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1.
Rev. bras. anestesiol ; 70(5): 553-555, Sept.-Oct. 2020. graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1143970

ABSTRACT

Abstract Hydatid cyst in the cervical region is an extremely rare condition that can create challenges for anesthesiologists. Timely recognition of difficult airway and preparing the management plan is crucial to avoid life-threatening complications such as hypoxic brain damage. We describe a case of difficult airway management in a patient with massive cervical hydatid cyst. We used a low-dose ketamine-propofol sedation and lidocaine spray for local oropharyngeal anesthesia. Muscular relaxants were not used, and spontaneous breathing was maintained during intubation. Recognition, assessment, and perioperative planning are essential for difficult airway management in patients with cervical hydatid cyst.


Resumo O cisto hidático na região cervical é uma condição extremamente rara que pode criar desafios para os anestesiologistas. O reconhecimento oportuno das vias aéreas difíceis e a preparação do plano de manejo são cruciais para evitar complicações com risco de vida, como danos cerebrais hipóxicos. Descrevemos um caso de difícil controle das vias aéreas em um paciente com cisto hidático cervical maciço. Utilizamos sedação com cetamina-propofol em baixa dose e spray de lidocaína para anestesia local orofaríngea. Relaxantes musculares não foram utilizados e a respiração espontânea foi mantida durante a intubação. O reconhecimento, a avaliação e o planejamento perioperatório são essenciais para o manejo difícil das vias aéreas em pacientes com cisto hidático cervical.


Subject(s)
Humans , Male , Adult , Airway Obstruction/parasitology , Echinococcosis/complications , Cervical Cord/parasitology , Propofol/administration & dosage , Echinococcosis/surgery , Airway Management , Intubation, Intratracheal , Ketamine/administration & dosage , Anesthesia, Local/adverse effects , Lidocaine/administration & dosage
2.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 72(5): 1659-1665, Sept.-Oct. 2020. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1131552

ABSTRACT

Objetivou-se avaliar o bloqueio sensitivo e motor da administração peridural de 0,2mL/kg de duas concentrações de ropivacaína em comparação à lidocaína em cães. Utilizaram-se 24 cães, distribuídos em quatro grupos: NaCl a 0,9% (GS), lidocaína a 2% (GL), ropivacaína a 0,5% (GR5) e ropivacaína a 0,75% (GR7,5). Avaliaram-se a presença de movimentação espontânea, deambulação, sensibilidade superficial e profunda nos momentos cinco, 10, 15, 20, 25, 30, 45, 60, 90, 120, 180, 240 e 300 minutos após peridural. O retorno à movimentação espontânea foi semelhante entre GL (42,50 ± 6,12) e GR7,5 (69,2 ± 58,9). O tempo para deambulação foi mais prolongado em GR7,5 (107,5 ± 79,3) que em GS (9,2 ± 3,8) e em GR5 (32,5 ± 20,9). O retorno da sensibilidade profunda foi maior em GR 7,5 (152,5 ± 89,2) que em GS (5,8 ± 2,0), GR5 (46,7 ± 46,3) e GL (52,5 ± 20,7). O tempo de retorno da sensibilidade superficial foi maior em GR7,5 (205,0 ± 129,3) que em GS (7,5 ± 2,7), GL (72,5 ± 19,9) e GR5 (97,5 ± 55,1). Apesar do retorno precoce da movimentação, ropivacaína 0,75% está relacionada a tempo prolongado de recuperação da função muscular e bloqueio sensitivo mais prolongado que lidocaína e ropivacaína 0,5%.(AU)


The aim of the present study was to evaluate the sensory and motor blockade of epidural 0.5% and 0.75% Ropivacaine or Lidocaine in dogs. Twenty-four dogs were distributed in four groups: 0.9% NaCl (GS), 2% lidocaine (GL), 0.5% ropivacaine (GR5) and 0.75% ropivacaine (GR7.5). Spontaneous movement, ability to walk, superficial, and deep pain response were assessed 5, 10, 15, 20, 25, 30, 45, 60, 90, 120, 180, 240 and 300 minutes after epidural. Time to return to spontaneous movement was similar between GL (42.50 ± 6.12) and GR7.5 (69.2 ± 58.9). Time to return to ambulation was longer in GR7.5 (107.5 ± 79.3) than in GS (9.2 ± 3.8) and GR5 (32.5 ± 20.9). Time to recover deep sensitivity was longer in GR 7.5 (152.5 ± 89.2) than in GS (5.8 ± 2.0), GR5 (46.7 ± 46.3) and GL (52.5 ± 20.7). Time to return superficial sensitivity was longer in GR7.5 (205.0 ± 129.3) when compared to GS (7.5 ± 2.7), GL (72.5 ± 19.9) and GR5 (97.5 ± 55.1). Despite the early return of spontaneous movement, 0.75% ropivacaine is related to longer periods for muscle function recovery and longer sensory block than lidocaine and 0.5% ropivacaine.(AU)


Subject(s)
Animals , Dogs , Neuromuscular Blockade/veterinary , Ropivacaine/administration & dosage , Anesthesia, Epidural/veterinary , Lidocaine/administration & dosage , Nerve Block/veterinary , Anesthetics, Local/analysis
3.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 72(5): 1751-1757, Sept.-Oct. 2020. tab
Article in Portuguese | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1131530

ABSTRACT

O objetivo do estudo foi verificar clinicamente a dispersão da lidocaína no espaço epidural de cães posicionados em diferentes decúbitos. Foram utilizados 16 cães, com peso médio de 17,5 quilogramas. Esses foram tranquilizados com acepromazina, anestesiados com propofol e alocados em dois grupos, conforme o decúbito de posicionamento: decúbito esternal (GE) e decúbito lateral direito (GLD). Ambos os grupos receberam lidocaína a 2%, no volume de 0,25mL/kg, e permaneceram no mesmo decúbito por 20 minutos. Em seguida, avaliou-se o bloqueio dos membros pélvicos e a extensão do bloqueio, a partir da sétima vértebra lombar, por meio de pinçamento interdigital e do panículo paravertebral. Foi, então, realizada cirurgia de orquiectomia. Após tal procedimento, avaliou-se o tempo total de bloqueio dos membros pélvicos. Todos os cães apresentaram bloqueio bilateral, sem diferenças quanto à extensão cranial entre os grupos, sendo a mediana de 7,5 (1-14) vértebras para GE e de 4 (1-14) para GLD. O tempo de bloqueio dos membros direito e esquerdo foi de 123 ± 26 e 130 ± 20 minutos, para GE, e de 120 ± 21 e 121 ± 20 minutos, para GLD, sem diferenças entre os grupos ou entre os membros. Conclui-se que o decúbito não interfere na distribuição da lidocaína administrada por via epidural.(AU)


The aim of this study was to clinically verify the dispersion of lidocaine in the epidural space of dogs placed in different positions. Sixteen dogs with an average weight of 17.5 kilograms were used. These were tranquilized with acepromazine, anesthetized with propofol and allocated to two groups: sternal decubitus (GE) and right lateral decubitus (GLD). Both groups received 2% of lidocaine in the volume of 0.25mL/kg and remained in the same position for 20 minutes. The blocking of the pelvic limbs and the extension of it from the seventh lumbar vertebra were evaluated by means of interdigital and paravertebral panniculus clamping. Orchiectomy surgery was then performed. Afterwards, the total blocking time of the pelvic limbs was evaluated. All dogs presented bilateral blocking, with no differences in cranial extension between groups, with a median of 7.5 (1-14) vertebrae for GE and 4 (1-14) for GLD. The blocking time of the right and left limbs were 123 ± 26 and 130 ± 20 minutes for GE, and 120 ± 21 and 121 ± 20 minutes for GLD with no difference between groups or between limbs. It is concluded that the decubitus does not interfere with the epidural lidocaine distribution.(AU)


