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1.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1254753

ABSTRACT

Recentes estudos indicaram que o forame oval patente (FOP) pode ser responsável pelo acidente vascular cerebral criptogênico (AVC) em pacientes jovens que apresentam condições anatômicas favoráveis a essa anomalia e que a oclusão transcateter reduz a incidência do acidente vascular cerebral quando comparada ao tratamento clínico. A injeção de soro agitado durante o estudo ecocardiográfico, associada à manobra de Valsalva, pode evidenciar shunt direita-esquerda com alta sensibilidade (89%) e especificidade (92%) quando se utiliza o ecocardiograma transesofágico. Avaliando as características clínicas de pacientes com acidente vascular cerebral e forame oval patente, o trial Risk of Paradoxical Embolism, conhecido pela sigla RoPE, (Risk of Paradoxical Embolism) estabeleceu um escore de risco para acidente vascular cerebral criptogênico e, por meio de um modelo de regressão multivariada, identificou seis variáveis: idade, presença de isquemia cortical, diabetes, hipertensão, AVC e acidente isquêmico transitório prévio. Os escores mais elevados foram observados em jovens com AVC e sem fatores de risco vascular e os escores mais baixos em idosos com fatores de risco vascular, de modo que o forame oval patente sugere ser acidental. Condições anatômicas do FOP predispõem à embolia sistêmica (separação do FOP > 2 mm; túnel do FOP > 10 mm; ângulo entre a veia cava inferior e o flap do FOP <10°; intensidade do shunt com manobra de Valsalva; presença de aneurisma do septo interatrial e rede de Chiari ou válvula de Eustáquio proeminente). O fechamento do FOP pode prevenir a embolia paradoxal, reduzindo a incidência de acidente vascular cerebral em pacientes considerados com de risco elevado. A relação entre Acidente Vascular Cerebral (AVC) criptogênico e a presença de Forame Oval Patente (FOP) tem despertado particular interesse, baseada em estudos recentes que demonstraram que a oclusão transcateter do FOP reduziu a incidência de AVC criptogênico, quando comparado ao tratamento medicamentoso.1 Trombos atravessando o forame oval podem ser observados em exames ecocardiográficos e em autópsias, confirmando esse mecanismo como responsável pela embolia paradoxal, ou seja, um trombo venoso passando para a circulação arterial por um shunt direita-esquerda. Entretanto, essa visualização ecocardiográfica é rara e existem poucos estudos publicados2,3 (Figura 1). Alguns estudos clínicos demonstram a propensão do FOP ser o responsável pela embolia paradoxal. Pacientes portadores de diabetes, hipertensão arterial sistêmica e doença arterial coronária têm baixa prevalência para o FOP ser o responsável pela embolia paradoxal. Por outro lado, história de trombose venosa profunda, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, viagens prolongadas, manobra de Valsalva precedendo o início de sintomas de AVC, enxaqueca e apneia do sono tem sido descrita como fatores de risco independentes para a associação entre FOP e eventos cerebrovasculares.4 Mesmo sendo pouco frequente a visualização de trombos em forame oval, a observação epidemiológica nos leva a acreditar que o FOP é o responsável por um número considerável de acidentes vasculares cerebrais.5 A prevalência de FOP em um estudo com autópsia em 965 corações normais é de 27%, com similar distribuição entre homens e mulheres. Essa prevalência declina com a idade, sendo de 34% em menores de 30 anos, 25% entre 30 e 80 anos e 20% em maiores de 80 anos.6 Em pacientes com AVC criptogênico, entretanto, a prevalência é particularmente elevada, chegando a 40% em pacientes com idade inferior a 55 anos.7 É importante ressaltar que a presença de FOP em pacientes com AVC criptogênico não é a única etiologia para o embolismo paradoxal. Outros mecanismos podem ser responsáveis, como fibrilação atrial não detectada, tumores cardíacos (mixoma e fibroeslastomas), presença de contraste ecocardiográfico espontâneo em átrio esquerdo, valvopatia mitral reumática, calcificação do anel valvar mitral, próteses cardíacas biológicas e mecânicas, estados de hipercoagulabilidade e ateroma de aorta ascendente.8 O estudo ecocardiográfico é parte da rotina na avaliação do FOP, principalmente o Ecocardiograma Transesofágico (ETE) com utilização de solução salina agitada (macrobolhas). Considera-se um shunt pequeno quando passam de três a dez bolhas, médio de dez a 30 bolhas e grande se mais de 30 bolhas contadas nos primeiros batimentos após a injeção.9 Além da detecção do shunt, o ETE avalia as características anatômicas do FOP, assim como o diagnóstico diferencial com a comunicação interatrial e com o shunt pulmonar.10,11 Trabalhos comparando o ETE utilizando macrobolhas com os achados de autópsia mostram sensibilidade de 89% e especificidade de 92%, sendo que a autópsia é considerada padrão-ouro.12(AU)


Subject(s)
Humans , Adolescent , Aged , Stroke/complications , Stroke/diagnostic imaging , Foramen Ovale, Patent/etiology , Foramen Ovale, Patent/pathology , Echocardiography , Embolism, Paradoxical/complications
2.
Arq. neuropsiquiatr ; 78(12): 757-761, Dec. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1142376

