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1.
Arq. neuropsiquiatr ; 79(12): 1123-1128, Dec. 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1355700

ABSTRACT

ABSTRACT Background: Sleep architecture and sleep hygiene might be disrupted by several pathogenetic mechanisms, and the effect of smoking has not been evaluated. Objective: To investigate the effect of smoking on sleep hygiene behaviors that might be associated with the deterioration of quality-of-life (QoL) parameters. Methods: In a prospective cross-sectional study, smokers (n=114) and nonsmokers (n=119) were included. The Pittsburgh Sleep Quality İndex (PSQI), the Epworth Daytime Sleepiness Scale (ESS), the Sleep Hygiene Index (SHI), and the Short Form-36 quality of life scale (SF-36) were applied. Results: We found that none of the components, as well as the PSQI total score were affected in smokers compared with the nonsmoker controls (65.5% of smokers had poor sleep compared to 62.5% of nonsmokers). Although smokers tend to get out of bed at different times from day to day and do important work before bedtime (components of the SHI) more often than non-smokers, no significant differences were detected between groups in any component and SHI total score (27.91±6.72 for smokers and 29.23±8.0 for non-smokers). ESS, depression and anxiety symptoms, and SHI scores in smokers with poor sleep quality were significantly different compared with smokers that had normal sleep quality. Both PSQI and SHI scores were inversely associated with QoL parameters. Conclusions: Our results suggest that smoking by itself is not associated with poor sleep hygiene or sleep quality. It can be concluded that worse SHI and quality of sleep negatively affect QoL, depression, and anxiety in smokers.


RESUMO Antecedentes: A arquitetura e a higiene do sono podem ser interrompidas por vários mecanismos patogenéticos, e o efeito do tabagismo ainda não foi avaliado. Objetivo: Investigar o efeito do tabagismo nos comportamentos de higiene do sono que podem estar associados à deterioração dos parâmetros de qualidade de vida (QV). Métodos: Em um estudo transversal prospectivo, foram incluídos fumantes (n=114) e não fumantes (n=119). Foram aplicados o índice de qualidade do sono de Pittsburgh (Pittsburgh Sleep Quality İndex - PSQI), a escala de sonolência diurna de Epworth (ESS), o índice de higiene do sono (Sleep Hygiene Index - SHI) e a escala de qualidade de vida Short Form-36 (SF-36). Resultados: Descobrimos que nenhum dos componentes, assim como o escore total do PSQI, foram afetados em fumantes em comparação com os controles não fumantes (65,5% dos fumantes dormiam mal em comparação com 62,5% dos não fumantes). Embora os fumantes tendam a sair da cama em horários diferentes do dia a dia e fazer trabalhos importantes antes de dormir (componentes do SHI) com mais frequência do que os não fumantes, não foram detectadas diferenças significativas entre os grupos em qualquer componente e pontuação total do SHI (27,91±6,72 para fumantes e 29,23±8,0 para não fumantes). A ESS, os sintomas de depressão e ansiedade e os escores SHI em fumantes com má qualidade de sono foram significativamente diferentes em comparação com fumantes com qualidade de sono normal. Os escores do PSQI e SHI foram inversamente associados aos parâmetros de QV. Conclusões: Nossos resultados sugerem que o tabagismo por si só não está associado à má higiene ou qualidade do sono. Pode-se concluir que o pior SHI e a qualidade do sono afetam negativamente a QV, a depressão e a ansiedade em fumantes.


Subject(s)
Humans , Quality of Life , Sleep Wake Disorders/etiology , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Sleep , Smoking/adverse effects , Cross-Sectional Studies , Prospective Studies , Sleep Hygiene
2.
Arch. argent. pediatr ; 119(5): 296-: I-303, XXVIII, oct. 2021. tab, ilus
Article in English, Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1292002

ABSTRACT

Los problemas del sueño (PS) son frecuentes, principalmente en niñas y niños con trastornos del desarrollo (TD), y causan un impacto en su funcionamiento y calidad de vida familiar. El pediatra tiene un rol importante en su abordaje. Objetivo. Definir la frecuencia y los tipos de PS en una muestra de niñas y niños con TD, determinar la proporción de pediatras que abordaron estas dificultades, evaluar los efectos de la higiene del sueño (HS) y describir el impacto de la pandemia por COVID-19 en el sueño. Población y métodos. Estudio cuasiexperimental. El diagnóstico de PS se realizó con la preocupación de los padres y/o criterios clínicos. Se brindaron estrategias de HS, luego se evaluó su efecto según referencia de los padres y uso del cuestionario CSHQ-S (Children ́s Sleep Habits Questionnaire en español) pre- y posestrategias. Durante la pandemia por COVID-19, se midió nuevamente la variable PS y las relacionadas a HS. Resultados. Se incluyeron 161 niñas y niños. La frecuencia de PS fue del 55 %. El 80 % mejoró con HS. El 83 % tenía pediatra de cabecera, y de ellos, el 45 % había preguntado acerca del sueño. Durante la pandemia por COVID-19 hubo aumento de PS y cambios en las variables de HS. Conclusión. Aproximadamente la mitad de los niñas y niños con TD presentan PS; esto solo fue abordado por el 45 % de los pediatras. La HS resultó beneficiosa para la mayoría, por lo que la intervención del pediatra parece fundamental. Durante la pandemia por COVID-19 aumentaron los PS, como posible reflejo del impacto ambiental en los niñas y niños con TD.


Sleep problems (SPs) are common, especially among children with developmental disorders (DDs), and affect their functioning and quality of family life. Pediatricians play a major role in their management. Objective. To define the frequency and types of SPs in a sample of children with DDs, determine the proportion of pediatricians who addressed such difficulties, assess the effects of sleep hygiene (SH), and describe the impact of the COVID-19 pandemic on sleep. Population and methods. This was a quasi-experiment. SPs were diagnosed based on parents' concerns and/or clinical criteria. SH strategies were provided and their effect was assessed as per parents' reports and the Children's Sleep Habits Questionnaire in Spanish (CSHQ-S) before and after the strategies. During the COVID-19 pandemic, the SP outcome measure and SH-related outcome measures were measured again. Results. A total of 161 children were included. The frequency of SPs was 55 %; 80 % improved with SH. Eighty-three percent of children had a primary pediatrician; of these, 45 % had consulted about sleep. During the COVID-19 pandemic, SPs increased and SH outcome measures changed. Conclusion. Approximately half of children with DDs have SPs; and the problem was only addressed by 45 % of pediatricians. SH was beneficial for most children, so pediatricians' role seems critical. During the COVID-19 pandemic, SPs increased, probably as a result of its environmental impact on children with DD


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant , Child, Preschool , Child , Sleep Wake Disorders/epidemiology , COVID-19 , Sleep , Developmental Disabilities , Surveys and Questionnaires , Pandemics , SARS-CoV-2
3.
Ciênc. Saúde Colet ; 26(4): 1457-1466, abr. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1285928

ABSTRACT

Abstract This article aims to evaluate the sleep quality in individuals during the COVID-19 pandemic by Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI). Searches were conducted in the PubMed, Embase, Web of Science, and PEDro databases, on May 22, 2020. In the publications, 208 articles were found and, considering the eligibility criteria, 10 articles were included at the end, showing the effects on sleep quality during the pandemic, in populations hospitalized, quarantined, and in frontline health professionals. The PSQI measured sleep disorders and a higher score indicated poor sleep quality. Nine articles were classified with evidence level IV and one as level III-2. Eight studies present a "serious" risk of bias and two in "moderate". The studies investigated different populations and described the results as "poor" sleep quality, considering the PSQI on quarantined individuals and frontline health professionals as the most committed. A poor sleep quality was found in the populations evaluated in the selected publications, probably, due to the COVID-19 to contribute as a risk factor for mental health. Psychological interventions must be made to minimize the consequences through social support and social capital.


