Your browser doesn't support javascript.
loading
Show: 20 | 50 | 100
Results 1 - 20 de 155
Filter
1.
Rev. bras. anestesiol ; 70(6): 620-626, Nov.-Dec. 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1155779

ABSTRACT

Abstract Background and objectives Day-case pediatric sedation is challenging. Dexmedetomidine is a sedative analgesic that does not induce respiratory depression. We compared dexmedetomidine to propofol when it was added to ketamine for sedation during pediatric endoscopy, regarding recovery time and hemodynamic changes. Methods We enrolled 120 patients (2−7 years in age) and randomly assigned them into two groups. Each patient received intravenous (IV) ketamine at a dose of 1 mg.kg-1 in addition to either propofol (1 mg.kg-1) or dexmedetomidine (0.5 µg.kg-1). The recovery time was compared. Hemodynamics, oxygen saturation, need for additional doses, postoperative complications and endoscopist satisfaction were monitored. Results There was no significant difference in hemodynamics between the groups. The Propofol-Ketamine (P-K) group showed significantly shorter recovery times than the Dexmedetomidine-Ketamine (D-K) group (21.25 and 29.75 minutes, respectively, p < 0.001). The P-K group showed more oxygen desaturation. Eleven and 6 patients experienced SpO2 < 92% in groups P-K and D-K, respectively. A significant difference was noted regarding the need for additional doses; 10% of patients in the D-K group needed one extra dose, and 5% needed two extra doses, compared to 25% and 20% in the P-K group, respectively (p = 0.001). The P-K group showed less post-procedure nausea and vomiting. No statistically significant difference between both groups regarding endoscopist satisfaction. Conclusions The P-K combination was associated with a shorter recovery time in pediatric upper gastrointestinal endoscopy, while the D-K combination showed less need for additional doses. Registration number Clinical trials.gov (NCT02863861).


Resumo Justificativa e objetivos A sedação ambulatorial pediátrica é um desafio. A dexmedetomidina é um analgésico sedativo que não induz à depressão respiratória. Comparamos a dexmedetomidina ao propofol quando associados à cetamina para sedação durante endoscopia pediátrica, quanto ao tempo de recuperação e às alterações hemodinâmicas. Métodos Foram recrutados 120 pacientes (2−7 anos de idade) que foram aleatoriamente alocados em dois grupos. Cada paciente recebeu cetamina IV na dose de 1 mg.kg‐1, além de propofol (1 mg.kg‐1) ou dexmedetomidina (0,5 µg.kg‐1). Comparamos o tempo de recuperação. A hemodinâmica, saturação de oxigênio, necessidade de doses adicionais, complicações pós‐operatórias e satisfação do endoscopista foram monitoradas. Resultados Não houve diferença significante entre os grupos no que diz respeito à hemodinâmica. O grupo Propofol‐Cetamina (P‐C) apresentou tempos de recuperação significantemente mais curtos do que o grupo Dexmedetomidina‐Cetamina (D‐C) (21,25 e 29,75 minutos respectivamente, p < 0,001). Observou‐se frequência maior de dessaturação de oxigênio no grupo P‐C. Onze e 6 pacientes apresentaram SpO2 < 92% nos grupos P‐C e D‐C, respectivamente. Uma diferença significante foi observada em relação à necessidade de doses adicionais; 10% dos pacientes no grupo D‐C precisaram de uma dose extra e 5% precisaram de duas doses extras, em comparação com 25% e 20% no grupo P‐C, respectivamente (p = 0,001). O grupo P‐C apresentou menos náuseas e vômitos após o procedimento. Não houve diferença estatisticamente significante entre os dois grupos em relação à satisfação do endoscopista. Conclusões A combinação P‐C foi associada a tempo mais curto de recuperação na endoscopia digestiva alta pediátrica, enquanto a combinação D‐C mostrou menor necessidade de doses adicionais. Número de registro Clinical trials.gov (NCT02863861).


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child, Preschool , Child , Propofol/administration & dosage , Endoscopy, Gastrointestinal , Anesthetics, Intravenous/administration & dosage , Anesthetics, Combined/administration & dosage , Dexmedetomidine/administration & dosage , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Oxygen/blood , Time Factors , Blood Pressure/drug effects , Anesthesia Recovery Period , Heart Rate/drug effects , Analgesics/administration & dosage , Hypotension/chemically induced , Ketamine/administration & dosage
2.
Rev. bras. anestesiol ; 70(6): 605-612, Nov.-Dec. 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1155767

ABSTRACT

Abstract Background and objectives Preoperative use of flurbiprofen axetil (FA) is extensively adopted to modulate the effects of analgesia. However, the relationship between FA and sedation agents remains unclear. In this study, we aimed to investigate the effects of different doses of FA on the median Effective Concentration (EC50) of propofol. Methods Ninety-six patients (ASA I or II, aged 18-65 years) were randomly assigned into one of four groups in a 1:1:1:1 ratio. Group A (control group) received 10 mL of Intralipid, and groups B, C and D received 0.5 mg.kg−1, 0.75 mg.kg−1 and 1 mg.kg−1 of FA, respectively, 10 minutes before induction. The depth of anesthesia was measured by the Bispectral Index (BIS). The "up-and-down" method was used to calculate the EC50 of propofol. During the equilibration period, if BIS ≤ 50 (or BIS > 50), the next patient would receive a 0.5 µg.mL−1-lower (or -higher) propofol Target-Controlled Infusion (TCI) concentration. The hemodynamic data were recorded at baseline, 10 minutes after FA administration, after induction, after intubation and 15 minutes after intubation. Results The EC50 of propofol was lower in Group C (2.32 µg.mL−1, 95% Confidence Interval [95% CI] 1.85-2.75) and D (2.39 µg.mL−1, 95% CI 1.91-2.67) than in Group A (2.96 µg.mL−1, 95% CI 2.55-3.33) (p = 0.023, p = 0.048, respectively). There were no significant differences in the EC50 between Group B (2.53 µg.mL−1, 95% CI 2.33-2.71) and Group A (p > 0.05). There were no significant differences in Heart Rate (HR) among groups A, B and C. The HR was significantly lower in Group D than in Group A after intubation (66 ± 6 vs. 80 ± 10 bpm, p < 0.01) and 15 minutes after intubation (61 ± 4 vs. 70 ± 8 bpm, p < 0.01). There were no significant differences among the four groups in Mean Arterial Pressure (MAP) at any time point. The MAP of the four groups was significantly lower after induction, after intubation, and 15 minutes after intubation than at baseline (p < 0.05). Conclusion High-dose FA (0.75 mg.kg−1 or 1 mg.kg−1) reduces the EC50 of propofol, and 1 mg.kg−1 FA reduces the HR for adequate anesthesia in unstimulated patients. Although this result should be investigated in cases of surgical stimulation, we suggest that FA pre-administration may reduce the propofol requirement when the depth of anesthesia is measured by BIS.


