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1.
Rev. bioét. (Impr.) ; 30(1): 195-204, jan.-mar. 2022. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1376487

ABSTRACT

Resumo No Brasil os transexuais, indivíduos cuja identidade de gênero diverge do sexo biológico, são marginalizados pela sociedade e encontram dificuldades para acessar o Sistema Único de Saúde. O presente estudo buscou identificar essas dificuldades por meio de revisão integrativa de artigos publicados nos últimos cinco anos nas bases SciELO, LILACS, MEDLINE, Campus Virtual de Saúde Pública, Base de Dados de Enfermagem e ColecionaSUS. Foram obtidos 26 artigos, dos quais apenas nove satisfizeram os critérios de inclusão, e, a partir das referências destes, incluíram-se mais nove trabalhos, totalizando 18. Os resultados mostram que as dificuldades encontradas são: hostilidade no atendimento; desrespeito ao nome social; despreparo técnico-científico dos profissionais; dificuldade de acesso aos procedimentos transgenitalizadores; e preconceito. Portanto, é imprescindível aplicar intervenções para minimizar a segregação dessas pessoas, sendo necessário mais pesquisas nessa área.


Abstract In Brazil, transgender individuals, those whose gender identity differs from the assigned biological sex, are marginalized by society and face difficulties in accessing the Unified Health System. This study sought to identify these difficulties by carrying out an integrative review of papers published in the SciELO, LILACS, MEDLINE, Virtual Campus for Public Health, Base de Dados de Enfermagem, and ColecionaSUS databases, in the last five years. Of the 26 articles found, only nine met the inclusion criteria. Based on their references other nine papers were included, thus totaling 18. Results point to the following difficulties encountered: hostility in care; disrespect for the social name; technical and scientific unpreparedness of professionals; difficulty of access to gender reassignment procedures; and prejudice. It is therefore of paramount importance to implement interventions to minimize segregation, and invest in further research on this topic.


Resumen En Brasil, los transexuales, individuos cuya identidad de género diverge del sexo biológico, son marginados por la sociedad y encuentran dificultades para acceder al Sistema Único de Salud. El presente estudio trató de identificar dichas dificultades por medio de la revisión integradora de artículos publicados en los últimos cinco años en las bases SciELO, LILACS, MEDLINE, Campus Virtual de Saúde Pública, Base de Dados de Enfermagem y ColecionaSUS. Se obtuvieron 26 artículos, de los cuales solo nueve cumplieron con los criterios de inclusión, y, con base en sus referencias, se incluyeron otros 9, lo que resultó en 18 trabajos. Los resultados constataron las siguientes dificultades: hostilidad en la atención; falta de respeto al nombre social; falta de preparación técnico-científica de los profesionales; dificultad de acceso a los procedimientos de transgenitalización; y prejuicio. Por lo tanto, es esencial aplicar intervenciones para minimizar la segregación de estas personas, así como para promover más investigaciones en esta área.


Subject(s)
Prejudice , Unified Health System , Delivery of Health Care , Sex Reassignment Procedures , Transgender Persons , Respect , Gender Identity
2.
Estud. pesqui. psicol. (Impr.) ; 21(1): 94-115, jan.-abr. 2021.
Article in Portuguese | LILACS, INDEXPSI | ID: biblio-1355310

ABSTRACT

Este artigo investiga a forma como transições de gênero são performadas no território virtual do YouTube mediante a prática de vlogging, a partir de uma perspectiva pós-colonial da Psicologia Social e da Saúde, em discussão com autores da filosofia africana. Modos de experimentar o gênero e a sexualidade adquirem novas reinserções com o uso das biotecnologias enquanto possibilidade para construção dos corpos e fabricação de si. A partir da análise das narrativas sobre experiências de transição binária e não binária, discutem-se os jogos entre saúde e acesso implicados no engendramento de políticas do corpo que tornam possível o estabelecimento de relações com a transição de gênero. As experiências de produção de corpos não binários permitiram pensar negociações com os saberes produzidos acerca das transições de gênero no presente. Assim, a pesquisa permite refletir sobre a relação do humano com a experiência da corporeidade, considerando as biotecnologias enquanto parte de um modo de subjetivação característico de nosso tempo histórico. (AU)


This paper investigates the way that gender transitions have been performed in the virtual territory of YouTube through the practice of vlogging, from a post-colonial perspective of Health and Social Psychology, in discussion with african philosophy authors. Ways of experiencing gender and sexuality have achieved new options with the use of biotechnologies as a possibility of body construction and production of the self. From the narratives analyzed, about experiences of binary and non-binary transition, the paper addresses the games between health and access implied in engendering body policies that enable the establishment of relations with gender transition. The experiences of production of non-binary bodies have enabled us to think about negotiations with knowledges produced on gender transitions in the present. Hence, the research favors a reflection on the relation between the human and the corporeity experience, by considering the biotechnologies as part of a mode of subjectivation that is typical of our historical time. (AU)


Este artículo investiga cómo las transiciones de género son desempeñadas en el territorio virtual del YouTube mediante la práctica de vlogging, desde una perspectiva postcolonial de Psicología Social y de la Salud, en discusión con autores de filosofía africana. Los modos de experimentar el género y la sexualidad adquieren nuevas reinserciones con el uso de las biotecnologías como posibilidad para la construcción de los cuerpos y fabricación de sí. A partir de las narrativas analizadas, sobre experiencias de transición binaria y no binaria, se discuten sobre los juegos entre salud y acceso implicados en el engendramiento de políticas del cuerpo que hacen posible el establecimiento de relaciones con la transición de género. Las experiencias de producción de cuerpos no binarios permitirían pensar negociaciones con los saberes producidos acerca de las transiciones de género en el presente. Así, la investigación permite reflexionar sobre la relación de lo humano con la experiencia de la corporeidad, considerando las biotecnologías como parte de un modo de subjetivación característico de nuestro tiempo histórico. (AU)


Subject(s)
Social Media , Gender Identity , Psychology, Social , Sexuality , Sex Reassignment Procedures
3.
Psicol. soc. (Online) ; 33: e240732, 2021.
Article in Portuguese | LILACS, INDEXPSI | ID: biblio-1351385

ABSTRACT

Resumo Este artigo busca compreender os itinerários terapêuticos de homens trans, analisando as relações com os sistemas formais e informais em saúde. Entende-se por itinerário as trajetórias, estratégias e recursos dessa população em busca de cuidados com a saúde e de possíveis mudanças corporais. Trata-se de pesquisa qualitativa, sob perspectiva analítico-institucional, realizada através de entrevistas semiestruturadas com quatro homens trans em processo de transição de gênero. Para análise dos resultados foram construídas três linhas de análise. Na primeira, foram abordadas as primeiras experiências vivenciadas pelos participantes, que vão desde o seu autorreconhecimento, até a busca por informações sobre a transexualidade através de redes sociais, a automedicação e uso de próteses. Na segunda linha, abordam-se os caminhos percorridos e suas relações com os sistemas de saúde. Por fim, o estigma é analisado como um atravessamento das ações dos serviços ofertados. A pesquisa busca dar subsídios para políticas nesta área.


