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1.
REME rev. min. enferm ; 28: 1525, fev. 2024. Tab.
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1527485

ABSTRACT

Objetivo: analisar a prevalência da COVID-19 entre os fisioterapeutas brasileiros e os fatores associados segundo características demográficas e ocupacionais. Método: estudo transversal, analítico, segundo inquérito on-line, com a participação de 670 fisioterapeutas de todas as regiões do Brasil. Utilizou-se uma adaptação do método respondent driven sampling ao ambiente virtual para a coleta de dados. Análises bivariadas e de regressão logística múltipla foram utilizadas para identificar associação entre o diagnóstico da COVID-19 e variáveis demográficas e ocupacionais. Considerou-se variáveis estatisticamente significativas com base em um p<0,05. Resultados: a prevalência da COVID-19 foi de 30% (IC95%: 27,8-32,3). Fisioterapeutas da região Sudeste tiveram menores chances de ter diagnóstico da COVID-19. Fisioterapeutas que prestaram assistência em hospital de campanha, que ficaram isolados da família e que tem crianças menores de 12 em casa tiveram chances aumentadas para o diagnóstico da infecção. Conclusão: questões sociodemográficas e ocupacionais impactam no aumento do diagnóstico de Covid-19 entre profissionais fisioterapeutas, o que enfatiza a necessidade de um sistema de saúde de qualidade, igualitário nas diferentes regiões brasileiras.(AU)


Objective: to estimate the prevalence of COVID-19 among Brazilian physiotherapists and its associated factors. Method: cross-sectional study, according to an online survey, with the participation of 670 physiotherapists from all regions of Brazil. An adaptation of the respondent driven sampling method to the virtual environment was used to collect data. Bivariate and multiple logistic regression analyzes were used to identify associations between the diagnosis of COVID-19 and demographic and occupational variables. Variables were considered statistically significant based on p<0.05. Results: the prevalence of COVID-19 was 30% (95%CI: 27.8-32.3). In the Southeast region, physiotherapists were less likely to be diagnosed with COVID-19. Physiotherapists who provided care in a field hospital, who were isolated from their families and who have children under 12 years of age at home had an increased chance of being diagnosed with the infection.Conclusion: sociodemographic and occupational issues impact the increase in COVID-19 diagnoses among physiotherapists, which emphasizes the need for a quality and egalitarian health system in different Brazilian regions.(AU)


Objetivo: evaluar la tasa de prevalencia del COVID-19 en fisioterapeutas de Brasil y analizar sus factores asociados. Método: realizamos un estudio transversal mediante una encuesta on-line, en la que participaron 670 fisioterapeutas de todas las áreas de Brasil. Para la recogida de datos se utilizó una adaptación del método respondent driven sampling al entorno virtual. Se utilizaron análisis bivariados y de regresión logística múltiple para identificar la asociación entre el diagnóstico COVID-19 y variables demográficas y ocupacionales. Las variables se consideraron estadísticamente significativas en función de una p<0,05. Resultados: la prevalencia de COVID-19 fue del 30% (IC 95%: 27,8-32,3). Los fisioterapeutas del sudeste tenían menos probabilidades de ser diagnosticados de COVID-19. Los fisioterapeutas que prestaban asistencia en un hospital de campaña, que estaban aislados de sus familias y que tenían hijos menores de 12 años en casa tenían más probabilidades de que se les diagnosticara la infección. Conclusiones: aspectos sociodemográficos y ocupacionales inciden en el aumento del diagnóstico de COVID-19 entre los fisioterapeutas profesionales, lo que enfatiza la necesidad de un sistema de salud de calidad e igualitario en las diferentes regiones brasileñas.(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Occupational Risks , Occupational Health , Physical Therapists , COVID-19/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Risk Factors , Sociodemographic Factors
2.
Arq. ciências saúde UNIPAR ; 27(2): 574-592, Maio-Ago. 2023.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1419211

ABSTRACT

A pandemia pelo SARS-CoV-2 é um dos maiores desafios sanitários em escala global. Devido estado de emergência, uma série de medidas de controle e prevenção foram adotadas, como distanciamento social e redução das reuniões públicas. Nesse cenário, buscou-se avaliar a saúde mental de estudantes de uma instituição privada de Ensino Superior diante da pandemia. Esta pesquisa trata-se de um estudo transversal descritivo desenvolvido na Faculdade do Vale do Jaguaribe, localizada em Aracati-CE. A coleta de dados ocorreu de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021, utilizando formulário eletrônico contendo variáveis sociodemográficas, epidemiológicas e relativas aos diferentes aspectos da saúde mental do estudante frente a pandemia da COVID-19. A análise foi baseada no cálculo de frequências absolutas e relativas das variáveis além de medidas de tendência central e dispersão. Dos 333 discentes que participaram do estudo, a média de idade foi 25, com variação entre 18 e 56 anos, sendo maioria do sexo feminino (72,7%), autodenominação de cor/etnia parda (72,7%) e não estarem trabalhando (53,8%). A taxa de positividade entre os graduandos para COVID-19 foi de 9% (30). Ao serem questionados sobre como a pandemia alterou seus níveis de estresse ou saúde mental, 75,5% responderam que houve piora. Dentre os sintomas mais relatados no período da quarentena, estavam medo e ansiedade (ambos com 74,2%), seguidos por insegurança (69,7%). Baseados nos achados deste estudo, recomenda-se a incorporação de ações multiprofissionais na atenção aos estudantes dentro da academia. Sugere-se a implantação de um serviço qualificado buscando desenvolver um olhar holístico para os discentes.


The SARS-CoV-2 pandemic has presented itself as one of the greatest health challenges on a global scale. Given the state of public health emergency, a series of control and prevention measures have been adopted, such as social distancing and reduction of public meetings, as in universities. Faced with this scenario, we sought to evaluate the mental health of students from a private institution of Higher Education in the face of the COVID-19 pandemic. Thus, this research was a descriptive cross-sectional study developed at the Faculdade do Vale do Jaguaribe, located in the City of Aracati- CE. Data collection occurred from December 2020 to February 2021, using an electronic form containing sociodemographic and epidemiological variables, as well as variables related to the repercussions in different aspects of the student's mental health when facing the pandemic of COVID-19. The analysis was based on the calculation of absolute and relative frequencies of the variables, as well as measures of central tendency and dispersion. Of the 333 students who participated in the study, the mean age was 25 years, with ages ranging from 18 to 56 years, the majority being female (72.7%), self- denominated as Brown (72.7%), not working when answering the form (53.8%). The positivity rate among undergraduates for COVID-19 was 9% (30/333). When asked how the pandemic altered their stress levels or mental health, 75.5% responded that it had worsened. Among the symptoms most reported by students during the quarantine period were fear and anxiety (both 74.2%), followed by insecurity (69.7%). It is suggested the implementation of a qualified approach service seeking to develop a holistic look for the students.


La pandemia por SARS-CoV-2 es uno de los mayores desafíos sanitarios a escala global. Debido al estado de emergencia, se han adoptado una serie de medidas de control y prevención, como el distanciamiento social y la reducción de reuniones públicas. En este escenario, se buscó evaluar la salud mental de los estudiantes de una institución privada de educación superior frente a la pandemia. Esta investigación es un estudio descriptivo transversal desarrollado en la Facultad de Valle de Jaguaribe, ubicada en Aracati-CE. La recopilación de datos se llevó a cabo de diciembre de 2020 a febrero de 2021, utilizando un formulario electrónico que contiene variables sociodemográficas, epidemiológicas y relacionadas con los diferentes aspectos de la salud mental del estudiante frente a la pandemia de COVID-19. El análisis se basó en el cálculo de frecuencias absolutas y relativas de las variables, además de medidas de tendencia central y dispersión. De los 333 estudiantes que participaron en el estudio, la media de edad fue de 25 años, con variación entre 18 y 56 años, siendo la mayoría del sexo femenino (72,7%), autodenominación de la raza / etnia morena (72,7%) y no trabajando (53,8%). La tasa de positividad entre los estudiantes de pregrado para COVID-19 fue del 9% (30). Cuando se les preguntó cómo la pandemia había alterado su nivel de estrés o salud mental, el 75,5% respondió que había empeorado. Entre los síntomas más comunes durante el período de cuarentena, se encontraban el miedo y la ansiedad (ambos con un 74,2%), seguidos de la inseguridad (69,7%). Basados en los resultados de este estudio, se recomienda la incorporación de acciones multiprofesionales en la atención a los estudiantes dentro de la academia. Se sugiere la implementación de un servicio calificado que busque desarrollar una mirada holística hacia los estudiantes.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Students , Universities , Mental Health/education , Pandemics , COVID-19/epidemiology , Anxiety , Stress, Physiological , Cross-Sectional Studies/methods , Academies and Institutes , Observational Studies as Topic/methods , Fear , Physical Distancing , Sociodemographic Factors , Health Services Research
3.
Rev. latinoam. enferm. (Online) ; 31: e3878, ene.-dic. 2023. tab, graf
Article in Spanish | LILACS, BDENF | ID: biblio-1431833