ABSTRACT

ABSTRACT Background: The rapid evaluation of non-contrast-enhanced computed tomography (NCCT) brain scans in patients with anterior stroke symptoms saves time and favors optimal and prompt treatment. e-ASPECTS is a tool that automatically calculates the Alberta Stroke Program Early CT Score (ASPECTS) values, leading to a more accurate and timely image evaluation. Objective: To determine the ability of e-ASPECTS in differentiating images with and without injury. Methods: One-hundred sixteen patients admitted to a stroke unit in a Brazilian tertiary hospital underwent a CT scan at admission and at least one control brain imaging (NCCT or magnetic resonance imaging - MRI) 24 hours after admission. ASPECTS evaluation was performed by three neuroradiologists, three neurologists, and three neurology residents, all blinded to the symptoms and the injury side. The scores were compared to the ground truth, and an ASPECTS score was provided by two independent non blinded evaluators. Sensitivity and specificity were analyzed, and receiver operating characteristic curves, Bland-Altman plots with mean error score, and Matthews correlation coefficients (MCCs) were obtained for ASPECTS scores, assuming values equal to 10 for images without injury and values other than 10 for images with ischemic injury. Results: e-ASPECTS demonstrated similar performance to that of neuroradiologists and neurologists, with an area under the curve of 0.78 and an MCC value of 0.48 in the dichotomous analysis. The sensitivity and specificity of e-ASPECTS were 75% and 73%, respectively. Conclusion: e-ASPECTS is a validated and reliable tool for determining early signs of ischemia in NCCT.


RESUMO Introdução: A avaliação rápida da tomografia de crânio sem contraste (TCSC) em pacientes com AVC de circulação anterior economiza tempo e permite um tratamento rápido e otimizado. O e-ASPECTS é um software que calcula automaticamente os valores do ASPECTS e permite uma avaliação da imagem mais precisa e ágil. Objetivo: Determinar a habilidade do e-ASPECTS em diferenciar imagens com e sem lesão. Métodos: Cento e dezesseis pacientes admitidos em uma unidade de AVC de um hospital terciário brasileiro foram submetidos a uma TCSC na admissão e pelo menos uma imagem de controle (TC ou Ressonância de Crânio) 24 horas após a admissão. A avaliação do ASPECTS foi realizada por três neurorradiologistas, três neurologistas e três residentes em neurologia, todos cegados para os sintomas e para o lado da lesão. Os valores foram comparados ao ground truth (GT) e uma pontuação ASPECTS foi obtida por dois avaliadores independentes não cegos. Análise da sensibilidade e especificidade, características das curvas ROC, gráficos de Bland-Altman com média de escore de erro e coeficientes de correlação de Matthews (CCM) foram realizados para os valores de ASPECTS, assumindo valores iguais a 10 como imagens sem lesões e valores diferentes de 10 como imagens com alguma lesão isquêmica. Resultados: o e-ASPECTS demonstrou uma performance similar aos neurorradiologistas e neurologistas, com uma área sob a curva de 0,78 e um valor de CCM de 0,48 na análise dicotômica. Sensibilidade e especificidade do e-ASPECTS foram, respectivamente, 75 e 73%. Conclusão: O e-ASPECTS é uma ferramenta confiável e validada para determinar sinais precoces de isquemia nas TCSC.


Subject(s)
Humans , Brain Ischemia/therapy , Brain Ischemia/diagnostic imaging , Stroke/therapy , Stroke/diagnostic imaging , Specialization , Brazil , Alberta
3.
Med. infant ; 27(2): 92-100, Diciembre 2020. Tab, ilus
Article in Spanish | LILACS, BINACIS, UNISALUD | ID: biblio-1147907

ABSTRACT

Introducción: La incidencia de ACV (Accidente Cerebrovascular) en niños es de 2-13/100.000 niños por año, siendo una de las 10 causas más frecuentes de muerte en la infancia. La misma varía entre 6-40% dependiendo de las series publicadas y de los subtipos de ACV. Existen diferencias importantes entre el ACV en niños y adultos, ya que las características neurológicas y de la hemostasia son muy distintas en cada grupo. En niños deben ser investigados múltiples factores de riesgo que a menudo se superponen entre sí. Materiales y métodos: Trabajo descriptivo retrospectivo por revisión de historias clínicas, de una población de niños con diagnóstico de ACV ingresados en UCIP en un período de 10 años. Resultados: Se confirmó el diagnóstico de ACV en un total de 84 pacientes. El 70,24% de la población correspondía a ACVH (Accidente Cerebrovascular Hemorrágico) y un 29,76% ACVI (Accidente Cerebrovascular Isquémico). El 60,71 % eran masculinos. La mediana del tiempo entre el inicio de los síntomas y el ingreso a UCIP, en ambos grupos fue de 1 día con rango entre 1-17 días para los ACVH y 1-9 para los ACVI. Se evaluaron variables clínicas, de diagnóstico y de tratamiento según ambos tipos de ACV. Conclusión: El ACV requiere de un abordaje multidisciplinario. La realización de neuro-imágenes es un pilar fundamental para el diagnóstico y no debe ser pospuesto. El monitoreo y tratamiento está enfocado en minimizar el daño en el parénquima cerebral circundante (AU)