Resumo O objetivo deste artigo é avaliar a qualidade do sono em indivíduos durante a pandemia de COVID-19 pelo Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (IQSP). Buscas foram realizadas nas bases de dados PubMed, Embase, Web of Science e PEDro, em 22 de maio de 2020. Nas publicações, foram encontrados 208 artigos e, considerando os critérios de elegibilidade, foram incluídos ao final 10 artigos, mostrando os efeitos na qualidade do sono durante a pandemia, em populações hospitalizadas, em quarentena e em profissionais de saúde. O IQSP mediu os distúrbios do sono e uma pontuação mais alta indicava uma má qualidade do sono. Foram classificados nove artigos com nível de evidência IV e um como nível III-2. Oito estudos apresentaram um risco de viés "crítico" e dois em "moderado". Os estudos investigaram diferentes populações e descreveram os resultados como uma má qualidade do sono, considerando o IQSP, sendo os titulares de quarentena e profissionais de saúde como os mais comprometidos. Foi encontrado uma má qualidade do sono nas populações avaliadas nas publicações selecionadas, provavelmente, devido ao COVID-19 contribuir como um fator de risco para saúde mental. Intervenções psicológicas devem ser feitas para minimizar as consequências através do apoio social e capital social.


Subject(s)
Humans , Sleep , Sleep Wake Disorders/epidemiology , COVID-19/complications , Pandemics
4.
Ciênc. Saúde Colet ; 26(2): 601-610, fev. 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1153781

ABSTRACT

Resumo O objetivo deste estudo foi estimar a frequência de problemas com o sono e os fatores associados, analisando dados da Pesquisa Nacional de Saúde, realizado em 2013 no Brasil. Os problemas com o sono foram avaliados com a pergunta "Nas duas últimas semanas, com que frequência o(a) sr(a) teve problemas no sono, como dificuldade para adormecer, acordar frequentemente à noite ou dormir mais do que de costume?", as respostas foram agrupadas em: nenhum dia, menos da metade dos dias e mais da metade dos dias. Dos indivíduos avaliados, 71,1% relataram não ter problemas com o sono em nenhum dia, 14,0% em pelo menos metade dos dias e 14,9% em mais da metade dos dias. As maiores frequências de problemas com o sono foram relatadas pelas mulheres e com o aumento da idade. Para homens e mulheres, tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, inatividade física, comportamento sedentário e hipertensão arterial apresentaram associação significativa com a frequência de problemas com o sono em mais da metade dos dias, e o excesso de peso para as mulheres. Assim, foi elevada a frequência de problemas com o sono na população brasileira. Mulheres, indivíduos mais velhos, com comportamentos de risco relacionados ao estilo de vida, hipertensão arterial e excesso de peso corporal foram os subgrupos em maior risco.


Abstract The scope of this study was to estimate the frequency of sleep-related problems and associated factors. It was a study based on data from the National Health Survey conducted in Brazil in 2013. Sleep-related problems were assessed with the question "How often have you had sleep problems in the last two weeks, such as difficulty falling asleep, waking up frequently during the night or sleeping more than usual?" The answers were grouped into: none of the days, less than half of the days and more than half of the days. Of the individuals evaluated, 71.1% reported having no problems with sleep on any day, 14.0% on at least half of the days and 14.9% on more than half of the days. The highest frequencies of sleep-related problems were reported by women and more advanced age. For men and women, smoking, alcohol abuse, physical inactivity, sedentary behavior, and high blood pressure were significantly associated with the frequency of sleep problems on more than half of the days, and also excess weight for women. Thus, the frequency of sleep-related problems in the Brazilian population was high. Women, older individuals with lifestyle-related risk behaviors, high blood pressure, and overweight were the highest risk subgroups.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Sleep , Brazil/epidemiology , Surveys and Questionnaires , Health Surveys , Sedentary Behavior
5.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 67(1): 45-51, Jan. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1287798

ABSTRACT

SUMMARY OBJECTIVE: To investigate sleep alterations and associated factors in pregnant diabetic women (n=141). METHODS: Sleep profile, sociodemographics and clinical information were collected. Poor sleep quality (Pittsburgh Sleep Quality Index >5) and excessive daytime sleepiness (Epworth Sleepiness Scale ≥10), sleep duration (h), sleep latency (min), frequent sleep interruption and short sleep (≤6 h) were assessed in type 1 diabetes mellitus (16.3%), type 2 diabetes mellitus (25.5%) and gestational diabetes mellitus (58.2%). RESULTS: Poor sleep quality was found in 58.8% of patients and daytime sleepiness in 25.7%, regardless of hyperglycemia etiology. No correlation existed between daytime sleepiness and poor sleep quality (Pearson correlation r=0.02, p=0.84). Short sleep duration occurred in 1/3 of patients (31.2%). Sleep interruptions due to frequent urination affected 72% of all and sleep interruptions due to any cause 71.2%. Metformin was used by 65.7% of type 2 diabetes mellitus and 28.7% of gestational diabetes mellitus. In gestational diabetes mellitus, parity number was independently associated with poor sleep quality (p=0.02; OR=1.90; 95%CI 1.07-3.36) and metformin use was also independently associated with poor sleep quality (p=0.03; OR=2.36; 95%CI 1.05-5.29). CONCLUSIONS: Our study originally shows that poor sleep quality and excessive daytime sleepiness are frequent in diabetic pregnancy due to different etiologies. Interestingly, only in gestational diabetes mellitus, metformin therapy and higher parity were associated with poor sleep quality.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Diabetes, Gestational/drug therapy , Diabetes, Gestational/epidemiology , Diabetes Mellitus, Type 2/complications , Diabetes Mellitus, Type 2/drug therapy , Diabetes Mellitus, Type 2/epidemiology , Hyperglycemia/epidemiology , Disorders of Excessive Somnolence , Sleep
6.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 37(8): e00207420, 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1339541

ABSTRACT

This study aims to evaluate factors associated with sleep quality (overall and by domains) in adolescents. A cross-sectional study. This study was conducted with 1,296 first-year high school students from public schools in the Northern Region of the State of Pernambuco, Brazil. Demographic, socioeconomic, and behavioral data were obtained with a questionnaire. Sleep quality was measured using the Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI) Body mass index (BMI) was calculated based on the ratio of weight and height squared. Multilevel linear and logistic regressions evaluated factors associated with sleep quality. We observed 53% of adolescents reported poor sleep quality. Adolescents at higher risk of clinical depression were 3.45 times more likely to have poor sleep quality (95%CI: 2.04; 5.81), and each additional unit in the social anxiety score presented 1.03 (95%CI: 1.01; 1.05) higher odds of adolescents having poor sleep quality. Adolescents with depressive symptoms had higher sleep latency, greater sleep disturbance, and greater daytime sleep dysfunction. Social anxiety was associated with sleep latency, sleep disturbance, and daytime sleep dysfunction. Higher risk of clinical depression was associated with all domains related to sleep quality. Negative health perception was associated with sleep disturbance, and physical inactivity was associated with daytime sleep dysfunction. Social anxiety and especially higher risk of clinical depression were determinants of poor sleep quality. Changes in sleep latency, sleep disturbance and daytime sleep dysfunction seems to be relevant to poor sleep quality.


