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1.
MedUNAB ; 25(1): 31-41, 202205.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1372561

ABSTRACT

Introducción. La progesterona es una hormona que favorece el mantenimiento del embarazo, es la protagonista de la fisiopatología del trabajo de parto pretérmino. De esta manera, se propone realizar una revisión sistemática que permita demostrar la utilidad de la progesterona natural micronizada en la mitigación de los efectos deletéreos del trabajo de parto pretérmino. Metodología. Revisión sistemática en la que se utilizaron los términos "MeSH" y "No ­ MeSH". Se empleó el programa "Publish or Perish" y bases de datos como: Medline, PubMed, Embase, Clinical Key, Cochrane Library, Scopus y Google Scholar. Se incluyeron artículos de revisión, meta-análisis, artículos originales (publicaciones preliminares o completas), resúmenes de congresos, seminarios publicados, libros de texto, protocolos hospitalarios regionales y consensos nacionales, en donde cada autor evaluó individualmente cada artículo y aplicó la herramienta CASPE. Resultados. En la literatura no es posible encontrar pautas concisas internacionales sobre el uso de la progesterona micronizada frente a la amenaza de trabajo de parto pretérmino (TPP). En general, para la mitigación del trabajo de parto, según lo analizado por los autores, se recomienda usar progesterona natural micronizada en cápsulas de 100 a 400 mg/día vía oral o 100 a 200 mg cada 12 a 24 horas vía vaginal. Desde la semana 16 hasta la semana 36 de gestación por vía oral y desde la semana 24 a 34 de gestación por vía vaginal. Discusión. El uso de la progesterona micronizada ha demostrado mitigar complicaciones posteriores al trabajo de parto pretérmino, sin embargo, no hay consenso sobre la dosificación y las vías de administración. Sumado a lo anterior, los estudios analizados pueden contener sesgos, por lo que se deja a elección del clínico el uso este medicamento. Conclusiones. La progesterona natural micronizada podría ser empleada para mitigar el trabajo de parto pretérmino según los artículos analizados por los autores a lo largo de la revisión. Sin embargo, se necesitan más estudios para legitimar dicha hipótesis.


Introduction. Progesterone is a hormone that favors maintaining pregnancy. It is the protagonist of the physiopathology of preterm labor. In this sense, a systematic review is proposed to demonstrate the usefulness of natural micronized progesterone in mitigating the harmful effects of preterm labor. Methodology. A systematic review in which the terms "MeSH" and "No ­ MeSH" were used. The "Publish or Perish" program was used, as well as databases, such as: Medline, PubMed, Embase, Clinical Key, Cochrane Library, Scopus, and Google Scholar. Review and meta-analysis articles, original articles (preliminary or complete publications), congress summaries, published seminars, textbooks, regional hospital protocols and national consensuses were included, in which each author individually assessed each article and applied the CASPE tool. Results. It was not possible to find concise international guidelines on using micronized progesterone for the threat of preterm labor (PTL) in literature. According to what the authors analyzed, for the mitigation of labor it is generally recommended the use of natural micronized progesterone in 100 to 400 mg/day capsules orally or 100 to 200 mg every 12 to 24 hours through the vagina. From week 16 to week 36 of pregnancy orally and from week 24 to 34 through the vagina. Discussion. Using micronized progesterone has demonstrated mitigating complications subsequent to preterm labor. However, there is no consensus on dosage and routes of administration. Added to the above, the analyzed studies may contain biases, reason why using this medication is left to the physician's discretion. Conclusions. Natural micronized progesterone can be used to mitigate preterm labor according to the articles the authors analyzed throughout the review. However, more studies are needed to validate this hypothesis.


Introdução. A progesterona é um hormônio que favorece a manutenção da gravidez, é a protagonista da fisiopatologia do parto prematuro. Dessa forma, propõe-se a realização de uma revisão sistemática que permita demonstrar a utilidade da progesterona natural micronizada na mitigação dos efeitos deletérios do trabalho de parto prematuro. Metodologia. Revisão sistemática em que foram utilizados os termos "MeSH" e "Não­MeSH". Foram utilizados o programa "Publish or Perish" e bases de dados como: Medline, PubMed, Embase, Clinical Key, Cochrane Library, Scopus e Google Scholar. Foram incluídos artigos de revisão, meta-análises, artigos originais (publicações preliminares ou completas), resumos de congressos, seminários publicados, livros didáticos, protocolos hospitalares regionais e consensos nacionais, onde cada autor avaliou individualmente cada artigo e aplicou a ferramenta CASPE. Resultados. Não é possível encontrar na literatura diretrizes internacionais concisas sobre o uso de progesterona micronizada diante da ameaça de trabalho de parto prematuro (TPP). Em geral, para a mitigação do trabalho de parto, conforme analisado pelos autores, recomenda-se o uso de progesterona natural micronizada em cápsulas de 100 a 400mg/dia por via oral ou 100 a 200mg a cada 12 a 24 horas por via vaginal. Da 16ª à 36ª semana de gestação por via oral e da 24ª à 34ª semana de gestação por via vaginal. Discussão. O uso de progesterona micronizada demonstrou mitigar as complicações após o trabalho de parto prematuro, no entanto, não há consenso sobre a dosagem e as vias de administração. Além do exposto, os estudos analisados podem conter vieses, pelo que cabe ao médico escolher o uso deste medicamento. Conclusões. A progesterona natural micronizada poderia ser utilizada para mitigar o trabalho de parto prematuro de acordo com os artigos analisados pelos autores ao longo da revisão. No entanto, mais estudos são necessários para legitimar essa hipótese.


Subject(s)
Progesterone , Pregnancy, Twin , 17 alpha-Hydroxyprogesterone Caproate , Systematic Review , Obstetric Labor, Premature
2.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1369851

ABSTRACT

Introduction: The majority of pregnant women with a short cervix will deliver at term and, thus, may unnecessarily receive advanced monitoring and treatment. It is still necessary to define more accurately which sub-population of women with a short cervix is at elevated risk for early delivery. Objective: To determine if vaginal microbiome composition influenced the rate of spontaneous preterm birth in women with a short cervical length. Methods: In an exploratory, observational prospective study, vaginal secretions were obtained from 591 women at 21­24 week gestation. Vaginal microbiome composition was determined by analyzing the V1­V3 region of the bacterial 16S ribosomal RNA gene. Results: Lactobacillus crispatus was numerically dominant in the vagina in 41.7% of subjects, followed by L. iners in 32% and Gardnerella vaginalis in 12%. In women whose cervix was ≤25mm, the sensitivity to predict an spontaneous preterm birth was 11.8%. However, when L. crispatus was not the dominant vaginal bacterium, this sensitivity increased to 81.8%. Similarly, in women with a cervical length ≤30mm, the sensitivity to predict an spontaneous preterm birth increased from 21.7 to 78.3% when L. crispatus was not the dominant vaginal bacterium.In women with a prior spontaneous preterm birth and a cervix ≤25 or ≤30mm, L. crispatus dominance was also associated with a reduced rate of spontaneous preterm birth in the current pregnancy (p<0.001). Conclusion: In pregnant women with a cervix ≤25mm or ≤30mm, the risk for an spontaneous preterm birth is increased if L. crispatus is not dominant in the vagina.


