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1.
Rev. Ciênc. Plur ; 8(1): e25630, 2022. tab
Article in Portuguese | LILACS, BBO | ID: biblio-1349028

ABSTRACT

Introdução:Em 2020 a Organização Mundial da Saúde declarou a pandemia do novo coronavírus. Diante desse cenário vários estudos começaram a ser realizados em busca de uma terapia eficaz para o manejo clínico dos pacientes. A Cloroquina e a Hidroxicloroquina foram os primeiros medicamentos testados. A divulgação dos resultados iniciais fez aumentar a procura desses medicamentos em farmácias e drogarias. Objetivo:Avaliar o acesso da população a medicamentos na pandemia e o uso das "promessas terapêuticas":Cloroquina, Hidroxicloroquina e Ivermectina para prevenção e tratamento da COVID-19. Metodologia:Trata-se de um estudo descritivo exploratório de abordagem quantitativa, não probabilístico e por conveniência. A coleta de dados foi realizada online,via Google Formulários. Participaram 1.754 pessoas, resultando em 1.748 questionários válidos. A amostra foi distribuída em 3 grupos, de acordo com a pergunta de nº 11 do formulário de pesquisa: "Você já teve COVID-19?". Resultados:Dos 1.748 respondentes, 200 (11,4%) pertenciam ao grupo que "teve COVID-19", 1.041 (59,6%) ao grupo que não teve a doença, e 507 (29%) responderam não saber se foram infectados. No que diz respeito ao acesso a medicamentos na pandemia, 55,2% do total da amostra relatou não ter sido afetado, e 29% disseram ter tido o acesso afetado de alguma forma. Em relação ao uso das "promessas terapêuticas", 61% dos respondentes disse não ter feito uso com finalidade de prevenção, e sim para tratamento, já 52,6% da população do estudo disse que não fez uso de jeito nenhum, e 46,2% relatou que fez uso dos medicamentos mencionados para tratar a COVID-19. Conclusões:Constatou-se que a explosão na busca por medicamentos durante a pandemia não afetou o acesso da população. Além disso, a Cloroquina e a Hidroxicloroquina, não foram amplamente utilizadas para prevenção da doença (AU).


Introduction:In 2020the World Health Organization declared the new coronavirus pandemic. In view of this scenario, several studies began to be carried out in search of an effective therapy for the clinical management of patients. The release of initial results has increased demand for Chloroquine and Hydroxychloroquine in pharmacies and drugstores. Objective: To assess the population's access to medicines in the pandemic and the use of "therapeutic promises": Chloroquine, Hydroxychloroquine and Ivermectin for the prevention and treatment of COVID-19. Methodology:Exploratory descriptive study with a quantitative approach, non-probabilistic and for convenience. Data collection was performed online, via Google Forms. 1,754 people participated, resulting in 1,748 valid questionnaires. The sample was divided into 3 groups, according to question #11 of the survey form: "Have you ever had COVID-19?". Results:Of the 1,748 respondents, 200 (11.4%) belonged to the group that "had COVID-19", 1,041 (59.6%) to the group that did not have the disease, and 507 (29%) answered not knowing if they were infected. With regard to access to medicines in the pandemic, 55.2% of the total sample reported not being affected, and 29% said their access was affected in some way. Regarding the use of "therapeutic promises", 61% of respondents said they did not use it for prevention purposes, but for treatment, while 52.6% of the study population said they did not use it at all, and 46, 2% used the medications mentioned to treat COVID-19. Conclusions:It wasfound that the explosion in the search for medicines during the pandemic did not affect the population's access. Furthermore, Chloroquine and Hydroxychloroquine have not been widely used for disease prevention (AU).


Introducción:En 2020, la Organización Mundial de la Salud declaró la nueva pandemia de coronavirus. Ante este escenario, se comenzaron a realizar varios estudios en busca de una terapia eficaz para el manejo clínico de lospacientes. La publicación de los resultados iniciales ha aumentado la demanda de cloroquina e hidroxicloroquina en farmacias y droguerías. Objetivo:Evaluar el acceso de la población a medicamentos en la pandemia y el uso de "promesas terapéuticas": cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina para la prevención y tratamiento de COVID-19. Metodología:Se trata de un estudio descriptivo exploratorio con enfoque cuantitativo, no probabilístico y por conveniencia. La recopilación de datos se realizó en línea, a través de Google Forms. Participaron 1.754 personas, resultando 1.748 cuestionarios válidos. La muestra se dividió en 3 grupos, de acuerdo con la pregunta # 11 del formulario de la encuesta: "¿Alguna vez ha tenido COVID-19?". Resultados: De los 1.748 encuestados, 200 (11,4%) pertenecían al grupo que "tenía COVID-19", 1.041 (59,6%) al grupo que no tenía la enfermedad y 507 (29%) respondieron sin saber si estaban infectados. Con respecto al acceso a medicamentos en la pandemia, el 55,2% del total de la muestra informó no estar afectado y el 29% dijo que su acceso se vio afectado de alguna manera. Con respecto al uso de "promesas terapéuticas", el 61% de los encuestados dijo que no lo usaba con fines de prevención, sino de tratamiento, mientras que el 52,6% de la población del estudio dijo que no lo usaba en absoluto, y el 46,2% informó que utilizaron los medicamentos mencionados para tratar COVID-19. Conclusiones: Se encontró que la explosión en la búsqueda de medicamentos durante la pandemia no afectó el acceso de la población. Además, la cloroquina y la hidroxicloroquina no se han utilizado ampliamente para la prevención de enfermedades (AU).


Subject(s)
Humans , Self Medication/statistics & numerical data , Ivermectin/therapeutic use , Chloroquine/therapeutic use , COVID-19/drug therapy , Health Services Accessibility/statistics & numerical data , Brazil , Chi-Square Distribution , Surveys and Questionnaires , Hydroxychloroquine/therapeutic use
2.
Arq. bras. cardiol ; 118(2): 378-387, 2022. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1364322

ABSTRACT

Resumo Fundamento Apesar da necessidade de opções terapêuticas específicas para a doença do coronavírus 2019 (covid-19), ainda não há evidências da eficácia de tratamentos específicos no contexto ambulatorial. Há poucos estudos randomizados que avaliam a hidroxicloroquina (HCQ) em pacientes não hospitalizados. Esses estudos não indicaram benefício com o uso da HCQ; no entanto, avaliaram desfechos primários diferentes e apresentaram vieses importantes na avaliação dos desfechos. Objetivo Investigar se a HCQ possui o potencial de prevenir hospitalizações por covid-19 quando comparada ao placebo correspondente. Métodos O estudo COVID-19 Outpatient Prevention Evaluation (COPE) é um ensaio clínico randomizado, pragmático, duplo-cego, multicêntrico e controlado por placebo que avalia o uso da HCQ (800 mg no dia 1 e 400 mg do dia 2 ao dia 7) ou placebo correspondente na prevenção de hospitalizações por covid-19 em casos precoces confirmados ou suspeitos de pacientes não hospitalizados. Os critérios de inclusão são adultos (≥ 18 anos) que procuraram atendimento médico com sintomas leves de covid-19, com randomização ≤ 7 dias após o início dos sintomas, sem indicação de hospitalização na triagem do estudo e com pelo menos um fator de risco para complicações (> 65 anos, hipertensão, diabetes melito, asma, doença pulmonar obstrutiva crônica ou outras doenças pulmonares crônicas, tabagismo, imunossupressão ou obesidade). Todos os testes de hipótese serão bilaterais. Um valor de p < 0,05 será considerado estatisticamente significativo em todas as análises. Clinicaltrials.gov: NCT04466540. Resultados Os desfechos clínicos serão avaliados centralmente por um comitê de eventos clínicos independente cegado para a alocação dos grupos de tratamento. O desfecho primário de eficácia será avaliado de acordo com o princípio da intenção de tratar. Conclusão Este estudo apresenta o potencial de responder de forma confiável a questão científica do uso da HCQ em pacientes ambulatoriais com covid-19. Do nosso conhecimento, este é o maior estudo avaliando o uso de HCQ em indivíduos com covid-19 não hospitalizados.