O estudo buscou avaliar os fatores associados à qualidade do sono (global e por domínios) entre adolescentes. Foi realizado um estudo transversal com 1.296 estudantes de primeiro ano do ensino médio em escolas públicas na Região Norte do Estado de Pernambuco, Brasil. Foram obtidos dados demográficos, socioeconômicos e comportamentais através de um questionário. A qualidade do sono foi medida com o Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI). O índice de massa corporal (IMC) foi calculado como peso dividido por altura ao quadrado. Os fatores associados à qualidade do sono foram avaliados através da regressão linear multinível e logística. Observamos que 53% dos adolescentes relatavam baixa qualidade de sono. Os adolescentes com risco maior de depressão clínica apresentaram 3,45 vezes maior probabilidade de apresentar baixa qualidade de sono (IC95%: 2,04; 5,81), e cada unidade adicional na escala de ansiedade social apresentou 1,03 vezes maiores chances (IC95%: 1,01; 1,05) de baixa qualidade de sono. Os adolescentes com sintomas depressivos mostraram maior latência do sono, maior transtorno do sono e maior disfunção diurna do sono. A ansiedade social mostrou associação com latência do sono, transtorno do sono e disfunção diurna do sono. O risco maior de depressão esteve associado a todos os domínios relacionados à qualidade. Autoavaliação de saúde negativa esteve associada ao transtorno do sono, e inatividade física esteve associada à disfunção diurna do sono. Ansiedade social, e principalmente risco maior de depressão clínica, foram determinantes na baixa qualidade do sono. Mudanças na latência do sono, transtorno do sono e disfunção diurna do sono parecem ser relevantes para a baixa qualidade do sono.


El objetivo de este estudio fue evaluar factores asociados con la calidad del sueño (general y por ámbitos) en adolescentes. Se realizó un estudio transversal con 1.296 estudiantes del primer año de escuela secundaria, procedentes de escuelas públicas en la Región Norte del Estado de Pernambuco, Brasil. Se obtuvieron datos demográficos, socioeconómicos y comportamentales, a través de un cuestionario. La calidad del sueño se midió usando el Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI). El índice de masa corporal (IMC) se calculó de la ratio de peso y altura al cuadrado. Las regresiones logísticas y lineales multinivel evaluaron factores asociados con calidad del sueño deficiente. Observamos que un 53% de los adolescentes informaron de una calidad de sueño deficiente. Los adolescentes con mayor riesgo de depresión clínica fueron 3,45 veces más propensos a tener una calidad de sueño deficiente (95%CI: 2,04; 5,81), y cada unidad adicional en la puntuación de ansiedad social presentaba 1,03 (95%CI: 1,01; 1,05) mayores posibilidades de adolescentes sufriendo por calidad de sueño deficiente. Los adolescentes con síntomas depresivos presentaban mayor latencia de sueño, mayores perturbaciones en el sueño, y mayor disfunción durante el día de sueño. La ansiedad social estuvo asociada con la latencia de sueño, perturbaciones de sueño y disfunción del sueño durante el día. Un mayor riesgo de depresión clínica estuvo asociado con todos los ámbitos relacionados con calidad del sueño. Una percepción negativa de salud respecto a la perturbación de sueño e inactividad física estuvo asociada con un sueño deficiente durante el día. La ansiedad social y, especialmente, un mayor riesgo de depresión clínica fueron determinantes en una escasa calidad de sueño. Los cambios en la latencia del sueño, trastornos del sueño y disfunción del sueño durante el día parecieron relevantes para la deficiente calidad del sueño.


Subject(s)
Humans , Adolescent , Sleep Wake Disorders/etiology , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Sleep Initiation and Maintenance Disorders/epidemiology , Sleep , Brazil/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Depression/epidemiology
7.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 37(3): e00218320, 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1249414

ABSTRACT

Resumo: O sono é importante para a manutenção da saúde física, emocional e para o bem-estar. Poucos estudos avaliaram o efeito das condições socioeconômicas no sono no período da COVID-19. O objetivo foi analisar o aumento ou a incidência dos problemas do sono segundo condições demográficas e econômicas, prévias à pandemia, e segundo mudanças nas condições financeiras, ocupacionais e tarefas domésticas durante a pandemia. Estudo realizado via web, usando dados de 24 de abril a 24 de maio, com 45.160 brasileiros (18 ou mais), com amostra ponderada pelos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Mudança na qualidade do sono (desfecho), renda mensal, efeito na renda familiar, na ocupação/trabalho, sexo, faixa etária, situação conjugal e alteração no trabalho doméstico (exposições) foram reportados. Estimamos os percentuais de início ou aumento dos problemas com o sono e os OR ajustados. A chance de exacerbação dos problemas com o sono foi de 34%, 71% e duas vezes maior nas pessoas com renda inferior a um salário mínimo antes da pandemia, nas que perderam o emprego e naquelas que tiveram a renda muito diminuída/ficaram sem renda, respectivamente. A chance de piorar os problemas do sono foi 82% maior nas mulheres; três vezes maior (OR = 3,14) na população com 18 a 29 anos, em relação aos idosos; e maior com o incremento da quantidade de tarefas domésticas (OR = 2,21). Fatores financeiros e ocupacionais foram determinantes na deterioração da qualidade do sono autorreferida, demandando ações rápidas sobre essas condições a fim de minimizar esse impacto. Gênero, faixa etária e rotinas domésticas também merecem atenção em relação à qualidade do sono.


Resumen: El sueño es importante para mantener la salud física, emocional y bienestar. Pocos estudios evaluaron el efecto de las condiciones socioeconómicas en el sueño durante el período de la COVID-19. El objetivo fue analizar el aumento o incidencia de los problemas del sueño, según condiciones demográficas y económicas, previas a la pandemia, y según cambios en las condiciones financieras, ocupacionales y tareas domésticas durante la pandemia. Estudio realizado vía web, usando datos del 24 de abril al 24 de mayo, con 45 160 brasileños (18 o más), con una muestra ponderada por los datos de la Encuesta Nacional por Muestreo de Hogares (PNAD). Se informó de cambio en la calidad de sueño (desenlace), renta mensual, efecto en la renta familiar, en la ocupación/trabajo, sexo, franja etaria, situación conyugal y alteración en el trabajo doméstico (exposiciones). Estimamos los porcentajes de inicio o aumento de los problemas con el sueño y los OR ajustados. La oportunidad de exacerbación de los problemas con el sueño fue un 34%, 71% y 2 veces mayor en las personas con renta inferior a 1 salarios mínimos antes de la pandemia, en las que perdieron el empleo y en aquellas que tuvieron la renta muy disminuida/se quedaron sin renta, respectivamente. La oportunidad de empeorar los problemas de sueño fue un 82% mayor en las mujeres; tres veces mayor (OR = 3,14) en la población con 18 a 29 años, en relación con los ancianos; y mayor con el incremento de la cantidad de tareas domésticas (OR = 2,21). Los factores financieros y ocupacionales fueron determinantes en el deterioro de la calidad del sueño autoinformada, demandando acciones rápidas sobre estas condiciones, a fin de minimizar este impacto. Género, franja de edad y rutinas domésticas también merecen atención en relación con la calidad del sueño.


Abstract: Sleep is a fundamental aspect for maintaining physical and emotional health, as well as one's well-being. Few studies have assessed the effect of socioeconomic conditions on sleep in the COVID-19 pandemic. Our objective was to analyze the increase or incidence of sleep disorders according to demographic and economic conditions, prior to the pandemic, and according to changes in financial, occupational, and household conditions during the pandemic. This study was conducted via web access, using data from April 24 to May 24, with 45,160 Brazilians (aged 18 or older), with a sample weighted by Brazilian National Household Sample Survey (PNAD) data. Change in sleep quality (outcome), monthly income, effect on family income, occupation/work, gender, age group, marital status, and change in domestic work (exposures) were reported. The percentages of onset or increase of sleep disorders and adjusted odds ratio were estimated. The chance of exacerbation of sleep disorders was 34%, 71%, and twice as high in people with income less than one minimum wage before the pandemic, in those who lost their job and in those who had a great decrease in their income/were without income, respectively. The chance of worsening sleep disorders was 82% higher in women; three times higher (OR = 3.14) in the population aged from 18 to 29, compared to the older adults; and higher with the increase in the amount of housework (OR = 2.21). Financial and occupational factors were determinants in the worsening of self-reported sleep quality, requiring rapid actions on these conditions in order to minimize this effect. Gender, age group, and household routines also deserve attention regarding sleep quality.