Subject(s)
Animals , Dogs , Posture , Propofol , Acepromazine , Lidocaine/administration & dosage , Injections, Epidural/veterinary , Anesthetics, Local/analysis
4.
Rev. bras. anestesiol ; 70(4): 434-439, July-Aug. 2020. graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1137195

ABSTRACT

Abstract Background and objectives When planning the management of a predicted difficult airway, it is important to determine which strategy will be followed. Video laryngoscopy is a major option in scenarios with factors suggesting difficult airway access. It is also indicated in rescue situations, when there is tracheal intubation failure with direct laryngoscopy. The objective of the present report was to show the efficacy of using the video laryngoscope as the first device for a patient with a large tumor that occupied almost the entire anterior portion of the oral cavity. Case report An 85 year-old male patient, 162 cm, 70 kg, ASA Physical Status II, Mallampati IV classification, was scheduled for resection of an angiosarcoma located in the right maxillary sinus that invaded much of the hard palate and the upper portion of the oropharynx. He was conscious and oriented, with normal blood pressure, heart and respiratory rates and, despite the large tumor in the oral cavity, he showed no signs of respiratory failure or airway obstruction. After intravenous cannulation and monitoring, sedation was performed with 1 mg of intravenous midazolam, and a nasal cannula was placed to provide oxygen, with a flow of 2 L min−1. Then, the target-controlled infusion of remifentanil with an effect site concentration of 2 ng mL−1 was initiated, according to Minto's pharmacokinetic model. Ventilation was maintained spontaneously during airway handling. A trans-cricothyroid block was performed, with 8 mL of 1% lidocaine solution injected into the tracheal lumen. Slight bleeding did not prevent the use of an optical method for performing tracheal intubation. The entire oral cavity was sprayed with 1% lidocaine. The McGraph video laryngoscope with the difficult intubation blade was used, and an armored tube with a guide wire inside was used for tracheal intubation, performed on the first attempt with appropriate glottis visualization. Conclusion The video laryngoscope occupies a prominent position in cases in which access to the airway is difficult. In the present case it was useful. It can be used as first choice or as a rescue technique. The video laryngoscope is an appropriate alternative and should be available for facing the ever-challenging difficult airway patient.


Resumo Justificativa e objetivos No planejamento da abordagem a uma via aérea difícil prevista, é importante determinar qual será a estratégia a ser seguida. A videolaringoscopia é uma ótima opção em situações em que existam fatores indicadores de dificuldade de acesso à via aérea. Também é indicada em situações de resgate, quando houve insucesso na tentativa de intubação com a laringoscopia direta. O objetivo deste relato é mostrar a eficácia da utilização do videolaringoscópio como primeiro dispositivo diante de paciente com grande tumor que ocupava quase a totalidade da porção anterior da cavidade oral. Relato do caso Paciente com 85 anos, sexo masculino, 162 cm, 70 kg, estado físico ASA II, classificação de Mallampati IV, foi escalado para a ressecção de um angiossarcoma localizado no seio maxilar direito que invadia grande parte do palato duro e da porção superior da orofaringe. Apresentava-se lúcido, consciente e orientado, com valores de pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória normais e, apesar do grande tumor na cavidade oral, não apresentava qualquer sinal de insuficiência respiratória ou de obstrução das vias aéreas. Após venóclise, foi feita monitorização e sedação com 1 mg de midazolam, por via venosa, e colocado cateter nasal para administração de oxigênio, com fluxo de 2 L.min-1. Em seguida, foi iniciada a infusão alvo-controlada de remifentanil com concentração efeito de 2 ng.mL-1 segundo o modelo farmacocinético de Minto. A ventilação foi mantida em espontânea durante a manipulação da via aérea. Foi realizado bloqueio transcricotireóideo, sendo injetados 8 mL de solução de lidocaína a 1% na luz traqueal. Um pequeno sangramento não impediu que um método óptico fosse utilizado para realizar a intubação traqueal. Toda a cavidade oral recebeu o spray de lidocaína tópica a 1%. Foi utilizado o videolaringoscópio McGraph com a lâmina de intubação difícil, e um tubo aramado com fio guia no seu interior, foi utilizado para a intubação traqueal, que foi realizada na primeira tentativa, com boa visualização da glote. Conclusão O videolaringoscópio ocupa uma posição de destaque nos casos em que o acesso à via aérea é difícil. No presente caso, a sua utilização foi útil. Ele pode ser utilizado como primeira opção ou como técnica de resgate. Nas condições sempre preocupantes diante de um paciente com via aérea difícil, o videolaringoscópio deve estar disponível, constituindo-se uma boa opção.


Subject(s)
Humans , Male , Aged, 80 and over , Mouth Neoplasms/surgery , Intubation, Intratracheal/methods , Laryngoscopy/methods , Hemangiosarcoma/surgery , Video Recording , Laryngoscopes , Remifentanil/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Laryngoscopy/instrumentation , Lidocaine/administration & dosage
5.
Lima; IETSI; 24 ago. 2020.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1119647