Abstract Background Despite the need for targeting specific therapeutic options for coronavirus disease 2019 (COVID-19), there has been no evidence of effectiveness of any specific treatment for the outpatient clinical setting. There are few randomized studies evaluating hydroxychloroquine (HCQ) in non-hospitalized patients. These studies indicate no benefit from the use of HCQ, but they assessed different primary outcomes and presented important biases for outcome evaluation. Objective To evaluate if HCQ may prevent hospitalization due to COVID-19 compared to a matching placebo. Methods The COVID-19 Outpatient Prevention Evaluation (COPE) study is a pragmatic, randomized, double-blind, placebo-controlled clinical trial evaluating the use of HCQ (800 mg on day 1 and 400 mg from day 2 to day 7) or matching placebo for the prevention of hospitalization due to COVID-19 in early non-hospitalized confirmed or suspected cases. Inclusion criteria are adults (≥ 18 years) seeking medical care with mild symptoms of COVID-19, with randomization ≤ 7 days after symptom onset, without indication of hospitalization at study screening, and with at least one risk factor for complication (> 65 years; hypertension; diabetes mellitus; asthma; chronic obstructive pulmonary disease or other chronic lung diseases; smoking; immunosuppression; or obesity). All hypothesis tests will be two-sided. A p-value < 0.05 will be considered statistically significant in all analyses. Clinicaltrials.gov: NCT04466540. Results Clinical outcomes will be centrally adjudicated by an independent clinical event committee blinded to the assigned treatment groups. The primary efficacy endpoint will be assessed following the intention-to-treat principle. Conclusion This study has the potential to reliably answer the scientific question of HCQ use in outpatients with COVID-19. To our knowledge, this is the largest trial evaluating HCQ in non-hospitalized individuals with COVID-19.


Subject(s)
Humans , Adult , COVID-19/drug therapy , Hydroxychloroquine/adverse effects , Hydroxychloroquine/therapeutic use , Outpatients , Treatment Outcome , SARS-CoV-2
3.
Rev. cuba. med ; 60(1): e1627,
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1156550

ABSTRACT

La epidemia de la enfermedad por coronavirus del año 2019 (COVID-19) comenzó en Wuhan, en la provincia de Hubei, China, y en poco tiempo se extendió a otros continentes.1 El primer médico en alertar sobre esta nueva enfermedad en China fue Li Wenliang, especialista en oftalmología que enfermó y falleció a causa de la enfermedad.2 La transmisión de mayor rapidez se reporta por vía respiratoria, aunque existen estudios que describen la existencia de transmisibilidad del síndrome respiratorio agudo grave 2 (SARS-CoV-2 por sus siglas en inglés) mediante la lágrima y la conjuntiva de los pacientes infectados por COVID-19.3 La primera evidencia sobre esta vía de contagio se relata desde el 22 de enero, cuando Guangfa Wang, miembro del panel nacional de expertos en neumonía, informó que fue infectado por el SARS-CoV-2 durante la inspección en Wuhan. Llevaba una máscara N95 pero no usaba equipamiento para proteger sus ojos. Varios días antes del inicio de la neumonía, Wang se quejó de enrojecimiento ocular.4 Varios autores plantean que particularmente el conducto lagrimal funciona como un canal para recoger y transportar el fluido lagrimal desde la superficie ocular hasta el meato nasal inferior. Esto es conveniente para el drenaje del virus desde los tejidos del tracto ocular hasta el tracto respiratorio. Otra teoría propuesta para la afección oftalmológica es la diseminación del virus por vía hematógena a la glándula lagrimal.4,5 Algunos protocolos presentaron casos de aislamiento de cultivos en uno de cada tres pacientes, procedentes de muestras lagrimales, sin precisarse el mecanismo exacto al momento de cómo es que su diseminación culmina a ese nivel. Algunas de las propiedades de afinidad del el SARS-CoV-2 se debe a la alta adherencia de las células diana de la enzima convertidora de angiotensinógeno II (ACE2). De este modo, participan a nivel sistémico en los diferentes ejes, como el sistema renina-angiotensina-aldosterona, para así ejercer su virulencia.3 Sobre su cuadro clínico se describe como característica la presencia de conjuntivitis viral inespecífica. Además se reportan alteraciones atípicas como anosmia, hiposmia y disgeusia. Estas últimas corresponden al cuadro del protocolo inicial del interrogatorio por parte de la Sociedad de Oftalmología de México, España e Italia.3 Lu Chen, Meizhou Liu y otros6 del Hospital Chinchen, en China, reportaron en marzo de 2020 manera específica las manifestaciones oculares en relación con el SARS-CoV-2. Se trata de un paciente positivo mediante la prueba de reacción en cadena de la polimerasa con transcriptasa inversa (RT-PCR), con conjuntivitis folicular viral bilateral, con 19 días de evolución, donde se destaca la aparición de manifestaciones oculares como: ojo rojo, sensación de cuerpo extraño, epífora y visión borrosa, todo esto de manera bilateral. A la exploración por biomicroscopia se pueden definir hallazgos como: inyección conjuntival moderada; secreciones acuosas; nodulaciones foliculares conjuntivales en párpado inferior sin presentarse hemorragia; y manifestaciones en córnea, segmento anterior o posterior.3 Científicos brasileños han descrito en The Lancet algunas alteraciones en la retina de pacientes de COVID-19 utilizando la Tomografía de Coherencia Óptica (OCT), y han encontrado microhemorragias y lesiones a nivel de la capa de células ganglionares y de la plexiforme interna.1,2 La presencia de COVID-19 ha determinado la posible progresión de enfermedades tales como: el glaucoma crónico, la retinopatía diabética, la degeneración macular asociada a la edad, enfermedades corneales e inflamatorias, entre otras.5 Se ha descrito la presencia del SARS-CoV-2 en las lágrimas de pacientes con COVID-19.3 Algunos estudios confirman que los pacientes con síntomas oculares tenían más probabilidades de tener recuentos más altos de glóbulos blancos y neutrófilos y mayores niveles de procalcitonina, proteína C reactiva y lactato deshidrogenasa que los pacientes sin síntomas oculares, lo cual evidencia mayor gravedad del cuadro.4 En el Tratamiento de la COVID-19 se han estudiado determinados fármacos que pudieran producir alteraciones oftalmológicas.1 La cloroquina y la hidroxicloroquina, con efecto antiviral, causarían toxicidad ocular con altas dosis y tratamientos prolongados la expresión de dicha toxicidad se manifiesta por la aparición de depósitos corneales, catarata subcapsular posterior, disfunción del cuerpo ciliar y retinopatía. Por otra parte se ha confirmado que el Lopinavir/ritonavir (Kaletra) tiene entre sus efectos adversos sistémicos la hepatopatía, que puede provocar un tinte ictérico conjuntival.5 Consideramos que, al tratarse de un virus con tan fácil diseminación, el contagio por vía ocular es una posibilidad real e inminente, por ello se precisan de manera intencionada las medidas de protección ocular, sobre todo para el personal de salud. Dentro de ellos el personal que brinda atención oftalmológica es especialmente vulnerable por su proximidad a las vías respiratorias y ojos de pacientes. Los sistemas de salud deberán garantizar recursos de desinfección y control necesarios para evitar la propagación de la enfermedad(AU)


Subject(s)
Chloroquine/toxicity , Coronavirus Infections/epidemiology , Tomography, Optical Coherence/methods , Eye Diseases/complications , Lopinavir/toxicity , Hydroxychloroquine/toxicity
5.
Rev. adm. pública (Online) ; 55(1): 197-214, Jan.-Feb. 2021.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1155654

ABSTRACT

Abstract Soon after the outbreak of the COVID-19 pandemic, the world saw far-right leaders uniting to promote hydroxychloroquine despite controversial results. Why have some leaders actively promoted the drug since then, contradicting recommendations made by their own government's health authorities? Our argument is twofold. First, hydroxychloroquine has been an integral tool of medical populist performance in the context of the COVID-19 pandemic. We adopt Lasco & Curato's (2018) definition of medical populism as a political style based on performances of public health crises that pit 'the people' against 'the establishment' using alternative knowledge claims to cast doubt on the credibility of doctors, scientists, and technocrats. Second, rather than being an individual endeavor, medical populism addressing the coronavirus crisis has led populists to build an alt-science network. We define it as a loose movement of alleged truth-seekers who publicly advance scientific claims at a crossroads between partial evidence, pseudo-science, and conspiracy theories. It comprises scientists, businesspeople and celebrities united by their distrust of governments and mainstream science. In this article, we look at how the hydroxychloroquine alliance was formed, as well as its political and policy implications. To this end, we compare why and how Donald Trump and Jair Bolsonaro have appealed to medical populist performances when addressing the health crisis. By mobilizing the concepts of medical populism and alt-science, this paper aims to contribute to the scholarship on the relationship between populist politics and policy-making.


