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2.
3.
Univ. salud ; 24(1): 36-44, ene.-abr. 2022. tab, graf
Article in Spanish | LILACS-Express | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1361184

ABSTRACT

Introducción: La incontinencia urinaria por esfuerzo (IUE) tiene una alta prevalencia en mujeres adultas, afectando variables psicológicas, sociales y funcionales como la disminución de capacidad de equilibrio, debido a una escasa contribución en los movimientos del tronco hacia una corrección postural. Objetivo: Determinar los efectos de un programa basado en ejercicio muscular de piso pélvico y educación sobre el equilibrio estático y la calidad de vida en mujeres con IUE. Materiales y métodos: Participaron 18 mujeres con IUE durante 12 semanas en 10 sesiones de ejercicio muscular de piso pélvico y educación (hábitos de higiene, micción, ingesta de líquidos). Pre y post-intervención se evaluó equilibrio estático mediante oscilografía postural y calidad de vida mediante el International Consultation on Incontinence Questionnaire Short-Form (ICQ-SF). Los datos fueron analizados con la prueba no paramétrica de Wilcoxon. Resultados: Se encontró una disminución significativa en el área de desplazamiento del centro de presión en el subtest ojos abiertos (p=0,027) y en el Subtest ojos cerrados (p=0,006). Disminuyó la sintomatología asociada a IUE (p=0,0001). Conclusiones: Pos-intervención mejora equilibrio estático y calidad de vida, confirmando los efectos positivos de este programa que pueden servir de orientación a profesionales de la salud que trabajan con mujeres con IUE.


Introduction: Stress urinary incontinence (SUI) has high prevalence in adult women, affecting psychological, social and functional variables, including decreased balance capacity, due to a lack of trunk movements that contribute to postural correction. Objective: To determine how a program based on pelvic floor muscle exercises and education affects static balance and quality of life of women with SUI. Materials and methods: 18 SUI female patients participated in a 12 week/10 sessions program that included pelvic floor muscle exercises and education (hygiene habits, urination, fluid intake). Static balance and quality of life were assessed before and after the intervention using postural oscillography and the International Consultation on Incontinence Questionnaire Short Form(ICQ-SF), respectively. Data were analyzed with the non-parametric Wilcoxon test. Results: The displacement area of the center of pressure in the open (p=0.027) and closed (p=0.006) subtests showed a significant reduction. Likewise, the amount of symptoms associated with SUI decreased (p=0.0001). Conclusions: Intervention improves static balance and quality of life, confirming the positive effects of this program, which can serve as a guide for health professionals who work with women with SUI.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Middle Aged , Urologic Diseases , Exercise , Quality of Life , Urinary Incontinence , Urinary Incontinence, Stress , Postural Balance , Healthy Lifestyle
5.
Int. braz. j. urol ; 48(2): 316-325, March-Apr. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1364940

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: Overactive bladder (OAB) is a common syndrome associated with lower urinary tract symptoms (LUTS), especially urinary incontinence in children, which may affect the patient's quality of life (QoL). Vitamin D deficiency has been shown to be associated with OAB syndrome. This study evaluated the relationship between vitamin D status and OAB-related symptoms and QoL in children. Materials and Methods: The study included 52 pediatric patients with OAB-related urinary incontinence and 41 healthy children. LUTS were assessed using the Dysfunctional Voiding and Incontinence Symptoms Score (DVISS) questionnaire, and QoL was assessed using the Pediatric Incontinence Questionnaire (PINQ). Oral vitamin D supplementation was given to patients with OAB with vitamin D deficiency. Urinary symptoms and QoL were evaluated before and after vitamin D supplementation. Results: Vitamin D deficiency was more common in the OAB group (75%) than in the control group (36.6%). Logistic regression analysis revealed that vitamin D status (<20ng/mL) was a significant predictor of OAB. Both pre-treatment and post-treatment DVISS and PINQ scores showed a positive correlation. After vitamin D supplementation, 8 (23.5%) patients had a complete response and 19 (55.9%) patients had a partial response. Significant improvement in QoL was also achieved. Conclusions: Vitamin D deficiency is more common in children with urinary incontinence and OAB than in healthy children. Although vitamin D deficiency is not routinely evaluated for every patient, it should be evaluated in treatment-resistant OAB cases. Vitamin D supplementation may improve urinary symptoms and QoL in patients with OAB.


Subject(s)
Humans , Child , Urinary Incontinence/complications , Vitamin D Deficiency/complications , Urinary Bladder, Overactive/complications , Urinary Bladder, Overactive/etiology , Quality of Life , Surveys and Questionnaires
6.
Fisioter. Bras ; 23(1): 91-113, Fev 11, 2022.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1358414

