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1.
Säo Paulo med. j ; 140(1): 24-32, Jan.-Feb. 2022. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1357472

ABSTRACT

BACKGROUND: Epidemiological studies focusing on multisite musculoskeletal pain have revealed that the prevalence of multisite pain is high in general populations. OBJECTIVE: To ascertain the prevalence of multisite musculoskeletal pain in the last 12 months and in the last seven days, in a population-based sample and investigate its association with demographic, socioeconomic, behavioral, reported morbidity and ergonomic variables. DESIGN AND SETTING: Cross-sectional population-based survey in Bauru, São Paulo (Brazil). METHODS: 600 individuals were interviewed. The following data were collected: participants' characteristics, through a precoded questionnaire; physical activity level, through the International Physical Activity Questionnaire; and musculoskeletal symptoms, through the Nordic questionnaire. Descriptive, bivariate and Poisson regression analyses were performed. RESULTS: The prevalence of multisite musculoskeletal pain was 46.5% (confidence interval, CI 42.5 to 50.5) in the last 12 months and 26.1% (CI 22.8 to 29.8) in the last seven days. The variables associated with multisite pain in the last 12 months were female sex, presence of hypertension, diabetes mellitus or depression, watching TV more than three times a week and working in a seated position. Formerly smoking was a protection factor. The variables associated with multisite pain in the last seven days were female sex, age group 60 years and over, low income, presence of comorbidities of hypertension, diabetes mellitus or depression and working in a seated position. CONCLUSION: There was high prevalence of multisite musculoskeletal pain, which was associated with demographic, socioeconomic, work-related, electronic device-related and reported morbidity variables.


Subject(s)
Musculoskeletal Pain/epidemiology , Occupational Diseases/diagnosis , Occupational Diseases/etiology , Occupational Diseases/epidemiology , Brazil/epidemiology , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Middle Aged
2.
Braz. dent. sci ; 25(2): 1-9, 2022. tab, ilus
Article in English | LILACS, BBO | ID: biblio-1369271

ABSTRACT

Objective: Work related musculo skeletal disorders (WMSD) are very common among dental practitioners who use precise hand-wrist motions and prolonged static postures. The aim of this study was to develop an educative ergonomic plan and test its effectiveness in reducing symptoms of musculo-skeletal disorders among dental practitioners. Material and Methods: This study was conducted on a random sample of 50 dental practitioners of both genders (25 male, 25 female) practising for more than 4 years in urban Bengaluru, India and showing symptoms of neck pain, back pain or wrist pain. In the first round of the questionnaire data was collected from all 50 dentists. Next an educative ergonomic plan was developed which included simple exercises and recommendations in the form of do's and don'ts. The study population were asked to follow the guidelines given and perform the exercises given in the poster daily for a period of 3 months. Then, the questions were again asked. The differences in responses during the first stage and second stage were analyzed. Results: The use of the ergonomic plan led to a statistically significant improvement in certain ergonomic practises such as practise of changing their positions during clinical practice, keeping shoulders and arm at correct level while working and keeping instruments within hand reach. There was a statistically significant reduction in pain levels after the use of the ergonomic plan. Conclusion: The ergonomic plan in the form of recommendations and exercises were an effective tool in improving ergonomic practises and reducing the symptoms of musculoskeletal disorders among dental practitioners. (AU)


Objetivo: Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) são muito comuns entre os dentistas que usam movimentos precisos de mão e punho e posturas estáticas prolongadas. O objetivo deste estudo foi desenvolver um plano ergonômico educativo e testar sua eficácia na redução de sintomas de distúrbios osteomusculares em dentistas. Material e Métodos: Este estudo foi realizado em uma amostra aleatória de 50 dentistas de ambos os sexos (25 homens, 25 mulheres) trabalhando há mais de 4 anos na área urbana de Bengaluru, Índia e apresentando sintomas de dor no pescoço, dor nas costas ou dor no punho. Na primeira etapa do questionário foram coletados dados de todos os 50 dentistas. Em seguida, foi desenvolvido um plano ergonômico educativo que incluía exercícios simples e recomendações na forma de fazer e não fazer. Os participantes foram solicitados a seguir as orientações dadas e realizar os exercícios indicados no pôster diariamente por um período de 3 meses. Em seguida, as perguntas foram feitas novamente. Foram analisadas as diferenças nas respostas durante a primeira etapa e a segunda etapa. Resultados: A utilização do plano ergonômico levou a uma melhora estatisticamente significativa em algumas práticas ergonômicas, como a prática de mudar de posição durante o atendimento clínico, manter ombros e braços no nível correto durante o trabalho e manter os instrumentos ao alcance das mãos. Houve redução estatisticamente significativa dos níveis de dor após a utilização do plano ergonômico. Conclusão: O plano ergonômico na forma de recomendações e exercícios foi uma ferramenta eficaz na melhoria das práticas ergonômicas e na redução dos sintomas de distúrbios osteomusculares entre os cirurgiões-dentistas. (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Cumulative Trauma Disorders , Back Pain , Neck Pain , Musculoskeletal Pain , Ergonomics
3.
Enferm. foco (Brasília) ; 12(5): 920-928, dez. 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1366872

ABSTRACT

Objetivo: Avaliar frequência, intensidade da dor musculoesquelética e capacidade de resiliência de profissionais de enfermagem que atuam em uma Unidade de Emergência no âmbito hospitalar. Métodos: Estudo transversal, desenvolvido com profissionais de enfermagem que atuam na Unidade de Emergência de um hospital geral. A coleta de dados ocorreu entre dezembro de 2019 a março de 2020, mediante aplicação do questionário sociodemográfico, laboral e clínico, Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares, escala numérica de avaliação da dor e escala de resiliência. Resultados: Participaram 31 profissionais, com predomínio de mulheres, idade entre 18 a 40 anos, técnicos de enfermagem, com vínculo empregatício exclusivo. Estas sentem dor, de moderada e alta intensidade, em diferentes regiões anatômicas. No último ano, as regiões corporais mais acometidas foram parte superior e inferior das costas, pescoço e ombros. Foi observada associação significativa entre jornada diária de trabalho e intensidade da dor (p=0,044) e, entre resiliência elevada e apresentar mais que um vínculo empregatício (p=0,029). Conclusão: Avaliação da intensidade, locais de dor musculoesquelética e resiliência da Enfermagem é importante como subsídio para ações e intervenções com esses trabalhadores para proteger e promover sua saúde e garantir segurança e qualidade da assistência ao usuário que acessa a Unidade de Emergência. (AU)


Objective: To assess frequency, intensity of musculoskeletal pain and resilience of nursing professionals who work in an Emergency Unit in the hospital. Methods: Cross-sectional study, developed with nursing professionals who work in the Emergency Unit of a general hospital. Data collection took place between December 2019 and March 2020, using the sociodemographic, labor and clinical questionnaire, Nordic Musculoskeletal Questionnaire, numerical pain assessment scale and resilience scale. Results: 31 professionals participated, with a predominance of women, aged between 18 and 40 years, nursing technicians, with exclusive employment relationship. They feel pain, of moderate and high intensity, in different anatomical regions. In the last year, the most affected body regions were the upper and lower back, neck and shoulders. A significant association was observed between daily work hours and pain intensity (p = 0.044) and between high resilience and having more than one job (p = 0.029). Conclusion: Assessment of intensity, places of musculoskeletal pain and nursing resilience is important as a basis for actions and interventions with these workers to protect and promote their health and ensure safety and quality of care for users who access the Emergency Unit. (AU)


Objetivo: Evaluar la frecuencia, intensidad del dolor musculoesquelético y la resiliencia de los profesionales de enfermería que laboran en una Unidad de Urgencias del hospital. Métodos: Estudio transversal, desarrollado con profesionales de enfermería que laboran en la Unidad de Urgencias de un hospital general. La recogida de datos se llevó a cabo entre diciembre de 2019 y marzo de 2020, utilizando el cuestionario sociodemográfico, laboral y clínico, el cuestionario nórdico musculoesquelético, la escala numérica de evaluación del dolor y la escala de resiliencia. Resultados: Participaron 31 profesionales, con predominio de mujeres, con edades entre 18 y 40 años, técnicos de enfermería, con relación laboral exclusiva. Sienten dolor, de intensidad moderada y alta, en diferentes regiones anatómicas. En el último año, las regiones corporales más afectadas fueron la espalda alta y baja, el cuello y los hombros. Se observó una asociación significativa entre las horas diarias de trabajo y la intensidad del dolor (p = 0,044) y entre alta resiliencia y tener más de un trabajo (p = 0,029). Conclusión: La valoración de la intensidad, los lugares de dolor musculoesquelético y la resiliencia de enfermería es importante como base de acciones e intervenciones con estos trabajadores para proteger y promover su salud y garantizar la seguridad y calidad de la atención a los usuarios que acceden a la Unidad de Urgencias. (AU)


Subject(s)
Nursing , Emergencies , Musculoskeletal Pain
4.
Rev. SOBECC (Online) ; v26(n4): 230-237, 31-12-2021.
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1366143

ABSTRACT

Objetivo: Avaliar a intensidade da dor musculoesquelética e as regiões anatômicas comprometidas referidas por profissionais de enfermagem atuantes em um centro cirúrgico hospitalar. Método: Estudo transversal, descritivo e quantitativo, desenvolvido com profissionais de enfermagem que atuam no centro cirúrgico de um hospital geral. A coleta de dados ocorreu entre dezembro de 2019 e março de 2020, mediante aplicação de questio-nário sociodemográfico, laboral e clínico, Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares e Escala Numérica de Avaliação da Dor. Resultados:Participaram do estudo 25 profissionais de enfermagem. A maioria é mulher, na faixa etária de 31 a 40 anos, casada e com filhos. As regiões anatômicas mais acometidas pela dor musculoesquelética no último ano foram lombar, tornozelos e pés, ombros e pescoço, e, nos últimos sete dias, o maior per-centual de dor foi na região lombar. Apenas pequena parcela dos trabalhadores referiu não sentir dor nos últimos dias. Conclusão: A dor referida pelos participantes compromete suas atividades laborais. A intensidade da dor expressa sofrimento profissional, com risco de cronificação e desencadeamento de outras patologias, até mesmo autoimunes.


