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1.
Enferm. foco (Brasília) ; 12(4): 739-745, dez. 2021. tab, ilus
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1353263

ABSTRACT

Objetivos: conhecer os fatores maternos e neonatais relacionados à integridade perineal e relacionar a preservação do períneo com o profissional que assiste ao parto. Método: estudo retrospectivo, descritivo, quantitativo, em prontuários de 292 mulheres que tiveram parto vaginal com períneo íntegro. Incluídas mulheres que tiveram parto vaginal com períneo íntegro, de feto termo, único ou múltiplo, iniciado espontaneamente ou induzido, instrumentalizado ou não, independente de risco obstétrico. Utilizadas as variáveis: raça, idade materna, idade gestacional, paridade, número de fetos, uso de ocitocina na condução do trabalho de parto, uso de analgesia, trabalho de parto espontâneo ou induzido, apresentação e peso do recém-nascido ao nascer, posição materna no expulsivo e profissional que assistiu ao parto. Resultados: a maioria das mulheres com períneos íntegros eram pardas, multíparas com partos espontâneos; taxa de ocitocina e analgesia foi de 11,6% e 19,9%, respectivamente; o peso médio dos recém-nascidos foi de 3176g e a Enfermagem Obstétrica esteve presente em mais de 90% dos partos. Conclusão: a raça e a multiparidade permaneceram como fatores protetores de lacerações perineais, enquanto outras variáveis precisam de mais estudos para determinar seu papel na integridade perineal. A Enfermagem Obstétrica se manteve como indicadora de boas práticas ao parto e nascimento. (AU)


Objective: Knowing the maternal and neonatal factors related to perineal integrity and relating perineal integrity to the professional attending the delivery. Methods: Retrospective, descriptive, quantitative study on medical records of 292 women who had vaginal delivery with intact perineum. Including women who had a vaginal delivery with intact perineum, full-term fetus, single or multiple, started spontaneously or induced, instrumentalized or not, regardless of obstetric risk. The variables used were race, maternal age, gestational age, parity, number of fetuses, use of oxytocin in conducting labor, use of analgesia, spontaneous or induced labor, presentation and weight of the newborn at birth, maternal position in the expulsive and professional who attended the birth. Results: The majority of women with intact perineum were brown, multiparous with spontaneous births; oxytocin and analgesia rate was 11,6% and 19,9%, respectively; the average weight of newborns was 3176g and obstetric nursing was present in more than 90% of deliveries. Conclusion: Race and multiparity remained as protective factors against perineal lacerations, while other variables need further studies to determine their role in perineal integrity. Obstetric Nursing has remained an indicator of good practices in childbirth and birth. (AU)


Objetivo: Conocer los factores maternos y neonatales relacionados con la integridad perineal y relacionar la preservación del perineo con el profesional que asiste al parto. Métodos: Estudio retrospectivo, descriptivo y cuantitativo sobre historias clínicas de 292 mujeres que tuvieron parto vaginal con perineo intacto. Incluidas las mujeres que tuvieron un parto vaginal con perineo intacto, feto a término, único o múltiple, iniciado espontáneamente o inducido, instrumentalizado o no, independientemente del riesgo obstétrico. Las variables utilizadas fueron: raza, edad materna, edad gestacional, paridad, número de fetos, uso de oxitocina en la realización del trabajo de parto, uso de analgesia, trabajo de parto espontáneo o inducido, presentación y peso del recién nacido al nacer, posición materna en los expulsivos y profesionales que asistieron al parto. Resultados: La mayoría de las mujeres con perineo sano eran pardas, multíparas con partos espontáneos; la tasa de oxitocina y analgesia fue de 11,6% y 19,9%, respectivamente; el peso promedio de los recién nacidos fue de 3176 gy la enfermería obstétrica estuvo presente en más del 90% de los partos. Conclusión: La raza y la multiparidad se mantuvieron como factores protectores contra las laceraciones perineales, mientras que otras variables necesitan más estudios para determinar su papel en la integridad perineal. La enfermería obstétrica se ha mantenido como un indicador de buenas prácticas en el parto y el parto. (AU)


Subject(s)
Obstetric Nursing , Perineum , Natural Childbirth
4.
Rev. colomb. cir ; 36(4): 732-737, 20210000. fig
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1291284

ABSTRACT

Introducción. El enterocele es causado por un defecto herniario del piso pélvico, siendo el más común la hernia interrecto-vaginal. Se produce por un debilitamiento del piso pélvico, por diversos factores, entre ellos, las cirugías en la región pélvica, el estreñimiento crónico o las patologías que aumentan la presión intraabdominal, el antecedente de prolapso rectal o vaginal, y también, factores congénitos. Presentación de caso. Paciente femenina de 84 años de edad, con antecedentes de un parto eutócico y múltiples procedimientos quirúrgicos, entre ellos histerectomía hace 40 años y rectosigmoidectomía por enfermedad diverticular complicada hace 6 años, quien cuatro meses antes presenta constipación crónica, que empeora en los días previos a su ingreso, con dolor perineal intenso y salida de asas intestinales a nivel de la región perineal, que la obliga a consultar a Urgencias. Al encontrarse con asas intestinales expuestas, con cambios de coloración, es intervenida quirúrgicamente con resultado satisfactorio, postquirúrgico inmediato optimo y seguimiento por consulta externa por 3 meses sin evidencia de recidiva. Discusión. La hernia interrecto-vaginal tiene una incidencia baja y una presentación clínica variada. El único tratamiento es quirúrgico


Introduction. The enterocele is produced by an hernia defect of the pelvic floor, being the most common the interrecto-vaginal hernia. It is produced by weakness of the pelvic floor for multiples factors, among them surgeries of the pelvic region, chronic constipation or pathologies that increase intra-abdominal pressure, a history of rectal or vaginal prolapse, and congenital factors. Case report. A 84-year-old female patient, with a history of eutocic delivery and multiple surgical procedures, including hysterectomy 40 years ago and rectosigmoidectomy for complicated diverticular disease 6 years ago, presented four months earlier with chronic constipation, which worsens in the days before her admission, with intense perineal pain and exit of intestinal loops at the level of the perineal region, which forced her to consult the emergency room. At examination the intestinal loops were found exposed, with color changes, she underwent surgery with satisfactory results, optimal immediate postoperative and outpatient follow-up for 3 months with no evidence of recurrence. Discussion. Interrecto-vaginal hernia has a low incidence and a varied clinical presentation. The only treatment is surgery


Subject(s)
Humans , Perineum , Douglas' Pouch , Hernia , Pelvic Floor , Intestine, Small
5.
ABCS health sci ; 46: e021224, 09 fev. 2021. ilus, tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1349379

ABSTRACT

INTRODUCTION: Perineal trauma is an important complication for women after giving birth. OBJECTIVE: To evaluate the prevalence of perineal trauma and its associated factors in nulliparous. METHODS: A retrospective cohort study was carried out, through the analysis of the medical records of women with singleton pregnancy who achieved vaginal birth of a live infant, in 2017, in a maternity hospital. Data collection involved information about demographic, obstetric, and clinical data from nulliparous women, and infant birthweight. Univariate and multivariate logistic analyses were performed to verify the association of perineal trauma with the variables assessed, with significant variables remaining in the model (p<0.05), through a stepwise strategy. RESULTS: A total of 326 medical records were analyzed. The percentage of perineal trauma was 60%. In the multivariate analysis, the use of oxytocin increased the chance of perineal trauma by 730%. In addition, the adoption of squatting position and hands and knees decreased the chances of perineal trauma by 81% and 97%, respectively, in comparison with those who adopted the lithotomy position, during the second stage labor. CONCLUSION: The rate of perineal laceration was high, but the severity was low. The use of oxytocin is associated with the presence of trauma and the squatting position and hands and knees, especially, have contributed to the protection of the perineum.