Introdução: A maioria das mulheres grávidas com colo do útero curto dará à luz a termo e, portanto, pode receber desnecessariamente monitoramento e tratamento avançados. Permanece a necessidade de definir com mais precisão qual subpopulação de mulheres com colo do útero curto está em risco elevado de parto prematuro. Objetivo: Determinar se a composição do microbioma vaginal influenciou a taxa de parto prematuro espontâneo em mulheres com colo curto. Métodos: Em um estudo prospectivo exploratório observacional, os conteúdos vaginais foram obtidos de 591 mulheres com 21­24 semanas de gestação. A composição do microbioma vaginal foi determinada pela análise da região V1­V3 do gene de RNA ribossômico bacteriano 16S. Resultados: Lactobacilluscrispatus foi numericamente dominante na vagina em 41,7% dos indivíduos, seguido por L. iners em 32% e Gardnerella vaginalis em 12%. Em mulheres cujo colo do útero era <25 mm, a sensibilidade para prever uma taxa de parto prematuro espontâneo foi de 11,8%. No entanto, quando L. crispatus não era a bactéria vaginal dominante, essa sensibilidade aumentou para 81,8%. Da mesma forma, em mulheres com comprimento cervical <30 mm, a sensibilidade para prever uma taxa de parto prematuro espontâneo aumentou de 21,7 para 78,3% quando L. crispatus não era a bactéria vaginal dominante. Em mulheres com taxa de parto prematuro espontâneo anterior e colo do útero <25 ou <30 mm, a dominância de L. crispatus também foi associada a uma taxa reduzida de taxa de parto prematuro espontâneo na gravidez atual (p<0,001). Conclusão: Em mulheres grávidas com colo do útero <25 ou <30 mm, o risco de parto prematuro espontâneo é aumentado se L. crispatus não for dominante na vagina.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Vagina/microbiology , Microbiota , Lactobacillus crispatus , Obstetric Labor, Premature , Prospective Studies , Cervical Length Measurement
3.
Rev. enferm. UFSM ; 12: e5, 2022.
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1359437

ABSTRACT

Objetivo: conhecer as vivências de mães de bebês prematuros da gestação até o domicílio, após a alta hospitalar. Método: estudo qualitativo, descritivo e exploratório, desenvolvido com 16 puérperas em uma Policlínica Infantil, em dezembro de 2020, por meio de entrevistas semiestruturadas, submetidas à análise de conteúdo temática. Resultados: as vivências da gestação envolveram tanto a ausência como a presença de fatores de risco. No nascimento, observou-se a separação da mãe e do bebê, com poucas orientações sobre as razões da permanência deste na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Na internação, as mães demonstraram desgaste emocional e físico diante das mudanças na rotina. Já no domicílio, elas buscaram a manutenção dos cuidados desenvolvidos no ambiente hospitalar. Conclusão: é fundamental o olhar sensível e atento dos profissionais de saúde quanto às orientações fornecidas à mulher e sua família, permitindo maior compreensão sobre as questões ligadas à prematuridade.


Objective: recognizing the experiences of mothers of untimely babies from pregnancy to home, after hospital discharge. Method: a qualitative, descriptive and exploratory study developed with 16 puerperal women in a Children's Polyclinic, in December 2020, through semi-structured interviews, submitted to Thematic Content Analysis. Results: the experiences of pregnancy involved both the absence and the presence of risk factors. At birth, it was observed the separation of the mother and the baby, with few orientations on the reasons for their stay in the Neonatal Intensive Care Unit. In hospitalization, the mothers showed emotional and physical exhaustion in the face of changes in routine. At home, they sought to keep the care developed in the hospital environment. Conclusion: it is fundamental the sensitive and attentive look of health professionals regarding the orientations provided to women and their families, allowing greater understanding of issues related to prematurity.


Objetivo: conocer las experiencias de las madres de bebés prematuros desde el embarazo hasta el domicilio, tras el alta hospitalaria. Método: un estudio cualitativo, descriptivo y exploratorio desarrollado con 16 mujeres puerperales en un Policlínico Child, en diciembre de 2020, a través de entrevistas semiestructuradas, sometido a análisis de contenido temático. Resultados: las experiencias de embarazo implicaron tanto la ausencia como la presencia de factores de riesgo. Al nacer, se observó la separación de la madre y el bebé, con pocas orientaciones acerca de los motivos de su estancia en la Unidad de Cuidados Intensivos Neonatales. En la hospitalización, las madres mostraron agotamiento emocional y físico ante los cambios en la rutina. En casa, buscaban mantener la atención desarrollada en el ámbito hospitalario. Conclusión: es fundamental la mirada sensible y atenta de los profesionales de la salud en respecto a las orientaciones brindadas a las mujeres y sus familias, permitiendo una mayor comprensión de los temas relacionados con la prematuridad.


Subject(s)
Humans , Infant, Premature , Neonatal Nursing , Premature Birth , Intensive Care Units , Obstetric Labor, Premature
4.
Cienc. Salud (St. Domingo) ; 6(1): [65-70], ene.-abr. 2022. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1366877

ABSTRACT

Objetivo: Determinar los factores de riesgo asociados al trabajo de parto pre-término en gestantes del Hospital Universitario Maternidad Nuestra Señora de la Altagracia, periodo septiembre­diciembre 2018. Método: se realizó un estudio retrospectivo, descriptivo y de corte transversal, con una muestra de 52 mujeres. Los datos obtenidos fueron procesados con el sistema Epi-info 7.0. Resultados: el estudio muestra que entre los factores de riesgo más relevantes se encuentra la multiparidad, mostrando que el 65.4 % tuvieron un número mayor a dos embarazos, de las cuales se encontró que el 52.9 % tienen historia de abortos. Otros factores de riesgo asociados a partos prematuros es la enfermedad obstétrica relacionada, con mayor relevancia la anemia, con un 31.6 %, seguida por las infecciones urinarias con un 17.5 %. Conclusión: el estudio demuestra que dentro de los factores de riesgo asociados a partos pretérminos se encuentran la anemia con un 31.6 % y las infecciones urinarias con un 17.5 %, además el 48.1 % de las pacientes tenían una edad gestacional que rondaba entre 33 y 36 semanas de gestación.