Resumo Logo após a eclosão da pandemia da COVID-19, o mundo viu líderes de extrema direita se unindo para promover a hidroxicloroquina (HCQ), apesar de resultados controversos. Por que alguns líderes promoveram ativamente o remédio desde então, mesmo contradizendo recomendações de autoridades de saúde de seus próprios governos? Nosso argumento é duplo. Primeiro, a HCQ tem sido uma ferramenta integral do desempenho médico populista no contexto da pandemia de COVID-19. Adotamos a definição de Lasco e Curato (2018) de populismo médico como um estilo político performático durante crises de saúde pública que joga "o povo" contra "o sistema" usando alegações de conhecimento alternativo para lançar dúvidas sobre a credibilidade de médicos, cientistas e tecnocratas. Segundo, em vez de ser um esforço individual, o populismo médico diante da crise do coronavírus levou populistas a construir uma rede de ciência alternativa, definida como um movimento difuso de supostos buscadores da verdade que defendem publicamente suas convicções científicas em uma encruzilhada entre evidências parciais, pseudociência e teorias da conspiração. É composto por cientistas, empresários e celebridades unidos por sua desconfiança nos governos e na ciência convencional. Neste artigo, examinamos a formação da aliança da hidroxicloroquina, bem como suas implicações políticas e para as políticas públicas. Para tanto, comparamos por que e como Donald Trump e Jair Bolsonaro recorreram ao populismo médico performático ao abordar a crise de saúde. Ao mobilizar os conceitos de populismo médico e ciência alternativa, este artigo tem como objetivo contribuir para o estudo da relação entre política populista e formulação de políticas.


Resumen Poco después del comienzo de la pandemia de COVID-19, el mundo vio a líderes de ultraderecha uniéndose para promover la hidroxicloroquina (HCQ) a pesar de sus controvertidos resultados. ¿Por qué algunos líderes han promocionado activamente la medicina desde entonces, incluso contradiciendo las recomendaciones de las autoridades de salud de sus propios gobiernos? Nuestro argumento es doble. Primero, la HCQ ha sido una herramienta integral de la performance del populismo médico en el contexto de la pandemia de COVID-19. Adoptamos la definición de Lasco y Curato (2018) de populismo médico como un estilo político performativo durante crisis de salud pública que pone al pueblo contra el sistema (establishment) usando alegaciones de conocimiento alternativo para poner en duda la credibilidad de médicos, científicos y tecnócratas. Segundo, en lugar de ser un esfuerzo individual, el populismo médico ante la crisis del coronavirus ha llevado a los populistas a construir una red de ciencia alternativa, definida como un movimiento difuso de supuestos buscadores de la verdad que defienden públicamente sus convicciones científicas en una encrucijada entre evidencias parciales, pseudociencia y teorías de la conspiración. Son científicos, empresarios y celebridades unidos por su desconfianza hacia los gobiernos y la ciencia convencional. En este artículo, analizamos cómo se formó la alianza de la hidroxicloroquina, así como sus implicaciones políticas y para las políticas públicas. Comparamos por qué y cómo Donald Trump y Jair Bolsonaro han recurrido al populismo médico performativo al abordar la crisis de salud. Al movilizar los conceptos de populismo médico y ciencia alternativa, este artículo tiene como objetivo contribuir a la investigación sobre la relación entre la política populista y la formulación de políticas.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Politics , Science , Public Health , Pandemics , COVID-19 , Hydroxychloroquine
6.
Rev. bras. promoç. saúde (Impr.) ; 34(1): 1-10, 17/02/2021.
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1348055

ABSTRACT

Objetivo: Investigar a opinião de médicos brasileiros sobre o tratamento precoce da COVID-19 com hidroxicloroquina/ cloroquina e azitromicina em pacientes com suspeita clínica e sobre o tratamento com corticoterapia na fase inflamatória da doença. Métodos: Trata-se de uma pesquisa de opinião, com amostragem por conveniência, com médicos atuantes no Brasil. A coleta dos dados ocorreu no período de 26 de maio a 8 de junho de 2020 (13 dias), por meio de um formulário Google, disponibilizado publicamente nas redes sociais e aplicativos de comunicação. Realizou-se uma análise descritiva dos dados, teste de independência, teste T Student e modelo de regressão logística com análise multivariada. Resultados: A pesquisa contou com 1.020 médicos participantes, com média de 21,9 anos de formado. 72,4% dos participantes apresentaram-se a favor do tratamento precoce com hidroxicloroquina/cloroquina e azitromicina e 89,7% dos médicos apresentaram-se favoráveis ao uso da corticoterapia para o tratamento da fase inflamatória da COVID-19. Constatou-se também que participantes com maior idade, com residência médica, atuantes nas regiões Nordeste e Norte possuíam mais chances de serem favoráveis aos tratamentos. Por outro lado, profissionais especialistas em medicina intensiva, infectologia e pneumologia, além de atuantes nas unidades de terapia intensiva, mostraram-se mais desfavoráveis. Conclusão: A maioria dos médicos investigados nesta pesquisa de opinião mostrou-se a favor do tratamento precoce apresentado e do uso da corticoterapia no tratamento da COVID-19. Já os especialistas em medicina intensiva, infectologia e pneumologia e profissionais atuantes nas Unidades de Terapia Intensiva mostraram-se mais desfavoráveis.


Objective: To investigate the opinion of Brazilian physicians on the early treatment of COVID-19 with hydroxychloroquine/ chloroquine and azithromycin in patients with clinical suspicion and on the treatment with corticosteroid therapy in the inflammatory stage of the disease. Methods: This is an opinion survey conducted with a convenient sample of physicians working in Brazil. Data were collected from May 26 to June 8, 2020 (13 days) through Google forms made publicly available on social media and chat applications. Data underwent descriptive analysis, independence test, Student t-test, and a logistic regression model using multivariate analysis. Results: The survey included 1020 physicians with a mean of 21.9 years since graduation. 72.4% of the participants were in favor of early treatment with hydroxychloroquine/chloroquine and azithromycin and 89.7% of the physicians were in favor of using corticosteroid therapy to treat the inflammatory stage of COVID-19. We also observed that older participants, those who completed medical residency, and those working in the Northeast and North regions were more likely to be in favor of the treatments. On the other hand, professionals specialized in intensive care medicine, infectious diseases and pneumology and working in intensive care units were more opposed. Conclusion: Most physicians in this opinion survey were in favor of the early treatment presented and the use of corticosteroid therapy in the treatment of COVID-19. But specialists in intensive care medicine, infectious diseases and pulmonology, and professionals working in Intensive Care Units were more opposed to them.


Objetivo: Investigar la opinión de médicos brasileños sobre el tratamiento precoz de la COVID-19 con la hidroxicloroquina/ cloroquina y la azitromicina en pacientes con sospecha clínica y bajo el tratamiento de corticoterapia en la fase inflamatoria de la enfermedad. Métodos: Se trata de una investigación de opinión con la muestra de conveniencia realizada con médicos de Brasil. La recogida de datos se dio en el periodo entre 26 de mayo y 8 de junio de 2020 (13 días) a través de un formulario Google que ha estado disponible públicamente en las redes sociales y los aplicativos de comunicación. Se realizó un análisis descriptivo de los datos, la prueba de independencia, la prueba T Student y el modelo de regresión logística con el análisis multivariado. Resultados: La investigación tuvo 1.020 médicos participantes, con la media de 21,9 años de término del grado. El 72,4% de los participantes se presentaron a favor del tratamiento precoz con la hidroxicloroquina/cloroquina y la azitromicina y el 89,7% de los médicos se presentaron favorables a la utilización de la corticoterapia para el tratamiento de la fase inflamatoria de la COVID-19. Se constató también que los participantes de más edad, con el curso de residencia medica y que eran de las regiones Noreste y Norte del país eran más favorables a los tratamientos. Los profesionales especialistas de la medicina intensiva, la infectologia y la neumología, además de actuaren en las unidades de cuidados intensivos parecieron más desfavorables. Conclusión: La mayoría de los médicos investigados de esa investigación de opinión se mostró favorable al tratamiento precoz presentado y a la utilización de la corticoterapia para el tratamiento de la COVID-19. Los especialistas de la medicina intensiva, la infectología y la neumología y los profesionales de las Unidades de Cuidados Intensivos se presentaron más desfavorables a los tratamientos.