Resumen Este artículo busca comprender los itinerarios terapéuticos de los hombres trans, analizando las relaciones con los sistemas de salud formales e informales. Se entiende por itinerario las trayectorias, estrategias y recursos de esta población en busca de atención médica y posibles cambios corporales. Se trata de una investigación cualitativa, desde una perspectiva analítico-institucional, realizada a través de entrevistas semiestructuradas con cuatro hombres trans en proceso de transición de género. Para analizar los resultados se construyeron tres líneas de análisis. En la primera, se abordaron las primeras experiencias de los participantes, que van desde el autorreconocimiento hasta la búsqueda de información sobre transexualidad a través de las redes sociales, la automedicación y el uso de prótesis. La segunda línea aborda los caminos tomados y sus relaciones con los sistemas de salud. Finalmente, se analiza el estigma como cruce de las acciones de los servicios ofrecidos. La investigación busca presentar subsidios para las políticas en esta área.


Abstract This article aims to understand the therapeutic itineraries of trans men, analyzing the relationship with formal and informal health systems. An itinerary is understood as the trajectories, strategies, and resources of this population in search of health care and possible bodily changes. This is qualitative research, from an analytical-institutional perspective, carried out through semi-structured interviews with four trans men in a process of gender transition. To analyze the results, three lines of analysis were constructed. In the first line, the first experiences lived by trans men were approached, ranging from self-recognition to the search for information about transsexuality through social networks, self-medication, and the use of prostheses. The second line addresses the paths taken and their relationship with health systems. Finally, stigma is analyzed as crossing the actions of the services offered. The research seeks to provide subsidies for policies in this area.


Subject(s)
Humans , Sex Reassignment Procedures , Transgender Persons , Therapeutic Itinerary , Prostheses and Implants , Self Medication , Transsexualism , Sexuality , Delivery of Health Care , Gender Identity , Health Resources
4.
Hist. ciênc. saúde-Manguinhos ; 27(2): 523-538, abr.-jun. 2020.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1134056

ABSTRACT

Resumen El presente artículo aborda los discursos producidos por el campo médico argentino en torno a las iniciativas de corporización de travestis y transexuales en Argentina entre 1971 y 1982. A través del relevamiento y análisis de una selección de artículos publicados en revistas académicas de medicina, se analizan los sentidos que profesionales de la salud asignaron a las mismas antes de la producción de fallos judiciales y normativas nacionales que reconocen la identidad de género como un derecho humano. El análisis realizado permite identificar las particularidades que asumían dichas iniciativas de corporización en el período de estudio, así como las formas en las que el campo médico argentino les imprimió sentidos morales, técnicos y profesionales.


Abstract This article deals with the discourses produced by the Argentine medical field relating to body transformation initiatives on the part of transvestites and transsexuals in Argentina from 1971-1982. Based on the compilation and analysis of a set of articles published in academic medical journals, it examines the meanings that health professionals assigned to these initiatives prior to the legal rulings and national legislation that recognized gender identity as a human right. This analysis helps identify the particular features of those body transformation initiatives during the period studied, as well as the ways in which the medical field in Argentina attached moral, technical and professional meanings to them.


Subject(s)
Humans , Male , Female , History, 19th Century , History, 20th Century , Periodicals as Topic/history , Transsexualism/history , Transvestism/history , Sex Reassignment Procedures/history , Argentina , Government Regulation/history , Ethics, Medical/history , Gender Identity
5.
Actual. osteol ; 16(3): 176-186, 2020. ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1253780

ABSTRACT

Una persona transgénero es aquella en la cual el género autopercibido difiere del asignado al nacer, mientras que el término cisgénero es utilizado en aquellos individuos no trans. El tratamiento hormonal cruzado (THC) constituye una opción para lograr caracteres sexuales secundarios deseados. Es conocido que los esteroides sexuales desempeñan un rol fundamental en la adquisición de la densidad mineral ósea (DMO) durante la pubertad. Por lo tanto, el impacto del THC sobre la masa ósea se ha convertido en materia de estudio. En estadios puberales tempranos, los análogos de la hormona liberadora de gonadotrofinas (GnRH) son utilizados con un efecto reversible. Si bien la DMO parece mantenerse estable, cuando se compara con una población de referencia del mismo sexo biológico y edad, el Z-score se encuentra por debajo de lo esperado. En adultos, durante el THC no se informaron disminuciones en la DMO. Está reportado que las mujeres trans antes del inicio del TH presentan características densitométricas diferentes de los hombres cisgénero. Hasta el momento, la carga de datos para los calculadores del riesgo de fractura y el software del equipo DXA se basan en el sexo biológico y no en identidad de género. Recientemente, la International Society for Clinical Densitometry (ISCD) emitió sus recomendaciones para la evaluación de la masa ósea en personas transgénero y en aquellos individuos no conformes con el género. Si bien la ISCD sugiere realizar la evaluación únicamente en aquellos pacientes con factores de riesgo, es de importancia realizar DXA basal, sobre todo en mujeres transgénero, para determinar el riesgo inicial de dicha población. En este artículo se revisa la evidencia disponible sobre el impacto del THC en la salud ósea de personas transgénero. (AU)


Cross sex hormone therapy (CSHT) in transgender women (TW) it is an option to achieve desired secondary sexual characteristics. It is known that sex steroids play a fundamental role in the acquisition of bone mineral density during puberty, in addition to determining a different characteristic bone pattern between both biological sexes. So the impact of affirming HT on bone is it has become in subject of study. In early pubertal stages, GnRH analogs are used with a reversible effect. Although bone mineral density (BMD) seems to remain stable, when compared with a reference population of the same biological sex and age, the Z-score is lower than expected. In adults, during CSHT no decreases in BMD were reported. However, it was reported that TW prior to starting CSHT present different densitometric characteristics than cisgender men. So far, the data load for the fracture risk calculators and DXA software is based on biological sex and not gender identity. Recently the ISCD issued its recommendations for the evaluation of bone mass in transgender subjects and in those non-conforming to gender. Although the ISCD suggests performing the evaluation only in those patients with risk factors, our group recognizes that baseline DXA, especially in TW, constitutes a useful tool to determine the initial risk of this population. Our proposal arises from our own experience and from that compiled in the international literature, where it is observed that even without starting CSHT, transgender women have lower BMD. DXA. This article reviews the available evidence regarding the effect of CSHT on health bone in transgender people. (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Bone Density/drug effects , Cisgender Persons , Gonadal Steroid Hormones/therapeutic use , Testosterone/therapeutic use , Sex Factors , Risk Factors , Gonadotropin-Releasing Hormone/analogs & derivatives , Puberty , Sex Characteristics , Densitometry , Estrogens/therapeutic use , Sex Reassignment Procedures , Transgender Persons , Androgen Antagonists/therapeutic use
6.
Actual. osteol ; 16(3): 167-175, 2020. graf, tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1253831