Objective: Determine the risk factors associated to preterm labor in pregnant patients in ''Hospital Maternidad Nuestra Señora de la Altagracia'' in Santo Domingo, September­December 2018. Methods: It is a descriptive, retrospective, and a cross-sectional study, with a sample of 52 women. The data collected was processed with the system Epi-info 7.0. Results: The study shows that multiparity is one of the most relevant risk factors for preterm delivery, showing that 65.4% had a number equal or greater than 2 pregnancies, of which 52.9% had a history of abortion. Others risk factors related to preterm delivery is a concomitant diseases within the pregnancy, being the anemia the most relevant with 31.6% and follow up by urinary tract infections with 17.5%. Conclusion: The study shows that within the risk factors associated with preterm delivery, anemia is within 31.6% and the urinary tract infections are 17.5%, Also related to preterm delivery we have the gestational age which was around 33 ­ 36 weeks in 48.1% of the preterm deliveries.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Obstetric Labor, Premature , Pre-Eclampsia , Urinary Tract Infections , Fetal Membranes, Premature Rupture , Candidiasis, Vulvovaginal , Risk Factors , Diabetes, Gestational , Hypertension, Pregnancy-Induced , Anemia
5.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 21(4): 979-986, Oct.-Dec. 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1360723

ABSTRACT

Abstract Objectives: to describe the profile of women affected with premature childbirth and neonatal outcomes at a referral maternity in the city of Fortaleza-CE, Brazil. Methods: descriptive and retrospective documentary type study, with a quantitative approach, carried out from January to December, 2017, with 253 medical records of women who had premature childbirth in a referral maternity. Results: the average age was 28, with the prevalence of women living in a stable union, graduated from high school and without formal work. The gestational mean average was three pregnancies, gestational age of 34 weeks and three days, and six prenatal consultations, starting in the first trimester. The major intercurrence was pre-eclampsia. In relation to the neonatal data, there was a prevalence of male newborns, with an average of 2.251 kg and a score of seven on the 1-minute Apgar and eight on the 5-minute Apgar. Newborns in going to a hospital accommodation after childbirth and in room air, spending an average of 12.71 days in the hospital. Conclusion: in this case of this research, knowing the woman's profile and the outcomes in premature newborns is useful to encourage public policies and reduce the sequelae on mother and baby


Resumo Objetivos: descrever o perfil de mulheres acometidas por parto prematuro e os desfechos neonatais em maternidade de referência, na cidade de Fortaleza-CE, Brasil. Métodos: estudo do tipo documental, descritivo, retrospectivo, com abordagem quantitativa, realizadode janeiro a dezembro de 2017, com 253 prontuários de mulheres que tiveram parto prematuro em maternidade de referência. Resultados: média de idade de 28 anos, com prevalência de mulheres vivendo em união estável, ensino médio completo, sem trabalho formal. A média gestacional foi de três gravidezes, idade gestacional de 34 semanas e trêsdias e seis consultas de pré-natal, iniciando no primeiro trimestre. A maior intercorrência foi a pré-eclâmpsia. Relacionado aos dados neonatais, houve prevalência de recém-nascidos do sexo masculino, com média de 2,251 quilos e escore sete no Apgar do 1º minuto e oito, no Apgar do 5º minuto. Recémnascidos indo para alojamento conjunto após o parto e em ar ambiente, tendo passado, em média, 12,71 dias internados. Conclusões: no caso da pesquisa, conhecer o perfil dessa mulher e os desfechos do recém-nascido prematuro é útil para estimular as políticas públicas e diminuir as sequelas para mãe e bebê.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Adult , Pregnancy Complications/epidemiology , Risk Factors , Obstetric Labor Complications/epidemiology , Obstetric Labor, Premature/epidemiology , Apgar Score , Prenatal Care , Brazil/epidemiology , Medical Records , Postpartum Period
6.
Femina ; 49(9): 530-536, 20211030. ilus, tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1342322

ABSTRACT

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma condição endócrina frequente em mulheres em idade reprodutiva. O quadro clínico é manifesto por anovulação crônica hiperandrogênica, acompanhada muitas vezes de infertilidade; além disso, essa condição está associada ao aumento de distúrbios do metabolismo glicídico e a diversos outros riscos em longo prazo. Uma vez gestante, a mulher portadora de SOP apresenta risco aumentado em 2,8 vezes para o diabetes gestacional, em 2,0 a 4,0 vezes para o desenvolvimento de síndromes hipertensivas da gestação e em 2,3 vezes para internação em UTI neonatal. Independentemente do excesso de peso, que é comumente associado à síndrome e que certamente potencializa o risco de complicações, a SOP por si só promove alterações que cursam com a elevação dessas complicações. Esta é uma revisão narrativa sobre as potenciais complicações gestacionais relacionadas à SOP e compila a literatura mais atual sobre o tema.(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Polycystic Ovary Syndrome/complications , Pregnancy Complications , Pregnancy, High-Risk , Abortion, Spontaneous/etiology , Risk Factors , Databases, Bibliographic , Diabetes, Gestational/etiology , Hypertension, Pregnancy-Induced/etiology , Obstetric Labor, Premature/physiopathology
7.
Revagog ; 3(3): 80-87, Jul-Sept. 2021. ilus.
Article in Spanish | LILACS, LIGCSA | ID: biblio-1343841

ABSTRACT

Caminar durante el embarazo, la actividad física preferida entre las mujeres embarazadas, tiene múltiples beneficios para la salud del binomio materno - fetal en comparación con otras modalidades de actividad física. El no requerir tanto esfuerzo, la facilidad de ejecución, posibilidad de interacción social y de integrarse de manera muy significativa en algunas actividades, como los desplazamientos y las actividades ocupacionales, cuando a las embarazadas les es imposible realizar actividad física en su tiempo libre, son algunas de las ventajas que la convierten en la elegida por la mayor parte de las embarazadas. La falta de tiempo, las molestias físicas, la fatiga o la falta de energía, son algunos de los factores que impiden caminar a las gestantes. Dados los múltiples beneficios que tiene caminar para las embarazadas, las autoridades sanitarias deberían fomentar campañas de concienciación que promovieran la importancia de la práctica de actividad física por las mujeres embarazadas, entre las cuales, debería estar muy presente caminar.


Walking during pregnancy, the preferred physical activity among pregnant women, has multiple health benefits for the maternalfetal pairing compared to other forms of physical activity. Not requiring so much effort, the ease of execution, the possibility of social interaction and of integrating in a very significant way in some activities, such as travel and occupational activities, when it is impossible for pregnant women to perform physical activity in their free time, are some of the advantages that make it the one chosen by most pregnant women. Lack of time, physical discomfort, fatigue or lack of energy are some of the factors that prevent pregnant women from walking. Given the multiple benefits that walking has for pregnant women, health authorities should promote awareness campaigns that promote the importance of practicing physical activity by pregnant women, among whom walking should be very present.


