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1.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 41(2): 131-137, June 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1286993

ABSTRACT

Abstract Background Colorectal resection anastomosis is the commonest cause of rectal strictures. Anastomotic site ischemia, incomplete doughnuts from stapled anastomosis and pelvic infection, are some of the risk factors that play a role in the development of postoperative rectal strictures. However, the role of diverting stoma in the development of rectal strictures has not been studied extensively. Objectives To study the difference in the occurrence of anastomotic strictures (AS) in patients submitted to low anterior resection (LAR) with covering ileostomy (CI), and to LAR without CI for carcinoma rectum. Methods This was a prospective, comparative case control study carried out at a tertiary care referral center. Low anterior resection with covering ileostomy was performed in patients with rectum carcinoma in the study group, while LAR without covering ileostomy was performed in the control group. The study group had 29 patients, while the control group had 33 patients with rectum carcinoma. Results During themean follow-up period of 9.1months, 8 (28%) patients in the study group and 2 (6%) patients in the control group developed AS (p =0.019). Out of these 8 patients with AS in the study group, 50% had Grade-I AS, 25% had Grade-II AS, while 25% of the patients had Grade-III (severe) AS. However, both patients who developed AS in the control group had a mild type (Grade I) of AS. Conclusion Covering ileostomy increases the chances of AS formation after LAR for rectum carcinoma. Also, the SKIMS Clinical Grading of Rectal Strictures is a simple and


Resumo Introdução A anastomose de ressecção colorretal é a causa mais comum de estenoses retais. A isquemia do local da anastomose, donuts (anéis) incompletos de anastomose grampeada e infecção pélvica são alguns dos fatores de risco que desempenham um papel no desenvolvimento de estenoses retais pós-operatórias. No entanto, o papel do estoma de desvio no desenvolvimento de estenoses retais não foi estudado extensivamente. Objetivos Estudar a diferença na ocorrência de estenoses anastomóticas (EA) em pacientes submetidos à ressecção anterior baixa (LAR) com ileostomia de proteção e a LAR sem ileostomia de proteção para carcinoma de reto. Métodos Este foi um estudo prospectivo e comparativo de caso-controle realizado em um centro de referência de atenção terciária. A ressecção anterior baixa com ileostomia de proteção foi realizada em pacientes com carcinoma de reto no grupo de estudo, enquanto LAR sem ileostomia de proteção foi realizada no grupo controle. O grupo de estudo tinha 29 pacientes, enquanto o grupo controle tinha 33 pacientes com carcinoma de reto. Resultados Durante o período de acompanhamento médio de 9, 1 meses, 8 (28%) pacientes no grupo de estudo e 2 (6%) pacientes no grupo controle desenvolveram EA (p=0,019). Destes 8 pacientes com EA no grupo de estudo, 50% tinham EA de Grau I, 25% tinhamEA de Grau II, enquanto 25% dos pacientes tinham EA de Grau III (grave). No entanto, ambos os pacientes que desenvolveram EA no grupo de controle tinham um tipo leve (Grau I) de EA. Conclusão A ileostomia de proteção aumenta as chances de formação de AS após LAR para carcinoma de reto. Além disso, o SKIMS Clinical Grading of Rectal Strictures é uma ferramenta simples e útil disponível para cada cirurgião para graduar, classificar e monitorar as estenoses retais pós-operatórias.


Subject(s)
Humans , Anastomosis, Surgical , Ileostomy , Proctectomy , Postoperative Complications , Rectal Neoplasms , Rectum/surgery , Carcinoma , Anastomotic Leak
2.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 41(1): 42-46, Jan.-Mar. 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1286973

ABSTRACT

Abstract Introduction Colorectal cancer is the second most common type of cancer and the third leading cause ofmortality due to cancers. Anastomosis leak after proctectomy is a dangerous complication that must be managed carefully. The aim of the present study was to assess the procedure of resection and pull-through of the new rectum after anastomosis leak in patients after proctectomy. Methods and Materials This was a cross-sectional study. Patients who visited the Firoozgar Hospital between 2015 and 2018 for rectal cancer surgery and had anastomosis leak entered the study. All patients underwent resection of the residue of rectum and pull-through of colon. Results In the present study, out of the 110 cases who underwent proctectomy, 12 patients with postoperative anastomosis leak were reported. Five (41.7%) were male and 7 (58.3%) were female. Themean age of the patients was 41.5 ± 4.3 years (33-51). Resection of the new rectum and pull-through anastomosis were performed for these 12 patients. No major intraoperative complication occurred. Postoperative course was uneventful in all patients. Discussion Resection of residue of rectum and pull-through in patients with anastomosis leak can be done after rectal cancer surgery. This method is superior to abdominopelvic resection in many aspects, especially regarding accessibility to the new rectum by rectal exam or endosonography to assess recurrence or a relative continence after closure of ostomy.