ABSTRACT

Introdução: A eletroestimulação é reconhecida como uma das terapias fundamentais na reeducação esfincteriana e do períneo, ao promover a contração dos músculos e permitir ao paciente tomar consciência de si mesmo. Ela induz a contração dos MAP até o restabelecimento da voluntariedade do comando contrátil e ganho de força muscular, garantindo um bom funcionamento das fibras estriadas do esfíncter uretral externo, proporcionando a continência urinária. Objetivo: Identificar a frequência mais utilizada na eletroestimulação para a recuperação da incontinência urinária de esforço (IUE) em mulheres e homens; verificar a eficácia da eletroestimulação no tratamento da incontinência urinária de esforço. Métodos: Realizou-se uma busca nas bases de dados US National Library of Medicine (Medline), Scientific Eletronic Library Online (Scielo), Physiotherapy Evidence Database (PEDro), Cochrane Library, Lilacs, Web of Science, Scopus, Cinahl e Sport Discus, com os descritores incontinência urinária, eletroestimulação e estimulação elétrica, por experimentos controlados randomizados (ECR). Foram incluídos estudos com pacientes homens e mulheres de qualquer idade com IUE, que foram submetidos a eletroestimulação, selecionados pela escala Jadad e avaliado o risco de viés pela ferramenta da Colaboração Cochrane. Dos estudos foram extraídos a idade e sexo dos pacientes, n dos grupos, frequência utilizada na eletroestimulação, duração da sessão, quantidade de sessões, duração do tratamento, avaliação da IUE e o resultado da IUE. Foi utilizado para avaliar o nível de evidência da metanálise o sistema GRADE. Foram metanalisados 8 estudos utilizando-se o RevMan 5.3. Resultados: A frequência mais utilizada na eletroestimulação foi de 50 Hz em mulheres e em homens. Foram identificados 172 ECR, dos quais 26 ECR foram revisados e 8 ECR foram metanalisados. Seis ECR eram com mulheres e apresentaram heterogeneidade (I2 = 48%), redução da IUE de -12,08 g, IC 95% de -14,08 - 10,08 g, P < 0,00001. Para homens, 2 ECR que apresentaram heterogeneidade (I2 = 0%), redução da IUE de -151,28 g, IC de -236,64 - 65,92 g, P < 0,0005. Conclusão: A frequência mais utilizada na eletroestimulação para recuperar a continência urinária de mulheres com IUE e homens com IU pós-prostatectomia foi a de 50 Hz e se mostrou eficaz na recuperação da continência. Entretanto, recomenda-se atenção em relação aos resultados obtidos com os homens, devido ao muito baixo nível de evidência encontrado. (AU)


Subject(s)
Male , Female , Remedial Teaching , Therapeutics , Urethra , Urinary Incontinence , Urinary Incontinence, Stress , Electric Stimulation
7.
Estima (Online) ; 19(1): e0721, jan.-dez. 2021. tab
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1255203

ABSTRACT

Objetivo:conhecer o perfil sociodemográfico e clínico das pessoas com incontinência urinária em ambulatório de Hospital Universitário. Métodos: estudo transversal, em que se utilizou formulário semiestruturado com 63 mulheres que aguardavam atendimento nos ambulatórios de ginecologia e urologia, entre os meses de julho e agosto de 2019. Os dados foram processados no software Statistical Package for the Social Sciences ­ SPSS 20.0. Resultados: foram realizadas entrevistas com mulheres com idade entre 19 e 77 anos. Dessas, 55,6% mantinha vida sexual ativa; 85,7% apresentava doença preexistente; 69,8% presentou perda urinária ao tossir, espirrar, sorrir, colocar peso e/ou fazer esforços; 12,7% precisa urinar assim que sentem vontade; e 17,5% apresenta perda de urina nas duas situações. Cerca de 35% procurou consulta devido à bexiga baixa e/ou perda de urina; 27% teve de 4 a 5 gestações. Dentre os fatores de risco associado à incontinência urinária, 28,6% tinha diabetes mellitus, 61,9% hipertensão arterial, 82,5% fazia uso de medicação contínua, 11,1% era obesa, 34,9% relatou problemas de constipação e 74,6% fez cirurgias pélvicas. Conclusão: concluiu-se que todas as mulheres do estudo apresentaram mais de um fator de risco para desenvolver incontinência urinária, reforçando sua multifatorialidade, bem como a importância de um tratamento holístico e multiprofissional.


Objective:to know the sociodemographic and clinical profile of people with urinary incontinence in an outpatient clinic of a University Hospital. Methods: cross-sectional study, using a semi-structured form with 63 women who were awaiting care at the gynecology and urology outpatient clinics, between the months of July and August 2019. The data were processed in the software Statistical Package for the Social Sciences ­ SPSS 20.0. Results: interviews were carried out with women aged between 19 and 77 years. Of these, 55.6% maintained an active sex life; 85.7% had pre-existing disease; 69.8% presented urinary loss when coughing, sneezing, smiling, putting on weight and/or making efforts; 12.7% need to urinate as soon as they feel like it; and 17.5% had loss of urine in both situations. About 35% sought consultation due to low bladder and/or loss of urine; 27% had 4 to 5 pregnancies. Among the risk factors associated with urinary incontinence, 28.6% had diabetes mellitus, 61.9% had arterial hypertension, 82.5% used continuous medication, 11.1% was obese, 34.9% reported constipation problems and 74.6% underwent pelvic surgery. Conclusion: it was concluded that all women in the study had more than one risk factor for developing urinary incontinence, reinforcing their multifactoriality, as well as the importance of a holistic and multiprofessional treatment.


Objetivo:Conocer el perfil sociodemográfico y clínico de personas con incontinencia urinaria en una consulta externa de un Hospital Universitario. Métodos: El estudio transversal, se utilizó un formulario semiestructurado con 63 mujeres que se encontraban en espera de atención en las consultas externas de Ginecología y Urología, entre los meses de julio y agosto de 2019. Los datos se procesaron mediante el Paquete Estadístico de la Ciencias sociales: software SPSS. Resultados: Se realizaron entrevistas con mujeres,; edad entre 19 y 77 años; mantuvieron una vida sexual activa 55,6% y 85,7% tenían enfermedad preexistente. Presentaron pérdidas urinarias al toser, estornudar, sonreír, engordar y/o realizar esfuerzos 69,8%; El 12,7% necesita orinar tan pronto como le apetece y el 17,5% tiene pérdida de orina en ambas situaciones. Aproximadamente el 35% buscó consulta debido a la disminución de la vejiga y / o la pérdida de orina; El 27% tuvo de 4 a 5 embarazos. Entre los factores de riesgo asociados a la incontinencia urinaria, el 28,6% tenía diabetes mellitus, el 61,9% hipertensión arterial, el 82,5% usaba medicación continua; El 11,1% eran obesos; 34,9% informó problemas de estreñimiento; El 74,6% se sometió a cirugía pélvica. Conclusión: Se concluye que todas las mujeres del estudio tenían más de un factor de riesgo para desarrollar IU, reforzando su multifactorialidad, así como la importancia de un tratamiento holístico y multiprofesional