INTRODUÇÃO: Laceração perineal é uma complicação importante para mulheres pós-parto. OBJETIVO: Avaliar a prevalência de laceração perineal e seus fatores associados em primíparas. MÉTODOS: Foi realizado um estudo de coorte retrospectivo, através da análise dos prontuários de mulheres que pariram no ano de 2017, em uma maternidade da cidade. Durante a coleta de dados foi utilizada uma lista de checagem e um formulário para retirar informações sobre dados obstétricos, sociodemográficos e clínicos das mulheres e o peso do recém-nascido. Em seguida foram formuladas tabelas para determinação da associação entre as variáveis independentes e a presença de laceração. Logo após, foi feita a análise de regressão logística múltipla para identificar as variáveis mais fortemente associadas à laceração perineal. RESULTADOS: Um total de 326 prontuários foram analisados. O percentual de laceração perineal foi de 60%. Na análise multivariada, o uso de oxitocina aumentou a chance de laceração perineal em 730%. Além disso, a posição de cócoras e de quatro apoios diminuíram a chance de laceração perineal em 80% e 97%, respectivamente, em comparação com as mulheres que adotaram a posição de litotomia, durante o segundo período do parto. CONCLUSÃO: A taxa de laceração perineal encontrada foi alta, mas a gravidade foi baixa. O uso de ocitocina está associado com a presença de laceração perineal e a posição de cócoras e de quatro apoios contribuem para a proteção do períneo.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adolescent , Adult , Young Adult , Perineum/injuries , Puerperal Disorders , Women's Health , Parturition , Parity , Oxytocin , Episiotomy
6.
Ciênc. Saúde Colet ; 26(2): 475-483, fev. 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1153788

ABSTRACT

Resumo Descreve-se uma atividade pedagógica com estudantes do Mestrado e Pós-Licenciatura em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia, aplicando princípios da prática simulada na realização da sutura perineal após o parto. Este procedimento causa muita insegurança e gera grande ansiedade nos estudantes, quando iniciam estágio em bloco de partos. Os objetivos deste artigo são desenvolver competências psicomotoras nos estudantes para a reconstituição cirúrgica perineal; aumentar a autoconfiança dos estudantes para o procedimento. Metodologia qualitativa, com 2 momentos de recolha de dados aplicados a dois cursos. Questionário com perguntas abertas, sessão de "focus group" e filmagem. Análise de conteúdo das respostas às perguntas abertas e verbatim do "focus group". Como Resultados destaca-se uma estreita relação entre a simulação e o desenvolvimento de competências. Os estudantes salientaram a importância da atividade pedagógica na aquisição de competências de sutura, reforço da autoconfiança e na diminuição da ansiedade inicial. O uso da investigação qualitativa permitiu identificar o impacto da prática simulada no desenvolvimento de competências dos estudantes, identificar aspetos a aperfeiçoar na metodologia, contribuindo para a melhoria das práticas pedagógicas.


Abstract A pedagogical activity with Master's Degree and Postgraduate students in Maternal Health and Obstetrics Nursing is described, applying principles of simulated practice in perineal suturing after delivery. This procedure causes a lot of insecurity and generates great anxiety in the students, when they start the internship in a delivery room. Objectives: to develop the psychomotor skills in students for perineal surgical reconstruction; increase students' self-confidence to perform the procedure. Methodology: qualitative, with 2 moments of data collection applied to two courses. Questionnaire with open questions, focus group session and filming. Content analysis of the answers to the questions and verbatim of the focus group. Results: a close relationship was observed between simulation and skills development. Conclusion: the students emphasized the importance of the pedagogical activity in the acquisition of suturing skills, improving their self-confidence and reducing the initial anxiety. The use of the qualitative research allowed identifying the impact of the simulated practice on the development of the students' skills and to identify aspects to be improved, contributing to the progress of pedagogical practices.


Subject(s)
Humans , Perineum/surgery , Students, Nursing , Clinical Competence , Focus Groups , Qualitative Research
7.
Rev. Esc. Enferm. USP ; 55: e20200193, 2021. tab
Article in English, Spanish | LILACS, BDENF | ID: biblio-1340731

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To analyse the knowledge and use of perineal protection methods during the expulsive stage by health professionals involved in childbirth and whether they correspond to the World Health Organization's recommendations. Method: This was a cross-sectional descriptive study aimed at health workers involved in births in Spain. Results: Fifty-seven professionals participated in the study: midwives (47%), gynaecologists (25%), nurse residents (14%) and resident physicians (14%) in obstetrics and gynaecology. The degree of knowledge and use of perineal protection methods differed according to the position held and was very limited among gynaecologists and resident physicians. The only method recognized by all positions was "hands on" (p = 0.05). "Hands off " (p = 0.002), "delayed pushing" (p = 0.0001) and "maternal posture" (p = 0.03) were only known to midwives and nurse residents. "Flexion technique" (p = 0.035) and "delayed pushing" (p = 0.011) were used effectively by midwives and nurse residents. "Episiotomy" was erroneously identified as a method to protect the perineum by gynaecologists and resident physicians (p = 0.003). Conclusion: The degree of knowledge and use of perineal protection methods by health care professionals does not correspond to the recommendations of the World Health Organization.


RESUMO Objetivo: Analisar o grau de conhecimento e utilização dos métodos de proteção perineal durante o período expulsivo por parte dos profissionais sanitários implicados no parto e se ele se corresponde com as recomendações da Organização Mundial da Saúde. Método: Estudo descritivo de corte transversal dirigido a sanitários que assistem partos na Espanha. Resultados: Participaram no estúdio 57 profissionais: obstetras (47%), ginecologistas (25%), Enfermeiro Interno Residente (EIR) (14%) e Médico Interno Residente (MIR) (14%) em Obstetrícia e Ginecologia. Houve diferencias no grau de conhecimento e utilização segundo o cargo desempenhado, sendo muito limitado para ginecologistas e MIR. Os únicos métodos reconhecidos por todos os cargos foram "Hands On" (p = 0,05). "Hands off " (p = 0.002), "Controle de puxos" (p = 0.0001) y "Posturas no período expulsivo" (0.03) somente são conhecidos pelas obstetras e EIR. "Controle de deflexão da cabeça fetal" (0.035) e o "Controle de puxos" (p = 0.011) são efetivos para matronas e EIR. A "Episiotomia" se identificou erroneamente como protetor do períneo por ginecologistas e MIR (p = 0.003). Conclusão: O grau de conhecimento e uso dos métodos de proteção do períneo dos profissionais não se corresponde com as recomendações da Organização Mundial da Saúde.