ABSTRACT

Objetivo: investigar los factores que influyen en la alfabetización en salud de los pacientes con enfermedad arterial coronaria. Método: estudio transversal, que incluyó 122 pacientes con enfermedades coronarias (60,7% del sexo masculino; 62,07±8,8 años); se evaluó la alfabetización en salud y el conocimiento específico sobre la enfermedad mediante entrevistas con los participantes, utilizando el Short Test of Functional Health Literacy in Adults e Short version of the coronary artery disease education questionnaire. Los datos fueron descritos por medidas de tendencia central y frecuencias. Los factores que influyen en la alfabetización en salud se determinaron mediante un modelo de regresión lineal. El nivel de significación adoptado fue del 5%. El estudio fue aprobado por el Comité de Ética e Investigación. Resultados: la edad y la hipertensión mostraron una relación inversa y significativa con la alfabetización en salud. Por otro lado, un mayor nivel educativo y tener empleo se asociaron con puntajes más altos en el instrumento de alfabetización en salud. El conocimiento específico sobre la enfermedad no influyó en la alfabetización en salud. Las variables del modelo de regresión explicaron el 55,3% de alfabetización inadecuada. Conclusión: en el presente estudio, se concluyó que el conocimiento sobre la enfermedad no influye en la alfabetización en salud, pero los profesionales deben considerar los factores sociodemográficos y clínicos para planificar las intervenciones.


Objective: to investigate the factors that exert an influence on health literacy in patients with coronary artery disease. Methods: a crosssectional study, including 122 patients with coronary diseases (60.7% male; 62.07 ± 8.8 years old). Health literacy and specific knowledge about the disease were evaluated through interviews with the participants by means of the Short Test of Functional Health Literacy in Adults and the Short version of the coronary artery disease education questionnaire. The data were described by means of central tendency measures and frequencies. The factors that exert an influence on health literacy were determined by means of a linear regression model. The significance level adopted was 5%. The study was approved by the Research Ethics Committee. Results: age and arterial hypertension presented an inverse and significant relationship with health literacy. On the other hand, higher schooling levels and having a job were associated with better scores in the health literacy instrument. Specific knowledge about the disease did not exert any influence on health literacy. The variables included in the regression model explained 55.3% of inadequate literacy. Conclusion: this study, knowledge about the disease exerts no influence on health literacy: however, the professionals should consider the sociodemographic and clinical factors to plan the interventions.


Objetivo: investigar os fatores que influenciam o letramento em saúde em pacientes com doença arterial coronariana. Método: estudo transversal, incluindo 122 pacientes com coronariopatias (60,7% do sexo masculino; 62,07±8,8 anos); letramento em saúde e conhecimento específico da doença foram avaliados por meio de entrevista com os participantes, pelo Short Test of Functional Health Literacy in Adults e Short version of the coronary artery disease education questionnaire. Os dados foram descritos por medidas de tendência central e frequências. Fatores que influenciam o letramento em saúde foram determinados por modelo de regressão linear. O nível de significância adotado foi de 5%. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa. Resultados: idade e hipertensão apresentaram uma relação inversa e significativa com letramento em saúde. Por outro lado, maior escolaridade e estar empregado associaram-se com maiores pontuações no instrumento de letramento em saúde. O conhecimento específico da doença não influenciou o letramento em saúde. As variáveis do modelo de regressão explicaram 55,3% do letramento inadequado. Conclusão: no presente estudo o conhecimento sobre a doença não influência o letramento em saúde, mas os profissionais devem considerar os fatores sociodemográficos e clínicos para planejar as intervenções.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Self Care , Coronary Artery Disease/therapy , Health Knowledge, Attitudes, Practice , Surveys and Questionnaires , Health Literacy , Sociodemographic Factors
4.
Estima (Online) ; 21(1): e1313, jan-dez. 2023.
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1510121

ABSTRACT

Introdução:O câncer é causado por mutações celulares anormais. O câncer de cólon e reto ocupa a segunda posição no ranking de incidências no Brasil. Objetivo: Descrever o perfil sociodemográfico e clínico de pessoas com estomia por causa oncológica no estado do Ceará. Método: Estudo epidemiológico, observacional, longitudinal com abordagem retrospectiva, realizado no Ceará, em prontuários de pacientes acompanhados pelo Serviço de Atenção ao Paciente com Estomia. Resultado: Foram analisados 655 prontuários, dos quais a maioria dos pacientes eram do sexo feminino (53%), idosos (61,41%), aposentados e pensionistas (46,9%), casados (42%), com filhos (67,9%), cuja escolaridade predominante foi o fundamental (34,2%); 72,8% não possuíam comorbidades, não utilizaram quimioterapia (54,5%), colostomia (64,7%), terminal (65,3%), definitiva (46%), em quadrante inferior esquerdo (52,5%), vermelha (64,4%), ovalado (47,2%), baixo perfil (44,6%) e pastoso (33,9%), utilizavam bolsa de uma peça (60,6%), com uma média de 10 bolsas mensalmente (95%), realizando troca de 3 a 5 dias (43,1%), sem a necessidade de uso de adjuvantes (71%). Conclusão: Um perfil dos pacientes deve ser traçado, a fim de melhorar a assistência e planejamento das ações a esse público.


Introduction:Cancer is caused by abnormal cell mutations. Colon and rectum cancer occupies the second position in the ranking of incidences in Brazil. Objective: To describe the sociodemographic and clinical profile of people with an ostomy due to cancer in the state of Ceará. Method: Epidemiological, observational, longitudinal study with a retrospective approach, carried out in Ceará, in medical records of patients monitored by the Service of Attention to the Patient with Stoma. Result: A total of 655 medical records were analyzed, in which most of the patients were female (53%), elderly (61.41%), retired and pensioner (46.9%), married (42%), with children (67.9%), whose predominant schooling was elementary school (34.2%); 72.8% had no comorbidities, did not use chemotherapy (54.5%), colostomy (64.7%), terminal (65.3%), definitive (46%), in the lower left quadrant (52.5%) , red (64.4%), oval (47.2%), low profile (44.6%) and pasty (33.9%), used a one-piece bag (60.6%), with an average of 10 bags monthly (95%), changing every 3 to 5 days (43.1%), without the need to use adjuvants (71%). Conclusion: A profile of patients should be drawn in order to improve assistance and planning of actions for this public.


Introducción:El cáncer es causado por mutaciones celulares anormales. El cáncer de colon y recto ocupa la segunda posición en el ranking de incidencias en Brasil. Objetivo: Describir el perfil sociodemográfico y clínico de las personas con estoma por cáncer en el Estado de Ceará. Método: Estudio epidemiológico, observacional, longitudinal con abordaje retrospectivo, realizado en Ceará, en prontuarios de pacientes acompañados por el Servicio de Atención al Paciente con Estoma. Resultado: Se analizaron 655 prontuarios, la mayoría del sexo femenino (53%), adulto mayor (61,41%), jubilado y pensionado (46,9%), casado (42%), con hijos (67,9%), cuya escolaridad predominante fue la primaria. (34,2%). El 72,8 % no tenía comorbilidades, no usaba quimioterapia (54,5 %), colostomía (64,7 %), terminal (65,3 %), definitiva (46 %), en cuadrante inferior izquierdo (52,5 %), rojo (64,4 %), ovalado (47,2 %), bajo perfil (44,6 %) y pastoso (33,9 %), usaba bolsa de una sola pieza (60,6 %), con un promedio de 10 bolsas mensuales (95 %), cambiando cada tres a cinco días (43,1 %), sin necesidad de utilizar adyuvantes (71%). Conclusión: Debe elaborarse un perfil de pacientes para mejorar la atención y planificación de acciones para este público.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Adult , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Ostomy/nursing , Sociodemographic Factors , Neoplasms/surgery , Brazil , Retrospective Studies , Age and Sex Distribution , Enterostomal Therapy
5.
Rev. latinoam. enferm. (Online) ; 31: e3825, Jan.-Dec. 2023. tab
Article in English | LILACS, BDENF | ID: biblio-1424052

ABSTRACT

Abstract Objective: to identify the sociodemographic profile and the characteristics of interpersonal violence against older adults during the first year of the COVID-19 pandemic in a capital city from the Brazilian Southeast region. Method: a descriptive and exploratory research study with a cross-sectional design based on the notifications of suspected or confirmed cases of violence against older adults between March 2020 and March 2021. A univariate statistical analysis and Fisher's exact test (p<0.05) were performed. Results: a total of 2,681 notifications were recorded during the period. The main victims were individuals aged between 60 and 64 years old, female, white-skinned and with low schooling levels. The instances of violence were more frequent in the victims' homes. Physical and psychological violence predominated, through physical force/beatings and threats, respectively. Most of the aggressors were male, younger than the victims and generally their children or intimate partners. The aggressions were perpetrated more than once and were driven by generational conflicts. There was low referral to entities for the protection of older adults. Conclusion: the sociodemographic profile found evidences vulnerable victims, subjected to many types of violence, and at a potential risk against their overall health.