Resumo Justificativa e objetivos A administração pré‐operatória de Flurbiprofeno Axetil (FA) é amplamente usada para a modulação da analgesia. No entanto, a relação entre FA e fármacos sedativos permanece obscura. Neste estudo, nosso objetivo foi investigar os efeitos de diferentes doses de FA na Concentração Efetiva mediana (CE50) do propofol. Métodos Noventa e seis pacientes (ASA I ou II, com idades de 18-65 anos) foram alocados aleatoriamente em quatro grupos na proporção de 1:1:1:1. Dez minutos antes da indução, o Grupo A (grupo controle) recebeu 10 mL de Intralipid, enquanto os grupos B, C e D receberam FA na dose de 0,5 mg.kg‐1; 0,75 mg.kg‐1 e 1 mg.kg‐1, respectivamente. A profundidade da anestesia foi medida pelo Índice Bispectral (BIS). O método up‐and‐down foi usado para calcular a CE50 do propofol. Durante o período de equilíbrio, se o valor do BIS fosse ≤ 50 ou BIS > 50, o próximo paciente tinha a infusão de propofol ajustada para uma concentração alvo‐controlada 0,5 µg.mL‐1 inferior ou superior, respectivamente. Os dados hemodinâmicos foram registrados no início do estudo, 10 minutos após a administração de FA, após a indução, após a intubação e 15 minutos após a intubação. Resultados A CE50 do propofol foi menor no Grupo C (2,32 µg.mL‐1, Intervalo de Confiança de 95% [95% IC] 1,85-2,75) e D (2,39 µg.mL‐1, 95% IC 1,91-2,67) do que no Grupo A (2,96 µg.mL‐1; 95% IC 2,55-3,33) (p = 0,023, p = 0,048, respectivamente). Não houve diferenças significantes na CE50 entre o Grupo B (2,53 µg.mL‐1, 95% IC 2,33-2,71) e o Grupo A (p > 0,05). Não houve diferenças significantes na Frequência Cardíaca (FC) entre os grupos A, B e C. A FC foi significantemente menor no grupo D do que no grupo A após a intubação (66 ± 6 vs. 80 ± 10 bpm, p < 0,01) e 15 minutos após a intubação (61 ± 4 vs. 70 ± 8 bpm, p < 0,01). Não houve diferenças significantes entre os quatro grupos na Pressão Arterial Média (PAM) em qualquer momento. A PAM dos quatro grupos foi significantemente menor após a indução, após a intubação e 15 minutos após a intubação do que na linha de base (p < 0,05). Conclusão FA em altas doses (0,75 mg.kg‐1 ou 1 mg.kg‐1) reduz a CE50 do propofol, e 1 mg.kg‐1 de FA reduz a FC durante níveis adequados de anestesia em pacientes não estimulados. Embora esse resultado deva ser investigado na presença de estimulação cirúrgica, sugerimos que a pré‐administração de FA pode reduzir a necessidade de propofol durante anestesia cuja profundidade seja monitorada pelo BIS.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Aged , Young Adult , Propofol/administration & dosage , Anti-Inflammatory Agents, Non-Steroidal/administration & dosage , Flurbiprofen/analogs & derivatives , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Anesthesia , Pain, Postoperative/prevention & control , Phospholipids/administration & dosage , Blood Pressure/drug effects , Soybean Oil/administration & dosage , Drug Administration Schedule , Confidence Intervals , Flurbiprofen/administration & dosage , Elective Surgical Procedures , Electroencephalography/drug effects , Emulsions/administration & dosage , Fat Emulsions, Intravenous/administration & dosage , Remifentanil/administration & dosage , Heart Rate/drug effects , Analgesics, Opioid , Middle Aged
3.
Rev. bras. ter. intensiva ; 32(3): 433-438, jul.-set. 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1138510

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Descrever o uso do bloqueio neuromuscular e de outras práticas entre os médicos brasileiros atuantes em unidades de terapia intensiva para pacientes adultos. Métodos: Um levantamento nacional on-line foi aplicado a intensivistas brasileiros. As questões foram selecionadas utilizando o método Delphi e avaliavam os dados demográficos dos médicos, as características da unidade de terapia intensiva, as práticas relativas ao manuseio das vias aéreas e o uso de bloqueio neuromuscular e sedação durante a intubação endotraqueal na unidade de terapia intensiva. Como desfecho secundário, aplicamos uma análise multivariada para avaliar fatores associados com o uso do bloqueio neuromuscular. Resultados: Responderam ao questionário 565 intensivistas de todas as regiões do país. A maioria dos que responderam era homens (65%), com média de idade de 38 ± 8,4 anos, e 58,5% dos participantes tinham título de especialista em terapia intensiva. Apenas 40,7% dos intensivistas relataram o uso de bloqueio neuromuscular durante todas ou em mais de 75% das intubações endotraqueais. Na análise multivariada, o número de intubações realizadas por mês e a especialização do médico em anestesiologia se associaram diretamente com o uso frequente de bloqueio neuromuscular. Etomidato e cetamina foram utilizados mais comumente na situação clínica de hipotensão e choque, enquanto propofol e midazolam foram mais comumente prescritos em situações de estabilidade hemodinâmica. Conclusão: O relato de uso de bloqueio neuromuscular foi baixo entre intensivistas, e os fármacos sedativos foram escolhidos segundo a estabilidade hemodinâmica do paciente. Estes resultados podem ajudar no delineamento de futuros estudos relativos ao manuseio das vias aéreas no Brasil.


Abstract Objective: To describe the use of neuromuscular blockade as well as other practices among Brazilian physicians in adult intensive care units. Methods: An online national survey was designed and administered to Brazilian intensivists. Questions were selected using the Delphi method and assessed physicians' demographic data, intensive care unit characteristics, practices regarding airway management, use of neuromuscular blockade and sedation during endotracheal intubation in the intensive care unit. As a secondary outcome, we applied a multivariate analysis to evaluate factors associated with the use of neuromuscular blockade. Results: Five hundred sixty-five intensivists from all Brazilian regions responded to the questionnaire. The majority of respondents were male (65%), with a mean age of 38 ( 8.4 years, and 58.5% had a board certification in critical care. Only 40.7% of the intensivists reported the use of neuromuscular blockade during all or in more than 75% of endotracheal intubations. In the multivariate analysis, the number of intubations performed monthly and physician specialization in anesthesiology were directly associated with frequent use of neuromuscular blockade. Etomidate and ketamine were more commonly used in the clinical situation of hypotension and shock, while propofol and midazolam were more commonly prescribed in the situation of clinical stability. Conclusion: The reported use of neuromuscular blockade was low among intensivists, and sedative drugs were chosen in accordance with patient hemodynamic stability. These results may help the design of future studies regarding airway management in Brazil.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Neuromuscular Blockade/methods , Airway Management/methods , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Intubation, Intratracheal/methods , Brazil , Surveys and Questionnaires , Critical Care/methods , Intensive Care Units
4.
Rev. bras. anestesiol ; 70(3): 262-270, May-June 2020. tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1137186

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: Sedation for endoscopic procedures aims to provide high quality sedation, lower risks, short recovery time, superior recovery quality and absence of side effects, seeking high patient level of satisfaction. The goal of the study was to assess administration of remifentanil combined with propofol regarding the effects of the drug association during sedation and recovery for patients submitted to upper gastrointestinal diagnostic endoscopy. Method: One hundred and five patients were assessed, randomly divided into three groups of 35 patients. The Control Group was sedated with propofol alone. Study Group 1 was sedated with a fixed dose of 0.2 µg.kg−1 remifentanil combined with propofol. Study Group 2 was sedated with 0.3 µg.kg−1 remifentanil combined with propofol. We assessed the quality of sedation, hemodynamic parameters, incidence of significant hypoxemia, time for spontaneous eye opening, post-anesthetic recovery time, quality of post-anesthetic recovery, presence of side effects and patient satisfaction. Results: Study Group 1 showed better quality of sedation. The groups in which remifentanil was administered combined with propofol showed shorter eye-opening time and shorter post-anesthetic recovery time compared to the control group. The three groups presented hemodynamic changes at some of the moments assessed. The incidence of significant hypoxemia, the quality of post-anesthetic recovery, the incidence of side effects and patient satisfaction were similar in the three groups. Conclusions: The combination of propofol with remifentanil at a dose of 0.2 µg.kg−1 was effective in improving the quality of sedation, and at doses of 0.2 µg.kg−1 and 0.3 µg.kg−1 reduced the time to spontaneous eye opening and post-anesthetic recovery in comparison to sedation with propofol administered alone.


Resumo Justificativa e objetivos: A sedação para procedimentos endoscópicos pretende fornecer boa qualidade de sono, menores riscos, tempo de recuperação mais curto, qualidade de recuperação superior e ausência de efeitos colaterais, buscando um elevado nível de satisfação dos pacientes. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da associação do remifentanil ao propofol e seus efeitos durante a sedação e a recuperação em exames de endoscopia digestiva alta diagnóstica. Método: Foram avaliados 105, divididos aleatoriamente em três grupos de 35 pacientes. O Grupo Controle foi sedado apenas com o uso de propofol, o Grupo de Estudo 1 foi sedado com uso de remifentanil em dose fixa de 0,2 µg.Kg-1 associado ao propofol. E o Grupo de Estudo 2 foi sedado com o uso de remifentanil em dose fixa de 0,3 µg.Kg-1 associado ao propofol. Foram avaliadas a qualidade da sedação, comportamento hemodinâmico, incidência de hipoxemia significativa, tempo para abertura ocular espontânea, tempo de recuperação pós-anestésica, qualidade da recuperação pós-anestésica, presença de efeitos colaterais e satisfação do paciente. Resultado: O Grupo de Estudo 1 apresentou melhor qualidade de sedação. Os grupos em que se associou o remifentanil apresentaram tempo para abertura ocular e tempo de recuperação anestésica mais curtos em relação ao grupo controle. Os três grupos apresentaram alterações hemodinâmicas em algum dos momentos avaliados. A incidência de hipoxemia significativa, a qualidade da recuperação pós-anestésica, a incidência de efeitos colaterais e a satisfação dos pacientes foram similares nos três grupos. Conclusão: Conclui-se que a associação do remifentanil na dose de 0,2 µg.kg-1 mostrou-se efetivo na melhora da qualidade da sedação, e nas doses 0,2 µg.kg-1 e de 0,3 µg.kg-1 reduziu o tempo de abertura ocular espontânea e o tempo de recuperação pós-anestésica dos pacientes em relação a sedação apenas com propofol.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Young Adult , Propofol/administration & dosage , Endoscopy, Digestive System , Deep Sedation , Remifentanil/administration & dosage , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Anesthesia Recovery Period , Double-Blind Method , Drug Combinations , Middle Aged
5.
Rev. otorrinolaringol. cir. cabeza cuello ; 80(2): 137-146, jun. 2020. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1115828