RESUMEN Objetivo: Analizar grado de conocimiento y utilización de los métodos de protección perineal durante el periodo expulsivo de los profesionales sanitarios implicados en el parto y si se corresponde con las recomendaciones de la Organización Mundial de la Salud. Método: Estudio descriptivo de corte transversal dirigido a sanitarios que asisten partos en España. Resultados: Participaron en el estudio 57 profesionales: matronas (47%), ginecólogos (25%), Enfermero Interno Residente (EIR) (14%) y Médico Interno Residente (MIR) (14%) en Obstetricia y Ginecología. Hubo diferencias respecto al grado de conocimiento y utilización según el cargo desempeñado, siendo muy limitado para ginecólogos y MIR. Los únicos métodos reconocidos por todos los cargos fueron "Hands On" (p = 0,05). "Hands off " (p = 0.002), "Control de pujos" (p = 0.0001) y "Posturas en el periodo expulsivo" (0.03) sólo son conocidos por las matronas y EIR. "Control de deflexión de la cabeza fetal" (0.035) y el "Control de pujos" (p = 0.011) son efectivos para matronas y EIR. La "Episiotomía" se identificó erróneamente como protector del periné por ginecólogos y MIR (p = 0.003). Conclusión: El grado de conocimiento y uso de los métodos de protección del periné de los profesionales no se corresponde con las recomendaciones de la Organización Mundial de la Salud.


Subject(s)
Perineum , Obstetric Nursing , Parturition , Episiotomy , Midwifery
8.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 43(8): 588-594, 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1351767

ABSTRACT

Abstract Objective In around 85% of vaginal births, the parturients undergo perineal lacerations and/or episiotomy. The present study aimed to determine the incidence of lacerations and episiotomies among parturients in 2018 in a habitual-risk public maternity hospital in southern Brazil, and to determine the risk and protective factors for such events. Methodology A retrospective cross-sectional study. Data were obtained from medical records and analyzed using the Stata software. Univariate and multivariate logistic regressions were performed. Values of p<0.05 were considered significant. Results In 2018, there were 525 vaginal births, 27.8% of which were attended by obstetricians, 70.7% by obstetric nurses, and 1.5% evolved without assistance. Overall, 55.2% of the parturients had some degree of laceration. The professional who attended the birth was a significant variable: a greater number of first- and second-degree lacerations, as well as more severe cases, occurred in births attended by nurses (odds ratio [OR]: 2,95; 95% confidence interval [95%CI]: 1,74 to 5,03). Positions at birth that did not enable perineal protection techniques (expulsive period with the "hands-off" method), when analyzed in isolation, determined the risk; however, in the final regression model, this relationship was not confirmed. Although reported in the literature, there were no associations between the occurrence of laceration and age, skin color, or birth weight. In 24% of the births, episiotomy was performed, and doctors performed 63.5% of them. Conclusion Births attended by nurses resulted in an increased risk of perineal lacerations, of varying degrees. In turn, those assisted by physicians had a higher occurrence of episiotomy.


Resumo Objetivo Aproximadamente 85% dos partos vaginais cursam ou com lacerações perineais e/ou com episiotomia. Este estudo objetivou determinar a incidência de lacerações e episiotomias das parturientes de 2018 de uma maternidade pública de risco habitual, no sul do Brasil, bem como determinar os fatores de risco e proteção para tais eventos. Métodos Estudo transversal retrospectivo, no qual os dados foram obtidos dos prontuários e analisados no programa Stata. Realizaram-se regressões logísticas uni e multivariada. Foram considerados como significantes valores de p<0,05. Resultados Em 2018, aconteceram 525 partos vaginais, sendo 27,8% assistidos por médicos obstetras, 70,7%, por enfermeiros obstetras, e 1,5% evoluíram sem assistência. Ao todo, 55,2% das parturientes apresentaram algum grau de laceração. O profissional que assistiu ao parto foi uma variável que demonstrou significância: um maior número de lacerações de primeiro e segundo graus, bem como casos de maior gravidade, ocorreram em partos assistidos por enfermeiros (razão de probabilidades [RP]: 2,95; intervalo de confiança de 95% [IC 95%]: 1,74 a 5,03). Posições ao nascimento que não permitiam técnicas de proteção perineal (período expulsivo na técnica "sem mãos" [hands off, em inglês]), quando analisadas isoladamente, determinaram o risco; contudo, no modelo final de regressão, essa relação não se confirmou. Apesar de relatada na literatura, não houve associação entre a ocorrência de laceração e a idade, a cor da pele, ou o peso de nascimento. Em 24% dos partos, uma episiotomia foi realizada, tendo os médicos executado 63,5% delas. Conclusão Partos assistidos por enfermeiros resultaram em um maior risco de lacerações perineais, de variados graus. Por sua vez, os assistidos por médicos apresentaram maior ocorrência de episiotomia.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Lacerations/etiology , Lacerations/epidemiology , Perineum/injuries , Cross-Sectional Studies , Retrospective Studies , Risk Factors , Delivery, Obstetric , Episiotomy
9.
Acta Paul. Enferm. (Online) ; 34: eAPE02724, 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1349810

ABSTRACT

Resumo Objetivo Descrever o uso da cola cirúrgica no reparo do trauma perineal no parto normal. Métodos Estudo série de casos realizado em três momentos (até 2 horas, 12-24 horas e 36-48 horas após o parto), em Itapecerica da Serra, SP. Foram incluídas mulheres que tiveram parto normal com trauma perineal com indicação de sutura (laceração de primeiro ou segundo graus e episiotomia). O trauma perineal foi reparado exclusivamente com cola cirúrgica Glubran-2®. Avaliou-se: intensidade da dor perineal (Escala Visual Numérica com 11 pontos), processo de cicatrização (escala REEDA de 15 pontos), satisfação com o reparo (escala Likert de 5 pontos). Os dados foram analisados de forma descritiva e inferencial comparando os três momentos. Resultados A técnica de aplicação da cola e a quantidade necessária foram definidas em uma amostra de 19 mulheres. Destas, 78,9% tiveram laceração de primeiro grau, 15,8% de segundo grau e 5,3% episiotomia. Os desfechos nos momentos 1, 2 e 3, foram respectivamente: ausência de dor (73,6%, 94,7% e 89,4%); escore ≤1 na escala REEDA (94,7%, 78,9% e 84,2%); 100% satisfeitas com o reparo em todos os momentos. Não houve diferença pelo teste de Friedman para dor e satisfação. O processo de cicatrização mostrou diferença, porém sem confirmação no pós-teste hoc. Conclusão A aplicação da cola mostrou-se viável para avaliação em uma amostra maior de mulheres, pois os resultados sugerem boa aceitação pelas mulheres e dor de baixa intensidade ou ausente, cicatrização adequada e alta satisfação com o reparo nas primeiras 48 horas após o parto.