Subject(s)
Humans , Female , Exercise , Walking , Pregnant Women , Maternal Health , Pre-Eclampsia/prevention & control , Fetal Macrosomia/prevention & control , Infant, Newborn , Diabetes, Gestational/prevention & control , Obstetric Labor, Premature/prevention & control
8.
Femina ; 49(7): 433-438, 20210731.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1290593

ABSTRACT

A prematuridade é uma síndrome com múltiplos fatores de risco e cuja causa permanece desconhecida, mas, independentemente da etiologia, a parturição converge para uma via final comum de esvaecimento, dilatação e encurtamento do colo uterino. Do ponto de vista hormonal, o responsável por esse processo é a progesterona. A prevenção de quadros de prematuridade pode basear-se em tratamentos medicamentosos como a administração diária de comprimidos de progesterona; intervenções cirúrgicas para a contenção da cérvice uterina com fios inabsorvíveis mantidos até o termo, a cerclagem cervical; e o pessário cervical, dispositivo de silicone que envolve e inclina o colo uterino, evitando sua abertura. Para propor qualquer intervenção profilática ou terapêutica, a avaliação ultrassonográfica via transvaginal no segundo trimestre gestacional desempenha papel crucial. Apresentamos neste terceiro e último artigo da série sobre parto pré-termo espontâneo as intervenções terapêuticas e o rastreamento do colo uterino.(AU)


Preterm birth is a syndrome with multiple risk factors, with unknown etiology. Parturition converges to a final path with uterine cervix effacement, dilation and shortening and progesterone is the hormone responsible for this process. Preterm birth prevention relies on daily administration of progesterone pills; cerclage as a surgical intervention; or cervical pessary, a vaginal silicone device that enfolds and deflects the cervix, avoiding its opening. To propose any of these interventions it is crucial to evaluate the cervix during the second trimester by transvaginal ultrasound. Here, in the third and last article regarding preterm birth without membrane disruption, we present therapeutic interventions and ultrasound screening.(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Cervix Uteri/physiology , Obstetric Labor, Premature/surgery , Obstetric Labor, Premature/prevention & control , Obstetric Labor, Premature/drug therapy , Pessaries , Progesterone/therapeutic use , Uterine Cervical Incompetence , Ultrasonography, Prenatal , Cervical Ripening , Cerclage, Cervical , Cervical Length Measurement
9.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 21(2): 679-684, Apr.-June 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1340647

ABSTRACT

Abstract Introduction: Bartter's syndrome comprises a heterogeneous group of inherited salt-losing tubulopathies. There are two forms of clinical presentation: classical and neonatal, the most severe type. Types I and II account for most of the neonatal cases. Types III and V are usually less severe. Characteristically Bartter's syndrome type IV is a saltlosing nephropathy with mild to severe neonatal symptoms, with a specific feature - sensorineural deafness. Bartter's syndrome type IV is the least common of all recessive types of the disease. Description: the first reported case of a Portuguese child with neurosensorial deafness, polyuria, polydipsia and failure to thrive, born prematurely due to severe polyhydramnios, with the G47R mutation in the BSND gene that causes Bartter's syndrome type IV. Discussion: there are few published cases of BS type IV due to this mutation and those reported mostly have moderate clinical manifestations which begin later in life. The poor phenotype-genotype relationship combined with the rarity of this syndrome usually precludes an antenatal diagnosis. In the presence of a severe polyhydramnios case, with no fetal malformation detected, normal karyotype and after maternal disease exclusion, autosomal recessive diseases, including tubulopathies, should always be suspected.


Resumo Introdução: a síndrome de Bartter inclui um grupo heterogéneo de tubulopatias hereditárias perdedoras de sal. Existem duas formas de apresentação clínica: clássica e neonatal, a forma mais grave. Os tipo I e II representam a maioria dos casos neonatais. Os tipos III e V são geralmente menos graves. Caracteristicamente, a síndrome de Bartter tipo IV é uma nefropatia perdedora de sal com sintomas neonatais ligeiros a graves, com um aspeto especí- fico - surdez neurossensorial. A síndrome de Bartter tipo IV é o tipo menos comum das formas recessivas da doença. Descrição: relatamos o primeiro caso de uma criança portuguesa, com surdez neurossensorial, poliúria, polidipsia e restrição de crescimento, nascida prematuramente devido a polihidrâmnios grave, homozigótica para a mutação G47R do gene BSND, responsável pela síndrome de Bartter tipo IV. Discussão: são raros os casos publicados sobre síndrome de Bartter tipo IV atribuída a esta mutação, e a maioria referem-se a diagnósticos mais tardios, com manifestações clínicas ligeiras. A fraca correlação fenótipo-genótipo combinada com a raridade desta síndrome tornam o diagnóstico pré-natal desafiante. Perante um caso de polihidrâmnios grave em um feto sem malformações aparentes, cariótipo normal e após exclusão de patologia materna, as doenças autossómicas recessivas, incluindo as tubulopatias, devem ser sempre consideradas.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Adult , Prenatal Diagnosis , Bartter Syndrome/physiopathology , Bartter Syndrome/genetics , Polyhydramnios/diagnosis , Polyhydramnios/etiology , Pregnancy Complications , Pregnancy Trimester, Third , Hearing Loss, Sensorineural/genetics , Obstetric Labor, Premature
10.
Medisan ; 25(2)mar.-abr. 2021. tab
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1250343

ABSTRACT

Introducción: El parto pretérmino es una de las principales causas de morbilidad y mortalidad neonatal, cuyo origen está asociado con la presencia e interacción de factores relacionados con la madre y su entorno. Objetivo: Determinar los factores de riesgo asociados con el parto pretérmino en madres jóvenes atendidas en un Hospital de Lima, Perú. Métodos: Se realizó un estudio no experimental, analítico y retrospectivo de 32 madres con parto pretérmino y 292 a término (seleccionadas aleatoriamente), desde enero hasta agosto de 2016 en el mencionado centro hospitalario. Se utilizó la prueba de Ji al cuadrado o test de Fisher, según fue necesario, así como el odds ratio (OR) con sus intervalos de confianza al 95 %. Resultados: Los factores sociodemográficos como la instrucción, la ocupación y el estado conyugal no estuvieron relacionados con el parto pretérmino; en tanto, los pregestacionales (índice de masa corporal y antecedente de parto pretérmino) se asociaron significativamente y los clínicos (infección del tracto urinario, rotura prematura de membranas y preeclampsia) demostraron asociación estadística. Conclusiones: El índice de masa corporal pregestacional ≥25 kg/m2, el antecedente de parto pretérmino, la infección urinaria, la rotura prematura de membranas y la preeclampsia, incrementaron significativamente el riesgo de parto pretérmino.


Introduction: Preterm labor is one of the main causes of neonatal morbidity and mortality whose origin is associated with the presence and interaction of factors related to the mother and her environment. Objective: To determine the risk factors associated with preterm labor in young mothers assisted in a Hospital of Lima, Peru. Methods: A non experimental, analytic and retrospective study of 32 mothers with preterm labor and 292 with term delivery (selected at random), was carried out from January to August, 2016 in the hospital center above mentioned. The chi-square test of Fisher test was used, as it was necessary, as well as the odds ratio (OR) with its confidence intervals of 95 %. Results: The social demographic factors as instruction, occupation and marital status were not related to preterm labor; as long as, antenatal factors (body mass index and history of preterm labor) were significantly associated and clinical factors (urinary tract infection, early rupture of membranes and preeclampsia) demonstrated a statistical association. Conclusions: The antenatal body mass index ≥25 kg/m2, history of preterm labor, urinary infection, early rupture of membranes and preeclampsia, significantly increased the risk of preterm labor.