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: La planificación de cirugías para el manejo del síndrome de apneahipopnea obstructiva del sueño (SAHOS) ha incrementado su precisión desde la introducción de la endoscopía del sueño inducido por fármacos (DISE). OBJETIVO: Evaluar la técnica de faringoplastía de reposición con suturas barbadas (BRP) para el colapso velofaríngeo y/o de paredes laterales orofaríngeas evaluado mediante DISE en pacientes con SAHOS. MATERIAL Y MÉTODO: Ochenta y ocho pacientes fueron evaluados para cirugía mediante antropometría, escala de somnolencia de Epworth (ESS) y poligrafía respiratoria. Veinte y seis de 88 pacientes fueron seleccionados. De los 26, 14 accedieron al tratamiento quirúrgico, el que se seleccionó en base a la DISE. En todos los casos, se realizó BRP. RESULTADOS: A los 3 meses de la cirugía hubo mejoría en 10/14 pacientes (criterios de Sher, disminución del índice de apnea-hipoapnea a <20 o 50% del basal). La ESS bajó en promedio de 12 a 5 puntos (p <0,05). No se reportaron incidentes en el posoperatorio y no han ocurrido eventos adversos. CONCLUSIÓN: La técnica de BRP es una técnica sencilla y útil para la expansión anterior y lateral del paladar blando y orofaringe, con una tasa de éxito similar en esta cohorte a la reportada internacionalmente.


INTRODUCTION: Surgical planning for the management of obstructive sleep apneahypopnea syndrome (OSAHS) has changed since the introduction of drug induced sleep endoscopy (DISE). AIM: To evaluate the technique of barbed sutures reposition pharyngoplasty (BRP) for velopharyngeal collapse and/or oropharyngeal lateral walls after DISE evaluation in OSAHS patients. MATERIAL AND METHOD: 88 patients were evaluated for surgery by anthropometry, Epworth sleepiness scale (ESS) and respiratory polygraphy. 26 of 88 patients were selected. Of the 26, 14 agreed to surgical treatment, which was selected on DISE findings. In all cases, BRP was performed. RESULTS: Three months after surgery there was improvement in 10/14 patients (Sher criteria, apnea-hypopnea index reduction at <20 or 50% of baseline). The ESS improved on average 12 to 5 (p <0.05). No incidents were reported in the post-operative period and no adverse events were reported. CONCLUSION: The BRP technique is a simple and useful technique for the anterior and lateral expansion of the soft palate and oropharynx, with a similar success rate in this cohort to that internationally reported.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Pharynx/surgery , Suture Techniques , Sleep Apnea, Obstructive/surgery , Endoscopy/methods , Velopharyngeal Insufficiency/surgery , Body Mass Index , Anthropometry , Sleep Apnea, Obstructive/diagnosis , Sleepiness , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage
7.
Rev. bras. anestesiol ; 69(5): 469-476, Sept.-Oct. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1057463

ABSTRACT

Abstract Objectives: Emergence agitation is a negative behavior commonly recorded after pediatric tonsillectomy. We investigated the efficacy of preoperative premedication with oral transmucosal buccal dexmedetomidine on the incidence and severity of emergence agitation in preschool children undergoing tonsillectomy under sevoflurane anesthesia. Methods: Ninety patients aged (3-6 years), ASA I‒II were enrolled into three groups (n = 30) to receive oral transmucosal dexmedetomidine 0.5 µg.kg-1 (Group DEX I), 1 µg.kg-1 (Group DEX II) or saline placebo (Group C). Our primary endpoint was the Watcha agitation score at emergence in PACU. Secondary outcomes were preoperative sedation score, intraoperative hemodynamics, postoperative Objective Pain Scale (OPS) and adverse effects. Results: The patients' demographics, preoperative sedation scores and extubation time showed no difference between groups. Significant differences between groups in incidence and frequency distribution of each grade of Watcha score were evident at 5 minutes (p= 0.007), 10 minutes (p= 0.034), 30 minutes (p= 0.022), 45 minutes (p= 0.034) and 60 minutes (p= 0.026), postoperatively with significant differences between DEX I and II groups. DEX groups showed lower OPS scores at 5 minutes (p= 0.011), 10 minutes (p= 0.037) and 30 minutes (p= 0.044) after arrival at PACU, with no difference between DEX I and II groups. Patients in DEX II group exhibited lower intraoperative mean heart rate at 15 min (p= 0.020), and lower mean arterial pressure at 30 minutes, (p= 0.040), 45 minutes (p= 0.002) and 60 minutes (p= 0.006) with no significant differences between groups in other time points. Conclusion: This study demonstrates the clinical advantage and the simple technique of oral transmucosal DEX premedication for emergence agitation in preschool children undergoing tonsillectomy under sevoflurane anesthesia compared with saline placebo. Trial registration Clinical Trials.gov trial registry: NCT02720705.


Resumo Objetivos: A agitação ao despertar da anestesia é um comportamento negativo comumente registrado após amigdalectomia pediátrica. Avaliamos a eficácia da pré-medicação com dexmedetomidina via transmucosa oral no pré-operatório sobre a incidência e gravidade da agitação ao despertar em crianças pré-escolares submetidas à amigdalectomia sob anestesia com sevoflurano. Métodos: Noventa pacientes entre três e seis anos e estado físico ASA I-II foram incluídos em três grupos (n = 30) para receber 0,5 µg.kg-1 ou 1 µg.kg-1 de dexmedetomidina via transmucosa oral (Grupo DEX I e Grupo DEX II, respectivamente) ou solução salina (Grupo C). O desfecho primário foi o escore de agitação ao despertar medido com a escala de Watcha na SRPA. Os desfechos secundários foram escore de sedação pré-operatória, hemodinâmica intraoperatória, escore OPS (Objective Pain Scale) e efeitos adversos no pós-operatório. Resultados: A demografia dos pacientes, os escores de sedação pré-operatória e o tempo de extubação não apresentaram diferença entre os grupos. Diferenças significativas entre os grupos na distribuição da incidência e frequência de cada grau do escore de Watcha foram evidentes aos 5 minutos (p = 0,007), 10 minutos (p = 0,034), 30 minutos (p = 0,022), 45 minutos (p = 0,034) e 60 minutos (p = 0,026) no pós-operatório, com diferenças significativas entre os grupos DEX I e II. Os grupos DEX apresentaram escores OPS mais baixos aos 5 minutos (p = 0,011), 10 minutos (p = 0,037) e 30 minutos (p = 0,044) após a chegada à SRPA, sem diferença entre os grupos DEX I e II. Os pacientes do grupo DEX II apresentaram menor frequência cardíaca média aos 15 minutos de intraoperatório (p = 0,020) e menor pressão arterial média aos 30 minutos, (p = 0,040), 45 minutos (p = 0,002) e 60 minutos (p = 0,006), sem diferenças significativas entre os grupos em outros momentos. Conclusão: Este estudo demonstra a vantagem clínica e a técnica simples da pré-medicação com DEX por via transmucosa oral para agitação ao despertar em crianças pré-escolares submetidas à amigdalectomia sob anestesia com sevoflurano, comparado à solução salina. Registro do estudo: Clinical Trials.gov trial registry: NCT02720705.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child, Preschool , Child , Tonsillectomy , Dexmedetomidine/administration & dosage , Emergence Delirium/prevention & control , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Administration, Buccal , Single-Blind Method , Mouth Mucosa
8.
Ciênc. Saúde Colet ; 24(8): 3129-3140, ago. 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1011862

ABSTRACT

Resumo O objetivo do estudo é estimar a prevalência do uso de clonazepam no Estado do Rio de Janeiro (RJ). Estudo ecológico e descritivo do consumo de clonazepam (2009-2013), com dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados da Anvisa. O consumo foi medido pela Dose Diária Definida, com indicadores por população total e com 18 anos e mais utilizando a DDD padronizada de 8mg (anticonvulsivante) e a de 1mg (hipnosedativo). Os Municípios da Região Metropolitana foram agrupados segundo os Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) e de GINI, submetidos à análise de conglomerados e apresentados segundo o consumo de clonazepam. No Estado do RJ, o consumo entre 2009 e 2013 aumentou de 0,35 para 1,97 DDD/1000 habitantes. Os valores são maiores para os indivíduos acima de 18 anos. Empregando-se 1mg ao invés de 8mg, chega-se a 21 DDD/1000 habitantes acima de 18 anos, em 2013. Rio de Janeiro e Niterói, com os maiores IDH, apresentaram em 2013 os maiores consumos, 3,38 e 4,52 DDD, respectivamente. Os dados sugerem que até 2% da população adulta é usuária de clonazepam, possivelmente como hipnosedativo. Deve-se atentar para o uso ampliado e fora de indicações terapêuticas, dados o potencial de abuso e as reações adversas ao clonazepam.