Introduction: The incidence of stroke in children is 2-13/100,000 children a year, being one of the 10 most common causes of death in childhood. Mortality varies between 6 and 40% depending on the series reported and according to the different subtypes of stroke. There are important differences between childhood and adult stroke, as the neurological features and characteristics of hemostasis vary greatly. In children, multiple risk factors that often overlap should be investigated. Material and methods: A retrospective descriptive review of the clinical records of a series of patients with stroke admitted to the pediatric intensive care unit (PICU) over a period of 10 years was conducted. Results: The diagnosis of stroke was confirmed in 84 patients; 70.24% had hemorrhagic and 29.76% ischemic stroke. Overall, 60.71% were boys. Median time between symptom onset and admission to the PICU was one day in both groups, ranging from 1-17 días for those with hemorrhagic and from 1-9 days for those with ischemic stroke. Clinical, diagnostic, and treatment variables were evaluated for both types of stroke. Conclusion: Stroke requires a multidisciplinary approach. Neuroimaging is essential for the diagnosis and should not be postponed. Monitoring and treatment is focused on minimizing damage to the surrounding brain parenchyma (AU)


Subject(s)
Humans , Infant , Child, Preschool , Child , Adolescent , Intensive Care Units, Pediatric , Cerebral Hemorrhage , Brain Ischemia , Stroke/surgery , Stroke/classification , Stroke/diagnosis , Stroke/etiology , Stroke/epidemiology , Stroke/diagnostic imaging , Retrospective Studies
4.
ABC., imagem cardiovasc ; 33(4): eabc101, 20200000.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1146298

ABSTRACT

Fundamento: O acidente vascular encefálico (AVE) é prevalente no mundo. Reconhecimento precoce da doença cardiovascular subclínica pode predizer um primeiro episódio de AVE isquêmico; o speckle tracking associado à ecocardiografia (STE) permite detecção precoce da disfunção miocárdica subclínica. Objetivo: Provar a associação entre deformação miocárdica avaliada pelo STE e primeiro episódio de AVE em indivíduos saudáveis. Método: Incluímos participantes entre 40-80 anos com primeiro episódio de AVE isquêmico sem cardiopatia conhecida, pareados por sexo, idade e hipertensão com grupo controle saudável na proporção 1:2. STE avaliou strain longitudinal (SL) do ventrículo esquerdo (VE), e ecocardiografia tradicional foi realizada. Análises univariada e multivariada avaliaram as relações do AVE com fatores de risco cardiovasculares e parâmetros derivados da ecocardiografia. Resultado: 29 casos e 62 controles foram incluídos. Média etária foi 60 ± 12 anos; 54% eram homens. Tabagismo foi mais prevalente em casos do que em controles (34% vs. 9%; p=0.001). Nenhum outro fator de risco evidenciou diferença estatística. Casos tiveram menor deformação miocárdica comparados aos controles (SL -16.7 ± 3.4% vs. -19.2 ± 2.8%; p < 0.001). Não houve diferença em relação aos parâmetros ecocardiográficos tradicionais. Após ajuste para tabagismo e hiperlipidemia, SL manteve-se independentemente associado com AVE (OR=1.3; 95% CI, 1.1 ­ 1.6; p=0.005). A área abaixo à curva ROC para AVE aumentou significativamente após adicionar SL ao tabagismo (0.65 para 0.78, respectivamente; p=0.009). Conclusão: SL tem independente associação com o primeiro episódio de AVE isquêmico em adultos de média idade com corações geralmente normais. SL pode ser potencial marcador de risco nesta população


Background: Stroke is prevalent worldwide, and early recognition of subclinical cardiovascular (CV) disease could predict a first ischemic stroke (IS) episode. Speckle-tracking echocardiography (STE) allows the detection of early subclinical myocardial dysfunction. Aim: To examine the association between myocardial deformation, evaluated by STE, and first episode of IS in a sample of otherwise healthy patients. Methods: We included individuals between 40­80 years old, with a first incidence of IS, with no known CV disease, matched to healthy controls by sex, age, and hypertension at a 1:2 ratio. STE was used to assess LV global longitudinal strain (GLS), and traditional echocardiography was performed. Univariate and multivariable analyses were performed to assess the relationship among stroke, CV risk factors, and echocardiographyderived parameters. Results: A total of 29 cases and 62 controls were included. The mean age of the patients was 60 ± 12 y/o, and 54% were males. Smoking was more prevalent in cases compared to controls (34% vs. 9%; p = 0.001), and there were no significant differences in the other examined risk factors. Cases had less myocardial deformation compared to controls (GLS: -16.7% ± 3.4% vs. -19.2 ± 2.8%; p < 0.001), and there was no


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Cardiovascular Diseases/diagnostic imaging , Hypoxia, Brain/diagnostic imaging , Ventricular Dysfunction, Left/diagnostic imaging , Stroke/diagnostic imaging , Risk Factors , Longitudinal Studies
5.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 66(10): 1437-1443, Oct. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS, SES-SP | ID: biblio-1136138

