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1.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 43(8): 588-594, 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1351767

ABSTRACT

Abstract Objective In around 85% of vaginal births, the parturients undergo perineal lacerations and/or episiotomy. The present study aimed to determine the incidence of lacerations and episiotomies among parturients in 2018 in a habitual-risk public maternity hospital in southern Brazil, and to determine the risk and protective factors for such events. Methodology A retrospective cross-sectional study. Data were obtained from medical records and analyzed using the Stata software. Univariate and multivariate logistic regressions were performed. Values of p<0.05 were considered significant. Results In 2018, there were 525 vaginal births, 27.8% of which were attended by obstetricians, 70.7% by obstetric nurses, and 1.5% evolved without assistance. Overall, 55.2% of the parturients had some degree of laceration. The professional who attended the birth was a significant variable: a greater number of first- and second-degree lacerations, as well as more severe cases, occurred in births attended by nurses (odds ratio [OR]: 2,95; 95% confidence interval [95%CI]: 1,74 to 5,03). Positions at birth that did not enable perineal protection techniques (expulsive period with the "hands-off" method), when analyzed in isolation, determined the risk; however, in the final regression model, this relationship was not confirmed. Although reported in the literature, there were no associations between the occurrence of laceration and age, skin color, or birth weight. In 24% of the births, episiotomy was performed, and doctors performed 63.5% of them. Conclusion Births attended by nurses resulted in an increased risk of perineal lacerations, of varying degrees. In turn, those assisted by physicians had a higher occurrence of episiotomy.


Resumo Objetivo Aproximadamente 85% dos partos vaginais cursam ou com lacerações perineais e/ou com episiotomia. Este estudo objetivou determinar a incidência de lacerações e episiotomias das parturientes de 2018 de uma maternidade pública de risco habitual, no sul do Brasil, bem como determinar os fatores de risco e proteção para tais eventos. Métodos Estudo transversal retrospectivo, no qual os dados foram obtidos dos prontuários e analisados no programa Stata. Realizaram-se regressões logísticas uni e multivariada. Foram considerados como significantes valores de p<0,05. Resultados Em 2018, aconteceram 525 partos vaginais, sendo 27,8% assistidos por médicos obstetras, 70,7%, por enfermeiros obstetras, e 1,5% evoluíram sem assistência. Ao todo, 55,2% das parturientes apresentaram algum grau de laceração. O profissional que assistiu ao parto foi uma variável que demonstrou significância: um maior número de lacerações de primeiro e segundo graus, bem como casos de maior gravidade, ocorreram em partos assistidos por enfermeiros (razão de probabilidades [RP]: 2,95; intervalo de confiança de 95% [IC 95%]: 1,74 a 5,03). Posições ao nascimento que não permitiam técnicas de proteção perineal (período expulsivo na técnica "sem mãos" [hands off, em inglês]), quando analisadas isoladamente, determinaram o risco; contudo, no modelo final de regressão, essa relação não se confirmou. Apesar de relatada na literatura, não houve associação entre a ocorrência de laceração e a idade, a cor da pele, ou o peso de nascimento. Em 24% dos partos, uma episiotomia foi realizada, tendo os médicos executado 63,5% delas. Conclusão Partos assistidos por enfermeiros resultaram em um maior risco de lacerações perineais, de variados graus. Por sua vez, os assistidos por médicos apresentaram maior ocorrência de episiotomia.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Lacerations/etiology , Lacerations/epidemiology , Perineum/injuries , Cross-Sectional Studies , Retrospective Studies , Risk Factors , Delivery, Obstetric , Episiotomy
2.
Acta Paul. Enferm. (Online) ; 34: eAPE02724, 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1349810

ABSTRACT

Resumo Objetivo Descrever o uso da cola cirúrgica no reparo do trauma perineal no parto normal. Métodos Estudo série de casos realizado em três momentos (até 2 horas, 12-24 horas e 36-48 horas após o parto), em Itapecerica da Serra, SP. Foram incluídas mulheres que tiveram parto normal com trauma perineal com indicação de sutura (laceração de primeiro ou segundo graus e episiotomia). O trauma perineal foi reparado exclusivamente com cola cirúrgica Glubran-2®. Avaliou-se: intensidade da dor perineal (Escala Visual Numérica com 11 pontos), processo de cicatrização (escala REEDA de 15 pontos), satisfação com o reparo (escala Likert de 5 pontos). Os dados foram analisados de forma descritiva e inferencial comparando os três momentos. Resultados A técnica de aplicação da cola e a quantidade necessária foram definidas em uma amostra de 19 mulheres. Destas, 78,9% tiveram laceração de primeiro grau, 15,8% de segundo grau e 5,3% episiotomia. Os desfechos nos momentos 1, 2 e 3, foram respectivamente: ausência de dor (73,6%, 94,7% e 89,4%); escore ≤1 na escala REEDA (94,7%, 78,9% e 84,2%); 100% satisfeitas com o reparo em todos os momentos. Não houve diferença pelo teste de Friedman para dor e satisfação. O processo de cicatrização mostrou diferença, porém sem confirmação no pós-teste hoc. Conclusão A aplicação da cola mostrou-se viável para avaliação em uma amostra maior de mulheres, pois os resultados sugerem boa aceitação pelas mulheres e dor de baixa intensidade ou ausente, cicatrização adequada e alta satisfação com o reparo nas primeiras 48 horas após o parto.


Resumen Objetivo Describir el uso de pegamento quirúrgico para reparar traumas perineales en partos vaginales. Métodos Estudio serie de casos realizado en tres momentos (hasta 2 horas, de 12 a 24 horas y de 36 a 48 horas después de parto), en Itapecerica da Serra, estado de São Paulo. Se incluyeron mujeres que tuvieron parto vaginal con trauma perineal e indicación de sutura (desgarro de primer o segundo grado y episiotomía). El trauma perineal fue reparado exclusivamente con pegamento quirúrgico Glubran-2®. Se evaluó la intensidad del dolor perineal (Escala Visual Numérica de 11 puntos), el proceso de cicatrización (Escala REEDA de 15 puntos) y la satisfacción respecto a la reparación (Escala Likert de 5 puntos). Los datos fueron analizados de forma descriptiva e inferencial, comparando los tres momentos. Resultados La técnica de aplicación del pegamento y la cantidad necesaria fueron definidas en una muestra de 19 mujeres. De ellas, el 78,9 % tuvieron un desgarro de primer grado, el 15,8 % de segundo grado y el 5,3 % episiotomía. Los resultados de los momentos 1, 2 y 3 fueron, respectivamente: ausencia de dolor (73,6 %, 94,7 % y 89,4 %); puntuación ≤1 en la escala REEDA (94,7 %, 78,9 % y 84,2 %); 100 % satisfechas con la reparación en todos los momentos. No se observó diferencia de dolor y satisfacción con la prueba de Friedman. El proceso de cicatrización mostró diferencia, pero sin confirmación en la prueba post hoc. Conclusión La aplicación del pegamento demostró ser viable para un análisis con una muestra mayor de mujeres, ya que los resultados sugieren buena aceptación por parte de las mujeres, dolor de baja intensidad o ausente, cicatrización adecuada y alta satisfacción respecto a la reparación en las primeras 48 horas después del parto.


