Your browser doesn't support javascript.
Show: 20 | 50 | 100
Results 1 - 20 de 202
Filter
1.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 35(4): e00169618, 2019. tab
Article in Portuguese | LILACS (Americas) | ID: biblio-1001643

ABSTRACT

Resumo: O objetivo deste trabalho foi analisar os fatores associados à vacinação entre profissionais de redes municipais de saúde na Bahia, Brasil. Estudo transversal, conduzido entre 2010 e 2012 com 3.084 trabalhadores da atenção primária e média complexidade. Foram descritas: prevalência de vacinação para calendário do adulto de acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI) e a completude de esquemas vacinais segundo variáveis sociodemográficas, econômicas, do trabalho, sobrecarga doméstica, psicossociais, satisfação e apoio social no trabalho, exposição ocupacional, hábitos de vida, situação de saúde e autopercepção da saúde. Análise multivariada foi realizada para avaliar o efeito conjunto das variáveis estudadas. Apenas 38,5% dos trabalhadores relataram situação vacinal completa para todas as vacinas do calendário do adulto. Mostraram-se positivamente associados à completude do cartão vacinal: sexo feminino (IC95%: 1,42-2,10), ser profissional de saúde de cuidado direto ao paciente (IC95%: 1,26-1,71), ter recursos técnicos para o desenvolvimento das atividades profissionais (IC95%: 1,02-1,34), apoio social no trabalho (IC95%: 1,02-1,26), contato com material biológico (IC95%: 1,39-1,75), preparo de medicação (IC95%: 1,10-1,44) e autopercepção positiva da saúde (IC95%: 1,03-1,41). Fatores como condições sociodemográficas e de exposição ocupacional exerceram influência sobre a vacinação. Diante do recrudescimento de doenças imunopreveníveis, é necessário que se acompanhe a situação vacinal dos trabalhadores da saúde. Deve-se considerar o fenômeno em sua complexidade para compreender aspectos relacionados à resistência que ultrapassam as questões usualmente mensuradas e possibilitem a investigação de crenças atribuídas às vacinas.


Abstract: This study aimed to analyze factors associated with vaccination of municipal health workers in Bahia State, Brazil. This was a cross-sectional study from 2010 and 2012 with 3,084 workers in primary and medium-complexity care. The following indicators were described: prevalence of vaccination in the adult calendar according to the Brazilian National Immunization Program (PNI) and the completeness of vaccination regimens according to sociodemographic, economic, work, domestic overload, psychosocial, satisfaction and social support at work, occupational, life habits, health status, and self-rated health variables. Multivariate analysis was performed to assess the joint effect of the study variables. Only 38.5% of the workers reported complete vaccinal status for all the vaccines in the adult calendar. Completeness of the vaccination card showed a positive association with: female gender (95%CI: 1.42-2.10), working directly in patient care (95%CI: 1.26-1.71), having technical resources for the development of the professional activities (95%CI: 1.02-1.34), social support at work (95%CI: 1.02-1.26), contact with biological material (95%CI: 1.39-1.75), preparation of medications (95%CI: 1.10-1.44), and positive self-rated health (95%CI: 1.03-1.41). Factors such as sociodemographic conditions and occupational exposure have an influence on vaccination. Given the resurgence of immune-preventable diseases, it is necessary to monitor health workers' vaccinal status. The phenomenon should be analyzed according to its complexity, focusing on aspects related to resistance that extrapolate the issues usually measured and allow the investigation of beliefs attributed to vaccines.


Resumen: El objetivo de este estudio fue analizar los factores asociados a la vacunación entre trabajadores de redes municipales de salud en el Estado de Bahía, Brasil. Se trata de un estudio transversal, llevado a cabo entre 2010 y 2012, con 3.084 trabajadores de atención primaria y centros salud de complejidad media. En el trabajo se describió la prevalencia de vacunación en el calendario para adultos, según el Programa Nacional de Inmunización (PNI), y la totalidad de esquemas de vacunación en función de las variables sociodemográficas, económicas, laborales, sobrecarga doméstica, psicosociales, satisfacción y apoyo social en el trabajo, exposición ocupacional, hábitos de vida, situación de salud y autopercepción de la salud. El análisis multivariado se realizó para evaluar el efecto conjunto de las variables estudiadas. Solamente un 38,5% de los trabajadores informaron de una situación de vacunación completa en relación con todas las vacunas del calendario del adulto. Se mostraron positivamente asociados a haber completado totalmente la cartilla de vacunación los siguientes factores: sexo femenino (IC95%: 1,42-2,10), ser profesional de salud en el cuidado directo al paciente (IC95%: 1,26-1,71), contar con recursos técnicos para el desarrollo de actividades profesionales (IC95%: 1,02-1,34), apoyo social en el trabajo (IC95%: 1,02-1,26), contacto con material biológico (IC95%: 1,39-1,75), preparación de la medicación (IC95%: 1,10-1,44) y autopercepción positiva de la salud (IC95%: 1,03-1,41). Factores como las condiciones sociodemográficas y de exposición ocupacional ejercieron influencia sobre la vacunación. Ante el recrudecimiento de las enfermedades inmunoprevenibles, es necesario que se realice un seguimiento de la situación de vacunación de los trabajadores de salud. Se debe considerar el fenómeno en toda su complejidad, para comprender aspectos relacionados con la resistencia a la vacunación que sobrepasan cuestiones medidas habitualmente, y posibilitar la investigación sobre creencias acerca de las vacunas.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Young Adult , Occupational Exposure/prevention & control , Occupational Health , Vaccination/statistics & numerical data , Health Workforce , Socioeconomic Factors , Brazil , Attitude to Health , Sex Factors , Health Knowledge, Attitudes, Practice , Health Status , Cross-Sectional Studies
2.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 35(4): e00230518, 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS (Americas) | ID: biblio-1039417