ABSTRACT

SUMMARY INTRODUCTION: The present study aimed to determine independent predictors of left atrial thrombus (LAT) in acute ischemic stroke (AIS) patients without atrial fibrillation (AF) using transesophageal echocardiography (TEE). METHODS: In this single-center, retrospective study, we enrolled 149 consecutive AIS patients. All of the patients underwent a TEE examination to detect LAT within 10 days following admission. Multivariate logistic regression analysis was performed to assess independent predictors of LAT. RESULTS: Among all cases, 14 patients (9.3%) had a diagnosis of LAT based on the TEE examination. In a multivariate analysis, elevated mean platelet volume (MPV), low left-ventricle ejection fraction (EF), creatinine, and reduced left-atrium appendix (LAA) peak emptying velocity were independent predictors of LAT. The area under the receiver operating characteristic curve analysis for MPV was 0.70 (95%CI: 0.57-0.83; p = 0.011). With the optimal cut-off value of 9.45, MPV had a sensitivity of 71.4% and a specificity of 63% to predict LAT. CONCLUSION: AIS patients with low ventricle EF and elevated MPV should undergo further TEE examination to verify the possibility of a cardio-embolic source. In addition, this research may provide novel information with respect to the applicability of MPV to predict LAT in such patients without AF.


RESUMO INTRODUÇÃO: O presente estudo teve como objetivo determinar indicadores independentes do trombo auricular esquerdo (LAT) em doentes com acidente vascular cerebral isquêmico agudo (AIS) sem fibrilação auricular (AF) utilizando ecocardiografia transesofágica (TEE). MÉTODOS: Neste único centro, estudo retrospectivo, inscrevemos 149 pacientes consecutivos com AIS. Todos os pacientes foram submetidos a exame de TEE para detectar LAT no prazo de dez dias após a admissão. A análise de regressão logística multivariada foi realizada para avaliar preditores independentes do final. RESULTADO: Entre todos os casos, 14 pacientes (9,3%) tiveram um diagnóstico de exame tardio no TEE. Numa análise multivariada, volume médio de plaquetas (VMP) elevado, fração de ejeção do ventrículo esquerdo baixo (EF), creatinina e uma velocidade de pico de esvaziamento do átrio esquerdo reduzida (LAA) foram indicadores independentes da LAT. A área sob a análise da curva característica de operação do receptor para VMP foi de 0,70 (95% IC: 0, 57-0, 83; p=0,011). Com o valor-limite ideal de 9,45, o VMP teve uma sensibilidade de 71,4% e uma especificidade de 63% para prever mais tarde. CONCLUSÃO: Os doentes AIS com EF ventricular baixa e VMP elevado devem ser submetidos a um exame de TEE adicional para determinar a possibilidade de origem cardioembólica. Além disso, esta investigação pode fornecer novas informações sobre a aplicabilidade do VMP para prever tardiamente os doentes sem AF.


Subject(s)
Humans , Atrial Fibrillation/complications , Atrial Fibrillation/diagnostic imaging , Thrombosis/etiology , Thrombosis/diagnostic imaging , Brain Ischemia/complications , Brain Ischemia/diagnostic imaging , Atrial Appendage , Stroke/diagnostic imaging , Cross-Sectional Studies , Retrospective Studies , Risk Factors
6.
Medicina (B.Aires) ; 80(5): 442-446, ago. 2020. graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1287196

ABSTRACT

Resumen Aproximadamente uno de cada 10 pacientes que sufre un accidente cerebrovascular isquémico (ACVi) padece cáncer concomitantemente. Nuestro objetivo fue evaluar características clínicoradiológicas del ACVi en pacientes con cáncer y compararlas con otros sin cáncer. Fue un estudio caso-control retrospectivo que incluyó pacientes con ACVi entre julio 2013 y septiembre 2018. Los casos tenían diagnóstico de cáncer y ACVi, y los controles solamente ACVi. Se comparó edad, sexo, factores de riesgo vascular, patrones radiológicos de lesiones, etiología y evolución clínica entre ambos grupos. Hubo 57 casos, 61% (n = 35) eran varones. La edad media fue 75 ± 11 años, sin diferencias en prevalencia de factores de riesgo vascular. En los casos hubo más pacientes con antecedentes de trombosis venosa profunda y/o tromboembolismo pulmonar (8% vs. 1%, p = 0.01). En 52 se conocía la presencia del cáncer antes del ACVi. El 91% se trató de tumores sólidos (n = 52) y en 54% el tumor no presentaba metástasis. El puntaje NIHSS promedio fue 3.8 ± 4 en los casos, y 9 ± 7 en los controles (p = 0.01). Las lesiones de pequeña arteria fueron menos frecuentes en los casos (2% vs. 26%, p = 0.001). Las lesiones de aspecto embólico fueron más comunes entre los casos (82% vs. 35%, p = 0.001). Aquellos con cáncer tuvieron menor NIHSS, menor frecuencia de lesiones de pequeña arteria, y mayor frecuencia de lesiones de aspecto embólico. La recurrencia a 90 días fue 3 veces mayor y la mortalidad 6 veces mayor en pacientes con cáncer (10% vs. 3%, y 18% vs. 3%. p = 0.08 y 0.001 respectivamente).