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Uno de los mayores intereses en el campo de la salud y en torno a la pandemia de COVID-19 es el desarrollo de estrategias para reducir la transmisión de la infección por SARS-CoV-2, incluyendo la protección de los trabajadores de salud, grupo de riesgo frente a la infección por este virus (Ng et al. 2020). La extubación es un procedimiento generador de aerosoles debido a la respuesta refleja del sistema respiratorio durante esta actividad, manifestada como la presencia de tos en algunos pacientes a los que se les realiza destete del ventilador mecánico (Brewster et al. 2020). Realizar la extubación requiere la proximidad de los trabajadores de salud con los pacientes, los cuales, incluyendo los casos de pacientes con COVID-19, suelen seguir siendo infecciosos al momento de la extubación (Brewster et al. 2020, Zhou et al. 2020, Ng et al. 2020), por lo que realizar esta actividad incrementaría la probabilidad de transmisión de esta infección viral. Ante ello, diversos grupos relacionados a la anestesiología señalan como útil el empleo de medicación que reduzca la generación de tos durante la extubación, que, junto a otras medidas de protección, disminuiría la probabilidad de transmisión de la infección por SARS-CoV-2 (Brown et al. 2020, Cook et al. 2020, D'Silva et al. 2020, Tan Li et al 2020). En EsSalud, se dispone de lidocaína y fentanilo, medicamentos descritos en la literatura científica como útiles para reducir la tos en pacientes a los que se les realizará el destete de la ventilación mecánica. Sin embargo, algunos especialistas argumentan que estos agentes sedantes podrían causar depresión respiratoria, retraso en el despertar e incrementar el riesgo de delirio si son administrados por periodos largos. Adicionalmente, los especialistas argumentan que dexmedetomidina es una alternativa que ofrecería la ventaja un despertar más rápido y una menor incidencia de delirio, además de reducir la incidencia de tos durante la extubación, estos efectos facilitarían la extubación del paciente y disminuiría la transmisión del SARS-CoV-2 al equipo médico tratante en la UCI. En ese sentido, el presente documento tuvo como objetivo evaluar la eficacia y seguridad de dexmedetomidina comparado con lidocaína y fentanilo para destete de ventilación mecánica invasiva en pacientes con COVID-19. TECNOLOGÍA DE INTERÉS: Dexmedetomidina es un agonista selectivo de los receptores alfa-2 con efectos ansiolíticos, sedantes (mediados por la inhibición del locus coeruleus, el núcleo noradrenérgico predominante, situado en el tronco cerebral) y analgésicos, produciendo además un efecto simpaticolítico al disminuir la liberación de noradrenalina en las terminaciones nerviosas simpáticas. METODOLOGÍA: Se buscó la evidencia disponible al 24 de agosto del 2020 en las siguientes bases de datos bibliográficas: PubMed, The Cochrane Library y LILACS. Asimismo, se realizó una búsqueda en sitios web pertenecientes a grupos que realizan evaluaciones de tecnologías sanitarias y guías de práctica clínica, incluyendo: The Canadian Agency for Drugs and Technologies in Health (CADTH), Scottish Medicines Consortium (SMC), The National Institute for Health and Care Excellence (NICE), Institute for Quality and Efficiency in Healthcare (IQWiG), Haute Authorité de Santé (HAS), Institute for Clinical and Economic Review (ICER) y el portal BRISA (Base Regional de Informes de Evaluación de Tecnologías en Salud de las Américas). Adicionalmente, se realizó búsqueda de evidencia en sitios web de organizaciones internacionales en anestesiología o de instituciones que estén desarrollando protocolos para el manejo de pacientes con COVID-19. RESULTADOS: En la búsqueda de la evidencia no se identificaron estudios que evalúen la eficacia y seguridad de dexmedetomidina, comparado con lidocaína y fentanilo, para el destete de ventilación mecánica invasiva, en pacientes con COVID-19. Sin embargo, se identificaron: tres GPC o consensos de expertos elaborados por la Safe Airway Society, Alfred ICU y la Difficult Airway Society e instituciones colaboradoras; una RS con metaanálisis en red realizada por Tung et al., así como dos ensayos clínicos controlados, aleatorizados (ECA) que no fueron incluidos en la RS. Se debe precisar que esta RS y estos ECA no fueron realizados en la población de interés del presente reporte breve (pacientes con COVID-19); por lo que fueron incluidos como evidencia indirecta. CONCLUSIONES: En el presente documento, se evaluó la mejor evidencia científica disponible hasta la actualidad sobre eficacia y seguridad de dexmedetomidina comparado con lidocaína y fentanilo para destete de ventilación mecánica en pacientes con COVID-19. Se encontraron: tres GPC o consensos de expertos, una RS y dos ECA. La RS y los ECA incluidos aportan al reporte breve como evidencia indirecta; al no haber sido desarrollados en pacientes con COVID-19. Las guías de la Safe Airway Society (SAS), Alfred ICU y de la Difficult Airway Society (DAS) e instituciones colaboradoras que fueron elaboradas para dar recomendaciones para el proceso de extubación en pacientes con COVID-19, hacen mención a dexmedetomidina (SAS, Alfred ICU), opioides como el fentanilo (SAS y DAS) y la lidocaína (SAS, DAS) para reducir la tos durante el proceso de extubación, aunque precisan la ausencia de evidencia sobre el uso de este medicamentos en pacientes con COVID-19, señalando que se debe evaluar el balance riesgo-beneficio para el uso de los mismos. En general, las recomendaciones descritas en estos documentos proceden de consensos por opinión de expertos, y no establecen una preferencia de un medicamento sobre los otros. En cuanto a los resultados de la RS con MA en red de Tung et al., y los ECA de Kothari et al., y Hu et al., no han podido encontrar evidencia que apoye la hipótesis que el efecto de la dexmedetomidina sea superior al de lidocaína y fentanilo sobre el manejo de la tos (esto es, no se encontraron diferencias entre estos). Estos resultados deben ser interpretados con cautela debido a que la población de estudio de los mismos no son pacientes COVID-19. No obstante, la información que proporcionan puede ayudar a tener una idea del efecto que se podría esperar con el uso de cada uno de los medicamentos mencionados, tanto en eficacia como en seguridad. Al respecto, frente a una ausencia de diferencia entre dexmedetomidina en comparación con lidocaína y fentanilo, se tiene evidencia que la primera tiene un mayor riesgo de bradicardia que los dos últimos. Esto se condice con la literatura previa acerca de dicho medicamento (dexmedetomidina), donde además se describe que los adultos mayores y personas con comorbilidades presentan una mayor proporción de eventos de bradicardia atribuibles al uso de dexmedetomidina lo que, siendo que estos grupos poblacionales son los más afectados por COVID-19, sería esperable una mayor presencia de bradicardia como evento adverso en pacientes con COVID-19 que reciben dexmedetomidina, lo que llama a la precaución cuando se considera el uso de esta tecnología en estos pacientes. De este modo, la mejor evidencia disponible a la fecha (24 de agosto del 2020), procedente de tres GPC o consensos de expertos, una RS con metaanálisis en red y dos ECA, apunta a que el balance de riesgo-beneficio del empleo de dexmedetomidina comparado con el uso de lidocaína o fentanilo, en la reducción de la tos durante el destete de ventilación mecánica en pacientes con COVID-19 es de alta incertidumbre, especialmente por el hecho que la dexmedetomidina está asociada a un mayor riesgo de reacciones adversas frente a los otros dos medicamentos, especialmente en lo referente a bradicardia. Por ello, con este cuerpo de evidencia, el IETSI no ha encontrado sustento técnico que pueda apoyar una recomendación a favor del uso de dexmedetomidina por sobre el de lidocaína o fentanilo en pacientes COVID-19 para reducir la tos al momento de la extubación.


Subject(s)
Humans , Respiration, Artificial/methods , Ventilator Weaning/instrumentation , Fentanyl/administration & dosage , Coronavirus Infections/drug therapy , Dexmedetomidine/administration & dosage , Betacoronavirus/drug effects , Lidocaine/administration & dosage , Health Evaluation , Efficacy
6.
Int. arch. otorhinolaryngol. (Impr.) ; 24(1): 62-67, Jan.-Mar. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1090549

ABSTRACT

Abstract Introduction Posttonsillectomy pain results in significant morbidity to the patients. There is a disagreement in the literature regarding the use of local anesthetics during tonsillectomy. The aim of this placebo-controlled, double-blind study is to evaluate the effect of peritonsillar administration of local anesthetics. Objective To evaluate the role of intraoperative use of analgesics in tonsillar fossa and postoperative evaluation with visual analogue scale (VAS) scores in achieving pain relief after tonsillectomy procedure Methods In this study, 180 patients were randomized to 1 of the 6 groups: bupivacaine infiltration, lidocaine infiltration, normal saline infiltration, bupivacaine packing, lidocaine packing, and normal saline packing. Pain caused by speaking, swallowing, and on rest was assessed using VAS at 4, 8, 12, 16 hours, and at discharge. Results Significant analgesia was obtained in patients who received bupivacaine infiltration and packing compared with placebo (p < 0.05). The majority of the study subjects had no postoperative complications, and patients receiving bupivacaine infiltration required less additional analgesics in the first 24 hours after surgery. Conclusion We advocate the use of bupivacaine infiltration or packing immediately following the procedure to achieve adequate postoperative analgesia.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Pain, Postoperative/drug therapy , Tonsillectomy , Analgesia , Analgesics/administration & dosage , Analgesics/therapeutic use , Intraoperative Care , Pain, Postoperative/diagnosis , Pain, Postoperative/prevention & control , Pakistan , Placebos/administration & dosage , Postoperative Complications , Pain Measurement/methods , Bupivacaine/administration & dosage , Bupivacaine/therapeutic use , Double-Blind Method , Prospective Studies , Injections, Intravenous , Lidocaine/administration & dosage , Lidocaine/therapeutic use
8.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 72(1): 161-168, Jan.-Feb. 2020. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1088917