Resumo Introdução O câncer colorretal é o segundo tipo de câncer mais comum, e a terceira principal causa de mortalidade por câncer. O vazamento da anastomose após a proctectomia é uma complicação perigosa, que deve ser tratada com cuidado. O objetivo do presente estudo foi avaliar o procedimento de ressecção e abaixamento do novo reto após vazamento de anastomose em pacientes submetidos à proctectomia. Métodos e Materiais Este foi um estudo transversal que incluiu pacientes que compareceram ao Firoozgar Hospital entre 2015 e 2018 submetidos a cirurgia de câncer retal e com vazamento de anastomose. Todos os pacientes foram submetidos a ressecção do resíduo do reto e abaixamento do cólon. Resultados No presente estudo, dos 110 casos submetidos a proctectomia, 12 pacientes tiveram vazamento de anastomose pós-operatório: 5 (41,7%) do sexo masculino e 7 (58,3%) do sexo feminino. A idade média dos pacientes foi de 41,5 ± 4,3 anos (gama: 33 a 51 anos). A ressecção do reto novo e a anastomose por abaixamento foram realizadas nesses 12 pacientes. Nenhuma complicação intraoperatória mais grave ocorreu. No pós-operatório, não houve intercorrências em nenhum dos pacientes. Discussão A ressecção de resíduo retal e o abaixamento em pacientes com vazamento de anastomose pode ser feita após cirurgia de câncer retal. Este método é superior à ressecção abdominopélvica em muitos aspectos, especialmente quanto à acessibilidade ao novo reto por exame retal ou endossonografia para avaliar a recorrência ou uma continência relativa após o fechamento da ostomia.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Rectum/surgery , Treatment Failure , Colon/surgery , Proctectomy/adverse effects , Rectal Neoplasms/complications , Anastomosis, Surgical , Cross-Sectional Studies
3.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 41(1): 37-41, Jan.-Mar. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1286962

ABSTRACT

Abstract Introduction The incidence of stomal prolapse ranges from 2% to 22%. The risk factors include colostomy, the short length of the stoma, obesity, emergency surgery, and the improper (or even absence of) marking of the preoperative site for the stoma. Complicated stomal prolapse associated with severe mucosal irritation, ischemic changes, or bleeding requires surgical intervention. Objective To describe the use of the Altemeier technique in the management of cases of complicated prolapsed stoma after failure of the local medical measures and manual reduction. Methods Case series of three patients with past history of abdominoperineal resection of rectal cancer and permanent end colostomy presented with irreducible prolapse of the stoma. After the failure of the local measures and manual reduction, urgent surgical intervention using the modified Altemeier technique was necessary. Results The modified Altemeier technique is simple, presents low risk of operative and postoperative complications, besides enabling an early recovery, with a lower risk of recurrence during the first 6 months after the repair. Conclusion Themodified Altemeier technique may be a valid therapeutic modality in the setting of complicated prolapsed stoma.


Resumo Introdução A incidência de prolapso de estoma varia de 2 a 22%. Os fatores de risco incluem colostomia, comprimento curto do estoma, obesidade, cirurgias de emergência, e marcação não adequada (ou atémesmo ausente) do sítio pré-operatório para o estoma. Prolapso de estoma complicado e associado a irritação grave de mucosa, alterações isquêmicas, ou sangramento requer intervenção cirúrgica. Objetivo Descrever o uso da técnica de Altemeier para o manejo de prolapso de estoma complicado após fracasso das medidas médicas locais e da redução manual. Métodos Série de casos de três pacientes com histórico de ressecção abdominoperineal de câncer retal e colostomia terminal permanente apresentaram prolapso irredutível do estoma. Com o fracasso das medidas locais e da redução manual, fezse necessária intervenção cirúrgica de emergência usando a técnica de Altemeier modificada. Resultados A técnica de Altemeier modificada é simples e apresenta risco baixo de complicações operatórias e pós-operatórias, além de possibilitar uma recuperação precoce, com menor risco de recorrência durante os 6 primeiros meses após o reparo. Conclusão A técnica de Altemeier modificada pode ser uma modalidade terapêutica válida em casos de prolapso de estoma complicado.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Surgical Stomas/adverse effects , Proctectomy/adverse effects , Postoperative Complications
4.
Rev. Col. Bras. Cir ; 48: e20213007, 2021. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1340674

ABSTRACT

ABSTRACT Background: laparoscopy surgery has many proven clinical advantages over conventional surgery and more recently, robotic surgery has been the emerging platform in the minimally invasive era. In the colorectal field, although overcoming limitations of standard laparoscopy, robotic surgery still faces challenging situations even by the most experienced colorectal surgeons. This study reports essentials technical aspects and comparison between Da Vincis Si and Xi platforms aiming to master and maximize efficiency whenever performing robotic colorectal surgery. Methods: this study overviews the most structured concepts and practical applications in robotic colorectal surgery in both Si and Xi Da Vinci platforms. Possible pitfalls are emphasized and step-wise approach is described from port placement and docking process to surgical technique. We also present data collected from a prospectively maintained database. Results: our early experience includes forty-four patients following a standardized total robotic left-colon and rectal resection. Guided information and practical applications for a safe and efficient robotic colorectal surgery are described. We also present illustrations and describe technical aspects of a standardized procedure. Conclusion: performing robotic colorectal surgery is feasible and safe in experienced surgeons hands. Although the Da Vinci Xi platform demonstrates greater versatility in a more user-friendly design with technological advances, the correct mastery of technology by the surgical team is an essential condition for its fully robotic execution in a single docking approach.