Subject(s)
Urinary Incontinence , Health Profile , Prevalence , Nursing
8.
Estima (Online) ; 19(1): e2621, jan.-dez. 2021. tab, ilus
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1361946

ABSTRACT

Objetivo:analisar as tecnologias disponíveis na literatura utilizadas para a educação em saúde no cuidado às pessoas com incontinência urinária. Métodos: revisão integrativa, com buscas nas bases: Índice Bibliográfico Espanhol de Ciências da Saúde (IBECS), Base de Dados em Enfermagem (BDENF) via Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online via Pubmed (MEDLINE/PubMed) da National Library of Medicine, Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature (CINAHL), Scopus, Web of Science e Embase. A coleta foi realizada em fevereiro de 2021, tendo como principais descritores: Incontinência urinária, Tecnologia educacional e Educação em saúde. Resultados: foram selecionados 91 artigos, após a análise dos critérios de inclusão e exclusão restaram 5 produções que foram selecionadas, apresentando como estratégia as tecnologias: curso de multimídia, vídeos, aplicativo móvel e livro/livreto. Os artigos foram publicados entre 1997 e 2020. As dimensões consideradas foram: desenvolvimento de tecnologias em saúde para o tratamento da incontinência urinária e conhecimento, adesão e efeito do uso de tecnologias em saúde para o tratamento da incontinência urinária. Conclusão: as tecnologias utilizadas foram diversificadas, sendo a adesão e o efeito diretamente proporcionais, e depende de como o indivíduo compreende a incontinência urinária e o impacto que ela traz na vida de cada um.


Objective:analyze the technologies available in the literature used for health education in the care of people with urinary incontinence. Methods: integrative review, with database searches: Índice Bibliográfico Espanhol de Ciências da Saúde (IBECS), Base de Dados em Enfermagem (BDENF) via Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online via Pubmed (MEDLINE/PubMed) from the National Library of Medicine, Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature (CINAHL), Scopus, Web of Science and Embase. The collection was carried out in February 2021, with the main descriptors: Urinary Incontinence, Educational Technology and Health Education. Results: 91 articles were selected, after analyzing the inclusion and exclusion criteria, there were only 5 productions that were selected, presenting as a strategy the technologies: multimedia course, videos, mobile application and book/booklet. The articles were published between 1997 and 2020. The dimensions considered were: development of health technologies for the treatment of urinary incontinence and knowledge, adherence and the effect of using health technologies for the treatment of urinary incontinence. Conclusion: the technologies used were diversified, with the adherence and the effect being directly proportional, and it depends on how the individual understands urinary incontinence and the impact it brings on each person's life.


Objetivo:analizar las tecnologías disponibles en la literatura que se utilizan para la educación sanitaria en la atención a las personas con incontinencia urinaria. Métodos: revisión integradora, con búsquedas en las bases: Índice Bibliográfico Español de Ciencias de la Salud (IBECS), Base de Datos en Enfermería (BDENF) en la Biblioteca Virtual de la Salud (BVS), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online vía Pubmed (MEDLINE/PubMed) de la National Library of Medicine, Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature (CINAHL), Scopus, Web of Sciencey Embase. La recopilación se realizó en febrero de 2021, teniendo como principales descriptores: Incontinencia urinaria, Tecnología educativa y Educación sanitaria. Resultados: se seleccionaron 91 artículos, luego de analizar los criterios de inclusión y exclusión quedaron 5 producciones que fueron seleccionadas, presentando como estrategia las tecnologías: curso de multimedios, videos, aplicación móvil y libro/libreto. Los artículos fueron publicados entre 1997 y 2020. Las dimensiones consideradas fueron: desarrollo de tecnologías sanitarias para el tratamiento de la incontinencia urinaria y el conocimiento, adhesión y efecto del uso de tecnologías sanitarias para el tratamiento de la incontinencia urinaria. Conclusión: las tecnologías utilizadas fueron diversas, siendo la adhesión y el efecto directamente proporcionales, dependiendo de cómo el individuo comprende la incontinencia urinaria y el impacto que esta causa en la vida de cada uno.


Subject(s)
Technology , Urinary Incontinence , Health Education , Biomedical Technology , Population Education , Enterostomal Therapy
9.
Estima (Online) ; 19(1): e2221, jan.-dez. 2021. tab, ilus
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1353118

ABSTRACT

Objectives:apply the evaluation scale for the use of diapers and absorbent products (AUFA Scale) in patients admitted to the medical clinic; identify and analyze the results of this application, the sociodemographic profile of patients in vogue as well as repercussions on the skin related to the use of sanitary pads and diapers. Method: observational, cross-sectional, descriptive and exploratory study, carried out in the medical clinic sector of the University Hospital Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ), from November 2019 to February 2020, with a convenience sample of 46 patients. There was application of a form to survey general data and, later, the application of the AUFA scale, which identified the following variables: skin conditions, skin aging, cognitive ability, motor skills and incontinence. Results: all 46 patients were using diapers, half women and the other half men, mostly elderly and without a diagnosis of incontinence. In view of the application and analysis of the AUFA scale, only 18 patients (39.14%) were indicated for diaper use. With the inappropriate use of diapers, 27 patients had skin lesions resulting from moisture, a situation that was justified by the absence of systematic care observation for the prevention and treatment of dermatitis associated with incontinence in the evaluated patients. Conclusion:the use of the AUFA scale is indicated to identify patients who need to wear diapers, delimiting care with their management and thus preventing complications and worsening of incontinence.