Resumen Objetivo Describir el uso de pegamento quirúrgico para reparar traumas perineales en partos vaginales. Métodos Estudio serie de casos realizado en tres momentos (hasta 2 horas, de 12 a 24 horas y de 36 a 48 horas después de parto), en Itapecerica da Serra, estado de São Paulo. Se incluyeron mujeres que tuvieron parto vaginal con trauma perineal e indicación de sutura (desgarro de primer o segundo grado y episiotomía). El trauma perineal fue reparado exclusivamente con pegamento quirúrgico Glubran-2®. Se evaluó la intensidad del dolor perineal (Escala Visual Numérica de 11 puntos), el proceso de cicatrización (Escala REEDA de 15 puntos) y la satisfacción respecto a la reparación (Escala Likert de 5 puntos). Los datos fueron analizados de forma descriptiva e inferencial, comparando los tres momentos. Resultados La técnica de aplicación del pegamento y la cantidad necesaria fueron definidas en una muestra de 19 mujeres. De ellas, el 78,9 % tuvieron un desgarro de primer grado, el 15,8 % de segundo grado y el 5,3 % episiotomía. Los resultados de los momentos 1, 2 y 3 fueron, respectivamente: ausencia de dolor (73,6 %, 94,7 % y 89,4 %); puntuación ≤1 en la escala REEDA (94,7 %, 78,9 % y 84,2 %); 100 % satisfechas con la reparación en todos los momentos. No se observó diferencia de dolor y satisfacción con la prueba de Friedman. El proceso de cicatrización mostró diferencia, pero sin confirmación en la prueba post hoc. Conclusión La aplicación del pegamento demostró ser viable para un análisis con una muestra mayor de mujeres, ya que los resultados sugieren buena aceptación por parte de las mujeres, dolor de baja intensidad o ausente, cicatrización adecuada y alta satisfacción respecto a la reparación en las primeras 48 horas después del parto.


Abstract Objective To describe the use of surgical glue to repair perineal trauma during normal delivery. Methods This is a case series study, which was carried out in three moments (up to 2 hours, 12-24 hours and 36-48 hours after delivery) in Itapecerica da Serra, SP. Women who had a normal delivery with perineal trauma with a suture (first or second degree laceration and episiotomy) were included. Perineal trauma was repaired exclusively with Glubran-2® surgical glue. Perineal pain intensity (11-point Visual Numeric Scale), healing process (15-point REEDA scale), satisfaction with repair (5-point Likert scale) were assessed. Data were analyzed in a descriptive and inferential way comparing the three moments. Results The technique of applying the glue and the required amount were defined in a sample of 19 women. Of these, 78.9% had first-degree lacerations, 15.8%, second-degree lacerations and 5.3%, episiotomy. The outcomes at moments 1, 2 and 3 were absence of pain (73.6%, 94.7% and 89.4%), score ≤1 on the REEDA scale (94.7%, 78.9% and 84, two%); 100% were satisfied with the repair at all times. There was no difference by the Friedman test for pain and satisfaction. The healing process showed a difference, but without confirmation in the hoc post-test. Conclusion The glue application proved to be viable for assessment in a larger sample of women, as the results suggest good acceptance by women and low or no pain, adequate healing and high satisfaction with the repair in the first 48 hours after delivery.


Subject(s)
Humans , Female , Perineum/injuries , Tissue Adhesives , Lacerations/therapy , Postpartum Period , Obstetric Nursing
10.
Acta Paul. Enferm. (Online) ; 34: eAPE002205, 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1349803

ABSTRACT

Resumo Objetivo Determinar a relação entre vulvovaginite pré-natal e laceração perineal relacionada ao parto. Método Estudo transversal analítico com 100 puérperas ≥18 anos de idade que deram à luz por parto normal a um bebê único, vivo, a termo, em apresentação cefálica, em um centro de parto liderado por enfermeiras obstetras. Os dados foram coletados a partir da ficha de pré-natal e nascimento e por entrevista estruturada dos participantes. A distribuição das variáveis contínuas e categóricas de acordo com a ruptura perineal foi comparada com o teste t de Student, qui-quadrado e teste exato de Fisher. Para as variáveis significativamente associadas à ruptura perineal, foi estimado o Odds Ratio com modelos de regressão logística. Modelos de regressão múltipla foram ajustados para avaliar o efeito independente das variáveis. A significância estatística foi considerada com p<0,05. Resultado A média de idade das participantes foi de 23,1 anos, 16% dos trabalhos de parto foram induzidos com misoprostol, em 54% dos trabalhos de parto houve infusão de ocitocina sintética, 83% dos partos foram em posição de litotomia, 98% de manobra hands-on, 75% de laceração perineal, 54% de vulvovaginite pré-natal, média de peso ao nascer, circunferência cefálica e torácica dos recém-nascidos: 3,102g, 33,3cm e 32,2cm, respectivamente. Vulvovaginite pré-natal (p=0,005), peso ao nascer do recém-nascido (p=0,006) e perímetro cefálico (0,027) tiveram associação com a ruptura perineal. A análise múltipla mostrou que mulheres com vulvovaginite pré-natal tiveram uma chance de 4,6 (IC 95%: 1,712-14,125; p=0,004) de sustentar laceração perineal em comparação com aquelas sem vulvovaginite, independentemente do peso do recém-nascido (OR:1,182, IC 95%: 1,002-1,415; p=0,056) e do perímetro cefálico(OR: 1,160, IC 95%: 0,721-1892; p=0,544). Não houve associação entre o tratamento de vulvovaginite pré-natal e laceração perineal (p>0,999) ou vulvovaginite pré-natal e gravidade da laceração perineal (OR:1,061, IC 95%: 0,383-3,069; p=0,911). Conclusão Este estudo demonstrou associação entre laceração perineal no parto e vulvovaginite pré-natal. É necessário prevenir e tratar a vulvovaginite pré-natal e oferecer cuidados perineais adequados durante o parto às mulheres que tiveram vulvovaginite na gestação.


Resumen Objetivo Determinar la relación entre vulvovaginitis prenatal y desgarro perineal relacionado con el parto. Método Estudio transversal analítico con 100 puérperas de ≥18 años de edad que dieron a luz por parto vaginal a un bebé único, vivo, a término, en presentación cefálica, en un centro de parto liderado por enfermeras obstetras. Los datos se recopilaron a partir de la ficha de atención prenatal y nacimiento y mediante encuesta estructurada de las participantes. La distribución de las variables continuas y categóricas de acuerdo con la ruptura perineal fue comparada con el test-T de Student, la prueba χ2 de Pearson y la prueba exacta de Fisher. Para las variables significativamente asociadas a la ruptura perineal, se estimó el Odds Ratio con modelos de regresión logística. Se adaptaron los modelos de regresión múltiple para evaluar el efecto independiente de las variables. La significación estadística fue considerada con p<0,05. Resultado El promedio de edad de las participantes fue de 23,1 años, el 16 % de los trabajos de parto fueron inducidos con misoprostol, en el 54 % de los trabajos de parto hubo infusión de oxitocina sintética, el 83 % de los partos fueron en posición de litotomía, el 98 % de maniobra hands-on, el 75 % de desgarro perineal, el 54 % de vulvovaginitis prenatal, el promedio de peso al nacer de 3,102 g, de circunferencia cefálica de 33,3 cm y de circunferencia torácica de 32,2 cm de los recién nacidos. La vulvovaginitis prenatal (p=0,005), el peso al nacer del recién nacido (p=0,006) y el perímetro cefálico (0,027) tuvieron relación con la ruptura perineal. El análisis múltiple demostró que mujeres con vulvovaginitis prenatal tuvieron una probabilidad de 4,6 (IC 95 %: 1,712-14,125; p=0,004) de tener desgarro perineal en comparación con aquellas sin vulvovaginitis, independientemente del peso del recién nacido (OR:1,182, IC 95 %: 1,002-1,415; p=0,056) y del perímetro cefálico (OR:1,160, IC 95 %: 0,721-1892; p=0,544). No se observó relación entre el tratamiento de vulvovaginitis prenatal y desgarro perineal (p>0,999) o entre la vulvovaginitis prenatal y la gravedad del desgarro perineal (OR:1,061, IC 95 %: 0,383-3,069; p=0,911). Conclusión Este estudio demostró que existe relación entre desgarro perineal en el parto y vulvovaginitis prenatal. Es necesario prevenir y tratar la vulvovaginitis prenatal y ofrecer cuidados perineales adecuados durante el parto a las mujeres que tuvieron vulvovaginitis en el embarazo.


