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1.
Rev. bras. ortop ; 57(2): 241-249, Mar.-Apr. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1387997

ABSTRACT

Abstract Objective In the present study, we investigated the intra and interobserver agreement of the new Arbeitsgemeinschaft für Osteosynthesefragen/Orthopaedic Trauma Association (AO/OTA) classification for fractures of the proximal extremity of the femur. Methods One hundred hip radiographs were selected from patients who suffered fractures of the trochanteric region or femoral neck. Four orthopedists, fellowship trained hip surgeons, and four orthopedic residents evaluated and classified fractures according to the new AO/OTA system on two separate occasions. The kappa (k) coefficient was used to evaluate intra and interobserver agreement in the different steps of the classification, namely: type, group, subgroup, and qualifier. Results Hip surgery experts obtained almost perfect intraobserver agreement of type, substantial for group and, only moderate, for subgroup and qualifiers. The residents had lower performance, with substantial agreement for type, moderate for group, and reasonable for subgroup and qualifier. In the specialists' interobserver evaluation, there was also a gradual decrease in the agreement between type (almost perfect) and group (moderate), which was even lower for subgroup and qualifiers. Residents had a substantial interobserver agreement for type, moderate for group, and reasonable in the other branches. Conclusion The new AO/OTA classification for fractures of the trochanteric region and femoral neck showed intra and interobserver agreements considered appropriate for type and group, with a drop in the subsequent branches, that is, for subgroup and qualifier. Still, in relation to the old AO/OTA classification, there was an improvement in the agreements for subgroup.


Resumo Objetivo Neste estudo, investigamos a concordância intra e interobservador da nova classificação Arbeitsgemeinschaft für Osteosynthesefragen/Orthopaedic Trauma Association (AO/OTA) para fraturas da extremidade proximal do fêmur. Métodos Foram selecionadas 100 radiografias do quadril de pacientes que sofreram fraturas da região trocantérica ou do colo do fêmur. Quatro ortopedistas cirurgiões de quadril e quatro residentes de ortopedia e traumatologia avaliaram e classificaram as fraturas segundo o novo sistema AO/OTA em duas ocasiões distintas. O coeficiente de kappa (k) foi utilizado para avaliar a concordância intra e interobservadores nos diferentes passos da classificação, a saber: tipo, grupo, subgrupo e qualificador. Resultados Especialistas em cirurgia do quadril obtiveram concordância intraobservador quase perfeita de tipo, substancial para grupo e, apenas moderada para subgrupo e qualificadores. Os residentes tiveram desempenho inferior, com concordância substancial para o tipo, moderada para o grupo, e razoável para o subgrupo e qualificador. Na avaliação interobservadores dos especialistas, também se observou queda gradual da concordância entre tipo (quase perfeita) e grupo (moderada), que se mostrou ainda menor parasubgrupo e qualificadores.Residentestiveramumaconcordânciainterobservadoressubstancialparatipo, moderada para grupo e razoável nas demais ramificações. Conclusão A Nova Classificação AO/OTA para fraturas da região trocantérica e do colo do fêmur mostrou concordâncias intra e interobservadores consideradas adequadas para tipo e grupo com queda nas ramificações subsequentes ou seja para subgrupo e qualificador. Ainda assim em relação à classificação AO/OTA antiga houve melhora nas concordâncias para subgrupo.


Subject(s)
Humans , Femoral Neck Fractures/classification , Femur Neck/diagnostic imaging , Hip Fractures/classification
2.
An. Facultad Med. (Univ. Repúb. Urug., En línea) ; 8(2): e203, dic. 2021. ilus, tab
Article in Spanish | LILACS, BNUY, UY-BNMED | ID: biblio-1358035

ABSTRACT

Introducción: La incidencia de fracturas de cadera presenta un aumento dramático desde la mediana edad, constituyendo un problema de salud prevalente en adultos mayores. Se realizó una revisión bibliográfica de los registros internacionales de fracturas de cadera y un estudio epidemiológico multicéntrico para conocer la incidencia, los costos y la mortalidad de esta patología en nuestro país. Material y métodos: Se realizó una búsqueda, revisión y análisis de todos los registros internacionales de fracturas de cadera existentes en el mundo. Posteriormente, se llevó a cabo un análisis descriptivo observacional retrospectivo y multicéntrico en 4 instituciones de pacientes mayores de 50 años intervenidos quirúrgicamente con osteosíntesis por fractura de cadera en el año 2019. En los datos anonimizados se evaluaron edad, sexo, tipo de fractura, incidencia y costos. Se incluyeron y asociaron, además, datos estadísticos y económicos del Registro del Fondo Nacional de Recursos. Se utilizó el software estadístico SPSS para establecer asociaciones univariadas, bivariadas y multivariadas. Para comparar las proporciones se empleó el test estadístico de chi cuadrado. Resultados: Se resume la revisión de registros en una tabla. El análisis multicéntrico contó con 646 pacientes con fracturas de cadera. Destacamos la alta prevalencia de esta patología en pacientes mayores de 79 años (63,1%) y en el sexo femenino (77,6%), en concordancia con los registros internacionales, con asociación significativa entre ambas variables (p < 0,0001). A diferencia de otros registros, y quizás dato erróneo, la fractura más frecuente fue la del cuello de fémur (43%). El tiempo entre la fractura y la cirugía y los días de internación fueron de 2,6 y 7,2 días, respectivamente, en la institución de asistencia más efectiva. Nuestro cálculo mostró una incidencia de fractura de cadera en Uruguay que oscila entre 235 y 391 en 100.000 habitantes mayores de 50 años. El costo calculado de la serie evaluada fue de unos U$S 2.855.320 y, en general, esta patología provoca un gasto para nuestro país que se aproxima a U$S 20.000.000 por año. Conclusión: La fractura de cadera presenta una elevada incidencia, costos y morbimortalidad en la población de adultos mayores, comparable con datos internacionales. Es necesario contar con un Registro Nacional de Fracturas de Cadera que permita conocer datos estadísticos certeros para poder establecer políticas adecuadas de prevención, tratamiento y control de gastos.