Subject(s)
Humans , Female , Adolescent , Aged , Sleep Wake Disorders/epidemiology , COVID-19 , Brazil/epidemiology , Incidence , Pandemics , SARS-CoV-2
8.
Rev. latinoam. enferm. (Online) ; 29: e3444, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS, BDENF | ID: biblio-1289763

ABSTRACT

Objective: to determine the prevalence of sleep quality and common mental disorder in Nursing professionals and factors associated with sleep change. Method: a cross-sectional, analytical and quantitative study developed with 196 Nursing professionals of a public hospital and a mixed one. Data was collected by means of an instrument of sociodemographic characterization, by the Self-Report Questionnaire 20 and Pittsburgh Sleep Quality Index and were analyzed by descriptive and inferential statistics to identify possible factors associated with sleep changes. Results: sleep changes were identified among the Nursing professionals with a frequency of 76.5% (70.4-82.1). Sleep quality was classified as poor in 41.8% (41.8-55.6) and sleep disorder in 27.6%. (21.4-34.2). The prevalence of common mental disorder was identified in 36.7% (30.1-43.9). The main factor for poor sleep quality was the presence of common mental disorder (Odds Ratio: 5.15; p<0.001). Conclusion: sleep changes were prevalent and the characteristics of the work environment and the presence of mental disorder showed relevance in the changes.


Objetivo: determinar a prevalência da qualidade do sono e do transtorno mental comum em profissionais de enfermagem e os fatores associados à alteração do sono. Método: estudo transversal, analítico e quantitativo desenvolvido com 196 profissionais de enfermagem de um hospital público e um misto. Os dados foram coletados por meio de instrumento de caracterização sociodemográfica, do Self-Report Questionnaire 20 e do Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh e foram analisados por estatística descritiva e inferencial para identificar possíveis fatores associados com a alteração no sono. Resultados: a alteração do sono foi identificada entre os profissionais de enfermagem numa frequência de 76,5% (70,4-82,1). A qualidade do sono foi classificada como ruim em 41,8% (41,8-55,6) e o distúrbio do sono em 27,6% (21,4-34,2). Identificou-se uma prevalência de transtorno mental comum em 36,7% (30,1-43,9). O principal fator para a má qualidade do sono foi a presença de transtorno mental comum (Odds ratio: 5,15 p<0,001). Conclusão: as alterações de sono foram prevalentes e as características do ambiente de trabalho e a presença de transtorno mental comum apresentaram relevância com as alterações.


Objetivo: determinar la prevalencia de la calidad del sueño y del trastorno mental común en los profesionales de enfermería y factores asociados a los trastornos del sueño. Método: se trata de un estudio transversal, analítico y cuantitativo desarrollado con 196 profesionales de enfermería de un hospital público y otro mixto. Los datos se recolectaron mediante un instrumento de caracterización sociodemográfica, utilizando el Self-Report Questionnaire 20 y el Índice de Calidad de Sueño de Pittsburgh y se analizaron utilizando estadísticas descriptivas e inferenciales para identificar posibles factores asociados con trastornos del sueño. Resultados: se identificaron trastornos del sueño entre los profesionales de enfermería con una frecuencia del 76,5% (70,4-82,1). La calidad del sueño se clasificó como mala en el 41,8% (41,8-55,6) y trastorno del sueño en el 27,6% (21,434,2). Se identificó una prevalencia de trastorno mental común en el 36,7% (30,1-43,9). El factor principal de la mala calidad del sueño fue la presencia de trastorno mental común (Odds ratio: 5,15 p<0,001). Conclusión: los trastornos del sueño fueron prevalentes y las características del entorno laboral y la presencia de trastorno mental común fueron relevantes para los trastornos del sueño.


Subject(s)
Humans , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Hospitals , Mental Disorders/epidemiology , Nurse Practitioners , Occupational Health Nursing
9.
Article in English | LILACS, SES-SP | ID: biblio-1136741

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To investigate the prevalence of self-reported trouble sleeping due to dental problems and its association with oral conditions in schoolchildren. Methods: This is a cross-sectional study carried out with a representative sample of 1,589 schoolchildren aged 8-10 years enrolled in public schools from Florianópolis, Santa Catarina, Brazil. Non-clinical data included a questionnaire about socioeconomic indicators answered by parents/guardians. Children were questioned about whether they had trouble sleeping due to dental problems and about previous history of toothache. Clinical oral examinations were performed to evaluate dental caries - Decayed, Missing, and Filled Teeth Index (DMFT/dmft index) and its clinical consequences [PUFA/pufa index: considering the presence of pulpal involvement (P/p); ulceration of tissues due to tooth fragments from decayed crowns (U/u); fistula (F/f); and abscesses (A/a), and traumatic dental injuries (TDI)]. We conducted a descriptive analysis and used adjusted logistic regression models (p<0.05; 95%CI). Results: The prevalence of trouble sleeping due to dental problems was 28%. Children with untreated dental caries (OR 1.32; 95%CI 1.05-1.67) and clinical consequences from the PUFA/pufa index (OR 1.89; 95%CI 1.45-2.46) had higher chances of reporting trouble sleeping due to dental problems. Conclusions: Approximately one-third of the children declared having trouble sleeping due to dental problems. Untreated dental caries and its clinical consequences were associated with self-reported trouble sleeping due to dental problems in schoolchildren.


RESUMO Objetivo: Investigar a prevalência de problemas para dormir por motivos dentários autorrelatado e sua associação com condições orais adversas em escolares. Métodos: Estudo transversal com amostra representativa de 1589 escolares de 8 a 10 anos matriculados em escolas públicas de Florianópolis, Brasil. Os dados não clínicos incluíram um questionário sobre indicadores socioeconômicos respondidos pelos pais/cuidadores. As crianças foram questionadas se tinham problemas para dormir por motivos dentários e sobre episódios anteriores de dor de dente. Foram realizados exames clínicos orais para avaliar: cárie dentária - Índice de Dentes Cariados, Perdidos e Obturados (índice CPO-D/ceo-d) - e suas consequências clínicas (índice PUFA/pufa - presença de envolvimento pulpar (P/p); ulceração (U/u); fístula (F/f); e abscessos (A/a) e traumatismo dental (TD). Foram realizados análise descritiva e modelos ajustados de regressão logística (p<0,05; IC95%). Resultados: A prevalência de problemas para dormir por motivos dentários foi de 28%. Crianças com cárie dentária não tratada (OR 1,32; IC95% 1,05-1,67) e presença de índice PUFA/pufa (OR 1,89; IC95% 1,45-2,46) apresentaram maiores chances de relatar problemas para dormir devido a razões dentárias. Conclusões: Aproximadamente, um terço das crianças apresentou problemas para dormir devido a razões dentárias. Cárie dentária não tratada e suas consequências clínicas foram associadas a problemas autorrelatados para dormir por motivos dentários em escolares.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Toothache/epidemiology , Dental Caries/epidemiology , Socioeconomic Factors , Students/statistics & numerical data , Brazil/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Dental Caries/diagnosis
10.
Arq. neuropsiquiatr ; 78(12): 772-777, Dec. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1142375

ABSTRACT

ABSTRACT Introduction: We aimed to identify sleep disorders in patients with epilepsy and compare this group with a healthy population. We also analyzed the features of sleep disorders in patients with epilepsy to demonstrate the effect of seizures and seizure types on sleep. Methods: Our study assessed 43 patients with epilepsy and 53 age- and gender-matched healthy controls. The demographic and clinical data of all participants were recorded. The Epworth Sleepiness Scale, Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI), International Restless Legs Syndrome Study Group Rating Scale, Berlin Questionnaire, and Beck Depression Inventory (BDI) were administered to all study subjects. The interview used to evaluate insomnia is based on the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, 5th Edition - DSM-5 diagnostic criteria. Results: Twenty-four patients (55.8%) and 26 controls (49.1%) are women. The mean age of patients and controls was 34.2±11.37 (16-71) and 34.6±11.28 (16-77), respectively. Patients with epilepsy had depression more often than controls, a result that was statistically significant (p<0.0001). We found no statistically significant difference between sleep parameters of patients and controls with normal BDI scores (p>0.05). Patients with depression had worse results on the Berlin Questionnaire and PSQI total score, with statistical significance (p=0.002). Nocturnal seizures, seizure type, and drug treatment had no effect on sleep (p>0.05). Conclusion: We concluded that depression rather than epilepsy negatively affects sleep, suggesting that all patients should be asked about their mood and sleep complaints.