Abstract Objective To describe the use of surgical glue to repair perineal trauma during normal delivery. Methods This is a case series study, which was carried out in three moments (up to 2 hours, 12-24 hours and 36-48 hours after delivery) in Itapecerica da Serra, SP. Women who had a normal delivery with perineal trauma with a suture (first or second degree laceration and episiotomy) were included. Perineal trauma was repaired exclusively with Glubran-2® surgical glue. Perineal pain intensity (11-point Visual Numeric Scale), healing process (15-point REEDA scale), satisfaction with repair (5-point Likert scale) were assessed. Data were analyzed in a descriptive and inferential way comparing the three moments. Results The technique of applying the glue and the required amount were defined in a sample of 19 women. Of these, 78.9% had first-degree lacerations, 15.8%, second-degree lacerations and 5.3%, episiotomy. The outcomes at moments 1, 2 and 3 were absence of pain (73.6%, 94.7% and 89.4%), score ≤1 on the REEDA scale (94.7%, 78.9% and 84, two%); 100% were satisfied with the repair at all times. There was no difference by the Friedman test for pain and satisfaction. The healing process showed a difference, but without confirmation in the hoc post-test. Conclusion The glue application proved to be viable for assessment in a larger sample of women, as the results suggest good acceptance by women and low or no pain, adequate healing and high satisfaction with the repair in the first 48 hours after delivery.


Subject(s)
Humans , Female , Perineum/injuries , Tissue Adhesives , Lacerations/therapy , Postpartum Period , Obstetric Nursing
3.
Acta Paul. Enferm. (Online) ; 34: eAPE002205, 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1349803

ABSTRACT

Resumo Objetivo Determinar a relação entre vulvovaginite pré-natal e laceração perineal relacionada ao parto. Método Estudo transversal analítico com 100 puérperas ≥18 anos de idade que deram à luz por parto normal a um bebê único, vivo, a termo, em apresentação cefálica, em um centro de parto liderado por enfermeiras obstetras. Os dados foram coletados a partir da ficha de pré-natal e nascimento e por entrevista estruturada dos participantes. A distribuição das variáveis contínuas e categóricas de acordo com a ruptura perineal foi comparada com o teste t de Student, qui-quadrado e teste exato de Fisher. Para as variáveis significativamente associadas à ruptura perineal, foi estimado o Odds Ratio com modelos de regressão logística. Modelos de regressão múltipla foram ajustados para avaliar o efeito independente das variáveis. A significância estatística foi considerada com p<0,05. Resultado A média de idade das participantes foi de 23,1 anos, 16% dos trabalhos de parto foram induzidos com misoprostol, em 54% dos trabalhos de parto houve infusão de ocitocina sintética, 83% dos partos foram em posição de litotomia, 98% de manobra hands-on, 75% de laceração perineal, 54% de vulvovaginite pré-natal, média de peso ao nascer, circunferência cefálica e torácica dos recém-nascidos: 3,102g, 33,3cm e 32,2cm, respectivamente. Vulvovaginite pré-natal (p=0,005), peso ao nascer do recém-nascido (p=0,006) e perímetro cefálico (0,027) tiveram associação com a ruptura perineal. A análise múltipla mostrou que mulheres com vulvovaginite pré-natal tiveram uma chance de 4,6 (IC 95%: 1,712-14,125; p=0,004) de sustentar laceração perineal em comparação com aquelas sem vulvovaginite, independentemente do peso do recém-nascido (OR:1,182, IC 95%: 1,002-1,415; p=0,056) e do perímetro cefálico(OR: 1,160, IC 95%: 0,721-1892; p=0,544). Não houve associação entre o tratamento de vulvovaginite pré-natal e laceração perineal (p>0,999) ou vulvovaginite pré-natal e gravidade da laceração perineal (OR:1,061, IC 95%: 0,383-3,069; p=0,911). Conclusão Este estudo demonstrou associação entre laceração perineal no parto e vulvovaginite pré-natal. É necessário prevenir e tratar a vulvovaginite pré-natal e oferecer cuidados perineais adequados durante o parto às mulheres que tiveram vulvovaginite na gestação.


Resumen Objetivo Determinar la relación entre vulvovaginitis prenatal y desgarro perineal relacionado con el parto. Método Estudio transversal analítico con 100 puérperas de ≥18 años de edad que dieron a luz por parto vaginal a un bebé único, vivo, a término, en presentación cefálica, en un centro de parto liderado por enfermeras obstetras. Los datos se recopilaron a partir de la ficha de atención prenatal y nacimiento y mediante encuesta estructurada de las participantes. La distribución de las variables continuas y categóricas de acuerdo con la ruptura perineal fue comparada con el test-T de Student, la prueba χ2 de Pearson y la prueba exacta de Fisher. Para las variables significativamente asociadas a la ruptura perineal, se estimó el Odds Ratio con modelos de regresión logística. Se adaptaron los modelos de regresión múltiple para evaluar el efecto independiente de las variables. La significación estadística fue considerada con p<0,05. Resultado El promedio de edad de las participantes fue de 23,1 años, el 16 % de los trabajos de parto fueron inducidos con misoprostol, en el 54 % de los trabajos de parto hubo infusión de oxitocina sintética, el 83 % de los partos fueron en posición de litotomía, el 98 % de maniobra hands-on, el 75 % de desgarro perineal, el 54 % de vulvovaginitis prenatal, el promedio de peso al nacer de 3,102 g, de circunferencia cefálica de 33,3 cm y de circunferencia torácica de 32,2 cm de los recién nacidos. La vulvovaginitis prenatal (p=0,005), el peso al nacer del recién nacido (p=0,006) y el perímetro cefálico (0,027) tuvieron relación con la ruptura perineal. El análisis múltiple demostró que mujeres con vulvovaginitis prenatal tuvieron una probabilidad de 4,6 (IC 95 %: 1,712-14,125; p=0,004) de tener desgarro perineal en comparación con aquellas sin vulvovaginitis, independientemente del peso del recién nacido (OR:1,182, IC 95 %: 1,002-1,415; p=0,056) y del perímetro cefálico (OR:1,160, IC 95 %: 0,721-1892; p=0,544). No se observó relación entre el tratamiento de vulvovaginitis prenatal y desgarro perineal (p>0,999) o entre la vulvovaginitis prenatal y la gravedad del desgarro perineal (OR:1,061, IC 95 %: 0,383-3,069; p=0,911). Conclusión Este estudio demostró que existe relación entre desgarro perineal en el parto y vulvovaginitis prenatal. Es necesario prevenir y tratar la vulvovaginitis prenatal y ofrecer cuidados perineales adecuados durante el parto a las mujeres que tuvieron vulvovaginitis en el embarazo.


