación buscó discutir potencialidades y limitaciones del proceso de trabajo en atención primaria de la salud, basado en la Estrategia de Salud Familiar. Para ello, entre enero y febrero de 2020, se realizaron entrevistas semiestructuradas a cuatro mujeres residentes de una ocupación urbana del interior del estado de São Paulo, Brasil. Se encontró que presentan sufrimiento relacionado con la precariedad de las viviendas, la provisoriedad, el aislamiento social y el silenciamiento. El modo en que se organiza la atención primaria de la salud y el proceso de trabajo de las y los profesionales dificulta tanto el acceso de una parte de la población a los servicios de salud, como la percepción de las y los profesionales sobre el sufrimiento de la población. Los resultados de la investigación indican la necesidad de una nueva evaluación y perfeccionamiento de la Estrategia de Salud Familiar.


ABSTRACT Among the social effects of the COVID-19 pandemic, increased poverty, unemployment, and social inequality in Brazil have led to worsening health problems, especially in the poorest citizens. The purpose of this research was to discuss the potentialities and limitations of the work process in primary health care based on the Family Health Strategy. In order to do so, we conducted semi-structured interviews with four women living in an informal settlement in the interior of the state of São Paulo, Brazil, between January and February 2020. We found that the women experienced suffering in relation to issues such as housing precariousness, transience, social isolation, and silencing. The way in which primary health care is organized and professionals' work processes make it difficult for this population to access health services and for professionals to perceive their suffering. The findings of this research point to the need to reevaluate and improve the Family Health Strategy.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Health Status Disparities , Healthcare Disparities , COVID-19/prevention & control , COVID-19/psychology , COVID-19/epidemiology , Health Services Accessibility , Primary Health Care , Brazil/epidemiology , Attitude to Health , Urban Health , Interviews as Topic , Women's Health , Vulnerable Populations , Pandemics , Housing
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