Abstract This descriptive, ecological study of clonazepam consumption in Rio de Janeiro State (RJ) estimated use prevalence from 2009 to 2013 using data from the National Controlled Product Management System operated by Brazil's health surveillance agency, Anvisa. Consumption was measured by total population and by population over 18 years old, using the standardised Daily Defined Doses of 8 mg (anticonvulsant) and 1 mg (sedative-hypnotic). The municipalities of the Rio de Janeiro Metropolitan Region were grouped by Human Development Index (HDI) and GINI index, subjected to cluster analysis and ranked by clonazepam consumption. From 2009 to 2013, consumption in the state rose from 0.35 to 1.97 DDD/1000 population, but the figures are higher for individuals over 18 years of age. A DDD of 1 mg instead of 8mg returns consumption in 2013 of 21 DDD/1000 population over 18 years of age. Consumption in 2013 was highest - 3.38 and 4.52 DDD, respectively - in Rio de Janeiro and Niterói, which have the highest HDIs. This suggests that up to 2% of the adult population uses clonazepam, possibly as a sedative-hypnotic. This broad use and use outside therapeutic indications deserves attention, given clonazepam's potential for abuse and adverse reactions.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Practice Patterns, Physicians'/trends , Clonazepam/administration & dosage , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Anticonvulsants/administration & dosage , Brazil , Cluster Analysis , Dose-Response Relationship, Drug
9.
Säo Paulo med. j ; 137(4): 305-311, July-Aug. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1043432

ABSTRACT

ABSTRACT BACKGROUND: Bispectral index (BIS) monitoring can positively affect cognitive performance through decreasing the use of sedative agents. We aimed to evaluate the effect of BIS monitoring on early cognitive performance among patients undergoing sedation for colonoscopy. DESIGN AND SETTING: Randomized, controlled trial in a university hospital. METHODS: 100 patients were randomized into two groups. In the monitored group (n = 50), the depth of anesthesia was monitored using the BIS, and BIS scores were maintained between 60 and 80. In the usual care group (n = 50), BIS monitoring was not performed. To determine the patients' baseline cognitive performance levels, the mini-mental state examination (MMSE), Trieger dot test (TDT) and clock drawing test (CDT) were used. The patients' post-procedure cognitive performance levels were determined when they were classified as ready for discharge. RESULTS: The total volume (mg) of propofol used [median (range) IQR] in the sedation procedure was lower in the monitored group [100 (50-200) 100-140] than in the usual care group [150 (75-200) 100-200] (P < 0.001). The discharge scores [mean (SD)] using MMSE and CDT were higher in the monitored group [26 (3) and 3 (1), respectively] than in the usual care group [23 (3) and 2 (1), respectively] (P = 0.002 and P = 0.002, respectively). The discharge scores using TDT [mean (SD)] were lower in the monitored group [11 (7)] than in the usual care group [15 (11)] (P = 0.033). CONCLUSION: BIS monitoring among sedated patients was associated with lower propofol use and smaller decline in cognitive performance. CLINICAL TRIAL REGISTRATION: This trial was registered in the Australian New Zealand Clinical Trial Registry (ACTRN12617000134325).


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , Aged , Young Adult , Midazolam/administration & dosage , Propofol/administration & dosage , Colonoscopy/methods , Cognition/drug effects , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Monitoring, Physiologic/methods , Anesthesia Recovery Period , Patient Satisfaction , Electroencephalography
10.
Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.) ; 85(3): 379-387, May-June 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1011633

ABSTRACT

Abstract Introduction: There is no consensus on a single classification system for the obstructive findings in drug-induced sleep endoscopy. Previous classification systems have neglected to address the upper retropalatal obstruction, the segmental division of the lateral pharyngeal wall and the primary or secondary nature of laryngeal collapse. Objective: To propose, illustrate and evaluate a more comprehensive and yet simple classification for drug-induced sleep endoscopy findings. Methods: Cross sectional study in a tertiary sleep surgery unit. A total of 30 patients with obstructive sleep apnea underwent drug-induced sleep endoscopy according to a new classification system called LwPTL, and its findings were analyzed according to obstructive sleep apnea severity and body mass index. LwPTL incorporates the description of upper retropalatal collapse, distinguishes the lateral pharyngeal wall collapse into three levels and clarify when laryngeal collapses are primary or secondary. Results: 93.3% of the patients presented lateral pharyngeal wall collapse, usually at the level of the velum (73.3%). 80% presented multilevel collapse. Regarding the upper retropalatal region, LwPTL identified 10% of the cases presenting lateral salpingopharyngeal obstruction and 6.6% with high palatal collapse. 3.3% presented epiglottic collapse. Patients presenting lower levels of collapse, either from the lateral wall and/or tongue and/or larynx, represented 30% of the cases and had significantly more severe obstructive sleep apnea, without significant differences in body mass indexes. Conclusion: LwPTL seems a simple and straightforward staging system for classifying drug-induced sleep endoscopy, distinguishing the important upper retopalatal obstruction and the primary and secondary laryngeal collapses, providing more information for appropriate treatment selection.


Resumo Introdução: Não há consenso sobre um sistema único de classificação para os achados obstrutivos da endoscopia do sono induzido por drogas. Os sistemas de classificação anteriores negligenciaram a abordagem da obstrução retropalatal alta, a divisão segmentar da parede lateral da faringe e a natureza primária ou secundária do colapso laríngeo. Objetivo: Propor, ilustrar e avaliar uma classificação mais abrangente e simples para os achados da endoscopia do sono induzido por drogas. Método: Estudo transversal em uma unidade terciária de cirurgia do sono. Foram submetidos à endoscopia do sono induzido por drogas 30 pacientes com apneia obstrutiva do sono, de acordo com um novo sistema de classificação denominado LwPTL, e seus achados foram analisados de acordo com a gravidade da apneia obstrutiva do sono e índice de massa corpórea. O LwPTL incorpora a descrição do colapso retropalatal alto, distingue o colapso da parede faríngea lateral em três níveis e esclarece quando os colapsos laríngeos são primários ou secundários. Resultados: Apresentaram colapso da parede faríngea lateral 93,3% dos pacientes, geralmente no nível do palato mole (73,3%). Em 80% dos pacientes o colapso foi multinível. Em relação à região retropalatal alta, o LwPTL identificou 10% dos casos com obstrução salpingo-faríngea lateral e 6,6% com colapso alto do palato. Em 3,3% ocorreu colapso epiglótico. Pacientes com colapso em regiões baixas, tanto da parede lateral e/ou língua como e/ou laringe, representaram 30% dos casos e apresentaram apneia obstrutiva do sono significativamente mais grave, sem diferenças significantes no índice de massa corpórea. Conclusão: O LwPTL parece um sistema de estadiamento simples e direto para classificar os achados da endoscopia do sono induzido por drogas, distingue a importante obstrução retropalatal alta e os colapsos laríngeos primários e secundários, fornece mais informações para uma seleção adequada do tratamento.


Subject(s)
Humans , Pharynx/physiopathology , Sleep Apnea, Obstructive/physiopathology , Airway Obstruction/physiopathology , Endoscopy/methods , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Pharynx/diagnostic imaging , Severity of Illness Index , Cross-Sectional Studies , Polysomnography/methods , Sleep Apnea, Obstructive/diagnostic imaging , Airway Obstruction/diagnostic imaging
11.
Rev. bras. ter. intensiva ; 31(1): 15-20, jan.-mar. 2019. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1003626

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Descrever a incidência de eventos clínicos e não clínicos durante o transporte intra-hospitalar de pacientes críticos e analisar os fatores de risco associados. Métodos: Estudo de coorte, com coleta retrospectiva, no período de outubro de 2016 a outubro de 2017, tendo sido analisados todos os transportes intra-hospitalares para fins diagnósticos e terapêuticos em hospital de grande porte, que contava com seis unidades de terapia intensiva adulto, sendo avaliados os eventos adversos e os fatores de risco relacionados. Resultados: No período, foram realizados 1.559 transportes intra-hospitalares, em 1.348 pacientes, com média de idade de 66 ± 17 anos, tempo médio de transporte de 43 ± 34 minutos. Durante o transporte, 19,8% dos pacientes estavam em uso de drogas vasoativas; 13,7% em uso de sedativos e 10,6% estavam sob ventilação mecânica. Eventos clínicos ocorreram em 117 transportes (7,5%) e não clínicos em 125 transportes (8,0%). Falhas de comunicação foram prevalentes, no entanto, aplicando-se análise multivariada, uso de sedativos, noradrenalina e nitroprussiato, e o tempo de transporte maior que 36,5 minutos estiveram associados a eventos adversos clínicos. Uso de dobutamina e tempo de transporte superior a 36,5 minutos estiveram associados a eventos não clínicos. Ao final do transporte, 98,1% dos pacientes apresentaram condições clínicas inalteradas em relação ao seu estado basal. Conclusão: Transportes intra-hospitalares estão relacionados à alta incidência de eventos adversos; o tempo de transporte e a utilização de sedativos e drogas vasoativas estiveram relacionados a esses eventos.