Subject(s)
Adrenal Cortex Hormones , Coronavirus Infections , Drug Therapy , Hydroxychloroquine
7.
Arq. bras. oftalmol ; 84(1): 2-10, Jan.-Feb. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1153103

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: The aim of the study is to evaluate the retinal and choroidal microvascular changes via optical coherence tomography angiography in patients who received hydroxy­chloroquine. Methods: In total, 28 eyes of 28 patients (24 females, and 4 males) receiving treatment with hydroxy­chloroquine were assessed in this cross-sectional cohort study (hydroxychloroquine group). The high-and low-risk groups consisted of patients receiving hydroxychloroquine for ≥5 years (14 eyes of 28 patients) and <5 years (14 eyes of 28 patients), respectively. A total of 28 age- and gender-matched volunteers were enrolled as the control group. The macular flow area (superficial, deep, and choriocapillaris), superficial and deep vessel density, foveal avascular zone area, central foveal thickness, and subfoveal choroidal thickness parameters were measured by optical coherence tomography angiography. Results: The mean age of the 28 patients who received hydroxychloroquine and the 28 age-matched controls was 45.5 ± 11.1 years (range: 29-70 years) and 44.5 ± 13.9 years (range: 28-70 years), respectively. In patients who received hydroxychloroquine, the values for the superficial, deep, and choriocapillaris macular flow areas were 13.578 ± 0.30, 13.196 ± 0.31, and 17.617 ± 0.42, respectively. In controls, these values were 16.407 ± 0.95, 13.857 ± 0.31, and 18.975 ± 0.76, respectively (p<0.05 for all). The superficial, deep, and cho­riocapillaris flow areas were significantly smaller in patients who received hydroxychloroquine than those in controls (p<0.05 for all). Superficial and deep vessel densities were significantly reduced in patients who received hydroxychlo­roquine in all regions (i.e., foveal, parafoveal, temporal, superior, nasal, and inferior) (p<0.05 for all). Moreover, significant difference was observed between the groups in the foveal avascular zone area (superficial and deep), central foveal thickness, and subfoveal choroidal thickness (p<0.05 for all). Conclusions: Retinochoroidal microvascular flow and vessel density of the macular area were significantly decreased in patients who received hydroxychloroquine. Hy­droxychloroquine may damage the retinochoroidal mi­cro­vascular architecture. Optical coherence tomography angiography may contribute to the early detection of hy­dro­xychloroquine-induced retinal toxicity.


RESUMO Objetivo: O objetivo do estudo foi de avaliar as alterações microvasculares da retina e da coroide em pacientes sob hidroxicloroquina, através da angiografia por tomografia de coerência óptica. Métodos: Este é um estudo transversal de coorte que avaliou um total de 28 olhos de 28 pacientes (24 mulheres e 4 homens) submetidos a tratamento com hidroxicloroquina (grupo da hidroxicloroquina). Catorze olhos de 28 pacientes em uso de hidroxicloroquina por mais de 5 anos foram definidos como sendo o grupo de alto risco, ao passo que o grupo de baixo risco consistiu em 14 olhos de 28 pacientes em uso de hidroxicloroquina por menos de 5 anos. Foram ainda incluídos 28 voluntários como grupo de controle, pareados por idade e sexo. Através de angiografia por tomografia de coerência óptica, foram medidos os seguintes parâmetros: área do fluxo macular (superficial, profundo e coriocapilar), densi­dade vascular superficial e profunda, área da zona avascular foveal e espessura da coroide subfoveal. Resultados: Foram recrutados para o estudo um total de 28 pacientes sob tratamento com hidroxicloroquina, com idade média de 45,5 ± 11,1 (29-70) anos, e 28 membros do grupo de controle, pareados por idade e sexo, com idade média de 44,5 ± 13,9 (28-70) anos. As áreas superficial, profunda e coriocapilar do fluxo macular foram respectivamente de 13,578 ± 0,30, 13,196 ± 0,31 e 17,617 ± 0,42 nos pacientes em tratamento com hidroxicloroquina e, respectivamente de 16,407 ± 0,95, 13,857 ± 0,31 e 18,975 ± 0,76 no grupo de controle (p<0,05 para todos os valores). As três medições de área do fluxo macular foram significativamente menores nos pacientes em uso de hidroxicloroquina em comparação com os indivíduos do grupo de controle (p<0,05 para todos os valores). As densidades vasculares superficial e profunda mostraram-se significativamente reduzidas em todas as regiões (foveal, parafoveal, temporal, superior, nasal e inferior) nos pacientes em uso de hidroxicloroquina (p<0,05 para todos os valores). Finalmente, também foi observada uma diferença significativa entre os grupos em relação à área da zona avascular foveal (superficial e profunda), à espessura foveal central e à espessura da coroide subfoveal (p<0,05 para todos os valores). Conclusão: O fluxo microvascular retinocoroidal e a densidade vascular da área macular mostraram-se significativamente diminuídos nos pacientes sob hidroxicloroquina. Este fármaco pode danificar a arquitetura microvascular retinocoroidal e a angiografia por tomografia de coerência óptica pode contribuir para a detecção precoce da toxicidade retiniana induzida pela hidroxicloroquina.


Subject(s)
Humans , Adult , Middle Aged , Aged , Tomography, Optical Coherence , Hydroxychloroquine , Retinal Vessels/diagnostic imaging , Fluorescein Angiography , Visual Acuity , Cross-Sectional Studies , Choroid/diagnostic imaging , Hydroxychloroquine/adverse effects
8.
Rev. bras. med. fam. comunidade ; 16(43): 2573, 20210126. ilus
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1282034

ABSTRACT

Prevenção quaternária: ação feita para reconhecer pessoas ou populações em risco de supermedicalização e protegê-las, sugerindo procedimentos científica e eticamente aceitáveis. Em 2019, emergiu em Wuhan, uma doença classificada como Coronavirus-Induced-Disease, responsável pela pandemia por COVID-19. Vidas estão sendo ceifadas e a busca por tratamento é uma questão de saúde pública planetária. In vitro, a hidroxicloroquina e a cloroquina inibem esse agente, sendo sugerido que tais medicamentos fizessem parte do tratamento precoce. Realizou-se uma revisão em bancos de dados PubMed e LILACS e busca manual de periódicos no The New England Journal of Medicine (NEJM) e no Journal of the American Medical Association (JAMA), pelos termos: "hidroxicloroquina, cloroquina e COVID-19", "hydroxychloroquine, chloroquine and COVID-19" e "cloroquina e COVID-19". Critérios de exclusão: artigos duplicados, hidroxicloroquina e cloroquina fora do contexto da COVID-19, outros aspectos da COVID-19 e revistas patrocinadas pela indústria farmacêutica. Foram encontrados 115 artigos nos bancos de dados, após a aplicação dos critérios de exclusão e 6 foram selecionados para a revisão. Pesquisou-se outros estudos sobre prevenção quaternária, a fim de discutir o excesso de intervenção médica. Ainda não existe um tratamento ideal para controlar o vírus. Cabe aos profissionais de saúde, em especial, os Médicos de Família e Comunidade, o pensamento crítico aplicado a todos os resultados apresentados nos estudos, por mais atrativos que estes pareçam à primeira vista.


Quaternary prevention: action taken to recognize people or populations at risk of overmedicalization and to protect them, suggesting scientifically and ethically acceptable procedures. In 2019, a disease classified as Coronavirus-Induced-Disease, responsible for the COVID-19 pandemic, emerged in Wuhan. Lives are being cut short and the search for treatment is a global public health issue. In vitro, hydroxychloroquine and chloroquine inhibit this agent, so it was suggested that such drugs should be part of the early treatment. A review was performed in PubMed and LILACS databases and manual search of journals in The New England Journal of Medicine (NEJM) and in the Journal of the American Medical Association (JAMA), under the terms: "hydroxychloroquine, chloroquine and COVID-19","Hydroxychloroquine, chloroquine and COVID-19" and "chloroquine and COVID-19". The Exclusion Criteria: duplicate articles, hydroxychloroquine and chloroquine outside the context of COVID-19, other aspects of COVID-19 and magazines sponsored by the pharmaceutical industry. 115 articles were found in the databases after applying the exclusion criteria and 6 were selected for review. Other studies on quaternary prevention were researched in order to discuss the excess of medical intervention. There is still no ideal treatment to control the virus. It is up to the health professionals, in particular, the Family Practice Doctors, the critical thinking applied to all the results presented in the studies, no matter how attractive they may seem at first sight.