ABSTRACT

Se denomina transgénero mujer (TM) a un varón biológico con identidad de género femenina. El tratamiento hormonal cruzado (THC) es una de las opciones para lograr caracteres sexuales del género autopercibido. Realizamos un estudio de diseño transversal, observacional y analítico para evaluar la densidad mineral ósea, composición corporal y fuerza muscular antes de iniciar la hormonización. Un total de 26 TM en condiciones de ingresar en el estudio fueron comparadas con hombres cisgénero de similar edad (mediana 23,5 vs. 25,5 años). Basalmente, las TM presentaron menor densidad ósea en columna lumbar (1,040 vs. 1,280 g/cm2; p=0,01), cadera total (0,970 vs. 1,070 g/cm2; p=0,01) y cuerpo entero (1,080 vs. 1,220 g/cm2; p<0,01). Observamos, además, menor masa muscular en brazos (5,033 vs. 6,212 kg; p<0,01) y piernas (16,343 vs. 18,404 kg; p=0,02), acompañada de menor fuerza muscular de puño (p<0,01). Concluimos que las TM presentaron características diferentes de la biología masculina aun sin haber iniciado el THC. Sugerimos incluir la evaluación de la densidad mineral ósea en la evaluación inicial de esta población, dados los hallazgos identificados. (AU)


A trans-woman (TW) is a biologically male person with female gender identity. Cisgender denotes a person whose sense of personal identity and gender corresponds with its birth sex. Cross-sex hormone therapy (CSHT) is one of the options to achieve secondary characteristics of the self-perceived gender. We performed a cross-sectional study. Bone mineral density (BMD), body composition, and muscle strength before starting CSHT were assessed. Twenty-six TW (median age 23.5 years) and cisgender males (median age 25.5 years) were matched for age. TW had less BMD at the lumbar spine (1.040 vs 1.280 g/cm2; p=0.01), total hip (0.970 vs 1.070 g/cm2; p=0.01), and total body (1.080 vs 1.220 g/cm2; p<0.01). They also had less skeletal muscle mass in the arms (5.033 vs 6.212 kg; p<0.01) and legs (16.343 vs 18.404 kg; p=0.02), associated with lower grip strength (p<0.01). It appears that bone and muscle characteristics of TW before starting CSHT differ from cisgender men. Taking these findings into account, we suggest the inclusion of BMD in the initial evaluation of TW. (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Young Adult , Bone Density/physiology , Transgender Persons/statistics & numerical data , Body Composition/physiology , Absorptiometry, Photon/statistics & numerical data , Cross-Sectional Studies , Muscle Strength/physiology , Sex Reassignment Procedures , Gender Identity , Musculoskeletal Physiological Phenomena
8.
Rev. bras. cir. plást ; 34(1): 65-72, jan.-mar. 2019. ilus, tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-994547

ABSTRACT

Introdução: A cirurgia de adequação genital tem se mostrado uma opção segura e confiável, com redução drástica na disforia e melhora da qualidade de vida das pessoas transgênero. A técnica mais estudada e utilizada é a inversão peniana com suas modificações, com aparência estética e funcionalidade adequadas, porém sem padronização da técnica cirúrgica. Índices de até 38% de satisfação parcial e 15% de insatisfação podem levar até 66% dos casos a realizar procedimentos adicionais. O objetivo é sugerir refinamentos estéticos na aparência da vulva e comparar com algumas das técnicas descritas, buscando aumentar a satisfação estética e funcional pós-operatória. Métodos: Estudo retrospectivo com 7 pacientes submetidas à cirurgia de readequação sexual entre agosto de 2017 e fevereiro de 2018. O clitóris é feito com a glande em formato de tridente, utilizando a coroa para construir os corpos cavernosos do clitóris e aumentar a área de sensação erógena. Faixa de prepúcio é usada para aumentar a cobertura do clitóris e cobrir a face interna dos pequenos lábios, que são definidos com o uso de suturas. Resultados: Sensibilidade adequada e satisfação com o resultado e capacidade de orgasmo em todas as pacientes observadas. Não houve estenose, fístula ou necrose do clitóris com essa técnica. Somente 1 caso precisou de procedimento adicional para melhor definição estética. Conclusão: A técnica apresentada tem alta satisfação das pacientes e sensibilidade erógena, com algumas vantagens em relação a outras técnicas. Porém, estudos prospectivos com número maior de pacientes são necessários para definir a técnica cirúrgica mais efetiva.


Introduction: Sex reassignment surgery is a reliable and safe option, which has drastically reduced dysphoria and improved the quality of life of transgender individuals. The most studied and used technique is penile inversion with modifications, which results in appropriate esthetic appearance and functionality, but the surgical technique has not been standardized. Partial satisfaction rates up to 38% and dissatisfaction rates of 15% may cause up to 66% of cases to undergo additional procedures. The objective is to suggest esthetic refinements to the appearance of the vulva and compare some of the techniques described, seeking to increase the postoperative esthetic and functional satisfaction. Methods: A retrospective study with 7 patients undergoing sex reassignment surgery between August 2017 and February 2018 was conducted. The clitoris is constructed with the glans in the form of a trident, using the corona to build the corpus cavernosa of the clitoris and increase the area of erogenous sensation. A section of the prepuce is used to increase the coverage of the clitoris and cover the inner surface of the labia minora, which are defined with the use of sutures. Results: Adequate sensitivity and satisfaction with the result and capacity of orgasm in all patients were observed. There was no stenosis, fistula, or necrosis of the clitoris with this technique. Only 1 case needed an additional procedure for better esthetic definition. Conclusion: The technique presented leads to high patient satisfaction and erogenous sensitivity, with some advantages compared to other techniques. However, prospective studies with larger numbers of patients are needed to define a more effective surgical technique.