ABSTRACT Objective: To describe the incidence of clinical and non-clinical events during intrahospital transport of critically ill patients and to analyze the associated risk factors. Methods: Cohort study with retrospective data collected from October 2016 to October 2017. All cases of intrahospital transport for diagnostic and therapeutic purposes in a large hospital with six adult intensive care units were analyzed, and the adverse events and related risk factors were evaluated. Results: During the study period, 1,559 intrahospital transports were performed with 1,348 patients, with a mean age of 66 ± 17 years and a mean transport time of 43 ± 34 minutes. During transport, 19.8% of the patients were using vasoactive drugs; 13.7% were under sedation; and 10.6% were under mechanical ventilation. Clinical events occurred in 117 transports (7.5%), and non-clinical events occurred in 125 (8.0%) transports. Communication failures were prevalent; however, the multivariate analysis showed that the use of sedatives, noradrenaline and nitroprusside and a transport time greater than 36.5 minutes were associated with adverse clinical events. The use of dobutamine and a transport time greater than 36.5 minutes were associated with non-clinical events. At the end of transport, 98.1% of the patients presented unchanged clinical conditions compared with baseline. Conclusion: Intrahospital transport is related to a high incidence of adverse events, and transport time and the use of sedatives and vasoactive drugs were related to these events.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Aged , Aged, 80 and over , Transportation of Patients/methods , Critical Illness , Intensive Care Units , Respiration, Artificial/adverse effects , Respiration, Artificial/statistics & numerical data , Time Factors , Nitroprusside/administration & dosage , Nitroprusside/adverse effects , Norepinephrine/administration & dosage , Norepinephrine/adverse effects , Multivariate Analysis , Retrospective Studies , Risk Factors , Cohort Studies , Hospitals , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Hypnotics and Sedatives/adverse effects , Middle Aged
12.
Braz. J. Pharm. Sci. (Online) ; 55: e17351, 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1019534

ABSTRACT

This study was done to determine the time while the binary admixtures with midazolam and haloperidol drugs are administered by perfusion to the patients in the clinical routine. Samples with different concentrations of both drugs were prepared following the usual clinical practice. Solvents used were 0.9 % sodium chloride solution and 5% dextrose, and viaflo plastic bags were used as the containers of the admixtures. Samples were not protected from light and were stored at 20 ºC or at 4 ºC. Compatibility and physicochemical stability were studied by visual inspection, turbidity measurement, pH determination and ultraviolet detection high performance liquid chromatography (UV-HPLC) was used to determine midazolam and haloperidol concentrations. The assay was validated following the FDA and EMA guidelines. Darunavir was used as internal standard (IS). For the studied admixtures, turbidity measurements and pH determinations showed little changes in function of the time. Haloperidol and midazolam concentrations determined by HPLC are within the acceptable range of drug concentrations, which are considered stable for four days in case of admixtures stored at 20 ºC and for seven days for refrigerated admixtures. Taking into account the microbiological risk matrix, the compatibility and the chemical and microbiological stability of the midazolam and haloperidol in the co-administered admixtures in viaflo plastic bags with 0.9 % sodium chloride solution and 5% dextrose can be set as 48 hours when samples are stored at 20 ºC and one week if they are refrigerated.


Subject(s)
Midazolam/pharmacology , Haloperidol/pharmacology , Chromatography, High Pressure Liquid/methods , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage
13.
J. Health NPEPS ; 3(2): 583-600, Julho-Dezembro. 2018.
Article in Spanish | LILACS, BDENF | ID: biblio-981437

ABSTRACT

Objetivo: realizar una revisión sistemática de la literatura para identificar los estudios que reportan la frecuencia del consumo drogas médicas, medicamentos de venta libre y alcohol, así como el consumo combinado de estas sustancias en los adultos mayores. Método: se utilizó como guía la Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses, se identificaron 4,881 artículos a través de las bases de datos y tres artículos en el buscador google scholar, se eligieron doce estudios ya que cumplieron con los criterios de elegibilidad y por su calidad metodológica. Resultados: la revisión de la literatura permitió identificar que las drogas médicas más utilizadas fueron los benzodiacepinas, los sedantes, los antidepresivos y los psicotrópicos, los medicamentos de venta libre más usados fueron los analgésicos, laxantes, antiácidos y antihistamínicos; la combinación con el alcohol son prácticas observadas entre los adultos mayores. Conclusión: las drogas médicas y medicamentos de venta libre son consumidas para tratar los trastornos del sueño, depresión, ansiedad y estrés; con relación al alcohol entre el 20.3% y el 57.1% de los adultos mayores lo consumen; la combinación de alcohol y drogas médicas se observó entre el 9.3% y el 18.1%.(AU)


Objective: to perform a systematic review of the literature to identify the studies that report the frequency of consumption of medical drugs, over-the-counter medications and alcohol, as well as the combined use of these substances in the elderly. Method: the Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyzes were used as a guide, 4,881 items through the databases and three items in the search google scholar were identified, twelve studies were chosen as they met the eligibility criteria and their methodological quality. Results: the literature review allowed us to identify that the most used medical drugs were benzodiazepines, sedatives, antidepressants and psychotropic drugs, the most used over-the-counter medications were analgesics, laxatives, antacids and antihistamines; the combination with alcohol are practices observed among the elderly. Conclusion: medical drugs and over-the-counter medications are consumed to treat sleep disorders, depression, anxiety and stress; in relation to alcohol between 20.3% and 57.1% of the elderly consume it; the combination of alcohol and medical drugs was observed between 9.3% and 18.1%.(AU)


Objetivo: realizar uma revisão sistemática da literatura para identificar os estudos que revelam a frequência do consumo de drogas médicas, medicamentos de venda livre e álcool, assim como o consumo combinado dessas substâncias em idosos. Método: foi utilizada como guia a Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and MetaAnalyses, foram identificados 4,881 artigos através das bases de dados e três artigos no Navegador Google Scholar, foram selecionados doze exames já que cumpriram com os critérios de elegibilidade e pela sua qualidade metodológica. Resultados: a revisão da literatura permitiu identificar que as drogas médicas mais utilizadas foram as benzodiazepínicas, sedativos, antidepressivos e os psicotrópicos. Os medicamentos de venda livre mais usados foram os analgésicos, laxantes, antiácidos e anti-histamínicos. A combinação com o álcool é um comportamento observado nos idosos. Conclusão: as drogas médicas e medicamentos de venda livre são consumidos para o tratamento dos distúrbios do sono, depressão, ansiedade e estresse. Com relação ao álcool, entre 20.3% e 57.1% das pessoas idosas o consomem. A combinação de álcool e drogas médicas foi observada entre 9.3% e 18.1%.(AU)


Subject(s)
Humans , Alcohol Drinking/adverse effects , Health of the Elderly , Drug Utilization/statistics & numerical data , Psychotropic Drugs/administration & dosage , Anti-Anxiety Agents/administration & dosage , Benzodiazepines/administration & dosage , Laxatives/administration & dosage , Histamine Antagonists/administration & dosage , Analgesics/administration & dosage , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Antacids/administration & dosage , Antidepressive Agents/administration & dosage , Narcotics/administration & dosage
14.
Rev. bras. anestesiol ; 68(6): 571-576, Nov.-Dec. 2018. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-977408

ABSTRACT

Abstract Background and objective: Emergence agitation is a postoperative negative behavior that affects mainly children. We studied the effect of two different doses of dexmedetomidine on the incidence and degree of EA in children undergoing strabismus surgery. Methods: 90 patients were allocated into three equal groups; patients received 0.5 µg.kg−1 of dexmedetomidine in high Dex group, 0.25 µg.kg−1 of dexmedetomidine in low Dex group, or normal saline in the placebo group. All drugs were received with the closure of the conjunctiva before the end of the surgery. Pediatric Anesthesia Emergence Delirium (PAED) scale was used to evaluate the agitation, and Face, Legs, Activity, Cry, Consolability (FLACC) scale was used for pain assessment. Adverse effects of dexmedetomidine and recovery times were recorded. Results: The incidence of agitation was significantly lower in high Dex group compared to other groups and it was significantly lower in low Dex group compared to placebo group. The median (range) of FLACC score was significantly lower in both Dex groups compared to placebo group. Recovery times; time from removal of laryngeal mask to eye opening and time stay in post anesthesia care unit was significantly longer in high Dex group compared to other groups. No significant bradycardia or hypotension was recorded. Recovery time was significantly longer in high Dex group compared to the other two groups. Conclusion: Dexmedetomidine (0.5 µg.kg−1) before emergence from general anesthesia resulted in a reduction in the incidence of emergence agitation compared to a dexmedetomidine (0.25 µg.kg−1) but on the expense of recovery times without adverse effects.