RESUMO Introdução: a cirurgia laparoscópica demonstrou vantagens sobre a cirurgia convencional e, mais recentemente, a cirurgia robótica tem sido a plataforma emergente na era cirúrgica minimamente invasiva. Na prática colorretal, embora supere as limitações da laparoscopia, a cirurgia robótica ainda enfrenta situações desafiadoras, mesmo diante de cirurgiões colorretais experientes. Este estudo relata aspectos técnicos essenciais e comparação entre as plataformas Si e Xi Da Vinci com o objetivo de auxiliar e maximizar a eficiência na realização de cirurgia robótica colorretal regrada. Métodos: este estudo apresenta uma visão geral dos conceitos essenciais e aplicações práticas em cirurgia robótica colorretal nas plataformas Da Vinci Si e Xi. As potenciais dificuldades são enfatizadas e uma abordagem em etapas é descrita desde a colocação dos portais e seu processo de docking até a técnica cirúrgica. Também apresentamos brevemente dados coletados de um banco de dados mantido de forma prospectiva. Resultados: nossa experiência inicial inclui quarenta e quatro pacientes submetidos à cirurgia totalmente robótica padronizada na ressecção colônica e retal. Informações e aplicações práticas para uma cirurgia robótica colorretal segura e eficiente são descritas. Também são apresentadas ilustrações e dados breves da experiência. Conclusão: a cirurgia robótica colorretal é viável e segura nas mãos de cirurgiões experientes, no entanto ainda enfrenta desafios. Apesar da plataforma Da Vinci Xi demonstrar maior versatilidade em um design mais amigável com avanços tecnológicos, o correto domínio da tecnologia pela equipe cirúrgica é condição essencial para sua execução totalmente robótica em etapa única.


Subject(s)
Humans , Digestive System Surgical Procedures , Laparoscopy , Colorectal Surgery , Robotic Surgical Procedures , Proctectomy
5.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 40(4): 311-314, Oct.-Dec. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1143185

ABSTRACT

ABSTRACT Parastomal Hernia (PSH) is a common complication of patient who undergone ostomy especially end colostomy. Presence of hernia defect is associated with the risk of strangulation and obstruction so understanding the potential risk factor such as patient's factor and technical issues is important. This study is evaluating the incidence of PSH hernia in patients who undergone end colostomy due to Abdominoperineal Resection (APR) in a tertiary colorectal surgery referral center and explore the possible risk factors of this complication. The study was designed as a retrospective cross sectional study on 41 patients who undergone end colostomy due to APR. Three patient lost the follow up and 13 patients died and 25 patients were enrolled in study. Demographic data, history of smoking, steroid administration, Diabetes, obstructive pulmonary disease, transfusion, Neoadjuvant therapy, wound infection and Body mass Index (BMI) were gathered. The mean age of participants was 58.8 and the mean BMI was 25.04 kg/m2. The incidence of PSH was 40% and 68% of operations were done with Laparoscopy. This study could not find statistically significant risk factor for PSH. The 40% incidence of PSH is noticeable and specific strategies should be applied to reduce such complications. Larger studies is essential to investigate the possible etiologies of this complication.


RESUMO A hérnia paraestomal é uma complicação comum em pacientes submetidos a estomia, especialmente a colostomia terminal. A presença de defeito de hérnia está associada ao risco de estrangulamento e obstrução, portanto, é importante compreender o potencial fator de risco, como o fator do paciente e questões técnicas. Este estudo avalia a incidência de hérnia paraestomal em pacientes submetidos à colostomia terminal devido à ressecção abdominoperineal em um centro terciário de referência em cirurgia colorretal e explorar os possíveis fatores de risco dessa complicação. O desenho do estudo foi transversal retrospectivo de 41 pacientes submetidos à colostomia terminal devido à ressecção abdominoperineal. Três pacientes foram perdidos no seguimento, 13 pacientes morreram, e 25 pacientes foram incluídos no estudo. Dados demográficos, história de tabagismo, administração de esteroides, diabetes, doença pulmonar obstrutiva, transfusão, terapia neoadjuvante, infecção de ferida operatória e Índice de Massa Corporal foram coletados. A média de idade dos participantes foi 58,8 e o índice de massa corporal médio foi 25,04 kg/m2. A incidência de hérnia paraestomal foi de 40% e 68% das cirurgias foram realizadas por laparoscopia. Este estudo não encontrou fator de risco estatisticamente significativo para hérnia paraestomal. A incidência de 40% de hérnia paraestomal é perceptível e estratégias específicas devem ser aplicadas para reduzir tais complicações. Estudos maiores são essenciais para investigar as possíveis etiologias dessa complicação.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Colostomy/adverse effects , Proctectomy/adverse effects , Hernia/physiopathology
6.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 40(4): 386-389, Oct.-Dec. 2020. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1143174

ABSTRACT

ABSTRACT We report on the management of three cases of rectal stump leak and sepsis following urgent Hartmann's procedure for perforated sigmoid diverticulitis or large bowel obstruction. Two patients had significant risk factors for poor tissue healing. All patients developed features of sepsis and computer tomography scans demonstrated rectal stump leak with adjacent collections. All patients required reoperation for drainage and washout of abscess. An intraperitoneal catheter system was introduced together with drains in order to continue on the ward until tract was formed. There was no mortality and minimal morbidity. The key to management of rectal stump leak is the early and aggressive drainage of the associated collection and continued irrigation of the stump.