Abstract One in 10 patients with ischemic stroke has comorbid cancer. Our goal was to compare stroke patients with cancer against those without cancer in terms of clinical and radiological features, and the underlying mechanism. We conducted a retrospective case-control study in patients admitted with ischemic stroke between July 2013 and September 2018. Cases had a concomitant diagnosis of cancer and acute ischemic stroke, controls only of ischemic stroke. Age, gender, vascular risk factors (VRF), pattern of ischemic lesion in neuroimaging, etiology and clinical outcome were compared between groups. Fifty-seven cases were identified, 61% were male (n = 35), and mean age was 75 ± 11. Fiftytwo had known oncologic disease at the onset of stroke. Most of them had solid tumors (91%, n = 52), and 54% (n = 31) had a non-metastatic tumor at the time of stroke. Prevalence of common VRF between groups was not significantly different. Previous deep venous thrombosis and pulmonary thromboembolism were more frequent in the cancer cohort (8% vs. 1%, p = 0.01). The average NIHSS was 3.8 ± 4 in the cancer group and 9±7 in the control group (p = 0.01). Small artery disease as the etiology of stroke was significantly less common in the cancer group (2% vs. 26%, p = 0.001). Regarding neuroimaging, the embolic pattern was more frequent in patients with cancer (82% vs. 35%, p = 0.001). In these patients recurrence and mortality at 90 days was three and six times higher (10% vs. 3%, and 18% vs. 3%. p = 0.08 and 0.001, respectively).


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Brain Ischemia/epidemiology , Stroke/epidemiology , Neoplasms/epidemiology , Case-Control Studies , Retrospective Studies , Stroke/etiology , Stroke/diagnostic imaging , Neoplasms/complications
9.
Article in Spanish | LILACS, UY-BNMED | ID: biblio-1291282

ABSTRACT

Se presenta el caso de un paciente con antecedente de adenocarcinoma de próstata y diagnóstico de ACV isquémico con transformación hemorrágica. La gammagrafía ósea con Tc-99m MDP complementada con SPECT e imágenes de fusión con TC cerebral simple, realizada a los 15 días, muestra hipercaptación en la región temporal izquierda, correspondiente al ACV en etapa subaguda.


We present the case of a patient with a history of prostate adenocarcinoma with a diagnosis of ischemic stroke with hemorrhagic transformation. Bone scintigraphy with Tc-99m MDP supplemented with SPECT and fusion images with simple cerebral CT, performed at 15 days, shows uptake in the left temporal region, corresponding to stroke in subacute stage


Apresentamos o caso de um paciente com história de adenocarcinoma de próstata com diagnóstico de acidente vascular cerebral isquêmico com transformação hemorrágica. A cintilografia óssea com Tc-99m MDP suplementada com SPECT e imagens de fusão com TC cerebral simple, realizadas aos 15 dias, mostra captação na região temporal esquerda, correspondente ao ACV na fase subaguda


Subject(s)
Humans , Male , Aged, 80 and over , Technetium Tc 99m Medronate , Stroke/diagnostic imaging , Radionuclide Imaging , Tomography, Emission-Computed, Single-Photon
12.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 65(3): 342-347, Mar. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1041041

ABSTRACT

SUMMARY Background: To compare the treatment efficacy of different types of endovascular mechanical embolectomy in acute ischemic stroke (AIS). Material and Methods: A total of 89 patients with AIS were selected in our hospital from January 2014 to January 2016 and divided into tPA group (n=27), tPA+Trevo group (n=30) and tPA+Solitaire FR group (n=32) for different treatments. Treatment effectiveness was evaluated using NIHSS and mRS system. The NIHSS score, vascular recanalization rate and postoperative complications were compared among groups. Results: The NIHSS score of the tPA group was significantly lower than that of other two groups at 1 d after the operation (p < 0.05), but it was significantly higher than that of other two groups at 3 d and 3 w after the operation (p < 0.05). After the treatment, no significant difference in NIHSS score was found between the tPA+Trevo and tPA Solitaire FR groups. The revascularization rate was significantly higher, but the mortality rate in 90 d was significantly lower in the tPA+Trevo and tPA+Solitaire FR groups than that in the tPA group (p < 0.05), and no significant difference was found between the tPA+Trevo and tPA+Solitaire FR groups. The incidence rate of symptomatic intracranial hemorrhage was significantly lower in the tPA+Solitaire FR group than that in tPA+Trevo group (p < 0.05) or tPA group (p < 0.01). Significantly more patients with mRS no higher than 2 points were found in the tPA+Trevo and tPA+Solitaire FR groups than those in tPA group (p < 0.05), and no significant difference was found between the tPA+Trevo and tPA+Solitaire FR groups. Conclusion: TPA+Solitaire FR is a type of thrombectomy that is superior to tPA and tPA+Trevo in the treatment of patients with AIS.