Objective: To assess the intensity of musculoskeletal pain and the affected anatomical regions reported by nursing professionals working in a hospital surgical center. Method: This is a quantitative, descriptive, cross-sectional study carried out with nursing professionals working in the surgi-cal center of a general hospital. Data were collected between December 2019 and March 2020 by administering a sociodemographic, labor, and clinical questionnaire, the Nordic Musculoskeletal Questionnaire, and the Numeric Pain Rating Scale. Results: Twenty-five nursing professionals participated in the study. Most were women, aged 31 to 40 years, married, and with children. The anatomical regions most affected by musculoskeletal pain in the previous year were the low back, ankles and feet, shoulders, and neck; in the previous seven days, the lumbar region was responsible for the highest per-centage of pain. Only a small part of workers declared not feeling pain in recent days. Conclusions: The pain reported by the participants compromises their work activities. Pain intensity reveals professional suffering, with the risk of chronicity and of triggering other diseases, even autoimmune ones.


Objetivo: Evaluar la intensidad del dolor musculoesquelético y regiones anatómicas comprometidas reportadas por profesionales de enferme-ría que laboran en el quirófano de un hospital. Método: Estudio transversal, descriptivo y cuantitativo, desarrollado con profesionales de enfermería que laboran en el quirófano de un hospital general. La recolección de datos se realizó entre diciembre de 2019 y marzo de 2020, mediante la aplicación del cuestionario sociodemográfico, laboral y clínico, Cuestionario Nórdico de Síntomas Musculoesqueléticos y Escala Numérica de Evaluación del Dolor. Resultados: Participaron del estudio veinticinco profesionales de enfermería. La mayoría son mujeres, de entre 31 y 40 años, casadas y con hijos. Las regiones anatómicas más afectadas por el dolor musculoesquelético en el último año fueron la zona lumbar, tobillos y pies, hombros y cuello y, en los últimos siete días, el mayor porcentaje de dolor fue en la región lumbar. Solo una pequeña parte de los trabajadores informó no haber sentido dolor en los últimos días. Conclusión: El dolor informado por los participantes compromete sus actividades laborales. La intensidad del dolor expresa sufrimiento profesional, con riesgo de cronicidad y desencadenamiento de otras patologías, incluidas las autoinmunes.


Subject(s)
Humans , Surgicenters , Musculoskeletal Pain , Nurse Practitioners , Women , Lumbosacral Region , Ankle
5.
rev. cuid. (Bucaramanga. 2010) ; 12(3): 1-3, 20210821.
Article in Spanish | LILACS, BDENF, COLNAL | ID: biblio-1343500

ABSTRACT

El COVID-19 es una enfermedad causada por el virus del Síndrome Respiratorio Agudo Severo Coronavirus 2 (SARS-CoV-2), desarrollando una emergencia de salud pública en diferentes países a nivel mundial1. La pandemia COVID-19 ha obligado a las autoridades públicas sanitarias a nivel mundial a imponer un confinamiento social obligatorio como estrategia de contención epidemiológica. El confinamiento social tuvo un impacto negativo en los niveles de actividad física, la calidad del sueño y el bienestar en un grupo de adultos físicamente activos. Las autoridades de salud pública deben ser conscientes de que las personas que suelen llevar un estilo de vida activo, podrían ser particularmente susceptibles a tales trastornos2. Así mismo la pandemia Covid 19 afectado los niveles de actividad física a consecuencia del confinamiento social obligatorio siendo este de suma importancia en la prevención de diferentes problemas de la salud. Por otro lado, el brote del COVID-19 a nivel mundial ha desencadenado una pandemia que pone en peligro la salud mundial. El mundo del deporte también está sufriendo enormes consecuencias, como la suspensión de los Juegos Olímpicos de Tokio 20203 y otras disciplinas de distintas federaciones del deporte a nivel mundial. Los factores psicológicos relacionados con el COVID-19 pueden exacerbar la experiencia del dolor y complicar el tratamiento del dolor por el impacto psicológico de COVID-194. Así mismo los pacientes con que padecer un transtorno muscular esquelético crónico reportaron un mayor nivel de estrés autoevaluado, que se correlacionó con un aumento significativo de la intensidad del dolor y el consumo analgésico5. Así mismo, el manejo del dolor durante la pandemia COVID-19 ha demostrado ser un desafío, en el personal de salud y adaptar rápidamente la telemedicina para un manejo eficaz del dolor6. Es necesario realizar una programación de ejercicio físico de 4 días a la semana, durante al menos 50 minutos y con intensidades del 77% de FC max de ejercicio aeróbico o de fuerza en un paciente con dolor crónico, como estrategia para la reducción del dolor. Por otro lado, es necesario tener en consideración que el ejercicio físico puede ser realizado en sus domicilios como mecanismo del control del dolor, durante este periodo de confinamiento social7. La participación del Tecnólogo médico en terapia física y rehabilitación como parte del equipo multidisciplinario es sumamente importante junto con todo el equipo multidisciplinario en la recuperación del paciente en sus diferentes etapas de su rehabilitación. La elección de los parámetros con respecto a los ejercicios se debe enfatizar los ejercicios globales en las condiciones de dolor nociplástico, por otro lado, los ejercicios específicos en las condiciones de dolor no nociplástico estarán basados en las condiciones del paciente y las habilidades del personal de terapia física y rehabilitación8. Además, es necesario tener en consideración, en este periodo de confinamiento social obligatorio realizar actividad física dentro de su entorno para poder mantener un estilo de vida de saludable del individuo y así tener una calidad de vida óptima. Por último, es necesario gestionar programas educativos en la promoción de comportamientos saludable en la población a fin de mejorar los niveles de actividad física para la prevención de dolor musculoesquelético en los diferentes sectores.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Exercise , Musculoskeletal Pain , COVID-19
6.
rev. cuid. (Bucaramanga. 2010) ; 12(3): 1-14, 20210821.
Article in Spanish | LILACS, BDENF, COLNAL | ID: biblio-1343574

ABSTRACT

Introducción: En el sector sanitario es común la ejecución de actividades de pie; sin embargo, es un tema poco atendido, a pesar de los efectos negativos que se pueden generar en la salud de los trabajadores. Objetivo: Analizar la variación de dolor musculoesqueléticos en las extremidades inferiores y espalda baja, y la variación de volumen en las piernas presentados en trabajadores sanitarios que realizan sus actividades de pie durante una jornada laboral. Materiales y métodos: Estudio transversal donde se registró la percepción de dolor musculoesquelético de los segmentos corporales: espalda baja y el lado derecho e izquierdo de: muslo-cadera, rodilla, pierna y tobillo-pie y se midió la circunferencia para calcular su volumen de las piernas con la cinta métrica Gulick II a 21 trabajadores del sector sanitario. Los registros y mediciones se realizaron durante la primera y la última hora de una jornada laboral de 8 horas. Resultados: En todos los segmentos corporales la percepción de dolor musculoesquelético y el volumen en ambas piernas aumentó al final de la jornada laboral respecto al inicio. Los segmentos corporales muslo-cadera izquierda, tobillo-pie derecho y el volumen en ambas piernas aumentaron significativamente. Discusión: Los resultados obtenidos son similares a estudios con diseños experimentales, con la diferencia que nuestro estudio se desarrolló en condiciones reales sin control de variables. Conclusiones: Este estudio muestra cómo actividades del sector sanitario ejecutadas durante tiempos prolongados de pie pueden ocasionar en los trabajadores dolor musculoesqueléticos en las extremidades inferiores y la espalda baja, así como un aumento en el volumen de las piernas.


Introduction: In the health care sector, the execution of standing activities is common; however, it is an issue that receives little attention, despite the negative effects that can be generated in the health of workers. Objective: To analyze the variation of musculoskeletal pain in the lower extremities and lower back, and the variation of volume in the legs in health care workers who perform their activities while standing during a working day. Materials and methods: A cross-sectional study in which the perception of musculoskeletal pain was recorded in the following body segments: lower back and right and left side of the thigh-hip, knee, leg and ankle-foot, and the circumference was measured to calculate the volume of the legs with the Gulick II tape measure in 21 health care sector workers. Recordings and measurements were taken during the first and last hour of an 8-hour workday. Results: In all body segments the perception of musculoskeletal pain and the volume in both legs increased at the end of the working day compared to the beginning. The body segments left thigh-hip, right ankle-foot and the volume in both legs increased significantly. Discussion: The results obtained are similar to studies with experimental designs, with the difference that our study was developed under real conditions without variables control. Conclusions: This study shows how activities in the health care sector executed during prolonged standing times can cause musculoskeletal pain in the lower extremities and lower back in workers, as well as an increase in the legs volume.