Resumo Objetivo: identificar o perfil sociodemográfico e as características da violência interpessoal contra a pessoa idosa no primeiro ano da pandemia COVID-19 em uma capital da região sudeste do Brasil. Método: pesquisa descritiva, exploratória, com delineamento transversal a partir da análise das notificações de casos suspeitos ou confirmados de violência contra a pessoa idosa, ocorridas entre março de 2020 e março de 2021. Foi realizada a análise estatística univariada e teste exato de Fisher (p<0,05). Resultados: houve 2681 notificações no período. As principais vítimas foram pessoas com idade entre 60 e 64 anos, do sexo feminino, brancas e com baixa escolaridade. As ocorrências tiveram maior frequência nos domicílios. As violências físicas e psicológicas foram as mais comuns, com uso de força física/espancamento e ameaça, respectivamente. O agressor era, em sua maioria, do sexo masculino, mais jovem do que a vítima, geralmente filho ou parceiro íntimo. As agressões ocorreram mais de uma vez e foram motivadas por conflitos geracionais. Houve baixo encaminhamento para órgãos de proteção a pessoa idosa. Conclusão: o perfil sociodemográfico encontrado evidencia vítimas vulneráveis, sujeitas a muitas formas de violência e com potenciais riscos à integralidade de sua saúde.


Resumen Objetivo: identificar el perfil sociodemográfico y las características de la violencia interpersonal contra los adultos mayores en el primer año de la pandemia de COVID-19 en una ciudad capital de la región sureste de Brasil. Método: investigación descriptiva, exploratoria con diseño transversal a partir del análisis de las notificaciones de casos sospechosos o confirmados de violencia contra el adulto mayor, ocurridos entre marzo de 2020 y marzo de 2021. Se realizó un análisis estadístico univariado y la prueba exacta de Fisher (p< 0,05). Resultados: hubo 2681 notificaciones en el período. Las principales víctimas fueron personas entre 60 y 64 años, de sexo femenino, blancas y con baja escolaridad. La mayoría de los casos se registró en el hogar. La violencia física y psicológica fueron las más comunes, con uso de fuerza física/golpes y amenaza, respectivamente. El agresor era generalmente del sexo masculino, más joven que la víctima, hijo o pareja. Las agresiones se produjeron más de una vez y fueron motivadas por conflictos generacionales. Hubo baja derivación a organismos de protección de adultos mayores. Conclusión: el perfil sociodemográfico obtenido revela que son víctimas vulnerables, sujetas a múltiples formas de violencia y que la integridad de su salud está en riesgo potencial.


Subject(s)
Humans , Aged , Health Profile , Domestic Violence , Mandatory Reporting , Elder Abuse/statistics & numerical data , COVID-19/psychology , Sociodemographic Factors
6.
Respirar (Ciudad Autón. B. Aires) ; 15(4): 253-262, Diciembre 2023.
Article in Spanish | LILACS, UNISALUD, BINACIS | ID: biblio-1518676

ABSTRACT

Introducción: Marianao históricamente ha sido un municipio de La Habana con alta carga de tuberculosis. Una nueva mirada sería importante.


Introduction: Marianao has historically been a municipality of Havana with a high bur-den of tuberculosis. A new look would be important.


Subject(s)
Humans , Tuberculosis/epidemiology , Public Health , Epidemiological Monitoring , Socioeconomic Factors , Incidence , Prevalence , Cuba/epidemiology , Health Status Disparities , Sociodemographic Factors , Health Policy
7.
Med. infant ; 30(4): 373-381, Diciembre 2023. tab
Article in Spanish | LILACS, UNISALUD, BINACIS | ID: biblio-1524219

ABSTRACT

El trastorno del espectro autista (TEA) es una condición crónica del neurodesarrollo caracterizada por déficits persistentes en la comunicación e interacción social y un patrón de intereses restringidos y/o comportamientos repetitivos que pueden afectar el funcionamiento del individuo en la vida diaria familiar y comunitaria. El diagnóstico oportuno intenta mejorar la trayectoria, reducir el impacto funcional y disminuir los efectos de condiciones médicas asociadas. El diagnóstico tardío de TEA es considerado como aquel realizado luego de los 6 años de edad, en coincidencia con el fin de la escolaridad inicial. Si bien esta edad puede resultar arbitraria lo que se busca es una generalización de aquellos casos en los que probablemente hubo múltiples pérdidas de oportunidades diagnósticas y terapéuticas. Objetivo: Reflexionar sobre los determinantes del diagnóstico tardío del TEA con el fin de proponer posibles soluciones a esta problemática. Desarrollo: A partir de tres viñetas clínicas de pacientes que recibieron el diagnóstico en nuestro servicio, luego de los 6 años de edad, nos proponemos identificar y analizar aquellos factores (motivos sociodemográficos, problemas organizacionales, en la etapa de evaluación diagnóstica, respecto al género, cuidadores/ familiares y características clínicas) que determinan la demora diagnóstica. Conclusiones: El diagnóstico tardío del TEA es una problemática compleja y multifactorial, que implica desafíos significativos en el desarrollo de los NNyA con esta condición, sus familias y su entorno. Es importante considerar las causas que demoran el diagnóstico, desde el ámbito clínico, familiar y socio-ambiental para poder intervenir oportunamente (AU)


Autism spectrum disorder (ASD) is a chronic neurodevelopmental condition characterized by persistent deficits in communication and social interaction and a pattern of restricted interests and/or repetitive behaviors that can affect the individual's daily functioning both at home and in the community. Early diagnosis is important to improve the developmental trajectory, reduce functional impairment, and decrease the impact of comorbid medical conditions. Delayed diagnosis of ASD is defined as a diagnosis made after the age of 6 years, coinciding with the end of preschool. Although this age may be arbitrary, it serves to encompass cases in which there were probably multiple missed diagnostic and therapeutic opportunities. Objective: To explore the causes of late diagnosis of ASD in order to propose possible solutions to this problem. Development: Based on three clinical vignettes of patients who were diagnosed at our department after 6 years of age, we aimed to identify and analyze factors influencing diagnostic delays. These factors included sociodemographic causes, organizational challenges, issues during the diagnostic workup, considerations related to gender, caregivers/families, and clinical characteristics. Conclusions: Delayed diagnosis of ASD is a complex and multifactorial problem leading to significant challenges in the development of children and adolescents with this condition as well as their families and their environment. Identification of the causes of diagnostic delay is important from the clinical, family and socio-environmental point of view, in order to start timely interventions (AU)


Subject(s)
Humans , Infant , Child, Preschool , Child , Adolescent , Autistic Disorder/diagnosis , Delayed Diagnosis , Autism Spectrum Disorder/diagnosis , Caregivers , Sociodemographic Factors
8.
Estima (Online) ; 21(1): e1321, jan-dez. 2023.
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1510763

ABSTRACT

Objetivos:identificar as orientações fornecidas aos pacientes com úlceras venosas (UVs) submetidos à telenfermagem e descrever o desfecho ocorrido com os pacientes com UVs monitorados à distância. Método: estudo transversal e documental, realizado com 159 prontuários de pacientes com UV submetidos à telenfermagem numa clínica de estomaterapia no Rio de Janeiro. Os critérios de inclusão foram pacientes com diagnóstico de UV submetidos à telenfermagem, de abril de 2018 a fevereiro de 2020. A análise de dados ocorreu por meio de estatística descritiva (frequência absoluta e relativa para as variáveis categóricas), auxiliada por planilha do aplicativo Microsoft Excel. Resultados: identificou-se um equilíbrio entre os participantes em relação ao sexo; apresentaram idade média (desvio-padrão) de 68,07 (5,28); ensino fundamental completo ou médio incompleto; aposentados ou pensionistas. Verificou-se que 40,88% dos pacientes possuíam ao menos uma doença de base, predominando hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus. As orientações mais prevalentes foram: repouso com os membros inferiores elevados, utilização da terapia compressiva com meia elástica ou atadura elástica e realização da troca de curativo secundário em sua residência. Conclusão: os achados evidenciam a necessidade de ampliar as ações de enfermagem desenvolvidas na Clínica, buscando proporcionar a saúde integral aos pacientes.