Abstract Objective To determine the relationship between antenatal vulvovaginitis and birth-related perineal tear. Methods An analytical cross-sectional study with 100 postpartum women, ≥18 years of age, who gave birth vaginally to a single, live, full-term baby in cephalic presentation at a midwife-led birth center. Data were collected from the antenatal and birth record and by structured interview of participants. Distribution of continuous and categorical variables according to perineal tear were compared by using the Student's T-test, Chi-square and Fisher Exact tests. For variables significantly associated with perineal tear, the Odds Ratio with logistic regression models was estimated. Multiple regression models were adjusted to evaluate the independent effect of variables. Statistical significance was considered at a level p<0.05. Results mean of participants' age 23.1 years, 16% labor induced with misoprostol, 54% synthetic oxytocin infusion in labor, 83% lithotomy birth position, 98% "hands on" maneuver, 75% perineal tear, 54% antenatal vulvovaginitis, mean of newborn birth weight, head and thoracic circumference: 3.102g, 33.3cm and 32.2cm, respectively. Antenatal vulvovaginitis (p=0.005) and newborn birth weight (p=0.006) and head circumference (0,027) were associated with perineal tear. The multiple analysis showed that women who had antenatal vulvovaginitis had a 4.6 (IC 95%:1.712-14.125; p=0.004) chance of sustaining perineal tear compared to those without vulvovaginitis, regardless of newborn birth weight (OR:1.182 IC 95%:1.002-1.415; p=0,056) and head circumference (OR:1.160 IC 95%: 0.721-1892; p=0.544). There was no association between treating antenatal vulvovaginitis and perineal tear (p>0,999) or antenatal vulvovaginitis and perineal tear severity (OR: 1.061 IC 95%: 0.383-3.069; p=0.911). Conclusion This study demonstrates an associated risk between antenatal vulvovaginitis perineal injury. It is necessary to prevent and treat antenatal vulvovaginitis, and offer proper perineal care to women who have had antenatal vulvovaginitis during childbirth.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adolescent , Adult , Perineum/injuries , Prenatal Care , Vulvovaginitis , Lacerations , Natural Childbirth , Cross-Sectional Studies
11.
Rev. argent. cir ; 112(4): 535-538, dic. 2020. graf, il
Article in Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1288166

ABSTRACT

RESUMEN El carcinoma sebáceo es un tumor anexial raro que presenta un curso clínico agresivo con tendencia a la recurrencia local y metástasis a distancia. En el 75% de los casos se presenta en la región periocular, aunque puede aparecer en cualquier parte del cuerpo donde existan glándulas sebáceas. Presentamos un caso clínico de esta rara patología y su resolución.


ABSTRACT Sebaceous carcinoma is a rare and aggressive neoplasm derived from the adnexal epithelium of the sebaceous glands with a tendency to local recurrence and distant metastasis In 75% of cases the tumor develops in the periocular region but it can appear in any area with sebaceous glands. We report a case of this rare condition and its resolution.


Subject(s)
Sebaceous Glands/pathology , Carcinoma/surgery , Perineum/pathology , Sebaceous Gland Neoplasms , Biopsy , Epidermal Cyst/surgery
12.
Medisan ; 24(5) ilus
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1135211

ABSTRACT

Se presenta el caso clínico de una anciana de 86 años de edad con evisceración del intestino delgado a través del periné. Se efectuó la exploración quirúrgica urgente del abdomen y se observó la perforación del fondo del saco de Douglas y la salida de 50 cm de intestino delgado estrangulado, de manera que se realizó la resección intestinal de todo el segmento afectado y anastomosis termino-terminal. Luego se reparó el defecto del fondo del saco de Douglas con una plastia perineal, para lo cual se utilizó una malla de polipropileno. Este proceder es una buena alternativa para el tratamiento quirúrgico en quienes presentan hernias perineales, pues permite un cierre mejor, disecar el saco herniario y reducirlo adecuadamente.


The case report of a 86 years elderly is presented with evisceration of the small bowel through the perineum. The urgent surgical exploration of the abdomen was carried out and it was observed the perforation of the Douglas pouch and the 50 cm prominence of impacted small bowel, so that the bowel resection of the whole affected segment and end to end anastomosis was carried out. Then the Douglas pouch defect was repaired with a perineal plasty, for which a polypropylene mesh was used. This procedure is a good alternative for the surgical treatment in those who present perineal hernias, because it allows a better closing, to dissect the hernial sack and to reduce it appropriately.


Subject(s)
Pelvic Floor/surgery , Douglas' Pouch/surgery , Intestine, Small/surgery , Perineum/surgery , Aged , Douglas' Pouch/injuries , Intestine, Small/injuries
13.
Rev. chil. obstet. ginecol. (En línea) ; 85(3): 201-207, jun. 2020.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1126154

ABSTRACT

RESUMEN El parto vaginal se asocia con un riesgo más alto de daño perineal, incontinencia urinaria y fecal comparado con el parto cesárea. Dicho riesgo aumenta con el parto instrumental (ej. fórceps) y disminuye cuando la posición al momento del parto reduce la compresión sobre el sacro o si el parto ocurre bajo el agua. En otros factores que aumentan el riesgo de incontinencia se incluyen: la gran multiparidad, la duración del trabajo de parto, el peso fetal y tamaño de su cabeza, la edad muy joven al momento del primer parto, la inducción del trabajo de parto, la obesidad, la diabetes, la constipación, el tabaquismo y la historia de incontinencia urinaria o fecal. Factores sociales que se asocian a incontinencia incluyen la falta de educación, malas condiciones de hábitat, trabajo manual intenso, la falta de actividad física y el divorcio.