Introdução: No setor de saúde, a execução de atividades em pé é comum; entretanto, é uma questão que recebe pouca atenção, apesar dos efeitos negativos que podem gerar sobre a saúde dos trabalhadores. Objetivo: Analisar a variação da dor musculoesquelética nos membros inferiores e lombar, e a variação do volume das pernas nos profissionais de saúde que realizam suas atividades em pé durante uma jornada de trabalho. Materiais e métodos: Estudo transversal no qual foi registrada a percepção da dor musculoesquelética nos segmentos do corpo: região lombar e lado direito e esquerdo da coxa-quadril, joelho, perna e tornozelo-pé, e a circunferência foi medida para calcular o volume das pernas com a fita métrica Gulick II em 21 trabalhadores do setor de saúde. Os registros e medições foram feitos durante a primeira e última hora de um dia de trabalho de 8 horas. Resultados: Em todos os segmentos do corpo, a percepção da dor musculoesquelética e o volume em ambas as pernas aumentou no final do dia de trabalho em comparação com o início. Os segmentos do corpo coxa-quadril esquerdo, tornozelo-pé direito e o volume em ambas as pernas aumentaram significativamente. Discussão: Os resultados obtidos são semelhantes aos estudos com desenhos experimentais, com a diferença de que nosso estudo foi realizado em condições reais sem controle de variáveis. Conclusões: Este estudo mostra como as atividades no setor de saúde realizadas durante períodos prolongados de permanência em pé podem causar dores musculoesqueléticas nos membros inferiores e a região lombar, bem como um aumento no volume das pernas.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Occupational Health , Low Back Pain , Lower Extremity , Musculoskeletal Pain , Standing Position
7.
Rev. Pesqui. Fisioter ; 11(3): 518-527, ago.2021. ilus, tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1292400

ABSTRACT

OBJETIVOS: Jogar videogames em dispositivos móveis tem aumentado rapidamente entre estudantes universitários, mais do que antes da pandemia do COVID-19. Isso é muito preocupante, pois pode desencadear vários problemas, como dores musculoesqueléticas e distúrbios de jogo. Vários estudos semelhantes foram realizados em vários países, mas limitados na Malásia. O presente estudo tem como objetivo investigar o efeito dos videogames móveis na dor musculoesquelética entre estudantes universitários em Selangor, Malásia. PARTICIPANTES E MÉTODOS: Este estudo foi conduzido online usando um questionário online auto-relatado por meio do Formulário Google e enviado a estudantes universitários em Selangor, Malásia. O vício em jogos dos participantes foi medido por meio do questionário Ten Item Internet Gaming Disorder test (IGDT-10) e a prevalência de dor musculoesquelética foi avaliada pelo Modified Nordic Musculoskeletal Questionnaire (MNMQ). RESULTADOS: A prevalência de Transtorno de Jogos na Internet entre estudantes universitários em Selangor, Malásia, é de 1,8% (n = 3). A região do pescoço (74,2%) foi a região do corpo mais comumente relatada com dor musculoesquelética, seguida pela região dos ombros (60,7%), região lombar (55,8%) e região superior das costas (50,9%). Houve associação significativa entre a posição corporal durante o videogame móvel (p = 0,002) e a dor musculoesquelética na região lombar. CONCLUSÃO: De acordo com os resultados deste estudo, a prevalência de Transtorno de Jogos na Internet entre estudantes universitários era baixa e não viciados em jogos no bloqueio Covid-19. Também descobrimos que os participantes que se sentaram enquanto jogavam videogames para celular tinham maior probabilidade de desenvolver dor lombar.


INTRODUCTION: Mobile video gaming among university students has increased rapidly, more than before the COVID-19 pandemic. This is very concerning as this could spark various problems, such as musculoskeletal pain and gaming disorders. OBJECTIVES: The present study is to identify the predictors of mobile video gaming on musculoskeletal pain among university students in Selangor, Malaysia. PARTICIPANTS AND METHODS: This study was conducted online using a self-reported online questionnaire via Google Form and sent to university students in Selangor, Malaysia. Participants' gaming addiction was measured using the Ten Item Internet Gaming Disorder Test (IGDT-10) questionnaire, and the prevalence of musculoskeletal pain was assessed by the Modified Nordic Musculoskeletal Questionnaire (MNMQ). The data was analyzed using SPSS version 25. A descriptive and binomial linear regression test was used to predict the variables. The statistical significance was set at p < 0.05, and odds ratios were calculated with confidence intervals of 95%. RESULTS: The prevalence of Internet Gaming Disorder among university students in Selangor, Malaysia is 1.8% (n=3). The neck region (74.2%) was the most commonly reported body region with musculoskeletal pain, followed by the shoulder region (60.7 %), lower back region (55.8 %), and upper back region (50.9 %). The body position was the only predictor of mobile video gaming with musculoskeletal pain (p = 0.002) in the lower back region. CONCLUSION: According to the findings of this study, the prevalence of Internet Gaming Disorder (IGD) among university students was low and not addicted to gaming in the Covid-19 lockdown. We also found that participants who sat while playing mobile video games were more likely to develop low back pain. However, one of the limiting factors could be prolonged sitting in virtual classes during the lockdown, which causes low back pain.


Subject(s)
Internet Addiction Disorder , Students , Musculoskeletal Pain
8.
Rev. bras. med. esporte ; 27(2): 165-169, Apr.-June 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1280052

ABSTRACT

ABSTRACT Introduction: It has been shown that there is a close association between sleep quality and pain. In young athletes, sleep disorders and pain have a particularly high prevalence; however, the relationship between them has not been widely studied. Objective: To study the association between sleep quality and pain in young athletes. Methods: A cross-sectional study was conducted in which 71 young amateur athletes (39 males) were included. The mean age was 16.9 ± 1.2 years, with 6.5 ± 3.2 years of sports practice and 5.2 ± 1.2 hours of training per week. Sleep quality was evaluated using the Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI). The participants were classified according to sleep quality, as PSQI-I = without sleep disorders, PSQI-II = requiring medical assistance and PSQI-III = requiring medical assistance and treatment. Also, pain intensity was assessed on the Numerical Rating Scale, both at rest (NRSr) and during sports activity (NRSs), along with pain duration. Results: The individuals classified as PSQI-III presented higher NRSr (Mdn = 2.0; IQR = 4.0 vs. Mdn = 0.0; IQR = 2.0; p = 0.04) and higher NRSs (Mdn = 4.0; IQR = 5.0 vs. Mdn = 0.0; IQR = 2.0; p = 0.03) than the individuals classified as PSQI-I. No differences were observed in relation to pain duration. The PSQI score was positively but weakly associated with NRSr (rs = 0.24, p=0.046) and NRSs (rs = 0.27, p = 0.03) but not with pain duration. Conclusion: Young athletes with lower levels of sleep quality show higher levels of pain at rest and during sports practice. Therefore, sleep quality and pain should be considered in the routine assessment of young athletes, by technical and health teams. Level of evidence III; type of study: Cross-sectional .


RESUMEN Introducción: Se demostró que existe estrecha relación entre calidad del sueño y dolor. En atletas jóvenes, los disturbios del sueño y dolor tienen prevalencia bastante alta, sin embargo, la relación entre ellos no fue ampliamente estudiada. Objetivo: Estudiar la asociación entre calidad del sueño y dolor en atletas jóvenes. Métodos: Fue realizado un estudio transversal, en el cual fueron incluidos 71 atletas jóvenes amateurs (39 hombres). El promedio de edad fue de 16,9 ± 1,2 años, con 6,5 ± 3,2 años de práctica deportiva y 5,2 ± 1,2 horas de entrenamiento por semana. La calidad del sueño fue evaluada por medio del Índice de Calidad del Sueño de Pittsburgh (PSQI). Los participantes fueron clasificados de acuerdo con la calidad del sueño, PSQI-I= sin disturbios del sueño, PSQI-II= requiere atención médica y PSQI-III= requiere atención médica y tratamiento. Además, la intensidad del dolor fue evaluada en la Escala de Evaluación Numérica en reposo (EANr) y durante la actividad deportiva (EANe), juntamente con la duración del dolor. Resultados: Los individuos clasificados como PSQI-III presentaron mayor valor en el EANr (Mdn = 2,0; IQR = 4,0 vs. Mdn = 0,0; IQR = 2,0; p = 0,04) y EANe mayores (Mdn = 4,0; IQR = 5,0 vs. Mdn = 0,0; IQR = 2,0; p = 0,03) que los individuos clasificados con PSQI-I. No fue observada ninguna diferencia con relación a la duración del dolor. El puntaje del PSQI fue positivo y con débil asociación a EANr (rs = 0,24, p=0.046) y EANe (rs = 0,27, p = 0,03), pero no con la duración del dolor. Conclusión: Los atletas jóvenes con niveles más bajos de calidad del sueño tienen niveles más elevados de dolor en reposo y durante la práctica deportiva. Por lo tanto, la calidad del sueño y el dolor deben ser considerados por los equipos técnicos y de salud en la evaluación rutinaria de atletas jóvenes. Nivel de evidencia III;Tipo de estudio: Transversal.