Objectives:To identify the guidelines provided to patients with venous ulcers submitted to telenursing and describe the outcome that occurred with patients with venous ulcers monitored remotely. Method: Cross-sectional and documentary study, carried out with 159 medical records of patients with venous ulcers submitted to telenursing at an enterostomal therapy clinic in Rio de Janeiro, Brazil. The inclusion criteria were patients with a diagnosis of venous ulcer submitted to Telenursing, from April 2018 to February 2020. Data analysis was performed using descriptive statistics (absolute and relative frequency for categorical variables), aided by the application spreadsheet Microsoft Excel. Results: A balance was identified between the participants in relation to gender; had a mean age (standard deviation) of 68.07 (5.28); completed elementary school or incomplete high school; retirees or pensioners. It was found that 40.88% of the patients had at least one underlying disease, predominantly systemic arterial hypertension and diabetes mellitus. The most prevalent guidelines were: resting with the lower limbs elevated, using compressive therapy with elastic stockings or elastic bandage, and changing the secondary dressing at home. Conclusion: The findings show the need to expand the nursing actions developed at the clinic, seeking to provide comprehensive health to patients.


Objetivos:identificar las orientaciones proporcionadas a los pacientes con úlceras venosas sometidos a Teleenfermería y describir el desenlace ocurrido con los pacientes con úlceras venosas monitorizados a distancia. Método: estudio transversal y documental, realizado con 159 prontuarios de pacientes con úlceras venosas sometidos a teleenfermería en una Clínica de Estomaterapia de Rio de Janeiro. Los criterios de inclusión fueron pacientes con diagnóstico de úlcera venosa sometidos a teleenfermería, de abril de 2018 a febrero de 2020. El análisis de datos se realizó mediante estadística descriptiva (frecuencia absoluta y relativa para variables categóricas), auxiliada por la hoja de cálculo de la aplicación Microsoft Excel. Resultados: se identificó un equilibrio entre los participantes en relación al género; tenía una edad media (DE) de 68,07 (5,28); primaria completa o secundaria incompleta; jubilados o pensionados. Se encontró que el 40,88% de los pacientes tenían al menos una enfermedad de base, predominantemente Hipertensión Arterial Sistémica y Diabetes Mellitus. Las pautas más prevalentes fueron: reposo con los miembros inferiores elevados, uso de terapia compresiva con medias elásticas o venda elástica y cambio del vendaje secundario en casa. Conclusión: los hallazgos muestran la necesidad de ampliar las acciones de enfermería desarrolladas en la Clínica, buscando brindar salud integral a los pacientes


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Varicose Ulcer/nursing , Telemonitoring , Enterostomal Therapy , Cross-Sectional Studies , Comprehensive Health Care , Sociodemographic Factors
9.
Rev. latinoam. enferm. (Online) ; 31: e3878, Jan.-Dec. 2023. graf, ilus
Article in English, Spanish, Portuguese | LILACS, CONASS, SES-SP, SESSP-IDPCPROD, SES-SP | ID: biblio-1426244

ABSTRACT

OBJECTIVE: to investigate the factors that exert an influence on health literacy in patients with coronary artery disease. METHODS: a cross sectional study, including 122 patients with coronary diseases (60.7% male; 62.07 ± 8.8 years old). Health literacy and specific knowledge about the disease were evaluated through interviews with the participants by means of the Short Test of Functional Health Literacy in Adults and the Short version of the coronary artery disease education questionnaire. The data were described by means of central tendency measures and frequencies. The factors that exert an influence on health literacy were determined by means of a linear regression model. The significance level adopted was 5%. The study was approved by the Research Ethics Committee. RESULTS: age and arterial hypertension presented an inverse and significant relationship with health literacy. On the other hand, higher schooling levels and having a job were associated with better scores in the health literacy instrument. Specific knowledge about the disease did not exert any influence on health literacy. The variables included in the regression model explained 55.3% of inadequate literacy. CONCLUSION: this study, knowledge about the disease exerts no influence on health literacy: however, the professionals should consider the sociodemographic and clinical factors to plan the interventions.


OBJETIVO: investigar os fatores que influenciam o letramento em saúde em pacientes com doença arterial coronariana. MÉTODO: estudo transversal, incluindo 122 pacientes com coronariopatias (60,7% do sexo masculino; 62,07±8,8 anos); letramento em saúde e conhecimento específico da doença foram avaliados por meio de entrevista com os participantes, pelo Short Test of Functional Health Literacy in Adults e Short version of the coronary artery disease education questionnaire. Os dados foram descritos por medidas de tendência central e frequências. Fatores que influenciam o letramento em saúde foram determinados por modelo de regressão linear. O nível de significância adotado foi de 5%. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa. RESULTADOS: idade e hipertensão apresentaram uma relação inversa e significativa com letramento em saúde. Por outro lado, maior escolaridade e estar empregado associaram-se com maiores pontuações no instrumento de letramento em saúde. O conhecimento específico da doença não influenciou o letramento em saúde. As variáveis do modelo de regressão explicaram 55,3% do letramento inadequado. CONCLUSÃO: no presente estudo o conhecimento sobre a doença não influência o letramento em saúde, mas os profissionais devem considerar os fatores sociodemográficos e clínicos para planejar as intervenções.


OBJETIVO: investigar los factores que influyen en la alfabetización en salud de los pacientes con enfermedad arterial coronaria. MÉTODO: estudio transversal, que incluyó 122 pacientes con enfermedades coronarias (60,7% del sexo masculino; 62,07±8,8 años); se evaluó la alfabetización en salud y el conocimiento específico sobre la enfermedad mediante entrevistas con los participantes, utilizando el Short Test of Functional Health Literacy in Adults e Short version of the coronary artery disease education questionnaire. Los datos fueron descritos por medidas de tendencia central y frecuencias. Los factores que influyen en la alfabetización en salud se determinaron mediante un modelo de regresión lineal. El nivel de significación adoptado fue del 5%. El estudio fue aprobado por el Comité de Ética e Investigación. RESULTADOS: la edad y la hipertensión mostraron una relación inversa y significativa con la alfabetización en salud. Por otro lado, un mayor nivel educativo y tener empleo se asociaron con puntajes más altos en el instrumento de alfabetización en salud. El conocimiento específico sobre la enfermedad no influyó en la alfabetización en salud. Las variables del modelo de regresión explicaron el 55,3% de alfabetización inadecuada. CONCLUSIÓN: en el presente estudio, se concluyó que el conocimiento sobre la enfermedad no influye en la alfabetización en salud, pero los profesionales deben considerar los factores sociodemográficos y clínicos para planificar las intervenciones.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Middle Aged , Coronary Artery Disease , Health Literacy , Sociodemographic Factors , Hypertension , Nursing Care
10.
Int. j. morphol ; 41(5): 1372-1381, oct. 2023. ilus, tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1521039

ABSTRACT

SUMMARY: The learning of human gross anatomy (HGA) is essential for health professionals, as it is key to achieve diagnoses and carry out clinical procedures safely and effectively. It is essential to recognize the main ideas of human anatomy, such as anatomical position and planimetry, and terms of reference and comparison, to understand the general characteristics of the structures, systems, and functions of the human body. However, the academic performance of students in the course of HGA is low, so this study aimed to determine the relationship between sociodemographic data and their academic performance. For this purpose, students of the academic program of Medicine and Surgery enrolled in a HGA course were surveyed on 17 sociodemographic factors. The grades obtained by the students in the three exams taken in the course were recorded and correlated with the answers obtained in the questionnaire. In order to know the students' characteristics and behaviors in each of the variables, descriptive statistics were performed for each of them, the t- student test was used to compare the means of each group. In the event of behavior far from the normal distribution, the non-parametric tests of Mann-Whitney U and Kolmogorov-Smirnov were used. It was found that factors like previous academic university experience, retaking the HGA course, students' health condition, working and studying at the same time and the students' mother's level of education influence in their academic performance.