RESUMO Relatamos o tratamento de três casos de vazamento de coto retal e sepse após o procedimento de urgente de Hartmann para diverticulite sigmoide perfurada ou obstrução do intestino grosso. Dois pacientes apresentaram fatores de risco significativos para uma má cicatrização tecidual. Todos os pacientes desenvolveram características de sepse e tomografia computadorizada demonstraram vazamento de coto retal com coleções adjacentes. Todos os pacientes necessitaram de reoperação para drenagem e lavagem do abscesso. Um sistema de cateter intraperitoneal foi introduzido junto com os drenos para continuar na enfermaria até a formação do trato. Não houve mortalidade e morbidade mínima. A chave para o gerenciamento do vazamento de coto retal é a drenagem precoce e agressiva da coleta associada e a irrigação contínua do coto.


Subject(s)
Humans , Male , Aged , Sigmoid Diseases/pathology , Diverticulitis, Colonic/pathology , Proctectomy/adverse effects , Postoperative Complications , Drainage/methods
7.
Rev. argent. coloproctología ; 31(2): 63-69, jun. 2020. ilus, tab
Article in English, Spanish | LILACS | ID: biblio-1117012

ABSTRACT

Introducción: La introducción del sistema Da Vinci, ha revolucionado el campo de la cirugía mínima invasiva en el cual el cirujano tiene control de la cámara 3D y los instrumentos son de gran destreza y confort ergonómico, acortando la curva de aprendizaje quirúrgica. Objetivo: Describir nuestra experiencia inicial de cirugía robótica colorectal en un hospital de comunidad cerrada de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires. Materiales y Método: Estudio retrospectivo descriptivo sobre una base prospectiva de cirugías colorectales robóticas realizadas por el mismo equipo quirúrgico desde mayo de 2016 a abril de 2019. Resultados: Se operaron 41 pacientes. Trece de ellos fueron colectomías derechas, 17 colectomías izquierdas y 11 cirugías de recto. El tiempo quirúrgico promedio fue de 170 minutos (90-330), la estadía hospitalaria de 4 días (3-30), la tasa de conversión de 7,31% (3/41 pacientes) y la tasa de dehiscencia anastomótica del 9,75% (4/41 pacientes). Morbilidad global del 19.5% (8/41 pacientes). Conclusión: Hemos repasado los resultados iniciales de nuestra experiencia en cirugía robótica colorectal en un número reducido de casos, pero suficiente para evaluar la seguridad y reproducibilidad del método al comienzo de una curva de aprendizaje.


Introduction: The introduction of the Da Vinci System, has revolved the field of invasive minimal surgery in which the surgeon has control of the 3d camera and the instruments are of great strength and ergonomic comfort by cutting the surgical learning curve. Objective: Of this preliminary presentation is to describe our initial experience of colorectal robotic surgery in a closed community hospital of the Autonomous City of Buenos Aires. Materials and Method: Retrospective descriptive study on a prospective basis of robotic colorectal surgeries performed by the same surgical team from May 2016 to April 2019.Results: 41 patients were operated. 13 of them were right colectomies, 17 left colectomies and 11 rectum surgeries. The average surgical time was 170 minutes (90-330), the average hospital stay of 4 days (3-30), the conversion rate of 7.31% (3/41 patients) and the anastomotic dehiscence rate of 9 , 75% (4/41 patients). Overall morbidity of 19.5% (8/41 patients).Conclusion: We have reviewed the initial results of our experience in colorectal robotic surgery in a reduced number of cases but sufficient to evaluate the security and reproducibility of the methodic learning of a learning curve.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Colorectal Neoplasms/surgery , Colorectal Surgery/methods , Robotic Surgical Procedures/methods , Retrospective Studies , Treatment Outcome , Colectomy/methods , Minimally Invasive Surgical Procedures/methods , Proctectomy/methods , Hospitals, Community
8.
Rev. cir. (Impr.) ; 72(2): 144-149, abr. 2020. ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1092906

ABSTRACT

Resumen En este artículo se discute el origen del concepto ELAPE ( extralevator abdominoperineal excision) en el tratamiento quirúrgico del cáncer del recto bajo, las variantes técnicas asociadas con la resección "cilíndrica", las indicaciones actuales, las limitaciones técnicas asociadas y los resultados publicados en la literatura mundial. Considerando la evidencia actual se propone la utilización en casos seleccionados de acuerdo al estudio clínico y por imágenes, donde la resonancia magnética de la pelvis tiene un rol predominante. La técnica tradicional de la amputación abdominoperineal (comúnmente asociada a Miles) se mantiene como una alternativa válida en el manejo quirúrgico de algunos pacientes con un tumor localmente avanzado del recto bajo.


This article discusses the origin of the ELAPE concept (abdominoperineal excision extralevator) in the surgical treatment of low rectal cancer, the technical variants associated with "cylindrical" resection, current indications, associated technical limitations and the results published in the world literature Considering the current evidence, the use is proposed in selected cases according to the clinical study and imaging, where the magnetic resonance of the pelvis has a predominant role. The traditional abdominal-perineal amputation technique (commonly associated with Miles) remains a valid alternative in the surgical management of some patients with a locally advanced tumor of the lower rectum.