Resumo Justificativa e objetivo: A agitação ao despertar é um comportamento pós-operatório negativo que afeta principalmente as crianças. Avaliamos o efeito de duas doses diferentes de dexmedetomidina na incidência e no grau de agitação ao despertar em crianças submetidas à correção de estrabismo. Métodos: Noventa pacientes foram alocados em três grupos iguais: receberam 0,5 µg.kg−1 de dexmedetomidina (grupo Dex-alta), 0,25 µg.kg−1 de dexmedetomidina (grupo Dex-baixa) ou solução salina normal (grupo placebo). Todos os medicamentos foram administrados com o fechamento da conjuntiva antes do fim da cirurgia. A escala pediátrica de delírio ao despertar da anestesia (PAED - Pediatric Anesthesia Emergence Delirium) foi usada para avaliar a agitação e a escala dos padrões de face, pernas, atividade, choro e consolabilidade (FLACC - Face, Legs, Activity, Cry, Consolability) para avaliar a dor. Os efeitos adversos de dexmedetomidina e os tempos de recuperação foram registrados. Resultados: A incidência de agitação foi significativamente menor no grupo Dex-alta em comparação com os outros grupos, foi significativamente menor no grupo Dex-baixa em comparação com o grupo placebo. A mediana (variação) do escore FLACC foi significativamente menor em ambos os grupos Dex em comparação com o grupo placebo. O tempo de recuperação, o tempo transcorrido desde a remoção da máscara laríngea até a abertura dos olhos e o tempo de permanência na sala de recuperação pós-anestesia foram significativamente maiores no grupo Dex-alta em comparação com os outros grupos. Não houve registro de bradicardia ou hipotensão significativa. O tempo de recuperação foi significativamente maior no grupo Dex-alta em comparação com os outros dois grupos. Conclusão: Dexmedetomidina (0,5 µg.kg−1) antes do despertar da anestesia geral resultou em uma redução da incidência de agitação ao despertar em comparação com dexmedetomidina (0,25 µg.kg−1), mas em detrimento dos tempos de recuperação sem efeitos adversos.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child, Preschool , Postoperative Complications/prevention & control , Postoperative Complications/epidemiology , Psychomotor Agitation/prevention & control , Psychomotor Agitation/epidemiology , Dexmedetomidine/administration & dosage , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Strabismus/surgery , Double-Blind Method , Incidence
15.
Rev. bras. anestesiol ; 68(6): 597-604, Nov.-Dec. 2018. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-977404

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: Pediatric patients frequently require deep sedation or general anesthesia for colonoscopy. This study was designed to compare the sedative efficacy of remifentanil-ketamine combination with propofol-ketamine combination in children undergoing colonoscopy. Methods: Seventy patients, between 2 and 16 years of age, scheduled for diagnostic colonoscopy were randomly allocated into two groups. Remifentanil-ketamine group received intravenous ketamine 2 mg.kg−1 and remifentanil 0.25 µg.kg−1 combination, followed by 0.1 µg.kg−1.min−1 remifentanil infusion. Propofol-ketamine group received intravenous propofol 1 and 2 mg.kg−1 ketamine combination, followed by 1 mg.kg−1.h−1 propofol infusion. In the case of children discomfort (cry, movement, and cough), remifentanil 0.1 µg.kg−1 in the remifentanil-ketamine group or propofol 0.5 mg.kg−1 in the propofol-ketamine group were administered to improve children discomfort. Despite the therapy given above, if children still experience discomfort, 1 mg.kg−1 of ketamine was administered as a rescue drug, regardless of the group. Ramsay sedation score, hemodynamic variables, drug requirements, gastroenterologists' satisfaction, colonoscopy duration, recovery time, and side effects were recorded throughout the procedure and the recovery period. Results: The percentage of patients with a Ramsay sedation score of 4 or higher during the procedure was 73.5 and 37.1% in remifentanil-ketamine and propofol-ketamine groups, respectively (p = 0.02). Systolic and diastolic blood pressure variables were significantly higher only after induction in the remifentanil-ketamine group than in the propofol-ketamine group (p = 0.015). Conclusion: Coadministration of ketamine with either remifentanil or propofol effectively and safely provides sedation and analgesia in children undergoing colonoscopy. Sedation scores were significantly better in remifentanil-ketamine group than in propofol-ketamine group.


Resumo Justificativa e objetivos: Os pacientes pediátricos com frequência precisam de sedação profunda ou anestesia geral para colonoscopia. Este estudo foi desenhado para comparar a eficácia sedativa da combinação de remifentanil-cetamina e de propofol-cetamina em crianças submetidas à colonoscopia. Métodos: Setenta pacientes, entre 2-16 anos, programados para colonoscopia diagnóstica foram alocados randomicamente em dois grupos. O grupo remifentanil-cetamina recebeu a combinação de 2 mg.kg−1 de cetamina por via intravenosa e 0,25 µg.kg−1 de remifentanil; seguido de infusão de remifentanil (0,1 µg.kg−1.min−1). O grupo propofol-cetamina recebeu a combinação de 1 mg.kg−1 de propofol e 2 mg.kg−1 de cetamina; seguido de infusão de propofol (1 mg.kg−1.h−1). Em caso de desconforto das crianças (choro, movimento e tosse), remifentanil (0,1 µg.kg−1) seria administrado ao grupo remifentanil-cetamina ou propofol (0,5 mg.kg−1) ao grupo propofol-cetamina. A despeito da terapia acima citada, caso as crianças ainda sentissem desconforto, cetamina (1 mg.kg−1) seria administrada como fármaco de resgate, independentemente do grupo. Escore de sedação de Ramsay, variáveis hemodinâmicas, necessidade de medicamentos, satisfação dos gastroenterologistas, duração da colonoscopia, tempo de recuperação e efeitos colaterais foram registrados durante o procedimento e o período de recuperação. Resultados: O percentual de pacientes com escore 4 ou mais na escala de sedação de Ramsay durante o procedimento foi de 73,5% e 37,1% nos grupos remifentanil-cetamina e propofol-cetamina, respectivamente, (p = 0,02). As variáveis, pressão arterial sistólica e diastólica, foram significativamente maiores no grupo remifentanil-cetamina do que no grupo propofol-cetamina, mas somente após a indução (p = 0,015). Conclusão: A coadministração de cetamina com remifentanil ou propofol fornece sedação e analgesia de forma eficaz e segura em crianças submetidas à colonoscopia. Os escores de sedação foram significativamente melhores no grupo remifentanil-cetamina do que no grupo propofol-cetamina.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Propofol/administration & dosage , Colonoscopy , Deep Sedation/methods , Remifentanil/administration & dosage , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Ketamine/administration & dosage , Anesthetics, Dissociative/administration & dosage , Double-Blind Method , Prospective Studies , Drug Combinations
16.
Rev. bras. anestesiol ; 68(6): 564-570, Nov.-Dec. 2018. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-977391

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: Propofol is commonly employed as a hypnotic agent to perform electroconvulsive therapy, but it exhibits also anticonvulsant properties. The main objective was to study the effect of the weight-adjusted dose of propofol on duration of the electrical seizure. Secondary objectives were to study the effect of absolute dose of propofol on duration of electrical seizure, the effect of both absolute and weight-adjusted doses on values of bispectral index, and the influence of blood chemistry on anticonvulsant effect. Methods: After approval of the Institutional Review Board, a retrospective chart review was performed of all patients who underwent at least one electroconvulsive therapy session. Multiple lineal regression analysis adjusted for potential confounders was employed to explore the effect of propofol dosage on values of bispectral index and on duration of seizure; bivariate correlation analyses were previously performed to identify variables fulfilling confounding criteria, specifically values of Spearman's rho >0.10. Results of regression analysis were expressed as B coefficient with its 95% confident interval. Results: 76 patients received 631 acute phase sessions. Propofol showed a statistically significant negative effect on duration of seizure (specifically a reduction of 4.081 s for every mg.kg−1 of propofol; CI95%: −7906 to −0.255, p = 0.037) but not on bispectral index values. Slight anemia and hypoalbuminemia were very infrequent conditions, and the anticonvulsant effect was not influenced by these parameters. Conclusions: Propofol weight-adjusted dose is negatively related to duration of seizures. It should be carefully titrated when employed to perform electroconvulsive therapy.