Subject(s)
Humans , Transsexualism/surgery , Vulva/surgery , Vulva/physiopathology , Reconstructive Surgical Procedures/methods , Esthetics , Sex Reassignment Procedures/adverse effects , Sex Reassignment Procedures/methods , Sex Reassignment Surgery/adverse effects , Sex Reassignment Surgery/methods , Sex Reassignment Surgery/rehabilitation , Transgender Persons
9.
Rio de Janeiro; s.n; 2019. 205 p. ilus..
Thesis in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1087441

ABSTRACT

Introdução: O desejo da reintegração familiar e a concepção biologicista e binária que a família possui em relação às pessoas transexuais foram as inquietações que impulsionaram o desenvolvimento da pesquisa. O objetivo geral do estudo foi analisar as estratégias de cuidado adotadas por enfermeiras com as pessoas transexuais na perspectiva familiar no processo transexualizador. Método: pesquisa qualitativa, descritiva, exploratória, utilizou o Método Narrativa de vida. As narrativas foram coletadas em três unidades de saúde cadastradas para o atendimento do processo transexualizador. As participantes do estudo foram 19 transexuais, 14 familiares e 03 enfermeiras que atendem às pessoas transexuais, no processo transexualizador. Para cada grupo de participantes, utilizaram-se diferentes questões norteadoras para as entrevistas narrativas, realizadas entre outubro de 2018 a abril de 2019, mediante a aceitação e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), aprovado pelo comitê de Ética sob o parecer nº 2797427. Realizou-se a análise compreensiva a partir do seguinte indício: o transexual é prisioneiro do seu corpo, da normatização social e das instituições. Foram construídos três níveis de significação: primeiramente a construção da personalidade das pessoas transexuais, a situação objetiva nas relações e conflitos entre as pessoas transexuais com a família, enfermagemsistema de saúde e sociedade e as relações intersubjetivas fortes com a família frente ao processo de transição e consequências estruturais e das pessoas transexuais e suas famílias com a enfermeira frente ao processo de transição e consequências no cuidado. As narrativas foram discutidas na perspectiva da Teoria da Transição e com um aporte filosófico que aborde as relações de saber-poder, sexualidade, territorialidade, controle social, disciplina e controle dos corpos. Resultados e discussão: os níveis de significação evidenciaram a dificuldade das pessoas transexuais em vivenciar a transição física por influência da família e outras estruturas sociais como o sistema de saúde. O processo de interdição e separação sociofamiliar é um fenômeno marcado pela falta de informação sobre a transexualidade e pela pregação insistente de um discurso normativo binário como verdade que exclui as pessoas transexuais. A enfermeira na atenção básica, enquanto membro do microssistema de saúde e do macrossistema social, é cisnormativa, grande entrave na acessibilidade às tecnologias em saúde para a transição física no processo transexualizador, e prejudica o cuidado as pessoas transexuais. As enfermeiras no processo transexualizador, possuem um olhar cuidadoso e respeitoso a pessoa transexual, todavia, com foco no cuidado da transição física e não na abordagem integral e adaptação das famílias. Conclusão: O cuidado às pessoas transexuais, na perspectiva da família, ainda é um grande desafio para a enfermeira, com interferentes multifatoriais. O sentimento de inadequação física se manifesta desde a infância, persiste e promove a busca pelos serviços de saúde para a transição física e, consequentemente, adequação do seu corpo a identidade de gênero. Esse processo, entretanto, ocorre para além da transição física, e causa sofrimento com a interferência da família que não sabe conduzir ou cuidar da pessoa transexual. A limitação do estudo está na ausência de entrevistas com familiares que não aceitaram a transição.


Introduction: The desire for family reintegration and the biological and binary conception that the family has in relation to transgender people were the concerns that drove the development of research. The general objective of the study was to analyze the care strategies adopted by nurses with transgender people from a family perspective in the transsexualising process. Method: qualitative, descriptive, exploratory research, used the Narrative Method of life. The narratives were collected in three health units registered to meet the transsexualising process. The study participants were 19 transsexuals, 14 family members and 03 nurses who attend transgender people in the transsexualising process. For each group of participants, different guiding questions were used for the narrative interviews, conducted from October 2018 to April 2019, by accepting and signing the Informed Consent Form (ICF), approved by the Ethics Committee under Opinion No. 2797427. A comprehensive analysis was conducted based on the following evidence: the transsexual is a prisoner of his body, social norms and institutions. Three levels of meaning were constructed: firstly, the construction of the personality of transgender people, the objective situation in the relationships and conflicts between transgender people with the family, the nursing-health system and society, and the strong intersubjective relations with the family in the face of the process of transition and structural consequences of transgender people and their families with the nurse facing the transition process and consequences in care. The narratives were discussed from the perspective of Transition Theory and with a philosophical approach that addresses the relations of knowledge-power, sexuality, territoriality, social control, discipline and body control. Results and discussion: The levels of significance showed the difficulty of transgender people in experiencing the physical transition influenced by family and other social structures such as the health system. The process of interdiction and socio-family separation is a phenomenon marked by the lack of information about transsexuality and the insistent preaching of a binary normative discourse as truth that excludes transgender people. The primary care nurse, as a member of the health microsystem and the social macrosystem, is cisnormative, a major barrier to accessibility to health technologies for the physical transition in the transsexualising process, and undermines care for transgender people. The nurses in the transsexualising process have a careful and respectful look at the transgender person, however, focusing on the care of the physical transition and not on the integral approach and adaptation of families. Conclusion: Caring for transgender people from a family perspective is still a major challenge for nurses with multifactorial interferences. The feeling of physical inadequacy manifests itself since childhood, persists and promotes the search for health services for the physical transition and, consequently, the adaptation of your body to gender identity. This process, however, occurs beyond the physical transition, and causes suffering with interference from the family who cannot drive or care for the transgender person. The limitation of the study is the absence of interviews with family members who did not accept the transition.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Transsexualism , Family Relations , Sex Reassignment Procedures/nursing , Transgender Persons , Gender Identity , Nursing Care , Nursing Methodology Research , Family
10.
Rev. chil. obstet. ginecol. (En línea) ; 83(3): 318-328, jun. 2018. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-959521

ABSTRACT

RESUMEN La transexualidad, o el ser transgénero según la nomenclatura actual, describe a personas que persistentemente buscan ser aceptados como miembros del sexo opuesto, desean cambiar sus caracteres sexuales primarios y/o secundarios a través de intervenciones médicas tanto hormonales como quirúrgicas para feminizarse o masculinizarse. (Tabla 1) Esta discordancia entre su "sexo biológico" y "psicológico" genera estrés clínicamente significativo con rechazo profundo al cuerpo del sexo anatómico, al género asignado al nacer y, por ende, alteración persistente en el funcionamiento diario (mayor a 6 meses), se denomina disforia de género, sienten que nacieron en el "cuerpo equivocado". El objetivo de la intervención médica es mejorar la disforia de género y, por consiguiente, mejora el bienestar y la calidad de vida de las personas trans. En Revista de la Sociedad Chilena de Obstetricia y Ginecología Infantil y de la Adolescencia, recientemente hemos publicado dos artículos de revisión sobre la introducción a la Hormonoterapia en personas transexuales, objetivos de la terapia, transición en la adolescencia, y la transición masculino a femenino, por lo que éste escrito se concentrará sólo en la Terapia Hormonal de la transición femenino a Masculino (FTM), son personas que transitan de Mujer a Hombre, o transgénero masculino o trans masculino. (1,2)