ABSTRACT Vaginal delivery is associated with a higher risk of perineal injury, and urinary and fecal incontinence as compared with caesarean delivery; The risk is higher in case of operative vaginal delivery and lower if the position at delivery takes the weight off the sacrum or is carried out under water immersion; A number of other factors increase the risk of incontinence, including higher parity, duration of labour, fetal weight or size of fetal head, younger age at first delivery, induction of labour, obesity, diabetes, constipation, smoking and history of urinary or fecal incontinence. Social factors such as lack of education, poor living environment, intense manual labour, the absence of physical exercise and divorce, are also associated with incontinence.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Perineum/injuries , Urinary Incontinence/etiology , Cesarean Section/adverse effects , Delivery, Obstetric/adverse effects , Fecal Incontinence/etiology
14.
Rev. argent. coloproctología ; 31(2): 73-75, jun. 2020. ilus
Article in English, Spanish | LILACS | ID: biblio-1117016

ABSTRACT

Introducción: Quiste epidermoide de inclusión es una lesión dérmica benigna frecuente, predominante en hombres de 30-40 años, originada por secuestro de restos epidérmicos, oclusión pilosebácea o implantación traumática de elementos epiteliales en la dermis.Caso clínico: Paciente femenino de 75 años de edad la cual presenta tumoración perineal de 4 años de evolución, con aumento progresivo en el último año ocasionando disconfort. Resonancia magnética nuclear, muestra lesión quística. Escisión quirúrgica incluyendo capsula en su totalidad. Anatomía patológica, quiste de inclusión epidérmica. Control a los 6 meses sin evidencia de recidiva.Conclusión: El quiste epidérmico gigante de inclusión perineal es raro, por lo cual hay que descartar otras patologías similares. El tratamiento quirúrgico debe evitar la escisión fraccionada e incluir la capsula en forma completa, de lo contrario la recidiva es una constante.


Introduction: The epidermoid inclusion cyst is a frequent benign dermal lesion, predominantly in men aged 30-40, caused by sequestration of epidermal remains, pilosebaceous occlusion or traumatic implantation of epithelial elements in the dermis.Case report: A 75-year-old female patient who has 4 years of evolution perineal tumor with a progressive increase in size in the last year causing discomfort. MRI shows a cyst lesion. Surgical excision including capsule. Pathological anatomy, epidermoid inclusion cyst. Following at 6 months without evidence of recurrence.Conclusion: The giant epidermoid cyst of perineum is rare, therefore we must rule out other similar pathologies. Surgical treatment should avoid fractional excision and include the capsule completely, otherwise recurrence is a constant.


Subject(s)
Humans , Female , Aged , Perineum/surgery , Epidermal Cyst/surgery , Magnetic Resonance Imaging , Epidermal Cyst/pathology , Epidermal Cyst/diagnostic imaging
15.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 40(1): 79-82, Jan.-Mar. 2020. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1090849

ABSTRACT

Abstract Background Mycobacterial infections are a serious public health problem worldwide. Involvement of the anal canal and perineum is very rare, but constitute an important differential diagnosis with other equally serious pathologies that may affect the region, such as malignant neoplasms and Crohn's disease. Objectives To conduct a literature review on mycobacterial infections of the perianal region considering the most recent information for diagnostic and therapeutic guidance of this disease. Methods Research was performed on the PUBMED and LILACS databases with the expressions Mycobacterium, Anal, Infection and Tuberculosis. We reviewed articles referring to series of treated cases, clinical reports and literature review published since 2005. Results Information was compiled on the epidemiology of mycobacterial infections; the clinical behavior of affected individuals; diagnostic options and their validity in clinical practice; and, finally, therapeutic options. Conclusions Mycobacterial infections of the anus and perineum are rare. The most common clinical presentations are the presence of ulceration and fistulization. The diagnosis involves more than one procedure for identifying the bacilli and should consider the presence of manifestations in more than one organ. The treatment is based on pharmacological intervention. Surgery is recommended for acute complications or chronic sequelae of the disease.


Resumo Introdução Infecções micobacterianas constituem um grave problema de saúde pública a nível mundial. As manifestações anoperineais são raras, mas constituem um importante diagnóstico diferencial com outras patologias igualmente graves que podem acometer a região, como as neoplasias malignas e a doença de Crohn. Objetivos Realizar um levantamento da literatura sobre infecções micobacterianas da região anoperineal, considerando as informações mais atuais para orientação diagnóstica e terapêutica dessa enfermidade. Métodos Foi realizada pesquisa nos bancos de dados PUBMED e LILACS com as expressões Mycobacterium, Anal, Infection e Tuberculosis. Foram revisados artigos referentes a séries de casos tratados, relatos clínicos e revisão da literatura publicada a partir de 2005. Resultados Foram compiladas informações sobre a epidemiologia das infecções micobacterianas; o comportamento clínico dos indivíduos afetados; opções diagnósticas e sua validade na prática clínica; e, por fim, opções terapêuticas. Conclusões Infecções micobacterianas da região anoperineal são raras. As apresentações clínicas mais comuns são a formação de ulceras e a fistulização. O diagnóstico envolve mais de um procedimento para identificação dos bacilos, e deve considerar a presença de manifestações em mais de um órgão. O tratamento é principalmente medicamentoso, sendo a cirurgia recomendada nas complicações agudas ou sequelas crônicas da doença.


Subject(s)
Humans , Anus Diseases/diagnosis , Mycobacterium Infections/diagnosis , Anal Canal/microbiology , Anus Diseases/therapy , Anus Diseases/epidemiology , Perineum/microbiology , Skin Ulcer/microbiology , Tuberculosis/diagnosis , Tuberculosis/therapy , Tuberculosis/epidemiology , Fissure in Ano/microbiology , Mycobacterium Infections/therapy , Mycobacterium Infections/epidemiology
16.
Rev. argent. coloproctología ; 31(1): 28-30, mar. 2020. ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1102177

ABSTRACT

Introducción: El término ''síndrome antifosfolipídico'' (SAF) describe la asociación de los anticuerpos antifosfolipídicos (AAF) con un cuadro clínico de hipercoagulabilidad caracterizado por trombosis a repetición y abortos recurrentes. Objetivo: Presentar un caso de celulitis severa de periné en paciente con SAF y tratamiento con hidroxicloroquina. Caso clínico: Paciente de 39 años con embarazo de término con SAF tratado con hidroxicloroquina y anticoagulación que desarrolló una infección severa de partes blandas del periné que fue tratado con interrupción del embarazo, drenaje agresivo del periné y tratamiento antibiótico extenso con buena evolución. Conclusión: La asociación del tratamiento con hidroxicloroquina, embarazo y una complicación séptica es incierta. El tratamiento con inmunosupresión no es estándar y podría haber favorecido el mal pronóstico del cuadro clínico. (AU)


Objetive: To present a case of severe perineal cellulitis in a pregnant patient with Antiphospholipid syndrome treated wiht hidroxicloroquine. Case report: A 39 years old female pregnant patient with AFS treated with hidroxicloroquine and heparin developed severe perineal infection with systemic impairment. Final treatment included aggressive perineal drainage in multiple sessions, pregnancy delivered and systemic treatment with wide spectrum antibiotics and general measures. Discusion and Conclusion: Treatment with hidroxicloroquine, pregnancy and septic complication is infrequent. This approach is not standard and it could favored worst prognostic of the general syndrome. (AU)