RESUMO Introdução: O objetivo deste estudo foi identificar distúrbios do sono em pacientes com epilepsia e compará-los com uma população saudável. Também foram examinadas as características dos distúrbios do sono em pacientes com epilepsia para demonstrar o efeito e os tipos de convulsões no sono. Métodos: O estudo consistiu em 43 pacientes com epilepsia e 53 controles saudáveis ​​pareados por idade e sexo. Os dados demográficos e clínicos de todos os participantes foram registrados. Todos os participantes do estudo receberam a Escala de Sonolência de Epworth, o Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (Pittsburch Sleep QUality Index - PSQI), o Questionário do Grupo Internacional de Estudos das Pernas Inquietas, o Questionário de Berlim e o Inventário de Depressão de Beck. A entrevista usada para avaliar a insônia é baseada nos critérios do DSM-V. Resultados: Vinte e quatro pacientes (55,8%) são do sexo feminino e vinte e seis do grupo controle (49,1%) são do sexo feminino. A média de idade dos pacientes e do grupo controle é de 34,2±11,37 (16-71) e 34,6±11,28 (16-77), respectivamente. Pacientes com epilepsia sofrem mais de depressão do que os controles e esse resultado é estatisticamente significativo (p<0,0001). Não houve diferença estatisticamente significativa entre os parâmetros do sono dos pacientes e dos controles que apresentaram escores de Beck normais (p>0,05). Pacientes com depressão apresentam resultados piores no escore total do PSQI de Berlim, o que é estatisticamente significativo (p=0,002). As convulsões noturnas, o tipo de convulsão e o tratamento medicamentoso não afetaram o sono (p>0,05). Conclusão: Determinamos que a depressão, e não a epilepsia, afeta negativamente o sono dos pacientes, sugerindo que todos os pacientes devem ser questionados sobre seu humor e queixas de sono.


Subject(s)
Humans , Female , Sleep Wake Disorders/etiology , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Epilepsy/complications , Psychiatric Status Rating Scales , Sleep , Surveys and Questionnaires , Depression/epidemiology
11.
Arq. neuropsiquiatr ; 78(11): 708-712, Nov. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1142357

ABSTRACT

ABSTRACT Background: Restless legs syndrome (RLS) is one of the most common and burdensome sleep disorders in the course of multiple sclerosis (MS). Objective: To evaluate common MS-related symptoms and consequences between groups with and without RLS and further assess the association of quality of life determinants with RLS symptom severity. Methods: According to their RLS status, 46 relapsing-remitting MS patients were divided into MS-RLS+ (n=19) and MS-RLS- groups (n=27). Specific questionnaires were administered to assess the patients' health-related quality of life (HRQoL), fatigue levels, sleep quality, daily sleepiness, anxiety, and depression symptoms. Functional capacity was examined using the Expanded Disability Status Scale (EDSS). Results: The prevalence of RLS was 41.3%. Compared to the MS-RLS- group, those with RLS had higher EDSS scores, more cranial and spinal lesions, longer disease duration, and were older. In the MS-RLS+ group, symptom severity scores were positively correlated with higher anxiety and poorer sleep quality. The symptom severity score was negatively correlated with mental HRQoL and pain scores. Conclusion: In conclusion, the findings of the current study indicate the negative impact of RLS on functional capacity, anxiety, sleep quality, and mental HRQoL of MS patients. Further studies using more accurate diagnostic strategies for identifying RLS and other sleep disorders are necessary to clarify the association of MS with RLS and explore relevant clinical implications.


RESUMEN Antecedentes: El síndrome de piernas inquietas (SPI) es uno de los trastornos del sueño más comunes y onerosos en el curso de la esclerosis múltiple (EM). Objetivo: El objetivo de este estudio fue evaluar los síntomas y las consecuencias comunes asociados con la EM entre los grupos con y sin SPI y evaluar aún más la asociación de los determinantes de la calidad de vida con la gravedad de los síntomas del SPI. Métodos: De acuerdo con su estado de SPI, 46 pacientes con EM recurrente-remitente se dividieron en los grupos EM-SPI+ (n=19) y EM-SPI- (n=27). Se utilizaron cuestionarios específicos para evaluar la calidad de vida relacionada con la salud (CVRS), los niveles de fatiga, la calidad del sueño, la somnolencia diaria, la ansiedad y los síntomas de depresión de los pacientes. La capacidad funcional se examinó mediante la escala ampliada del estado de discapacidad (Expanded Disability Status Scale — EDSS). Resultados: La prevalencia de SPI fue del 41,3%. Em comparación com el grupo EM-SPI-, aquellos com SPI tenían púntuaciones más altas em la EDSS, más lesiones craneales y espinales, mayor duración de la enfermedad y eran mayores. Los puntajes de gravedad de los síntomas em el grupo EM-SPI+ se correlacionaron positivamente con una mayor ansiedad y una peor calidad del sueño. Se observaron correlaciones negativas entre la puntuación de gravedad de los síntomas y la CVRS mental y los puntajes de dolor. Conclusiones: En conclusión, el estudio actual indica el impacto negativo del SPI en la discapacidad funcional, la ansiedad, la calidad del sueño y la CVRS mental de los pacientes con EM. Se necesitan más estudios que utilicen estrategias de diagnóstico más precisas para identificar el SPI y otros trastornos del sueño para aclarar la asociación de la EM con el SPI y para explorar implicaciones clínicas relevantes.


Subject(s)
Humans , Restless Legs Syndrome/epidemiology , Sleep Wake Disorders/etiology , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Multiple Sclerosis/complications , Anxiety/etiology , Anxiety/epidemiology , Quality of Life , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires
12.
Ciênc. Saúde Colet ; 25(4): 1483-1490, abr. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1089519

ABSTRACT

Abstract This study aimed to investigate whether attitudes towards body weight dissatisfaction is associated with perceived health and impairments in sleep among a national population-based sample of Brazilian adolescents. This is a cross-sectional data from the 2015 National School-Based Health Survey (PeNSE). A total of 100.182 students (70.8% were between 14 to 15) in ninth-grade, enrolled in public and private schools were eligible for data analysis. Variables were measured using a questionnaire and binary logistic regression was used. There was association between attitudes towards body weight dissatisfaction and perceived health (not controlling weight = OR: 2.19, 95%CI: 2.00-2.40; trying to lose = OR: 1.90, 95%CI: 1.75-2.05; gain = OR: 2.22, 95%CI: 2.01-2.46; maintain = OR: 1.81, 95%CI: 1.54-2.14). Adolescents were also more likely to present impairments in sleep (not controlling weight = OR: 1.21, 95%CI: 1.11-1.32; trying to lose = OR: 1.16, 95%CI: 1.08-1.25; gain = OR: 1.43, 95%CI: 1.28-1.61; maintain = OR: 1.43, 95%CI: 1.22-2.68). Dissatisfaction is an additional concern in the daily life of adolescents, which is associated to depreciation of the quality of sleep and decrement of psychological well-being.