Abstract Objective To determine the relationship between antenatal vulvovaginitis and birth-related perineal tear. Methods An analytical cross-sectional study with 100 postpartum women, ≥18 years of age, who gave birth vaginally to a single, live, full-term baby in cephalic presentation at a midwife-led birth center. Data were collected from the antenatal and birth record and by structured interview of participants. Distribution of continuous and categorical variables according to perineal tear were compared by using the Student's T-test, Chi-square and Fisher Exact tests. For variables significantly associated with perineal tear, the Odds Ratio with logistic regression models was estimated. Multiple regression models were adjusted to evaluate the independent effect of variables. Statistical significance was considered at a level p<0.05. Results mean of participants' age 23.1 years, 16% labor induced with misoprostol, 54% synthetic oxytocin infusion in labor, 83% lithotomy birth position, 98% "hands on" maneuver, 75% perineal tear, 54% antenatal vulvovaginitis, mean of newborn birth weight, head and thoracic circumference: 3.102g, 33.3cm and 32.2cm, respectively. Antenatal vulvovaginitis (p=0.005) and newborn birth weight (p=0.006) and head circumference (0,027) were associated with perineal tear. The multiple analysis showed that women who had antenatal vulvovaginitis had a 4.6 (IC 95%:1.712-14.125; p=0.004) chance of sustaining perineal tear compared to those without vulvovaginitis, regardless of newborn birth weight (OR:1.182 IC 95%:1.002-1.415; p=0,056) and head circumference (OR:1.160 IC 95%: 0.721-1892; p=0.544). There was no association between treating antenatal vulvovaginitis and perineal tear (p>0,999) or antenatal vulvovaginitis and perineal tear severity (OR: 1.061 IC 95%: 0.383-3.069; p=0.911). Conclusion This study demonstrates an associated risk between antenatal vulvovaginitis perineal injury. It is necessary to prevent and treat antenatal vulvovaginitis, and offer proper perineal care to women who have had antenatal vulvovaginitis during childbirth.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adolescent , Adult , Perineum/injuries , Prenatal Care , Vulvovaginitis , Lacerations , Natural Childbirth , Cross-Sectional Studies
4.
Rev. Pesqui. (Univ. Fed. Estado Rio J., Online) ; 13: 276-281, jan.-dez. 2021. ilus
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1150698

ABSTRACT

Objetivo: analisar os benefícios e os malefícios que Manobra de Kristeller apresenta na prática obstétrica para a mulher e o concepto. Método: trata-se de uma revisão integrativa realizada nas bases de dados LILACS, BDENF, IBECS e MEDLINE. Interpretou-se os resultados sintetizando-os de forma crítica e descritiva. Resultados: a amostra foi composta por nove estudos publicados entre 2007 a 2017. Estas publicações evidenciaram que esta manobra não possui benefício, em contrapartida, pode trazer vários malefícios à mulher como disfunções no sistema urinário, dispaurenia, dor perineal, incontinência anal, além do aumento do número de episotomias. Em relação ao concepto, foram encontrados registros de cefalohematomas, aumento do ritmo cardíaco fetal, hemorragia epidural e Caput sucedaneum. Conclusão: as publicações referem que esta manobra trará uma história reprodutiva marcada por traumas, além de reforçar o não uso desta técnica


Objective: to analyze the benefits and harms that the Kristeller Maneuver presents in obstetric practice for women and the concept. Method: this is an integrative review carried out in LILACS, BDENF, IBECS e MEDLINE. The results were interpreted by synthesizing them in a critical and descriptive way. Results: the sample was made by nine studies launched in 2007 to 2017. These subjects showed that this is not a benefit option, in contrast, it can bring several harm to the woman such as dysfunctions in the urinary system, dyspaurenia, perineal pain, anal incontinence, in addition to an increase in the number of episiotomies. Regarding the concept, the records of cephalhematomas, increased cardiac rhythm, epidural hemorrhage and Caput substudum were found. Conclusions: The publications referenced this maneuver to a reproductive culture marked by traumas, besides promoting the non-use of this technique


Objetivo: analizar los beneficios y los maleficios que la Manobra de Kristeller presenta en la práctica obstétrica para la mujer y el concepto. Método: se trata de una revisión integrativa realizada en las bases de datos LILACS, BDENF, IBECS e MEDLINE. Se interpretó los resultados sintetizándolos de forma crítica y descriptiva. Resultados: la muestra fue hecha por nueve estudios lanzados en 2007 a 2017. Estas materias evidenciaron que ésta no es una opción de beneficio, en contrapartida, puede traer varios maleficios a la mujer como disfunciones en el sistema urinario, dispaurenia, dolor perineal, incontinencia anal, además del aumento del número de episotomías. En relación al concepto, se encontraron los registros de cefalhematomas, aumento del ritmo cardíaco, hemorragia epidural y Caput sucedaneum. Conclusión: Las publicaciones referenciaron esta maniobra a una cultura reproductiva marcada por traumas, además de promover el no uso de esta técnica


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Lacerations/etiology , Delivery, Obstetric/adverse effects , Delivery, Obstetric/methods , Wounds and Injuries/etiology , Labor, Obstetric , Episiotomy , Evidence-Based Practice/methods , Maternal Health/classification
5.
Rev. cir. traumatol. buco-maxilo-fac ; 20(3): 34-38, jul.-set. 2020. ilus
Article in Portuguese | LILACS, BBO | ID: biblio-1253240

ABSTRACT

Introdução: A face é a região do corpo humano mais projetada o qual propicia a lesões traumáticas com importantes sequelas. Esta, desempenha funções estéticas e funcionais como as expressões faciais. As reconstruções dos tecidos devem ser realizadas com a finalidade de restabelecer a funcionalidade, assimetria e o contorno da região. Devese dar importância as características dos tecidos moles lesionados, o qual deve ser reconstituído com a aparência mais próxima ao local da lesão. O presente trabalho tem como objetivo relatar a reconstrução do lábio superior e do alvéolo-dentário imediatamente após um acidente ciclístico. Relato de caso: Paciente do sexo masculino, 26 anos de idade, normossistêmico, compareceu ao serviço de emergência de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial devido a uma queda de bicicleta, a qual teria sido ocasionada pela quebra do garfo, o qual evoluiu com laceração em lábio superior e fratura dentro-alveolar. Foi realizado a reconstrução do lábio superior e alvéolos dentários. O paciente evoluiu 45 dias do pós-operatório com discreta cicatriz e função preservada. Considerações finais: Os traumas por bicicleta podem ter graves consequências orofaciais. Constata-se a indispensável avaliação profissional quanto as características dos tecidos moles e dento-alveolares, possibilitando ao paciente o retorno estético e funcional... (AU)