Subject(s)
Humans , Rectal Neoplasms/surgery , Rectal Neoplasms/diagnostic imaging , Proctectomy/methods , Magnetic Resonance Imaging
9.
Rev. argent. coloproctología ; 31(1): 21-27, mar. 2020. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1102171

ABSTRACT

Introducción: El tratamiento del carcinoma anal escamoso (CAE) en los pacientes HIV positivos resulta controvertido. Si bien las guías actuales recomiendan realizar en los pacientes con buen estado inmunológico la quimiorradioterapia (QRT) concurrente estándar, algunos autores consideran que estos pacientes presentan mayor toxicidad y peores resultados a largo plazo, por lo que requerirían un abordaje diferente. El objetivo de este trabajo es comparar los resultados del tratamiento del CAE en los pacientes VIH positivos y negativos. Diseño: Estudio retrospectivo comparativo. Pacientes y métodos: Se revisaron retrospectivamente las historias clínicas de los pacientes tratados en el Sector Coloproctología, Hospital Fernández, entre 01/2007 y 10/2018. Los del conducto anal se dividieron en: Grupo I: VIH negativos y Grupo II: VIH positivos. Se compararon variables demográficas, factores de riesgo específicos, estadificación, QRT (drogas, toxicidad y respuesta), tratamiento quirúrgico curativo/paliativo, persistencia/recurrencia y supervivencia específica y global. Resultados: Se incluyeron 28 pacientes (18 mujeres); margen: 2, conducto: 26 (Grupo I: 15. Grupo II: 11). Los VIH positivos eran en su mayoría hombres que tienen sexo con hombres vs. 100% de mujeres VIH negativas (p<0,01), más jóvenes (45,2±0,9 vs. 63,6±8; p<0,01) y tabaquistas (82% vs. 27%; p=0,005). No hubo diferencia significativa en la estadificación, aunque el Grupo II tuvo tumores con complicaciones más severas. Pudieron completar el tratamiento: Grupo I: 93%, Grupo II: 64% (p<0,05). Tuvieron respuesta completa a la QRT 13/14 (93%) pacientes del Grupo I y 3/7 (43%) del Grupo II (p<0,01). Hubo 3 recurrencias, 2 locorregionales y 1 a distancia (p=NS). Los VIH positivos requirieron más cirugías (82% vs. 27%; p<0,01). A 5 pacientes (4 del Grupo II) se les realizó una resección abdominoperineal (RAP). Tuvieron colostomía definitiva, con o sin RAP, el 46% de los pacientes, la mayoría VIH positivos (82% vs. 27%; p=0,002). En los VIH positivos el RR de mortalidad por cáncer fue 4 (IC95%: 1,01-16,5; p=0,02) y el RR de mortalidad global fue 5,45 (IC95%: 1,42-20,8; p=0,002). Tuvieron menor supervivencia, tanto global (p=0,001) como libre de enfermedad (p=0,01). Mediana de seguimiento: 27 meses (4-216).Conclusiones: Los pacientes VIH positivos con CAE se diferenciaron de los VIH negativos en una menor tasa de respuesta completa a la QRT y una mayor necesidad de tratamiento quirúrgico. Además, tuvieron una supervivencia global y libre de enfermedad significativamente menor que los VIH negativos. (AU)


INTRODUCTION: The treatment of anal squamous cell carcinoma (SCC) in HIV-positive patients is controversial. Although current guidelines recommend performing standard concurrent chemoradiotherapy (CRT) in patients with good immune status, some authors believe that these patients have greater toxicity and worse long-term results, so they would require a different approach. The purpose of this study was to compare the results of SCC treatment in HIV-positive and HIV-negative patients.DESIGN: Comparative retrospective study.PATIENTS AND METHODS: The records of patients treated in the Coloproctology Section, Hospital Fernández, between 01/2007 and 10/2018 were retrospectively reviewed. Those of the anal canal were divided into: Group I: HIV-negative and Group II: HIV-positive. Demographic variables, specific risk factors, staging, CRT (drugs, toxicity, and response), curative/palliative surgical treatment, persistence/recurrence, and cancer-specific and global survival were compared.RESULTS: 28 patients (18 women), margin: 2, conduit: 26 (Group I: 15. Group II: 11). The HIV-positive were mostly men who have sex with men (vs. 100% HIV-negative women; p<0.01), younger (45.2 ± 0.9 vs. 63.6 ± 8; p<0.01) and smokers (82% vs. 27%; p=0.005). There was no significant difference in staging, although Group II had tumors with more severe complications. Completed the treatment: Group I: 93%, Group II: 64% of patients (p<0,05). Thirteen out of 14 (93%) patients in Group I, and 3/7 (43%) patients in Group II had a complete response to CRT (p<0.01). There were 3 recurrences, 2 loco-regional and 1 distance (p=NS). HIV-positive required more surgery (82% vs. 27%; p<0.01). 5 patients (4 of Group II) underwent an abdominal-perineal resection (APR). Forty six percent of patients had permanent colostomy, with or without APR, most of them were HIV-positive (82% vs. 27%; p=0.002). In HIV-positive patients, the RR of cancer mortality was 4 (95% CI: 1.01-16.5; p=0.02) and the RR of overall mortality was 5.45 (95% CI: 1.42-20, 8; p=0.002). They also had lower overall (p=0.001) and disease-free survival (p=0.01). Median follow-up: 27 months (4 - 216).CONCLUSION: HIV-positive patients with anal SCC were different from HIV-negative patients in that they had a lower complete response rate to CRT, and a greater need for surgical treatment. They had a significantly lower overall and disease-free survival than HIV-negative patients. (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Young Adult , Anus Neoplasms/therapy , Carcinoma, Squamous Cell/therapy , HIV Infections/complications , Chemoradiotherapy , Anus Neoplasms/surgery , Anus Neoplasms/complications , Anus Neoplasms/mortality , Carcinoma, Squamous Cell/surgery , Carcinoma, Squamous Cell/complications , Carcinoma, Squamous Cell/mortality , Survival Analysis , Retrospective Studies , Treatment Outcome , Proctectomy , Neoplasm Recurrence, Local , Neoplasm Staging
10.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 40(1): 50-55, Jan.-Mar. 2020. tab, ilus
Article in English | LILACS | ID: biblio-1090839