Resumo Justificativa e objetivos: O propofol é comumente usado como agente hipnótico na terapia eletroconvulsiva, mas apresenta também propriedades anticonvulsivantes. O objetivo principal foi avaliar o efeito da dose de propofol ajustada ao peso na duração da convulsão elétrica. Os objetivos secundários foram avaliar o efeito da dose total de propofol na duração da convulsão elétrica, o efeito da dose tanto total quanto ajustada ao peso nos valores do índice bispectral e a influência da bioquímica do sangue no efeito anticonvulsivante. Métodos: Após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, foi feita uma revisão retrospectiva dos prontuários de todos os pacientes que fizeram pelo menos uma sessão de eletroconvulsoterapia. Análise de regressão linear múltipla ajustada para potenciais confundidores foi feita para explorar o efeito da dosagem de propofol sobre os valores do índice bispectral e a duração da convulsão; análises de correlação bivariada foram previamente feitas para identificar as variáveis que atendem aos critérios de confusão, especificamente valores de r de Spearman > 0,10. Os resultados da análise de regressão foram expressos como coeficiente B com intervalo de confiança de 95%. Resultados: Setenta e seis pacientes receberam 631 sessões de fase aguda. Propofol mostrou um efeito negativo estatisticamente significativo sobre a duração da convulsão (especificamente uma redução de 4,081 segundos para cada mg.kg−1 de propofol; IC de 95%: -7906 para -0,255, p = 0,037), mas não para os valores do índice bispectral. Anemia leve e hipoalbuminemia foram condições muito raras e o efeito anticonvulsivante não foi influenciado por esses parâmetros. Conclusões: A dose de propofol ajustada ao peso está negativamente relacionada com a duração das crises convulsivas, deve ser cuidadosamente titulada quando usada na terapia eletroconvulsiva.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Aged , Propofol/administration & dosage , Electroconvulsive Therapy , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Seizures , Time Factors , Blood Chemical Analysis , Body Weight , Retrospective Studies , Consciousness Monitors , Middle Aged
17.
Rev. bras. ter. intensiva ; 30(3): 294-300, jul.-set. 2018. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-977965

ABSTRACT

RESUMEN Objetivo: Determinar los factores de riesgo para fracaso en la extubación en la unidad de cuidados intensivos. Métodos: El presente estudio de casos y controles se llevó a cabo en la unidad de cuidados intensivos. Se tomó como casos a las extubaciones fallidas y como controles a las extubaciones exitosas. El fracaso de la extubación se definió como la reintubación dentro de las primeras 48 horas. Resultados: De un total de 956 pacientes que fueron admitidos en la unidad de cuidados intensivos, 826 fueron sometidos a ventilación mecánica (86%). Se presentaron 30 extubaciones fallidas y 120 extubaciones exitosas. La proporción de extubaciones fallidas fue de 5,32%. Los factores de riesgo encontrados para extubaciones fallidas fueron la estancia prolongada de ventilación mecánica mayor a 7 días (OR = 3,84; IC95% = 1,01 - 14,56; p = 0,04), el tiempo en unidad de cuidados intensivos (OR = 1,04; IC95% = 1,00 - 1,09; p = 0,03) y el uso de sedantes mayor a 5 días (OR = 4,81; IC95% = 1,28 - 18,02; p = 0,02). Conclusión: Los pacientes pediátricos en ventilación mecánica tienen más riesgo de presentar extubaciones fallidas si permanecen mayor tiempo en unidad de cuidados intensivos, si están sometidos a tiempo prolongado de ventilación mecánica mayor de 7 días y al uso de sedantes.


ABSTRACT Objective: To determine the risk factors for extubation failure in the intensive care unit. Methods: The present case-control study was conducted in an intensive care unit. Failed extubations were used as cases, while successful extubations were used as controls. Extubation failure was defined as reintubation being required within the first 48 hours of extubation. Results: Out of a total of 956 patients who were admitted to the intensive care unit, 826 were subjected to mechanical ventilation (86%). There were 30 failed extubations and 120 successful extubations. The proportion of failed extubations was 5.32%. The risk factors found for failed extubations were a prolonged length of mechanical ventilation of greater than 7 days (OR = 3.84, 95%CI = 1.01 - 14.56, p = 0.04), time in the intensive care unit (OR = 1.04, 95%CI = 1.00 - 1.09, p = 0.03) and the use of sedatives for longer than 5 days (OR = 4.81, 95%CI = 1.28 - 18.02; p = 0.02). Conclusion: Pediatric patients on mechanical ventilation were at greater risk of failed extubation if they spent more time in the intensive care unit and if they were subjected to prolonged mechanical ventilation (longer than 7 days) or greater amounts of sedative use.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant , Child, Preschool , Child , Respiration, Artificial/methods , Ventilator Weaning/methods , Airway Extubation/methods , Intubation, Intratracheal/methods , Time Factors , Case-Control Studies , Risk Factors , Treatment Failure , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Intensive Care Units , Length of Stay
18.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 64(8): 736-742, Aug. 2018. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-976843

ABSTRACT

SUMMARY INTRODUCTION Healthcare associated infections (HAI) are the most frequent complication of hospitalized patients. The aim of this study was to describe the clinical and epidemiological characteristics of critically ill post-surgical patients with a diagnosis of healthcare associated infections, after a pattern of sedoanalgesia of at least 4 days. METHODS All patients over 18 years of age with a unit admission of more than 4 days were consecutively selected. The study population was the one affected by surgical pathology where sedation was based as analgesic the opioid remifentanil for at least 96 hours in continuous perfusion. Patients who died during admission to the unit and those with combined analgesia (peripheral or neuroaxial blocks) were excluded. Data analysis was performed using the statistical package Stata version 7.0. RESULTS The patients admitted to the Post-Surgical Critical Care Unit (PCU) during study were 1789 and the population eligible was comprised of 102 patients. 56.86% of patients suffered IACS. The most frequent IACS was pneumonia associated with mechanical ventilation (30.96 per 1000 days of mechanical ventilation), Pseudomonas aeruginosa being the most frequently isolated germ. The germs with the greatest involvement in multiple drug resistance (MDROs) were enterobacteria, mainly Klebsiella pneumoniae resistant to extended-spectrum beta-lactamases (ESBL). CONCLUSIONS Pneumonia associated with mechanical ventilation is the most prevalent HAI and Pseudomonas aeruginosa is the main etiological agent. The groups of antibiotics most frequently used were cephalosporin and aminoglycosides. It is necessary to implement the prevention strategies of the different HAI, since most of them are avoidable.


RESUMO INTRODUCCIÓN Las infecciones asociadas a cuidados de salud (IACS) constituyen la complicación más frecuente de los pacientes hospitalizados. El objetivo de este estudio es describir las características clínicas y epidemiológicas de los pacientes críticos postquirúrgicos con diagnóstico de infección asociada a cuidados de salud, tras una pauta de sedoanalegia de al menos 4 días. MÉTODOS Se seleccionaron de manera consecutiva todos los pacientes mayores de 18 años con un ingreso en la Unidad de Reanimación Postquirúrgica (URP) superior a 4 días. La población de estudio fue aquella afectada por patología quirúrgica de cualquier origen donde la sedación se basó en cualquier hipnótico y como analgésico el opioide remifentanilo durante al menos 96 horas en perfusión continua. Se excluyeron los pacientes que fallecieron durante su ingreso en la unidad y aquellos pacientes con analgesia combinada (bloqueos periféricos o neuroaxiales). El análisis de los datos se realizó con paquete estadístico Stata versión 7.0. RESULTADOS El número de pacientes que ingresaron en la URP durante el periodo de estudio fueron de 1789. Tras aplicar los criterios de inclusión y exclusión, la población elegible quedó constituida por 102 pacientes. Un 56,86% de pacientes padecieron IACS. La IACS más frecuente fue la neumonía asociada a ventilación mecánica (30,96 por 1000 días de ventilación mecánica) siendo Pseudomona aeruginosa el germen más frecuentemente aislado. Los gérmenes con mayor implicación en las multirresistencias (MDROs) fueron las enterobacterias, principalmente Klebsiella pneumoniae resistente a betalactamasas de espectro extendido (BLEE). CONCLUSIONES La neumonía asociada a ventilación mecánica es la IACS más prevalente y Pseudomona aeruginosa es el principal agente etiológico. Los grupos de antibióticos más frecuentemente empleados fueron cefalosporinas y aminoglucósidos. Es necesario implementar las estrategias de prevención de las distintas IACS, ya que la mayoría de ellas son evitables.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Aged , Postoperative Complications/epidemiology , Cross Infection/epidemiology , Remifentanil/administration & dosage , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Postoperative Complications/microbiology , Pseudomonas aeruginosa/isolation & purification , Spain/epidemiology , Time Factors , Midazolam/administration & dosage , Propofol/administration & dosage , Cross Infection/microbiology , Prospective Studies , Risk Factors , Critical Illness , APACHE , Pneumonia, Ventilator-Associated/microbiology , Pneumonia, Ventilator-Associated/epidemiology , Deep Sedation/adverse effects , Deep Sedation/methods , Hospitalization/statistics & numerical data , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Anesthesia, Local/adverse effects , Anesthesia, Local/methods , Klebsiella pneumoniae/isolation & purification , Middle Aged
19.
Rev. bras. anestesiol ; 68(1): 69-74, Jan.-Feb. 2018. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-897807