ABSTRACT Transsexuality, or being transgender according to the current nomenclature, describes people who persistently seek to be accepted as members of the opposite sex, wish to change their primary and / or secondary sexual characteristics through both hormonal and surgical medical interventions to feminize or masculinize themselves. (Table 1) This discordance between their "biological" and "psychological" sex, generates clinically significant stress with profound rejection of the body of the anatomical sex, the gender assigned at birth and, therefore, persistent alteration in daily functioning (more than 6 months), is called gender dysphoria feel that they were born in the "wrong Body". The goal of medical intervention is to improve gender dysphoria and, consequently, improve the well-being and quality of life of transgender people. In the Journal of the Chilean Society of Obstetrics and Child and Adolescent Gynecology, we have recently published two review articles on the introduction of Hormonotherapy in transgender people, goals of therapy, transition in adolescence, and the male-to-female transition, so this paper will focus only on Hormonal Therapy of the female to male transition (FTM), are people who transit from woman to man, or male trans, male transgender. (1,2)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Transgender Persons/psychology , Gender Dysphoria/psychology , Hormones/therapeutic use , Social Adjustment , Estradiol/therapeutic use , Sex Reassignment Procedures , Gender Identity
11.
Rev. chil. obstet. ginecol. (En línea) ; 83(4): 426-441, 2018. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-978115

ABSTRACT

RESUMEN La identidad de género es la percepción intrínseca de una persona de ser hombre, mujer o alguna alternativa de género. Las personas transgénero perciben estar en un cuerpo equivocado, ya que se sienten del sexo opuesto al biológico. Cuando esta incongruencia entre identidad de género y el fenotipo físico del sexo asignado, genera gran angustia, ansiedad y malestar persistente, se denomina disforia de género. Se estima que el 0,4%- 1.3% de la población mundial experimentan distintos grados de Disforia de Género. (3), no todas las personas con disforia de género tienen las mismas necesidades, por lo que la evaluación del objetivo personal para lograr bienestar es muy importante. Todas las intervenciones médicas conllevan riesgos, por lo que, la comprensión de éstos últimos, la adherencia y el manejo por profesionales capacitados los minimiza. En Revista de la Sociedad Chilena de Obstetricia y Ginecología Infantil y de la Adolescencia, recientemente hemos publicado dos artículos de revisión sobre la introducción a la Hormonoterapia en personas transgénero, objetivos de la terapia, transición en la adolescencia, y la transición masculino a femenino, por lo que éste escrito se concentrará sólo en los Riesgos de la Terapia Hormonal en la transición. (4,5)


SUMMARY Gender identity is the intrinsic perception of a person to be a man, woman or some gender alternative. Transgender people feel that they are in the wrong body, since they feel the opposite sex to the assigned. When this incongruence between gender identity and the physical phenotype generates great anguish, anxiety and persistent discomfort, it is called gender dysphoria. It is estimated that 0.4% −1.3% of the world population experience different degrees of Gender Dysphoria. (3), and not all people with gender dysphoria have the same needs, so the evaluation of the personal goal to achieve well-being is very important. All medical interventions involve risks, so the understanding of the latter, adherence and management by trained professionals minimizes them. In the Journal of the Chilean Society of Obstetrics and Child and Adolescent Gynecology, we have recently published two review articles on the introduction to Hormonotherapy in transgender people, objectives of therapy, transition in adolescence, and the male to female transition, so this writing will focus only on the Risks of Hormonal Therapy in the transition. (4,5)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Testosterone/therapeutic use , Hormone Replacement Therapy/adverse effects , Transgender Persons , Gender Dysphoria , Gynecology , Androgens/therapeutic use , Obstetrics , Transsexualism/epidemiology , Sex Reassignment Procedures
12.
Physis (Rio J.) ; 28(4): e280409, 2018.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-984789

ABSTRACT

Resumen Este artículo pretende reflexionar acerca del proceso que va desde la producción de conocimiento biomédico en torno a identidades sexo-genéricas diversas, a las transformaciones en los modos de representar a las personas trans como sujetos de derecho, frente al Estado argentino. La intervención en la escena política de colectivos organizados imprimió una serie de particularidades al dispositivo médico-legal de la transexualidad en Argentina. Así, sujetos-pa(de)cientes nacidos en "cuerpos equivocados" pasaron a organizarse colectivamente y a emponderarse desde ese cuerpo como vehículo, para exigir y negociar otras posibilidades de ser y estar en el mundo. La reciente sanción de la Ley de Identidad de Género introdujo cambios en torno a la democratización del acceso a tecnologías biomédicas de transformación corporal, así como en las dinámicas de atención hospitalaria y sus implicancias en la producción de subjetividades mediadas biotecnológicamente. Finalmente, se introduce un debate en torno a nuevas formas de biosociabilidad y producción de conocimiento que configuran particulares relaciones entre ciencia, tecnología, usuarios, profesionales de la salud e instituciones públicas.


Abstract This paper looks to reflect on the process ranging from the production of biomedical knowledge around diverse sex-generic identities, to the transformations in the ways of representing trans people, as subjects of law in the Argentine State. The organizations have broken into the political arena, imprinting some characteristics to the medical and legal transsexuality device in Argentine. Thus, subjects-patients/sufferers that have born in "wrong bodies" became collectively organized and empowered from this body as a vehicle to demand and negotiate other possibilities of being in the world. The recent approval of the Gender Indentity Law introduced changes in the democratization of access to biomedical technologies of body transformation, in the hospital care dynamics and its implications on the production of subjectivities biotechnologically mediated. Finally, we introduce the discussion about new ways of biosociabilty and knowledge production, which configure particular relationships between science, technology, users, health professionals and public institutions.