ABSTRACT

Abstract Background: Transanal total mesorectal excision is a surgical technique for minimally invasive resection of the rectum and perirectal tissues. It is indicated for patients with medial and distal rectum cancer confined to the mesorectal envelope. This study describes a series of patients undergoing transanal total mesorectal excision. Methods: Ten patients were selected to undergo transanal total mesorectal excision using the SILS-Port® platform. All patients included here had middle or low rectal cancer. Abdominal access for proximal colon mobilization was performed by laparoscopy in all cases. As a rule, in 9 of the 10 cases, the surgical specimen was removed transanally. Result:s During a 41-month period, 10 patients underwent transanal total mesorectal excision based on curative intent. The first indication for transanal total mesorectum excision was medial and distal rectal cancer, locally invasive and confined to the mesortal envelope. The median age of patients with rectal cancer at the time of surgery was 61 years (mean 59.4 years, range 22-78 years), with 80% (8) female and 20% (2) male. The median surgical time was 305' (mean 314', range 260-420'). The median postoperative length of stay was five days (average of 7.3 days, interval of 3-23 days). There was no postoperative mortality. Surgical complications included postoperative ileus (n = 1), bladder paresis (n = 1), and ileostomy stenosis (n = 1). All patients had negative surgical margins for neoplasia and more than 12 resected lymph nodes. The tumors were between 1 and 9 cm from the anal margin. Conclusion: Total transanal mesorectal excision has been shown to be a viable method for oncologic resection of locally advanced rectal cancer with curative intent.


Resumo Contexto: A excisão total do mesorreto por via transanal é uma aborgadem crânio-caudal para a realização de ressecção minimamente invasiva do reto e tecidos perirretais em monobloco. É adequada para pacientes com câncer de reto médio e distal confinados ao envelope mesorretal. Aqui relatamos uma série de pacientes submetidos à excisão total do mesorreto por via transanal. Métodos: Dez pacientes foram selecionados para serem submetidos à excisão total do mesorreto por via transanal utilizando a plataforma SILS-Port®. Todos os pacientes eram portadores de câncer retal de localização extraperitoneal. O acesso abdominal para mobilização do cólon proximal, em todos os casos, foi realizado por laparoscopia. Como regra, a retirada do espécime cirúrgico, em nove casos, ocorreu por via transanal. Resultados: Durante um período de 41 meses, 10 pacientes foram submetidos à excisão total do mesorreto por via transanal com intenção curativa. A indicação primária para excisão total do mesorreto transanal foi o câncer de reto médio e distal, localmente invasor, mas confinado ao envelope mesorretal. A mediana de idade dos pacientes com câncer de reto no momento da cirurgia foi de 61 anos (média de 59,4 anos, faixa de 22-78 anos), sendo 80% (8) do sexo feminino e 20% (2) do sexo masculino. A mediana do tempo cirúrgico foi de 305' (média de 314', intervalo de 260-420'). A mediana do tempo de permanência pós-operatória foi de cinco dias (média de 7,3 dias, intervalo de 3-23 dias). Não houve mortalidade pós-operatória. As complicações cirúrgicas incluíram íleo paralítico (n = 1), paresia vesical (n = 1) e estenose de ileostomia (n = 1). Todos os pacientes tiveram margens cirúrgicas negativas para neoplasia e mais de 12 linfonodos ressecados. Os tumores distavam de 1 a 9 cm da margem anal. Conclusão: A excisão total do mesorreto transanal demonstrou-se um método viável para a ressecção oncológica de câncer de reto localmente avançado com intenção curativa.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Rectal Neoplasms , Rectal Neoplasms/surgery , Transanal Endoscopic Surgery , Proctectomy
11.
ABCD arq. bras. cir. dig ; 33(2): e1507, 2020. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1130531

ABSTRACT

ABSTRACT Background: Abdominoperineal excision of the rectum (APR) remains the only potential curative treatment for very low rectal adenocarcinoma and squamous cell carcinoma of the anus. Yet, it implies a significant perineal exenteration and has set the attention on the perineal reconstruction. Aim: To present technique used in one case of APR for anal cancer, with resection of the vaginal posterior wall with large perineal defect which has called for the necessity of a flap for reconstruction Method: To cover the large perineal defect and reconstruct the posterior vaginal wall was perform a standardized and reproducible surgical technique using oblique rectus abdominis myocutaneous (ORAM) flap. The overlying skin of this flap is thick and well vascularized by both superficial branches and perforators of the superior epigastric artery and the deep inferior epigastric artery which serves as the vascular pedicle for the ORAM flap. Results: This procedure was applied in a 65-year-old woman with recurrent squamous cell carcinoma of the anus infiltrating the posterior wall of the vagina. Was performed an APR with en-bloc resection of the vaginal posterior wall in order to achieve tumor-free margins. Postoperative course was uneventful and she was discharged home at postoperative day 9. Final pathological report confirmed the oncological adequacy of the procedure (R0) and showed a rypT4N0 lesion. Conclusion: Flap reconstruction is an effective way to cover the perineal wound reducing both perineal complication rate and wound healing delay. The ORAM is particularly interesting for female whose tumors require resection and subsequent reconstruction of the posterior wall of the vagina.