Introduction: The incidence of hip fractures dramatically increases from middle age on, posing a prevalent health problem in elderly people. A literature review of the international hip fracture registers, as well as a multicenter, epidemiological study were carried out in order to assess the incidence, costs, and mortality of this pathology in our country. Material and methods: All international hip fracture registers in the world were searched, reviewed and analyzed. An observational, retrospective, multicenter descriptive analysis was then carried out in 4 health-care centers for patents over 50 years of age who underwent surgery with osteosynthesis due to hip fracture in 2019. Age, sex, type of fracture, incidence and costs were assessed from the anonymized data. Statistical and economic data from the National Resources Fund Register were also included and associated. The SPSS statistical software was used to establish univariate, bivariate, and multivariate associations. The chi-squared statistical test was used to compare proportions. Results: Review of the registers is summarized in a table. The multicenter analysis included 646 patients with hip fractures. Worth of note is the high prevalence of this pathology in patients over 79 years of age (63.1%) and females (77.6%), in line with the international registers, and a significant association between both variables (p < 0.0001). Unlike other registers, and probably due to inaccurate data, the most frequent fracture was that of femoral neck (43%). The time from fracture to surgery and inpatient days were 2.6 and 7.2 days, respectively, in the most effective health care center. Our calculation showed a hip fracture incidence in Uruguay between 235 and 391 per 100,000 inhabitants over 50 years of age. The estimated cost of the assessed series was about U$S 2,855,320, and in general this pathology generates an annual expense of about U$S 20,000,000 for our country. Conclusion: Hip fractures have high incidence, costs and mortality and morbidity in the elderly population comparable with international data. It is necessary to have a National Hip Fracture Register that provides accurate statistical data in order to establish adequate prevention, treatment and cost control policies.


Introdução: A incidência de fraturas de quadril apresenta um aumento dramático a partir da meia-idade, constituindo um problema de saúde prevalente em idosos. Uma revisão bibliográfica dos Registros Internacionais de Fratura de Quadril e um estudo epidemiológico multicêntrico foram realizados para determinar a incidência, os custos e a mortalidade dessa patologia em nosso país. Material e métodos: Foi realizada uma busca, revisão e análise de todos os Registros Internacionais de fraturas de quadril existentes no mundo. Posteriormente, foi realizada uma análise observacional descritiva retrospectiva e multicêntrica, em 4 Instituições, de pacientes maiores de 50 anos, submetidos à cirurgia com osteossíntese, para fratura de quadril em 2019. Nos dados anônimos foram avaliados idade e sexo, tipo de fratura , incidência e custos. Dados estatísticos e econômicos do Registro do Fundo Nacional de Recursos também foram incluídos e associados. O software estatístico SPSS foi usado para estabelecer associações univariadas, bivariadas e multivariadas. O teste estatístico do qui quadrado foi usado para comparar as proporções. Resultados: a revisão dos registros é resumida em uma tabela. A análise multicêntrica incluiu 646 pacientes com fraturas de quadril. Destaca-se a alta prevalência dessa patologia em pacientes maiores de 79 anos (63,1%) e no sexo feminino (77,6%), de acordo com registros internacionais, com associação significativa entre as duas variáveis ​​(p <0,0001). Ao contrário de outros registros, e talvez dados errôneos, a fratura mais frequente foi a do colo do fêmur (43%). O tempo decorrido entre a fratura e a cirurgia e os dias de internação foram de 2,6 e 7,2 dias, respectivamente, na instituição assistencial mais efetiva. Nosso cálculo mostrou uma incidência de fratura de quadril no Uruguai, variando entre 235 e 391 em 100.000 habitantes com mais de 50 anos de idade. O custo calculado da série avaliada foi em torno de US $ 2.855.320 e, em geral, essa patologia acarreta um gasto para o nosso país que é próximo a US $ 20.000.000 por ano. Conclusão: A fratura de quadril tem alta incidência, custo e morbimortalidade na população idosa, comparável a dados internacionais. É necessário um Cadastro Nacional de Fraturas de Quadril, que permita conhecer dados estatísticos precisos, para estabelecer políticas adequadas de prevenção, tratamento e controle de custos.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Health Expenditures , Hip Fractures/epidemiology , Uruguay/epidemiology , Registries , Epidemiology, Descriptive , Incidence , Retrospective Studies , Hip Fractures/classification , Hip Fractures/mortality , Hospitalization/statistics & numerical data
3.
Rev. cuba. ortop. traumatol ; 35(1): e284, 2021. ilus, tab
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1289543

ABSTRACT

Introducción: El motivo de hospitalización más común en los servicios ortopédicos son las fracturas de cadera, de las cuales, las más frecuentes son las del cuello femoral y pertrocantéreas y/o transtrocantéricas. Existen diversos factores de riesgo entre los adultos de 60 años o más, entre ellos, vivir en una residencia de ancianos, deterioro mental, tipo de fractura, entorno social habitual, y presencia de enfermedades sistémicas asociadas con el envejecimiento. Objetivo: Describir y analizar las fracturas de cadera más frecuentes en adultos mayores en el Hospital General Agustín O´Horán, así como describir la distribución bimestral y anual de los casos ocurridos en el estado de Yucatán. Método: Estudio transversal, descriptivo y retrospectivo que incluyó sujetos de ambos géneros de 60 años y más, que habían ingresado por fractura de cadera entre noviembre 2015 y abril 2019. Se utilizaron las variables género, edad, bimestre, año, ubicación anatómica y tipo de traumatismo, clasificación extracapsular e intracapsular. Resultados: La mayoría de los pacientes fueron del sexo femenino (64,53 por ciento), la edad promedio fue 77,67 años. La fractura con mayor número de casos fue la extracapsular (62,25 por ciento) con su subtipo más prevalente que fue la transtrocantérica (35,78 por ciento). El mayor número de casos se presentó en el año 2016, en los meses de enero a abril hubo mayor número de pacientes ingresados. Conclusiones: Existe una prevalencia de fracturas de cadera en mujeres mayores de 60 años, lo que se corresponde con lo reportado a nivel nacional(AU)