ABSTRACT

O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos analgésicos transoperatórios da infusão contínua de morfina e cetamina, associada ou não à lidocaína, em gatas submetidas à OSH eletiva. Foram utilizadas 16 fêmeas adultas, hígidas, pré-medicadas com acepromazina (0,1mg/kg) e morfina (0,5mg/kg), ambas pela via intramuscular, induzidas com cetamina (1mg/kg) e propofol (4mg/kg), pela via intravenosa, e mantidas sob anestesia geral inalatória com isoflurano a 1,4 V%. Os animais foram alocados aleatoriamente em dois grupos: grupo morfina, lidocaína e cetamina (MLK, n=8), que recebeu bolus de lidocaína (1mg/kg), pela via IV, seguido de infusão de morfina, lidocaína e cetamina (0,26mg/kg/h, 3mg/kg/h e 0,6mg/kg/h, respectivamente); e grupo morfina e cetamina (MK, n=8), que recebeu bolus de solução salina, seguido de infusão de morfina e cetamina, nas mesmas doses do MLK. Os momentos avaliados foram: M0, basal, cinco minutos após a indução; M1, imediatamente após a aplicação do bolus de lidocaína ou solução salina; M2, M3, M4 e M5, a cada cinco minutos, até completar 20 minutos do início da infusão; M6, após a incisão da musculatura; M7, após pinçamento do primeiro pedículo ovariano; M8, após pinçamento do segundo pedículo ovariano; M9, após pinçamento da cérvix; M10, após sutura da musculatura; M11, ao final da cirurgia; e M12, M13 e M14, intervalos de cinco minutos, até completar uma hora de infusão. A FP no M0 foi maior no MLK quando comparado ao MK. Em ambos os grupos, a PAS foi maior no M7 e no M8 em relação ao M0, porém no MK, além da PAS, a FP foi maior do M7 ao M13, assim como a f. Os animais do MK necessitaram de um número maior de resgates transoperatorios, total de 23, do que o MLK, total de sete. Conclui-se que a adição de lidocaína incrementou a analgesia oferecida, reduzindo o número de resgates analgésicos transoperatórios, a dose total de fentanil, bem como a probabilidade de os animais necessitarem dese tipo de resgate.(AU)


The aim of this study was to evaluate the trans-operative analgesics, continuous infusion of morphine and ketamine, with or without lidocaine in cats undergoing elective OSH. Sixteen adult cats were used, otherwise healthy, pre-medicated with acepromazine (0.1mg/kg) and morphine (0.5mg/kg), both intramuscularly, induced with ketamine (1mg/kg) and propofol (4mg/kg), intravenous, maintained under general inhalation anesthesia with isoflurane 1.4 V%. The animals were randomly allocated into two groups: morphine, lidocaine and ketamine (MLK, n= 8), which received intravenous bolus of lidocaine (1mg/kg) followed by infusion of morphine, lidocaine and ketamine (0.26mg / kg/h, 3mg / kg/h and 0.6mg / kg/h, respectively); Morphine and ketamine (MK, n= 8), who received bolus of saline followed by infusion of morphine and ketamine at the same doses of MLK. The evaluated moments were: M0, basal, 5 minutes after induction; M1 immediately after the application of lidocaine bolus injection or saline; M2, M3, M4 and M5, every 5 minutes to complete 20 minutes after the start of infusion; M6, after the incision of the musculature; M7, after clamping of the first ovarian pedicle; M8, after clamping of the second ovarian pedicle; M9, after clamping of the cervix; M10, after suturing of the musculature; M11, at the end of surgery; And M12, M13 and M14, 5 minute intervals until completing one hour of infusion. The time to extubating and full recovery of animals, and the need for rescue analgesic fentanyl intraoperatively were also evaluated. HR in M0 was higher in MLK when compared to MK. In both groups the SBP was higher in M7 and M8 compared to M0, but the MK, addition of SAP, HR was greater M7 to M13, as well as f. MK animals required a greater number of trans-operative rescues than the MLK. It was concluded that the addition of lidocaine to the protocol using morphine and ketamine increased its analgesia.(AU)


Subject(s)
Animals , Female , Cats , Ketamine/administration & dosage , Lidocaine/administration & dosage , Morphine/administration & dosage , Ovariectomy/veterinary , Anesthetics, Combined , Salpingectomy/veterinary , Hysterectomy/veterinary
9.
J. appl. oral sci ; 28: e20190025, 2020. tab, graf
Article in English | LILACS, BBO | ID: biblio-1056588

ABSTRACT

Abstract Periodontal therapy usually requires local anesthesia. If effective, a non-invasive, liposomal anesthetic gel could increase the levels of acceptance of patients in relation to periodontal therapy. Objective: This study investigated the efficacy of liposomal anesthetic gel for pain control during periodontal therapy. Methodology: Forty volunteers with moderate to severe chronic periodontitis were recruited, of which at least three sextants required periodontal therapy. At least one of the selected teeth had one site with a probing depth of ≥4 mm. The volunteers received the following three gels: a placebo, lidocaine/prilocaine (Oraqix®), or a liposomal lidocaine/prilocaine, which were applied to different sextants. Pain frequency was registered during treatment and the volunteers received a digital counter to register any painful or uncomfortable experiences. At the end of each session, the volunteers indicated their pain intensity using rating scales (NRS-101 and VRS-4). The volunteers had their hemodynamic parameters measured by a non-invasive digital monitor. Results: Pain frequency/intensity did not show statistical difference between intervention groups. The tested gels did not interfere with the hemodynamic indices. Dental anxiety, suppuration and probing depth could influence pain during periodontal therapy. Conclusion: Our results suggest limited indications for the use of non-invasive anesthesia when used for scaling and root planing. Intra-pocket anesthetic gel could be a good option for anxious patients, or those who have a fear of needles.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Pain/prevention & control , Dental Scaling/adverse effects , Root Planing/adverse effects , Gels/administration & dosage , Anesthesia, Dental/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Periodontal Pocket , Placebos , Prilocaine/administration & dosage , Pain Measurement/methods , Double-Blind Method , Chronic Periodontitis/complications , Chronic Periodontitis/therapy , Lidocaine, Prilocaine Drug Combination , Lidocaine/administration & dosage
10.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 71(6): 1901-1908, Nov.-Dec. 2019. tab
Article in Portuguese | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1055148

ABSTRACT

Objetivou-se comparar os efeitos fisiológicos, analgésicos e sobre a taxa de infusão de propofol, decorrentes da anestesia epidural com lidocaína, associada ao tramadol ou à dexmedetomidina, em felinas submetidas à ovariosalpingohisterectomia (OSH). Para tal, 16 felinas hígidas foram pré-tratadas com acepromazina 0,08mg/kg/IM, utilizando-se propofol para a indução (dose-efeito) e manutenção anestésicas. Após indução, as gatas foram aleatoriamente distribuídas em dois grupos (n=8), designados: grupo lidocaína-tramadol (GLT), tratado com lidocaína (3,0mg/kg) associada ao tramadol (2,0mg/kg); e grupo lidocaína-dexmedetomidina (GLD), tratado com lidocaína (3,0mg/kg) associada à dexmedetomidina (2µg/kg), pela via epidural. Durante a OSH, a infusão de propofol foi aumentada ou reduzida, objetivando-se manutenção de plano anestésico cirúrgico. Foram avaliados os parâmetros: f, FC, SPO2, EtCO2, PAS, PAD, PAM, T°C, nos períodos pré (M1) e transoperatórios (M2 a M7); a taxa mínima de propofol necessária; o tempo de recuperação anestésica e a qualidade da analgesia pós-cirúrgica durante seis horas. Ambos os tratamentos garantiram baixas taxas mínimas de infusão de propofol, todavia o uso da dexmedetomidina resultou em bradicardia inicial, elevação da pressão arterial, maior tempo de recuperação e menor qualidade analgésica, quando comparada ao tramadol.(AU)