RESUMO Racional: A amputação abdominoperineal do reto (APR) continua sendo o único tratamento curativo nos casos de adenocarcinoma retal muito baixo e carcinoma espinocelular do ânus. No entanto, implica em exenteração perineal significativa e exige atenção na reconstrução perineal. Objetivo: Propor, ilustrando com um caso clinico, proposta de APR para câncer anal com ressecção da parede posterior da vagina com cobertura do grande defeito perineal através de reconstrução com retalho miocutâneo oblíquo do reto abdominal (ORAM). Método: Para cobrir o defeito e reconstruir a parede vaginal posterior, realizou-se técnica de retalho miocutâneo oblíquo do reto abdominal (ORAM). A pele subjacente desse retalho por ser espessa e bem vascularizada por ramos perforantes superficiais da artéria epigástrica superior e pela artéria epigástrica inferior profunda serviu como pedículo vascular. Resultado: Este procedimento foi aplicado em uma mulher de 65 anos com recidiva de carcinoma espinocelular do ânus infiltrado na parede posterior da vagina. Foi realizada APR com ressecção em bloco da parede posterior vaginal com o objetivo de obter margens livres de tumor. O pós-operatório transcorreu sem intercorrências e a paciente recebeu alta hospitalar no 9° dia pós-operatório. O relatório patológico final confirmou a adequação oncológica do procedimento (R0) e mostrou uma lesão rypT4N0 de 6,5 cm. Conclusão: A reconstrução perineal com utilização de retalho é maneira eficaz de fechar a ferida operatória, reduzindo a taxa de complicações perineais e o atraso na cicatrização. O retalho de tipo ORAM é particularmente interessante para mulheres cujos tumores requerem ressecção e subsequente reconstrução da parede posterior da vagina.


Subject(s)
Humans , Female , Aged , Rectal Neoplasms/surgery , Reconstructive Surgical Procedures , Myocutaneous Flap , Proctectomy , Perineum/surgery , Rectum/surgery , Rectus Abdominis/surgery , Neoplasm Recurrence, Local
12.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 39(4): 351-356, Oct.-Dec. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1056649

ABSTRACT

Abstract The treatment of rectal cancer is complex and responsible for sequelae due to the various therapeutic modalities, especially the surgical resection. The advent of minimally invasive surgery provided a faster postoperative recovery and a lower complication rate when compared to conventional surgery. The implementation of laparoscopic approach in rectal cancer was responsible for these better results, but the limitations of this method added to the development of robotics, raised the question of which minimally invasive method would be more advantageous in the approach of rectal cancer. The present review will address the most recent data regarding the comparison between the laparoscopic and robotic approach in rectal cancer.


Resumo O tratamento do câncer de reto é complexo e responsável por sequelas causadas pelas diversas modalidades terapêuticas, principalmente a ressecção cirúrgica. O advento da cirurgia minimamente invasiva está associado a uma recuperação pós-operatória mais rápida e uma menor taxa de intercorrências do que as observadas na cirurgia convencional. A implementação da abordagem laparoscópica no câncer de reto foi responsável por esses melhores resultados, mas as limitações do método, bem como o desenvolvimento da cirurgia robótica, levantaram a questão de qual método minimamente invasivo seria mais vantajoso na abordagem desse tipo de câncer. A presente revisão apresenta os dados mais recentes na comparação entre a abordagem laparoscópica e robótica no câncer retal.


Subject(s)
Rectal Neoplasms , Laparoscopy , Minimally Invasive Surgical Procedures , Robotic Surgical Procedures , Rectal Neoplasms/surgery , Proctectomy
13.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 39(4): 365-372, Oct.-Dec. 2019.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1056638

ABSTRACT

Abstract Introduction Colorectal cancer is amongst the most prevailing malignancies in the world and it is associated with a relatively high mortality rate. Rectal cancer occurs in 20-30% of all colorectal cancer cases, and 25% of this present synchronous metastatic disease. This study aims to review the current treatment approaches for rectal cancer patients with synchronous liver metastases, as there are no specific guidelines for the management of this group of patients. Methods A systematic literature search was performed on Pubmed database with a 10 year timeline limitation from 2008 to 2018. Results Currently, the only potentially curative approach remains to be the surgical resection. Conventionally, the classical strategy of these patients involves resection of rectal tumor, followed by liver resection, with chemotherapy sessions between the two procedures. However, recent studies have reported no inferiority, in safety and survival outcomes, when compared with other approaches (liver-first resection or simultaneous resection), except when symptoms of primary tumor are present. Hence, treatment strategy should be individualized based on the assessment of metastatic extent, primary tumor symptoms and the patient's overall clinical status. Chemotherapy and targeted agents have substantially contributed to overall survival improvements, allowing enhanced tumor down staging. Conclusion Complete resection of liver metastases is considered the major condition for a potential survival outcome in these patients. Management of these patients should include a multidisciplinary team with consideration of each individual specificities. Prospective randomized trials are needed to elucidate the optimal treatment strategy.