RESUMO Introdução: Demonstrou-se que existe estreita associação entre qualidade do sono e dor. Em atletas jovens, distúrbios do sono e dor têm prevalência bastante alta, no entanto, a relação entre eles não foi amplamente estudada. Objetivo: Estudar a associação entre qualidade do sono e dor em atletas jovens. Métodos: Foi realizado um estudo transversal, no qual foram incluídos 71 atletas jovens amadores (39 homens). A média de idade foi de 16,9 ± 1,2 anos, com 6,5 ± 3,2 anos de prática esportiva e 5,2 ± 1,2 horas de treinamento por semana. A qualidade do sono foi avaliada por meio do Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI). Os participantes foram classificados de acordo com a qualidade do sono, PSQI-I = sem distúrbios do sono, PSQI-II = requer atendimento médico e PSQI-III = requer atendimento médico e tratamento. Além disso, intensidade da dor foi avaliada na Escala de Avaliação Numérica em repouso (EANr) e durante a atividade esportiva (EANe), juntamente com a duração da dor. Resultados: Os indivíduos classificados como PSQI-III apresentaram maior valor no EANr (Mdn = 2,0; IQR = 4,0 vs. Mdn = 0,0; IQR = 2,0; p = 0,04) e EANe maiores (Mdn = 4,0; IQR = 5,0 vs. Mdn = 0,0; IQR = 2,0; p = 0,03) do que os indivíduos classificados com PSQI-I. Nenhuma diferença foi observada com relação à duração da dor. O escore do PSQI foi positivo e com fraca associação a EANr (rs= 0,24, p=0.046) e EANe (rs= 0,27, p = 0,03), mas não com a duração da dor. Conclusão: Atletas jovens com níveis mais baixos de qualidade do sono têm níveis mais elevados de dor em repouso e durante a prática esportiva. Portanto, a qualidade do sono e a dor devem ser consideradas pelas equipes técnicas e de saúde na avaliação rotineira de atletas jovens. Nível de evidência III; Tipo de estudo: Transversal.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Young Adult , Sleep/physiology , Athletes , Musculoskeletal Pain/physiopathology , Youth Sports/physiology , Cross-Sectional Studies , Statistics, Nonparametric
9.
Rev. habanera cienc. méd ; 20(2): e3133, mar.-abr. 2021. tab, graf
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1251804

ABSTRACT

Introducción: El dengue es la enfermedad metaxénica con mayor velocidad de propagación en el mundo, siendo un problema creciente de salud pública de países de áreas tropicales. En países endémicos se evidencian bajos niveles de conocimientos de dengue; por ello en Lambayeque, región endémica con brotes importantes en los últimos años, es necesario determinar el nivel de conocimientos sobre dengue. Objetivo: Valorar el nivel de conocimientos sobre el dengue, signos de alarma y prevención en pobladores. Material y Métodos: Estudio cuantitativo, descriptivo transversal. Diseño no experimental. El estudio se realizó en 618 pobladores de un distrito de Chiclayo en 2018, seleccionados mediante muestreo probabilístico aleatorio por conglomerados multietápico. Se utilizó un instrumento que evalúa los conocimientos globales comprendidos por conocimientos generales, signos de alarma, y prevención. Se utilizó la prueba Chi-cuadrado para asociar nivel de conocimientos con características sociodemográficas. Resultados: El nivel de conocimientos sobre el dengue fue bajo en 76,2 por ciento de pobladores. El nivel de conocimientos generales, resultó nivel intermedio en 57,4 por ciento; 45 por ciento desconoce la transmisión de la enfermedad, y 34 por ciento no reconoce al agente etiológico; de las manifestaciones clínicas, la más relacionada con el dengue fue la fiebre, seguido de cefalea y dolor osteomuscular. El 74,9 por ciento presentó un nivel bajo conocimientos sobre signos de alarma. El nivel de conocimientos de prevención fue intermedio y bajo en 93 por ciento. Conclusiones: El nivel de conocimientos de dengue en pobladores de un distrito de reciente brote es bajo(AU)


Introduction: Dengue is the fastest-spreading metaxenic disease in the world and a growing public health problem in tropical countries. Low levels of knowledge of dengue are evidenced in endemic countries; for this reason, it is necessary to determine the level of knowledge in relation to this disease in Lambayeque since it is an endemic region with important outbreaks in recent years. Objective: To assess the level of knowledge of dengue, warning signs and prevention in residents of a district with a recent outbreak. Material and Methods: A quantitative, descriptive cross-sectional study with non-experimental design was carried out in 618 residents of a district of Chiclayo in 2018. The participants were selected by random probability sampling through multistage conglomerate sampling. An instrument was used to assess global knowledge understood by general knowledge, warning signs, and prevention. The Chi-square test was used to associate the level of knowledge with sociodemographic characteristics. Results: The results show that 76.2 percent of residents had a low level of knowledge of dengue and 57.4 percent of them had an intermediate level of general knowledge; also 45 percent did not know about the transmission of the disease and 34 percent did not recognize the etiologic agent. Fever was the most common clinical manifestation related to dengue, followed by headaches and musculoskeletal pain. In addition, 74.9 percent of people presented a low level of knowledge of warning signs and 93 percent had intermediate and low levels of knowledge of prevention measures. Conclusions: There is a low level of knowledge of dengue in residents of a district with evidence of a recent outbreak(AU)


Subject(s)
Humans , Disease Outbreaks , Musculoskeletal Pain , Headache , Peru , Cross-Sectional Studies , Dengue/epidemiology
10.
Rev. bras. ativ. fís. saúde ; 26: 1-10, mar. 2021. tab, fig
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1357972

ABSTRACT

O objetivo deste estudo foi desenvolver e analisar a validade de conteúdo, constructo e a fidedigni-dade de um questionário para avaliar a demanda física e operacional, saúde e condições de trabalho em policiais e bombeiros militares. O Questionário de Saúde e Performance para Militares (QSPM) foi desenvolvido por pesquisadores militares e não militares, a validade foi analisada com o índice de validade de conteúdo (IVC), análise fatorial exploratória e a fidedignidade com o percentual de concordância (%C), coeficiente Kappa e alfa de Cronbach. Nove juízes participaram da validação de conteúdo, 732 militares (15% mulheres) participaram da etapa de validação de constructo e 262 militares (18% mulheres) responderam duas vezes ao QSPM para a verificação da fidedignidade. As análises foram realizadas no software SPSS 26 e o nível de significância mantido em 5%. O QSPM apresentou o IVC de 0,98 e variância total explicada em 54,7%. A reprodutibilidade apresentou valores de %C entre 97,2 - 100,0%, Kappa entre 0,94 - 1,00 (p < 0,05) e alpha de Cronbach entre 0,80 - 1,00 (p < 0,05). Conclui-se que o QSPM apresentou validade de conteúdo, constructo e fidedignidade para avaliar a frequência da demanda física e operacional, as condições de saúde e de trabalho de policiais e bombeiros militares


The aim of this study was to develop and analyze the content and construct validity and reliability of a questionnaire to assess the performance, health and working conditions of police officers and military fire-fighters (QSPM). Civilian and military personnel carried out the development of the QSPM. The validity was analyzed by the content validity index (CVI), factor analysis, and the reproducibility by the simple agreement (%SA), the Kappa coefficient, and Cronbach's alpha. Nine experts participated in the content validation, 732 military personnel (15 women) participated in the construct validation, and 262 military (18% women) answered the QSPM twice to measure reproducibility. The QSPM had a CVI of 0.98. In the exploratory factorial analysis, when considering four factors, and the total explained variance was 54.7%. The reproducibility showed %SA values varying between 97.2 to 100.0%, Kappa values varying between 0.94 to 1.00 (p < 0.05 for all questions) and, Cronbach's α values varying between 0.80 to 1.00 (p < 0.05 for all questions). In conclusion, the QSPM showed content validity, construct validity and reliability to measure the frequency of physical-operational demand, the presence of morbidities, and the working condi-tions of police officers and firefighters


Subject(s)
Working Environment , Physical Fitness , Musculoskeletal Pain , Psychological Distress , Military Science
11.
rev. cuid. (Bucaramanga. 2010) ; 12(1): e1221, ene-2021.
Article in Portuguese | LILACS, BDENF, COLNAL | ID: biblio-1177819

ABSTRACT

Introdução: As lesões músculo-esqueléticas são frequentes e exercem forte impacto na saúde dos jovens desportistas. Objetivo: Identificar a prevalência e fatores associados a lesões músculo-esqueléticas em jovens desportistas. Materiais e Métodos: Estudo quantitativo, transversal, com uma componente analítica, que utilizou uma amostra do tipo não probabilístico por conveniência, constituída por 108 jovens desportistas de dois clubes desportivos das zonas Centro e Norte de Portugal. O instrumento de recolha de dados integrava variáveis de caracterização: sociodemográfica, antropométrica e contextual à prática desportiva. Integrava ainda o Questionário Nórdico Músculo-Esquelético para avaliar as lesões. Resultados: Verificou-se uma prevalência de 43,5% de lesões músculo-esqueléticas, localizando-se estas nos ombros (34,3%), pernas/joelhos (34,3%), coluna lombar (23,1%), coluna cervical (15,7%), tornozelos/pés (12,0%) e cotovelos (11,1%). Os fatores associados com significância estatística (p<0.005) foram: o habitar em meio rural, possuir índices de massa corporal mais elevados, usar a mochila apenas num ombro, pertencer ao grupo de juvenis, ter histórico de lesões anteriores, e existência de paragens no percurso do desportivo. Discussão: os valores de prevalência de lesões são superiores aos de outros estudos, tendo variáveis multifatoriais como fatores associados que necessitam de um maior enfoque no cuidar especializado da enfermagem. Conclusões: A prevalência das LME nos jovens desportistas é de facto elevada e está associada a alguns fatores sociodemográficos, antropométricos e contextuais à prática desportiva, o que justifica a implementação de programas de prevenção das lesões e promoção da qualidade de vida dos jovens desportistas por parte dos profissionais de saúde.