RESUMO OBJETIVO Comparar a eficácia do tratamento de diferentes tipos de embolectomia mecânica endovascular em acidente vascular cerebral isquêmico agudo (AIS). MATERIAL E MÉTODOS Um total de 89 pacientes com AIS foi selecionado em nosso hospital de janeiro de 2014 a janeiro de 2016, e os pacientes foram divididos em: grupo tPA (n = 27), tPA + grupo Trevo (n = 30) e grupo tPA + Solitaire FR (n = 32) para diferentes tratamentos. A eficácia do tratamento foi avaliada usando NIHSS e sistema mRS. Escore NIHSS, taxa de recanalização vascular e complicações pós-operatórias foram comparados entre os grupos. RESULTADOS A pontuação NIHSS do grupo tPA foi significativamente menor do que a dos outros dois grupos em um dia após a operação (p < 0,05), mas foi significativamente maior do que nos outros dois grupos em três dias e três semanas após a operação (p < 0,05). Após o tratamento, não houve diferença significativa no escore NIHSS entre o grupo tPA + Trevo e o grupo tPA Solitaire FR. A taxa de revascularização foi significativamente maior, mas a taxa de mortalidade em 90 dias foi significativamente menor nos grupos tPA + Trevo e tPA + Solitaire FR do que no grupo tPA (p < 0,05) e não houve diferença significativa entre os grupos tPA + Trevo e tPA + Solitaire FR. A taxa de incidência de hemorragia intracraniana sintomática foi significativamente menor no grupo tPA + Solitaire FR do que no grupo tPA + Trevo (p < 0,05) ou no grupo tPA (p < 0,01). Significativamente mais pacientes com mRS não maiores que 2 pontos foram encontrados no grupo tPA + Trevo e tPA + Solitaire FR do que no grupo tPA (p < 0,05), e nenhuma diferença significativa foi encontrada entre os grupos tPA + Trevo e tPA + Solitaire FR. Conclusão O tPA + Solitaire FR é um tipo de trombectomia superior ao tPA e tPA + Trevo no tratamento de pacientes com EIA.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Aged , Brain Ischemia/surgery , Embolectomy/methods , Stroke/surgery , Endovascular Procedures/methods , Postoperative Complications , Cerebral Angiography/mortality , Brain Ischemia/diagnostic imaging , Reproducibility of Results , Treatment Outcome , Tissue Plasminogen Activator/therapeutic use , Embolectomy/instrumentation , Stroke/diagnostic imaging , Endovascular Procedures/instrumentation , Fibrinolytic Agents/therapeutic use , Middle Aged
14.
Rev. argent. radiol ; 82(3): 107-113, set. 2018. ilus, graf, tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-977271

ABSTRACT

Objetivo Determinar la frecuencia de las complicaciones observadas durante la trombectomía en el ictus isquémico agudo. Materiales y Métodos Se revisó de forma retrospectiva las trombectomías realizadas en nuestra institución cuando los ictus isquémicos tuvieron una indicación de tratamiento endovascular. Se registraron los diferentes dispositivos utilizados en ese periodo de tiempo y si presentaron relación con el desarrollo de las complicaciones inmediatas mediante arteriografía. Resultados De un total de 228 casos, se registraron complicaciones en el 16,6% de los casos. Se identificaron embolias (n » 31), hemorragias subaracnoideas (n » 2), hemorragia gangliobasal (n » 1), vasoespasmo (n » 1), disección (n » 1) y peusoaneurismas (n » 2). La embolia a nuevos territorios se presentó solo en 5 casos. Discusión El tratamiento endovascular ha demostrado ser efectivo para la recanalización en oclusión de gran vaso. El uso de dispositivos presume un riesgo por la manipulación de los vasos. Conclusión La embolia fue la complicación más frecuente. El tratamiento endovascular en el ictus genera un desenlace clínico favorable de los pacientes, al mismo tiempo, el bajo porcentaje de complicaciones que encontramos no suponen una afectación negativa en el desenlace final.


Purpose To determine the complications we observed during thrombectomy in acute ischemic stroke. Materials and Methods We reviewed retrospectively thrombectomies performed in our institution when endovascular treatment for stroke was done. The different devices used in this period of time were recorded and we determined if these were related to the development of immediate complications duringthe procedure visualized in arteriography. Results We had 228 cases, complications were found in 16.6% of the cases. Embolisms (n » 31), subarachnoid hemorrhages (n » 2), gangliobasal hemorrhage (n » 1), vasospasm (n » 1), dissection (n » 1) and peusoaneurysms (n » 2) were identified. 5 embolisms happened to new territories during thrombectomy. Discussion Endovascular treatment has been shown to be effective for recanalization in large vessel occlusion. The use of devices presumes a risk for the manipulation of the vessels. Conclusion Embolism was the most frequent complication. The endovascular treatment in the acute stroke produces a favorable clinical outcome of the patients and we found a low percentage of complications that would not suppose a negative affectation in the final outcome.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Thrombectomy/methods , Stroke/complications , Stroke/diagnostic imaging , Skull/diagnostic imaging , Spain , Vascular Diseases/complications , Catheterization/methods , Catheterization/statistics & numerical data , Carotid Artery, Internal/diagnostic imaging , Tomography, X-Ray Computed , Stents/statistics & numerical data , Retrospective Studies , Multicenter Study , Thrombectomy/statistics & numerical data , Embolism , Hemorrhage
15.
Rev. méd. Chile ; 146(6): 708-716, jun. 2018. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-961451