The aim of this study was to compare the physiological and analgesic effects and the minimum infusion rate of propofol of epidural anesthesia with lidocaine associated to tramadol or dexmedetomidine, in cats undergoing ovariosalpingohysterectomy (OSH). For this purpose, 16 healthy cats were pretreated with acepromazine (0.08mg kg -1 IM) and propofol was used for induction (dose-effect) and maintenance of anesthesia. After induction, the cats were assigned in two randomized groups (n= 8), named: Lidocaine-tramadol group (LTG), treated with lidocaine (3mg kg -1 ) associated to tramadol (2mg kg -1 ) and Lidocaine-dexmedetomidine group (LDG), treated with lidocaine (3mg kg -1 ) associated to dexmedetomidine (2g kg -1 ), by epidural route. During OSH, propofol infusion was increased or decreased, setting to maintain surgical anesthetic depth. The parameters f, HR, SPO 2 , EtCO 2 , SAP, DAP, MAP, T°C in the pre (M1) and trans-operative periods (M2 to M7); minimum infusion rate of propofol; time of anesthetic recovery and quality of postoperative analgesia during six-hour interval, were evaluated. Both protocols provided low minimum infusion rate of propofol. However, dexmedetomidine resulted in initial bradycardia, elevated blood pressure, longer recovery time, and lower analgesic quality when compared to tramadol.(AU)


Subject(s)
Animals , Female , Cats , Tramadol/administration & dosage , Dexmedetomidine/administration & dosage , Anesthesia, Epidural/veterinary , Lidocaine/administration & dosage , Ovariectomy/veterinary , Propofol/administration & dosage , Salpingectomy/veterinary , Hysterectomy/veterinary
11.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 71(6): 1829-1834, Nov.-Dec. 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1055116

ABSTRACT

Avaliou-se a recuperação anestésica e a analgesia residual da infusão contínua (IC) de fentanil (F), lidocaína (L), cetamina (K) e fentanil-lidocaína-cetamina (FLK), associados à anestesia total intravenosa com o propofol, em cadelas submetidas à ovariossalpingo-histerectomia. Foram utilizados 32 animais pré-medicados com acepromazina, distribuídos em quatro grupos de acordo com o tratamento analgésico: F: bolus de 0,0036mg/kg de fentanil e IC de 0,0036mg mg/kg/h; L: bolus de 3mg/kg de lidocaína e IC de 3mg/kg/h; K: bolus de 0,6mg/kg de cetamina e IC de 0,6mg/kg/h; e FLK: bolus e IC dos três fármacos nas doses supracitadas. Após o bolus do tratamento analgésico, foi realizada a indução e o início da IC do tratamento analgésico e do propofol. Para avaliação da recuperação anestésica, foram considerados os tempos de extubação, decúbito esternal, posição quadrupedal e os efeitos adversos. A avaliação da analgesia foi realizada por meio da escala visual analógica e modificada de Glasgow, durante seis horas. Os efeitos adversos observados foram vômito, sialorreia e tremor muscular. Receberam analgesia de resgate 100% dos animais do grupo F, 87,5% do K, 50% do L e 12,5% do FLK. O FLK demonstrou maior analgesia, e a recuperação anestésica foi semelhante em todos os grupos.(AU)


The anesthetic recovery and residual analgesia of continuous rate infusion (CRI) of fentanyl (F), lidocaine (L), ketamine (K) and fentanyl-lidocaine-ketamine (FLK) associated with total intravenous anesthesia with propofol in bitches submitted to ovariohysterectomy were evaluated. 32 animals were used, pre-medicated with acepromazine and distributed into four groups according to analgesic treatment: F loading dose (LD) of 0.0036mg/kg fentanyl, and CRI of 0.0036mg/kg/h, L: LD of 3mg/kg lidocaine, and CRI of 3mg/kg/h; K: LD of 0.6mg/kg ketamine, and CRI of 0.6mg/kg/h and FLK: LD and CRI of the three drugs in the above mentioned doses. After the LD of analgesic treatment, the induction was performed and the CRI of the analgesic treatment and propofol started. To evaluate the anesthetic recovery, the time of extubation, sternal decubitus, quadrupedal position and adverse effects were considered. The analgesia evaluation was performed using the visual scale and modified Glasgow for six hours. The adverse effects observed were vomiting, sialorrhea and muscle tremor. 100% of the animals in group F, 87.5% of K, 50% of L and 12.5% of FLK received rescue analgesia. FLK demonstrated greater analgesia, and anesthesia recovery was similar in all groups.(AU)


Subject(s)
Animals , Female , Dogs , Anesthesia Recovery Period , Propofol/administration & dosage , Fentanyl/administration & dosage , Anesthetics, Combined/administration & dosage , Ketamine/administration & dosage , Lidocaine/administration & dosage , Salpingostomy/veterinary , Ovariectomy/veterinary , Hysterectomy/veterinary
12.
Rev. bras. oftalmol ; 78(4): 264-267, July-Aug. 2019. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1013683

ABSTRACT

ABSTRACT We here in report the case of a patient subjected to cataract surgery through phacoemulsification under local anesthetic block, without intra-operative complications. The patient presented important visual impairment in the first post-operative day. Fundoscopy showed pallor resembling cherry-red spots at the macula. Fluorescein angiography did not depict signs of vascular occlusion and the spectral-domain optical coherence tomography showed increased reflectivity in the inner layers of the retina, thus suggesting local thickening and edema. The current case led to the diagnostic hypothesis of transient retinal arterial occlusion.


RESUMO Relatamos um caso de um paciente submetido a facectomia por facoemulsificação sob bloqueio anestésico peribulbar, sem intercorrências per-operatória, que apresentou no primeiro dia de pós-operatório baixa visual significativa. À fundoscopia observou-se palidez em aspecto de mácula em cereja. A angiofluoresceinografia não demonstrou sinais de oclusão vascular e a tomografia de coerência óptica mostrou aumento da refletividade das camadas internas da retina, sugerindo espessamento e edema local. No caso descrito foi aventada hipótese diagnóstica de oclusão arterial retiniana transitória.


Subject(s)
Humans , Male , Aged , Retinal Artery Occlusion/etiology , Phacoemulsification/adverse effects , Anesthesia, Local/adverse effects , Bupivacaine/administration & dosage , Retinal Artery Occlusion/diagnosis , Cataract Extraction/methods , Visual Acuity , Phacoemulsification/methods , Lens Implantation, Intraocular , Tomography, Optical Coherence , Hyaluronoglucosaminidase/administration & dosage , Intraocular Pressure/drug effects , Anesthetics, Local/administration & dosage , Lidocaine/administration & dosage
13.
Rev. cuba. oftalmol ; 32(1): e691, ene.-mar. 2019.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1093679

ABSTRACT

RESUMEN Durante la cirugía de catarata, la inducción de la dilatación de la pupila (midriasis) y el mantenimiento de un grado adecuado de esta a lo largo de toda la operación son elementos críticos para la eliminación y el reemplazo exitoso del cristalino. Una pupila pequeña o un cierre pupilar durante la cirugía hacen que esta sea un desafío desde el punto de vista técnico y aumente el riesgo de complicaciones transquirúrgicas, por lo que una midriasis adecuada y mantenida ha permanecido hasta nuestros días como un pilar fundamental para maximizar la seguridad y los resultados refractivos de la cirugía de catarata moderna. Esta midriasis se consigue habitualmente con la aplicación previa de colirios anticolinérgicos y simpaticomiméticos, con los cuales el tiempo de espera para la dilatación pupilar es frecuentemente más largo que el procedimiento quirúrgico; tienen una significativa absorción sistémica que pueden aumentar el riesgo de efectos secundarios cardiovasculares, y el efecto midriático tiende a desaparecer durante la cirugía. Con el objetivo de acceder a la información actualizada sobre los fármacos midriáticos más usados de modo intracameral, sus dosis y formas de aplicación durante la cirugía de catarata, se realiza el presente trabajo de revisión(AU)