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Pregnancy Complications, Infectious , Cellulitis/surgery , Cellulitis/drug therapy , Antiphospholipid Syndrome/drug therapy , Fournier Gangrene/surgery , Fournier Gangrene/drug therapy , Perineum/surgery , Perineum/injuries , Clindamycin/therapeutic use , Vancomycin/therapeutic use , Meropenem/therapeutic use , Hydroxychloroquine/adverse effects , Hydroxychloroquine/therapeutic use , Anti-Bacterial Agents/therapeutic use
17.
Rev. Esc. Enferm. USP ; 54: e20180435, 2020. tab
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1091977

ABSTRACT

Abstract Objective: Identify the associations between perineal outcome in primiparas and interventions during labor and delivery, newborn weight and APGAR score. Method: Document-based, correlational, retrospective, quantitative study conducted in a tertiary maternity hospital in the state of Ceará, between July 2017 and January 2018. The independent variables were labor induction, amniotomy, non-pharmaceutical methods for relieving pain, forceps, episiotomy, Kristeller maneuver, position in the expulsion stage, shoulder dystocia, and newborn weight and APGAR score, and the dependent variable was perineal outcome. Pearson's chi-square test and Fisher's exact test were used. Results: A total of 226 normal-risk primiparas who had a vaginal delivery. An association was found between horizontal position in the expulsion stage and episiotomy, and between not performing an episiotomy and perineal tearing. The other variables (labor, delivery and neonatal) did not have any effect on perineal tearing. Conclusion: Interventions, with the exception of episiotomies, did not have an influence on the occurrence of perineal trauma, but they do need to be carefully assessed. Deliveries in a horizontal position were associated with a higher likelihood of performing an episiotomy.


Resumen Objetivo: Identificar las asociaciones entre el resultado perineal en primíparas y las intervenciones ocurridas durante el trabajo de parto, parto, peso y APGAR del recién nacido. Método: Estudio documental, correlacional, retrospectivo, cuantitativo, llevado a cabo en una maternidad terciaria en el estado de Ceará, entre julio de 2017 y enero de 2018. Las variables independientes fueron inducción del parto, amniotomía, métodos no farmacológicos de alivio del dolor, fórceps, episiotomía, maniobra de Kristeller, posición en el período expulsivo, distocia de hombro, peso y APGAR del recién nacido, y la variable dependiente fue el resultado perineal. Se emplearon las pruebas de Chi cuadrado de Pearson y la exacta de Fisher. Resultados: Participaron 226 primíparas de riesgo habitual que parieron por vía vaginal. Se verificó asociación entre la posición horizontal en el período expulsivo del parto y episiotomía, y entre la no realización de episiotomía y laceración perineal. La otras variables de trabajo de parto, parto y neonatal no interfirieron en la ocurrencia de laceración perineal. Conclusión: Acciones intervencionistas, salvo la episiotomía, no influenciaron la ocurrencia de trauma perineal, sin embargo requieren evaluación juiciosa. El parto en la posición horizontal se relacionó con la mayor posibilidad de realización de episiotomía.


Resumo Objetivo: Identificar as associações entre o desfecho perineal em primíparas e as intervenções ocorridas durante o trabalho de parto, parto, peso e APGAR do recém-nascido. Método: Estudo documental, correlacional, retrospectivo, quantitativo, realizado em uma maternidade terciária no estado do Ceará, entre julho de 2017 e janeiro de 2018. As variáveis independentes foram indução do parto, amniotomia, métodos não farmacológicos de alívio da dor, fórceps, episiotomia, manobra de Kristeller, posição no período expulsivo, distocia de ombro, peso e APGAR do recém-nascido, e a variável dependente foi o desfecho perineal. Foram utilizados o teste de Qui-quadrado de Pearson e o teste exato de Fisher. Resultados: Participaram 226 primíparas de risco habitual que pariram por via vaginal. Verificou-se associação entre posição horizontal no período expulsivo do parto e episiotomia, e entre a não realização de episiotomia e laceração perineal. As outras variáveis de trabalho de parto, parto e neonatal não interferiram na ocorrência de laceração perineal. Conclusão: Ações intervencionistas, com exceção da episiotomia, não influenciaram a ocorrência de trauma perineal, porém requerem avaliação criteriosa. O parto na posição horizontal relacionou-se a maior probabilidade de realização de episiotomia.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Perineum , Lacerations , Episiotomy , Natural Childbirth , Cross-Sectional Studies , Retrospective Studies , Obstetric Nursing
18.
ABCD arq. bras. cir. dig ; 33(2): e1507, 2020. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1130531

ABSTRACT

ABSTRACT Background: Abdominoperineal excision of the rectum (APR) remains the only potential curative treatment for very low rectal adenocarcinoma and squamous cell carcinoma of the anus. Yet, it implies a significant perineal exenteration and has set the attention on the perineal reconstruction. Aim: To present technique used in one case of APR for anal cancer, with resection of the vaginal posterior wall with large perineal defect which has called for the necessity of a flap for reconstruction Method: To cover the large perineal defect and reconstruct the posterior vaginal wall was perform a standardized and reproducible surgical technique using oblique rectus abdominis myocutaneous (ORAM) flap. The overlying skin of this flap is thick and well vascularized by both superficial branches and perforators of the superior epigastric artery and the deep inferior epigastric artery which serves as the vascular pedicle for the ORAM flap. Results: This procedure was applied in a 65-year-old woman with recurrent squamous cell carcinoma of the anus infiltrating the posterior wall of the vagina. Was performed an APR with en-bloc resection of the vaginal posterior wall in order to achieve tumor-free margins. Postoperative course was uneventful and she was discharged home at postoperative day 9. Final pathological report confirmed the oncological adequacy of the procedure (R0) and showed a rypT4N0 lesion. Conclusion: Flap reconstruction is an effective way to cover the perineal wound reducing both perineal complication rate and wound healing delay. The ORAM is particularly interesting for female whose tumors require resection and subsequent reconstruction of the posterior wall of the vagina.


RESUMO Racional: A amputação abdominoperineal do reto (APR) continua sendo o único tratamento curativo nos casos de adenocarcinoma retal muito baixo e carcinoma espinocelular do ânus. No entanto, implica em exenteração perineal significativa e exige atenção na reconstrução perineal. Objetivo: Propor, ilustrando com um caso clinico, proposta de APR para câncer anal com ressecção da parede posterior da vagina com cobertura do grande defeito perineal através de reconstrução com retalho miocutâneo oblíquo do reto abdominal (ORAM). Método: Para cobrir o defeito e reconstruir a parede vaginal posterior, realizou-se técnica de retalho miocutâneo oblíquo do reto abdominal (ORAM). A pele subjacente desse retalho por ser espessa e bem vascularizada por ramos perforantes superficiais da artéria epigástrica superior e pela artéria epigástrica inferior profunda serviu como pedículo vascular. Resultado: Este procedimento foi aplicado em uma mulher de 65 anos com recidiva de carcinoma espinocelular do ânus infiltrado na parede posterior da vagina. Foi realizada APR com ressecção em bloco da parede posterior vaginal com o objetivo de obter margens livres de tumor. O pós-operatório transcorreu sem intercorrências e a paciente recebeu alta hospitalar no 9° dia pós-operatório. O relatório patológico final confirmou a adequação oncológica do procedimento (R0) e mostrou uma lesão rypT4N0 de 6,5 cm. Conclusão: A reconstrução perineal com utilização de retalho é maneira eficaz de fechar a ferida operatória, reduzindo a taxa de complicações perineais e o atraso na cicatrização. O retalho de tipo ORAM é particularmente interessante para mulheres cujos tumores requerem ressecção e subsequente reconstrução da parede posterior da vagina.