Resumo Este estudo teve como objetivo investigar se as atitudes em relação à insatisfação com o peso corporal (PC) estão associadas à saúde percebida e ao comprometimento do sono em uma amostra de base populacional de estudantes brasileiros. A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar possui delineamento transversal e foram elegíveis para as análises 100.182 estudantes do nono ano. Foi utilizado regressão logística binária para analisar a associação entre as variáveis investigadas, obtidas por meio de questionário. Houve associação entre as atitudes em relação à insatisfação com o PC e a saúde percebida, indicando que aqueles insatisfeitos com o PC apresentaram maior OR para a percepção negativa de saúde (não controlando o peso = OR: 2,19, IC95%: 2,00-2,40, tentando perder = OR: 1,90, IC95%: 1,75-2,05; ganhar = OR: 2,22, IC95%: 2,01-2,46; manter = OR: 1,81, IC95%: 1,54-2,14) e para o comprometimento do sono (não controlando o peso = OR: 1,21, IC95%: 1,11-1,32; tentando perder = OR: 1,16, IC95%: 1,08-1,25; ganhar = OR: 1,43,95 % CI: 1,28-1,61; manter = OR: 1,43, IC95%: 1,22-1,68) em relação àqueles satisfeitos com o PC. A insatisfação é uma preocupação adicional na vida diária dos adolescentes, que está associada à depreciação da qualidade do sono e à diminuição do bem-estar psicológico.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Personal Satisfaction , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Body Weight , Health Knowledge, Attitudes, Practice , Adolescent Health , Body Image , Brazil , Confidence Intervals , Logistic Models , Odds Ratio , Mental Health , Cross-Sectional Studies , Health Surveys
13.
Braz. oral res. (Online) ; 34: e019, 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1089396

ABSTRACT

Abstract The aim of this study was to verify the oral habits, symptoms, and characteristics of some children aged 8 to 10 years that could be associated with possible sleep bruxism. A cross-sectional study was performed. Questionnaires were sent to parents to obtain information on sex, age, school shift, sleep quality, parents' perception of children's behavior, and children's oral habits (nail biting, object biting, and lip biting), and symptoms such as headache or earache. In addition, parents reported the frequency of sleep bruxism (no day to 7 days a week). Descriptive analysis and multinomial logistic regression were performed and the level of significance was set at 5%. A total of 1,554 parents of children aged 8 to 10 years participated in this study. Possible sleep bruxism was reported as mild for 65.7%, moderate for 25.3%, and severe for 9% of the children. In the adjusted multinomial logistic regression, boys were 79% more likely to have sleep bruxism (OR: 1.79; 95%CI 1.23-2.60) and were 2.06 more times at risk of being in the habit of lip biting (OR: 2.06; 95%CI 1.26-3.37). Children with possible severe sleep bruxism were 61% more likely to develop object biting (OR: 1.61; 95%CI 1.09-2.39), 52% more likely to have headaches (OR: 1.52; 95%CI 1.01-2.28), and 3.29 more times at risk of poor sleep quality (OR: 3.29; 95%CI 2.25-4.82). Based on the report, boys with lip and object biting habits, headaches, and poor sleep quality presented a higher chance of possible severe sleep bruxism.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Sleep Bruxism/epidemiology , Habits , Sleep Wake Disorders/complications , Severity of Illness Index , Brazil/epidemiology , Logistic Models , Sex Factors , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Risk Factors , Sleep Bruxism/etiology , Headache/complications , Headache/epidemiology
14.
Epidemiol. serv. saúde ; 29(4): e2020427, 2020. tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1124771

ABSTRACT

Objetivo: Analisar a frequência de tristeza, nervosismo e alterações do sono durante a pandemia de COVID-19 no Brasil, identificando os segmentos demográficos mais afetados. Métodos: Estudo transversal, com questionário aplicado via web a adultos e idosos, coletando informações sobre condições de vida, saúde e comportamento. Foram estimadas prevalências e razões de prevalências ajustadas por idade e sexo. Resultados: De 45.161 brasileiros respondentes, verificou-se que, durante a pandemia, 40,4% (IC95% 39,0;41,8) se sentiram frequentemente tristes ou deprimidos, e 52,6% (IC95% 51,2;54,1) frequentemente ansiosos ou nervosos; 43,5% (IC95% 41,8;45,3) relataram início de problemas de sono, e 48,0% (IC95% 45,6;50,5) problema de sono preexistente agravado. Tristeza, nervosismo frequentes e alterações do sono estiveram mais presentes entre adultos jovens, mulheres e pessoas com antecedente de depressão. Conclusão: As elevadas prevalências encontradas indicam a necessidade de garantir a provisão de serviços de atenção à saúde mental e à qualidade do sono, adaptados ao contexto pandêmico.


Objetivo: Analizar la frecuencia de tristeza, nerviosismo y trastornos del sueño durante la pandemia de COVID-19 en Brasil. Métodos: Estudio transversal, con cuestionario aplicado a adultos y ancianos vía web, que recopiló información sobre las condiciones de vida, la salud y los comportamientos de salud. Se estimaron prevalencias y razones de prevalencia que se ajustaron por edad y sexo. Resultados: Con datos de 45.161 encuestados, se encontró que el 40,4% (IC95% 41,4; 46,7) de los brasileños a menudo se sentía triste o deprimido y el 52,6% (IC95% 51,2; 54,1) a menudo ansioso o nervioso; el 43,5% (IC95% 41,8; 45,3) comenzó a tener trastornos de sueño y el 48,0% (IC95% 45,6; 50,5) tuvo trastorno de sueño previo agravado. La tristeza, el nerviosismo y los trastornos del sueño fueron mucho más intensos en adultos jóvenes, mujeres y personas con antecedentes de depresión. Conclusión: Las altas prevalencias encontradas indican la necesidad de garantizar la provisión de servicios a la salud mental y a la calidad del sueño, de forma adaptada al contexto pandémico.


Objective: To analyze the frequency of sadness, nervousness, and sleep disorders during the COVID-19 pandemic in Brazil, identifying the most affected demographic segments. Methods: This was a cross-sectional study using an online questionnaire answered by adults and elderly people to collect information on living conditions, health and health-related behaviors. Prevalence rates and prevalence ratios adjusted for age and sex were estimated. Results: The data on 45,161 Brazilian respondents showed that during the pandemic 40.4% (95%CI 39.0;41.8) frequently felt sad or depressed and 52.6% (95%CI 51.2;54.1) frequently felt anxious or nervous; 43.5% (95%CI 41.8;45.3) reported the onset of sleep problems and 48.0% (95%CI 45.6;50.5) had a prior sleep problem that had become worse. Frequent sadness and nervousness, as well as change in sleep patterns were higher in young adults, women and those with a history of depression. Conclusion: The high prevalence found indicates the need to guarantee the provision of services for mental health and quality of sleep that are adapted to the pandemic context.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Anxiety/epidemiology , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Coronavirus Infections/psychology , Coronavirus Infections/epidemiology , Depression/epidemiology , Brazil/epidemiology , Mental Health/statistics & numerical data , Cross-Sectional Studies , Pandemics , Sadness/psychology
15.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-880587

ABSTRACT

OBJECTIVES@#Sleep disorders directly affect health-related quality of life, so it is of great significance to investigate the risk factors of sleep disorders and to actively intervene. This study aims to investigate the relationship between dietary patterns and associated factors and sleep disorders among the health screening populations in Changsha.@*METHODS@#A cross-sectional study was carried out in 86 073 subjects aged 18-70 years old who underwent the health screening. The association between dietary patterns and sleep disorders was analyzed. The associated factors for sleep disorders were identified via by principal component analysis and classification tree model.@*RESULTS@#The overall prevalence of reporting sleep disorders was 18.64%. Four major dietary patterns (healthy, snacks, whole-grain, and fried food patterns) were identified. In logistic regression, snacks and fried food patterns had higher risk of sleep disorders. The whole-grain pattern was a protective factor for sleep disorders. Nine associated factors including age, susceptibility to anxiety, snacking parterns, feelings of depression, chronic pain, physical activity, educational level, gender, and weight, and 9 groups at high risk for sleep disorders were identified by classification tree model.@*CONCLUSIONS@#Sleep disorders are prevalent in the health screening population of Changsha. There is a close association between snacks dietary patterns and sleep disorders. It is necessary to promote healthy and reasonable diet, and keep good lifestyle for the prevention and control of sleep disorders. Health management after physical examination should take different health interventions for high-risk groups with different characteristics of sleep disorders.