Introduction: The most common reason for hospitalization in orthopedic services are hip fractures, of which the most frequent are those of the femoral neck and pertrochanteric and / or transtrochanteric. There are several risk factors among adults age 60 and over, including living in a nursing home, mental decline, type of fracture, common social environment, and presence of systemic diseases associated with aging. Objective: To describe and analyze the most frequent hip fractures in older adults at Agustin O'Horan General Hospital, as well as to describe the bimonthly and annual distribution of the cases that occurred in the state of Yucatan. Method: Cross-sectional, descriptive and retrospective study that included subjects of both genders aged 60 years and over, who had been admitted for hip fracture from November 2015 to April 2019. The variables were used gender, age, two-month period, year, anatomical location and type of trauma, extracapsular and intracapsular classification. Results: Most of the patients were female (64.53 percent), the average age was 77.67 years. The highest number of cases had extracapsular fracture (62.25 percent), the transtrochanteric subtype was the most prevalent (35.78 percent). The largest number of cases occurred in 2016. January to April there the months with higher number of patients admitted. Conclusions: The prevalence of hip fractures in women over 60 years of age, corresponds to that reported at the national level(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Hip Fractures/classification , Hip Fractures/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Prospective Studies , Observational Study
4.
Rev. bras. ortop ; 54(4): 361-367, July-Aug. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1042421

ABSTRACT

Abstract With the aging of the population, there was a significant increase in the prevalence of hip fractures, with high mortality rates, sequelae and expenses. Understanding the fracture profile and classifying it correctly is critical to define the appropriate treatment. Several radiographic classifications have been developed for transtrochanteric fractures, such as Tronzo, Evans-Jensen, AO and Boyd-Griffin, but their reproducibility is not always satisfactory. The present review aimedto elucidatewhether the addition of computed tomography (CT) implies a greater reproducibility than simple radiography in the classification of transtrochanteric fractures, andwhether this is a better examination to identify the fracture trait. A search was conducted in the PubMed, Lilacs, Scielo and Cochrane databases between July 2016 and June 2017, limited to the last 15 years. All retrospective, prospective and systematic reviews articles published in the English language, with evaluation of men and/or women, were considered for review. We have excluded case reports, studies that evaluated tomography or radiographs in isolation, and duplicate studies. The research presented 112 articles, of which 5 contemplated the proposed criteria. Reproducibility for the classification of transtrochanteric fractures presented variable results and was influenced by factors such as the type of classification, the use of the simplified or complete classification, the specialty of the evaluator, his experience, and themethodology proposed by the works. There are indications that there is benefit for the use of CT, especially for fractures considered unstable, but its use as a tool to ensure better reproducibility (intraand interobserver) remains controversial and needs further studies.


Resumo Com o envelhecimento populacional, houve um aumento significante da prevalência das fraturas do quadril, com alto índice de mortalidade, de sequelas, e alto custo. Compreender o perfil da fratura e classificá-la de forma correta é fundamental para definir o tratamento adequado. Diversas classificações radiográficas foram desenvolvidas para as fraturas transtrocanterianas, tais como as de Tronzo, de Evans-Jensen, de Boyd-Griffin e AO, porém sua reprodutibilidade nem sempr é satisfatória. O presente trabalho objetivou analisar se o acréscimo da tomografia computadorizada (TC)implica em maior reprodutibilidade do que a radiografia simples na classificação das fraturas transtrocanterianas e se esta é melhor para a identificação do traço de fratura. Foi realizada uma pesquisa nas bases de dados PubMed, Lilacs, Scielo e Cochrane entre julho de 2016 e junho de 2017, limitada aos últimos 15 anos. Todos os trabalhos retrospectivos, prospectivos e revisões sistemáticas publicados na língua inglesa, com avaliação de homens e/ou de mulheres, foram considerados para a revisão. Foram excluídos relatos de casos, estudos que avaliaram de forma isolada a TC ou radiografias e estudos duplicados. A pesquisa apresentou 112 artigos, dos quais 5 preencheram os critérios propostos. A reprodutibilidade para a classificação das fraturas transtrocanterianas apresentou resultados variáveis e influenciados por fatores como o tipo de classificação, o uso da classificação simplificada ou completa, a especialidade do avaliador, a experiência e a metodologia proposta pelos trabalhos. Há indícios de que há algum benefício para o uso da TC, sobretudo para fraturas consideradas instáveis,


Subject(s)
Radiography , Tomography, X-Ray Computed , Validation Study , Hip Fractures/classification
5.
Rev. méd. Hosp. José Carrasco Arteaga ; 9(2): 144-151, Julio 2017. Ilustraciones, Cuadros
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1010067

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: La incidencia de fractura de cadera en el Ecuador se estima en 314 casos por 100.000 habitantes al año. El objetivo del presente estudio fue establecer la incidencia y factores de riesgo asociados a morbimortalidad en pacientes con diagnóstico de fractura de cadera. MÉTODO: Estudio retrospectivo y analítico de cohorte que estudió la incidencia y riesgo asociado a morbimortalidad. Se incluyeron todos los pacientes diagnosticados con fractura de cadera que fueron tratados en el Hospital de Especialidades José Carrasco Arteaga durante el año 2015. Para el análisis se utilizó la estadística básica descriptiva, chi-cuadrado y análisis de riesgo relativo con un intervalo de confianza al 95% (p: <0.05) para determinar significancia estadística. RESULTADOS: Se estudiaron 81 pacientes. Las complicaciones más frecuentes fueron: infección del sitio quirúrgico (13.58 %), neumonía (12.34 %) y fallo de osteosíntesis (9.87 %). La mortalidad general fue de 32.1 %. Los pacientes con dos o más complicaciones tuvieron casi dos veces más riesgo de fallecimiento (RR: 2.94; IC ­ 95 %: 1.78 ­ 4.85; p: 0.016), similar a lo observado en los pacientes con infección de la herida quirúrgica y/u osteomielitis (RR: 2.76; IC- 95 %: 1.60 ­ 4.79; p: 0.001) y en aquellos con diagnóstico de TEP (RR: 2.72; IC ­ 95 %: 1.48 ­ 4.97; p: 0.055). No se determinó asociación estadísticamente significativa entre la presencia de comorbilidades y desarrollo de complicaciones o fallecimiento. CONCLUSIÓN: El desarrollo de al menos una complicación duplica el riesgo de mortalidad y es aún mayor en los pacientes complicados con infección de la herida, osteomielitis y/o TEP; la presencia de dos o más complicaciones determina un riesgo 2 veces mayor de fallecimiento.(AU)