Prevención cuaternaria: acción realizada para reconocer a las personas o poblaciones en riesgo de sobremedicalización y protegerlas, sugiriendo procedimientos científica y éticamente aceptables. En 2019, surgió en Wuhan una enfermedad clasificada como enfermedad inducida por coronavirus, responsable de la pandemia de COVID-19. Se están acortando vidas y la búsqueda de tratamiento es un problema de salud pública mundial. In vitro, la hidroxicloroquina y la cloroquina inhiben este agente y se sugirió que tales fármacos deberían formar parte del tratamiento temprano. Se realizó una revisión en las bases de datos PubMed y LILACS y búsqueda manual de revistas en The New England Journal of Medicine (NEJM) y en el Journal of the American Medical Association (JAMA), bajo los términos: "hydroxychloroquine, cloroquina y COVID-19" , "Hidroxicloroquina, cloroquina y COVID-19" y "Cloroquina y COVID-19". Los Criterios de Exclusión: artículos duplicados, hidroxicloroquina y cloroquina fuera del contexto de COVID-19, otros aspectos de COVID-19 y periódicos patrocinados por la industria farmacéutica. Se encontraron 115 artículos en las bases de datos luego de aplicar los criterios de exclusión y se seleccionaron 6 para revisión. Se investigaron otros estudios sobre prevención cuaternaria para discutir el exceso de intervención médica. Todavía no existe un tratamiento ideal para controlar el virus. Depende de los profesionales de la salud, en particular, los Médicos de Familia y Comunitarios, el pensamiento crítico aplicado a todos los resultados presentados en los estudios, por muy atractivos que parezcan en un principio.


Subject(s)
Chloroquine , Coronavirus Infections , Quaternary Prevention , COVID-19 , Hydroxychloroquine
9.
J. bras. pneumol ; 47(5): e20210236, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1346405

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: Chloroquine or hydroxychloroquine has demonstrated no effect on the treatment of hospitalized COVID-19 patients. This study aimed to answer questions related to the use of hydroxychloroquine for pre-exposure or post-exposure prophylaxis of SARS-CoV-2 infection and in the treatment of patients with mild COVID-19 in terms of hospitalization, adverse events, and mortality. Methods: This was a systematic review and meta-analysis of phase 3 randomized clinical trials, selected from various databases, which compared patients who received hydroxychloroquine for SARS-CoV-2 prophylaxis or treatment of mild COVID-19 cases with controls. Results: A total number of 1,376 studies were retrieved. Of those, 9 met the eligibility criteria and were included in the study. No statistically significant differences were found between the hydroxychloroquine and control groups in terms of pre- or post-exposure prophylaxis of SARS-CoV-2 infection. The use of hydroxychloroquine increased the risk of adverse events by 12% (95% CI, 6-18%; p < 0.001), and the number needed to harm was 9. In addition, no significant differences were found between the hydroxychloroquine and control groups regarding hospitalization (risk difference [RD] = −0.02; 95% CI, −0.04 to 0.00; p = 0.14) or mortality (RD = 0.00; 95% CI, −0.01 to 0.02; p = 0.98) in the treatment of mild COVID-19. Conclusions: The use of hydroxychloroquine for prophylaxis of SARS-CoV-2 infection or treatment of patients with mild COVID-19 is not recommended.


RESUMO Objetivo: A cloroquina ou hidroxicloroquina não apresentou nenhum efeito no tratamento de pacientes hospitalizados com COVID-19. O objetivo deste estudo foi responder a questões a respeito do uso de hidroxicloroquina na profilaxia da infecção por SARS-CoV-2 pré ou pós-exposição e no tratamento de pacientes com COVID-19 leve no tocante à hospitalização, eventos adversos e mortalidade. Métodos: Trata-se de uma revisão sistemática e meta-análise de ensaios clínicos controlados aleatórios de fase 3 que foram selecionados por meio de buscas em diversos bancos de dados e que compararam controles e pacientes que receberam hidroxicloroquina para profilaxia de SARS-CoV-2 ou tratamento de COVID-19 leve. Resultados: Foram identificados 1.376 estudos. Destes, 9 preencheram os critérios de elegibilidade e foram incluídos no estudo. Não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos hidroxicloroquina e controle quanto à profilaxia da infecção por SARS-CoV-2 pré ou pós-exposição. O uso de hidroxicloroquina aumentou o risco de eventos adversos em 12% (IC95%: 6-18%; p < 0,001), e o número necessário para prejudicar foi 9. Não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos hidroxicloroquina e controle quanto à hospitalização [diferença de risco (DR) = −0,02; IC95%: −0,04 a 0,00; p = 0,14] e mortalidade (DR = 0,00; IC95%: −0,01 a 0,02; p = 0,98) no tratamento de COVID-19 leve. Conclusões: Não é recomendado o uso de hidroxicloroquina nem na profilaxia da infecção por SARS-CoV-2 nem no tratamento de pacientes com COVID-19 leve.


Subject(s)
Humans , Coronavirus Infections , COVID-19/drug therapy , SARS-CoV-2 , Hydroxychloroquine/therapeutic use
11.
Article in English | AIM, AIM | ID: biblio-1292744

ABSTRACT

Introduction : L'épidémie de Covid-19 a créé une psychose et une anxiété généralisées. Cela pourrait être lié, d'une part, à la mortalité élevée observée dans le monde, et d'autre part, à l'absence d'une thérapie spécifique. Face à cette situation, de nombreuses substances ont été utilisées sans avis médical. L'objectif de cette étude était d'évaluer les pratiques de l'automédication en situation de Covid-19 à Oran. Matériel et méthodes : Il s'agit d'une enquête transversale observationnelle réalisée par questionnaire électronique anonyme (googleforms) et distribué, par e-mail, à des pharmaciens adhérents à la section ordinale régionale des pharmaciens d'Oran. Les réponses ont été analysées par le logiciel Statistical Package for the Social Sciences (SPSS). Résultats : Au total, 69 réponses ont été obtenues. La proportion de pharmaciens ayant perçu une tendance à la hausse de l'automédication était de 58,0%. Environ le quart des pharmaciens (22,9%) avaient constaté une augmentation de l'automédication à l'hydroxychloroquine ; néanmoins, aucune toxicité secondaire à l'usage de ce médicament n'a été observée. En cette situation d'épidémie de Covid-19, 91.3% de l'échantillon d'étude avaient constaté une augmentation du recours aux vitamines et compléments alimentaires, avec une consommation fréquente de la vitamine C à 1gr/j ainsi que d'autres complexes vitaminiques à base de vitamine D, vitamine B9 et fer chez la femme enceinte ou allaitante. Conclusion : Notre étude a montré qu'en période de Covid - 19 la tendance à l'automédication a augmenté. L'automédication à l'hydroxychloroquine a été observée durant cette pandémie néanmoins l'usage d'autres substances telles que les vitamines et les compléments alimentaires était plus fréquent.


Introduction : the epidemic of Covid-19 has created generalized psychosis and anxiety. This could be linked, on the one hand to the high mortality observed in the word, and the other hand to the absence of specific therapy. Faced with this situation, many substances have been used without medical advice. The objective of this study was to evaluate the practice of self-medication in COVID-19 situation in Oran. Materials and methods : this is an observational cross sectional survey carried out by an anonymous electronic questionnaire and distributed, by email, to pharmacist belonging to the regional ordinal section of pharmacist in Oran. The answers were analysed by the software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS). Results : A total of 69 responses were obtained. The proportion of pharmacists who noticed an increasing trend in self-medication was 58,0%. About a quarter of pharmacist had observed an increase in selfmedication with hydroxychloroquin, at least no toxicity secondary to the use of this drug was observed. In this COVID19 epidemic situation, 91.3% of the study sample noted an increase in the use of vitamins and food supplements with frequent consumption of vitamin C at 1g/day as well as other vitamin comlexes based on vitamin D, vitamin B9 and iron for pregnant or breastfeeding women. Conclusion : Our study showed that during COVID-19 the tendency to self-medication increased. Self-medication with hydroxychloroquin was observed during this pandemic, although the use of other substances such as vitamins and food supplements was more frequent.