El aprendizaje de la anatomía macroscópica humana (AMH) es fundamental para los profesionales de la salud, ya que es clave para lograr diagnósticos y realizar procedimientos clínicos de forma segura y eficaz. Es fundamental reconocer las ideas principales de la anatomía humana, como la posición anatómica y la planimetría, y los términos de referencia y comparación, para comprender las características generales de las estructuras, sistemas y funciones del cuerpo humano. Sin embargo, el rendimiento académico de los estudiantes del curso de AMH es bajo, por lo que este estudio tuvo como objetivo determinar la relación entre los datos sociodemográficos y su rendimiento académico. Para ello, se encuestó a estudiantes del programa académico de Medicina y Cirugía matriculados en un curso de AMH sobre 17 factores sociodemográficos. Se registraron las calificaciones obtenidas por los alumnos en los tres exámenes realizados en el curso y se correlacionaron con las respuestas obtenidas en el cuestionario. Para conocer las características y comportamientos de los estudiantes en cada una de las variables se realizó estadística descriptiva para cada una de ellas, se utilizó la prueba t-student para comparar las medias de cada grupo. En caso de comportamiento alejado de la distribución normal, se utilizaron las pruebas no paramétricas de Mann-Whitney U y Kolmogorov-Smirnov. Se encontró que factores como la experiencia académica universitaria previa, retomar el curso AMH, el estado de salud de los estudiantes, trabajar y estudiar al mismo tiempo y el nivel de educación de la madre de los estudiantes influyen en su rendimiento académico.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Young Adult , Students, Medical , Academic Performance , Anatomy/education , Universities , Surveys and Questionnaires , Sociodemographic Factors
11.
Rev. Ciênc. Saúde ; 13(3): 31-39, 20230921.
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1510847

ABSTRACT

Objetivo: Analisar casos de suicídio no Brasil de 2010 a 2021 e as características sociodemográficas deste fenômeno, incluindo os primeiros dois anos da pandemia de COVID-19, para avaliar a existência de relação dos aumentos de casos de suicídio no Brasil com esta doença. Métodos: Estudo ecológico de linhas temporais, com 140.339 casos analisados a partir das bases de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Taxas e regressões estatísticas foram aplicadas no software STATA®. Resultados: Observou-se maiores taxas de suicídio em homens, solteiros, e residentes nas regiões Sul e Centro-Oeste. A faixa etária de 10 a 19 anos teve crescimento de 1,7 casos x 100 mil habitantes/ano. A análise por região revelou variações significativas nas taxas, sugerindo influência de fatores contextuais. Embora a pandemia tenha gerado impactos na saúde mental, não foi possível estabelecer relação direta entre a COVID-19 e o aumento das taxas de suicídio. Conclusão: Esses resultados reforçam a necessidade de políticas públicas e intervenções preventivas, especialmente para grupos vulneráveis, como os jovens. Abordagem multifatorial é sugerida, considerando fatores socioeconômicos, acesso a serviços de saúde mental e redução do estigma associado com doenças mentais. Em suma, este estudo contribui para a compreensão das tendências temporais e características demográficas dos suicídios no Brasil, ressaltando a importância de investigações longitudinais adicionais para melhor compreensão desse fenômeno complexo. Espera-se que essas evidências fortaleçam as políticas de saúde mental e promovam estratégias mais eficazes de prevenção do suicídio.


Objective: To analyze suicide cases in Brazil from 2010 to 2021 and the sociodemographic characteristics of this phenomenon, including the first two years of the COVID-19 pandemic, to assess whether there was a relationship between the increase in suicide cases in Brazil and this illness. Methods: Ecological timeline study, with 140,339 cases analyzed from the Mortality Information System (SIM) databases. Rates and statistical regressions were performed using STATA® software. Results: Higher suicide rates in men, singles, and residents of the South and Midwest regions were observed. The age group of 10­19 years had an increase of 1.7 cases x 100 thousand inhabitants/year. Analysis by region revealed significant variations in rates, suggesting the influence of contextual factors. Although the pandemic affected mental health, it was not possible to establish a direct relationship between COVID-19 and increased suicide rates. Conclusion: These results reinforce the need for public policies and preventive interventions, especially for vulnerable groups such as young people. A multifactorial approach is suggested that considers socioeconomic factors, access to mental health services, and reduced stigma associated with mental illness. In short, this study contributes to understanding the temporal trends and demographic characteristics of suicides in Brazil, highlighting the importance of further longitudinal investigations to better understand this complex phenomenon. Hopefully, this evidence will strengthen mental health policies and promote more effective suicide prevention strategies.


Subject(s)
Humans , Suicide Prevention , Single Person , Sociodemographic Factors , Holistic Health
12.
Rev. Ciênc. Saúde ; 13(3): 40-46, 20230921.
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1510858

ABSTRACT

Objetivo: Analisar a tendência da mortalidade por paracoccidioidomicose (PCM) e caracterizar o perfil sociodemográfico no Brasil e suas regiões geográficas numa série temporal de 25 anos. Métodos: Trata-se de estudo ecológico de séries temporais. Considerou-se como participantes do estudo a população brasileira dividida em faixas etárias, que tiveram como causa básica do óbito a PCM. Para calcular a variação percentual anual (VPA) dos coeficientes, na análise de tendência, foi utilizada a regressão de Prais-Winsten. Os coeficientes de mortalidade foram calculados a nível nacional, segundo as regiões geográficas, sexo e faixa etária e proporcional para as demais variáveis. Resultados: De acordo com os resultados deste estudo, ocorreram 2.101 óbitos por PCM no Brasil. A tendência ao longo dos 25 anos evidenciou um comportamento estável nas regiões Norte e Nordeste. Já no Sul, Sudeste e Centro-Oeste houve uma tendêndia de queda. A mortalidade média no Brasil foi de 84,04/100 mil hab., VPA -3,29 (IC 95% -2,43; -4,14). Levando em consideração a análise dos aspectos sociodemográficos, houve um predomínio de escolaridade ignorada (764; 36%), raça/ cor da pele branca (1.109; 53%), estado civil misto: casado (942; 45%) e solteiro (640; 30%), local de ocorrência do óbito predominantemente no âmbito hospitalar (1.852; 88%). Conclusão: Tanto no Brasil como nas regiões geográficas Sudeste, Sul e Centro-Oeste a mortalidade por PCM apresentou-se com tendência temporal decrescente. Já nas regiões Nordeste e Norte a tendência foi estacionária. O perfil sociodemográfico dos pacientes que foram a óbito apontou para sexo masculino, adultos, de baixa escolaridade, brancos e casados.


Objective: To analyze the trend in mortality from paracoccidioidomycosis (PCM) and characterize the sociodemographic profile in Brazil and its geographic regions in a 25-year time series. Methods: This is an ecological time series study. The study participants were the Brazilian population divided into age groups whose underlying cause of death was PCM. To calculate the annual percentage change (VPA) of the coefficients in the trend analysis, the Prais-Winsten regression was used. National mortality coefficients were calculated according to geographic regions, sex and age group and proportional to the other variables. Results: According to this study, there were 2,101 deaths from PCM in Brazil. The trend over the 25 years showed stable behavior in the North and Northeast regions. In the South, Southeast, and Midwest, there was a downward trend. The average mortality in Brazil was 84.04/100,000 inhab., VPA -3.29 (95% CI -2.43; -4.14). According to the analysis of sociodemographic aspects, there was a predominance of ignored schooling (764 deaths; 36%), white race/skin color (1,109; 53%), mixed marital status: married (942; 45%) and single (640; 30%), and place of death predominantly in the hospital environment (1,852; 88%). Conclusion: In Brazil and in the Southeast, South, andMidwest geographic regions, mortality from PCM showed a decreasing temporal trend. In the Northeast and North regions, the trend was stationary. The sociodemographic profile of the dying patients indicated males, adults, with low education, white, and married.