Introduction: Musculoskeletal injuries (MSIs) are common, causing a strong impact on the health of young athletes. Objective: To identify the prevalence and factors associated with musculoskeletal injuries in young athletes. Materials and Methods: A qualitative cross-functional analytical study was conducted with a non-probability convenience sample made up of 108 young athletes from two sports clubs located in central and northern Portugal. Sociodemographic, anthropometric and contextual variables were included in the data collection instrument. The Nordic musculoskeletal questionnaire was also used to assess injuries. Results: A prevalence of 43.5% was found in localized musculoskeletal injuries in shoulders (34.3%), legs/knees (34.3%), lumbar spine (23.1%), cervical spine (15.7%), ankles/feet (12.0%), and elbows (11.1%). Factors associated with statistical significance (p<0.005) included living in rural areas, having a higher body mass index, forming part of the youth group, and having a history of previous injuries and exercise interruptions. Discussion: The prevalence of injuries was found to be higher than in other studies since multifactorial variables work as associated factors that require more specialized nursing care. Conclusions: The prevalence of MSIs in young athletes is certainly high, which is related to some sociodemographic, anthropometric and contextual factors in the sports practice. Therefore, healthcare professionals need to implement injury prevention programs and promote quality of life in young athletes.


Introducción: Las lesiones musculoesqueléticas son frecuentes y tienen un fuerte impacto en la salud de los atletas jóvenes. Objetivo: identificar la prevalencia y los factores asociados con lesiones musculoesqueléticas en atletas jóvenes. Materiales y Método: Estudio cuantitativo, transversal, con un componente analítico, que utilizó una muestra del tipo no probabilístico por conveniencia, que consta de 108 jóvenes deportistas de dos clubes deportivos en las áreas central y norte de Portugal. El instrumento de recolección de datos integró variables de caracterización: sociodemográficas, antropométricas y contextuales al deporte. También incluyó el Cuestionario musculoesquelético nórdico para evaluar las lesiones. Resultados: hubo una prevalencia del 43,5% de las lesiones musculoesqueléticas, localizadas en los hombros (34,3%), piernas / rodillas (34,3%), columna lumbar (23,1%), columna cervical (15.7%), tobillos / pies (12.0%) y codos (11.1%). Los factores asociados con la significación estadística (p <0,005) fueron: vivir en áreas rurales, tener índices de masa corporal más altos, usar la mochila solo en un hombro, pertenecer al ango juvenil, tener antecedentes de lesiones previas y la existencia de paradas en el campo desportivo. Discusión: los valores de prevalencia de lesiones son más altos que los de otros estudios, con variables multifactoriales como factores asociados que necesitan un mayor enfoque en atención de enfermería especializada. Conclusiones: La prevalencia de LME en deportistas jóvenes es de hecho, alta y está asociada con algunos factores sociodemográficos, antropométricos y contextuales para la práctica deportiva, lo que justifica la implementación de programas de prevención de lesiones y la promoción de la calidad de vida de los deportistas jóvenes por parte de los profesionales de salud.


Subject(s)
Humans , Prevalence , Athletes , Musculoskeletal Pain , Adolescent
12.
Article in Chinese | WPRIM | ID: wpr-877572

ABSTRACT

Given that the biomechanical theory cannot well explain the therapeutic effect of


Subject(s)
Acupuncture , Acupuncture Points , Acupuncture Therapy , Humans , Muscle, Skeletal , Musculoskeletal Pain
13.
Rev. latinoam. enferm. (Online) ; 29: e3465, 2021. tab
Article in English | LILACS, BDENF | ID: biblio-1289758

ABSTRACT

Objective: to associate and correlate musculoskeletal pain, stress and resilience of nurses in the maintenance of Hospital Accreditation Certification. Method: longitudinal study in two moments, before and after the Accreditation maintenance visit, March and June 2019, with 53 nurses from a hospital institution. The data collected was: sociodemographic, clinical and occupational variables, stress, osteomuscular pain and resilience. Descriptive variables, Chi-square test, t test, Fisher's exact test, Pearson's correlation and Spearman's correlation coefficient were used. Results: most of the study participants had average stress levels before and after the evaluation. Most of those who reported pain were at medium stress levels at both times. The resilience capacity increased after the evaluation, which demonstrates that the experienced stressors were adequately addressed. There was no significant association between the cortisol levels and the perceived stress. Conclusion: occupational stress and musculoskeletal pain were experienced by nurses during the Accreditation processes. It was evident that individuality permeated the perception of stress and resilience allowed to overcome the tensions experienced. The study identified that there is a need for planning and implementation of actions to collaborate with the nurses in the best confrontation, aiming to promote resilience.


Objetivo: associar e correlacionar dor musculoesquelética, estresse e resiliência dos enfermeiros na manutenção da Certificação de Acreditação Hospitalar. Método: estudo longitudinal em dois momentos, antes e depois da visita de manutenção da Acreditação, março e junho de 2019, com 53 enfermeiros de instituição hospitalar. Os dados coletados foram: variáveis sociodemográficas, clínicas e ocupacionais, estresse, dor osteomusculares e resiliência. Foram utilizadas variáveis descritivas, teste Qui-Quadrado, teste t, teste exato de Fisher, correlação de Pearson e coeficiente de correlação de Spearman. Resultados: a maioria dos participantes do estudo apresentou médios níveis de estresse, antes e depois da avaliação. A maioria dos que referiram dor encontrava-se em médio nível de estresse, nos dois momentos. A capacidade de resiliência aumentou depois da avaliação, o que demonstra que os estressores vivenciados foram enfrentados de maneira adequada. Não houve associação significativa entre os níveis de cortisol e o estresse percebido. Conclusão: o estresse ocupacional e a dor musculoesquelética foram vivenciados pelos enfermeiros durante os processos de Acreditação. Evidenciouse que a individualidade permeou a percepção do estresse e a resiliência permitiu superar as tensões vivenciadas. O estudo permitiu identificar que há necessidade de planejamento e implementação de ações para colaborar com os enfermeiros no melhor enfrentamento, visando promover a resiliência.


Objetivo: asociar y correlacionar el dolor musculoesquelético, estrés y resiliencia, de los enfermeros, en el mantenimiento de la Certificación de Acreditación Hospitalaria. Método: estudio longitudinal en dos momentos, antes y después de la visita de evaluación del mantenimiento de Acreditación Hospitalaria, en marzo y junio de 2019, en 53 enfermeros, de una institución hospitalaria. Los datos recogidos fueron: variables sociodemográficas, clínicas y laborales, estrés, dolor musculoesquelético y resiliencia. Fueron utilizadas variables descriptivas, test Chi-cuadrado, test t, test exacto de Fisher, correlación de Pearson y coeficiente de correlación de Spearman. Resultados: la mayoría de los participantes del estudio presentó niveles medios de estrés, antes y después de la evaluación. La mayoría de los que indicaron dolor se encontraba en el nivel de estrés medio, en los dos momentos. La capacidad de resiliencia aumentó después de la evaluación, lo que demuestra que los factores de estrés experimentados fueron enfrentados de manera adecuada. No hubo asociación significativa entre los niveles de cortisol y el estrés percibido. Conclusión: el estrés ocupacional y dolor musculoesquelético fueron experimentados por los enfermeros, durante los procesos de Acreditación. Se evidenció que la individualidad impregnó la percepción del estrés y la resiliencia permitió superar las tensiones experimentadas. El estudio identificó la necesidad de planificar e implementar acciones para colaborar con los enfermeros a mejorar el enfrentamiento, con el objetivo de promover la resiliencia.