Subject(s)
Humans , Self Medication , Dietary Supplements , COVID-19 , Hydroxychloroquine , Vitamins , Algeria
12.
Article in Chinese | WPRIM | ID: wpr-880150

ABSTRACT

OBJECTIVE@#To investigate the effects of autophagy inhibitor ROC-325 and its combination with bortezomib on the proliferation, apoptosis and autophagy of multiple myeloma cell lines.@*METHODS@#Multiple myeloma cells were treated with ROC-325 at different concentration. The cell proliferation was detected by CCK-8. Apoptosis was determined by Caspase-3/7 and Caspase-9 activity assays. Autophagy was detected by monodansylcadaverine staining. The apoptosis-related proteins (PARP and Caspase-3) and autophagy-related proteins (P62, Beclin-1, and LC3A/B) were analyzed by Western blot. The combined effect with bortezomib on bortezomib-resistant cell line was detected by CCK-8.@*RESULTS@#ROC-325 inhibited the proliferation of RPMI 8226, RPMI 8226-BTZ100, U266 and IM9 cells in a dose-dependent manner (r=-0.8275, r=-0.9079, r=-0.9422, r=-0.9305), the 72 h IC@*CONCLUSION@#ROC-325 can inhibit the proliferation, induce the apoptosis of myeloma cells through the mitochondrial pathway, inhibit the autophagy of myeloma cells by affecting the fusion of autophagosomes and lysosomes, and overcome bortezomib resistance by the combination of ROC-325 with bortezomib.


Subject(s)
Apoptosis , Autophagy , Bortezomib/pharmacology , Cell Line, Tumor , Cell Proliferation , Humans , Hydroxychloroquine/analogs & derivatives , Multiple Myeloma
13.
Rev. cuba. reumatol ; 22(3): e752,
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1144538

ABSTRACT

El síndrome antifosfolipídico o de Hughes, como también se le conoce, puede aparecer de manera aislada o asociado a otras enfermedades autoinmunes como el lupus eritematoso sistémico. La asociación de ambas entidades puede causar varias complicaciones, como el tromboembolismo pulmonar. Se presenta el caso de una paciente de 28 años de edad, con antecedentes de abortos a repetición y óbito fetal, ingresada en esta ocasión, debido a una trombosis venosa profunda del miembro superior derecho, confirmada mediante ecografía Doppler. Se comprobó el diagnóstico de síndrome antifosfolipídico secundario a lupus eritematoso sistémico, sustentado por los elementos clínicos e inmunitarios presentes. La paciente evolucionó satisfactoriamente, con el protocolo terapéutico empleado en fase aguda: heparina de bajo peso molecular del tipo clexane (enoxaparina) 1 mg/kg cada 12 h y dicumarínicos del tipo warfarina 5 mg con una razón normalizada internacional (INR) de 3. Se mantiene actualmente con una dosis de 10 mg/día e hidroxicloroquina 200 mg diarios. Conclusiones: Se resalta la importancia de diagnosticar el síndrome antifosfolipídico, ante toda paciente con abortos espontáneos o muertes perinatales inexplicables. El tratamiento debe ser multidisciplinario y se debe realizar una búsqueda sistemática de afecciones secundarias (particularmente enfermedades difusas del tejido conectivo) antes de calificar al síndrome como primario(AU)


The antiphospholipid or Hughes syndrome, as it is also known, can appear in isolation or in association with other autoimmune diseases such as systemic lupus erythematosus. The association of both entities can cause various complications, such as pulmonary thromboembolism. We present the case of a 28-year-old patient, with a history of repeated abortions and stillbirth, admitted on this occasion due to deep vein thrombosis of the right upper limb, confirmed by Doppler ultrasound. The diagnosis of antiphospholipid syndrome secondary to systemic lupus erythematosus was confirmed, supported by the clinical and immune elements present. The patient evolved satisfactorily, with the therapeutic protocol used in the acute phase, where she initially received treatment with low molecular weight heparin of the type clexane (enoxaparin) 1 mg x kg every 12 hours, and discoumarin drugs of the warfarin type, which she currently maintains at a 5mg dose with an INR of 3. Initially prednisone was placed at a dose of 1mg x kg with good therapeutic response, currently maintaining a 10mg dose. He is also currently on hydroxychloroquine 200 mg daily. Conclusions: The importance of diagnosing the antiphospholipid syndrome is highlighted in all patients with spontaneous abortions or unexplained perinatal deaths. Treatment should be multidisciplinary and a systematic search for secondary conditions (particularly diffuse connective tissue diseases) should be conducted before qualifying the syndrome as primary(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Abortion, Spontaneous/etiology , Antiphospholipid Syndrome/complications , Antiphospholipid Syndrome/diagnosis , Hydroxychloroquine , Lupus Erythematosus, Systemic/complications , Pulmonary Embolism/prevention & control , Hydroxychloroquine/therapeutic use
14.
Geriatr., Gerontol. Aging (Impr.) ; 14(4): 298-302, 31-12-2020. tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1151618

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: Medicamentos potencialmente inapropriados a idosos (MPII) provocam mais efeitos adversos do que benefícios. Os critérios de Beers (CB) da American Geriatrics Society 2019 (CB2019) consideraram cinco situações clínicas como MPII. A análise de medicamentos por essas situações pode auxiliar na prescrição a idosos? Procurando exemplo prático dessa questão, optou-se por análise de fármacos atualmente questionados quanto ao seu uso seguro em idosos. OBJETIVO: Verificar se cloroquina e hidroxicloroquina se enquadram como MPII e se essa análise é aplicável clinicamente. METODOLOGIA: Sistematizou-se o objetivo pelas cinco situações clínicas definidas como MPII pelos CB2019. RESULTADOS: Ambos os fármacos preenchem respectivamente quatro (cloroquina) e cinco (hidroxicloroquina) dessas situações clínicas. Esta análise permitiu a provável definição de MPII para esses medicamentos de forma simples, por intermédio de breve análise de literatura acessível. CONCLUSÃO: Cloroquina e hidroxicloroquina podem ser considerados MPII. Espera-se replicar essa análise para outros medicamentos e reduzir iatrogenias em idosos.


INTRODUCTION: Potentially inappropriate medications (PIMs) for older adults cause more adverse effects than benefits. The 2019 American Geriatrics Society Beers Criteria (2019BC) considered five clinical situations as PIM use in older adults. Can drug analysis, according to these situations, assist in the act of making prescriptions for older people? Seeking a practical example for this question, we assessed drugs currently questioned as to their safe use among older people. OBJECTIVE: To check if chloroquine and hydroxychloroquine fit the PIM criteria for older adults and whether this analysis is clinically applicable. METHODS: We systematized the objective based on the five clinical situations defined as PIM use in older adults by the 2019BC. RESULTS: Chloroquine and hydroxychloroquine fulfill, respectively, four and five of these clinical situations. This evaluation allowed the likely definition of these drugs as PIMs for older adults in a simple way, based on a brief analysis of the available literature. CONCLUSION: Chloroquine and hydroxychloroquine may be considered PIMs for older adults. We expect that this analysis can be replicated with other drugs and reduce iatrogenesis in older people.


Subject(s)
Humans , Aged , Chloroquine/adverse effects , Potentially Inappropriate Medication List , Hydroxychloroquine/adverse effects , Aging/physiology , Health of the Elderly , Inappropriate Prescribing/adverse effects , Iatrogenic Disease/prevention & control
15.
Rev. colomb. nefrol. (En línea) ; 7(supl.2): 21-41, jul.-dic. 2020.
Article in Spanish | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1251578

ABSTRACT

Resumen Introducción: hasta el momento, no se ha demostrado la efectividad de ningún tratamiento para afrontar la emergencia sanitaria por COVID-19. Objetivo: presentar la evidencia disponible respecto a la eficacia y seguridad del uso de cloroquina, hidroxicloroquina y azitromicina en la profilaxis y el manejo de pacientes con COVID-19. Materiales y métodos: se realizó una revisión de la literatura en las bases de datos MEDLINE, Scopus y PubMed sobre publica- ciones que registraran el uso de cloroquina, hidroxicloroquina y azitromicina en pacientes con COVID-19. Resultados: se seleccionaron 12 publicaciones que incluyeron revisiones rápidas de literatura, estudios observacionales y ensayos clínicos. No se encontró información sobre la profilaxis con cloroquina, hidroxicloroquina ni azitromicina para SARS-CoV-2. Los eventos adversos reportados incluyeron emesis, dolor abdominal, náuseas, diarrea, erupción cutánea y picazón. Conclusiones: según la evidencia recopilada el uso de hidroxicloroquina o de cloroquina sola o en combinación con azitromicina en pacientes con COVID-19 no ha mostrado beneficio. Además, cada uno de estos esquemas de tratamiento se asocia con un mayor riesgo de muerte y de episodios de arritmias. En síntesis, la efectividad de estos medicamentos sigue sin estar esclarecida, por lo cual se sugiere evitar su uso en el tratamiento de personas con infección por SARS-CoV-2/COVID-19.