Subject(s)
Humans , Paracoccidioidomycosis , Sociodemographic Factors , Mortality , Adult , Educational Status
13.
Actual. osteol ; 19(2): 119-127, sept. 2023. tab
Article in Spanish | LILACS, UNISALUD, BINACIS | ID: biblio-1523051

ABSTRACT

Introducción: la pandemia por COVID-19 afectó negativamente los sistemas de salud. Las fracturas vertebrales osteoporóticas y el aislamiento social se relacionan con mayor morbimortalidad. Objetivos: caracterizar la morbilidad de las fracturas vertebrales osteoporóticas y evaluar una posible relación entre morbilidad y nivel de aislamiento social se-cundario al estado de pandemia. Material y métodos: estudio observacional, analítico y transversal. Resultados: se incluyeron en el estudio 45 adultos. La fractura fue mayorita-riamente lumbar con una evolución superior de 3 meses. El 35% presentaba seguimiento, el 48% había recibido tratamiento para osteoporosis y el 48% presentaba fracturas previas documentadas. El 46% refirió falta de accesibilidad al sistema. Se evaluó el aisla-miento social con la escala sociofamiliar de Gijón, que evidenció una situación buena en el 75% y un deterioro social intermedio/severo en el 24%. El Índice de Oswestry mostró una discapacidad mínima/moderada en el 66% y severa o mayor en el 33%. Se evaluó el dolor por la Escala análoga visual (VAS) y se obtuvo un VAS mayor de 5 en el 57%. Al comparar el grupo de situación sociofamiliar buena con el de deterioro social intermedio/severo se observó una diferencia en multipli-cidad de fracturas (p 0,030), hipovitaminosis D (p 0,045) y falta de accesibilidad (p 0,029). En discapacidad y dolor no hubo diferencias. Conclusión: el grupo con mayor aislamiento presentó una enfermedad más severa en términos de multiplicidad de fracturas e hipovitaminosis D; esto podría indicar una asociación entre aislamiento social secundario al estado de pandemia y morbilidad por las fracturas vertebrales. (AU)


Introduction: the COVID-19 pandemic had a negative impact on healthcare systems. Osteoporotic vertebral fractures and social isolation have a significant morbidity in our setting. Objectives: to characterize the morbidity of osteoporotic vertebral fractures and evaluate a potential relationship between morbidity and the level of social isolation secondary to the pandemic. Material and methods: observational, analytical and cross-sectional study. Results: forty-five adults were included. Fractures were mostly lumbar with a history of over 3 months. Thirty-five percent (35%) had been followed-up, 48% had been treated for osteoporosis and 48% had previous documented fractures. Forty-six percent (46%) reported lack of accessibility to healthcare. Social isolation was measured using Gijón ́s social-familial evaluation scale, which showed a good situation in 75% of cases and an intermediate/severe social deterioration in 24%. According to the Oswestry index, disability was minimal/moderate in 66% of cases and severe or worse in 33%. Pain was assessed using the Visual Analogue Scale (VAS), with a score greater than 5 recorded in 57% of patients. When comparing the group with a good social-familial situation vs. the group with intermediate/severe social deterioration, differences were found in multiplicity of fractures (p 0.030), hypovitaminosis D (p 0.045) and lack of accessibility (p 0.029). No differences were found in disability and pain. Conclusion: the group with higher levels of isolation exhibited more severe disease in terms of multiplicity of fractures and hypovitaminosis D, which might suggest an association between social isolation secondary to the pandemic and morbidity due to vertebral fractures. (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Social Isolation , Spinal Fractures/epidemiology , Osteoporotic Fractures/epidemiology , COVID-19/complications , Social Conditions , Vitamin D Deficiency/epidemiology , Pain Measurement/methods , Indicators of Morbidity and Mortality , Cross-Sectional Studies , Morbidity , Social Determinants of Health , Sociodemographic Factors
14.
Revista Digital de Postgrado ; 12(2): 366, ago. 2023.
Article in Spanish | LILACS, LIVECS | ID: biblio-1517339

ABSTRACT

Objetivo General: Establecer nivel de conocimiento sobre tuberculosis y vacuna, BCG., de padres y representantes, en Ambulatorio Gabriel Trompiz, Tucacas, Estado Falcón. Metodología: Es un estudio descriptivo de tipo transversal, con una muestra poblacional de 180 madres, padres y representantes entre octubre y diciembre de 2022. Se utilizaron encuestas, formularios elaborados y validados en estudios anteriores; la información fue procesada con el programa estadístico Microsoft Excel. Resultados: la mayor parte de la población respondió que la tuberculosis es una enfermedad producida por un virus, con respecto a la importancia de las inmunizaciones, un 20% desconocía la importancia de la vacunación. El 77% conocían información básica acerca de la vacuna BCG. En cuanto a las enfermedades prevenibles por esta vacuna, un 54% respondió que se trataba sobre la tuberculosis, mientras que casi la mitad de la población estudiada tenía la creencia que tenía que ver con el resfriado común. El 72% de la población considera que la fiebre es una contraindicación para la aplicación de la vacuna BCG. Se demostró que existía una gran desinformación con respecto a la vacunación en la población infantil en el medio rural venezolano(AU)


To establish the level of knowledge about tuberculosis and BCG vaccine., of parents and representatives in the Gabriel Trompiz outpatient clinic, Tucacas, Falcon State. Methodology: it is a descriptive cross-sectional study, with a population sample of 180 mothers, fathers and representatives between October and December 2022. Surveys, forms prepared and validated in previous studies were used, the information was processedwith the Microsoft Excel statistical program. Results: most of the population answered that tuberculosis was a disease caused by a virus, regarding the importance of immunizations, 20% were unaware of the importance of vaccination. 77% knew basic information about the BCG vaccine. Regarding the diseases preventable by this vaccine, 54% answered that it was about tuberculosis, while almost half of the population studied believed that it had to do with the common cold. 72% of the population considers that fever is a contraindication for the application of the BCG vaccine. It was demonstrated that there was a great amount of misinformation regarding vaccination in the child population in rural Venezuela(AU)


Subject(s)
Tuberculosis , BCG Vaccine , Immunization Schedule , Pediatrics , Public Health , Disease Prevention , Sociodemographic Factors
15.
Psicol. teor. prát ; 25(3): 14408, 10 jul. 2023.
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1451197

ABSTRACT

Infertile couples seeking treatment experience a social stigma that can lead to the need for privacy and, in turn, compromise their access to social support. This multiple case study, that involved the collection of sociodemographic and health data and interviews with four heterosexual couples accessed by convenience, aimed to examine the perception of the couples about the social support received after the disclosure of the condition of infertility and/or of the assisted reproductive technology treatment. The cases were analysed individually and comparatively. From the couples' statements, it is highlighted that all of them revealed something about infertility and/or treatment at some point in the process, although some considered not revealing it. Both support and lack of support were perceived from the revelations. The non-disclosure was motivated by self-preservation and by avoidance of social pressure. The findings indicate the importance of psychological intervention to expand the couples' social support.


Parejas infértiles que buscan tratamiento experimentan un estigma social que puede acarrear la necesidad de privacidad y, a su vez, comprometer el acceso al apoyo social. Ese estudio de múltiples casos, que involucró la recogida de datos sociodemográficos, de salud y entrevistas con cuatro parejas heterosexuales accedidas por conveniencia, buscó examinar la percepción de las parejas sobre el apoyo social después de la revelación de la condición de infertilidad y/o del tratamiento con técnicas de reproducción asistida. Los casos fueron analizados individual y comparativamente. De las declaraciones de las parejas, se destaca que todas revelaron algo sobre la infertilidad y/o el tratamiento en algún momento del proceso, aunque algunos consideraron no revelarlo. Se percibió tanto el apoyo como la falta de apoyo a partir de las revelaciones. La no revelación fue motivada por la autopreservación y por la evitación de presión social. Los hallazgos indican la importancia de la intervención psicológica para ampliar el apoyo social de las parejas.