Subject(s)
Humans , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Longitudinal Studies , Resilience, Psychological , Musculoskeletal Pain , Hospitals , Accreditation , Nurses
14.
Rev. latinoam. enferm. (Online) ; 29: e3454, 2021. tab
Article in English | LILACS, BDENF | ID: biblio-1280473

ABSTRACT

Objective: to describe the perception of musculoskeletal pain in the population and how the state of confinement (adopted as a measure to control contagion by COVID-19) has interfered with it, as well as identifying the sociodemographic, occupational, physical, and psychosocial factors involved. Method: an observational, cross-sectional and analytical study, with simple random probabilistic sampling, aimed at residents in Spain over 18 years old during the confinement period. An ad hoc survey was conducted, consisting in 59 items. Results: a total of 3,247 surveys were answered. Persistent musculoskeletal pain or significant episodes thereof increased 22.2% during confinement. The main location was the spine (49.5%). The related factors were decreased physical activity, increased seated position, and use of electronic devices. The psychological impact of confinement was also related to the perception of musculoskeletal pain. Conclusion: the state of confinement causes an increase in the perception of musculoskeletal pain. The identification of a particularly sensitive population profile, as well as that of the related factors, allows establishing multidisciplinary approaches in health promotion.


Objetivo: descrever a percepção da dor musculoesquelética na população e como o estado de confinamento (adotado como medida de controle do contágio pela COVID-19) tem interferido na mesma, bem como identificar os fatores sociodemográficos, ocupacionais, físicos e psicossociais envolvidos. Método: estudo observacional, transversal e analítico, com amostragem probabilística aleatória simples, realizado com residentes na Espanha, maiores de 18 anos, durante o período de confinamento, para tanto, foi realizada uma enquete ad-hoc com 59 itens. Resultados: foram recebidas 3.247 respostas. Dor musculoesquelética persistente ou episódios significativos da mesma aumentaram em 22,2% durante o confinamento. A localização principal foi a coluna vertebral (49,5%). Os fatores relacionados foram a diminuição da atividade física, o aumento da posição sentada e o uso de dispositivos eletrônicos. O impacto psicológico do confinamento também esteve relacionado à percepção de dor musculoesquelética. Conclusão: o estado de confinamento acarreta aumento na percepção da dor musculoesquelética. A identificação de um perfil populacional particularmente sensível, bem como dos fatores relacionados, permite estabelecer abordagens multidisciplinares na promoção da saúde.


Objetivo: describir la percepción de dolor musculoesquelético en la población y cómo el estado de confinamiento (adoptado como medida de control de contagio por COVID-19) ha interferido en la misma, así como identificar los factores sociodemográficos, laborales, físicos y psicosociales implicados. Método: estudio observacional, transversal y analítico, con muestreo probabilístico aleatorio simple, dirigido a residentes en España, mayores de 18 años durante el periodo de confinamiento. Se realizó una encuesta ad-hoc compuesta por 59 ítems. Resultados: se cumplimentaron 3247 encuestas. El dolor musculoesquelético persistente o los episodios significativos del mismo se incrementaron un 22,2% durante el confinamiento. La principal localización fue el raquis (49,5%). Los factores relacionados fueron la disminución de la actividad física, el aumento de la posición sentada y del uso de dispositivos electrónicos. El impacto psicológico del confinamiento también se relacionó con la percepción de dolor musculoesquelético. Conclusión: el estado de confinamiento provoca un incremento en la percepción de dolor musculoesquelético. La identificación de un perfil poblacional especialmente sensible, así como la identificación de los factores relacionados, permite establecer abordajes multidisciplinares en la promoción de la salud.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Perception , Spain , Quarantine , Surveys and Questionnaires , Risk Factors , Coronavirus Infections , Vulnerable Populations , Pain Perception , Musculoskeletal Pain , COVID-19
15.
Texto & contexto enferm ; 30: e20200076, 2021. tab
Article in English | LILACS, BDENF | ID: biblio-1280698

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: to assess the association between the presence of perceived stress and reports of musculoskeletal pain among undergraduate health students. Method: a cross-sectional study carried out with undergraduate health students (Nursing, Pharmacy, Physiotherapy, Speech Therapy, Medicine, Occupational Therapy, and Dentistry) in a public university of southern Brazil. Data collection took place in the period from April to June 2017. An instrument with sociodemographic, habits, health profile, and academic variables was used; as well as the Brazilian version of the Standardized Nordic Questionnaire and the Perceived Stress Scale. Descriptive and inferential statistics were employed for the analysis. Results: a total of 792 students took part in the study. The students with a high stress level presented more chances for the occurrence of musculoskeletal pain in the vertebral column region (OR=2.92; 95% CI=1.30-6.55), upper limbs (OR=3.27; 95% CI=1.80-5.92) and lower limbs (OR=3.10; 95% CI=1.81-5.29). The variables "not having time for leisure" and "sometimes having time for leisure" presented higher chances of pain in the vertebral column region (OR=2.92; 95% CI=1.30-6.55), upper limbs (OR=3.27; 95% CI=1.80-5.92) and lower limbs (OR=3.10; 95% CI=1.81-5.29). The variables "not having time for leisure" and "sometimes having time for leisure" presented higher chances of pain in the vertebral (OR=3.11; 95% CI=1.84-5.25), Occupational Therapy (OR=2.57; IC95%=1,51-4,38) and Physiotherapy (OR=1.82; 95% CI=1.00-3.31) and being overweight (OR=1.59; 95% CI=1.09-2.31) presented higher chances of pain in the lower limbs. Conclusion: the association between perceived stress and the occurrence of musculoskeletal pain among the students was evidenced, revealing the importance of implementing programs aiming at the students' health.


RESUMEN Objetivo: evaluar la asociación entre la presencia de estrés percibido y reportes de dolor musculoesquelético entre estudiantes de grado en el área de salud. Método: estudio transversal, realizado con estudiantes de grado en el área de salud (Enfermería, Farmacia, Fisioterapia, Fonoaudiología, Medicina, Terapia Ocupacional y Odontología) en una universidad pública del sur de Brasil. La recolección de datos tuvo lugar entre abril y junio de 2017. Se utilizó un instrumento con variables sociodemográficas, de hábitos y perfil de salud, además de académicas; la versión brasileña del Standardized Nordic Questionnaire y la Escala de Estrés Percibido. Para el análisis, se empleó estadística descriptiva e inferencial. Resultados: participaron 792 estudiantes. Los estudiantes con alto nivel de estrés presentaron más probabilidades de sufrir dolor musculoesquelético en la región de la columna vertebral (OR=2,92; IC95%=1,30-6,55), y en los miembros superiores (OR=3,27; IC95%=1,80-5,92) e inferiores (OR=3,10; IC95%=1,81-5,29). Las variables "no tener tiempo para el ocio" y "a veces tener tiempo para el ocio" presentaron mayores probabilidades de dolor en la columna vertebral (OR=3,03; IC95%=1,42-6,47; OR=2,35; IC95%=1,67-3,30, respectivamente) y en los miembros superiores (OR=2,34; IC95%=1,28-4,25; OR=1,49; IC95%=1,10-2,02, respectivamente), y las variables relacionadas con cursar Fonoaudiología (OR=2,37; IC95%=1,25-4,49), Enfermería (OR=3,11; IC95%=1,84-5,25), Terapia Ocupacional (OR=2,57; IC95%=1,51-4,38) y Fisioterapia (OR=1,82; IC95%=1,00-3,31), y tener sobrepeso (OR=1,59; IC95%=1,09-2,31) presentaron mayores probabilidades de dolor musculoesquelético en los miembros inferiores. Conclusión: se hizo evidente una asociación entre estrés percibido y la manifestación de dolor musculoesquelético entre los estudiantes, lo que revela la importancia de instituir programas destinados a la salud de los estudiantes.


RESUMO Objetivo: avaliar a associação entre a presença de estresse percebido e relatos de dor musculoesquelética entre estudantes de graduação da área da saúde. Método: estudo transversal, realizado com estudantes de graduação da área da saúde (Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Terapia Ocupacional e Odontologia) em uma universidade pública do Sul do Brasil. A coleta de dados ocorreu no período de abril a junho de 2017. Utilizaram-se um instrumento com variáveis sociodemográficas, de hábitos e perfil de saúde, e acadêmicas; a versão brasileira do Standardized Nordic Questionnaire e a Escala de Estresse Percebido. Para análise empregou-se estatística descritiva e inferencial. Resultados: participaram 792 estudantes. Os estudantes com alto nível de estresse apresentaram mais chances para ocorrência de dor musculoesquelética na região da coluna vertebral (OR=2,92; IC95%=1,30-6,55), membros superiores (OR=3,27; IC95%=1,80-5,92) e inferiores (OR=3,10; IC95%=1,81-5,29). As variáveis "não ter tempo para o lazer" e "ter às vezes tempo para o lazer" apresentaram maiores chances de dor na coluna vertebral (OR=3,03; IC95%=1,42-6,47; OR=2,35; IC95%=1,67-3,30, respectivamente) e nos membros superiores (OR=2,34; IC95%=1,28-4,25; OR=1,49; IC95%=1,10-2,02, respectivamente), e as variáveis cursar Fonoaudiologia (OR=2,37; IC95%=1,25-4,49), Enfermagem (OR=3,11; IC95%=1,84-5,25), Terapia Ocupacional (OR=2,57; IC95%=1,51-4,38) e Fisioterapia (OR=1,82; IC95%=1,00-3,31), e estar com sobrepeso (OR=1,59; IC95%=1,09-2,31) apresentaram maiores chances de dor musculoesquelética nos membros inferiores. Conclusão: evidenciou-se associação entre estresse percebido e a ocorrência de dor musculoesquelética entre os estudantes, revelando a importância de instituir programas que visem à saúde dos estudantes.