Introdução: O câncer colorretal está entre as neoplasias mais prevalentes no mundo, apresentando a uma taxa de mortalidade relativamente alta. Ele corresponde a 20% a 30% de todos os casos de câncer colorretal; 25% dos casos apresentam doença metastática síncrona. Este estudo teve como objetivo revisar as abordagens atuais de tratamento para pacientes com câncer retal com metástases hepáticas síncronas, uma vez que não existem diretrizes específicas para o manejo deste grupo de pacientes. Métodos: Uma busca sistemática da literatura foi realizada no banco de dados PubMed com uma limitação temporal de 10 anos (2008 a 2018). Resultados: Atualmente, a ressecção cirúrgica ainda é a única abordagem potencialmente curativa. Tradicionalmente, a estratégia clássica para o tratamento desses pacientes envolve a ressecção do tumor retal, seguida de ressecção hepática, com sessões de quimioterapia entre os dois procedimentos. No entanto, ao comparar a abordagem tradicional com outras técnicas (ressecção em primeiro plano do fígado ou ressecção simultânea), estudos recentes não relataram inferioridade nos desfechos de segurança e sobrevida, exceto quando sintomas de tumor primário estão presentes. Portanto, a estratégia de tratamento deve ser individualizada com base na avaliação da extensão metastática, nos sintomas primários do tumor e no estado clínico geral do paciente. A quimioterapia e os agentes dirigidos contribuíram substancialmente para as melhorias gerais na sobrevida, permitindo uma maior redução do estadiamento tumoral. Conclusão: A ressecção completa de metástases hepáticas é considerado o principal requisito para um possível resultado de sobrevida nesses pacientes. O manejo desses pacientes deve incluir uma equipe multidisciplinar e considerar as características específicas de cada paciente. Estudos prospectivos randomizados são necessários para elucidar a estratégia de tratamento ideal.


Subject(s)
Humans , Rectal Neoplasms/surgery , Liver Neoplasms/surgery , Neoplasms, Multiple Primary/surgery , Rectal Neoplasms/pathology , Rectal Neoplasms/drug therapy , Neoadjuvant Therapy , Proctectomy , Liver Neoplasms/drug therapy , Liver Neoplasms/secondary , Neoplasms, Multiple Primary/drug therapy
14.
J. coloproctol. (Rio J., Impr.) ; 39(4): 303-308, Oct.-Dec. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1056645

ABSTRACT

Abstract Background: Surveillance colonoscopy 1 year after resection of colorectal cancer is recommended by all major societies, including National Comprehensive Cancer Network and United States Multi Society Task Force. Study objectives: Our study assesses adherence to post colorectal cancer resection surveillance colonoscopy guidelines at a large tertiary care center and aims to identify reasons for non-adherence. Methods: A retrospective study was conducted for patients who underwent curative resection for colorectal cancer between January 2016 and June 2017. Adherence to surveillance colonoscopy for non-obstructed or partially obstructed colon and rectal cancers was defined as performance of colonoscopy 11-14 months and 11-15 months after surgery, respectively. Results: A total of 80 patients were identified. Mean age was 66 ± 13 years and 58% (n = 46) were males. 60% (n = 48) had colon cancer and 40% (n = 32) had rectal cancer. 69% (n = 24) of patients with colon cancer and 42% (n = 8) of patients with rectal cancer adhered to surveillance colonoscopy guidelines and the mean time to colonoscopy was 315 ± 44 days and 369 ± 103 days, respectively. The most commonly identified reasons for non-adherence to surveillance colonoscopy included metastases (10.9%) and patients' refusal to undergo surveillance (6.5%). Conclusion: Overall, post colorectal cancer resection to follow up surveillance is inadequate. There is a need to identify barriers to surveillance post colorectal cancer resection and address them.


Resumo Introdução: A colonoscopia de rastreamento um ano após a ressecção do câncer colorretal é recomendada por todas as principais sociedades, incluindo a National Comprehensive Cancer Network e a Multi Society Task Force dos Estados Unidos. Objetivos do estudo: Avaliar a adesão às diretrizes de colonoscopia de rastreamento após ressecção de câncer colorretal em um grande centro de atendimento terciário e identificar razões para a não adesão. Métodos: Um estudo retrospectivo foi realizado em pacientes submetidos a ressecção curativa de câncer colorretal entre janeiro de 2016 a junho de 2017. Adesão à colonoscopia de rastreamento em cânceres de cólon e reto não obstruídos ou parcialmente obstruídos foi definida como a realização do procedimento entre 11 a 14 meses e 11 a 15 meses após a cirurgia, respectivamente. Resultados: Um total de 80 pacientes foram identificados. A média de idade foi de 66 ± 13 anos; 58% (n = 46) eram do sexo masculino, 60% (n = 48) tinham câncer de cólon e 40% (n = 32) tinham câncer de reto. Aderência às diretrizes de colonoscopia de rastreamento foi observada em 69% (n = 24) dos pacientes com câncer de cólon e 42% (n = 8) dos pacientes com câncer retal; o tempo médio até a realização da colonoscopia foi de 315 ± 44 dias e 369 ± 103 dias, respectivamente. Os motivos mais frequentemente identificados para a não adesão à colonoscopia de rastreamento incluíram metástases (10,9%) e recusa dos pacientes (6,5%). Conclusão: De forma geral, o rastreamento após a resecção de câncer colorretal é inadequado. É necessário identificar barreiras ao rastreamento após a ressecção do câncer colorretal e abordá-las.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Colorectal Neoplasms , Colorectal Neoplasms/diagnosis , Colonoscopy , Tertiary Care Centers , Surgical Procedures, Operative , Tertiary Healthcare , Colorectal Neoplasms/surgery , Proctectomy
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