BACKGROUND: The incidence of hip fractures in Ecuador is around 314/100.000 people per year. The aim of this study was to establish the incidence and risk factors associated to morbidity and mortality in patients diagnosed with hip fracture. METHODS: This is a retrospective analytic-cohort research, it studied incidence and associated risks to morbidity and mortality. Patients diagnosed with hip fracture and treated at José Carrasco Arteaga Hospital during 2015 were included. Basic descriptive statistics, chi-square and relative risk (with 95% confidence interval) were used to analyze data. P value under 0.05 was used to determine statistical significance. RESULTS: 81 patients were part of the study. Most common complications were: surgical site infection (13.58 %), pneumonia (12.34 %) and osteosynthesis failure (9.87 %). General mortality reached 32.1 %. Patients with 2 or more complications had near double risk of death (RR: 2.94; 95 % - CI: 1.78 ­ 4.85; p: 0.016) as observed in those with surgical site infections or osteomyelitis (RR: 2.76; 95 % - CI: 1.60 ­ 4.79; p: 0.001) and in patients diagnosed with pulmonary embolism (RR: 2.72; 95 % - CI: 1.48 ­ 4.97; p: 0.055). Statistically significant association was not determined between presence of comorbidities and death or complications. CONCLUSION: Development of at least one complication after hip fracture duplicates death risk and is even higher in those patients with surgical site infections, osteomyelitis and/or pulmonary embolism; presence of two or more complications increased risk of death twice. (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Indicators of Morbidity and Mortality , Hip Fractures/complications , Hip Fractures/classification , Hip Fractures/therapy
6.
Rev. saúde pública (Online) ; 50: 16, 2016. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-962187

ABSTRACT

ABSTRACT OBJECTIVE To identify individual and hospital characteristics associated with the risk of readmission in older inpatients for proximal femoral fracture in the period of 90 days after discharge. METHODS Deaths and readmissions were obtained by a linkage of databases of the Hospital Information System of the Unified Health System and the System of Information on Mortality of the city of Rio de Janeiro from 2008 to 2011. The population of 3,405 individuals aged 60 or older, with non-elective hospitalization for proximal femoral fracture was followed for 90 days after discharge. Cox multilevel model was used for discharge time until readmission, and the characteristics of the patients were used on the first level and the characteristics of the hospitals on the second level. RESULTS The risk of readmission was higher for men (hazard ratio [HR] = 1.37; 95%CI 1.08-1.73), individuals more than 79 years old (HR = 1.45; 95%CI 1.06-1.98), patients who were hospitalized for more than two weeks (HR = 1.33; 95%CI 1.06-1.67), and for those who underwent arthroplasty when compared with the ones who underwent osteosynthesis (HR = 0.57; 95%CI 0.41-0.79). Besides, patients admitted to state hospitals had lower risk for readmission when compared with inpatients in municipal (HR = 1.71; 95%CI 1.09-2.68) and federal hospitals (HR = 1.81; 95%CI 1.00-3.27). The random effect of the hospitals in the adjusted model remained statistically significant (p < 0.05). CONCLUSIONS Hospitals have complex structures that reflect in the quality of care. Thus, we propose that future studies may include these complexities and the severity of the patients in the analysis of the data, also considering the correlation between readmission and mortality to reduce biases.


RESUMO OBJETIVO Identificar as características individuais e hospitalares associadas ao risco de readmissão em idosos internados por fratura proximal do fêmur no período de 90 dias após a alta. MÉTODOS Para a obtenção dos registros de óbitos e das readmissões foi realizado linkage dos bancos de dados do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde e do Sistema de Informações sobre Mortalidade do município do Rio de Janeiro dos anos de 2008 a 2011. A população de 3.405 indivíduos com 60 anos ou mais, com internação não eletiva por fratura proximal do fêmur, foi acompanhada por 90 dias após a alta. Foi utilizado o modelo de Cox multinível para o tempo da alta até a readmissão, sendo as características dos pacientes consideradas no primeiro nível e as características dos hospitais no segundo nível. RESULTADOS O risco de readmissão foi maior para os homens (hazard ratio [HR] = 1,37; IC95% 1,08-1,73), indivíduos com mais de 79 anos (HR = 1,45; IC95% 1,06-1,98), pacientes que permaneceram internados por mais que duas semanas (HR = 1,33; IC95% 1,06-1,67) e para os que foram submetidos à artroplastia durante a internação quando comparados aos submetidos à osteossíntese (HR = 0,57; IC95% 0,41-0,79). Além disso, pacientes internados em hospitais estaduais tiveram menor risco para readmissão quando comparados aos internados nos hospitais municipais (HR = 1,71; IC95% 1,09-2,68) e federais (HR = 1,81; IC95% 1,00-3,27). O efeito aleatório dos hospitais no modelo ajustado manteve-se estatisticamente significativo (p < 0,05). CONCLUSÕES Os hospitais apresentam estruturas complexas que refletem na qualidade da assistência. Assim, propõe-se que futuros estudos possam incluir essas complexidades e a gravidade dos pacientes nas análises dos dados, considerando também a correlação existente entre a readmissão e a mortalidade para reduzir vieses.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Aged , Patient Readmission/statistics & numerical data , Hip Fractures/surgery , Postoperative Complications/epidemiology , Quality of Health Care , Time Factors , Brazil/epidemiology , Sex Factors , Risk Factors , Arthroplasty, Replacement, Hip , Fracture Fixation, Internal , Hip Fractures/classification , Hospitalization , Middle Aged , National Health Programs
7.
Yonsei Medical Journal ; : 1209-1213, 2016.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-79772