ABSTRACT

Abstract Introduction Propofol and Ephedrine are commonly used during anesthesia maintenance, the former as a hypnotic agent and the later as a vasopressor. The addition of propofol to ephedrine or administration of ephedrine before propofol injection is useful for decreasing or preventing propofol related hemodynamic changes and vascular pain. This in vitro study evaluated the antibacterial effect on common hospital-acquired infection pathogens of ephedrine alone or combined with propofol. Material and method The study was performed in two stages. In the first, the Minimum Inhibitory Concentration of propofol and ephedrine alone and combined was calculated for Escherichia coli, Enterococcus faecium, Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa, and a clinical isolate of Acinetobacter spp. at 0, 6, 12 and 24 h, using the microdilution method. In the second stage, the same drugs and combination were used to determine their effect on bacterial growth. Bacterial solutions were prepared at 0.5 MacFarland in sterile 0.9% physiological saline and diluted at 1/100 concentration. Colony numbers were measured as colony forming units.mL-1 at 0, 2, 4, 6, 8, 10 and 12th hours. Results Ephedrine either alone or combined with propofol did not have an antimicrobial effect on Escherichia coli, Enterococcus faecium, or Pseudomonas aeruginosa and this was similar to propofol. However, ephedrine alone and combined with propofol was found to have an antimicrobial effect on Staphylococcus aureus and Acinetobacter species at 512 mcg.mL-1 concentration and significantly decreased bacterial growth rate. Conclusion Ephedrine has an antimicrobial activity on Staphylococcus aureus and Acinetobacter species which were frequently encountered pathogens as a cause of nosocomial infections.


Resumo Introdução Propofol e efedrina são fármacos comumente usados durante a manutenção da anestesia, o primeiro como agente hipnótico e o segundo como vasopressor. A adição de propofol à efedrina ou a administração de efedrina antes da injeção de propofol é útil para diminuir ou prevenir alterações hemodinâmicas e dor vascular relacionadas ao propofol. Este estudo in vitro avaliou o efeito antibacteriano de efedrina, isolada ou em combinação com propofol, em patógenos comuns implicados em infecção hospitalar. Material e método O estudo foi feito em duas etapas. Na primeira, a concentração inibitória mínima (CIM) de propofol e de efedrina isolada e em combinação foi calculada para Escherichia coli, Enterococcus faecium, Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa e um isolado clínico de Acinetobacter spp às 0, 6, 12 e 24 horas, com o método de microdiluição. Na segunda etapa, o mesmo fármaco e sua combinação foram usados para determinar seus efeitos no crescimento bacteriano. As soluções bacterianas foram preparadas em soro fisiológico a 0,9% em 0,5 McFarland e diluídas a uma concentração de 1/100. Os números das colônias foram medidos como ufc.mL-1 às 0, 2, 4, 6, 8, 10 e 12 horas. Resultados Efedrina isolada ou em combinação com propofol não apresentou efeito antimicrobiano sobre E. coli, E. faecium ou P. aeruginosa, um resultado semelhante ao de propofol. Porém, efedrina isolada e em combinação com propofol apresentou efeito antimicrobiano sobre Staphylococcus aureus e Acinetobacter spp, em concentração de 512 mcg.mL-1, e redução significativa da taxa de crescimento bacteriano. Conclusão Efedrina tem atividade antimicrobiana em S. aureus e Acinetobacter spp, patógenos frequentemente identificados como causa de infecções nosocomiais.


Subject(s)
Pseudomonas aeruginosa/drug effects , Staphylococcus aureus/drug effects , Vasoconstrictor Agents/pharmacology , Acinetobacter/drug effects , Propofol/pharmacology , Enterococcus faecium/drug effects , Ephedrine/pharmacology , Hypnotics and Sedatives/pharmacology , Vasoconstrictor Agents/administration & dosage , Microbial Sensitivity Tests , Propofol/administration & dosage , Ephedrine/administration & dosage , Escherichia coli/drug effects , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Anti-Bacterial Agents
20.
Rev. bras. anestesiol ; 68(1): 57-61, Jan.-Feb. 2018. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-897800

ABSTRACT

Abstract Background Post-extubation laryngospasm is a dangerous complication that should be managed promptly. Standard measures were described for its management. We aimed to compare the efficacy of propofol (0.5 mg.kg-1) vs. lidocaine (1.5 mg.kg-1) for treatment of resistant post-extubation laryngospasm in the obstetric patients, after failure of the standard measures. Method This study was conducted over 2 years on all obstetric patients scheduled for cesarean delivery. Post-extubation laryngospasm was initially managed with a standard protocol (removal of offending stimulus, jaw thrust, positive pressure ventilation with 100% oxygen). When this protocol failed, the tested drug was the second line (lidocaine in the first year and propofol in the second year). Lastly, succinylcholine was used when the tested drug failed. Results In lidocaine group, 5% of parturients developed post-extubation laryngospasm, 31.9% of them were successfully treated via standard protocol, and 68.1% required lidocaine treatment. Among these, 65.6% of patients treated with lidocaine responded successfully and 34.4% required succinylcholine to relieve laryngospasm. In propofol group, 4.7% of parturients developed post-extubation laryngospasm, 30.1% of them were successfully treated via standard protocol, and 69.9% required propofol treatment. Among these, 82.8% of patients treated with propofol responded successfully and 17.2% required succinylcholine to relieve laryngospasm. Conclusion Small dose of propofol (0.5 mg.kg-1) is marginally more effective than lidocaine (1.5 mg.kg-1) for the treatment of resistant post-extubation laryngospasm in obstetric patients, after failure of standard measures and before the use of muscle relaxants.


Resumo Justificativa O laringoespasmo pós-extubação é uma complicação perigosa que deve ser prontamente tratada. Medidas padrão para o seu manejo foram descritas. O nosso objetivo foi comparar a eficácia de propofol (0,5 mg.kg-1) versus lidocaína (1,5 mg.kg-1) no tratamento de laringoespasmo resistente pós-extubação em pacientes obstétricas após falha das medidas padrão. Método Este estudo foi conduzido ao longo de dois anos em todas as pacientes obstétricas programadas para cesariana. O laringoespasmo pós-extubação foi inicialmente tratado com um protocolo padrão (remoção do estímulo ofensivo, protrusão mandibular, ventilação com pressão positiva com oxigênio a 100%). Ao constatar a falha desse protocolo, o fármaco testado foi a segunda opção (lidocaína no primeiro ano e propofol no segundo ano). Por fim, succinilcolina foi usada quando houve falha do fármaco testado. Resultados No grupo lidocaína, 5% das parturientes desenvolveram laringoespasmo pós-extubação, 31,9% delas foram tratadas com sucesso via protocolo padrão e 68,1% precisaram de tratamento com lidocaína, das quais, 65,6% responderam com sucesso ao tratamento com lidocaína e 34,4% precisaram de succinilcolina para alívio do laringoespasmo. No grupo propofol, 4,7% das parturientes desenvolveram laringoespasmo pós-extubação, 30,1% delas foram tratadas com sucesso via protocolo padrão e 69,9% precisaram de tratamento com propofol, das quais, 82,8% responderam com sucesso ao tratamento com propofol e 17,2% precisaram de succinilcolina para alívio do laringoespasmo. Conclusão Uma pequena dose de propofol (0,5 mg.kg-1) é marginalmente mais eficaz do que lidocaína (1,5 mg.kg-1) no tratamento de laringoespasmo resistente pós-extubação em pacientes obstétricas, após falha das medidas padrão e antes do uso de relaxantes musculares.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Propofol/administration & dosage , Cesarean Section , Laryngismus/etiology , Laryngismus/drug therapy , Airway Extubation/adverse effects , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Anesthesia, Obstetrical , Anesthetics, Local/administration & dosage , Lidocaine/administration & dosage , Prospective Studies
SELECTION OF CITATIONS
SEARCH DETAIL