Introduction: The face is the region of the most projected human body which leads to traumatic injuries with important sequelae. It performs aesthetic and functional functions such as facial expressions. Tissue reconstructions should be performed with the purpose of restoring the functionality, asymmetry and contour of the region. The characteristics of lesioned soft tissues should be considered, which should be reconstituted with the appearance closest to the lesion site. The aim of the present study is to report the reconstruction of the upper lip and the dental alveolus immediately after a cycling accident. Case report: Male patient, 26 years of age, normossemic, attended the emergency service of Buco-Maxillo-Facial Surgery and Traumatology due to a bicycle fall, which would have been caused by the fork breaking, which evolved with laceration in the lip superiority and in-alveolar fracture. A reconstruction of the upper lip and dental alveoli was performed. The patient evolved 45 days postoperatively with discrete scar and preserved function. Final considerations: Bicycle traumas can have serious orofacial consequences. It is necessary to evaluate the professional characteristics of the soft and dentoalveolar tissues, allowing the patient to return aesthetic and functional... (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Adult , Surgical Flaps , Wounds and Injuries , Reconstructive Surgical Procedures , Tooth Socket , Lacerations , Fractures, Bone , Facial Injuries , Lip , Accidents , Cicatrix , Emergencies , Facial Expression
6.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 72(5): 1773-1777, Sept.-Oct. 2020. tab, ilus
Article in English | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1131526

ABSTRACT

This study describes a case of a dog with a lacerated penile tear treated with partial penectomy followed by successful semen collections for artificial insemination. A 1.5-year-old Jack Russel Terrier with normal libido, genital organs and semen, had a penile laceration after copulation. The dog underwent a partial penectomy without orchiectomy, thus preserving the possibility of semen collection. Semen was successfully collected at 45 and 53 days after surgery, and it was used for artificial insemination of two bitches, one of which became pregnant. Therefore, this report demonstrated that semen may be collected from dogs with partial penectomy for artificial insemination, this technique has the potential to preserve fertility of dogs with penile lesions that require penectomy.(AU)


Este estudo descreve o caso de um cão que teve laceração peniana tratada por penectomia parcial seguida de coleta de sêmen para inseminação artificial bem sucedida. Um cão Jack Russel Terrier de 1,5 anos, com libido, órgãos genitais e sêmen normais, teve laceração peniana após cópula. O cão foi parcialmente penectomizado sem orquiectomia, preservando a possibilidade de coleta de sêmen. A coleta de sêmen foi bem sucedida 45 e 53 dias após a cirurgia, sendo utilizado para inseminação artificial de duas cadelas, uma delas se tornando gestante. Portanto, sêmen para inseminação artificial pode ser coletado em cães parcialmente penectomizados, esta técnica revelando ser uma potencial forma de preservação da fertilidade de cães com lesões penianas que necessitem penectomia.(AU)


Subject(s)
Animals , Male , Dogs , Penis/surgery , Insemination, Artificial/veterinary , Tissue and Organ Harvesting/veterinary , Lacerations/veterinary
7.
Rev. chil. obstet. ginecol. (En línea) ; 85(4): 371-375, ago. 2020. graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1138634

ABSTRACT

RESUMEN Las lesiones del tracto genital femenino tras relaciones sexuales son un problema frecuente en las urgencias de ginecología, pero poco estudiado salvo su aspecto médico-legal. Su incidencia es desconocida ya que muchas mujeres no llegan a consultar por miedo o pudor. El reconocimiento precoz de estas lesiones y su correcto tratamiento puede evitar la parición de secuelas que acompañarán a nuestra paciente durante el resto de su vida. Presentamos el caso de una paciente de 18 años con un desgarro perineal con mucosa vaginal íntegra tras su primera relación sexual.


ABSTRACT Injuries to the female genital tract after sexual intercourse are a frequent problem in gynecological emergencies, but little studied except for their medico-legal aspect. Its incidence is unknown since many women do not go to their specialist out of fear or embarrassment. Early recognition of these injuries and their correct treatment may prevent the appearance of sequelae that will accompany our patient for the rest of her life. We present the case of an 18-year-old patient with a perineal tear with intact vaginal mucosa after her first sexual intercourse.


Subject(s)
Humans , Female , Adolescent , Vagina/injuries , Wounds, Penetrating/etiology , Coitus , Vagina/surgery , Vaginal Diseases/surgery , Vaginal Diseases/etiology , Wounds, Penetrating/surgery , Wounds, Penetrating/diagnosis , Risk Factors , Lacerations , Mucous Membrane/surgery , Mucous Membrane/injuries
8.
Rev. Esc. Enferm. USP ; 54: e20180435, 2020. tab
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1091977

ABSTRACT

Abstract Objective: Identify the associations between perineal outcome in primiparas and interventions during labor and delivery, newborn weight and APGAR score. Method: Document-based, correlational, retrospective, quantitative study conducted in a tertiary maternity hospital in the state of Ceará, between July 2017 and January 2018. The independent variables were labor induction, amniotomy, non-pharmaceutical methods for relieving pain, forceps, episiotomy, Kristeller maneuver, position in the expulsion stage, shoulder dystocia, and newborn weight and APGAR score, and the dependent variable was perineal outcome. Pearson's chi-square test and Fisher's exact test were used. Results: A total of 226 normal-risk primiparas who had a vaginal delivery. An association was found between horizontal position in the expulsion stage and episiotomy, and between not performing an episiotomy and perineal tearing. The other variables (labor, delivery and neonatal) did not have any effect on perineal tearing. Conclusion: Interventions, with the exception of episiotomies, did not have an influence on the occurrence of perineal trauma, but they do need to be carefully assessed. Deliveries in a horizontal position were associated with a higher likelihood of performing an episiotomy.


Resumen Objetivo: Identificar las asociaciones entre el resultado perineal en primíparas y las intervenciones ocurridas durante el trabajo de parto, parto, peso y APGAR del recién nacido. Método: Estudio documental, correlacional, retrospectivo, cuantitativo, llevado a cabo en una maternidad terciaria en el estado de Ceará, entre julio de 2017 y enero de 2018. Las variables independientes fueron inducción del parto, amniotomía, métodos no farmacológicos de alivio del dolor, fórceps, episiotomía, maniobra de Kristeller, posición en el período expulsivo, distocia de hombro, peso y APGAR del recién nacido, y la variable dependiente fue el resultado perineal. Se emplearon las pruebas de Chi cuadrado de Pearson y la exacta de Fisher. Resultados: Participaron 226 primíparas de riesgo habitual que parieron por vía vaginal. Se verificó asociación entre la posición horizontal en el período expulsivo del parto y episiotomía, y entre la no realización de episiotomía y laceración perineal. La otras variables de trabajo de parto, parto y neonatal no interfirieron en la ocurrencia de laceración perineal. Conclusión: Acciones intervencionistas, salvo la episiotomía, no influenciaron la ocurrencia de trauma perineal, sin embargo requieren evaluación juiciosa. El parto en la posición horizontal se relacionó con la mayor posibilidad de realización de episiotomía.