ABSTRACT

PURPOSE: The aim of this study was to investigate the efficacy of low-molecular-weight heparin (LMWH) for the prevention of venous thromboembolism in Korean patients who underwent hip fracture surgery (HFS). MATERIALS AND METHODS: Prospectively, a total 181 cases were classified into the LMWH user group (116 cases) and LMWH non-user group (65 cases). Each group was sub-classified according to fracture types as follows: 81 cases of intertrochanteric fracture (group A: 49, group B: 32) and 100 cases of neck fracture (group C: 67, group D: 33). We compared the incidence of deep vein thrombosis (DVT) and pulmonary embolism (PE) according to LMWH use. RESULTS: Of the 181 cases, four DVTs were found in the LMWH user groups (1 in group A, and 3 in group C). One case of PE was found in LMWH non-user group D. The incidences of DVT and PE showed no statistically significant differences between the LMWH user and non-user groups (p=0.298 and 0.359, respectively). In subgroup analysis, no statistically significant differences were found between groups A and B and between groups C and D. CONCLUSION: The administration of LMWH was not effective in the prevention of venous thromboembolism and PE in the Korean patients who underwent HFS.


Subject(s)
Aged , Anticoagulants/therapeutic use , Female , Heparin, Low-Molecular-Weight/therapeutic use , Hip Fractures/classification , Humans , Male , Middle Aged , Postoperative Complications/prevention & control , Pulmonary Embolism/etiology , Republic of Korea , Venous Thromboembolism/prevention & control , Venous Thrombosis/etiology
8.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-88123

ABSTRACT

BACKGROUND: Intertrochanteric fractures of the femur are the most common type of fracture, and are an increasing occurrence due to the aging of the population. The objectives of our study are to predict the fate of intertrochanteric fractures treated with intramedullary hip nails by assessing the postoperative fracture stability utilizing the newly developed scoring system, and to help rehabilitate these patients. METHODS: Eighty-two patients with intertrochanteric fractures that were treated with intramedullary hip nails between December, 2004 and January, 2011 were subjected to this study. The patients who could be followed for a minimum of one year postoperatively were enrolled. The immediate postoperative conditions were determined by radiograms: reduction status (3 parameters/4 points: contact accuracy of posteromedial cortex, severity of angulation, and distraction), fixation status (3 parameters/3 points: tip-apex distance, location of tip of the lag screw, entry point of the intramedullary nail), and fracture type (1 parameter/1 point: stable or unstable type by the Kyle's classification). Postoperative reduction loss and fixation failure were checked by radiograms taken at a minimum 3 months postoperative. RESULTS: Reduction loss and fixation failure were observed in 14 consecutive patients (17%). The fixation failure rate was 100% (2 patients) in score 1, 60% (3 out of the 5 patients) in score 2, 39% (3 out of the 8 patients) in score 3, and 50% (4 out of the 8 patients) in score 4 groups. There were fixation failures only in 1 out of 13 patients with score 5, and in 1 out of 18 patients with score 6. There was no fixation failure in 17 patients with score 7 and 11 patients with score 8. CONCLUSIONS: Maintenance of the fracture reduction by the stable fixation in the patient scores over 5 could be predicted by the postoperative radiograms.


Subject(s)
Adult , Aged , Aged, 80 and over , Bone Nails , Early Ambulation , Female , Femur/surgery , Fracture Fixation, Intramedullary , Health Status Indicators , Hip Fractures/classification , Humans , Male , Middle Aged , Range of Motion, Articular , Recovery of Function , Retrospective Studies , Treatment Outcome
10.
Rev. chil. ortop. traumatol ; 52(2): 71-76, 2011. ilus, tab
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-609924

ABSTRACT

Objective: To describe the clinical results and complications of patients with femoral head fractures using the Pipkin classification. Materials and Methods: Retrospective and descriptive study. We analyzed the cases of femoral head fractures treated between 1992 and 2008. Medical history of hip surgery, associated injuries, Pipkin classification, type of treatment and complications were recorded from patients medical history. Results: We report 18 cases of femoral head fractures with clinical follow-up averaged 10.3 years (range from 2.3 to 18.7 years). 14 (78 percent) males with a mean age of 44.8 years without previous history of hip disease. In 17 (95 percent) patients the mechanism of injury was a traffic accident. Associated with posterior dislocation in 17 (94 percent) and anterior dislocation in 1 (6 percent) patient. 13 cases required closed reduction, 4 open reduction and in one case primary total hip arthroplasty was performed because of associated cervical hip fracture. There were 5 (28 percent) fractures Pipkin I, 4 (22 percent) Pipkin II, 1 (6 percent) Pipkin III and 8 (44 percent) Pipkin IV. Within the overall complication rates in our series, we had no cases of heterotopic ossification, there were 3 cases of postraumatic arthritis (16.5 percent) and 5 cases of femoral head avascular necrosis (27.5 percent). Seven patients (37.5 percent) required total hip arthroplasty during their evolution. Patients Pipkin III and IV were those with the highest complication rates, requiring total hip arthroplasty in 66 percent of cases. Conclusion: The fractures of the femoral head are associated with high energy mechanisms, generally with hip dislocation and present complications with significant impact for the patient’ship, becoming a catastrophic injury when they correspond to Types III and IV of Pipkin Classification.