ABSTRACT

O objetivo deste estudo foi estimar a prevalência de vacinação contra a influenza em idosos brasileiros, segundo doenças crônicas específicas. Foram considerados os indivíduos com 60 anos ou mais (n = 23.815) participantes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em 2013. Estimaram-se as prevalências de vacinação contra a influenza e os respectivos intervalos de 95% de confiança (IC95%). As associações foram verificadas pelo teste qui-quadrado (Rao-Scott) considerando-se um nível de 5% de significância. A prevalência de vacinação contra a influenza nos idosos foi de 73,1% (IC95%: 72,0-74,1) e não houve diferença significativa nas prevalências entre os sexos (p = 0,237). Observaram-se diferenças estatisticamente significativas nas prevalências para os idosos que referiram hipertensão arterial 75% (p < 0,001), diabetes mellitus 76,5% (p = 0,009), doenças do coração 79,2% (p < 0,001) e doença no pulmão ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) 87% (p = 0,001). Os resultados mostraram baixa prevalência de vacinação nos idosos com algumas condições crônicas específicas que possuem recomendação formal para receber a vacina, sugerindo a necessidade de que as campanhas de vacinação extrapolem o recorte etário (idosos) e sejam mais bem direcionadas para estes subgrupos específicos.


This study aimed to estimate the prevalence of influenza vaccination in elderly Brazilians with specific chronic diseases. The sample included individuals 60 years or older (n = 23,815) participating in the National Health Survey (PNS) in 2013. The study estimated the prevalence rates for influenza vaccination and the respective 95% confidence intervals (95%CI). The associations were verified with the chi-square test (Rao-Scott) with 5% significance. Prevalence of influenza vaccination in the elderly was 73.1% (95%CI: 72.0-74.1), and there was no significant difference in prevalence rates between men and women (p = 0.237). Statistically significant differences were observed in prevalence rates for elderly that reported arterial hypertension, 75% (p < 0.001), diabetes mellitus, 76.5% (p = 0.009), cardiac disease, 79.2% (p < 0.001), and lung disease or chronic obstructive pulmonary disease (COPD), 87% (p = 0.001). The results showed low prevalence of vaccination in elderly with some specific chronic diseases for whom there is formal recommendation to receive the vaccine, suggesting the need for a vaccination campaign to extrapolate the age cutoff (elderly) and better targeting to these specific subgroups.


El objetivo de este estudio fue estimar la prevalencia de vacunación contra la gripe en ancianos brasileños, según enfermedades crónicas específicas. Se consideraron individuos de 60 años o más (n = 23.815), participantes en la Encuesta Nacional de Salud (PNS, por sus siglas en portugués), realizada en 2013. Se estimaron las prevalencias de vacunación contra la gripe y sus respectivos intervalos de 95% de confianza (IC95%). Las asociaciones se verificaron mediante el test chi-cuadrado (Rao-Scott), considerándose un nivel del 5% de significancia. La prevalencia de vacunación contra la gripe en los ancianos fue de un 73,1% (IC95%: 72,0-74,1) y no hubo una diferencia significativa en las prevalencias entre sexos (p = 0,237). Se observaron diferencias estadísticamente significativas en las prevalencias con los ancianos que informaron de hipertensión arterial 75% (p < 0,001), diabetes mellitus 76,5% (p = 0,009), enfermedades del corazón 79,2% (p < 0,001) y enfermedad del pulmón o enfermedad pulmonar obstructiva crónica (EPOC) 87% (p = 0,001). Los resultados mostraron una baja prevalencia de vacunación en los ancianos con algunas condiciones crónicas de salud específicas, que cuentan con una recomendación formal para recibir la vacuna, sugiriendo la necesidad de que las campañas de vacunación extrapolen la acotación por franja de edad (ancianos) y sean dirigidas específicamente mejor hacia estos subgrupos.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Influenza Vaccines/therapeutic use , Chronic Disease/prevention & control , Vaccination/statistics & numerical data , Influenza, Human/prevention & control , Brazil/epidemiology , Chronic Disease/classification , Chronic Disease/epidemiology , Prevalence , Health Surveys , Influenza, Human/epidemiology
3.
South African Medical Journal ; 109(8), p.562-569, fig., tab., 2019
Article in English | AIM (Africa) | ID: afr-201389

ABSTRACT

Background. Although immunisation services are available to all children in South Africa (SA), many children miss or have delays in receiving vaccines. There are limited data on factors associated with missed or delayed vaccination in children in this setting. Objectives. To assess vaccination coverage and factors associated with missed and delayed diphtheria-tetanus-pertussis vaccine third dose (DTP3) vaccination in children aged 12 - 59 months in two SA communities. Methods. We used data from household-level healthcare utilisation surveys conducted in Soweto in 2012 and in Pietermaritzburg in 2013. Information on vaccination status was recorded from the Road to Health cards or vaccination history from clinics for children aged <5 years. Factors associated with missed or delayed DTP3 vaccination were assessed using unconditional logistic regression. Results. Of a total of 847 eligible children aged 12 - 59 months, 716 had available vaccination information. Overall DTP3 vaccination coverage was high for both sites: 90.6% in Pietermaritzburg and 93.9% in Soweto. However, 32.6% and 25.2% of DTP3 vaccinations were delayed (received after 18 weeks of age) in Pietermaritzburg and Soweto, respectively. The median delay for DTP3 vaccinations was 4.7 weeks (interquartile range 1.7 - 23.0). Factors associated with delayed DTP3 vaccination included being born in 2010 (adjusted odds ratio (aOR) 3.0, 95% confidence interval (CI) 1.4 - 6.3) or 2011 (aOR 2.7, 95% CI 1.3 - 5.7) compared with being born in 2008, probably due to vaccine shortages; a low level of education of the primary caregiver, with children whose caregivers had completed secondary education having lower odds of delayed vaccination (aOR 0.5, 95% CI 0.3 - 0.9) than children whose caregivers only had primary education; and maternal HIV status, with unknown status (aOR 3.5, 95% CI 1.6 - 7.6) associated with higher odds of delay than positive status. Factors associated with missed DTP3 vaccination (not vaccinated by 12 months of age) included two or more children aged <5 years in a household (aOR 2.4, 95% CI 1.2 - 4.9) compared with one child, and household monthly income <ZAR500 (aOR 3.4, 95% CI 1.1 - 11.4) compared with ≥ZAR2 000.Conclusions. Despite high overall DTP3 coverage observed in two communities, many vaccinations were delayed. Vulnerable groups identified in this study should be targeted with improved vaccination services to enhance uptake and timeliness of vaccination