ABSTRACT In cataract surgery, induction and maintenance of an adequate degree of pupil dilation (mydriasis) throughout the operation are critical elements for the successful removal and replacement of the crystalline lens. A small pupil or pupil closure during surgery pose a technical challenge and increase the risk of intraoperative complications. This is the reason why adequate, maintained mydriasis has remained to this day a fundamental pillar to maximize both safety and satisfactory refractive results in modern cataract surgery. Mydriasis is normally achieved with the previous application of anticholinergic and sympathomimetic eye drops, for which the waiting time for pupil dilation is often longer than the surgical procedure, they have significant systemic absorption which may increase the risk of cardiovascular side effects, and the mydriatic effect tends to vanish during surgery. A bibliographic review was conducted with the purpose of accessing updated information about the most commonly used intracameral mydriatic drugs, their doses and modes of application during cataract surgery(AU)


Subject(s)
Humans , Phenylephrine/administration & dosage , Cataract Extraction/adverse effects , Lidocaine/administration & dosage , Mydriatics/therapeutic use
14.
Int. j. morphol ; 37(1): 344-348, 2019. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-990049

ABSTRACT

RESUMEN: El proceso angiogénico se define como el proceso en el que los vasos sanguíneos generan brotes dando como resultado neovascularidad. Un desbalance en el proceso angiogénico contribuye a numerosos desórdenes inflamatorios, infecciosos, isquémicos, inmunológicos y malignos. En el territorio maxilofacial se pueden encontrar patologías neoplásicas benignas de desarrollo local con un marcado componente angiogénico que determinan su crecimiento y agresividad. Sin embargo, existe escasa evidencia de cómo tratarlas en base al control de la angiogénesis. Terry & Jacoway (1994) desarrollaron un protocolo de tratamiento para lesiones neoplásicas benignas con un importante componente vascular que se utiliza actualmente. Este protocolo consiste en la infiltración intralesional de una suspensión de triamcinolona 10 mg/ml más una solución de anestésico local de uso odontológico como la lidocaína al 2 % asociada a epinefrina en una concentración de 1:200.000. Sin embargo, el uso de epinefrina podría disminuir la acción antiangiogénica de la triamcinolona al ser un vasoconstrictor. El objetivo de este estudio es comparar el efecto antiangiogénico, en la membrana alantocoriónica de pollo (MAC), de esta suspensión versus el efecto de la triamcinolona sin asociar a anestésicos locales. Los resultados del efecto antiangiogénico en la MAC de pollo, obtenidos en la investigación concluyeron que la suspensión de triamcinolona asociada a lidocaína con epinefrina es similar al de la suspensión de triamcinolona sin asociar a anestésicos locales. Además, se logró determinar que las suspensiones de triamcinolona sin asociar a anestésicos locales y las asociadas a anestésicos locales con o sin vasoconstrictor poseen un marcado efecto antiangiogénico, en la MAC de pollo, en comparación al grupo control.


SUMMARY: Angiogenesis is defined as the process through which new blood vessels form from previously existing vessels. Several inflammatory, infectious, ischemic, immunological and malignant disorders are caused by the lack of adequate angiogenesis balance. In the maxillofacial area, there are invasive benign neoplastic pathologies with a strong angiogenic component, which determines aggressive behavior and growth. Studies in the literature are scarce regarding treatment of these conditions based on angiogenesis control. Currently, the protocol used to treat these maxillofacial benign neoplastic lesions, was developed in 1994 by Terry & Jacoway and has a strong angiogenic component. Consequently lesions are treated via intra-lesion administration of triamcinolone 10 mg / mL, a solution used in dental local anesthetic, such as lidocaine 2 %, in conjunction with epinephrine at a concentration of 1:200,000. The objective of this study was to compare the antiangiogenic effect of this protocol in chicken chorioallantoic membrane (CAM) without the use of local anesthetic. The results of the antiangiogenic effect in the CAM obtained in this study concluded that the effect of the suspension of triamcinolone associated to lidocaine with epinephrine, is similar to the suspension of triamcinolone without associating local anesthetics. Furthermore, it was determined that suspensions of triamcinolone without local anesthetic, and those associated to local anesthetic with, and without vasoconstrictor have a strong antiangiogenic effect in CAM compared to the control group.


Subject(s)
Animals , Chick Embryo , Triamcinolone/administration & dosage , Epinephrine/administration & dosage , Angiogenesis Inhibitors/administration & dosage , Chorioallantoic Membrane/drug effects , Lidocaine/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Neovascularization, Pathologic
15.
Rev. bras. anestesiol ; 68(5): 531-534, Sept.-Oct. 2018.
Article in English | LILACS | ID: biblio-958335

ABSTRACT

Abstract Erythromelalgia is a neuropathic pain syndrome due to an autosomal dominant gene, characterized by erythema, increased skin temperature and burning pain in hands and feet, whose treatment is often unsatisfactory. In this paper, we report a case of a 9 years old female patient whose first episode of burning pain, erythema and edema of the hands, without triggering factors, had instant relief after immersion in cold water. She presented with systemic arterial hypertension and had seizures. The patient was treated with gabapentin (150 mg.8 h−1) and amitriptyline (12.5 mg) orally, intravenous lidocaine infusion (120 mg), without relieving pain complaints. Due to the lack of response to the proposed treatment, it was decided to gradually reduce these medications and to introduce carbamazepine (200 mg) orally and, after 4 days of treatment, there was complete relief of the manifestations.


Resumo Eritromelalgia é uma síndrome dolorosa neuropática decorrente de gene autossômico dominante, caracterizada por eritema, aumento da temperatura da pele e dor em queimação, em mãos e pés, e o tratamento é muitas vezes insatisfatório. Neste caso, está o relato de uma paciente do sexo feminino, com nove anos e primeiro episódio de dor em queimação, eritema e edema em mãos, sem fatores desencadeantes, com alívio instantâneo após imersão em água fria. Apresentava hipertensão arterial sistêmica e teve crises convulsivas. Foi tratada com gabapentina (150 mg.8 h-1) e amitriptilina (12,5 mg) via oral, lidocaína (120 mg) venosa em infusão, sem alívio das queixas álgicas. Devido à ausência de resposta ao tratamento proposto, decidiu-se redução gradativa dessas medicações e introdução de carbamazepina (200 mg) via oral e após quatro dias de tratamento houve alívio completo das manifestações.


Subject(s)
Humans , Child , Carbamazepine/administration & dosage , Erythromelalgia/drug therapy , Gabapentin/administration & dosage , Amitriptyline/administration & dosage , Lidocaine/administration & dosage
16.
Rev. bras. oftalmol ; 77(5): 244-247, set.-out. 2018. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-977870

ABSTRACT

Abstract Purpose: To assess the non-invasive tear break-up time (NITBUT) and tear meniscus height (TMH) after instilling the three different types of anesthetic eye drops by Oculus Keratograph 5M. Methods: In this prospective study, 85 healthy subjects (85 eyes) were randomly divided into three groups. The groups were randomly received lidocaine hydrochloride 2%, proparacaine hydrochloride 0.5%, and tetracaine hydrochloride 0.5%. The qualitative and quantitative parameters of tear film were assessed using NITBUT and TMH, respectively. In all groups, the quantity of tear film using TMH was measured in the right eye of subjects, while the quality of tear film using NITBUT was assessed in the left eye. The analysis of variance (ANOVA) was used to compare the difference between before and after the intervention. A P-value < 0.05 was considered significant. Results: Differences for TMH and NITBUT between before and after applying lidocaine hydrochloride 2% were not statistically significant (P > 0.05). The mean values of NITBUT and TMH after the instillation of proparacaine hydrochloride 0.5% showed a significant decrease than before the intervention (P < 0.05). Also, after the use of tetracaine hydrochloride 0.5%, the mean value of NITBUT was significantly increased (P < 0.05), but the mean value of TMH was significantly decreased than before the intervention (P < 0.05). Conclusion: Our study showed that lidocaine hydrochloride 2% as an anesthetic eye drops can be an appropriate choice for eye examinations due to a lack of significant effect on the quantity and quality of tear film.