Abstract Introduction: The COVID-19 disease is a health emergency; treatment has not yet been proven. Objective: To present the available evidence of efficacy and safety of the use of hydroxychloroquine and azithromycin in the prophylaxis and management of patients with COVID-19. Methods: A rapid literature review was performed; we consulted Medline, scopus and pubmed databases. Results: Eleven publications were included including rapid literature reviews, observational studies, and clinical trials. No data were found studying prophylaxis with hydroxychloroquine and azithromycin for SARS-CoV-2. Reports of adverse events include episodes of emesis, abdominal pain, nausea, diarrhea, rash, and itching. Conclusions: The evidence collected suggests that the use of hydroxychloroquine and azithromycin in patients with COVID-19, could abnormal electrocardiogram and increased risk of mortality in-hospital. The effectiveness remains unclear.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Therapeutics , COVID-19 , Patients , Chloroquine , Colombia , Azithromycin , Hydroxychloroquine
16.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 42(11): 705-711, Nov. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1144171

ABSTRACT

Abstract Objective: To determine pregnancy outcomes in women with systemic lupus erythematosus (SLE) who were treated with hydroxychloroquine in a tertiary center. Methods: A retrospective study involving pregnant women with SLE who had antenatal follow-up and delivery in between 1 January 2007 and 1 January 2017. All participants were retrospectively enrolled and categorized into two groups based on hydroxychloroquine treatment during pregnancy. Results: There were 82 pregnancies included with 47 (57.3%) in the hydroxychloroquine group and 35 (42.7%) in the non-hydroxychloroquine group. Amongst hydroxychloroquine users, there were significantly more pregnancies with musculoskeletal involvement (p = 0.03), heavier mean neonatal birthweight (p = 0.02), and prolonged duration of pregnancy (p = 0.001). In non-hydroxychloroquine patients, there were significantly more recurrent miscarriages (p = 0.003), incidence of hypertension (p = 0.01) and gestational diabetes mellitus (p = 0.01) and concurrent medical illness (p = 0.005). Hydroxychloroquine use during pregnancy was protective against hypertension (p = 0.001), and the gestational age at delivery had significant effect on the neonatal birthweight (p = 0.001). However, duration of the disease had a significant negative effect on the neonatal birthweight (p = 0.016). Conclusion: Hydroxychloroquine enhanced better neonatal outcomes and reduced adverse pregnancy outcomes and antenatal complications such as hypertension and diabetes.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Pregnancy Complications/drug therapy , Prenatal Care , Hydroxychloroquine/therapeutic use , Lupus Erythematosus, Systemic/drug therapy , Pregnancy Outcome , Retrospective Studies , Cohort Studies , Treatment Outcome , Tertiary Care Centers , Hydroxychloroquine/administration & dosage , Malaysia
17.
Buenos Aires; IECS; 30 oct. 2020.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1140946

ABSTRACT

CONTEXTO CLÍNICO; La enfermedad por el Coronavirus 2019 (COVID­19, por su sigla en inglés Coronavirus Disease 2019) es una enfermedad respiratoria de humanos producida por un nuevo coronavirus identificado con la sigla SARS-CoV-2. El 11 de marzo de 2020 la Organización Mundial de la Salud (OMS) declaró a COVID-19 como uma pandemia. Desde ese momento hasta el 27 de Agosto del 2020, su circulación se ha reportado em más de 210 países, existiendo más de 37 millones de casos y más de un millón de muertes. El período de incubación de la infección por SARS-Cov-2 es de 2 a 14 días. La mayor parte de los contagios se producen persona a persona, siendo altamente transmisible.3 El cuadro clínico varía desde casos asintomáticos a cuadros febriles con tos y dificultad respiratoria, neumonía y distrés respiratorio. También puede acompañarse de alteraciones gastrointestinales.3 Según datos observacionales de China, del 87,9% de los casos que fueron hospitalizados por fiebre, el 15,7% desarrolló un cuadro de neumonía severa.4 El departamento de medicina interna del Hospital de Brigham de la escuela de medicina de Harvard ha postulado una clasificación clínico-terapéutica de la enfermedad que divide el curso de la misma en diferentes etapas y a su vez identifica dos subconjuntos patológicos superpuestos pero diferentes entre sí, desencadenados el primero de ellos por el virus y el segundo por la respuesta del huésped al virus. TECNOLOGÍA: La cloroquina es una droga que se administra por vía oral para el tratamiento de la malaria y su quimioprofilaxis y es bajo estas indicaciones que se encuentra autorizado su uso según la FDA, EMA y ANMAT. Ha demostrado tener actividad in vitro contra el SARS-CoV-2 y otros coronavirus por lo que se ha reportado su uso fuera de prospecto para esta indicación. La hidroxicloroquina (una variante de la cloroquina a la que se le agrega un grupo hidroxilo) se encuentra autorizada en el contexto del tratamiento de enfermedades inflamatorias como la artritis reumatoide, lupus eritematoso sistémico y porfiria cutánea tardía. La actividad in vitro frente al SARS-CoV-2 de la hidroxicloroquina es algo mayor que la que posee la cloroquina y también se ha descripto su uso para el tratamiento de la infeccion por COVID-19 como monodroga y asociado al uso del antibiótico azitromicina. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar la evidencia disponible acerca de la eficacia, seguridad y aspectos relacionados a las políticas de cobertura del uso de cloroquina y/o hidroxicloroquina sola o en combinación en el tratamiento de la infección por COVID-19. MÉTODOS: Se realizó una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas, en buscadores genéricos de internet, y financiadores de salud. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas (RS), ensayos clínicos controlados aleatorizados (ECAs), evaluaciones de tecnologías sanitarias (ETS), evaluaciones económicas y guías de práctica clínica (GPC) y recomendaciones de diferentes sistemas de salud. RESULTADOS: Se incluyeron una RS y dos ECAs, dos ETS y diez GPC, acerca del uso de cloroquina, hidroxicloroquina y/o hidroxicloroquina más azitromicina en el tratamiento de la infección por COVID-19. CONCLUSIONES: La evidencia de alta calidad determina que la terapia con hidroxicloroquina en pacientes com infección por COVID-19 no se asocia con una reducción de la mortalidad ni del requerimiento de ventilación mecánica. La evidencia disponible sugiere que el riesgo de aparición de eventos adversos graves sería mayor a dosis altas de cloroquina. La interacción farmacológica con macrólidos podría incrementar el riesgo de aparición de arritmias severas. El Ministerio de Salud de la Argentina no recomienda la utilización de cloroquina o hidroxicloroquina ni su combinación con azitromicina en casos de infección por COVID-19 ya que su uso no há demostrado beneficios y existe el potencial riesgo de toxicidad. Recomendaciones provenientes de entidades como la Organización Mundial de la Salud, el Centro de Control de Infecciones de los Estados Unidos, el gobierno de Canadá y de múltiples sociedades científicas, no recomiendan el uso de estas drogas en pacientes con COVID-19.