Resumo Este artigo tem como objetivo refletir sobre o processo que vai desde a produção de conhecimento biomédico sobre diversas identidades sexuais genéricas, até mudanças nos modos de representar as pessoas transexuais como sujeitos de direito frente ao governo argentino. A intervenção dos coletivos organizados no cenário político imprimiu uma série de particularidades ao dispositivo médico-legal da transexualidade na Argentina. Assim, sujeitos-pacientes / que padecem, nascidos em "corpos errados", passaram a se organizar coletivamente e empoderar-se a partir daquele corpo como um veículo para exigir e negociar outras possibilidades de ser e estar no mundo. A recente promulgação da Lei de Identidade de Gênero introduziu mudanças na democratização do acesso a tecnologias biomédicas de transformação corporal e dinâmicas de cuidados hospitalares e suas implicações na produção de subjetividades mediadas biotecnologicamente. Por fim, apresenta-se um debate em torno de novas formas de biossociabilidade e produção de conhecimento que formam relações particulares entre ciência, tecnologia, usuários, profissionais de saúde e instituições públicas.


Subject(s)
Humans , Argentina/ethnology , Social Desirability , Transsexualism , Biomedical Technology , Sociobiology , Sex Reassignment Procedures/trends , Medicalization/trends , Transgender Persons/psychology , Health Services for Transgender Persons , Gender Identity
13.
Rio de Janeiro; s.n; 2018. 107 f p.
Thesis in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1048271

ABSTRACT

Por ser classificada de acordo com um estereótipo binário de gênero, a voz pode constituir, ao mesmo tempo, tanto uma limitação quanto um instrumento de afirmação na busca do reconhecimento social de pessoas trans, principalmente daqueles(as) cujas vozes não se enquadrariam em padrões vocais "femininos" ou "masculinos" de acordo com seu gênero. Nesse sentido, tem se tornado frequente no Brasil a busca por fonoaudiólogos que atuam em consultórios, ambulatórios e hospitais (junto ou não às equipes do Processo Transexualizador, atualmente regulamentado no âmbito do SUS) para uma terapia que, a princípio, corresponderia a uma "readequação" a parâmetros vocais relacionados a uma identidade de gênero feminina ou masculina. Partimos, nesta pesquisa, do pressuposto de que a voz seja um dos principais marcadores de gênero na interação social e de que o processo de "readequação vocal" (categoria construída no campo fonoaudiológico) seja um importante aspecto na (re)elaboração das performances de gênero entre pessoas trans. Propomos, então, uma aproximação entre as temáticas de voz, gênero e transexualidade. Por meio de revisão de literatura e de análise de entrevistas com fonoaudiólogos, buscamos investigar qual seria o papel da Fonoaudiologia neste processo permeado por convenções de gênero, e de que maneira ocorre o processo de "readequação" vocal de pessoas trans no âmbito da clínica fonoaudiológica. Atentando para como a voz de pessoas trans passa a ser foco de cuidado fonoaudiológico, analisamos os relatos dos profissionais na busca pela compreensão dos valores, das concepções socioculturais e científicas sobre voz, gênero e sexualidade que atravessam o âmbito clínico da terapia fonoaudiológica junto a pessoas trans


Since it according to a gender stereotype that is binary, voice can constitute at the same time a limitation and an instrument of is classified affirmation towards the pursuit of social acknowledgement for trans people, particularly for those whose voices do not conform to so-called "masculine" or "feminine" vocal standards as regards their gender. In this sense, more and more people in Brazil are seeking speech therapists in private practices, outpatient clinics, and hospitals (associated or not to Transsexualization Process teams within the Unified Health System - SUS) for a therapy that would correspond, at first, to an "adjustment" to vocal parameters related to feminine or masculine gender identities. This research takes as a premise that the voice is one of the main gender markers in social interaction and that the "vocal adjustment" process (a category proper to the field of speech therapy) is an important aspect in the (re)elaboration of gender performances among trans people. Thus, we explore the relation between voice, gender and transsexuality. Based on a review of literature and the analysis of interviews with speech therapists, we seek to explain the role of Speech Therapy in this process, which is permeated by gender constructs, and the way that speech therapy clinical practice addresses the vocal "adjustment" process by trans persons. We address the fact that the voice of trans people is under the care of speech therapists and analyze their narratives in trying to understand the values, the scientific conceptions and the socio-cultural constructions of voice, gender and sexuality that intersects their clinical practice with trans patients


Subject(s)
Humans , Transsexualism , Voice , Speech, Language and Hearing Sciences , Sex Reassignment Procedures , Transgender Persons , Gender Identity
14.
Salud colect ; 13(4): 633-646, oct.-dic. 2017. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-903706

ABSTRACT

RESUMEN La Organización Mundial para la Salud y la American Psychological Association consideran que la transexualidad es una patología y plantean la adecuación sexogenérica para el ajuste biopsíquico de las personas trans. Mediante el análisis discursivo de la experiencia, en este estudio se describen los procesos de medicalización y performatividad del género en su relación con la salud de un grupo de mujeres trans de la Ciudad de México, para lo cual se desarrolló un estudio cualitativo en el que se realizaron, en el año 2015, diez entrevistas semiestructuradas. Como parte de la medicalización, la patologización de la transexualidad generó sufrimiento psíquico; por su parte, la adecuación sexogenérica también implicó riesgos adicionales. Se puede concluir que, en las mujeres trans, la violencia y la exclusión resultan las principales experiencias que explican los problemas de salud más relevantes por lo que se sugiere disminuir la discriminación, así como avanzar en intervenciones médicas más seguras.


ABSTRACT The World Health Organization and the American Psychological Association consider transsexuality a pathology and suggest sex-gender reassignment for the biopsychic adjustment of trans people. Through the discursive analysis of experience, this study describes the processes of medicalization and gender performativity in relation to the health of a group of trans women from Mexico City. For this purpose, a qualitative study was conducted in which 10 semi-structured interviews were carried out in 2015. As part of medicalization, the pathologization of transsexuality generated psychic suffering; on the other hand, sex-gender reassignment also entailed additional risks. It is possible to conclude that in trans women, violence and exclusion constitute the primary experiences explaining their foremost health problems. Therefore, it is suggested that it is necessary for discrimination be reduced and for advancements to be made in safer medical interventions.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , Young Adult , Transsexualism/psychology , Sex Reassignment Procedures/psychology , Medicalization , Transgender Persons/psychology , Prejudice/psychology , Transsexualism/therapy , Urban Health , Interviews as Topic , Qualitative Research , Mexico
16.
Ciênc. saúde coletiva ; 22(5): 1509-1520, maio 2017. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-839967

ABSTRACT

Resumo Este estudo objetivou analisar como o Ministério da Saúde (MS) vem implementando o Processo Transexualizador (PrTr) no SUS, por meio da pesquisa de documentos oficiais de domínio público, sistematização de dados quantitativos e análise das memórias do Comitê Técnico de Saúde LGBT (CTSLGBT) do MS. A pesquisa exploratória combinou métodos quanti e qualitativos de estudo, tomando como base metodológica a proposta normativa de pesquisa de avaliação de programas e sistemas de saúde. O estudo resultou no cômputo total das cirurgias de redesignação sexual realizadas no SUS (2008-2016), que evidenciam nulidade de óbitos e desigualdades regionais de acesso; e no acompanhamento das ações de implementação da Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (PNSILGBT) por comitê específico designado pelo MS. Mesmo com avanços consideráveis, os desafios persistem, sendo o mais ameaçador, atualmente, a possibilidade de retrocesso imposta por setores conservadores do executivo e legislativo. Portanto, a visibilidade das ações já conquistadas é um passo decisivo para manutenção e potencialização do PrTr no SUS.