ABSTRACT

Background: Recently, five randomized controlled trials confirmed the efficacy and safety of endovascular treatment with or without intravenous thrombolysis in acute ischemic stroke with large-vessel occlusion. Aim: To report patients with ischemic stroke treated with endovascular methods. Material and Methods: Retrospective analysis of 104 patients aged 61 ± 15 years (54% males) with ischemic stroke who received endovascular treatment at a single medical center between 2009 and 2017. Results: Sixty one percent were treated with intravenous thrombolysis plus endovascular procedures and 39% with endovascular procedures alone. The median door-to needle time was 61 minutes and door-to femoral puncture was 135 minutes. The median National Institute of Health Stroke Scale (NIHSS) scores on admission, 24 hours later and at discharge were 12,4 and 1 points, respectively. Middle cerebral artery was occluded in 60% of cases. Other frequent localizations where distal carotid artery in 17% and vertebro-basilar artery in 14%. Thrombolysis in cerebral infarction (TICI) scale flow score after the procedure was 3 or 2b in 58% of cases and significantly correlated with NIHSS scores at 24 hours and discharge. Fifty percent of patients had a mRankin score < = 1 and ten patients died (9.6%). Eight percent had a symptomatic intracerebral hemorrhage. Conclusions: The clinical improvement of these patients 24 hours after the procedure and at discharge demonstrate the effectiveness of endovascular treatment in ischemic stroke. The presence neurologists able to interpret multimodal images at the emergency room, the use of local guidelines, the availability of an experienced neuro-interventional team engaged with the workflow and the use of stent retrievers are strongly associated with good outcomes.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Thrombolytic Therapy/methods , Brain Ischemia/therapy , Stroke/therapy , Endovascular Procedures/methods , Time Factors , Severity of Illness Index , Brain Ischemia/diagnostic imaging , Retrospective Studies , Analysis of Variance , Treatment Outcome , Statistics, Nonparametric , Stroke/diagnostic imaging , Time-to-Treatment
16.
In. Hajjar, Ludhmila Abrahão; Kalil Filho, Roberto; Hoff, Paulo Marcelo Gehm. Manual de condutas em cardio-oncologia / Manual of conducts in cardiology and oncology. Rio de janeiro, Atheneu, 1ª; 2018. p.175-178.
Monography in Portuguese | LILACS | ID: biblio-875225
17.
Arq. neuropsiquiatr ; 75(11): 767-772, Nov. 2017. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-888275

ABSTRACT

ABSTRACT Limb apraxia is usually associated with left cerebral hemisphere damage, with numerous case studies involving aphasic patients. The aim of this study was to verify the occurrence of limb apraxia in aphasic patients and analyze its nature. This study involved 44 healthy volunteers and 28 aphasic patients matched for age and education. AH participants were assessed using a limb apraxia battery comprising subtests evaluating lexical-semantic aspects related to the comprehension/production of gestures as well as motor movements. Aphasics had worse performances on many tasks related to conceptual components of gestures. The difficulty found on the imitation of dynamic gesture tasks also indicated that there were specific motor difficulties in gesture planning. These results reinforce the importance of conducting limb apraxia assessment in aphasic patients and also highlight pantomime difficulties as a good predictor for semantic disturbances.


RESUMO A apraxia de membros está frequentemente associada com lesões do hemisfério esquerdo, com inúmeros casos de pacientes afásicos. O objetivo deste estudo foi verificar a ocorrência da apraxia de membros em pacientes afásicos bem como a natureza desse distúrbio. O estudo foi realizado com 28 indivíduos afásicos e 44 controles pareados segundo a idade e a escolaridade. Todos os participantes foram avaliados com uma extensa bateria de apraxia de membros, consistindo de subtestes que avaliaram a compreensão e a produção dos aspectos léxico-semânticos relacionados aos gestos bem como produção motora propriamente dita. Os pacientes afásicos apresentaram dificuldades em tarefas envolvendo aspectos conceptuais da produção gestual. A dificuldade encontrada na imitação de gestos dinâmicos também indicou déficits no processamento gestual independente do déficit conceptual observado nestes pacientes. Esses resultados reforçam a importância da avaliação da apraxia de membros e apontam para a dificuldade de realização de pantomimas como indicativa de déficits semânticos.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aphasia/etiology , Apraxias/etiology , Stroke/complications , Aphasia/diagnostic imaging , Apraxias/diagnostic imaging , Socioeconomic Factors , Magnetic Resonance Imaging , Case-Control Studies , Stroke/diagnostic imaging , Functional Laterality , Neuropsychological Tests
18.
Anon.
Medicina (B.Aires) ; 77(5): 430-432, oct. 2017. ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-894513

ABSTRACT

La asociación de accidente cerebral isquémico con foramen oval permeable, no ha sido extensamente estudiada, y frecuentemente el sitio de origen de la embolia no se detecta a pesar de los estudios de rutina. Se presenta el caso de un paciente joven con accidente cerebral vascular isquémico y foramen oval permeable en el contexto de síndrome de May Thurner. El síndrome de May Thurner es una entidad poco estudiada en la literatura médica y además se lo ha relacionado poco con accidente cerebral vascular isquémico, pero en pacientes con foramen oval permeable sin evidencia de la fuente embolígena, es interesante descartarlo como causa de embolia paradojal.