Resumo Objetivo: Identificar as associações entre o desfecho perineal em primíparas e as intervenções ocorridas durante o trabalho de parto, parto, peso e APGAR do recém-nascido. Método: Estudo documental, correlacional, retrospectivo, quantitativo, realizado em uma maternidade terciária no estado do Ceará, entre julho de 2017 e janeiro de 2018. As variáveis independentes foram indução do parto, amniotomia, métodos não farmacológicos de alívio da dor, fórceps, episiotomia, manobra de Kristeller, posição no período expulsivo, distocia de ombro, peso e APGAR do recém-nascido, e a variável dependente foi o desfecho perineal. Foram utilizados o teste de Qui-quadrado de Pearson e o teste exato de Fisher. Resultados: Participaram 226 primíparas de risco habitual que pariram por via vaginal. Verificou-se associação entre posição horizontal no período expulsivo do parto e episiotomia, e entre a não realização de episiotomia e laceração perineal. As outras variáveis de trabalho de parto, parto e neonatal não interferiram na ocorrência de laceração perineal. Conclusão: Ações intervencionistas, com exceção da episiotomia, não influenciaram a ocorrência de trauma perineal, porém requerem avaliação criteriosa. O parto na posição horizontal relacionou-se a maior probabilidade de realização de episiotomia.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Perineum , Lacerations , Episiotomy , Natural Childbirth , Cross-Sectional Studies , Retrospective Studies , Obstetric Nursing
9.
Rev. Esc. Enferm. USP ; 54: e03610, 2020. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1125574

ABSTRACT

RESUMO Objetivo Investigar se a adoção de posições verticalizadas pela mulher, no parto, comparada à posição litotômica, previne lacerações perineais. Método Revisão sistemática com metanálise. As buscas foram realizada nas bases de dados: LILACS, Medline/PubMed, CINAHL, Cochrane Library, Web of Science, Science Direct e Scopus. As buscas na literatura cinzenta foram conduzidas nas bases Google Scholar e OpenGrey. Também foram consideradas as listas de referências dos artigos incluídos. Para análise da qualidade metodológica dos artigos, utilizou-se a ferramenta da colaboração Cochrane e a ACROBAT-NRSI. Resultados Foram elencados 26 estudos e 8 foram selecionados para a metanálise. O nível de evidência científica foi classificado pelo Sistema GRADE e considerado alto. Não houve diferença estatística significativa entre posições verticalizadas em relação as posições horizontais. Apesar dessa constatação, as posições verticalizadas apresentaram índices reduzidos de lacerações perineais graves. Conclusão A adoção de posições verticalizadas, no parto normal, pode ser encorajada pelos profissionais, pois pode evitar lacerações perineais graves, porém, não é possível afirmar com precisão a eficácia destas em detrimento das posições horizontais para o desfecho períneo íntegro.


RESUMEN Objetivo Investigar si la adopción de posiciones verticales por parte de la mujer en el parto, en comparación con la posición de litotomía, previene las laceraciones perineales. Método Revisión sistemática con metaanálisis. Se realizaron búsquedas en las siguientes bases de datos: LILACS, Medline/PubMed, CINAHL, Cochrane Library, Web of Science, Science Direct y Scopus. Se realizaron búsquedas en la literatura gris en las bases de datos Google Scholar y Opengray. También se examinaron las listas de referencia de los artículos incluidos. La herramienta de colaboración Cochrane y el ACROBAT-NRSI se utilizaron para analizar la calidad metodológica de los artículos. Resultados Se enumeraron 26 estudios y se seleccionaron 8 para el metaanálisis. El nivel de evidencia científica fue clasificado por el Sistema GRADE y considerado alto. No hubo una diferencia estadística significativa entre las posiciones verticales y las horizontales. A pesar de este hallazgo, las posiciones verticales presentaban bajas tasas de laceraciones perineales graves. Conclusión La adopción de posiciones verticales en el parto normal puede ser fomentada por los profesionales, ya que puede evitar desgarros perineales severos, sin embargo, no es posible afirmar con exactitud su eficacia en detrimento de las posiciones horizontales para el resultado perineal completo.


ABSTRACT Objective To investigate whether the adoption of upright positions by women during childbirth prevents perineal lacerations compared to the lithotomy position. Method A systematic review with meta-analysis. The searches were carried out in the databases: LILACS, Medline/PubMed, CINAHL, Cochrane Library, Web of Science, Science Direct and Scopus. Searches in the gray literature were conducted on Google Scholar and OpenGrey databases. Reference lists of included articles were also considered. The Cochrane collaboration tool and ACROBAT-NRSI were used to analyze the methodological quality of the articles. Results There were 26 studies listed and 8 were selected for the meta-analysis. The level of scientific evidence was classified by the GRADE System and considered high. There was no statistically significant difference between upright positions in relation to horizontal positions. Despite this finding, the upright positions showed reduced rates of severe perineal lacerations. Conclusion Adopting upright positions in normal delivery can be encouraged by professionals as it can prevent severe perineal lacerations; however, it is not possible to accurately affirm their effectiveness to the detriment of horizontal positions for an intact perineum outcome.


Subject(s)
Modalities, Position , Lacerations , Natural Childbirth , Obstetric Nursing , Women's Health
11.
Rev. cir. (Impr.) ; 71(6): 518-522, dic. 2019. tab, graf, ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1058312

ABSTRACT

Resumen Introducción: El cuerpo extraño rectal (CER) es un problema de difícil manejo para el cirujano general. La vía anal es la puerta de entrada más habitual seguido de la oral. La sospecha clínica es fundamental para el diagnóstico, pudiendo apoyarse de imágenes. El tratamiento es su extracción por vía transanal o por vía anterior. Objetivos: Caracterizar, describir y presentar el tratamiento de los pacientes con CER que consultaron en urgencia del Hospital el Pino (HEP) entre los años 2011 y 2016. Material y Método: Estudio serie de casos. Se realiza revisión de fichas clínicas de pacientes con CER en un periodo de 5 años en el Servicio de Urgencia del HEP. Se identificó a los pacientes tratados en box y a aquellos tratados en pabellón. Se caracterizó según variables demográficas, tratamiento, complicaciones y días de hospitalización. Resultados: Se identificaron 18 pacientes, 13 hombres y 5 mujeres de 45 años (± 36-51) y 34 años (± 23-64) respectivamente. En 1 de ellos fue posible extracción manual transanal en box sin anestesia y en 17 se requirió tratamiento en pabellón, donde 12 fue por vía transanal y 5 por abordaje abdominal. En ningún caso se identificó lesión intestinal. Evolución postoperatoria adecuada. Días de hospitalización promedio 1,8 días. Conclusión: Este es un problema infrecuente y de difícil manejo. Existe mayor frecuencia en hombres de edades media siendo la puerta de entrada la vía anal en todos los casos. En la mayoría se requirió extracción en pabellón bajo anestesia siendo el abordaje transanal el más utilizado y con buenos resultados.