Abstract This study aimed to analyze how the Brazilian Ministry of Health (MS) is implementing the Sex Reassignment Process (SRP) in the Unified Health System (SUS), through research of public domain official documents, systematization of surgery’s quantitative data and analysis of meeting reports of the LGBT Health Technical Committee (CTSLGBT) of the MS. We conducted exploratory research combining quantitative and qualitative methods, using as methodological basis the normative proposal of health programs and systems evaluation study. The study resulted in the total data calculation of sex reassignment surgeries performed by the SUS (2008-2016), which highlight no deaths and unequal regional access; and in the monitoring of the implementation of actions of the National LGBT Health Policy by a specific committee appointed by the MS. Despite considerable progress, challenges remain. Currently, the most threatening hurdle is the possibility of a setback imposed by conservative sectors from the Executive and Legislative branches. Therefore, the visibility of achievements is a decisive step toward maintaining and enhancing SRP in the SUS.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Delivery of Health Care/organization & administration , Health Services Accessibility , National Health Programs/organization & administration , Sex Reassignment Procedures/statistics & numerical data , Brazil , Health Policy , Public Policy , Sexual and Gender Minorities
17.
Rev. gaúch. enferm ; 36(2): 70-75, Apr-Jun/2015.
Article in English | LILACS, BDENF | ID: lil-752587

ABSTRACT

OBJECTIVE: This article seeks to understand the experiences of transgender women in relation to the hormone therapy and sex reassignment surgery that make up the Gender Reassignment Process. METHOD: It is a qualitative study inserted into the field of cultural and gender studies. Data collection used narrative interviews, conducted in 2010 and 2011, with seven transsexual women who had been undergoing the Gender Reassignment Process for at least two years. The data was submitted to a thematic analysis. RESULTS: The results show that the transformation processes for construction of the female body include behavior adaptation, posture modification, voice modulation, hormone use, vaginal canal dilation and surgical complications. Such processes subject the body to be built as idealized to fit the gender identity, infringing on pleasures and afflictions. CONCLUSION: We concluded that the discussion involving the Gender Reassignment Process brings allowances for nursing regarding body changes experienced by transgender women. .


OBJETIVO: Esta investigación busca entender experiencias de mujeres transexuales con relación a la terapia hormonal y cirugía de reasignación de sexo, que constituyen el Proceso Transexualizador. MÉTODO: Se trata de una investigación cualitativa ubicada en el campo de los Estudios Culturales y de Género. Para la recolección de datos se utilizó la entrevista narrativa, llevada a cabo entre enero de 2010 y diciembre de 2011 con siete mujeres transexuales que se sometieron a la totalidad del Proceso Transexualizador por, un mínimo de dos años. Los datos fueron sometidos a análisis temático. RESULTADOS: Los resultados muestran que la construcción de un cuerpo femenino implica procedimientos para cambiar el comportamiento, postura, el tono de voz, el uso de la terapia hormonal, dilatación del canal vaginal y complicaciones quirúrgicas. Estos procesos someten al cuerpo a construirse como fue diseñado para adaptarse a su identidad de género, causando placeres y sufrimientos. CONCLUSIÓN: Este estudio muestra que la discusión del Proceso Transexualizador trae subsidios para enfermería acerca de los cambios corporales que experimentan las mujeres transexuales. .


OBJETIVO: Neste artigo, busca-se compreender as experiências de mulheres transexuais em relação à hormonioterapia e à cirurgia de redesignação sexual que constituem o Processo Transexualizador. MÉTODO: Trata-se de uma pesquisa qualitativa inserida no campo dos estudos culturais e de gênero. A coleta de dados utilizou entrevistas narrativas, realizadas em 2010 e 2011 com sete mulheres transexuais que se submeteram ao Processo Transexualizador há, pelo menos, dois anos. Os dados foram submetidos à análise temática. RESULTADOS: Os resultados mostram que os processos de transformação para a construção do corpo feminino envolvem adequar o comportamento, postura, empostação da voz, uso de hormônios, dilatação do canal vaginal e complicações cirúrgicas. Tais processos sujeitam o corpo a se construir conforme idealizado para adequar-se a sua identidade de gênero, infringindo-lhe prazeres e padecimentos. CONCLUSÃO: Conclui-se que a discussão que envolve o Processo Transexualizador traz subsídios para a enfermagem acerca das modificações corporais vivenciadas pelas mulheres transexuais. .


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Pleasure , Stress, Psychological , Sex Reassignment Procedures/psychology , Transgender Persons/psychology , Behavior , Body Image , Gender Identity , Gonadal Steroid Hormones/adverse effects , Gonadal Steroid Hormones/therapeutic use , Interviews as Topic , Patient Satisfaction , Personal Narratives as Topic , Postoperative Complications/psychology , Qualitative Research , Self Concept , Sex Reassignment Procedures/nursing
18.
s.l; s.n; [2014]. tab.
Non-conventional in Portuguese | LILACS, BRISA | ID: biblio-836913

ABSTRACT

Tendo em vista que a revisão da Portaria SAS nº 457 de 19 de agosto de 2008, que regulamenta o processo Transexualizador no âmbito do SUS, encontra-se em fase de finalização, esta Coordenação de Média e Alta Complexidade encaminha para conhecimento e análise desta Comissão, o impacto financeiro dos procedimentos sugeridos para incorporação: a) mastectomia simples bilateral em usuário/a sob o processo transexualizador; b) histerectomia c/ anexectomia bilateral e colpectomia em usuário/a/as sob processo transexualizador; c) cirurgias complementares de redesignação sexual; d) administração hormonal - testosterona (valor mensal); c) cirurgias complementares de redesignação sexual; d) administração hormonal - testosterona (valor mensal); acompanhamento de usuário/a/as no processo transexualizador apenas para tratamento clínico (por atendimento). Ressalta - se que a revisão da referida portaria está sendo trabalhada por técnicos, pesquisadores e especialistas afetos a área, em conjunto com o movimento social e técnicos da Coordenação Geral da Média e da Alta Complexidade/DAE/SAS, apresentamos o produto deste estudo e a solicitação de incorporação de novos procedimentos na Tabela de Procedimentos, Órteses, Próteses e materiais do SUS. Os membros da CONITEC presentes na 11ª reunião ordinária do plenário do dia 07/12/2012 recomendaram a incorporação de novos procedimentos relativos ao processo transexualizador no âmbito do SUS. Portaria nº 11, de 15 de maio de 2014. Portaria nº 11, de 15 de maio de 2014 - Torna pública a decisão de incorporar os procedimentos relativos ao processo transexualizador no Sistema Único de Saúde - SUS: mastectomia simples bilateral; histerectomia com anexectomia bilateral e colpectomia; cirurgias complementares de redesignação sexual; administração hormonal de testosterona e acompanhamento de usuários no processo transexualizador apenas para tratamento clínico.