Objetivos:aplicar a escala de avaliação do uso fraldas e absorventes (AUFA) nos pacientes internados na clínica médica; identificar e analisar os resultados dessa aplicação, o perfil sociodemográfico dos pacientes em vogo bem como repercussões à pele relacionadas ao uso de absorventes e fraldas. Método: estudo observacional transversal, descritivo e exploratório, realizado no setor de clínica médica do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ), no período de novembro de 2019 a fevereiro de 2020, com amostra por conveniência de 46 pacientes. Ocorreu aplicação de ficha para levantamento de dados gerais e, após, a AUFA, que identificou as seguintes variáveis: condições da pele, envelhecimento da pele, capacidade cognitiva, capacidade motora e incontinências. Resultados: todos os 46 pacientes encontravam-se em uso de fralda, sendo metade mulheres e a outra metade homens, em grande maioria composta de idosos e sem diagnóstico de incontinência. Diante da aplicação e análise da AUFA, apenas 18 pacientes (39,14%) tinham indicação para uso de fraldas. Com o uso inadequado da fralda, 27 pacientes apresentaram lesão de pele decorrente de umidade, situação que se justificou pela ausência da observação de cuidados sistematizados para prevenção e tratamento de dermatite associada à incontinência nos pacientes avaliados. Conclusão: indica-se o uso da escala AUFA para identificar os pacientes que necessitam usar fralda, delimitando cuidados com seu manejo e prevenindo, assim, complicações e agravamentos da incontinência.


Objetivos:aplicar la escala de evaluación del uso pañales y toallas sanitarias (AUFA) en los pacientes internados en la clínica médica; identificar y analizar los resultados de esta aplicación, el perfil sociodemográfico de los pacientes en estudio, así como repercusiones para la piel relacionadas al uso de toallas sanitarias y pañales. Método: estudio observacional transversal, descriptivo y exploratorio, realizado en el sector de clínica médica del Hospital Universitario Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ), en el período de noviembre del 2019 a febrero del 2020, con muestra por conveniencia de 46 pacientes. Ocurrió la aplicación de ficha para el levantamiento de datos generales y, después, la AUFA, que identificó las siguientes variables: condiciones de la piel, envejecimiento de la piel, capacidad cognitiva, capacidad motora e incontinencias. Resultados: los 46 pacientes se encontraban en uso de pañal, siendo mitad mujeres y la otra mitad hombres, en gran mayoría compuesta por ancianos y sin diagnóstico de incontinencia. Ante la aplicación y análisis de la AUFA, solamente 18 pacientes (39,14%) tenían indicación para el uso de pañales. Con el uso inadecuado del pañal, 27 pacientes presentaron lesión de piel derivada de humedad, situación que se justificó por la ausencia de la observación de cuidados sistematizados para prevención y tratamiento de dermatitis asociada a la incontinencia en los pacientes evaluados. Conclusión: se indica el uso de la escala AUFA para identificar a los pacientes que necesitan usar pañal, delimitando cuidados con su manejo y previniendo, así, complicaciones y agravamientos de la incontinencia.


Subject(s)
Urinary Incontinence , Nursing , Absorbent Pads , Disease Prevention , Enterostomal Therapy , Nursing Care
10.
Int. braz. j. urol ; 47(6): 1160-1161, Nov.-Dec. 2021.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1340042
11.
Estima (Online) ; 19(1): e3021, jan.-dez. 2021.
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1370502

ABSTRACT

Objetivo:levantar a ocorrência de sintomas urinários e intestinais em crianças da rede pública de ensino fundamental da capital paranaense. Método: estudo quantitativo, exploratório-descritivo e de corte transversal. Amostra de pais/responsáveis que preencheram os seguintes instrumentos: Dysfunctional Voiding Scoring System; critérios de Roma IV; escala de Bristol. Análise realizada pelo IBM SPSS Statistics v.20.0. Os dados foram coletados no período de agosto a outubro de 2019. Os critérios de inclusão eram a criança estar matriculada e frequentando regularmente o ensino fundamental e a entrega do questionário preenchido ou parcialmente preenchido. Resultados: Foram entregues 458 questionários. Dos totalmente preenchidos, 51,9% era de meninas, e a de idade foi de 7,7 anos; 83% das crianças apresentaram algum sintoma urinário e/ou intestinal de baixa gravidade. Sem diferença significativa de sintomas entre sexos, e com acréscimo significativo de gravidade em crianças com 7 anos ou menos. Sintomas mais prevalentes: frequência miccional reduzida, frequência evacuatória reduzida, esforço evacuatório, urgência miccional e manobras de contenção; 39,6% das crianças apresentavam Constipação Intestinal Funcional. Disfunção vesical e intestinal em 35 crianças, a maior prevalência no sexo feminino. Conclusão: alta ocorrência de sintomas urinários e intestinais nas crianças. O sintoma mais prevalente foi constipação.


Objective:survey the occurrence of urinary and intestinal symptoms in children from public elementary schools in the capital of Paraná. Method: quantitative, exploratory-descriptive and cross-sectional study. Sample of parents/guardians who completed the following instruments: Dysfunctional Voiding Scoring System; Rome IV criteria; Bristol scale. Analysis performed by IBM SPSS Statistics v.20.0. Data were collected from August to October 2019. Inclusion criteria were the child being enrolled and regularly attending elementary school and the delivery of the completed or partially completed questionnaire. Results: 458 questionnaires were delivered. Of those fully completed, 51.9% were girls, and the age was 7.7 years; 83% of the children had some urinary and/or intestinal symptoms of low severity. There was no significant difference in symptoms between genders, and with a significant increase in severity in children aged 7 years and under. Most prevalent symptoms: reduced voiding frequency, reduced defecation frequency, defecation effort, voiding urgency and containment maneuvers; 39.6% of the children had Functional Intestinal Constipation. Bladder and bowel dysfunction in 35 children, the highest prevalence in females. Conclusion: high occurrence of urinary and intestinal symptoms in children. The most prevalent symptom was constipation.