Resumo Objetivo: Avaliar o tempo de ruptura lacrimal não invasivo (NITBUT) e a altura do menisco lacrimal (TMH) após instilar os três tipos diferentes de colírio anestésico pelo Oculus Keratograph 5M. Métodos: Neste estudo prospectivo, 85 indivíduos saudáveis (85 olhos) foram divididos aleatoriamente em três grupos. Os grupos receberam aleatoriamente cloridrato de lidocaína a 2%, cloridrato de proparacaína a 0.5% e cloridrato de tetracaína a 0.5%. Os parâmetros qualitativos e quantitativos do filme lacrimal foram avaliados utilizando NITBUT e TMH, respectivamente. Em todos os grupos, a quantidade de filme lacrimal utilizando TMH foi medida no olho direito dos sujeitos, enquanto a qualidade do filme lacrimal usando NITBUT foi avaliada no olho esquerdo. A análise de variância (ANOVA) foi utilizada para comparar a diferença entre antes e depois da intervenção. Um valor de P < 0.05 foi considerado significativo. Resultados: Diferenças para TMH e NITBUT entre antes e depois da aplicação de cloridrato de lidocaína a 2% não foram estatisticamente significantes (P > 0.05). Os valores médios de NITBUT e TMH após a instilação de cloridrato de proparacaína a 0.5% mostraram uma diminuição significativa do que antes da intervenção (P < 0.05). Além disso, após o uso de cloridrato de tetracaína a 0.5%, o valor médio de NITBUT foi significativamente aumentado (P < 0.05), mas o valor médio de TMH foi significativamente menor do que antes da intervenção (P < 0.05). Conclusão: Nosso estudo mostrou que o cloridrato de lidocaína a 2% como colírio anestésico pode ser uma escolha apropriada para exames oftalmológicos devido à falta de efeito significativo sobre a quantidade e a qualidade do filme lacrimal.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Ophthalmic Solutions , Propoxycaine/pharmacology , Tears/drug effects , Tetracaine/pharmacology , Corneal Topography/instrumentation , Anesthetics, Local/pharmacology , Lidocaine/pharmacology , Propoxycaine/administration & dosage , Tears/diagnostic imaging , Tetracaine/administration & dosage , Prospective Studies , Cornea/anatomy & histology , Corneal Topography/methods , Diagnostic Techniques, Ophthalmological/instrumentation , Anesthetics, Local/administration & dosage , Lidocaine/administration & dosage
17.
Rev. bras. anestesiol ; 68(1): 57-61, Jan.-Feb. 2018. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-897800

ABSTRACT

Abstract Background Post-extubation laryngospasm is a dangerous complication that should be managed promptly. Standard measures were described for its management. We aimed to compare the efficacy of propofol (0.5 mg.kg-1) vs. lidocaine (1.5 mg.kg-1) for treatment of resistant post-extubation laryngospasm in the obstetric patients, after failure of the standard measures. Method This study was conducted over 2 years on all obstetric patients scheduled for cesarean delivery. Post-extubation laryngospasm was initially managed with a standard protocol (removal of offending stimulus, jaw thrust, positive pressure ventilation with 100% oxygen). When this protocol failed, the tested drug was the second line (lidocaine in the first year and propofol in the second year). Lastly, succinylcholine was used when the tested drug failed. Results In lidocaine group, 5% of parturients developed post-extubation laryngospasm, 31.9% of them were successfully treated via standard protocol, and 68.1% required lidocaine treatment. Among these, 65.6% of patients treated with lidocaine responded successfully and 34.4% required succinylcholine to relieve laryngospasm. In propofol group, 4.7% of parturients developed post-extubation laryngospasm, 30.1% of them were successfully treated via standard protocol, and 69.9% required propofol treatment. Among these, 82.8% of patients treated with propofol responded successfully and 17.2% required succinylcholine to relieve laryngospasm. Conclusion Small dose of propofol (0.5 mg.kg-1) is marginally more effective than lidocaine (1.5 mg.kg-1) for the treatment of resistant post-extubation laryngospasm in obstetric patients, after failure of standard measures and before the use of muscle relaxants.


Resumo Justificativa O laringoespasmo pós-extubação é uma complicação perigosa que deve ser prontamente tratada. Medidas padrão para o seu manejo foram descritas. O nosso objetivo foi comparar a eficácia de propofol (0,5 mg.kg-1) versus lidocaína (1,5 mg.kg-1) no tratamento de laringoespasmo resistente pós-extubação em pacientes obstétricas após falha das medidas padrão. Método Este estudo foi conduzido ao longo de dois anos em todas as pacientes obstétricas programadas para cesariana. O laringoespasmo pós-extubação foi inicialmente tratado com um protocolo padrão (remoção do estímulo ofensivo, protrusão mandibular, ventilação com pressão positiva com oxigênio a 100%). Ao constatar a falha desse protocolo, o fármaco testado foi a segunda opção (lidocaína no primeiro ano e propofol no segundo ano). Por fim, succinilcolina foi usada quando houve falha do fármaco testado. Resultados No grupo lidocaína, 5% das parturientes desenvolveram laringoespasmo pós-extubação, 31,9% delas foram tratadas com sucesso via protocolo padrão e 68,1% precisaram de tratamento com lidocaína, das quais, 65,6% responderam com sucesso ao tratamento com lidocaína e 34,4% precisaram de succinilcolina para alívio do laringoespasmo. No grupo propofol, 4,7% das parturientes desenvolveram laringoespasmo pós-extubação, 30,1% delas foram tratadas com sucesso via protocolo padrão e 69,9% precisaram de tratamento com propofol, das quais, 82,8% responderam com sucesso ao tratamento com propofol e 17,2% precisaram de succinilcolina para alívio do laringoespasmo. Conclusão Uma pequena dose de propofol (0,5 mg.kg-1) é marginalmente mais eficaz do que lidocaína (1,5 mg.kg-1) no tratamento de laringoespasmo resistente pós-extubação em pacientes obstétricas, após falha das medidas padrão e antes do uso de relaxantes musculares.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Propofol/administration & dosage , Cesarean Section , Laryngismus/etiology , Laryngismus/drug therapy , Airway Extubation/adverse effects , Hypnotics and Sedatives/administration & dosage , Anesthesia, Obstetrical , Anesthetics, Local/administration & dosage , Lidocaine/administration & dosage , Prospective Studies
18.
MedicalExpress (São Paulo, Online) ; 4(6)Nov.-Dec. 2017. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-894372

ABSTRACT

BACKGROUND: Effective analgesic therapy in the postoperative period of total knee arthroplasty is essential for good surgical outcomes. The current trend is to use multimodal treatment, in which the use of patches with lidocaine as adjuvant therapy has an increasingly relevant role. OBJECTIVE: To investigate the potential benefits of lidocaine patch association with the basic analgesia regimen for pain relief during the postoperative period of total knee arthroplasty. METHOD: A retrospective cohort study was performed , with a total of 24 patients in each group, who underwent total knee arthroplasty. Pain levels using a visual analogue scale and opioid intake were controlled from the immediate postoperative to the end of a 28-day interval. RESULTS: During the postoperative period, pain was less intense in patients who used lidocaine patches. In these same patients, the doses of opioids needed to control pain were lower in 15 of the 28 days analyzed. The relative frequency of nausea was higher in the group that did not use adjuvant therapy. Patients older than 70 years and females predominated. CONCLUSION: Adjuvant treatment after total knee arthroplasty using lidocaine patches was effective in reducing pain and decreasing the use of opioids in the period analyzed, and represents a good addition to multimodal analgesic therapy.