Subject(s)
Humans , Animals , Male , Estrogens/therapeutic use , Sex Reassignment Procedures/economics , Sex Reassignment Surgery/economics , Testosterone/therapeutic use , Transsexualism , Brazil , Health Services for Transgender Persons , Technology Assessment, Biomedical , Unified Health System
19.
Rev. bioét. (Impr.) ; 20(3)21.12.2012.
Article in Portuguese, English | LILACS | ID: lil-664971

ABSTRACT

O presente artigo visa analisar os aspectos bioéticos relacionados às recentes práticas de genitoplastia em bebês do sexo feminino na Índia, levando em conta os principais aspectos que influenciam essa prática sob os pontos de vista psicológico, fisiológico, sociocultural e histórico. O método baseou-se na revisão bibliográfica de artigos publicados em base de dados como SciELO e Pubmed e na leitura de livros-texto referentes ao tema. Na discussão, foram analisados aspectos históricos e mitológicos que contribuíram para a construção da posição atual da mulher indiana na sociedade, reunindo conceitos de cultura e aspectos sociais associados ao tema. Entre os argumentos contrários à realização de genitoplastia se destacam os prejuízos à saúde da menina e, sobre tudo, o questionamento ético da atitude de pais e médicos. Mediante a análise de todos esses fatores, concluiu-se que o resultado dessa prática é nocivo à bebê e foram sugeridas medidas para a extinção do procedimento.


Este aroculo tiene como objetivo principal el análisis de los aspectos bioéticos relacionados a las recientes prácticas de Genitoplastia realizadas en bebés del sexo femenino en la India, teniendo en cuenta los princpales aspectos que influencian dicha práctica desde un punto de vista psicológico, fisiológico, sociocultural e histórico. El método utilizado se ha basado en el estudio bibliográfico de aroculos cienoficos sacados de páginas web, tal como SciELO y Pubmed, y en la lectura de libros de texto referentes al tema. En la discusión, se analizaron aspectos históricos y mitológicos que contribuyeron a la construcción de la posición de la mujer india en la sociedad, reuniendo conceptos acerca de la cultura y aspectos sociales relacionados al tema en cuestión. Entre los argumentos en contra de la realización de la Genitoplastia se destacan los daños causados a la salud de la niña y, sobre todo, el cuestionamiento ético de la actitud de los padres y de los médicos. Tras analizarse todos los factores concernientes, se llega a la conclusión de que el resultado de esta práctica es nocivo al bebé y fueron sugeridas algunas medidas para la extinción del procedimiento.


The objective of the present article is to discuss the bioethical aspects of recent genitoplasty practices in female babies in India, taking into consideration psychological, physiological, social, cultural and historical issues that influence such practice. The methodology was based on reviews of articles published in the databases of SciELO and Pubmed websites and on the reading of books which could validate our reasoning. In the discussion, historical and mythological aspects that have built the current position of the woman in the Indian society were addressed, by gathering culture concepts and social subjects related to the theme. Among arguments against the performance of genitoplasty, harms to the girl’s health were highlighted, and mainly the ethical questioning of parents and doctors attitude. Through the analysis of all these factors, it was concluded that the result is harmful to the infant and some measures for the extinction of the procedure were suggested.


Subject(s)
Humans , Female , Child , Bioethics , Child , Cultural Characteristics , Culture , Gender Identity , Review , Sex Reassignment Procedures , Women , Cultural Factors , Psychosocial Impact
20.
Rev. chil. neuropsicol. (En línea) ; 6(1): 34-41, jul. 2011. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-609935

ABSTRACT

Las funciones cognitivas, como el aprendizaje, la memoria y las funciones ejecutivas, son afectadas por las hormonas esteroides sexuales. El objetivo fue evaluar el perfil cognoscitivo en personas transexuales hombre a mujer (TH-M) en presencia y ausencia de tratamiento hormonal con estrógenos. Participaron un total de 54 sujetos. El grupo experimental fue de 22 pacientes TH-M, dividido en dos grupos: con tratamiento hormonal (n=9) y sin tratamiento hormonal (n=13). El grupo control fue conformado por hombres (n=16) y mujeres (n=16), pareados en edad y escolaridad. Evaluados con la batería NEUROPSI: Atención y Memoria (Ostrosky-Solís, Gómez, Matute, Roselli, Ardila & Pineda, 2003). Los grupos transexuales tuvieron mejores puntajes que los controles en atención inmediata y en formación de categorías, pero mostraron menores puntajes que los controles en codificación de material visoespacial y de caras, en memoria verbal inmediata y evocada. Se encontraron correlaciones negativas entre meses de tratamiento y la codificación visoespacial, memoria para caras y memoria verbal. Los resultados sugieren que las hormonas sexuales tienen efectos organizadores y activadores sobre la cognición.


Mental functions, including learning, executive functions and memory, are susceptible to be affected by sexual steroids hormones. The objective was to evaluate the cognitive profile of transsexual’s male to female (TM-F) in presence and absence of hormonal treatment with estrogens. A total of 54 subjects participated. The experimental group was conformed by 22 patients in condition transsexual male to female, divided in two groups: with hormonal treatment (n=9) and without hormonal treatment (n=13). The control group was conformed by heterosexual men (n=16) and women (n=16) paired in age and schooling to the experimental group. Subjects were evaluated by a comprehensive neuropsychological battery, NEUROPSI: Attention and Memory (Ostrosky-Solís, Gómez, Matute, Roselli, Ardila & Pineda, 2003). Transsexual’s groups performed better than controls in immediate attention, category formation, but worse than controls in visuospatial codification, faces, recall and immediate verbal memory. Negative correlations were founded between treatment months in visuospatial codification, faces, and verbal memory.


Subject(s)
Humans , Male , Cognition , Executive Function , Estrogens/administration & dosage , Transsexualism/psychology , Transsexualism/drug therapy , Learning , Case-Control Studies , Estrogens/adverse effects , Feminization , Memory , Neuropsychological Tests , Sex Reassignment Procedures
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