Objetivo:relevar la ocurrencia de síntomas urinarios e intestinales en niños de escuelas primarias públicas de la capital paranaense. Método: estudio cuantitativo, exploratorio-descriptivo y de corte transversal. Muestra de padres/responsables que completaron los siguientes instrumentos: Dysfunctional Voiding Scoring System; criterios de Roma IV; escala de Bristol. Análisis realizado por el IBM SPSS Statistics v.20.0. Los datos fueron recopilados en el periodo de agosto a octubre de 2019. Los criterios de inclusión eran de niños matriculados y que frecuenten regularmente la escuela primaria y la entrega del cuestionario completo o parcialmente completo. Resultados: Se entregaron 458 cuestionarios. De los totalmente completos, 51,9 % era de niñas, y la de edad fue de 7,7 años; 83 % de los niños presentaron algún síntoma urinario y/o intestinal de baja gravedad. Sin diferencia significativa de síntomas entre sexos, y con incremento significativo de gravedad en niños de 7 años o menos. Síntomas más prevalentes: frecuencia miccional reducida, frecuencia evacuatoria reducida, esfuerzo evacuatorio, urgencia miccional y maniobras de contención; 39,6 % de los niños presentaban Constipación Intestinal Funcional. Disfunción vesical e intestinal en 35 niños, la mayor prevalencia en el sexo femenino. Conclusión: alta ocurrencia de síntomas urinarios e intestinales en niños. El síntoma más prevalente fue el estreñimiento.


Subject(s)
Urinary Incontinence , Child Health , Constipation , Enterostomal Therapy
12.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 43(11): 847-852, Nov. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1357076

ABSTRACT

Abstract Objective To compare the prevalence of urinary incontinence (UI) before and during the COVID-19 quarantine in CrossFit women and their relationship with training level. Methods A cross-sectional study was performed among 197 women practicing CrossFit. The inclusion criteria were nulliparous women, between 18 and 45 years old, who had trained, before quarantine, in accredited gyms. The exclusion criteria were not following the COVID-19 prevention protocols and having UI on other occasions than just sport. An online questionnaire was emailed containing questions about frequency, duration, and intensity of training and data related to the COVID-19 pandemic. The participants were invited to answer whether they were infected with COVID-19 and what treatment/recommendation they have followed. Whether UI stopped among participants, they were asked about the possible reasons why this happened. The training intensity was categorized as "the same," "decreased" or "increased." Results The mean age of the participants was 32 years old and most (98.5%) could practice CrossFit during the pandemic. There was a decrease in training intensity in 64% of the respondents. Exercises with their own body weight, such as air squat (98.2%), were the most performed. Urinary incontinence was reported by 32% of the participants before the COVID-19 pandemic, and by only 14% of them during the pandemic (odds ratio [OR]=0.32 [0.19-0.53]; p<0.01; univariate analysis). Practitioners reported that the reason possibly related to UI improvement was the reduction of training intensity and not performing doubleunder exercise. Conclusion The reduction in the intensity of CrossFit training during the COVID-19 quarantine decreased the prevalence of UI among female athletes.


Resumo Objetivo Comparar a prevalência de incontinência urinária (IU) no CrossFit, antes e durante a quarentena por COVID-19, e sua relação com a intensidade do treinamento. Métodos Estudo observacional com 197 atletas de CrossFit. Os critérios de inclusão foram: nulíparas, 18 a 45 anos, treinando antes da quarentena em academias credenciadas. Os critérios de exclusão foram: não seguir os protocolos de prevenção da COVID-19 e ter IU em outras ocasiões que não apenas no esporte. Utilizou-se um questionário online com perguntas sobre frequência, duração e intensidade do treinamento e dados relacionados à pandemia, além de caso tivessem tido infecção pelo SARS-COV2, qual tratamento/recomendação seguiram. Caso a IU tenha parado entre as participantes, elas foram perguntadas quanto quais as possíveis razões pelas quais isso aconteceu. A intensidade do treinamento foi categorizada como "igual," "diminuída" ou "aumentada ". Resultados A média de idade foi de 32 anos e a maioria (98,5%) conseguiu praticar CrossFit durante a pandemia. Houve uma diminuição na intensidade do treinamento em 64% das entrevistadas. Exercícios com o próprio peso corporal, como agachamento no ar (98,2%), foram os mais realizados. Incontinência urinária foi relatada por 32% das participantes antes da pandemia e por apenas 14% durante a pandemia (odds ratio [OR]=0,32 [0,19-0,53]; p<0,01). As atletas relataram que o motivo possivelmente relacionado à melhora da IU foi a redução da intensidade do treinamento e não realizar o exercício doubleunder. Conclusão A redução da intensidade do treinamento de CrossFit durante a quarentena por COVID-19 diminuiu a prevalência de IU entre as atletas.