Subject(s)
Humans , Pneumonia, Viral/drug therapy , Chloroquine/therapeutic use , Coronavirus Infections/drug therapy , Betacoronavirus/drug effects , Hydroxychloroquine/therapeutic use , Technology Assessment, Biomedical , Cost-Benefit Analysis
18.
Rev. cuba. med ; 59(3): e1387,
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1139059

ABSTRACT

Introducción: La cloroquina y su análogo hidroxicloroquina han mostrado presentar efectos antivirales y antiinflamatorios, por lo que podría ser una alternativa de tratamiento ante el nuevo coronavirus SARS-CoV-2. Objetivo: Describir seguridad de la cloroquina e hidroxicloroquina para el tratamiento de la COVID-19 según la evidencia científica actual. Método: Se empleó la estrategia de búsqueda coronavirus OR COVID-19 OR SARS-CoV2 AND Cloroquina AND Hidroxicloroquina y se utilizaron las bases de datos Pubmed, SciELO, Lilacs, Cochrane Library y Web of Science. Se obtuvo un total de 32 referencias bibliográficas, seleccionándose a partir de criterios de selección. Conclusiones: La eficacia de la cloroquina y la hidroxicloroquina no ha sido probada del todo, pues los resultados no han sido concluyentes y se ha encontrado diferencias entre ellos, además de que no se han estudiado muestras suficientemente representativas. Las reacciones adversas de este medicamento, siendo las cardiovasculares las más peligrosas, no se deben ignorar ya que se han presentado con cierta frecuencia y en relación con la dosis administrada. Por ello, es necesario la realización de más ensayos clínicos aleatorizados, con mayor control de sesgos y muestras representativas, que evalúen la eficacia y seguridad de este medicamento(AU)


Introduction: Chloroquine and its analogue hydroxychloroquine have shown antiviral and anti-inflammatory effects, so it could be an alternative treatment to the new SARS-CoV-2 coronavirus. Objective: To describe the safety of chloroquine and hydroxychloroquine for treating COVID-19 according to current scientific evidence. Method: We used the search strategy for coronavirus OR COVID-19 OR SARS-CoV2 AND Chloroquine AND Hydroxychloroquine, and Pubmed, SciELO, Lilacs, Cochrane Library and Web of Science databases were used. Thirty two bibliographic references were recovered, selection followed the selection criteria. Conclusions: The efficacy of chloroquine and hydroxychloroquine has not been fully proven, since the results have not been conclusive and differences have been found between them, In addition to the fact that sufficiently representative samples have not been studied. The adverse reactions of these drugs, and the cardiovascular ones are the most dangerous, should not be ignored since they have occurred with certain frequency and in relation to the administered dose. Therefore, it is necessary to carry out more randomized clinical trials, with greater control of biases and representative samples, to evaluate the efficacy and safety of these drugs(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Chloroquine/adverse effects , Chloroquine/therapeutic use , Coronavirus Infections/drug therapy , COVID-19/epidemiology , Hydroxychloroquine/adverse effects , Hydroxychloroquine/therapeutic use
19.
Acta méd. colomb ; 45(3): 28-40, jul.-set. 2020. tab, graf
Article in Spanish | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1130698

ABSTRACT

Resumen Introducción: la hidroxicloroquina se ha venido postulando en estos tiempos de pandemia como posible tratamiento eficaz frente a COVID-19. Esto ya que se ha demostrado por expertos chinos su capacidad para inhibir la replicación viral usando distintos mecanismos. En este momento es de vital importancia tener conocimiento acerca de las últimas investigaciones y ensayos clínicos en lo que respecta a un esquema de tratamiento efectivo que ayude a un mejor manejo de pacientes con infección por SARS-CoV-2. Objetivo: presentar la información disponible sobre el uso de hidroxicloroquina como opción de manejo para pacientes infectados por SARS-CoV-2. Material y métodos: se realizó una revisión siguiendo el marco metodológico sugerido por Arksey y O'Malley. Las bases de datos utilizadas fueron: PubMed, MedLine, Lilacs, Scopus, Clinical Trials, Cochrane y CNKI. Se incluyeron únicamente textos en español e inglés, finalmente se realizó una caracterización y resumen de los estudios pertinentes para esta revisión. Resultados: se incluyeron en la revisión 87 artículos académicos incluyendo estudios experimentales y no experimentales; todos con evidencia sobre el uso de hidroxicloroquina en COVID-19. Conclusiones: A la fecha no hay información científica disponible que sustente y tenga la suficiente evidencia para soportar el uso de la hidroxicloroquina como tratamiento farmacológico en la pandemia actual. Dos ensayos clínicos aleatorizados se contradicen en cuanto a la efectividad de la hidroxicloroquina; sin embargo, ambos comparten errores metodológicos y tamaños de muestra limitados; y un único ensayo no aleatorizado con los mismos errores demuestra efectividad de la hidroxicloroquina. En cuanto al perfil de seguridad se cuenta con información que evidencia una menor tasa de efectos adversos de la hidroxicloroquina frente a la cloroquina por lo que se preferiría su uso en caso de demostrar efectividad frente a COVID-19. Existen varios ensayos clínicos aleatorizados en curso que se espera esclarezcan las dudas que surgen al revisar la literatura.(Acta Med Colomb 2020; 45. DOI:https://doi.org/10.36104/amc.2020.1880).


Abstract Introduction: hydroxychloroquine has been recommended in this pandemic as a possible effective treatment for COVID-19. This is because Chinese experts have demonstrated its ability to inhibit viral replication through various mechanisms. At this juncture, it is vitally important to understand the latest research and clinical trials regarding an effective treatment regimen which would help improve the treatment of patients with SARS-CoV-2 infection. Objective: to present the available information regarding the use of hydroxychloroquine as a treatment option for patients infected with SARS-CoV-2. Material and methods: a review was carried out following the methodological framework proposed by Arksey and O'Malley. The data bases used were: PubMed, MedLine, Lilacs, Scopus, Clinical Trials, Cochrane and CNKI. Only texts in Spanish and English were included. Finally, the pertinent studies for this review were described and summarized. Results: a total of 87 academic articles were included in the review, including experimental and non-experimental studies, all containing evidence regarding the use of hydroxychloroquine in COVID-19. Conclusions: To date, there is no available substantiating scientific data with enough evidence to support the use of hydroxychloroquine as a pharmacological treatment for the current pandemic. Two randomized clinical trials contradict each other regarding the efficacy of hydroxychloroquine. However, they both share methodological errors and have small sample sizes. A single nonrandomized trial with the same errors shows efficacy of hydroxychloroquine. As far as the safety profile, there is data showing a lower rate of adverse effects for hydroxychloroquine compared with chloroquine, so its use would be preferred if it were to be proven effective against COVID-19. There are several randomized clinical trials underway which, it is hoped, will answer the questions raised by the literature review.(Acta Med Colomb 2020; 45. DOI:https://doi.org/10.36104/amc.2020.1880).


Subject(s)
Hydroxychloroquine , Coronavirus Infections , SARS-CoV-2 , COVID-19
20.
Brasília; s.n; 8 ago. 2020.
Non-conventional in Portuguese | PIE, LILACS, BRISA, PIE | ID: biblio-1117974

ABSTRACT

O Informe Diário de Evidências é uma produção do Ministério da Saúde que tem como objetivo acompanhar diariamente as publicações científicas sobre tratamento farmacológico e vacinas para a COVID-19. Dessa forma, são realizadas buscas estruturadas em bases de dados biomédicas, referentes ao dia anterior desse informe. Não são incluídos estudos pré-clínicos (in vitro, in vivo, in silico). A frequência dos estudos é demonstrada de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, coortes, entre outros). Para cada estudo é apresentado um resumo com avaliação da qualidade metodológica. Essa avaliação tem por finalidade identificar o grau de certeza/confiança ou o risco de viés de cada estudo. Para tal, são utilizadas ferramentas já validadas e consagradas na literatura científica, na área de saúde baseada em evidências. Cabe ressaltar que o documento tem caráter informativo e não representa uma recomendação oficial do Ministério da Saúde sobre a temática. Foram encontrados 16 artigos e 4 protocolos.


Subject(s)
Humans , Pneumonia, Viral/drug therapy , Coronavirus Infections/drug therapy , Betacoronavirus/drug effects , Ozone/therapeutic use , Technology Assessment, Biomedical , Immunoglobulins/therapeutic use , Angiotensin-Converting Enzyme Inhibitors/therapeutic use , BCG Vaccine/therapeutic use , Cross-Sectional Studies , Cohort Studies , Adrenal Cortex Hormones/therapeutic use , Ritonavir/therapeutic use , Drug Combinations , Interleukin 1 Receptor Antagonist Protein/therapeutic use , Mesenchymal Stem Cells , Lopinavir/therapeutic use , Darunavir/therapeutic use , Hydroxychloroquine/therapeutic use
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