Introduction: The rectal forcing body (RFB) is a problem which involves a difficult management for surgeons. Anal via is the most frequent entrance area, followed by the oral via. Clinical suspicion is fundamental for diagnosis and it is possible to support it using imaging. Treatment considers extraction through transanal or frontal via. Aim: To describe and present the treatment of patients with rectal foreing body in the Urgency Service of El Pino Hospital during years 2011 to 2016. Materials and Method: Case studies. Clinical records revision of patients with rectal foreing body in the Urgency Service of El Pino Hospital considering a 5-year period. Patients are identified as those treated in the box and in a surgical pavilion. Patients were classified according to demographic variables, received treatment, associated complications and hospitalization time. Results: 18 patients are identified, 13 men and 5 women, 45 (± 36-51) and 34 (± 23-64) years respectively. It was possible to manually extract via trans-anal at box, in one of these cases; 17 of them required treatment at surgical pavilion, where 12 were via trans-anal and 5 via abdominal. None of these cases had intestinal injury. Post-surgery evolution was adequate. Average hospitalization was 1.8 days. Conclusion: RFB is a non-frequent problem which requires high diagnose suspicious to be able to carry out proper treatments. It is more frequent in middle age men, with transanal input. In most cases, the extraction was done in surgical pavilion and required anesthesia and were done via trans anal with good results.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Rectum/injuries , Rectum/diagnostic imaging , Foreign Bodies/complications , Foreign Bodies/therapy , Foreign Bodies/diagnostic imaging , Chile , Device Removal , Lacerations/etiology , Mental Disorders/complications
12.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 41(10): 581-587, Oct. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1042321

ABSTRACT

Abstract Objective To evaluate the association between the upright and supine maternal positions for birth and the incidence of obstetric anal sphincter injuries (OASIs). Methods Retrospective cohort study analyzed the data of 1,728 pregnant women who vaginally delivered live single cephalic newborns with a birth weight of 2,500 g. Multiple regression analyses were used to investigate the effect of the supine and upright positions on the incidence of OASIs after adjusting for risk factors and obstetric interventions. Results In total, 239 (13.8%) births occurred in upright positions, and 1,489 (86.2%) in supine positions. Grade-III lacerations occurred in 43 (2.5%) patients, and grade-IV lacerations occurred in 3 (0.2%) women. Supine positions had a significant protective effect against severe lacerations, odds ratio [95% confidence interval]: 0,47 [0.22- 0.99], adjusted for the use of forceps 4.80 [2.15-10.70], nulliparity 2.86 [1.44-5.69], and birth weight 3.30 [1.56-7.00]. Anesthesia (p<0.070), oxytocin augmentation (p<0.228), shoulder dystocia (p<0.670), and episiotomy (p<0.559) were not associated with the incidence of severe lacerations. Conclusion Upright birth positions were not associated with a lower rate of perineal tears. The interpretation of the findings regarding these positions raised doubts about perineal protection that are still unanswered.


Resumo Objetivo Avaliar a associação entre as posições maternas verticais e supinas ao nascimento e a taxa de incidência de lesões obstétricas do esfíncter anal (LOEAs). Métodos Estudo coorte retrospectivo que analisou os dados de 1.728 gestantes que tiveram parto vaginal cefálico simples com peso ao nascer de 2.500 g. Análises de regressão múltipla foram usadas para investigar o efeito de posições supinas ou verticais sobre a taxa de incidência de LOEAs após o ajuste para fatores de risco e intervenções obstétricas. Resultados No total, 239 (13,8%) nascimentos ocorreram nas posições verticais, e 1,489 (86,2%), nas posições supinas. Lacerações graves de grau III ocorreram em 43 (2,5%) pacientes, e de grau IV, em 3 (0,2%) mulheres. As posições supinas tiveram um efeito protetor significativo contra lacerações graves, razão de probabilidades [Intervalo de Confiança de 95%]: 0,47 [0.22-0.99], ajustado para o uso de Fórceps 4.80 [2.15-10.70], nuliparidade 2.86 [1.44-5.69], e peso ao nascer 3.30 [1.56-7.00]. Anestesia (p<0.070), aumento de ocitocina (p<0.228), distocia de ombro (p<0.670), e episiotomia (p<0.559) não estiveram associados à incidência de laceração grave. Conclusão As posições de parto verticais não estiveram associadas a uma menor taxa de ruptura perineal. A interpretação dos achados referentes a essas posições levantou dúvidas sobre a proteção perineal que ainda aguardam respostas.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Perineum/injuries , Lacerations/prevention & control , Lacerations/epidemiology , Delivery, Obstetric/adverse effects , Delivery, Obstetric/methods , Delivery, Obstetric/statistics & numerical data , Posture/physiology , Retrospective Studies , Risk Factors , Episiotomy/statistics & numerical data
13.
Rev. med. Risaralda ; 25(1): 40-43, ene.-jun. 2019. tab
Article in Spanish | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1058570

ABSTRACT

Resumen La episiotomía es una intervención común usada en las salas de partos. Se define como la realización un tipo de intervención quirúrgica en el periné́ que pretende facilitar la expulsión del producto ampliando el canal blando del parto. Este tiene unas indicaciones para su realización. El objetivo de nuestro estudio fue evaluar las razones para la realización de episiotomía en el HUHMP, analizar si esta se realiza según las indicaciones maternas-fetales, evaluar cuanto la implementación de una episiotomía selectiva puede proteger contra las laceraciones perineales y realizar una revisión de la literatura relevante y actual en este tema. El total de pacientes fue 214 en el periodo de Agosto, Septiembre y Octubre DEL 2016. De las cuales 103 (48.13%) fueron primigestantes, y las no primigestantes fueron 111(51.86%). En cuanto a la presencia de desgarros en las primigestantes se encontró desgarro grado 1 (17.51%), desgarro grado 2 ( 21.63%) desgarro grado 3 (0%) y desgarro grado 4 ( 1.03%), sin desgarro (39.14%),a este grupo de pacientes se les realizo episiotomía a (25.75%). En las no primigestantes fue desgarro grado 1 (32.19%), desgarro grado 2 ( 14.43%) desgarro grado 3 (0%) y desgarro grado 4 ( 0%), sin desgarro (68.82%),a este grupo de pacientes se les realizo episiotomía a (7.77%) Cuando se realizaron episiotomías se tuvieron como indicación periné corto y poca distensibilidad con un 19.3%, acortamiento del periodo expulsivo 16%, prevención de desgarro y acortamiento de trabajo de parto 6.4%, primigestante 3.2% Y en el 58% de las pacientes en quienes se realizó episiotomía no tenían indicación descrita.