Subject(s)
Humans , Female , Adolescent , Adult , Young Adult , Urinary Incontinence/prevention & control , Urinary Incontinence/epidemiology , COVID-19 , Quarantine , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Pandemics , SARS-CoV-2 , Middle Aged
13.
Fisioter. Bras ; 22(3): 425-441, Jul 15, 2021.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1290534

ABSTRACT

A disfunção do assoalho pélvico envolve condições nosológicas, como incontinência urinária e disfunção sexual, com impacto negativo na qualidade de vida. O presente estudo objetivou avaliar a força muscular do assoalho pélvico de mulheres com disfunção pélvica. Trata-se de desenho analítico transversal realizado com uma amostra de conveniência de 167 mulheres com queixas de disfunções musculares do assoalho pélvico. Foram analisadas características sociodemográficas e clínicas, qualidade de vida relacionada à incontinência e força muscular pélvica. Estatísticas univariadas e bivariadas foram calculadas. A idade média das mulheres foi de 50,2 anos. A maioria foi classificada com impacto muito grave (76,6%) na qualidade de vida relacionada à incontinência, 41 (24,6%) apresentaram contração muscular não sustentada e 7 (4,2%) apresentaram contração. Associações significativas foram identificadas entre força muscular pélvica e idade (p = 0,025), menopausa (p = 0,039) e histerectomia (p = 0,026). A pesquisa permitiu concluir que os fatores de risco responsáveis por problemas no assoalho pélvico podem ser considerados cruciais para avaliar o nível de impacto da incontinência urinária e sua evolução como resultado de intervenções precoces, simples e de baixo custo na atenção primária à saúde. As disfunções do assoalho pélvico afetam negativa e substancialmente a qualidade de vida das mulheres. (AU)


Pelvic floor dysfunction involves nosological conditions, such as urinary incontinence and sexual dysfunction, which have a negative impact on quality of life. This study aimed to evaluate pelvic floor muscle strength of women with pelvic dysfunction. This is an analytical cross-sectional performed design with a convenience sample of 167 women with complaints of pelvic floor muscle dysfunctions. Sociodemographic and clinical characteristics, quality of life related to incontinence and pelvic muscle strength were analyzed. Univariate and bivariate statistics were calculated. The mean age of women was 50.2 years. Most were classified having a very severe impact (76.6%) on incontinencerelated quality of life, 41 (24.6%) presented non-sustained muscle contraction and 7 (4.2%) presented in contraction. Significant associations were identified between pelvic muscle strength and age (p = 0.025), menopause (p = 0.039) and hysterectomy (p = 0.026). This study allowed us to conclude that the risk factors responsible for pelvic floor problems can be considered crucial to assess the level of impact of urinary incontinence and its evolution as a result of early, simple and low cost interventions in primary health care. Pelvic floor dysfunctions affect negatively and substantially the quality of life of women. (AU)


Subject(s)
Humans , Female , Pelvic Floor , Muscle Strength , Quality of Life , Urinary Incontinence , Muscle Contraction
14.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 43(7): 535-544, July 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1347254

ABSTRACT

Abstract Objective To investigate the feasibility of pelvic floor muscle training (PFMT) through gametherapy for relieving urinary symptoms of climacteric women with stress ormixed urinary incontinence (UI). Methods Randomized clinical trial, divided into two groups: Gametherapy (G_Game) and Control (G_Control). Both groups received recommendations about unsupervised PFMT, and G_Game also received supervised PFMT through gametherapy. After 5 consecutive weeks, the feasibility was investigated considering participant adherence, urinary symptoms (evaluated by the International Consultation on Incontinence Questionnaire-Urinary Incontinence Short Form [ICIQ-UI-SF] questionnaire), and pelvic floor function (PERFECT Scheme: power, endurance, repetition and fast). The Fisher exact, Kruskal-Wallis, Wilcoxon sign paired, and Mann-Whitney U tests were used by intention-to-treat analysis, using STATA 15.1 (StataCorp, College Station, TX, USA) software. Results The present study included 20 women per group and observed a higher adherence in G_Game. In the intragroup analysis, a decrease in the ICIQ-UI-SF score was observed in both groups (14.0 to 10.0; 13.5 to 0), associated with increased endurance (2.5 to 3.5; 2.5 to 4.0) in G_Control and G_Game, respectively. Moreover, there was a concomitant increase in pelvic floor muscles (PFMs) power (2.0 to 3.0), repetition (3.0 to 5.0), and fast (10.0 to 10.0) in G_Game. In the intergroup analysis, a reduction of UI was observed (p<0.001; r=0.8), as well an increase in PFM power (p=0.027, r=0.2) and endurance (p=0.033; r=0.3) in G_Game. Conclusion The feasibility of supervised PFMT through gametherapy was identified by observing participant adherence, relief of urinary symptoms, and improvement in PFM function.


Resumo Objetivo Investigar a viabilidade do treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) por meio de gameterapia no alívio de sintomas urinários em mulheres climatéricas com incontinência urinária (IU) de esforço ou mista. Métodos Ensaio clínico randomizado, dividido em dois grupos: Gameterapia (G_Game) e Controle (G_Controle). Ambos os grupos receberam recomendações sobre TMAP não supervisionado, e G_Gametambém recebeu TMAP supervisionado por meio de gameterapia. Após 5 semanas consecutivas, a viabilidade foi investigada considerando a aderência das participantes, sintomas urinários (avaliados pelo questionário International Consultation on Incontinence Questionnaire-Urinary Incontinence Short Form [ICIQ-UI-SF]) e função do assoalho pélvico (esquema PERFECT: power, endurance, repetition, fast). Os testes exatos de Fisher, Kruskal-Wallis, sinal de Wilcoxon pareado e Mann-Whitney U foram usados pela análise de intenção de tratar, usando o software STATA 15.1 (StataCorp, College Station, TX, EUA). Resultados O presente estudo incluiu 20 mulheres por grupo e observou uma maior adesão no G_Game. Na análise intragrupo, foi observada diminuição no escore do ICIQUI- SF emambos os grupos (de 14,0 para 10,0; de 13,5 para 0), associada ao aumento da resistência (de 2,5 para 3,5; de 2,5 para 4,0) em G_Control e G_Game, respectivamente. Além disso, houve um aumento concomitante no power (de 2,0 para 3,0), repetition (de 3,0 para 5,0) e fast (de 10,0 para 10,0) dosmúsculos do assoalho pélvico (MAPs) no G_Game. Na análise intergrupos, foi observada redução da IU (p<0,001; r=0,8), assim como do power (p=0,027; r=0,2) e da endurance (p=0,033; r=0,3) dos MAPs no G_Game. Conclusão A viabilidade do TMAP supervisionado por meio de gameterapia foi identificada pela observação da aderência das participantes, pelo alívio dos sintomas urinários e pela melhora da função dos MAPs.