Subject(s)
Vaccination , Vaccination/statistics & numerical data , Child , Africa
4.
Buenos Aires; GCBA. Gerencia Operativa de Epidemiología; 13 jul. 2018. a) f: 13 l:18 p. graf.(Boletín Epidemiológico Semanal: Ciudad Autónoma de Buenos Aires, 3, 99).
Monography in Spanish | LILACS (Americas) | ID: biblio-1103155

ABSTRACT

Los Eventos Supuestamente Atribuidos a la Vacunación o Inmunización o ESAVI se definen como todo cuadro clínico que aparece luego de la administración de una vacuna y que supuestamente pueda atribuirse a la misma. Incluye los errores programáticos relacionados con la vacunación. Un ESAVI grave es todo aquel evento que resulte en hospitalización o fallecimiento. Es importante mencionar que un ESAVI, si bien denota una asociación temporal, no implica necesariamente una relación de causa y efecto. La causalidad entre el evento y la vacunación se determinará mediante la investigación del caso. La información aquí presentada surge del análisis de la base de datos de ESAVI del Programa de Inmunizaciones de la Ciudad de Buenos Aires, alimentada por las notificaciones realizadas por efectores públicos y privados de la ciudad. Se incluyen residentes y no residentes de la ciudad, sin realizar distinción entre ellos. Para calcular las tasas se utilizó como denominador las dosis aplicadas en 2017 en la Ciudad de Buenos Aires, tanto a residentes como no residentes. Se cuenta con datos de aquellas vacunas incluidas en el Calendario Nacional de Vacunación del sector público, de la seguridad social y privado. (AU)


Subject(s)
Mass Vaccination/adverse effects , Mass Vaccination/mortality , Vaccination/adverse effects , Vaccination/trends , Vaccination/statistics & numerical data , Drug-Related Side Effects and Adverse Reactions/classification , Drug-Related Side Effects and Adverse Reactions/diagnosis , Immune System Phenomena/drug effects
5.
Int. arch. otorhinolaryngol. (Impr.) ; 22(3): 317-329, July-Sept. 2018. tab, graf
Article in English | LILACS (Americas) | ID: biblio-975585

ABSTRACT

Abstract Introduction A majority of otolaryngologists have not had direct experience with many vaccine-preventable diseases since the creation of national vaccination programs. Despite the elimination of endemic transmission of some of these diseases in the United States, outbreaks can occur anywhere and still pose a threat to public health around the world. Recent outbreaks and changing trends in exemption rates indicate that it is important for physicians to maintain a working knowledge of how these diseases present and of the recommended treatment guidelines. Objectives This review will evaluate the current state of vaccination rates, vaccine exemption rates and disease incidence in the United States and in the world. It will also examine the clinical presentation and treatment recommendations of these diseases. Data Synthesis United States estimated vaccination rates, vaccine exemption rates and vaccine-preventable disease incidences were obtained from data compiled by the Centers for Disease Control and Prevention. World vaccination rates and disease incidences were obtained from the World Health Organization databases, which compile official figures reported by member states. A PubMed literature review provided information on the current state of vaccination exemptions and outbreaks in the United States. Conclusion Vaccination and vaccine exemption rates continue to put the United States and many areas of the world at risk for outbreaks of vaccine-preventable diseases. Clinical guidelines should be reviewed in the event of a local outbreak.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant , Child, Preschool , Disease Outbreaks/statistics & numerical data , Vaccination/statistics & numerical data , Otolaryngologists/education , Asia , Rubella/prevention & control , Rubella/epidemiology , United States , Americas , Vaccines , Global Health/statistics & numerical data , Incidence , Africa , Diphtheria/prevention & control , Diphtheria/epidemiology , Europe , Disease Eradication/statistics & numerical data , Haemophilus Infections/prevention & control , Measles/prevention & control , Measles/epidemiology , Mumps/prevention & control , Mumps/epidemiology
6.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 34(3): e00043617, 2018. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS (Americas) | ID: biblio-889907