Subject(s)
Risk Factors , Obstetric Labor, Premature/prevention & control , Peru , Pregnancy , Infant Mortality
12.
ABCS health sci ; 46: e021309, 09 fev. 2021.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1349415

ABSTRACT

INTRODUCTION: Premature rupture of membranes remains a challenge for professionals due to the high rates of maternal and neonatal morbidity and mortality, mainly related to complications resulting from prematurity. OBJECTIVE: To analyze the scientific production about premature rupture of membranes in pregnancies above 28 weeks and below 34 weeks. METHODS: Integrative literature review carried out in the Lilacs, SciELO, Medline and Cochrane Library databases, between 2014 and 2018, in Portuguese, English and Spanish, including original articles, available in full online, with free access, that addressed the study theme, using the keywords "premature rupture of ovular membranes", "premature labor" and "pregnancy complications" combined using the Boolean operators "AND" and "OR". RESULTS: Fourteen studies were included. It was possible to highlight the main recommendations regarding preterm premature rupture of membranes, divided into six categories for discussion, namely: indications for expectant management and delivery induction, prophylactic antibiotic therapy, prenatal corticosteroids, use of tocolytics, recommendations regarding the use of magnesium sulfate and amniocentesis. CONCLUSION: It was identified that expectant management is the ideal approach, with constant monitoring of the pregnant woman and the fetus, in addition to the administration of prophylactic antibiotics and prenatal corticosteroids, in the face of premature rupture of membranes in pregnancies between 28 and 34 weeks in order to provide the best maternal and perinatal results, guiding health professionals to evidence-based practice.


INTRODUÇÃO: A ruptura prematura de membranas continua a ser um desafio para os profissionais devido às altas taxas de morbimortalidade materna e neonatal, relacionada principalmente às complicações decorrentes da prematuridade. OBJETIVO: Analisar a produção científica acerca das evidências frente a ruptura prematura de membranas em gestações acima de 28 semanas e abaixo de 34 semanas. MÉTODOS: Revisão integrativa da literatura realizada nas bases de dados Lilacs, SciELO, Medline e Cochrane Library, entre 2014-2018, em português, inglês e espanhol, incluídos artigos originais, disponíveis completos online, com acesso livre, que abordassem a temática do estudo, utilizando os descritores "ruptura prematura de membranas ovulares", "trabalho de parto prematuro" e "complicações na gravidez" combinados por meio dos operadores booleanos "AND" e "OR". RESULTADOS: Foram incluídos 14 estudos, nos quais foi possível evidenciar as principais recomendações frente a ruptura prematura de membranas fetais pré-termo, divididos em seis categorias para discussão, sendo elas: indicações para o manejo expectante e indução do parto, antibioticoterapia profilática, corticosteroides pré-natais, uso de tocolíticos, recomendações quanto ao uso de sulfato de magnésio e realização de amniocentese. CONCLUSÃO: O estudo possibilitou identificar que o manejo expectante é a conduta ideal, com monitorização constante da gestante e do feto, além da administração de antibióticos profiláticos e corticosteroides pré-natais, frente a ruptura prematura de membranas em gestações entre 28 e 34 semanas a fim de proporcionar os melhores resultados maternos e perinatais, guiando os profissionais da saúde para uma prática baseada em evidências.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Fetal Membranes, Premature Rupture , Obstetric Labor, Premature , Tocolysis , Adrenal Cortex Hormones , Antibiotic Prophylaxis , Watchful Waiting , Amniocentesis , Labor, Induced , Magnesium Sulfate
13.
Article in Chinese | WPRIM | ID: wpr-879820

ABSTRACT

OBJECTIVE@#To investigate the birth condition of preterm infants and the causes of preterm birth in Henan Province, China, and to provide a basis for the prevention and treatment of preterm birth.@*METHODS@#An epidemiological investigation was conducted for live-birth preterm infants who were born in 53 hospitals in 17 cities of Henan Province from January 1, 2019 to December 31, 2019 to investigate the incidence rate of preterm birth, the distribution of gestational age and birth weight, the use of antenatal glucocorticoids, and the causes of preterm birth.@*RESULTS@#The incidence rate of preterm birth was 5.84% (12 406/212 438) in the 53 hospitals. The proportions of preterm infants with gestational ages of < 28 weeks, 28 - < 32 weeks, 32 - < 34 weeks, and 34 - < 37 weeks were 1.58% (196/12 406), 11.46% (1 422/12 406), 15.18% (1 883/12 406), and 71.78% (8 905/12 406) respectively. The proportions of preterm infants with birth weights of < 1 000 g, 1 000- < 1 500 g, 1 500- < 2 500 g, 2 500- < 4 000 g, and ≥ 4 000 g were 1.95% (240/12 313), 8.54% (1 051/12 313), 49.53% (6 099/12 313), 39.59% (4 875/12 313), and 0.39% (48/12 313) respectively. The infants born by natural labor accounted for 28.76% (3 568/12 406), and those born by cesarean section accounted for 70.38% (8 731/12 406). The rate of use of antenatal glucocorticoids was 52.52% (6 293/11 983) for preterm infants and 68.69% (2 319/3 376) for the preterm infants with a gestational age of < 34 weeks. Iatrogenic preterm labor was the leading cause of preterm birth[40.06% (4 915/12 270)], followed by spontaneous preterm birth[30.16% (3 701/12 270)] and preterm birth due to premature rupture of membranes[29.78% (3 654/12 270)]. The top three causes of iatrogenic preterm birth were hypertensive disorders of pregnancy[47.12% (2 316/4 915)], fetal intrauterine distress[22.85% (1 123/4 915)], and placenta previa/placental abruption[18.07% (888/4 915)].@*CONCLUSIONS@#There is a relatively low incidence rate of preterm birth in Henan Province, and late preterm infants account for a relatively high proportion. Iatrogenic preterm birth is the main cause of preterm birth in Henan Province, and hypertensive disorders of pregnancy and fetal intrauterine distress are the main causes of iatrogenic preterm birth.