Subject(s)
Humans , Female , Aged , Rectal Neoplasms/surgery , Reconstructive Surgical Procedures , Myocutaneous Flap , Proctectomy , Perineum/surgery , Rectum/surgery , Rectus Abdominis/surgery , Neoplasm Recurrence, Local
19.
Rev. Esc. Enferm. USP ; 54: e03588, 2020. tab
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1125564

ABSTRACT

Abstract OBJECTIVE To compare the intensity of pain, the healing process and women's satisfaction with the repair of perineal trauma during vaginal delivery using surgical glue or suture. METHOD Cross-sectional study aligned with a clinical trial conducted at a maternity in Itapecerica da Serra, São Paulo. The sample consisted of women who were evaluated between 10 and 20 days after delivery. The outcomes were analyzed according to the distribution of women in the experimental group (EG: perineal repair with Glubran-2® surgical glue; n=55) and in the control group (CG: perineal repair with Vicryl® suture thread; n=55). RESULTS 110 puerperal women were evaluated. There was no difference between EG and CG regarding sociodemographic and clinical-obstetric characteristics. The intensity of perineal pain, assessed by the visual numeric scale was lower among women in the EG compared to the CG (p<0.001). According to the REEDA scale, there was no significant difference in perineal healing (p=0.267) between EG and CG. The satisfaction of women with perineal repair, assessed using a five-point scale, was higher with the use of surgical glue (p=0.035). CONCLUSION Surgical glue showed advantages in relation to perineal pain and greater satisfaction for women compared to the use of suture. The healing process was similar for both types of repair.


Resumen OBJETIVO Comparar la intensidad del dolor, el proceso de cicatrización y la satisfacción de la mujer con la reparación del trauma perineal durante el parto normal utilizando pegamento quirúrgico o hilo de sutura. MÉTODO Estudio transversal anidado a un ensayo clínico realizado en el hospital-maternidad de Itapecerica da Serra, São Paulo. La muestra consistió en mujeres que fueron evaluadas entre 10 y 20 días después del parto. Los resultados se analizaron según la distribución de las mujeres en el grupo experimental (GE: reparación perineal con pegamento quirúrgico Glubran-2®; n=55) y en el grupo control (GC: reparación perineal con hilo Vicryl®; n=55). RESULTADOS Se evaluaron 110 mujeres en el postparto. No hubo diferencia entre GE y CG en cuanto a las características sociodemográficas y clínico-obstétricas. La intensidad del dolor perineal, evaluada mediante la escala numérica visual, fue menor entre las mujeres del GE en comparación con aquellas del GC (p<0,001). Según la escala REEDA, no hubo diferencias significativas en la cicatrización perineal (p=0,267) entre el GE y GC. La satisfacción de las mujeres con la reparación perineal, evaluada mediante una escala de cinco puntos, fue mayor con el uso de pegamento quirúrgico (p=0,035). CONCLUSIÓN El pegamento quirúrgico mostró ventajas con relación al dolor perineal y mayor satisfacción de las mujeres, en comparación con el hilo de sutura. El proceso de cicatrización fue similar para ambos tipos de reparación.


Resumo OBJETIVO Comparar a intensidade da dor, o processo de cicatrização e a satisfação da mulher com o reparo do trauma perineal no parto normal por meio de cola cirúrgica ou fio de sutura. MÉTODO Estudo transversal alinhado a um ensaio clínico realizado na maternidade de Itapecerica da Serra, São Paulo. A amostra foi constituída por mulheres que foram avaliadas entre 10 a 20 dias após o parto. Os desfechos foram analisados segundo a distribuição das mulheres no grupo experimental (GE: reparo perineal com cola cirúrgica Glubran-2®; n=55) e no grupo controle (GC: reparo perineal com fio Vicryl®; n=55). RESULTADOS Foram avaliadas 110 puérperas. Não houve diferença entre GE e GC quanto às características sociodemográficas e clínico-obstétricas. A intensidade da dor perineal, avaliada pela escala visual numérica, foi menor entre as mulheres do GE em comparação ao GC (p<0,001). Segundo a escala REEDA, não houve diferença significativa na cicatrização perineal (p=0,267) entre GE e GC. A satisfação das mulheres com o reparo perineal, avaliada por escala de cinco pontos, foi maior com o uso da cola cirúrgica (p=0,035). CONCLUSÃO A cola cirúrgica mostrou vantagens em relação à dor perineal e maior satisfação das mulheres comparada com o uso do fio de sutura. O processo de cicatrização foi similar nos dois tipos de reparo.


Subject(s)
Humans , Female , Perineum/injuries , Wound Healing , Natural Childbirth , Pain , Polyglactin 910 , Adhesives/therapeutic use , Cross-Sectional Studies , Obstetric Nursing
20.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 19(4): 777-786, Sept.-Dec. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1057118

ABSTRACT

Abstract Objectives: to describe the perineal outcomes of women who had delivered in water and out of water. Methods: a cross-sectional and quantitative study developed in a public hospital in Setúbal, Portugal. The population was of women who participated in the "Water Birth Project" in the period from 2011 to 2014, which gave birth in water and out of water. 104 women were selected according to established inclusion criteria. The groups were compared according to the following variables: demographics, obstetric information, delivery care and perineal outcomes. The data were analyzed in the Stata(r) software, with descriptive and bivariate statistics (chi-square and Fisher's test). Results: the medical records of 73 women who gave birth in water and 31 women who gave birth out of water were studied. Water deliveries were significantly associated with fewer perineal lacerations, lower rates of episiotomy, and shorter delivery time. Conclusions: the results of the study suggest that childbirth in water has a protective effect against severe third or fourth degree perineal tears, during fetal expulsion in water.


Resumo Objetivos: descrever os resultados perineais de mulheres que tiveram parto na água e fora da água. Métodos: estudo transversal e quantitativo desenvolvido em um hospital público de Setúbal, Portugal. A população foi de mulheres que participaram do "Projeto Parto na Água", no período de 2011 a 2014, que deram à luz na água e fora da água. Foram selecionadas para o estudo 104 mulheres de acordo com os critérios de inclusão estabelecidos. Os grupos foram comparados de acordo com as seguintes variáveis: demografia, informação obstétrica, assistência ao parto e resultados perineais. Os dados foram analisados no software Stata(r), com estatísitica descritiva e bivariada (qui-quadrado e teste de Fisher). Resultados: foram estudados os prontuários de 73 mulheres que deram à luz na água e 31 mulheres que deram à luz fora da água. Os partos na água foram significativamente associados a menos lacerações perineais, menores taxas de episiotomia e menor tempo de parto. Conclusão: os resultados do estudo sugerem que o parto na água tem um efeito protetor contra lacerações perineais severas de terceiro ou de quarto grau durante a expulsão fetal na água.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Perineum/surgery , Perineum/injuries , Postpartum Period , Episiotomy/methods , Natural Childbirth , Portugal , Cross-Sectional Studies , Midwifery
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