Casais inférteis que buscam tratamento experimentam um estigma social que pode acarretar a necessidade de privacidade e, por sua vez, comprometer o acesso ao apoio social. Este estudo de casos múltiplos, que envolveu a coleta de dados sociodemográficos, de saúde e entrevistas com quatro casais heterossexuais acessados por conveniência, objetivou examinar a sua percepção sobre o apoio social recebido após a revelação da condição de infertilidade e/ou de tratamento com técnicas de reprodução assistida. Os casos foram analisados individualmente e comparativamente. A partir das falas, destaca-se que todos revelaram algo sobre a infertilidade e/ou o tratamento em algum momento do processo, ainda que alguns tenham considerado não revelar. Percebeu-se tanto apoio como falta de apoio diante das revelações. A não revelação foi motivada pela autopreservação e pela evitação de pressão social. Os achados indicam a importância da intervenção psicológica para ampliar o apoio social dos casais.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Social Support , Reproductive Techniques, Assisted , Infertility/psychology , Family , Mental Health , Social Stigma , Sociodemographic Factors , Interview, Psychological
16.
Psicol. teor. prát ; 25(3): 15287, 10 jul. 2023.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1451193

ABSTRACT

Punishing, minimizing, ignoring, or becoming distressed when dealing with children's negative emotions may favor the emergence or worsen behavior problems during childhood. This study examined the effects of the intervention program Vivendo Emoções [Experiencing Emotions] on maternal reactions to children's emotions and children's internalizing and externalizing problems. Thirty-two mothers of children aged between three and eight participated and were assigned to an intervention (n = 16) or a comparison (n = 16) group. The intervention was implemented in eight sessions intended to promote the mothers' strategies to identify and regulate their children's negative emotions and enable the children to improve emotional competence. The mothers completed the CCNES to report their reactions to children's emotional expressions and the CBCL to report internalizing and externalizing problems on pretest and posttest. The results reveal that mothers in the intervention group reported fewer unsupportive reactions on posttest than mothers in the comparison group. This finding shows the potential of such interventions to decrease unsupportive maternal reactions. Additionally, children in the intervention group presented more frequent somatic complaints than those in the comparison group on posttest. A potential explanation is that the mothers were more prepared to encourage their children to report negative emotions associated with bodily sensations.


Castigar, minimizar, ignorar o manifestar malestar ante la expresión de emociones negativas de los niños puede favorecer la aparición o el empeoramiento de problemas de comportamiento en la infancia. Este estudio examinó los efectos del programa de intervención Viviendo Emociones, focado en la socialización emocional de los niños, en las reacciones maternas a las emociones y en los problemas internalizantes y externalizantes de los niños. Participaron 32 madres de niños entre tres y ocho años, divididas en los grupos intervención (n = 16) y comparación (n = 16). El Viviendo Emociones se realizó en ocho sesiones y busca promover estrategias para identificar y regular las emociones negativas expresadas por los niños para que ellos amplíen su competencia emocional. En el pre-test y post-test, las madres respondieron el CCNES para reportar sus reacciones ante las expresiones emocionales de sus hijos y el CBCL para reportar problemas internalizantes y externalizantes. Los resultados revelaron que las madres en el grupo de intervención reportaron menos reacciones de no apoyo que las madres en el grupo comparación en el post-test. Ese hallazgo resalta el potencial de intervenciones de esta naturaleza para reducir las reacciones maternas de no apoyo. Adicionalmente, los niños del grupo intervención presentaron más quejas somáticas que los niños del grupo comparación en el post-test. Una explicación potencial es que las madres estaban más preparadas para alentar a los niños a reportar emociones negativas asociadas a sensaciones corporales.


Punir, minimizar, ignorar ou manifestar desconforto diante da expressão de emoções negativas dos filhos pode favorecer o surgimento ou agravamento dos problemas de comportamento na infância. Este estudo examinou os efeitos do programa de intervenção, Vivendo Emoções, com foco na socialização emocional infantil, sobre as reações maternas às emoções dos filhos e os problemas internalizantes e externalizantes das crianças. Participaram 32 mães de crianças entre três e oito anos, divididas em grupo intervenção (n = 16) e comparação (n = 16). O Vivendo Emoções foi realizado em oito sessões e busca promover estratégias para identificação e regulação das emoções negativas expressas pelos filhos de forma que a criança amplie sua competência emocional. No pré-teste e no pós-teste, as mães responderam a CCNES para informar suas reações às expressões emocionais nos filhos e o CBCL para relatar problemas internalizantes e externalizantes. Os resultados revelaram que as mães do grupo intervenção relataram menos reações não apoiadoras do que as mães do grupo comparação no pós-teste. Esse achado evidencia o potencial de intervenções dessa natureza para reduzir reações maternas não apoiadoras. Adicionalmente, as crianças do grupo intervenção apresentaram mais queixas somáticas do que as crianças do grupo comparação no pós-teste. Uma explicação potencial é que as mães estivessem mais preparadas para encorajar as crianças a relatar emoções negativas associadas a sensações corporais.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child, Preschool , Child , Socialization , Child Behavior/psychology , Emotions/physiology , Problem Behavior/psychology , Mothers/psychology , Parent-Child Relations , Psychotherapy/methods , Checklist , Sociodemographic Factors , Maternal Behavior/physiology
17.
Rev. méd. hondur ; 91(1): 38-45, ene.-jun. 2023. tab
Article in Spanish | LILACS, BIMENA | ID: biblio-1443351

ABSTRACT

Antecedentes: Según la Organización Mundial de la Salud (OMS) cerca de 70 millones de personas en el mundo padecen epilepsia. Los países de medianos y bajos ingresos presentan 70-80% de los casos; se estima que afecta 4-13% de los niños hasta los 16 años, de los cuales la epilepsia farmacorresistente (EFR) se desarrolla en 10-23%. Objetivo: Determinar factores de riesgo asociados a EFR en pacientes pediátricos atendidos en Hospital María, Especialidades Pediátricas (HMEP), Tegucigalpa, marzo 2017-marzo 2022. Métodos: Estudio de casos-controles. A partir del total de pacientes menores de 18 años con diagnóstico de epilepsia atendidos en el Servicio de Neurología HMEP, se definió Caso como pacientes con diagnóstico de EFR y Controles como pacientes con epilepsia no farmacorresistente (ENFR). A partir de expedientes clínicos, se evaluaron factores sociodemográficos, antecedentes personales y familiares, factores clínicos, estudios de imagen y electroencefalograma. El estudio fue aprobado por el Comité de Ética Institucional. Resultados: Se analizaron 81 casos y 162 controles. La edad más afectada en casos fue preescolar (35.8%), en controles fue edad escolar (41.4%). El sexo masculino presentó similar distribución en ambos grupos (51.8% y 51.2%). La procedencia rural fue más frecuente en los casos que en controles (58.0% versus 48.8%). Se identificaron los siguientes factores asociados a EFR: Antecedentes familiares de epilepsia (ORa 2.32, IC95%1.22­4.41, p=0.01), alteración focal en examen físico (ORa 2.23, IC95%1.10­4.55, p=0.02), neurodesarrollo anormal (ORa 2.78, IC95%1.18­6.54, p=0.02). Discusión: El control adecuado de las crisis epilépticas incide directamente en la calidad de vida y sobrevida de los pacientes. La identificación correcta de los niños con epilepsia con los factores asociados identificados en este estudio, que coinciden con lo descrito internacionalmente, permitirá hacer un mejor tamizaje y priorizar la referencia temprana a un neurólogo pediatra contribuyendo a mejorar la calidad de vida de los pacientes...(AU)


Subject(s)
Drug Resistant Epilepsy , Sociodemographic Factors , Seizures/complications , Electroencephalography
18.
Rev. baiana saúde pública ; 47(1): 227-243, 20230619.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1438370

ABSTRACT

O câncer de colo do útero é um importante problema de saúde pública. Este trabalho objetiva avaliar a qualidade de vida de mulheres com câncer de colo do útero. Para tanto, foi realizado um estudo transversal com abordagem quantitativa, realizado com 175 mulheres em tratamento do câncer do colo do útero em um hospital de referência. Predominou a faixa etária de 40 a 59 anos (56%) com o diagnóstico, a maioria das pacientes eram pardas (69,8%), com ensino fundamental incompleto (44,7%) e casadas (42,3%). Com relação aos dados clínicos, a maioria referiu menarca aos > 12 anos (89,7%), coitarca aos < 18 (74,3%) e até cinco parceiros sexuais (88,6%). O tumor mais presente foi o carcinoma de células escamosas, com 90,3% dos casos; o estadiamento T3b/IIIB esteve em 41% dos registros; e 42,8% dos casos associaram radioterapia e quimioterapia para tratamento. A qualidade de vida pelo estado de saúde global foi satisfatória, com 72,1. Quanto aos domínios, na escala funcional a função social obteve média de 84,2, e, na escala de sintomas, a dificuldade financeira de 66,7. A qualidade de vida foi considerada satisfatória entre as pacientes, o que sinaliza melhoria das terapêuticas em saúde, planos de cuidado eficazes e trabalho em equipe multiprofissional que condiciona uma boa prática clínica.