Subject(s)
Cesarean Section , China/epidemiology , Female , Humans , Infant , Infant, Newborn , Infant, Premature , Obstetric Labor, Premature , Pregnancy , Premature Birth/etiology
15.
Rev. méd. Minas Gerais ; 31: E0031, 2021.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1291376

ABSTRACT

O acretismo placentário consiste na aderência anormal da placenta na parede uterina. Ao aderir-se diretamente ao miométrio, denomina-se placenta acreta; ao estender-se mais profundamente, placenta increta, e ao invadir a serosa uterina ou órgãos adjacentes, percreta. O fator de risco mais frequente constitui cesarianas anteriores. Paciente 27 anos, G3P1CA1 (cesariana há 8 anos/ parto prematuro 25 sem há 4 anos), IG: 25sem3d; com alteração da vitalidade fetal e placenta prévia com sinais de acretismo (sugerindo placenta percreta). Foi indicada a interrupção da gestação com 27 semanas e 1 dia. No período intraoperatório foi evidenciada, por meio de ultrassom, presença de acretismo placentário com invasão miometrial e invasão de serosa vesical sendo posteriormente realizado a histerectomia subtotal e rafia das lacerações da mucosa vesical. A placenta percreta é mais frequente em grávidas com placenta prévia no local da cicatriz de cesariana e o órgão mais frequentemente acometido é a bexiga; estando associada a maior morbimortalidade materna. O diagnóstico definitivo é anatomopatológico, porém é presumível durante a cirurgia abdominal com a visualização da invasão placentária, devendo ser confirmado por Histopatologia.


Placental accretism consists of abnormal placental adherence to the uterine wall. When adhering directly to the myometrium it is called placenta accreta; when extending more deeply, placenta increta; and when invading the uterine serosa or adjacent organs, percrete. The most frequent risk factor is previous cesarean sections. The patient is 27 years old with altered fetal vitality and placenta previa with signs of accreation (suggesting percretal placenta). Pregnancy termination at 27 weeks and one day was indicated. In the intraoperative period, the presence of placental accretion with myometrial invasion and bladder serous invasion was evidenced by ultrasound, with subtotal hysterectomy and raffia of lacerations of the bladder afterwards. The percretal placenta is more frequent in pregnant women with placenta previa at the site of the scar of a cesarean section and the organ most frequently affected is the bladder; being associated with higher maternal morbidity and mortality. The definitive diagnosis is anatomopathological, but it is presumed during abdominal surgery with the visualization of the placental invasion and must be confirmed by Histopathology


Subject(s)
Humans , Pregnancy , Adult , Placenta Accreta , Urinary Bladder , Placenta Diseases , Placenta Previa , Pregnancy Complications , Serous Membrane , Cesarean Section , Indicators of Morbidity and Mortality , Risk Factors , Cicatrix , Hysterectomy , Obstetric Labor, Premature , Myometrium
16.
Rev. méd. Minas Gerais ; 31: 30211, 2021.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1291269

ABSTRACT

O sulfato de magnésio tem sido utilizado em obstetrícia por décadas e milhares de mulheres já foram incluídas em ensaios clínicos que estudaram sua eficácia em uma variedade de condições gestacionais. Os principais usos do medicamento na atual prática obstétrica incluem prevenção e tratamento de convulsões eclâmpticas, prolongamento da gravidez para administração antenatal de corticosteroides e neuroproteção fetal na iminência de interrupção prematura da gravidez. Em função da alta qualidade e da consistência dos resultados de importantes ensaios clínicos, a indicação do sulfato de magnésio para profilaxia e terapia das convulsões eclâmpticas está bem estabelecida. Entretanto, tal unanimidade não ocorre com relação ao seu emprego como tocolítico, tanto pela discussão sobre sua efetividade quanto pelas doses mais altas usualmente utilizadas para esse fim. Em relação à importância do sulfato de magnésio como agente neuroprotetor fetal, a paralisia cerebral é a causa mais comum de deficiência motora na infância e tem como fator de risco mais importante a prematuridade, cuja incidência tem aumentado significativamente. Diretrizes nacionais e internacionais mais recentes, baseadas em resultados de ensaios clínicos randomizados e metanálises de boa qualidade, mostraram que a administração antenatal de sulfato de magnésio na iminência de parto pré-termo precoce é uma intervenção eficiente, viável, segura, com boa relação custo-benefício e pode contribuir para a melhoria dos desfechos neurológicos neonatais.


Magnesium sulfate has been used in obstetrics for decades and thousands of women have already been included in clinical trials that have studied its effectiveness in a variety of gestational conditions. The main uses of the drug in current obstetrical practice include prevention and treatment of eclamptic seizures, prolongation of pregnancy for antenatal administration of corticosteroids, and fetal neuroprotection in the imminence of premature termination of pregnancy. Because of the high quality and consistency of the results of important clinical trials, the indication of magnesium sulfate for prophylaxis and therapy of eclamptic seizures is well established. However, such unanimity does not occur regarding its use as tocolytic, either by the discussion of its effectiveness or by the higher doses usually used for this purpose. Regarding the importance of magnesium sulfate as a fetal neuroprotective agent, cerebral palsy is the most common cause of motor deficits in childhood and has a significantly higher incidence of prematurity as a major risk factor. More recent national and international guidelines, based on results from randomized controlled trials and good quality meta-analyzes, have shown that the antenatal administration of magnesium sulfate at the imminence of early preterm delivery is a cost-effective, viable, efficient intervention and safe and can contribute to the improvement of neonatal neurological outcomes.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Magnesium Sulfate/therapeutic use , Obstetrics , Tocolysis , Cerebral Palsy , Eclampsia/drug therapy , Neuroprotection , Obstetric Labor, Premature , Magnesium
17.
Repert. med. cir ; 30(1): 7-12, 2021.
Article in English, Spanish | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1281052

ABSTRACT

Introducción: la programación fetal ofrece nuevas perspectivas sobre el origen de las enfermedades cardiovasculares, relacionando su aparición con factores perinatales. Objetivo: exponer evidencia que vincule las alteraciones gestacionales con las enfermedades cardiovasculares en la vida adulta del feto. Metodología: búsqueda en las bases de datos EBSCO, COCHRANE, MEDLINE, PROQUEST y SciELO de los artículos de revisión e investigaciones originales en inglés publicados en los últimos diez años. Se utilizaron términos MeSH para búsqueda controlada y se evaluaron los estudios con STROBE y PRISMA según correspondía. Resultados: los hallazgos sugieren que nacer con menos de 2600 k guarda relación con diabetes mellitus (OR de 1.607 IC 95% 1.324-1.951), hipertensión arterial (OR de 1.15 IC 95% 1.043-1.288) y menor función endotelial (1.94+0.37 vs 2.68+0.41, p: 0.0001) en la adultez. La prematuridad se asocia con mayores presiones arteriales sistólicas (4.2 mmHg IC 95%; 2.8 - 5.7 p 0.001) y diastólicas (2.6 mmHg IC 95%; 1.2-4.0; p 0.001). Las alteraciones nutricionales maternas y la diabetes gestacional aumentan el riesgo de síndrome metabólico (OR 1.2 IC 95% 0.9-1.7) y sobrepeso en la edad escolar (OR 1.81 IC 95% 1.18 - 2.86). Conclusión: los resultados adversos en la gestación están relacionados con el desarrollo de enfermedades cardiovasculares en la vida adulta del feto expuesto.