ABSTRACT

Resumo: Os objetivos consistiram em descrever os casos e verificar a frequência de anafilaxia relacionada à vacina sarampo, caxumba e rubéola (SCR) do produtor A, bem como avaliar os possíveis fatores de risco associados. Estudo de caso-controle (1:4), em Santa Catarina, Brasil, de 14 de julho de 2014 a 12 de janeiro de 2015, em crianças de um a menores de cinco anos, vacinadas com SCR e notificadas com anafilaxia, sendo os controles sem anafilaxia. Utilizou-se, como medida de associação, odds ratio (OR) com intervalo de 95% de confiança (IC95%) e os testes qui-quadrado e exato de Fisher. Calcularam-se taxas de anafilaxia por doses distribuídas/aplicadas. Entrevistaram-se 15 casos e 60 controles, em 12 municípios. As taxas de anafilaxia foram 2,46 e 5,05 por doses distribuídas e aplicadas, respectivamente. Dentre os casos de anafilaxia, oito (53,4%) eram do sexo masculino, e dentre os controles, 36 (60%), com p = 0,64. Na análise bivariada referente à anafilaxia e alergia à proteína do leite de vaca (APLV), verificou-se OR = 51,62, com p = 0,00002 e IC95%: 5,59-476,11. As variáveis alergia alimentar familiar, aleitamento materno, evento adverso pós-vacinação (EAPV) anterior e vacinação simultânea não foram estatisticamente significativas (p = 0,48; p = 1,00; p = 0,49; p = 0,61). Taxas de anafilaxia por doses distribuídas/aplicadas ficaram acima de 1/100 mil doses aplicadas (taxa esperada). Anafilaxia e APLV apresentaram associação estatisticamente significativa. Não foram encontradas associações estatísticas referentes à vacinação simultânea, aleitamento materno, alergia alimentar familiar e EAPV anterior. Recomendou-se ao produtor informar na bula todos os componentes do produto e que crianças com história pregressa de APLV não sejam vacinadas com essa vacina.


Abstract: The study aimed to describe cases and verify the frequency of anaphylaxis related to measles, mumps, and rubella (MMR) vaccine produced by manufacturer A and to assess associated risk factors. This was a case-control study (1:4) in Santa Catarina State, Brazil, from July 14, 2014, to January 12, 2015, in children from one year to less than five years of age, vaccinated with MMR and reported with anaphylaxis, while the controls were without anaphylaxis. The measure of association was odds ratio (OR) with 95% confidence interval (95%CI), using the chi-square and Fisher's exact tests. Anaphylaxis rates were calculated per doses distributed/administered. Fifteen cases and 60 controls were interviewed in 12 municipalities (counties). Anaphylaxis rates were 2.46 and 5.05 cases per 100,000 doses distributed and administered, respectively. Among the cases of anaphylaxis, eight (53.4%) were males, and among the controls, 36 (60%), with p = 0.64. The bivariate analysis of anaphylaxis and cow's milk protein allergy (CMPA) showed OR = 51.62, with p = 0.00002 and 95%CI: 5.59-476.11. The variables family food allergy, breastfeeding, previous post-vaccine adverse event (PVAE), and simultaneous vaccination were not statistically significant (p = 0.48; p = 1.00; p = 0.49; p = 0.61). Anaphylaxis rates per doses distributed/administered exceeded 1/100,000 doses administered (expected rate). Anaphylaxis and CMPA showed a statistically significant association. No statistically significant associations were found with simultaneous vaccination, breastfeeding, family food allergy, or history of PVAE. Recommendations: the manufacturer should specify the product's components in the package insert, and children with a history of CMPA should not be vaccinated with this vaccine.


Resumen: Los objetivos consistieron en describir los casos y verificar la frecuencia de anafilaxia, relacionada con la vacuna del sarampión, paperas y rubeola (SCR) del productor A, así como evaluar los posibles factores de riesgo asociados. Estudio de caso-control (1:4), en Santa Catarina, Brasil, de 14 de julio de 2014 a 12 de enero de 2015, en niños de uno a menores de cinco años, vacunadas con SCR y notificadas con anafilaxia, siendo los controles sin anafilaxia. Se utilizó, como medida de asociación, odds ratio (OR) con un intervalo de 95% de confianza (IC95%) y los testes chi-cuadrado y exacto de Fisher. Se calcularon las tasas de anafilaxia por dosis distribuidas/aplicadas. Se entrevistaron 15 casos y 60 controles, en 12 municipios. Las tasas de anafilaxia fueron 2,46 y 5,05 por dosis distribuidas y aplicadas, respectivamente. Entre los casos de anafilaxia, ocho (53,4%) eran del sexo masculino, y entre los controles, 36 (60%), con p = 0,64. En el análisis bivariado referente a la anafilaxia y alergia a la proteína de leche de vaca (APLV), se verificó OR = 51,62, con p = 0,00002 e IC95%: 5,59-476,11. Las variables alergia alimentaria familiar, lactancia materna , evento adverso pos-vacunación (EAPV) anterior y vacunación simultánea no fueron estadísticamente significativas (p = 0,48; p = 1,00; p = 0,49; p = 0,61). Tasas de anafilaxia por dosis distribuidas/aplicadas se situaron encima de 1/100.000 dosis aplicadas (tasa esperada). Anafilaxia y APLV presentaron una asociación estadísticamente significativa. No fueron encontradas asociaciones estadísticas referentes a la vacunación simultánea, lactancia materna, alergia alimentaria familiar y EAPV anterior. Se recomendó al productor informar en el prospecto sobre todos los componentes del producto, y que los niños con historial anterior de APLV no sean vacunados con esa vacuna.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant , Child, Preschool , Measles-Mumps-Rubella Vaccine/adverse effects , Anaphylaxis/chemically induced , Rubella/prevention & control , Brazil , Case-Control Studies , Residence Characteristics , Interviews as Topic , Risk Factors , Vaccination/adverse effects , Vaccination/statistics & numerical data , Anaphylaxis/physiopathology , Measles/prevention & control , Mumps/prevention & control
7.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 34(5): e00194717, 2018. tab
Article in Portuguese | LILACS (Americas) | ID: biblio-1039369