Subject(s)
Adolescent , Adult , Aged , Cross-Sectional Studies , Diet , Feeding Behavior , Health , Humans , Mass Screening , Middle Aged , Quality of Life , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Young Adult
16.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 65(12): 1454-1458, Dec. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1057083

ABSTRACT

SUMMARY OBJECTIVE Evaluate the quality of sleep and its association with the use of computers and cell-phones among medicine and dentistry students. METHODS Cross-sectional and comparative study, which evaluated 425 students through a socioeconomic questionnaire, the Pittsburgh Sleep Quality Index(PSQI), and a questionnaire on their use of computers and cell phones. RESULTS Poor sleep quality was observed in 61.4% of medical students and in 60.1% of dentistry students. Medical students with poor sleep quality had a higher mean time of computer use at night when compared to those with good sleep quality (p=0.04), as well as for computer (p<0.001) and cell phone use (p<0.01) immediately before bedtime. Dentistry students with poor sleep quality had a higher average time of computer use before bedtime than those with good sleep quality (p=0.03). CONCLUSION Students should receive guidance on prevention strategies and quality of sleep care.


RESUMO OBJETIVO Avaliar a qualidade de sono e sua associação com uso de computadores e celulares em estudantes de medicina e odontologia. MÉTODOS Estudo transversal e comparativo, que avaliou 425 estudantes por meio de questionário socioeconômico, Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI) e uso de computador e telefone celular. RESULTADOS Sono de má qualidade foi observado em 61,4% dos estudantes de medicina e em 60,1% de odontologia. Para os estudantes de medicina, os tempos médios de uso de computador durante a noite (p=0,04) e computador (p<0,001) e celular (p<0,001) imediatamente antes de dormir foram maiores para os estudantes com má qualidade de sono. Para os estudantes de odontologia, o tempo médio de uso do computador imediatamente antes de dormir foi maior para aqueles com má qualidade de sono (p=0,03). CONCLUSÃO Os estudantes devem receber orientações sobre estratégias de prevenção e cuidados com a qualidade do sono.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Sleep , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Students, Dental/statistics & numerical data , Students, Medical/statistics & numerical data , Computers/statistics & numerical data , Cell Phone Use/statistics & numerical data , Socioeconomic Factors , Time Factors , Brazil/epidemiology , Logistic Models , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Statistics, Nonparametric
17.
Ciênc. Saúde Colet ; 24(11): 4103-4110, nov. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1039508

ABSTRACT

Abstract The aim of this study was to analyze the relationship between sleep pattern and healthcare expenditures in adults, as well as to identify whether physical activity, biochemical markers and obesity affect this relationship. The sample was composed of 168 adults aged ≥ 50 years attended by two Basic Healthcare Units in Presidente Prudente, SP, Brazil. Health expenditure, sleep pattern, anthropometry, adiposity index, physical activity, metabolic and cardiovascular variables were assessed. Statistical analyses were performed using Kruskal-Wallis, Mann-Whitney and Spearman tests. Sleep disorders were positively correlated to higher costs with medicines and negatively correlated to costs with laboratory tests, even after adjusts by confounders. In addition, healthcare costs were also correlated to physical activity score, blood pressure, obesity and metabolic variables. Severe sleep disorders and high percentage of body fat were associated with increased use of medications. Sleep pattern is correlated to primary care healthcare costs, obesity and physical activity level.


Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a relação entre padrão de sono e despesas de saúde em adultos, bem como identificar se atividade física, marcadores bioquímicos e obesidade afetam esse relacionamento. A amostra foi composta por 168 adultos com idade ≥ 50 anos atendidos por duas unidades básicas de saúde em Presidente Prudente, SP, Brasil. Foram avaliadas as despesas de saúde, padrões do sono, antropometria, atividade física, variáveis metabólicas e cardiovasculares. Foram utilizados Kruskal-Wallis, Mann-Whitney e Spearman. Os distúrbios do sono foram correlacionados positivamente com os custos mais elevados com medicamentos e negativamente com os custos com testes laboratoriais, mesmo após ajuste por fatores de confusão. Além disso, os custos de saúde também foram correlacionados ao escore de atividade física, pressão arterial, obesidade e variáveis metabólicas. Distúrbios graves do sono e alta porcentagem de gordura corporal foram associados ao aumento do uso de medicamentos. O padrão de sono está correlacionado com os custos de cuidados de saúde primários, obesidade e atividade física.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Aged , Sleep/physiology , Exercise , Health Care Costs/statistics & numerical data , Obesity/epidemiology , Primary Health Care/statistics & numerical data , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Brazil , Anthropometry , Adipose Tissue/physiology , Cross-Sectional Studies , Health Expenditures/statistics & numerical data , Adiposity , Middle Aged
18.
Acta Paul. Enferm. (Online) ; 32(5): 530-537, Set.-Out. 2019. tab
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1038039

ABSTRACT

Resumo Objetivo Avaliar a qualidade e tempo de sono entre usuários da rede pública de saúde e fatores associados. Métodos Estudo transversal, realizado com 775 indivíduos de ambos os sexos, em um município da região Centro-Oeste do Brasil. Aplicou-se questionário semiestruturado para avaliar as características sociodemográficas, os hábitos de vida, as condições de saúde, o binge drinking e qualidade e duração do sono, avaliadas pelo Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh. Aplicou-se a regressão de Poisson para identificação dos fatores associados à qualidade do sono ruim e à duração de sono (curta e longa). Resultados Na análise múltipla, os fatores associados à qualidade de sono ruim foram sexo feminino (razão de prevalência: 1,10; intervalo e confiança de 95% − IC95% 1,05-1,16; p<0,00), binge drinking (razão de prevalência: 1,08; IC95% 1,03-1,13; p<0,01), uso de substâncias ilícitas (razão de prevalência: 1.06, IC95% 1.00-1.12; p=0.03), angina (razão de prevalência: 1,10;, IC95% 1,03-1,18; p<0,01) e depressão (razão de prevalência: 1,07 IC95% 1,00-1,14; p=0,02). A obesidade associou-se à curta duração do sono (razão de prevalência: 1,10 IC95% 1,02-1,17; p<0,01). Idade > 55 anos associou-se à longa duração do sono (razão de prevalência: 1,39, IC95% 1,00-1,92; p=0,04). Conclusão Ser mulher, ter idade >55 anos, consumir bebida alcoólica, usar substâncias ilícitas, angina, obesidade e depressão foram fatores de risco para alterações na qualidade e duração de sono. Os resultados do presente estudo reforçam a necessidade do desenvolvimento de ações voltadas para a prevenção dos agravos relacionados às alterações no sono na população estudada.


Resumen Objetivo evaluar la calidad y tiempo de sueño en usuarios del sistema de salud pública y factores asociados. Métodos estudio transversal, realizado con 775 individuos de ambos sexos, en un municipio de la región Centro-Oeste de Brasil. Se aplicó un cuestionario semiestructurado para evaluar las características sociodemográficas, los hábitos de vida, las condiciones de salud, el binge drinking y la calidad y duración del sueño, evaluadas mediante el Índice de Calidad del Sueño de Pittsburgh. Se aplicó la regresión de Poisson para identificar los factores asociados a la mala calidad del sueño y a la duración del sueño (corta o larga). Resultados en el análisis múltiple, los factores asociados a una mala calidad del sueño fueron sexo femenino (razón de prevalencia: 1,10; intervalo de confianza de 95% − IC95% 1,05-1,16; p<0,00), binge drinking (razón de prevalencia: 1,08; IC95% 1,03-1,13; p<0,01), uso de sustancias ilícitas (razón de prevalencia: 1.06, IC95% 1.00-1.12; p=0.03), angina (razón de prevalencia: 1,10;, IC95% 1,03-1,18; p<0,01) y depresión (razón de prevalencia: 1,07 IC95% 1,00-1,14; p=0,02). La obesidad se asoció a una corta duración del sueño (razón de prevalencia: 1,10 IC95% 1,02-1,17; p<0,01). La edad > 55 años se asoció a una larga duración del sueño (razón de prevalencia: 1,39, IC95% 1,00-1,92; p=0,04). Conclusión ser mujer, tener >55 años, consumir bebida alcohólica, usar sustancias ilícitas, angina, obesidad y depresión fueron factores de riesgo para alteraciones en la calidad y duración del sueño. Los resultados del presente estudio refuerzan la necesidad de desarrollar acciones orientadas hacia la prevención de los perjuicios relacionados con las alteraciones del sueño en la población estudiada.