Introduction: fetal programming offers new perspectives on the origin of cardiovascular diseases, relating their appearance with perinatal factors. Objective: to show the evidence associating gestational alterations with cardiovascular diseases in the offspring in adult life. Methodology: an EBSCO, COCHRANE, MEDLINE, PROQUEST and SciELO databases search of original review and research articles published in English in the last ten years was conducted. MeSH terms were used to perform a controlled search. The studies were analyzed accordingly using the STROBE and PRISMA reporting guidelines. Results:The findings suggest that a birth weight of less than 2600 kg is related with diabetes mellitus (OR = 1.607, 95% CI 1.324 to 1.951), hypertension (OR = 1.15, 95% CI 1.043 to 1.288) and impaired endothelial function (1.94+0.37 vs 2.68+0.41, p: 0.0001) in adulthood. Prematurity is related with higher systolic blood pressure (4.2 mmHg 95% CI; 2.8 to 5.7 p 0.001) and diastolic blood pressure (2.6 mmHg 95% CI; 1.2 to 4.0; p 0.001). Maternal nutritional alterations and gestational diabetes increase the risk of metabolic syndrome (OR = 1.2 95% CI 0.9 to 1.7) and overweight in school-age (OR = 1.81 95% CI 1.18 to 2.86). Conclusion: adverse results during pregnancy are related with the development of cardiovascular diseases in the exposed fetus in adult life.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Child, Preschool , Child , Adolescent , Adult , Cardiovascular Diseases/etiology , Fetal Development , Metabolic Diseases/etiology , Birth Weight , Nutritional Status , Diabetes, Gestational , Metabolic Syndrome/complications , Heart Disease Risk Factors , Obstetric Labor, Premature
18.
Rev. méd. Minas Gerais ; 31: 31412, 2021.
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1342147

ABSTRACT

Introdução: A ruptura uterina é uma complicação grave, devido ao risco de morte materna e perinatal. Em países desenvolvidos, essa complicação obstétrica afeta 3,5/1.000 mulheres com cesárea anterior e 6/10.000 grávidas sem antecedentes da operação, sendo a incisão cesariana prévia a etiologia principal. Relato de Caso: Gestante, 38 anos, G1P0A0, com idade gestacional de 35 semanas e 5 dias, deu entrada na maternidade em trabalho de parto prematuro. Ao exame físico apresentando 3 metrossístoles em 10min/30" 30" 35", colo uterino amolecido e fino, com dilatação de 3 cm, exame especular com presença de líquido amniótico claro, bolsa rota há 6 horas e pequeno sangramento há 20 minutos. Foi indicado parto cesáreo devido ao histórico de luxação de quadril. O diagnóstico de ruptura uterina foi realizado durante o parto operatório, com visualização de partes fetais. O caso teve evolução benigna para a m ãe e o recém-nascido, sem a ocorrência de complicações ou sequelas, ambos tiveram alta hospitalar em perfeitas condições de saúde. Discussão: Configurou-se uma ruptura uterina completa espontânea no terceiro trimestre gestacional, sem quaisquer fatores de risco subjacentes identificáveis, exceto pela idade materna avançada (maior que 35 anos). Conclusão: Este relato contribui para um número limitado de ocorrências descritas que envolvem ruptura espontânea de um útero sem cicatriz prévia em uma paciente primigesta.


Introduction: Uterine rupture is a serious complication, due to the risk of maternal and perinatal death. In developed countries, this obstetric complication affects 3.5/1,000 women with previous cesarean section and 6/10,000 pregnant women with no story of the operation, with the previous cesarean section being the main etiology. Case Report: Pregnant woman, 38 years old, G1P0A0, with a gestational age of 35 weeks and 5 days, was admitted to the maternity ward in premature labor. At the physical examination reinforced 3 metrosystoles in 10min/30" 30" 35", soft and thin cervix, with 3cm dilation, specular examination with the presence of clear liquid with lumps, broken bag for 6 hours and minor bleeding for 20 minutes. Cesarean delivery is indicated due to a story of hip dislocation. The diagnosis of uterine rupture was performed during operative delivery, with visualization of fetal parts. The case had a benign evolution for the mother and the newborn, without the occurrence of complications or sequelae, both were discharged from hospital in perfect health conditions. Discussion: A complete spontaneous uterine rupture occurred in the third trimester of pregnancy, without any identifiable underlying risk factors, except for advanced maternal age (over 35 years). Conclusion: This report contributes to a limited number of previous events that involve spontaneous rupture of a uterus without previous scarring in a primigravid patient.


Subject(s)
Humans , Pregnancy , Adult , Rupture, Spontaneous , Uterine Rupture , Parity , Pregnancy Complications , Cesarean Section , Maternal Age , Obstetric Labor, Premature
19.
Rev. latinoam. enferm. (Online) ; 29: e3480, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS, BDENF | ID: biblio-1341516

ABSTRACT

Objective: to investigate associations between depressive symptoms during pregnancy, low birth weight, and prematurity among women with low-risk pregnancies assisted in public Primary Health Care services. Method: prospective cohort with 193 pregnant women, using the Edinburgh Postnatal Depression Scale, telephone interviews, and medical records available in the health services. Associations of interest were obtained using the Cox regression model. Results: the participants were aged 24.9 years old (median) and had 11 years of schooling (median); 82.4% lived with their partners, and gestational age at the birth was 39 weeks (median). Twenty-five percent of the participants scored ≥13 on the Edinburgh scale. Depressive symptoms did not appear associated with low birth weight (RR=2.06; CI95%=0.56-7.61) or prematurity (RR=0.86; CI95%=0.24-3.09) in the adjusted analysis. However, premature labor increased the risk of low birth weight (RR=4.81; CI95%=1.01-23.0) and prematurity (RR=7.70; CI95%=2.50-23.7). Additionally, each week added to gestational age decreased the risk of low birth weight (RR=0.76; CI95%=0.61-0.95). Conclusion: the presence of depressive symptoms among women with low-risk pregnancies was not associated with low birth weight or prematurity.


Objetivo: investigar a associação entre sintomas depressivos na gestação, baixo peso ao nascer e prematuridade entre gestantes de baixo risco obstétrico, atendidas em serviços públicos de Atenção Primária à Saúde. Método: coorte prospectiva com 193 gestantes, mediante aplicação da Escala de Depressão Pós-natal de Edimburgo, entrevista telefônica e consulta aos prontuários dos serviços de saúde. As associações de interesse foram obtidas por regressão múltipla de Cox. Resultados: as participantes tinham idade mediana de 24,9 anos e escolaridade mediana de 11 anos; 82,4% viviam com companheiro e a idade gestacional mediana no parto foi 39 semanas. Auferiram escore ≥13 na Escala de Edimburgo 25,4% delas. Na análise ajustada, sintomas depressivos não se associaram ao baixo peso ao nascer (RR=2,06; IC95%=0,56-7,61) e à prematuridade (RR=0,86; IC95%=0,24-3,09). Secundariamente, identificouse que trabalho de parto prematuro aumentou o risco de baixo peso ao nascer (RR=4,81; IC95%=1,01-23,0) e de prematuridade (RR=7,70; IC95%=2,50-23,7). Além disso, cada semana a mais na idade gestacional diminuiu o risco de baixo peso ao nascer (RR=0,76; IC95%=0,61-0,95). Conclusão: a presença de sintomas depressivos entre gestantes de baixo risco obstétrico não se associou ao risco de baixo peso ao nascer e prematuridade.