Subject(s)
Stress, Psychological , Students , Students, Health Occupations , Cumulative Trauma Disorders , Nursing , Musculoskeletal Pain
16.
Ciênc. Saúde Colet ; 25(12): 5051-5064, Dec. 2020. tab
Article in English | ColecionaSUS, LILACS, ColecionaSUS, SES-SP | ID: biblio-1142694

ABSTRACT

Abstract The aims of the study were to assess the prevalence and analyze the associated factors of medication use among teachers. A cross-sectional study was carried out, involving 530 teachers from Londrina city, Paraná, Brazil. The dependent variable was prescribed medication use and the independent variables were sociodemographic, work-related, lifestyle, health disorders, and chronic diseases, all assessed through questionnaires. Prevalence of medication use was 59.1%. Chronic disease was associated with all medications analyzed. Variables positively associated with medication use according to health disorder type were: Cardiometabolic (Length of employment, overweight, not current tobacco use, and TV viewing); Psychological (Length of employment, common mental disorders, current tobacco use, and disability); Orthopedic (Length of employment, health insurance, overweight, musculoskeletal pain, low job support, and disability); Respiratory (TV viewing and problems related to dust or chalk powder); and Gastrointestinal (common mental disorders and physical activity [negative association]). Support for access, the appropriate use of medicines, and a reduction in medication use should consider work-related, lifestyle, and health disorders, as well as chronic diseases.


Resumo Os objetivos do estudo foram verificar a prevalência e analisar os fatores associados ao uso de medicamentos em professores. Estudo transversal envolvendo 530 professores da cidade de Londrina, Paraná, Brasil. As variáveis dependentes foram o uso de medicamentos prescritos e as variáveis independentes foram os aspectos sociodemográficos, relacionados ao trabalho, estilo de vida, distúrbios de saúde e doenças crônicas, todas estimadas por meio de um questionário. A prevalência do consumo de medicamento foi de 59,1%. Doenças crônicas foram associadas a todos os medicamentos analisados. As variáveis positivamente associadas ao uso de medicamentos de acordo com o tipo de distúrbio foram: Cardiometabólico (tempo no emprego, sobrepeso, não uso atual de tabaco e uso de TV); Psicológico (tempo no emprego, transtornos mentais comuns, uso atual de tabaco e incapacidade); Ortopédico (tempo no emprego, plano de saúde, sobrepeso, dor musculoesquelética, baixo suporte no trabalho e incapacidade); Respiratório (uso de TV e problemas relacionados à poeira); Gastrointestinal (transtornos mentais comuns e atividade física [associação inversa]). O suporte ao acesso, uso apropriado e redução do uso de medicamentos devem considerar variáveis relacionadas ao trabalho, estilo de vida, distúrbios de saúde e doenças crônicas.


Subject(s)
Humans , Musculoskeletal Pain , Occupational Diseases , Brazil/epidemiology , Prevalence , Cross-Sectional Studies
17.
J. pediatr. (Rio J.) ; 96(6): 763-770, Set.-Dec. 2020. tab
Article in English | ColecionaSUS, LILACS, ColecionaSUS, SES-SP | ID: biblio-1143204

ABSTRACT

Abstract Objectives: To assess the presence of restless legs syndrome, periodic leg movement, and sleep disorders in female adolescents with idiopathic musculoskeletal pain through a sleep scale and polysomnography, and to compare these data in adolescents without pain history. Method: Twenty-six adolescents diagnosed with idiopathic musculoskeletal pain followed in a pain outpatient clinic and 25 healthy controls matched by age and education were recruited. The restless legs syndrome criteria were evaluated according to the International Restless Legs Syndrome Study Group, the Sleep Disturbance Scale for Children was completed, nocturnal polysomnography was performed, and anxiety symptoms were recorded. Results: The mean age of idiopathic musculoskeletal pain adolescents was 13.9 ± 1.6 years; in controls, it was 14.4 ± 1.4 years. One adolescent in the control group (4 %) and nine patients with idiopathic musculoskeletal pain (34.6 %) fulfilled the restless legs syndrome criteria (p = 0.011). The authors did not observe significant differences in Sleep Disturbance Scale for Children scores between the groups in all components: disorders of initiating and maintaining sleep (p = 0.290), sleep breathing disorders (p = 0.576), disorders of arousal (p = 0.162), sleep-wake transition disorders (p = 0.258), disorder of excessive daytime somnolence (p = 0.594), and sleep hyperhidrosis (p = 0.797). The neurophysiological, respiratory, and periodic leg movement parameters were similar in both groups. Having anxiety was not associated with restless legs syndrome (p = 0.11). Three patients with idiopathic musculoskeletal pain (11.5 %) presented restless legs syndrome and periodic leg movement simultaneously, which was absent in the control group. Conclusion: Female adolescents with idiopathic musculoskeletal pain present criteria for RLS more frequently than healthy adolescents. However, this study did not observe relevant changes in objective and subject sleep variables.


Resumo Objetivos: Avaliar a presença de síndrome das pernas inquietas, movimento periódico das pernas e distúrbios do sono em adolescentes do sexo feminino com dor musculoesquelética idiopática por meio da escala do sono e da polissonografia e comparar esses dados em adolescentes sem histórico de dor. Método: Foram recrutados 26 adolescentes diagnosticados com dor musculoesquelética idiopática acompanhados em um ambulatório de dor e 25 controles saudáveis pareados por idade e escolaridade. Avaliamos os critérios da síndrome das pernas inquietas de acordo com o Grupo Internacional de Estudos de Síndrome das Pernas Inquietas, a Escala de Distúrbios do Sono em Crianças, a polissonografia noturna e os sintomas de ansiedade. Resultados: A idade média dos adolescentes com dor musculoesquelética idiopática foi 13,9 ± 1,6 anos e dos controles foi 14,4 ± 1,4 anos. Um adolescente no grupo de controle (4%) e nove pacientes com dor musculoesquelética idiopática (34,6%) atenderam aos critérios da síndrome das pernas inquietas (p = 0,011). Não observamos diferenças significativas nos escores da Escala de Distúrbios do Sono em Crianças entre os grupos em todos os componentes: distúrbios do início e da manutenção do sono (p = 0,290), distúrbios respiratórios do sono (p = 0,576), distúrbios do despertar (p = 0,162), distúrbios da transição sono-vigília (p = 0,258), sonolência diurna excessiva (p = 0,594) e hiperidrose do sono (p = 0,797). Os parâmetros neurofisiológicos, respiratórios e o movimento periódico das pernas foram semelhantes nos dois grupos. Ansiedade não foi associada à síndrome das pernas inquietas (p = 0,11). Três pacientes com dor musculoesquelética idiopática (11,5%) apresentaram síndrome das pernas inquietas e movimento periódico das pernas simultaneamente, situação ausente no grupo de controle. Conclusão: As adolescentes do sexo feminino com dor musculoesquelética idiopática apresentaram critérios para síndrome das pernas inquietas com mais frequência do que as adolescentes saudáveis. Contudo, não observamos mudanças relevantes nas variáveis do sono objetivas e subjetivas.


Subject(s)
Humans , Female , Child , Adolescent , Restless Legs Syndrome/complications , Restless Legs Syndrome/epidemiology , Sleep Wake Disorders/complications , Musculoskeletal Pain , Sleep , Polysomnography
18.
Rev. colomb. reumatol ; 27(4): 256-261, oct.-dic. 2020. graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1289329

ABSTRACT

RESUMEN Introducción: La fibromialgia es una enfermedad crónica caracterizada por la presencia de dolor músculo esquelético, usualmente asociada a otros síntomas como depresión, fatiga, trastornos del sueño, entre otros. Los conceptos y las percepciones sobre el diagnóstico y el tratamiento de la fibromialgia, entre médicos reumatólogos, no se conocen objetivamente. El propósito de este estudio es describir los conceptos y percepciones sobre el diagnóstico y tratamiento de la fibromialgia, entre un grupo de médicos reumatólogos en Colombia. Métodos: Estudio descriptivo de corte transversal. A través de un grupo focal en el que participaron dos reumatólogos y un experto en métodos de investigación cualitativa, se diseñó una encuesta para evaluar las percepciones y conceptos que los médicos reumatólogos tienen sobre el diagnóstico y el tratamiento de la fibromialgia. La encuesta se aplicó de forma autoadministrada y anónima a médicos reumatólogos pertenecientes a la Asociación Colombiana de Reumatología. Resultados: Encuesta aplicada a 139 reumatólogos. El 25,2% (n = 35) considera que no hay suficiente evidencia para considerar la fibromialgia como una enfermedad; 32,4% (n = 45) usa los criterios ACR (American College of Rheumatology) de 1990 para diagnosticar pacientes con fibromialgia, a pesar de que el 92,1% (n = 128) considera que estos criterios no son suficientes para el diagnóstico de fibromialgia. Los medicamentos más empleados para el manejo de fibromialgia son los antidepresivos, prescritos por el 90,6% (n = 126) de los encuestados, seguido por anticonvulsivantes 64,7% (n = 90) y analgésicos 26,6% (n = 37). Un 76,3% (n = 106) de los reumatólogos considera que el manejo del paciente con fibromialgia debe tener un enfoque multidisciplinario. Por su parte, 81,3% (n = 113) de los reumatólogos considera que el paciente con fibromialgia debe tener como médico tratante principal a un especialista distinto al reumatólogo. Conclusión: El presente estudio muestra información acerca de las distintas percepciones acerca del diagnóstico y tratamiento de fibromialgia entre un grupo de reumatólogos colombianos, documentándose un frecuente uso de los criterios de clasificación ACR 1990. En cuanto a tratamiento, se observa un alto porcentaje de uso de medicamentos, en especial antidepresivos y analgésicos. La mayoría de los reumatólogos considera que los médicos fisiatras, deben ser los líderes del manejo interdisciplinario en el tratamiento del paciente con fibromialgia.