Abstract Episiotomy is a common intervention used in maternity ward. It is defined as a type of surgery in the perineum intended to facilitate the expulsion of the product extending the birth canal. This has some indications for its realization. The objetive of our study was to evaluate the episiotomy reasons in HUHMP, analyze whether this is done by maternal-fetal indications, the assess the implementation of a selective episiotomy may protect against lacerations and a review of the relevant and current literature on this subject. The total was of 214 patients in the period of August, September and October 2016. Of which 103 (48.13%) were primigravidae, and non primigravidae were 111 (51.86%). In the primigravidae group the tearing grade 1 (17.51%), tearing grade 2 (21.63%) tearing Grade 3 (0%) and tear Grade 4 (1.03%), without tearing (39.14%); this group of Patients underwent episiotomy (25.75%). In non primigravidae I was tear grade 1 (32.19%), tear grade 2 (14.43%) tearing Grade 3 (0%) and tear Grade 4 (0%), without tearing (68.82%), this group of Patients Were episiotomy Performed (7.77%) When episiotomies were performed were taken as indication Short perineum and poorly compliant con un 19,3%, shortening the period expulsive 16%, prevention tear and shortening of Labor 6.4%, 3.2% primiparousAnd in 58% of Patients Who episiotomy was performed in they had no indication described


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Perineum , Surgical Procedures, Operative , Parturition , Episiotomy , Labor, Obstetric , Lacerations , State
14.
Rev. bras. oftalmol ; 78(2): 130-132, mar.-abr. 2019. graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1003574

ABSTRACT

Resumo Na medicina moderna, lesões traumáticas neonatais durante o parto são raras. Mais raras ainda são as relatadas por ocasião de um parto cesárea. Reporta-se o primeiro caso descrito de laceração palpebral e canicular neonatal em parto cesáreo. Descreve-se o trabalho conjunto de diagnóstico oportuno por parte da equipe de pediatria e a pronta intervenção cirúrgica oftalmológica num caso bem conduzido de laceração palpebral e canalicular à direita. O lactente apresenta-se sem prejuízo funcional permanente durante seguimento pós-operatório.


Abstract In modern medicine, neonatal traumatic injuries during childbirth are rare. More rarely are those during a cesarean birth. That is the first reported case of palpebral laceration and neonatal canicular cesarean section. We describe the joint work of early diagnosis by the pediatric team and the prompt ophthalmologic surgical intervention in a well-conducted case of right palpebral and canalicular laceration. The infant presents without permanent functional impairment during postoperative follow-up.


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Birth Injuries , Cesarean Section/adverse effects , Eyelids/injuries , Lacrimal Apparatus/injuries , Ophthalmologic Surgical Procedures/methods , Lacerations/surgery , Eyelids/surgery , Lacrimal Apparatus/surgery
15.
Texto & contexto enferm ; 28: e20190168, 2019. tab
Article in English | LILACS, BDENF | ID: biblio-1043468

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: to analyse the perineal outcomes in childbirth and post-partum perineal care in a freestanding birth centre. Method: a cross-sectional study, with data collection performed in the women's birth records forms from Casa Angela, a freestanding birth centre, São Paulo, Brazil, in 2016-2017 (n=415). The following data was analysed: occurrence and perineal tear degree; maternal, neonatal and birth care-related variables; perineal suture prevalence; complications in wound healing and natural methods on perineal care. Data were subjected to descriptive, inferential and multiple analyses. Results: in 11.8% of women, the perineum was kept intact, 61.9% had spontaneous first-degree tear and 26.3% had second-degree tear. The variables related to the occurrence and higher spontaneous degree tears were maternal age and second period of childbirth >2 hours. The protective factors against the occurrence and higher degree tears were number of previous vaginal childbirths and maternal position different from vertical during childbirth. Perineal suture was performed in 16.0% and 70.6% of women with spontaneous first- and second-degree tears, respectively. The main perineal complications after birth were edema (53.6%) and pain (29.4%); and the perineal suture increased the chance for these complications (OR=2.5; 95%CI 1.5-4.3). Perineum icepack compress was used in 53.8% of women during post-partum period. Conclusion: maternal and health-care related factors were associated to the prevalence and degree of spontaneous perineal tear. First-degree spontaneous perineal tears were prevalent and sutured in a low number of women. There were more complications in the wound healing process when the perineal suture was performed, regardless the tear degree. The number of natural methods in post-partum perineal care was higher than the use of medicines.


RESUMEN Objetivo: analizar los resultados perineales en el parto y el cuidado perineal post-parto en un Centro de Parto peri-hospitalario. Método: estudio transversal con recolección de datos en los registros de parto de las mujeres que dieron a luz en el Centro de Parto Casa Angela, que atiende al parto peri-hospitalario, en São Paulo, Brasil, en 2016-2017 (n=415). Se analizaron: ocurrencia y grado de los desgarros perineales y variables maternas, neonatales y asistenciales relacionadas; prevalencia de reparación perineal; complicaciones en la cicatrización; métodos naturales del cuidado perineal. Los datos se analizaron por estadística descriptiva e inferencial, con análisis bivariado y múltiple. Resultados: el perineo se mantuvo intacto en el 11,8% de las mujeres, el 61,9% tuvieron desgarros de primer grado, y el 26,3% de segundo grado. Las variables relacionadas con la ocurrencia y el mayor grado de los desgarros fueron la edad de la madre y el período expulsivo del parto >2 horas. Los factores protectores contra la ocurrencia y el mayor grado de los desgarros fueron el número de partos vaginales anteriores y la posición materna diferente de la vertical durante el parto. La reparación perineal se realizó en el 16% y el 70,6% de las mujeres con desgarros de primer y segundo grado, respectivamente. Las complicaciones perineales predominantes fueron edema (53,6%) y dolor (29,4%) y la reparación aumentó la probabilidad de estas complicaciones (OR=2,5; 95%IC 1,5-4,3). La compresa de hielo en el perineo se utilizó en el 53,8% de las mujeres en el período post-parto. Conclusión: los factores maternos y asistenciales se asociaron con la prevalencia y el grado del desgarro perineal. Hubo predominio de desgarros de primer grado, reparados en un pequeño número de mujeres. Cuando se realizó la reparación perineal, hubo más complicaciones en el proceso de cicatrización, independientemente del grado del desgarro. La cantidad de métodos naturales en el cuidado perineal después del parto fue superior al uso de medicamentos.