Objetivo: investigar la asociación entre síntomas depresivos en la gestación con bajo peso al nacer y prematuridad entre embarazadas, de bajo riesgo obstétrico, atendidas en servicios públicos de Atención Primaria a la Salud. Método: cohorte prospectiva en 193 embarazadas, utilizando la Escala de Depresión Posparto de Edimburgo, por medio de entrevista telefónica y consulta en las fichas médicas de los servicios de salud. Las asociaciones de interés fueron obtenidas con la regresión múltiple de Cox. Resultados: las participantes tuvieron edad mediana de 24,9 años y escolaridad mediana de 11 años; 82,4% vivían con compañero y la edad gestacional mediana en el parto fue 39 semanas. 25,4% de las mujeres obtuvieron un puntaje ≥13, en la Escala de Edimburgo. En el análisis ajustado, los síntomas depresivos no se asociaron al bajo peso al nacer (RR=2,06; IC95%=0,56-7,61) y a la prematuridad (RR=0,86; IC95%=0,24-3,09). Secundariamente, se identificó que el trabajo de parto prematuro aumentó el riesgo de bajo peso al nacer (RR=4,81; IC95%=1,01-23,0) y de prematuridad (RR=7,70; IC95%=2,50-23,7). Además de eso, se encontró que cada semana a más en la edad gestacional disminuye el riesgo de bajo peso al nacer (RR=0,76; IC95%=0,61-0,95). Conclusión: la presencia de síntomas depresivos entre embarazadas de bajo riesgo obstétrico no se asoció al riesgo de bajo peso al nacer y a la prematuridad.


Subject(s)
Humans , Pregnancy , Infant, Newborn , Adult , Primary Health Care , Birth Weight , Infant, Premature , Gestational Age , Depression, Postpartum , Depression/etiology , Depression/epidemiology , Obstetric Labor, Premature
20.
Texto & contexto enferm ; 30: e20200031, 2021. tab
Article in English | LILACS, BDENF | ID: biblio-1252276

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: to identify the perinatal factors associated with prematurity in neonatal intensive care units from prenatal care. Method: a case-control study carried out in the southern region of the country with 186 puerperal women, from July to November 2018. A hierarchical approach strategy and conditional logistic regression were used in data analysis. Results: among the preterm births, 5.9% (n=11) were classified as extremely premature (<31 weeks), 12.9% (n=24) as moderate prematurity (32 to 34 weeks and 6 days) and 31.2% (n=58) as late premature (35 to 36 weeks and 6 days). The factors associated with the occurrence of prematurity were maternal age (30 years old), schooling (<8 years) and income (4 wages). Among the perinatal factors in the final adjustment model, insufficient number of consultations (OR 2.69/95% CI 1.10 - 6.55) and late onset of prenatal care (OR 4.34/95% CI 1.49 - 12.58) were associated with the occurrence of the outcome. On the other hand, absence of complications, premature membrane rupture and infections in the current pregnancy, as well as adequate clinical management and specific referral were protective factors against the occurrence of births before 37 weeks of pregnancy. Conclusion: it is necessary that health professionals are accessible to the most varied social changes, considering their role as educators and health promoters. Qualified and appropriate Nursing assistance in prenatal care for pregnant women reduces the chance of the newborns being admitted to neonatal intensive care units.


RESUMEN Objetivo: identificar los factores perinatales asociados a nacimientos prematuros en unidades neonatales de cuidados intensivos a partir de la atención prenatal. Método: estudio de caso-control realizado en la Región Sur del país con 186 puérperas, entre julio y noviembre de 2018. En el análisis de los datos se utilizó la estrategia de enfoque jerárquico y regresión logística condicional. Resultados: entre los nacimientos prematuros, 5,9% (n=11) se clasificaron como prematuros extremos (<31 semanas), 12,9% (n=24) como prematuros moderados (32 a 34 semanas y 6 días) y 31,2% (n=58) como prematuros tardíos (35 a 36 semanas y 6 días). Los factores asociados a la incidencia de nacimientos prematuros fueron los siguientes: edad materna (30 años), escolaridad (<8 años) e ingresos (<4 salarios). Entre los factores perinatales en el modelo ajustado final, la cantidad insuficiente de consultas (OR 2,69/IC 95% 1,10 - 6,55) y el inicio tardío de la atención prenatal (OR 4,34/IC 95% 1,49 - 12,58) presentaron asociación con la incidencia del resultado. Por otro lado, la ausencia de complicaciones, ruptura prematura de la membrana e infecciones en el embarazo actual, al igual que una conducta clínica adecuada y derivación específica fueron factores de protección contra la incidencia de nacimientos antes de las 37 semanas de embarazo. Conclusión: es necesario que los profesionales de la salud sean permeables a los múltiples cambios sociales, considerando su rol de educadores y promotores de la salud. La atención de Enfermería calificada y oportuna en el período prenatal a la mujer embaraza reduce las probabilidades de internación del recién nacido en unidades neonatales de cuidados intensivos.


RESUMO Objetivo: identificar os fatores perinatais associados à prematuridade em unidade de terapia intensiva neonatal a partir da assistência pré-natal. Método: estudo caso-controle realizado na Região Sul do país com 186 puérperas, no período de julho a novembro de 2018. Utilizou-se na análise dos dados estratégia de abordagem hierárquica e regressão logística condicional. Resultados: entre os nascimentos pré-termo, 5,9% (n=11) foram classificados como prematuros extremos (<31 semanas), 12,9% (n=24) prematuridade moderado (32 a 34 semanas e 6 dias) e 31,2% (n=58) como prematuros tardios (35 a 36 semanas e 6 dias). Os fatores associados à ocorrência da prematuridade foram idade materna (30 anos), escolaridade (<8anos) e a renda (<4 salários). Entre os fatores perinatais no modelo ajustado final o número de consulta insuficiente (OR 2,69/IC 95% 1,10 - 6,55) e início do pré-natal tardio (OR 4,34/IC95% 1,49 - 12,58) estiveram associados à ocorrência do desfecho. Por outro lado, ausência de intercorrências, ruptura prematura da membrana e infecções na gestação atual, bem como uma conduta clínica adequada e encaminhamento específico foram fatores de proteção para a ocorrência de nascimentos antes de 37 semanas de gestação. Conclusão: torna-se necessário que os profissionais da saúde estejam acessíveis às mais variadas mudanças sociais, considerando seu papel de educador e promotor da saúde. Uma assistência de enfermagem no pré-natal qualificada e oportuna para a gestante diminui a chance de internação do recém-nascido em unidades de terapia intensiva neonatal.


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Prenatal Care , Infant, Premature , Intensive Care Units, Neonatal , Risk Factors , Obstetric Labor, Premature
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