Cervical cancer is an important public health problem. This work aims to evaluate the quality of life of women with cervical cancer. To that end, a cross-sectional study with a quantitative approach was carried out with 175 women undergoing treatment for cervical cancer at a reference hospital. There was a predominance of the age group between 40 and 59 years old (56%) at diagnosis, most patients were brown (69.8%), with incomplete primary education (44.7%), and married (42.3%). Regarding clinical data, most reported menarche > 12 years old (89.7%), coitarche with < 18 years old (74.3%), and had up to 5 sexual partners (88.6%). The most frequent tumor was squamous cell carcinoma, with 90.3% of the cases; the T3b/IIIB staging showed in 41% of the records; and 42.8% of the cases associated radiotherapy and chemotherapy for treatment. The quality of life by global health status was satisfactory, with 72.1. Regarding the domains, on the functional scale, the social function obtained a mean of 84.2 and, in the scale of symptoms, the financial difficulty, of 66.7. The quality of life was considered satisfactory among the patients, which indicates the improvement of the therapies in health, effective care plans, and multidisciplinary teamwork that conditions good clinical practice.


El cáncer de cuello uterino es un importante problema de salud pública. El objetivo de este trabajo fue evaluar la calidad de vida de mujeres con cáncer de cuello uterino. Para ello, se realizó un estudio transversal, de enfoque cuantitativo, con 175 mujeres en tratamiento por cáncer de cuello uterino en un hospital de referencia. Predominó el grupo etario de 40 a 59 años, con un 56% al momento del diagnóstico, la mayoría de las pacientes eran pardas (69,8%), el nivel de educación primaria incompleta (44,7%) y casadas (42,3%). Con respecto a los datos clínicos, la mayoría refirió menarquia > 12 años (89,7%), edad de coito < 18 años (74,3%) y tuvo hasta cinco parejas sexuales (88,6%). El tumor más frecuente fue el carcinoma epidermoide en el 90,3% de los casos, la estadificación T3b/IIIB estuvo presente en el 41% de los registros, y en el 42,8% de los casos se asoció radioterapia y quimioterapia para el tratamiento. La calidad de vida por estado de salud global fue satisfactoria en un 72,1. En cuanto a los dominios, en la escala funcional, la función social obtuvo el promedio del 84,2, y en la escala de síntomas, la dificultad financiera presentó el 66,7. La calidad de vida se consideró satisfactoria entre las pacientes, lo que señala la mejora de las terapias de salud, planes de atención efectivos y trabajo en equipo multidisciplinario que permite una buena práctica clínica.


Subject(s)
Humans , Female , Women's Health , Sociodemographic Factors
19.
Rev. chil. obstet. ginecol. (En línea) ; 88(3): 160-166, jun. 2023. graf, tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1515206

ABSTRACT

OBJETIVO: Evaluar las características clínicas, el impacto en la calidad de vida y los factores asociados con vértigo en gestantes hospitalizadas en una institución de alta complejidad. MÉTODO: Estudio transversal. Se realizó una encuesta dirigida a la presencia de vértigo y sus características clínicas en 2020-2021. La calidad de vida se evaluó con el cuestionario Dizziness Handicap Inventory (DHI). El análisis estadístico incluyó un modelo lineal generalizado. RESULTADOS: De 103 mujeres, el 19,4% indicaron vértigo principalmente en el segundo trimestre de gestación (60%), con una mediana de 3,5 (rango intercuartil: 1,5-7,5) episodios. Fueron referidos vértigos episódicos asociados con cambios posicionales (40%), acompañados de inestabilidad (60%), cefalea (60%), fotopsias (55%) y tinnitus (45%). Las mujeres con vértigo presentaron mayor frecuencia de discapacidad moderada a grave en las dimensiones del DHI emocional (30 vs. 2,4%; p = 0,001), funcional (40 vs. 2,4%; p < 0,001) y física (55 vs. 2,4%; p < 0,001) en comparación con las mujeres sin la patología. La hospitalización durante el embarazo Razón de proporción (RP): 4,02; intervalo de confianza del 95% [IC95%]: 1,64-9,85; p = 0,002) y la presencia de vértigo pregestacional (RP: 2,37; IC95%: 1,15-4,88; p = 0,019) se identificaron como factores asociados. CONCLUSIONES: La alta frecuencia de vértigo en las gestantes sugiere la importancia de estudiar esta condición durante el embarazo, para lograr un manejo integral y generar acciones de prevención y control efectivas.


OBJECTIVE: To evaluate clinical characteristics, impact on quality of life and factors associated with vertigo in pregnant women hospitalized in a highly complex institution. METHOD: A cross-sectional study was conducted in 2021-2022. One focused survey including Dizziness Handicap Inventory (DHI) was performed. The statistical analysis was performed using a generalized lineal regression. RESULTS: 103 patients were included, 19.4% indicated vertigo mostly during the second semester (60%). A median of 3.5 episodes was obtained (RIC: 1.5-7.5). Positional and episodic vertigos (40%) associated with unsteadiness (60%), headache (60%), photopsia (55%) and tinnitus (45%) were described. DHI in pregnant females with vertigo compared to those without vertigo, presented higher rates of moderate to severe disability in the emotional (30 vs. 2.4%: p = 0.001), functional (40 vs. 2.4%; p < 0.001) and physical (55 vs. 2.4%; p < 0.001) dimensions. Hospitalizations during the pregnancy (RP: 4.02; 95%CI: 1.64-9.85; p = 0.002) and previous episodes before pregnancy (RP: 2.37; 95%CI: 1.15-4.88; p = 0.019) were identified as associated factors with current vertigo episodes. CONCLUSIONS: The high frequency of vertigo in pregnant women suggests the importance of studying this condition during pregnancy, to achieve comprehensive management and generate effective prevention and control actions.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Young Adult , Vertigo/epidemiology , Quality of Life , Linear Models , Precipitating Factors , Vertigo/diagnosis , Vertigo/psychology , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Risk Factors , Sociodemographic Factors , Hospitalization
20.
Femina ; 51(6): 361-367, 20230630. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1512419

ABSTRACT

Objetivo: Avaliar a adequabilidade do tratamento de sífilis gestacional e fatores associados ao tratamento inadequado. Métodos: Estudo de coorte. Pacientes realizaram testes rápidos para sífilis e responderam ao questionário estruturado. A normalidade dos dados foi analisada com Kolmogorov-Smirnov. Para associação entre adequação do tratamento e fatores sociodemográficos e clínicos, foi executado o teste Exato de Fisher. Teste t de Student para amostras independentes foi executado para comparar o número de consultas pré-natal entre pacientes que apresentaram ou não adequação ao tratamento. Foi executada regressão logística para avaliar em que medida a adequação e a efetividade ao tratamento poderiam ser adequadamente previstas por número de consultas pré-natal. O nível de significância foi 5%. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. Resultados: Participaram 560 pacientes. Trinta e três foram diagnosticadas com sífilis, e 29 foram adequadamente tratadas. Houve associação entre adequação do tratamento e consultas pré-natal. Os achados do teste t de Student corroboram os resultados encontrados no teste Exato de Fisher. O modelo de regressão demonstrou que mulheres que fazem pré-natal têm maior chance de tratamento adequado. Conclusão: O pré-natal aumenta a chance de tratamento adequado para sífilis na gestação


Objective: To assess the adequacy of treatment for gestational syphilis and factors associated with inadequate treatment. Methods: Cohort study. Patients underwent rapid tests for syphilis and answered the structured questionnaire. Data normality was analyzed using Kolmogorov-Smirnov. For the association between treatment adequacy and sociodemographic and clinical factors, Fisher's exact test was performed. Student's t test for independent samples was performed to compare the number of prenatal visits between patients who were or were not fit for treatment. Logistic regression was performed to assess the extent to which treatment adequacy and effectiveness could be adequately predicted by prenatal visit number. The significance level was 5%. The project was approved by the Ethics and Research Committee. Results: 560 patients participated. 33 were diagnosed with syphilis, 29 were adequately treated. There was an association between treatment adequacy and prenatal consultation. The student's t test findings corroborate those found in Fisher's Exact test. The regression model showed that women who undergo prenatal care have a greater chance of adequate treatment. Conclusion: Prenatal care increases the chance of adequate treatment for syphilis during pregnancy


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Syphilis/diagnosis , Syphilis/drug therapy , Obstetrics , Unified Health System , Pregnancy , Maternal-Child Health Services , Sociodemographic Factors , Hospitals, Maternity , Maternal-Fetal Exchange
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