ABSTRACT

O objetivo foi estimar a prevalência de vacinação contra gripe nas populações adulta e idosa com doença respiratória pulmonar crônica (DRPC). Foram considerados os indivíduos com idades entre 20 e 59 anos (n = 23.329) e ≥ 60 anos (n = 9.019) que participaram da Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos (PNAUM), realizada em 2013-2014. Estimaram-se as prevalências de vacinação contra gripe e os respectivos intervalos de 95% de confiança (IC95%). As associações foram verificadas pelo teste qui-quadrado (Rao-Scott), considerando-se um nível de 5% de significância. Para o conjunto dos indivíduos com DRPC, a prevalência de vacinação foi de 42,1% (IC95%: 37,2-47,1), com diferença estatisticamente significativa em relação aos grupos etários (p < 0,001). Para a população adulta, verificaram-se diferenças significativas em relação à situação conjugal (p < 0,05), e para os idosos, observou-se maior prevalência no Sul em relação ao Nordeste (p < 0,05). Para o conjunto dos entrevistados, bronquite crônica foi a doença mais referida (43,5%). Considerando-se cada doença específica, o percentual de adultos vacinados foi baixo, variando de 25% (outras doenças pulmonares) a 42% (bronquite crônica), sem apresentar diferença estatisticamente significativa (p = 0,330). Tanto os portadores de doença pulmonar quanto os idosos em geral (≥ 60 anos) fazem parte de grupos prioritários para a vacinação contra gripe e, de modo geral, para todos os subgrupos considerados, as prevalências estiveram abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. A recomendação da vacina pelos profissionais de saúde pode contribuir para uma maior adesão desse grupo à vacinação.


El objetivo fue estimar la prevalencia de la vacunación contra la gripe en las poblaciones adultas y de la tercera edad con enfermedad respiratoria pulmonar crónica (DRPC). Se consideraron a individuos con edades entre 20 y 59 años (n = 23.329) y ≥ 60 años (n = 9.019) que participaron en la Encuesta Nacional sobre Acceso, Utilización y Promoción del Uso Racional de Medicamentos (PNAUM), realizada en 2013-2014. Se estimaron las prevalencias de vacunación contra la gripe y los respectivos intervalos del 95% de confianza (IC95%). Las asociaciones fueron verificadas por el test chi-cuadrado (Rao-Scott), considerándose un nivel de significancia de un 5%. Para el conjunto de los individuos con DRPC, la prevalencia de vacunación fue de un 42,1% (IC95%: 37,2-47,1), con una diferencia estadísticamente significativa, en relación con los grupos etarios (p < 0,001). Para la población adulta, se verificaron diferencias significativas respecto a la situación conyugal (p < 0,05), y para los ancianos, se observó una mayor prevalencia en el Sur, en comparación con el Nordeste (p < 0,05). Para el conjunto de los entrevistados, la bronquitis crónica fue la enfermedad más reportada (43,5%). Considerándose cada enfermedad específica, el porcentaje de adultos vacunados fue bajo, variando de un 25% (otras enfermedades pulmonares) a un 42% (bronquitis crónica), sin presentar una diferencia estadísticamente significativa (p = 0,330). Tanto los portadores de enfermedad pulmonar, como los ancianos en general (≥ 60 años), forman parte de grupos prioritarios para la vacunación contra la gripe y, de modo general, en todos los subgrupos considerados las prevalencias estuvieron por debajo de la meta establecida por el Ministerio de Salud. La recomendación de la vacuna por parte de los profesionales de salud puede contribuir a una mayor adhesión de ese grupo a la vacunación.


The objective was to estimate the prevalence of influenza vaccination in adults and elderly with chronic respiratory diseases (CRDs). The sample included individuals 20 to 59 years of age (n = 23,329) and ≥ 60 years (n = 9,019) that participated in the Brazilian National Survey on Access, Utilization, and Promotion of Rational Use of Medicines (PNAUM) in 2013-2014. We estimated influenza vaccination prevalence rates and respective 95% confidence intervals (95%CI). Associations were verified with the Rao-Scott chi-square test, with significance set at 5%. For all adults and elderly with CRD, prevalence of vaccination was 42.1% (95%CI: 37.2-47.1), with a statistically difference between the two age groups (p < 0.001). The adult population showed significant differences according to marital status (p < 0.05), and the elderly population showed higher vaccination prevalence in the South of Brazil compared to the Northeast (p < 0.05). For the sample as a whole, chronic bronchitis was the most frequently reported disease (43.5%). Considering each specific disease, the percentage of vaccinated adults was low, varying from 25% (other respiratory diseases) to 42% (chronic bronchitis), without a statistically significant difference (p = 0.330). Individuals with respiratory diseases and the elderly in general (≥ 60 years) are priority groups for influenza vaccination; in general, in all the subgroups, prevalence rates were below the target set by the Brazilian Ministry of Health. The recommendation that the vaccine should be applied by a health professional may explain this low adherence to vaccination by the elderly.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Young Adult , Respiratory Tract Diseases/complications , Influenza Vaccines/administration & dosage , Vaccination/statistics & numerical data , Influenza, Human/prevention & control , Socioeconomic Factors , Health Surveys , Age Distribution , Pulmonary Disease, Chronic Obstructive/complications
8.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 34(9): e00011618, 2018. tab, graf
Article in English | LILACS (Americas) | ID: biblio-952468

ABSTRACT

Despite the overall benefits of immunization, vaccine hesitancy has been a growing trend and has been associated with the resurgence of vaccine-preventable diseases. The aim of this study was to assess vaccine confidence and hesitancy in Brazil, as part of a wider project to map vaccine confidence globally. One thousand subjects were interviewed, either online or face-to-face, based on a general questionnaire regarding perceptions on vaccines and vaccination. Further exploratory questions were used with the subset of respondents who were parents of children aged under 5. Such questions extracted information regarding vaccination behavior, opinions on vaccination and government health services, and vaccine hesitancy. Reasons for hesitancy were classified as relating to confidence, convenience and/or complacency, and the population was also analyzed socio-demographically. The results showed that overall confidence in immunization was higher than confidence in family planning services, community health workers and emergency services. Seventy-six people reported hesitancy to vaccinate. The commonest reasons for hesitancy were issues with confidence (41.4%), efficacy/safety of the vaccine (25.5%) and concerns about adverse events (23.6%). The sociodemographic analysis revealed that vaccine hesitancy was associated with marital status, level of education and income. Despite overall vaccine confidence being high, a clear trend toward lower levels of confidence was associated with higher levels of hesitancy, which warrants on-going monitoring, due to the dynamic and changing nature of vaccine hesitancy.