Objetivo: Describir los resultados clínicos y complicaciones en pacientes con fracturas de cabeza femoral utilizando la clasificación de Pipkin. Materiales y Métodos: Estudio retrospectivo y descriptivo. Se analizaron los casos de fracturas de cabeza femoral tratadas entre los años 1992 y 2008. Se registraron los antecedentes médicos del paciente y quirúrgicos de la cadera, lesiones asociadas, clasificación de Pipkin, tipo de tratamiento y la aparición de complicaciones. Resultados: Presentamos 18 casos de fracturas de cabeza femoral con un seguimiento clínico promedio de 10,3 años (rango de 2,3-18,7 años). Nuestra serie presentó 14 (78 por ciento) hombres, una edad promedio de 44,8 años, sin casos de patología previa de cadera. En 17 (95 por ciento) pacientes el mecanismo de lesión fue un accidente de tránsito. Se asociaron a luxación posterior en 17 (94 por ciento) y luxación anterior en 1 (6 por ciento) paciente. En 13 casos se realizó una reducción cerrada, en 4 reducción abierta y en 1 se realizó artroplastía total de cadera primaria por fractura cervical asociada. Se presentaron 5 (28 por ciento) fracturas Pipkin I, 4 (22 por ciento) Pipkin II, 1 (6 por ciento) Pipkin III y 8 (44 por ciento) Pipkin IV. Dentro de las complicaciones globales de nuestra serie, no hubo casos de calcificaciones heterotópicas, hubo 3 casos de artrosis postraumática (16,5 por ciento) y 5 casos de necrosis avascular de cabeza femoral (27,5 por ciento). Siete pacientes (37,5 por ciento) requirieron de artroplastía total de cadera durante su evolución. Los pacientes Pipkin tipo III y IV fueron los que presentaron las mayores tasas de complicación, requiriendo de artroplastía total de cadera en 66 por ciento de los casos. Conclusión: Las fracturas de cabeza femoral son lesiones provocadas por mecanismos de alta energía, asociadas a luxación de la cadera y provocan complicaciones con repercusión importante para la cadera del paciente, constituyendo una lesión catastrófica cuan...


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Femur Head/injuries , Hip Fractures/surgery , Hip Fractures/classification , Hip Fractures/complications , Postoperative Complications/epidemiology , Follow-Up Studies , Hip Fractures/epidemiology , Retrospective Studies , Severity of Illness Index
11.
Acta méd. (Porto Alegre) ; 31: 103-112, 2010.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-595364

ABSTRACT

Os autores fazem revisão bibliográfica sobre fraturas do quadril, com foco nas fraturas mais prevalentes na população idosa, com o objetivo de difundir o conhecimento para o médico generalista das principais manifestações clínicas, etiopatogenia, diagnóstico e respectivos tratamentos destas patologias tão freqüentes na prática médica.


Subject(s)
Hip Fractures/classification , Hip Fractures/diagnosis
12.
Rev. chil. ortop. traumatol ; 50(4): 201-205, 2009. ilus, tab
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-574203

ABSTRACT

Objectives: Determine periprosthetic fracture risk factors in our population, during Total Hip Arthroplasty. Material and Methods: A case-control study, comparing 52 cases of periprosthetic fracture against 100 control cases. Statistic analysis was made using Stata 11. Results: Comparing both groups, we observed a significative difference on age (p = 0.032), female gender (p = 0.05, OR 2.05), preoperative diagnosis of hip dysplasia (p = 0.043, OR 2.44), previous surgery (p = 0.005, OR 2.75), non cemented prosthesis (p = 0.001, OR 3.98), indicating that these are risk factors for periprosthetic fracture. A Poisson regression was made to evaluate surgeon experience influence on periprosthetic fractures. There was an inverse relationship between surgeon experience and fracture incidence (p < 0.01 ).We made a step-wise process to eliminate confusing factors; persisting risk factors are dysplasia, previous surgery and low surgeon experience which increase four times intraoperative risk of periprosthetic fracture. Conclusion: In our study, low surgeon experience, previous hip surgery and preoperative diagnosis of dysplasia increase four times periprosthetic fracture risk during a hip arthroplasty.


Objetivos: Determinar los factores de riesgo de presentar una fractura periprotésica durante una artroplastía total de cadera. Materiales y Métodos: Estudio del tipo caso y control. Se compararon 52 casos de pacientes con fracturas periprotésicas con 100 pacientes de grupo control. Se realizó un análisis estadístico mediante el programa Stata 11. Resultados: Al comparar ambos grupos, se observó que existían diferencias estadísticamente significativas (DES) en la edad (p = 0,032), el género femenino (p = 0,05, Odds ratio de 2,05), el diagnóstico preoperatorio de displasia de cadera (p = 0,043, Odds Ratio de 2,44), el antecedente de una cirugía anterior (p = 0,005, Odds Ratio de 2,75), el no cementar (p = 0,001, Odds ratio de 3,98), observándose que todas estas variables constituyen factores de riesgo para la aparición de fracturas periprotésicas. Al analizar la relación entre las tasas de fracturas con la experiencia del cirujano mediante una regresión de Poisson, se observó que existía una relación inversa entre la experiencia del cirujano y la incidencia de fracturas (p <0,01). Al introducir en un proceso step-wise las variables significativas para eliminar los factores confundentes asociados, se observa que los factores de riesgo que subsisten son la displasia, la cirugía previa y la menor experiencia del cirujano, las cuales aumentan el riesgo de presentar una fractura periprotésica intraoperatoria en 4 veces. Conclusión: En nuestra población de pacientes, la menor experiencia del cirujano, el antecedente de cirugía de cadera y el diagnóstico preoperatorio de displasia de cadera aumentan más de 4 veces el riesgo de presentar una fractura periprotésica durante un procedimiento de artroplastía de cadera.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Arthroplasty, Replacement, Hip/adverse effects , Arthroplasty, Replacement, Hip/methods , Hip Fractures/epidemiology , Case-Control Studies , Intraoperative Complications/epidemiology , Hip Fractures/classification , Hip Fractures/etiology , Hip Prosthesis/adverse effects , Risk Factors
13.
Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol ; 73(1): 39-46, mar. 2008. ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-496192

ABSTRACT

Introducción: La fractura lateral de cadera es una patología frecuente. Varios autores han sugerido la cirugía mínimamente invasiva con placa-tubo y tornillo deslizante para reducir la morbilidad y mejorar los resultados posquirúrgicos. El propósito de este trabajo es analizar las ventajas y las desventajas de esta técnica. Materiales y métodos: Cuarenta y un pacientes adultos fueron evaluados de manera prospectiva a través de un diseño de casos y controles, en el que se comparó el abordaje quirúrgico tradicional con el mínimamente invasivo. El seguimiento mínimo de los pacientes fue de 6 meses. Se registró lo sucedido en la cirugía y en el posoperatorio inmediato y alejado. Resultados: El grupo tratado con abordaje mínimamente invasivo presentó menor sangrado, menor tiempo quirúrgico, menor estadía hospitalaria y mayor bienestar inmediato. No se observaron diferencias en los tiempos de consolidación,como tampoco en el comportamiento dinámico de la articulación al mes y a los seis meses. Conclusiones: Consideramos que esta técnica es una alternativaválida para el tratamiento de las fracturas lateralesde cadera, dada la significativa reducción en la morbilidad durante el posoperatorio. En el caso de requerirse reducción abierta, se puede convertir en un abordaje tradicional.