OBJETIVO: A terapia analgésica eficaz no pós-operatório de artroplastia total do joelho é imprescindível para bons resultados cirúrgicos. A tendência atual é a de se utilizar o tratamento multimodal, no qual a utilização de emplastros com lidocaína como terapia adjuvante tem papel crescente e relevante. Investigar os potenciais benefícios da associação do emplastro com lidocaína ao esquema terapêutico básico de analgesia para o alívio da dor durante o período pós-operatório de artroplastia total de joelho. MÉTODO: Foi realizado um estudo de coorte retrospectivo cuja população foi a de pacientes submetidos a artroplastia total do joelho, divididos em dois grupos com 24 integrantes em cada, acompanhados por um período de 28 dias. RESULTADOS: Durante o pós-operatório analisado a dor foi menos intensa nos pacientes que utilizaram os emplastros com lidocaína. Nesses mesmos pacientes, as doses de opióides necessárias para controlar a dor foram menores em 15 dos 28 dias analisados. A frequência relativa de náuseas foi maior no grupo que não utilizou a terapia adjuvante. Predominaram os pacientes com mais de 70 anos e o gênero feminino. CONCLUSÃO: O tratamento adjuvante após a artroplastia total do joelho utilizando emplastros com lidocaína mostrou ser eficaz na redução da dor e diminuição do uso de opióides no período analisado, constituindo um bom incremento para a terapia analgésica multimodal.


Subject(s)
Pain, Postoperative/drug therapy , Arthroplasty, Replacement, Knee , Lidocaine/administration & dosage , Cohort Studies , Chemotherapy, Adjuvant , Transdermal Patch , Analgesics, Opioid/therapeutic use
19.
Acta cir. bras ; 32(8): 662-672, Aug. 2017. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-886229

ABSTRACT

Abstract Purpose: To determine if the combination of lidocaine with epinephrine or gamma globulin would decrease the rate or reduce the amount of local absorption of lidocaine through the airway. Methods: Twenty adult male cats were randomly and evenly distributed into four groups: 1) Group LG: lidocaine administered with gamma globulin; 2) Group LS: lidocaine administered with physiological saline); 3) Group LE: lidocaine administered with epinephrine; 4) Group C: control group. Invasive blood pressure, heart rate, and concentration of lidocaine were recorded before and after administration. Results: The peak of plasma concentrations appeared difference (Group LG: 1.39 ± 0.23 mg/L; Group LS: 1.47 ± 0.29 mg/L and Group LE: 0.99 ± 0.08 mg/L). Compared to Group C, there were significant differences in the average heart rate of Groups LG, LS, and LE (P < 0.05). The average systolic blood pressures were significantly different when each group was compared to Group C (P < 0.05). The biological half-life, AUC0-120, peak time, and half-life of absorption among the three groups have not presented statistically significant differences (P > 0.05). Conclusion: Administering lidocaine in combination with gamma globulin through airway causes significant decrease the rate and reduce the amount of local absorption of lidocaine in cats.


Subject(s)
Animals , Male , Cats , gamma-Globulins/pharmacokinetics , Epinephrine/pharmacokinetics , Adrenergic beta-Agonists/pharmacokinetics , Respiratory Tract Absorption/drug effects , Anesthetics, Local/pharmacokinetics , Lidocaine/pharmacokinetics , Reference Values , Time Factors , Trachea/drug effects , Blood Pressure/drug effects , Bronchoscopy/methods , gamma-Globulins/administration & dosage , Epinephrine/administration & dosage , Random Allocation , Reproducibility of Results , Adrenergic beta-Agonists/administration & dosage , Drug Combinations , Heart Rate/drug effects , Anesthetics, Local/administration & dosage , Anesthetics, Local/blood , Lidocaine/administration & dosage , Lidocaine/blood
20.
RELAMPA, Rev. Lat.-Am. Marcapasso Arritm ; 30(3): f:99-l:103, jul.-set. 2017. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-877281

ABSTRACT

Introdução: A lidocaína é o anestésico local mais amplamente utilizado durante os procedimentos de implante de marcapasso, principalmente pelo seu perfil seguro e baixo custo. Atualmente, nosso grupo vem utilizando a ropivacaína no lugar da lidocaína. Essa substância é um anestésico local do tipo amida de longa duração com efeitos anestésico e analgésico, proporcionando, assim, maior conforto aos pacientes. Método: O presente estudo transversal foi realizado em 1.178 pacientes que necessitavam de implante de marcapasso dupla-câmara. Durante o implante do dispositivo eletrônico implantável, 450 pacientes foram submetidos a anestesia do músculo peitoral (direito ou esquerdo) com 20 ml de lidocaína 2% sem vasoconstritor, enquanto 728 pacientes foram submetidos a anestesia local na mesma região com 20 ml de ropivacaína 7,5%. Avaliamos o tempo de ausência da sensação dolorosa após o implante do marcapasso e a segurança relacionada ao uso de lidocaína vs. ropivacaína. Resultados: A ausência de dor após o implante avaliada em horas demonstrou que a ropivacaína promove efeito anestésico de 6,5 ± 0,4 horas ao término do procedimento, enquanto a lidocaína só foi capaz de aliviar a dor durante 2,3 ± 0,6 horas (P < 0,0001). Em relação à segurança dos fármacos, a taxa de complicação anestésica foi muito semelhante: 15 pacientes (2,03%) com utilização de ropivacaína e 12 pacientes (2,67%) com uso de lidocaína (P = 0,5482). Conclusão: A ropivacaína parece ser tão segura e mais eficaz que a lidocaína durante a anestesia local, tendo efeitos analgésicos mais prolongados após implante de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis


Background: Lidocaine is the most widely used local anesthetic during pacemaker implantation procedures, mainly because of its safe profile and low cost. Currently, our group has been using ropivacaine instead of lidocaine. This substance is a long-acting amide-type local anesthetic with anesthetic and analgesic effects, thus providing greater patient comfort. Method: The present cross-sectional study was performed in 1,178 patients who required a dual-chamber pacemaker implantation. During implantation of the implantable electronic device 450 patients underwent right or left pectoral muscle anesthesia with 20 mL of 2% lidocaine without vasoconstrictor, while 728 patients underwent local anesthesia in the same region with 20 mL of 7.5% ropivacaine. We evaluated the time of absence of the pain after the implantation of the pacemaker and the safety of the use of lidocaine vs. ropivacaine. Results: The absence of post-implant pain evaluated in hours showed that ropivacaine promotes an anesthetic effect of 6.5 ± 0.4 hours at the end of the procedure, whereas lidocaine was only able to relieve pain for 2.3 ± 0.6 hours (P < 0.0001). Regarding drug safety, the rate of anesthetic complication was very similar: 15 patients (2.03%) with ropivacaine and 12 patients (2.67%) with lidocaine (P = 0.5482). Conclusion: Ropivacaine seems to be as safe and effective as lidocaine during local anesthesia and has longer analgesic effects after the implantation of implantable electronic cardiac devices


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Anesthesia, Local/methods , Lidocaine/administration & dosage , Pacemaker, Artificial , Prostheses and Implants , Analysis of Variance , Arrhythmias, Cardiac , Atrioventricular Block , Cross-Sectional Studies , Echocardiography/methods , Electrocardiography/methods , Heart Atria/surgery , Heart Ventricles/surgery , Sinoatrial Node , Stroke Volume
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