Subject(s)
Humans , Female , Urinary Incontinence/therapy , Urinary Incontinence, Stress/therapy , Climacteric , Feasibility Studies , Treatment Outcome , Pelvic Floor , Exercise Therapy
15.
Enferm. foco (Brasília) ; 12(1): 47-53, jun. 2021. ilus
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1254853

ABSTRACT

Objetivo: Elaborar um instrumento de consulta de enfermagem para a mulher idosa com Incontinência Urinária. Método: Estudo metodológico realizado em três etapas: identificação dos problemas adaptativos com base na teoria de Callista Roy por meio da revisão de literatura, os dados identificados foram coletados mediante formulário estruturado, o conteúdo foi avaliado pelas enfermeiras especialistas por meio da técnica de validação por consenso, culminando na elaboração do instrumento. Resultado: Considerou-se aprovados na validação por consenso 60 termos que indicavam problemas adaptativos, contendo 45 no modo fisiológico, seis no autoconceito, cinco na função do papel e quatro do modo interdependência. Conclusões: O instrumento elaborado dá subsídios para a investigação comportamental auxiliando na formulação dos diagnósticos de enfermagem, conhecimento do raciocínio clínico do enfermeiro para avaliação da eficácia na intervenção em relação ao comportamento apresentado pela paciente, propicia um cuidado holístico, por ser a adaptação uma característica inerente ao ser humano. (AU)


Objective: To develop a nursing consultation instrument for elderly women with Urinary Incontinence. Method: Methodological study carried out in three stages: identification of adaptive problems based on the theory of Callista Roy through literature review, the identified data were collected using a structured form, the content was evaluated by specialist nurses using the validation technique by consensus, culminating in the elaboration of the instrument. Result: It was considered approved in the validation by consensus 60 terms that indicated adaptive problems, containing 45 in the physiological mode, six in the self-concept, five in the role function and four in the interdependence mode. Conclusions: The elaborated instrument provides subsidies for behavioral research, assisting in the formulation of nursing diagnoses, knowledge of the nurse's clinical reasoning to assess the effectiveness of the intervention in relation to the behavior presented by the patient, providing holistic care, as adaptation is a characteristic inherent to the human being. (AU)


Objetivo: Desarrollar un instrumento de consulta de enfermería para mujeres mayores con incontinencia urinaria. Método: Estudio metodológico llevado a cabo en tres etapas: identificación de problemas adaptativos basados en la teoría de Callista Roy a través de la revisión de la literatura, los datos identificados fueron recolectados utilizando una forma estructurada, el contenido fue evaluado por enfermeras especialistas utilizando la técnica de validación por consenso culminando en la elaboración del instrumento. Resultado: se consideró aprobado en la validación por consenso 60 términos que indicaban problemas adaptativos, siendo 45 en el modo fisiológico, seis en el autoconcepto, cinco en la función de rol y cuatro en el modo de interdependencia. Conclusiones: El instrumento elaborado proporciona subsidios para la investigación conductual, ayudando en la formulación de diagnósticos de enfermería, conocimiento del razonamiento clínico de la enfermera para evaluar la efectividad de la intervención en relación con el comportamiento presentado por el paciente, proporcionando atención integral, ya que la adaptación es un característica inherente a los seres humanos. (AU)


Subject(s)
Office Nursing , Urinary Incontinence , Nursing Theory , Aged , Women's Health
16.
Int. braz. j. urol ; 47(3): 535-541, May-June 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1154514

ABSTRACT

ABSTRACT Introduction: Nocturnal enuresis is a highly incident chronic disorder that generates countless problems to the child and their parents. Bed-wetting has significant negative impacts on self-esteem and the performance of children. The aim of the current study is to assess the quality of life of enuretic children, as well as its association to sex and age. Patients and Methods: Thirty-nine enuretic children (23 boys) and 49 healthy children (27 boys) without any history of previous treatment for enuresis or voiding dysfunction were included. Age ranged between 6 and 11 years old. The "AUQEI" questionnaire was applied in a private environment to all children by the same researcher (psychologist) to evaluate quality of life. Results: Enuretic children displayed loss in quality of life when compared to non-enuretic (35.9% of enuretic x 16.3% of non-enuretic, p=0.035). They were mostly affected in their daily activities (p=0.02). No significant differences were found in the association of sex and gender with quality of life. These results suggest that, children with nocturnal enuresis have 2.87 times more chances of having loss in quality of life compared to non-enuretic. Conclusions: Enuresis has a great impact in quality of life of children. This impact is not related to the age or sex of the child.