Apesar dos benefícios globais da imunização, a hesitação em vacinar é uma tendência crescente que tem sido associada ao ressurgimento das doenças imunopreveníveis. O estudo teve como objetivo avaliar a confiança nas vacinas e a hesitação em vacinar no Brasil, como parte de um projeto mais amplo para mapear a confiança em vacinas em nível global. Foram entrevistadas mil pessoas, direta ou virtualmente, usando um questionário geral sobre percepção em relação às vacinas e à vacinação. Foram utilizadas perguntas exploratórias adicionais no subconjunto de entrevistados que eram pais de crianças abaixo de cinco anos de idade. Essas perguntas produziram informações sobre o comportamento em relação à vacinação, opiniões sobre vacinação e serviços públicos de saúde e hesitação em vacinar. Os motivos da hesitação foram classificados em relação à confiança, conveniência e/ou acomodação, e a população também foi analisada conforme as características sociodemográficas. Os resultados mostraram que a confiança geral na imunização foi maior do que nos serviços de planejamento familiar, agentes comunitários de saúde e serviços de emergência. Setenta e seis pessoas relataram hesitação em vacinar. Os motivos mais frequentes da hesitação diziam respeito a confiança (41,4%), eficácia/segurança da vacina (25,5%) e preocupações com eventos adversos (23,6%). A análise sociodemográfica mostrou que a hesitação em vacinar estava associada ao estado civil, escolaridade e renda. Apesar da alta confiança geral na vacinação, uma clara tendência para níveis de confiança mais baixos esteve associada a níveis mais altos de hesitação, o que justifica o monitoramento permanente dessa tendência, em função da natureza dinâmica da hesitação em vacinar.


A pesar de lo beneficios generales de la inmunización, la renuencia a la vacunación ha sido una tendencia en crecimiento que ha sido asociada con el resurgimiento de las enfermedades prevenibles por vacunación. El objetivo de este estudio fue evaluar la confianza y renuencia a las vacunas en Brasil, como parte de un proyecto más amplio para mapear la confianza en las vacunas globalmente. Mil sujetos fueron entrevistados, bien en línea o cara-a-cara, mediante un cuestionario general respecto a sus percepciones sobre las vacunas y la vacunación. Se utilizaron otras preguntas exploratorias con el subconjunto de encuestados, que eran padres de niños con una edad inferior a los cinco años. Tales preguntas recabaron información respecto al comportamiento sobre la vacunación, opiniones sobre vacunación y servicios de salud gubernamentales, así como su renuencia a las vacunas. Las razones para esta última se clasificaron como aquellas relacionadas con la confianza, conveniencia y/o complacencia, y la población fue también analizada sociodemográficamente. Los resultados mostraron que la confianza general en inmunización fue más alta que la confianza en servicios de planificación familiar, trabajadores de salud comunitarios y servicios de emergencia. Setenta y seis personas informaron de renuencia a la vacunación. Las razones más comunes para la renuencia fueron temas relacionados con la confianza (41,4%), eficacia/seguridad de la vacuna (25,5%) y preocupaciones sobre efectos adversos (23,6%). El análisis sociodemográfico reveló que la renuencia a la vacunación estaba asociada con el estado civil, nivel de educación e ingresos. A pesar de que la confianza general en las vacunas es alta, existe una clara tendencia hacia niveles más bajos de confianza, que estaba asociada con altos niveles de renuencia, lo que garantiza una supervisión permanente, debido a la dinámica y naturaleza cambiante del rechazo a las vacunas.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Vaccines/administration & dosage , Attitude to Health , Patient Acceptance of Health Care/statistics & numerical data , Health Knowledge, Attitudes, Practice , Vaccination/statistics & numerical data , Socioeconomic Factors , Brazil , Middle Aged
9.
Buenos Aires; GCBA. Gerencia Operativa de Epidemiología; 17 feb. 2017. a) f: 38 l:44 p. tab, graf.(Boletín Epidemiológico Semanal: Ciudad Autónoma de Buenos Aires, 2, 26).
Monography in Spanish | LILACS (Americas) | ID: biblio-1104308

ABSTRACT

Entre las Semanas Epidemiológicas (SE) 51 del año 2016 y 5 del 2017 (período comprendido entre el 18/12/2016 y el 04/02/2017), la Gerencia Operativa de Epidemiología recibió la notificación de 3 casos de tétanos otras edades a través de alertas del módulo C2 del Sistema Nacional de Vigilancia de la Salud (SNVS). Se trató de 3 pacientes asistidos en el Departamento de Atención Intensiva del Paciente Infeccioso Crítico (D.A.I.P.I.C.), del Hospital de Infecciosas Francisco Muñiz, de la Ciudad de Buenos Aires. Dos casos correspondieron a residentes de Provincia de Buenos Aires y el restante a un residente de la Ciudad. Este informe resume estos tres casos, los cuales destacan la necesidad que los médicos y quienes están encargados de los cuidados de salud, constaten en oportunidad de toda consulta, la cobertura de vacunación antitetánica e indiquen la vacuna a pacientes no vacunados, incompletamente vacunados o con vacunación desconocida.(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Pregnancy , Child , Adolescent , Adult , Middle Aged , Tetanus/prevention & control , Tetanus/therapy , Tetanus/transmission , Tetanus/epidemiology , Tetanus Toxoid/administration & dosage , Tetanus Toxoid/supply & distribution , Vaccination/trends , Vaccination/statistics & numerical data , Clostridium Infections/epidemiology , Disease Notification , Public Health Surveillance
10.
Rev. panam. salud pública ; 41: e123, 2017. tab
Article in Spanish | LILACS (Americas) | ID: biblio-961634