ABSTRACT Bacfeground: Fibromyalgia is a chronic disease characterised by the presence of widespread and persistent musculoskeletal pain associated with a variety of symptoms. The concepts and perceptions around the diagnosis and treatment of fibromyalgia among rheumatologists are not objectively known. The purpose of this study is to obtain objective data using a survey and then describe the concepts and perceptions on the diagnosis and treatment of fibromyalgia among Colombian rheumatologists. Methods: A cross-sectional study was performed using a focus group, consisting of two rheumatologists and one expert in qualitative research methods. A questionnaire was designed to evaluate the perceptions and concepts that rheumatologists have on the diagnosis and treatment of fibromyalgia. The questionnaire was self-completed and anonymous by rheumatologists from the Colombian Association of Rheumatology. Results: A total of 139 rheumatologists completed the questionnaire, with 25.2% (n = 35) of rheumatologists considering that there is not enough evidence to recognise fibromyalgia as a disease. Around one-third (32.4%, n = 45) consider that the 1990 ACR (American College of Rheumatology) criteria are not sufficient to diagnose fibromyalgia, despite the fact that 92.1% (n = 128) of them use the criteria as a tool to approach the diagnosis when suspecting fibromyalgia. The most formulated medications for managing fibromyalgia are antidepressants and analgesics, with both groups being used by 90.6% (n = 126) of the respondents, followed by antiepileptics in 64.7% (n = 90) and analgesics in 26.6% (n = 37). More than three-quarters (76.3%, n = 106) of rheumatologists consider that there should be a multidisciplinary approach to the patient with fibromyalgia. Conclusion: Objective information is presented on the perceptions of fibromyalgia among a group of Colombian rheumatologists, reporting a frequent use of the ACR 1990 classification criteria. As regards treatment, a high percentage use antidepressants and antiepileptics. Most rheumatologists believe that a rehabilitation physician should be among the leaders of multidisciplinary management in the treatment of fibromyalgia patients.


Subject(s)
Humans , Therapeutics , Fibromyalgia , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Diagnosis , Musculoskeletal Pain
19.
Rev. enferm. UERJ ; 28: e48522, jan.-dez. 2020.
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1103397

ABSTRACT

Objetivo: identificar a presença de distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho nos trabalhadores de enfermagem de uma unidade de clínica médica e construir juntos aos trabalhadores propostas para reduzir a ocorrência dos distúrbios osteomusculares no ambiente de trabalho. Método: estudo transversal com 31 trabalhadores de enfermagem de uma clínica médica, que responderam uma ficha de dados sóciodemográfico e profissional e do Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares. Resultados: os trabalhadores exercem suas atividades laborais com dores osteomusculares, sendo as regiões corpóreas mais prevalentes a lombar e a porção superior da coluna e ombros. Apesar disso, nem todos se afastam do trabalho ou procuram assistência terapêutica. As ações de redução dos distúrbios osteomusculares levantadas foram categorizadas em três dimensões: indivíduo, equipe e instituição. Conclusão: os trabalhadores apresentam distúrbios osteomusculares, principalmente, nas costas. As ações de redução de sua ocorrência perpassam pelo comportamento individual às mudanças estruturais e provisão de equipamentos de trabalho.


Objective: to identify the presence of work-related musculoskeletal disorders in nursing staff at an internal medicine unit and, jointly with the staff, to build proposals to reduce the occurrence of musculoskeletal disorders in the workplace. Method: in this cross-sectional study, 31 nursing staff of a medical clinic answered a socio-demographic and professional data sheet and the Nordic Musculoskeletal Questionnaire. Results: staff performed their work activities with musculoskeletal pain, the most prevalent body regions being: lower back and upper spine and shoulders. Nonetheless, not everyone would take time off work or seek therapeutic care. The actions suggested to reduce musculoskeletal disorders were categorized into three dimensions: individual, team and institutional. Conclusion: staff had musculoskeletal disorders, mainly in the back. Actions proposed to reduce pain ranged from individual behavior to structural changes and provision of work equipment.


Objetivo: identificar la presencia de trastornos musculoesqueléticos relacionados con el trabajo en el personal de enfermería en una unidad de medicina interna y, conjuntamente con el personal, elaborar propuestas para reducir la aparición de trastornos musculoesqueléticos en el lugar de trabajo. Método: en este estudio transversal, 31 miembros del personal de enfermería de una clínica médica respondieron una hoja de datos sociodemográficos y profesionales y el Cuestionario musculoesquelético nórdico. Resultados: el personal realizó sus actividades laborales con dolor musculoesquelético, siendo las regiones corporales más frecuentes: la parte baja de la espalda y la parte superior de la columna y los hombros. Sin embargo, no todos tomarían tiempo libre del trabajo o buscarían atención terapéutica. Las acciones sugeridas para reducir los trastornos musculoesqueléticos se clasificaron en tres dimensiones: individual, de equipo e institucional. Conclusión: el personal tenía trastornos musculoesqueléticos, principalmente en la espalda. Las acciones propuestas para reducir el dolor iban desde el comportamiento individual hasta los cambios estructurales y la provisión de equipos de trabajo.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Working Environment , Cumulative Trauma Disorders/prevention & control , Occupational Health , Nursing Staff, Hospital , Brazil/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Disease Prevention , Musculoskeletal Pain/prevention & control
20.
Geriatr., Gerontol. Aging (Impr.) ; 14(3): 160-165, 30-09-2020.
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1127741

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: A autoeficácia pode ser definida como a força das convicções que se tem de poder executar determinada atividade obtendo o resultado esperado. Ela pode funcionar como potente mediador entre a dor crônica musculoesquelética e a maneira como o idoso lida com suas próprias incapacidades. OBJETIVO: Avaliar os fatores determinantes das crenças de autoeficácia e do medo do exercício em idosos da comunidade com dor crônica musculoesquelética. METODOLOGIA: Estudo transversal com idosos que sofrem de dor crônica musculoesquelética. Incluíram-se apenas indivíduos da área urbana que relataram dor há mais de três meses. Selecionou-se a amostra de forma não probabilística por conveniência. As variáveis estudadas basearam-se em dados sociodemográficos, na caracterização da dor pelo inventário breve de dor e pela escala Leeds Assessment of Neuropathic Symptoms and Signs (LANSS), na autoeficácia pela escala de autoeficácia para dor crônica e, para a crença sobre o exercício físico, elaboraram-se questões simples. Para as análises estatísticas aplicaram-se frequência absoluta e relativa, teste x2 e teste de Mann-Whitney U quando pertinentes. RESULTADOS: A amostra compreendeu 193 idosos, em sua maioria mulheres com baixa escolaridade. A autoeficácia foi mais bem avaliada por idosos que moravam sós e por aqueles que foram classificados com dor exclusivamente nociceptiva. CONCLUSÃO: Ainda que possuam dores crônicas, idosos com melhor autoeficácia sentem-se confiantes na realização de suas tarefas e possuem melhor capacidade para o enfrentamento das mudanças relacionadas ao envelhecimento e para o autocuidado.


INTRODUCTION: Self-efficacy is defined as the strength of a person's convictions in being able to perform a given activity and obtain the expected result. It may act as a potent mediator between chronic musculoskeletal pain and how older adults cope with their disabilities. OBJECTIVE: To evaluate the determinants of self-efficacy beliefs and fear of physical exercise in community-dwelling older adults with chronic musculoskeletal pain. METHODS: This cross-sectional study recruited older adults with chronic musculoskeletal pain. Only individuals living in an urban area in southern Brazil and who reported pain for more than 3 months were included. A convenience sample was selected in a nonprobabilistic fashion. The study variables consisted of sociodemographic data; pain based on the Brief Pain Inventory and the Leeds Assessment of Neuropathic Symptoms and Signs for Patients with Chronic Pain; and self-efficacy based on the Chronic Pain Self-Efficacy Scale. Also, simple questions were created for physical exercise beliefs. For statistical analysis, absolute and relative frequency, x2 test, and Mann-Whitney U test were used as appropriate. RESULTS: The sample consisted of 193 older adults, mostly women with low level of education. Self-efficacy was best rated by older adults living alone and by those who were classified as exclusively nociceptive pain. CONCLUSION: Despite having chronic pain, older adults with higher self-efficacy feel confident in performing their tasks and have greater ability to cope with changes related to aging and to engage in self-care.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Aged , Self Efficacy , Musculoskeletal Pain , Chronic Pain/epidemiology , Self Care , Brazil , Health of the Elderly , Health Services for the Aged
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