The association of cerebral ischemic attack with patent foramen ovale has not been extensively studied, and frequently the site of origin of embolism is not detected despite routine studies. We present the case of a young patient with ischemic stroke and permeable oval foramen in the context of May Thurner syndrome. The May Thurner syndrome is an entity scarcely studied in the medical literature and it has also been infrequently related to ischemic vascular cerebral accident, but in patients with permeable oval foramen without evidence of the emboligen source, it is interesting to rule it out as a cause of paradoxical embolism.


Subject(s)
Humans , Male , Adult , Stroke/complications , Foramen Ovale, Patent/complications , May-Thurner Syndrome/complications , Magnetic Resonance Angiography , Stroke/diagnostic imaging , Foramen Ovale, Patent/diagnostic imaging , May-Thurner Syndrome/diagnostic imaging
19.
Rev. méd. Chile ; 145(10): 1353-1358, oct. 2017. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-902451

ABSTRACT

Marantic or nonbacterial thrombotic endocarditis is characterized for the presence of vegetations formed by a meshwork of fibrin and other cellular material similar a blood clot, without the presence of microorganisms. It is often related with tumors and chronic inflammatory states. We report a 49 years old female with a history of weight loss and asthenia, presenting with multiple cerebrovascular attacks and fever. Blood cultures were negative and the fever did not subside with antibiotic treatment. Trans esophageal echocardiogram showed a mitral valve vegetation and thickening of the free edge of both leaflets. In search of the etiology of such a case, a primary pancreatic cancer with distant metastases was found. We cannot rule out the differential diagnosis with bacterial endocarditis with negative blood cultures, although the clinical context supports a non-infectious etiology.


Subject(s)
Humans , Female , Middle Aged , Endocarditis, Non-Infective/pathology , Endocarditis, Non-Infective/diagnostic imaging , Pancreatic Neoplasms/diagnostic imaging , Magnetic Resonance Imaging , Radiography, Thoracic , Tomography, X-Ray Computed , Fatal Outcome , Stroke/diagnostic imaging , Diagnosis, Differential
20.
Arq. neuropsiquiatr ; 75(10): 692-696, Oct. 2017. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-888256

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To explore the influence of infarct location on long-term functional outcome following a first-ever arterial ischemic stroke (AIS) in non-neonate children. Method: The MRIs of 39 children with AIS (median age 5.38 years; 36% girls; mean follow-up time 5.87 years) were prospectively evaluated. Infarct location was classified as the absence or presence of subcortical involvement. Functional outcome was measured using the modified Rankin scale (mRS) for children after the follow-up assessment. We utilized multivariate logistic regression models to estimate the odds ratios (ORs) for the outcome while adjusting for age, sex, infarct size and middle cerebral artery territory involvement (significance < 0.05). Results: Both infarcts ≥ 4% of total brain volume (OR 9.92; CI 1.76 - 55.9; p 0.009) and the presence of subcortical involvement (OR 8.36; CI 1.76 - 53.6; p 0.025) independently increased the risk of marked functional impairment (mRS 3 to 5). Conclusion: Infarct extension and location can help predict the extent of disability after childhood AIS.


RESUMEN Objetivo: Para explorar la influencia de la localización del infarto sobre los resultados funcionales a largo plazo después de un primer ictus isquémico arterial (IIA) en ninos posterior a la edad neonatal. Métodos: Se evaluaron de forma prospectiva imágenes por RM de 39 ninos con IIA (mediana de edad: 5,38 años; 36% ninas; seguimiento promedio: 5,87 anos). La localización del infarto fue clasificada como ausencia o presencia de compromiso subcortical. El resultado funcional fue medido utilizando la escala modificada de Rankin (mRS) para ninos en una evaluación al final del seguimiento. Utilizamos modelos de regresión logística multivariada para estimar los odds ratios (ORs) para el resultado ajustado para la edad, sexo, tamaño del infarto y compromiso del territorio vascular de la arteria cerebral media (significancia < 0,05). Resultados: Tanto el tamaño del infarto > 4% del volumen encefálico total (OR 9,92; IC 1,76-55,9; p 0,009) como la presencia de compromiso subcortical (OR 8,36; IC 1,76-53,6; p 0,025) incrementaron independientemente el riesgo de presentar marcado compromiso funcional (mRS 3 a 5). Conclusión: La extensión y localización del infarto pueden ayudar a predecir la magnitud de la discapacidad posterior a un IIA durante la niñez.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant , Child, Preschool , Child , Brain Ischemia/pathology , Stroke/pathology , Prognosis , Magnetic Resonance Imaging , Brain Ischemia/diagnostic imaging , Prospective Studies , Recovery of Function , Stroke/diagnostic imaging , Disability Evaluation
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