ABSTRACT

RESUMEN Objetivo Conocer las barreras y los motivos de no vacunación en niños y niñas menores de cinco años en algunas ciudades de Colombia. Métodos Diseño cualitativo basado en entrevistas y grupos focales a personal de salud y cuidadores en cuatro ciudades colombianas seleccionadas de acuerdo a diferentes coberturas de vacunación y densidades poblacionales. Resultados Se identificaron diferentes factores que pueden influir en el incumplimiento de los esquemas de vacunación en los dos municipios con baja cobertura, como el temor a la reacción posvacunal, las condiciones socioeconómicas, geográficas y de seguridad de la población, las condiciones laborales del personal de vacunación, los problemas administrativos y económicos y el desarrollo precario de los sistemas de información. Conclusiones Desde el punto de vista cualitativo, los equipos de vacunación y los cuidadores destacaron aspectos sociales e institucionales que contribuyen o limitan el cumplimiento de las coberturas de vacunación en las ciudades que participaron en el estudio.


Objective Identify barriers and reasons why children under 5 do not get vaccinated in some Colombian cities. Methods Qualitative design based on interviews and focus groups of health workers and caregivers in four Colombian cities selected according vaccination coverage and population densities. Results Different factors were identified that may hinder completion of vaccination schedules in the two municipalities with low coverage, such as fear of a post-vaccination reaction, socioeconomic and geographical conditions and population safety, working conditions of the vaccination staff, administrative and economic problems, and precarious information systems. Conclusions From a qualitative standpoint, the vaccination teams and caregivers pointed to social and institutional issues that may hinder vaccination coverage in the cities that participated in the study.


RESUMO Objetivo Conhecer as barreiras e os motivos por que não são vacinadas crianças menores de cinco anos em algumas cidades da Colômbia. Métodos Estudo de delineamento qualitativo baseado em entrevistas e grupos focais conduzido com profissionais da saúde e cuidadores em quatro cidades colombianas selecionadas segundo a cobertura de vacinação e a densidade populacional. Resultados Foram identificados diversos fatores para não serem seguidos os esquemas de vacinação nos dois municípios com baixa cobertura: receio de reação pós-vacinal, condições socioeconômicas, geográficas e de segurança da população, condições laborais do pessoal encarregado pela vacinação, problemas administrativos e econômicos e situação precária dos sistemas de informação. Conclusão Do ponto de vista qualitativo, as equipes de vacinação e os cuidadores destacaram aspectos sociais e institucionais que contribuem para, ou limitam, o cumprimento das metas de cobertura de vacinação nas cidades participantes do estudo.


Subject(s)
Child Health , Vaccination/statistics & numerical data , Vaccination Refusal , Colombia
12.
Cad. saúde pública ; 33(2): e00173315, 2017. tab
Article in Portuguese | LILACS (Americas) | ID: biblio-839655

ABSTRACT

Resumo: O objetivo deste estudo foi compreender como pais de camadas médias de São Paulo, Brasil, significam as normatizações da vacinação no país, a partir de suas vivências de vacinar, selecionar ou não vacinar os filhos. Foi realizada abordagem qualitativa por meio de entrevista em profundidade. O processo analítico guiou-se pela análise de conteúdo e pelo referencial teórico da antropologia do direito e da moral. Para os pais vacinadores, a cultura de vacinação se sobressaiu à percepção de cumprimento da lei; para os seletivos, a seleção de vacinas não foi percebida como ação desviante da lei. Em ambos, o ato de vacinar os filhos assumiu um status moral. Já os não vacinadores, em contraponto à perspectiva legal, atribuem essa escolha a um cuidado ao filho respaldado pela ilegitimidade que a vacinação assume para o modo de vida deles e vivenciam um cenário de coerção social e medo de imposições legais. A vacinação é uma prática importante no campo da Saúde Pública, porém, pode revelar tensões e conflitos oriundos de sistemas normativos, sejam eles de ordem moral, cultural ou legal.


Resumen: El objetivo de este estudio fue comprender como padres de clase media de São Paulo, Brasil, dan significado a las normativas de la vacunación en el país, a partir de sus vivencias al vacunar, o elegir no vacunar a los hijos. Se realizó un enfoque cualitativo mediante una entrevista en profundidad. El proceso analítico se guio por el análisis de contenido y por las referencias teóricas de la antropología del derecho y de la moral. Para los padres vacunadores, la cultura de vacunación sobresalió a la percepción de cumplimiento de la ley; para los selectivos, la selección de vacunas no fue percibida como una acción desviada de la ley. En ambos, el acto de vacunar a los hijos asumió un status moral. Por el contrario los no vacunadores, en contrapunto a la perspectiva legal, atribuyen esa elección a un cuidado al hijo, respaldado por la ilegitimidad que la vacunación asume para el modo de vida de ellos y vivencian un escenario de coerción social y miedo de imposiciones legales. La vacunación es una práctica importante en el campo de la salud pública, no obstante, puede revelar tensiones y conflictos oriundos de sistemas normativos, sean de orden moral, cultural o legal.