Subject(s)
Humans , Male , Child , Urinary Incontinence , Diurnal Enuresis , Nocturnal Enuresis , Quality of Life , Chronic Disease , Surveys and Questionnaires
18.
Int. braz. j. urol ; 47(3): 551-557, May-June 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1154496

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: False-negative urodynamic findings may mislead or prevent planned treatments due to unmatched findings with the clinical presentation. We hypothesized that the absence of urodynamic demonstration of SUI or OAB on urodynamics would interfere with clinical outcomes. Materials and Methods: Materials and Methods: We prospectively studied 124 women with (94) or without (30) demonstrable SUI after sling operations. Similarly, 64 women with OAB syndrome with (38) or without (26) demonstrable DO were also compared after treatment with anticholinergic agents. Patients were assessed with the UDI-6 and IIQ-7 questionnaires 3 and 6 months after treatment. Results: Only 76% of SUI patients demonstrated urine leakage during urodynamics. The UDI-6 score was higher in the demonstrable-SUI and demonstrable-DO groups, while the IIQ-7 score was comparable within the incontinence or urgency/frequency groups. Demonstrable and non-demonstrable SUI-operated patients showed similar outcomes. Patients with urgency syndromes with or without demonstrable DO had a similar rate of improvement with anticholinergic therapy. Conclusions: Women with clinical complaints of SUI objectively demonstrated on urodynamics presented the same subjective clinical outcome as those with SUI lacking objective demonstration when measured by the UDI-6 and IIQ-7 questionnaires. Similarly, patients with OAB syndrome with or without demonstrable DO had similar clinical improvement when treated with anticholinergics and measured using the same questionnaires.


Subject(s)
Humans , Female , Urinary Incontinence , Urinary Incontinence, Stress/drug therapy , Urologic Surgical Procedures , Syndrome , Urodynamics , Treatment Outcome
19.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 43(6): 467-473, June 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1341147

ABSTRACT

Abstract Objective To assess the sexual function of women with spina bifida (SB), and to verify the factors that influence their sexual function. Methods A cross-sectional study in which a validated female-specific questionnaire was applied to 140 SB female patients from four different cities (Porto Alegre, Brazil; and Barcelona, Madrid, and Málaga, Spain) between 2019 and 2020. The questionnaires collected data on the clinical characteristics of SB, and female sexual function was assessed using the 6-item version of the Female Sexual Function Index (FSFI-6) validated to Portuguese and Spanish. Results Half of the patients had had sexual activity at least once in the life, but most (57.1%) did not use any contraception method. Sexual dysfunction was present in most (84.3%) patients, and all sexual function domains were impaired compared those of non-neurogenic women. The presence of urinary and fecal incontinence significantly affected the quality of their sexual activity based on the FSFI-6. Conclusion The specific clinical aspects of the SB patients, such as urinary and fecal incontinence, should be properly addressed by their doctors, since they are associated with reduced sexual activity and lower FSFI-6 scores in the overall or specific domains. There is also a need to improve gynecological care among sexually-active SB patients, since most do not use any contraceptive methods and are at risk of inadvertent pregnancy.


Resumo Objetivo Analisar a função sexual de pacientes do sexo feminino com espinha bífida (EB), e avaliar quais fatores influenciam na função sexual. Métodos Uma pesquisa transversal em que um questionário validado para mulheres foi aplicado em 140 pacientes com EB de quatro cidades diferentes (Porto Alegre, Brasil; e Barcelona, Madri e Málaga, Espanha) entre 2019 e 2020. Os questionários coletaram dados sobre características clínicas da espinha bífida, e a função sexual feminina foi avaliada com a versão de seis itens do Índice de Funcionamento Sexual Feminino (IFSF-6) nas versões validadas para português e espanhol. Resultados Metade das pacientes havia praticado atividade sexual pelo menos uma vez na vida, mas a maioria (57.1%) não utilizava nenhum método contraceptivo. A disfunção sexual estava presente na maioria das pacientes (84.3%), sendo todos os domínios de função sexual prejudicados em comparação com os de mulheres não neurogênicas. A presença de incontinência urinária e fecal afetou significativamente a qualidade da atividade sexual das pacientes. Conclusão Aspectos clínicos específicos da EB, como incontinência urinária e fecal, devem ser adequadamente abordados pelos médicos assistentes, visto que estão associados à redução na atividade sexual e piores resultados no IFSF-6. Também é necessário melhorar o atendimento ginecológico das pacientes sexualmente ativas, uma vez que a maioria não utiliza métodos contraceptivos e corre o risco de gravidez inadvertida.


Subject(s)
Humans , Female , Adolescent , Adult , Young Adult , Sexual Behavior , Sexual Dysfunction, Physiological/etiology , Spinal Dysraphism/complications , Spinal Dysraphism/psychology , Urinary Incontinence/complications , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Contraception Behavior , Fecal Incontinence/complications
20.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 67(6): 851-856, June 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1346925

ABSTRACT

SUMMARY OBJECTIVE: To evaluate the sexual function of women in the puerperal period after a postpartum pelvic floor musculature training program. We also sought to evaluate correlations between sexual dysfunction in the women and their delivery type and compare the frequency of sexual dysfunction and the quality of resumed sexual function following vaginal and cesarean deliveries. METHODS: This clinical study included an intervention, carried out between July and December 2019, in which data were collected about 28 rooming-in women at a Maternity School. Data were divided into vaginal delivery and cesarean delivery. Sexual function was evaluated by the Female Sexual Function Index and the International Consultation on Incontinence Questionnaire-Short Form to assess the Incontinence Urinary and qualifies urinary loss. The intervention consisted of a muscle training exercise program. ANOVA tests were used to establish differences between groups. RESULTS: There was an improvement in all outcomes, but there was no time versus group interaction. Improvement in sexual function was observed (p<0.001), the impact of urinary incontinence on quality of life (p<0.001), and pressure of the muscles of pelvic floor muscles (p<0.001) over time. There was no time versus group interaction for sexual function (p=0.87), the impact of urinary incontinence on quality of life (p=0.88), and pressure of the pelvic floor muscles (p=0.66). CONCLUSIONS: Pelvic floor muscle exercise programs seem to be a very promising strategy concerning improving sexual activity among puerperal patients.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Urinary Incontinence/therapy , Pelvic Floor , Quality of Life , Postpartum Period , Exercise Therapy
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