Abstract Objective To assess the quality and sleep time between public health network users and associated factors. Methods A cross-sectional study of 775 individuals of both genders in a city in the Center-West region of Brazil. A semi-structured questionnaire was used to assess the sociodemographic characteristics, life habits, health conditions, binge drinking, and quality and sleep duration assessed by the Pittsburgh Sleep Quality Index. Poisson regression was used to identify the factors associated with poor sleep quality and sleep duration (short and long). Results In the multiple analysis, the factors associated with poor sleep quality were female gender (prevalence ratio: 1.10, 95% Confidence Interval and 95%CI 1.05-1.16, p <0.00), binge drinking (prevalence ratio: 1.08; 95%CI 1.03-1.13; p <0.01), illegal drug use (prevalence ratio: 1.06, 95%CI 1.00-1.12, p=0.03), angina (prevalence ratio: 1.07, 95%CI 1.03-1.18, p <0.01) and depression (prevalence ratio: 1.07 95%CI 1.00-1.14, p=0.02). Obesity was associated with short sleep duration (prevalence ratio: 1.10 95%CI 1.02-1.17, p <0.01). Age> 55 years was associated with long sleep duration (prevalence ratio: 1.39; 95%CI: 1.00-1.92; p=0.04). Conclusion Being a woman, being over 55 years old, consuming alcoholic beverages, using illegal substances, angina, obesity and depression were risk factors for changes in quality and sleep duration. The results of the present study reinforce the need for the development of actions aimed at the prevention of diseases related to sleep disorders in the study population.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , Primary Health Care , Sleep Wake Disorders/complications , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Delivery of Health Care , Sleep Quality , Health Promotion , Illicit Drugs/adverse effects , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Depression/etiology , Alcoholism/etiology , Obesity/etiology
19.
Trends psychiatry psychother. (Impr.) ; 41(4): 369-374, Oct.-Dez. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1059183

ABSTRACT

Abstract Objective To explore and describe sociodemographic characteristics, crack consumption patterns, and psychiatric comorbidities of female crack users receiving treatment at therapeutic communities. Methods This was a cross-sectional, descriptive, quantitative study. Forty-six women who abstained from crack use were assessed using a sociodemographic questionnaire, the Mini-Mental State Examination (MMSE), the Structured Clinical Interview for DSM-IV Axis I Disorders (SCID-I), and a profile of crack use questionnaire. Descriptive statistical analyses were conducted. Results Participants had a mean age of 31.02 years (standard deviation [SD] = 7.73), most were single (76.1%), white (67.4%) and had complete or incomplete elementary education (43.5%). Before treatment, 65.2% of the women reported using crack every day; 46.3% smoked between 10 to 30 crack rocks per week. Mean treatment time was 63.56 days (SD = 75.85), with a mean of 80.41 days of abstinence (SD = 74.52) and 3.37 previous treatments (SD = 5.49). Mean age upon crack use initiation was 22.61 years (SD = 8.06), and the most frequent motivation to start using crack was curiosity (78.3%). The mean lifetime duration of crack use was 82.26 months (SD = 74.76), and the physical complications most frequently reported were weight loss (93.5%), followed by sleep problems (87%). In this study, the most prevalent psychiatric diagnoses were major depressive episode (60.87%), followed by post-traumatic stress disorder (52.17%) and generalized anxiety disorder (13.07%). Conclusions Overall, a pattern of high consumption of crack was observed. The results show a high frequency of mood and anxiety disorders, with the highest frequencies found for major depressive episode and post-traumatic stress disorder.


Resumo Objetivo Explorar e descrever características sociodemográficas, padrão de consumo e comorbidades psiquiátricas em mulheres usuárias de crack recebendo tratamento em comunidades terapêuticas. Método Estudo transversal, descritivo e quantitativo. Quarenta e seis mulheres abstinentes de crack responderam a um questionário sociodemográfico, ao Mini-Exame do Estado Mental (MEEM), à Entrevista Estruturada do DSM-IV para Transtornos do Eixo I (SCID-I) e a um questionário sobre padrão de consumo de crack. Foram realizadas análises estatísticas descritivas dos dados. Resultados As participantes tinham média de 31,02 anos [desvio padrão (DP) = 7,73], eram na maioria solteiras (76,1%), brancas (67,4%) e tinham ensino fundamental completo ou incompleto (43,5%). Antes do tratamento, 65,2% das mulheres relataram usar crack todos os dias; 46,3% fumavam entre 10 e 30 pedras de crack por semana. O tempo médio de tratamento foi de 63,56 dias (DP = 75,85), com média de 80,41 dias em abstinência (DP = 74,52) e 3,37 (DP = 5,49) tratamentos anteriores. A idade média de início do uso de crack foi de 22,61 anos (DP = 8,06), e a motivação mais frequente para iniciar o uso de crack foi a curiosidade (78,3%). A duração média de uso de crack na vida foi de 82,26 meses (DP = 74,76), e as complicações físicas mais frequentemente relatadas foram perda de peso (93,5%), seguida por problemas de sono (87%). Neste estudo, os diagnósticos mais prevalentes foram episódio depressivo maior (60,87%), seguido por transtorno de estresse pós-traumático (52,17%) e transtorno de ansiedade generalizada (13,07%). Conclusões Em geral, observamos um padrão de alto consumo de crack. Os resultados mostram alta frequência de transtornos de humor e ansiedade, com maiores frequências para episódio depressivo maior e transtorno de estresse pós-traumático.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Young Adult , Cocaine Smoking/epidemiology , Anxiety Disorders/epidemiology , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Stress Disorders, Post-Traumatic/epidemiology , Brazil/epidemiology , Weight Loss , Comorbidity , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Crack Cocaine , Marital Status , Depressive Disorder, Major/epidemiology , Educational Status , Cocaine Smoking/psychology , Cocaine Smoking/therapy , Mental Status and Dementia Tests , Interview, Psychological
20.
Gac. méd. Méx ; 155(4): 423-427, jul.-ago. 2019.
Article in English, Spanish | LILACS | ID: biblio-1286528

ABSTRACT

Resumen En el tercer trimestre del embarazo son frecuentes las alteraciones del sueño, las cuales generan cambios en la secreción de melatonina en mujeres gestantes que duermen menos de ocho horas o presentan alteraciones de sueño, promoviendo diversos cambios fisiológicos en la madre, que a su vez derivan en bajo peso al nacimiento (BPN) en el producto. El bajo peso al nacimiento está asociado con un fenómeno conocido como "programación metabólica", en la que el feto es sometido a estrés que tiene como resultado alteraciones metabólicas irreversibles que lo predisponen al desarrollo de obesidad en la edad adulta.


Abstract Sleep disturbances are common in the third trimester of pregnancy and generate changes in the secretion of melatonin in pregnant women who sleep less than eight hours or have sleep disturbances, which promote various physiological changes in the mother that in turn result in low birth weight (LBW) in the fetus. LBW is associated with a phenomenon known as "metabolic programming," in which the fetus is subjected to a stressful situation that results in irreversible metabolic alterations that predispose it to the development of obesity in adulthood.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Adult , Pregnancy Complications/epidemiology , Sleep Wake Disorders/epidemiology , Obesity/epidemiology , Pregnancy Trimester, Third , Infant, Low Birth Weight , Obesity/etiology
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