RESUMO Objetivo: analisar os desfechos perineais no parto e o cuidado perineal pós-parto em um Centro de Parto peri-hospitalar. Método: estudo transversal, com coleta de dados nos prontuários das mulheres que deram à luz no Centro de Parto peri-hospitalar Casa Angela, em São Paulo, Brasil, em 2016-2017 (n=415). Foram analisados: ocorrência e grau da laceração perineal e variáveis maternas, neonatais e assistenciais relacionadas; prevalência de reparo perineal; complicações na cicatrização e métodos naturais de cuidado perineal. Os dados foram analisados por estatística descritiva e inferencial, com análise bivariada e múltipla. Resultados: o períneo manteve-se íntegro em 11,8% das mulheres, 61,9% tiveram lacerações de primeiro grau e 26,3% de segundo grau. As variáveis relacionadas à ocorrência e maior grau das lacerações foram idade materna e período expulsivo do parto >2 horas. Os fatores protetores contra a ocorrência e o maior grau das lacerações foram número de partos vaginais anteriores e posição materna diferente da vertical durante o parto. O reparo perineal foi realizado em 16% e 70,6% das mulheres com lacerações de primeiro e segundo graus, respectivamente. As complicações perineais predominantes foram edema (53,6%) e dor (29,4%) e o reparo aumentou a chance dessas complicações (OR=2,5; 95%IC 1,5-4,3). A compressa de gelo no períneo foi usada em 53,8% das mulheres no pós-parto. Conclusão: fatores maternos e assistenciais associaram-se à prevalência e grau da laceração perineal. Houve predomínio das lacerações de primeiro grau, reparadas em um número reduzido de mulheres. Quando o reparo perineal foi realizado, houve mais complicações no processo de cicatrização, independentemente do grau da laceração. O número de métodos naturais no cuidado perineal após o parto foi superior ao uso de medicamentos.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Perineum , Birthing Centers , Lacerations , Parturition , Obstetric Nursing
17.
Journal of Rhinology ; : 26-31, 2019.
Article in Korean | WPRIM | ID: wpr-766204

ABSTRACT

BACKGROUND AND OBJECTIVES: The conventional transseptal transsphenoidal approach can inhibit visualization of the surgical field and may change the shape of external nose. We used the transseptal transsphenoidal technique to remove septal cartilage except the L strut via a modified Killian's incision and preserved the ‘key-stone area.’ The aim of this study was to verify the usefulness of this technique. SUBJECTS AND METHOD: Retrospective analysis was carried out on 42 pituitary tumor patients who received this technique by a single otolaryngologist from March 2005 to March 2012 at Kangbuk Samsung Hospital. RESULTS: The mean patient age at time of surgery was 52 years, and 41 cases were pituitary adenoma and 1 was Rathke's cleft cyst. Three patients had undergone prior surgery; of which 2 used a pterional approach and 1 a transsphenoidal approach. With regard to complication, there were 2 cases of CSF leakage and 5 cases of septal laceration. There were no cases of meningitis, deformity of external nose, septal perforation, anosmia, or sinusitis. In post operation follow up, 25 cases (59.5%) had no residual tumor, while 17 cases (40.5%) had residual tumor. CONCLUSION: This study reveals that transseptal transsphenoidal surgery with septal cartilage removal and a replacement technique for a pituitary tumor are effective, allow easy exposure, and result in a low complication rate.


Subject(s)
Cartilage , Congenital Abnormalities , Follow-Up Studies , Humans , Lacerations , Meningitis , Methods , Neoplasm, Residual , Nose , Olfaction Disorders , Pituitary Neoplasms , Retrospective Studies , Sinusitis
18.
Neurointervention ; : 137-141, 2019.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-760592

ABSTRACT

Distal intracranial occlusions can sometimes cause significant neurological deficits. Endovascular thrombectomy in these vessels may improve outcome but carry a higher risk of haemorrhagic complications due to the small calibre and tortuosity of the target vessel. We report two cases of isolated M2/3 artery occlusion causing dense hemiplegia that was successfully treated with stent retrieval thrombectomy. A “semi-deployment technique” of a 3 mm stentriever was employed at the M2/3 bifurcation of the middle cerebral artery. Partial stent unsheathing allowed adequate clot engagement while avoiding excessive tension by the stent metal struts along the tortuous course of a distal vessel. Complete revascularization was achieved after first-pass of the stent retriever without complication, resulting in good clinical outcome in both cases. The described semi-deployment technique reduces the radial and tractional force exerted by the stentreiver on small branches, and may reduce the risk of vessel laceration or dissection in distal vessel thrombectomy.


Subject(s)
Arteries , Endovascular Procedures , Hemiplegia , Lacerations , Middle Cerebral Artery , Stents , Stroke , Thrombectomy , Traction
19.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-760341

ABSTRACT

The aim of this study was to determine predictive risk factors implicated in complications in dogs with esophageal foreign bodies. Medical records of 72 dogs diagnosed with esophageal foreign bodies by endoscopy were reviewed retrospectively. Factors analyzed included age; breed; gender; body weight, location, dimension, and type of foreign body; and duration of impaction. To identify risk factors associated with complications after foreign body ingestion, categorical variables were analyzed using the chi-square or Fisher's exact tests and multivariate analysis, as appropriate. Complications secondary to esophageal foreign body ingestion included megaesophagus, esophagitis, perforation, laceration, diverticulum, and pleuritis. Univariate analysis revealed that the location and duration of impaction after foreign body ingestion were associated with an increased risk of esophageal laceration and perforation. Multivariate analysis showed that age, duration of impaction, and foreign body dimension were significant independent risk factors associated with the development of complications in dogs with esophageal foreign bodies. In conclusion, these results showed that longer duration of impaction and larger foreign body dimensions may increase the risks of esophageal laceration, perforation, and plueritis in dogs.


Subject(s)
Animals , Body Weight , Diverticulum , Diverticulum, Esophageal , Dogs , Eating , Endoscopy , Esophageal Achalasia , Esophageal Perforation , Esophagitis , Foreign Bodies , Lacerations , Medical Records , Multivariate Analysis , Pleurisy , Retrospective Studies , Risk Factors
20.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-739381

ABSTRACT

BACKGROUND: Hand injuries caused by chain saws, electric saws, and hand grinders range from simple lacerations to tendon injuries, fractures, and even amputations. This study aimed to understand the distribution of various types of hand and upper extremity injuries caused by power tools, in order to help prevent them, by investigating the incidence and cause of power tool injuries treated over a 4-year period at a single institution in Korea. METHODS: We reviewed the medical records of patients who visited a single institution for power tool-induced injuries from 2011 to 2014. The distribution of sex, age, injured body part, type of injury, and mechanism of injury sustained by patients who received hand and upper extremity injuries from using an engine saw, electric saw, or hand grinder was evaluated. RESULTS: Among 594 subjects who were injured by power tools, 261 cases were hand and upper extremity injuries. The average age was 53.2 years. Tendon injury was the most common type of injury. An electric saw was the most common type of power tool used. More injuries occurred in non-occupational settings than in occupational settings. CONCLUSIONS: In this study, power tool-induced hand and upper extremity injuries were mostly caused by direct contact with electric saw blades. More injuries occurred due to non-occupational use of these tools, but the ratios of amputations and structural injuries were similar in the non-occupational and occupational groups.


Subject(s)
Amputation , Arm Injuries , Epidemiologic Studies , Hand Injuries , Hand , Humans , Incidence , Korea , Lacerations , Medical Records , Occupational Groups , Tendon Injuries , Upper Extremity
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