Subject(s)
Humans , Adult , Bone Plates , Bone Screws , Fracture Fixation, Internal/methods , Hip Fractures/surgery , Follow-Up Studies , Hip Fractures/classification , Hip Fractures/epidemiology , Minimally Invasive Surgical Procedures , Postoperative Complications , Time Factors , Treatment Outcome
14.
Cuad. cir ; 22(1): 73-81, 2008. ilus, tab
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-518989

ABSTRACT

Los pacientes que sufren una fractura de cadera, comúnmente se presentan al servicio do urgencias luego de haber sufrido una caída. En la mayoría de los casos son incapaces de caminar y al examinarlos se hace evidente el acortamiento y rotación externa de la extremidad afectada. Con frecuencia tienen dolor en la cadera afectada. En algunos casos, sin embargo, los pacientes con fractura de cadera pueden quejarse solamente de un dolor vago a nivel glúteo, rodillas, muslos e ingle. En ellos puede que no se vea afectada la capacidad para caminar y el estudio radiográfico inicial puede resultar inespecífico; estudios adicionales tales coma TC, RM o Cintigrafia pueden ser necesarios para confirmar la presencia de una fractura de cadera. Cuando la fractura de cadera se detecta precozmente, el tratamiento apropiado puede minimizar la morbilidad y mortalidad; además ayuda a prevenir un rápido deterioro de la calidad de vida, que a menudo se asocia con este tipo de daño.


Subject(s)
Humans , Hip Fractures/surgery , Hip Fractures/diagnosis , Diagnosis, Differential , Hip Fractures/classification , Hip Fractures/complications , Hip Fractures/epidemiology , Postoperative Care , Risk Factors
15.
Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol ; 72(4): 351-358, dic. 2007. ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-482597

ABSTRACT

Introducción: Estas lesiones pueden ocurrir durante el intraoperatorio o el posoperatorio y son más frecuentes en las cirugías de revisión. Con el uso de los implantes de fijación biológica aumentó notablemente. Respecto de las fracturas posoperatorias (objetivo de este trabajo), en las primarias es de alrededor del 1 por ciento y en las revisiones asciende al 4 por ciento. Utilizamos la Clasificación de Vancouver, que hace hincapié en el tipo de fractura, la fijación del implante y el capital óseo, y tiene una buena correlación con la terapéutica. Materiales y métodos: Se presenta nuestra experiencia en fracturas periprotésicas posoperatorias del grupo B1 tratadas con placa-cable. La serie incluyó a 20 pacientes, 13 de los cuales eran mujeres. Dieciséis fueron cirugías primarias (1 parcial, 7 no cementadas y 8 cementadas) y 4 revisiones (3 cementadas y 1 con técnica de Link). En un caso se colocaron cables solos y otro paciente del grupo B3 fue tratado con aloinjerto cortical asociado con placa-cable. Resultados: Se comprobó consolidación en todos los casos en que se recurrió sólo a la placa-cable, con un promedio de 5 meses y 15 días. En el caso en que sólo se utilizaron cables (paciente osteopénica) se produjo a los dos meses y medio una refractura que obligó a la utilización de placa-cable, con lo cual consolidó. En el paciente que se asoció aloinjerto estructural con cable-placa (fractura B3) se comprobó consolidaciónde la fractura a los 6 meses, pero sufrió una refractura distal al injerto, a nivel del cable distal, que consolidó con tratamiento incruento. Conclusiones: Creemos que la utilización de placa-cable es una alternativa quirúrgica válida para las fracturas periprotésicas, en especial para las de tipo B1. La existencia de osteopenia diafisaria presenta el riesgo de fractura por compresión o estrés a nivel de los cables. En estos casos se debe asociar aloinjerto estructural. No recomendamos la utilización de cables solos en la estabilización de...


Subject(s)
Adult , Middle Aged , Aged, 80 and over , Arthroplasty, Replacement, Hip , Hip Fractures/surgery , Postoperative Complications , Bone Plates , Hip Fractures/classification , Hip Fractures , Prosthesis Failure , Reoperation
16.
Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol ; 71(3): 232-236, sept. 2006. ilus, tab
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-450374

ABSTRACT

Introduccion: Las fallas en el tratamiento de estas fracturas son poco frecuentes (3-12 por ciento), pero estan asociadas con una alta morbilidad. La eleccion del tratamiento de estas complicaciones depende de la edad y el estado clinico del paciente, del patron de fractura, de la calidad osea y del estado de la articulacion de la cadera. Materiales y metodos: Se evaluaron retrospectivamente 15 pacientes tratados entre agosto de 1999 y enero de 2004 por fallas en la fijacion de fracturas laterales de cadera, con un seguimiento promedio de 31,7 meses (rango 14 a 53 meses). El grupo estaba formado por 9 mujeres y 6 varones, con un promedio de edad en el momento de la fractura de 69 años (rango 22 a 81 años). El tratamiento inicial fue reduccion abierta y fijacion interna en todos los pacientes. Las indicaciones para el salvataje fueron: seudoartrosis en siete casos (con rotura del implante en dos), protrusion del material de osteosíntesis en seis casos y necrosis avascular de la cabeza femoral en dos casos. El tratamiento secundario consistio en reemplazo total de cadera en nueve pacientes y nueva osteosintesis en seis pacientes. Resultados: El puntaje de Harris promedio fue de 73,66 puntos (rango 53 a 97 puntos). Se observo mayor puntaje en los pacientes en quienes se realizo el salvataje con nueva osteosintesis (promedio 81 puntos) que en los pacientes en quienes se realizo reemplazo total de cadera (promedio 69 puntos). Conclusiones: La osteosintesis es eficaz en los pacientes jovenes con buen estado de la articulacion. La artroplastia es tecnicamente más dificultosa y la elegimos solo en los pacientes con mala calidad osea y daño del cartilago articular


Subject(s)
Adult , Middle Aged , Arthroplasty, Replacement, Hip , Fracture Fixation, Internal/adverse effects , Fracture Fixation, Internal/methods , Hip Fractures/surgery , Hip Fractures/classification , Hip Fractures , Femur Head Necrosis , Pseudarthrosis
17.
Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol ; 70(1): 16-21, mar. 2005. ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-412937

ABSTRACT

Introduccion: La fractura lateral de cadera es muy frecuente en nuestro medio. En este trabajo comparamos la via de abordaje para osteosintesis percutanea miniinvasiva (MIPO) con la tecnica convencional. El objetivo del estudio fue demostrar que utilizando la tecnica MIPO se obtienen mayores beneficios. Materiales y metodos: Se realizo un estudio en 75 pacientes con fractura lateral de cadera, los cuales fueron operados por dos metodos distintos: MIPO o tecnica convencional. Se evaluaron diferentes parametros clinicos y epidemiologicos de modo retrospectivo y descriptivo. Resultados: Se observo como resultado que con la tecnica MIPO hubo menor indice de mortalidad, menor tiempo quirurgico, menor estadía hospitalaria, menor porcentaje de infecciones y sangrado, y mayor indice de consolidacion osea. Conclusiones: Se puede concluir que la tecnica MIPO es un procedimiento quirurgico simple con minima desperiostizacion de los fragmentos oseos, que presenta menos complicaciones con una rehabilitación funcional inmediata


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Minimally Invasive Surgical Procedures , Fracture Fixation, Internal , Hip Fractures/surgery , Hip Fractures/classification , Bone Nails , Bone Plates
18.
Pan Arab Journal of Orthopaedic and Trauma [The]. 2002; 6 (2): 159-164
in English | IMEMR | ID: emr-60585

ABSTRACT

Seventeen patients with subtrochanteric fractures of the femur [Type III, and IV of Seinsheimer s classification] were treated with a contoured plate. The average follow-up period was 3 years. All of the patients received external support. An indirect reduction technique was used to gain optimal alignment and stability without aiming at anatomical reduction. All but one of the fracture united between 4 and 6 months. Complications were: delayed union [one case]; which was treated by bone graft; infection [one case] and mild coxa vara [one case]. Our conclusion is that the contoured plate provided good fixation in subtrochanteric fracture of the femur and could be a successful alternative for these fractures


Subject(s)
Humans , Male , Female , Fracture Fixation , Bone Plates , Postoperative Complications , Hip Fractures/classification , Follow-Up Studies
19.
Rev. Hosp. Clin. Univ. Chile ; 9(4): 273-9, dic. 1998.
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-274476

ABSTRACT

Las facturas de cadera constituyen una entidad clínica de gran relevancia cuya incidencia mundial se estimó en 1,6 millones para el año 1990. Es sabido que su mayor prevalencia se asocia con los grupos etarios de mayor edad, constituyendo una patología de gran impacto para la salud de la población tanto por su manejo y costos económicos, como por la elevada tasa de morbilidad asociada y el riesgo de mortalidad inherente (14 a 36 por ciento según distintas series). El crecimiento de la población, avalado en estudios demográficos, revela un envejecimiento poblacional ineludible por lo que es de esperar que a futuro esta patología sea cada vez más frecuente, estimándose para el año 2050 un incidencia global de 6,26 millones de casos. Es por ello que el médico clínico debe estar familiarizado con esta patología y así poder responder a las exigencias del mañana. En esta revisión se analizan los aspectos más importantes en el manejo clínico de esta entidad, a saber, consideraciones anatómicas, factores de riesgo, clasificación y tratamiento poniendo especial énfasis en los factores predictores sobre los cuales se podrá actuar en forma preventiva


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Hip Fractures/diagnosis , Hip/anatomy & histology , Age Factors , Hip Fractures/classification , Hip Fractures/etiology , Hip Fractures/surgery , Hip Prosthesis/adverse effects , Hip Prosthesis , Risk Factors
20.
Rev. mex. ortop. traumatol ; 12(4): 305-8, jul.-ago. 1998.
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-248314

ABSTRACT

El presente estudio trata de demostrar la importancia de la tomografía axial computada como el elemento diagnóstico más preciso en los pacientes con fracturas de acetábulo, debido a que los estudios radiográficos convencionales no logran demostrar con precisión la existencia de fragmentos intraarticulares ni la disposición de los mismos y su tamaño, por lo cual se estudiaron los pacientes con diagnóstico de fracturas del acetábulo del tipo II y en adelante (Thompson y Epstein) por un periodo de dos años, 1996 y 1997. En esta serie de 28 casos identificamos que los estudios simples sólo logran identificar de grosso modo la lesión de los elementos anatómicos que conforman el acetábulo. La tomografía por otra parte permitió identificar en el total de nuestros pacientes, la localización exacta de las lesiones y la o las regiones anatómicas afectadas. De esa forma logramos identificar la pérdida de congruencia articular o su estabilidad y la presencia de fragmentos articulares con gran precisión. Además de su disposición dentro o fuera de la articulación resalta la importancia de poder precisar el tamaño de los mismos, lo que permite una evaluación del tipo de lesiones del tratamiento más preciso para cada caso del diagnóstico más temprano y por consecuencia el tratamiento precoz. Ello determina en conjunto una forma por demás importante de la evolución y pronóstico de los pacientes con este tipo de lesiones


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Acetabulum/injuries , Diagnosis , Hip Fractures/classification , Hip Fractures/diagnosis , Hip Fractures/therapy , Medical Records , Tomography , Tomography/statistics & numerical data , Cross-Sectional Studies , Epidemiology, Descriptive , Prospective Studies , Retrospective Studies
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