Abstract: This study aimed to learn how middle-class parents in the city of São Paulo, Brazil, interpreted the country's prevailing vaccination requirements, based on their experiences with vaccinating, selectively vaccinating, or not vaccinating their children. A qualitative approach was used with in-depth interviews. The analytical process was guided by content analysis and the theoretical framework of the anthropology of the law and morality. For parents that vaccinated, Brazil's culture of immunization outweighed the feeling of compliance with the law; for selective parents, selection of vaccines was not perceived as deviating from the law. In both, the act of vaccinating their children was a matter of moral status. Meanwhile, the non-vaccinators, counter to the legal perspective, attributed their choice to care for the child on grounds that mandatory vaccination was contrary to their way of life; they experienced a feeling of social coercion and fear of legal impositions. Vaccination is an important practice in public health, but it can reveal tensions and conflicts from normative systems, whether moral, cultural, or legal.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant , Child, Preschool , Adult , Culture , Immunization Programs/legislation & jurisprudence , Immunization Programs/statistics & numerical data , Vaccination/legislation & jurisprudence , Vaccination/statistics & numerical data , Brazil , Family Characteristics , Health Knowledge, Attitudes, Practice , Interviews as Topic , Parenting , Social Responsibility , Socioeconomic Factors , Urban Population
13.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 33(7): e00109216, 2017. tab
Article in English | LILACS (Americas) | ID: biblio-889724

ABSTRACT

Data are limited in Brazil on hepatitis B infection among homeless individuals, a marginalized population with high risk of sexually transmissible infections (STI), including hepatitis B. The aim of this study was to investigate hepatitis B epidemiology in homeless persons lodged in a public shelter in Goiânia, Central Brazil. From August 2014 to June 2015, 353 individuals were interviewed and tested for markers of HBV infection. Overall HBV prevalence was 21.8% (95%CI: 17,82-26,41), and 19,5% (95%CI: 15,75-24,0) showed a serological profile of previous HBV vaccination. Older individuals (> 50 years), blacks, and homosexuals or bisexuals showed increased exposure to HBV. The low frequency of individuals immunized against HBV, high social vulnerability, and risk behaviors emphasize the need for health services administrators to provide more opportunities for HBV vaccination in this target population.


No Brasil, existem poucos dados sobre a infecção por hepatite B entre pessoas em situação de rua, uma população marginalizada com alto risco para infecções sexualmente transmissíveis (IST), incluindo a hepatite B. O objetivo deste estudo foi investigar a epidemiologia da hepatite B em pessoas alojadas em um abrigo público da cidade de Goiânia, Brasil Central. De agosto de 2014 a junho de 2015, 353 indivíduos foram entrevistados e testados para os marcadores da infecção pelo HBV. Uma prevalência global de 21,8% (IC95%: 17,82-26,41) para HBV foi estimado, e 19,5% (IC95%: 15,75-24,0) apresentaram perfil sorológico de vacinação prévia contra o HBV. Ser mais velho (acima de 50 anos de idade), preto e homossexual ou bissexual foram preditores de exposição ao HBV. A baixa frequência de indivíduos imunizados contra o HBV, bem como de alta vulnerabilidade social e ocorrência de comportamentos de risco reforçam a necessidade dos gestores de saúde proporcionar mais oportunidades de vacinação para esta população-alvo.


En Brasil, existen pocos datos sobre la infección por hepatitis B entre personas sin techo, una población marginalizada con un alto riesgo de infecciones sexualmente transmisibles (IST), incluyendo la hepatitis B. El objetivo de este estudio fue investigar la epidemiología de la hepatitis B en personas alojadas en un albergue público de la ciudad de Goiânia, Brasil Central. De agosto de 2014 a junio de 2015, se entrevistó a 353 individuos y se probaron los marcadores de la infección por HBV. Se estimó una prevalencia global de un 21,8% (IC95%: 17,82-26,41) para HBV, y 19,5% (IC95%: 15,75-24,0) presentaron un perfil serológico de vacunación previa contra el HBV. Ser más viejo (por encima de 50 años de edad), negro y homosexual o bisexual fueron predictores de exposición al HBV. La baja frecuencia de individuos inmunizados contra el HBV, así como la alta vulnerabilidad social y ocurrencia de comportamientos de riesgo refuerzan la necesidad de los gestores de salud de proporcionar más oportunidades de vacunación para esta población-objetivo.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Homeless Persons/statistics & numerical data , Vaccination/statistics & numerical data , Hepatitis B/prevention & control , Hepatitis B/epidemiology , Risk-Taking , Socioeconomic Factors , Brazil/epidemiology , Sex Factors , Hepatitis B virus/isolation & purification , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Risk Factors , Age Factors , Hepatitis B Vaccines/administration & dosage , Hepatitis B/etiology , Hepatitis B Antibodies/blood , Middle Aged
14.
Rev. paul. pediatr ; 34(3): 359-366, July-Sept. 2016. tab, graf
Article in English | LILACS (Americas) | ID: lil-794957

ABSTRACT

Abstract Objective: To describe the impact of varicella vaccination on varicella-related hospitalization rates in countries that implemented universal vaccination against the disease. Data source: We identified countries that implemented universal vaccination against varicella at the http://apps.who.int/immunization_monitoring/globalsummary/schedules site of the World Health Organization and selected articles in Pubmed describing the changes (pre/post-vaccination) in the varicella-related hospitalization rates in these countries, using the Keywords "varicella", "vaccination/vaccine" and "children" (or) "hospitalization". Publications in English published between January 1995 and May 2015 were included. Data synthesis: 24 countries with universal vaccination against varicella and 28 articles describing the impact of the vaccine on varicella-associated hospitalizations rates in seven countries were identified. The US had 81.4%–99.2% reduction in hospitalization rates in children younger than four years, 6–14 years after the onset of universal vaccination (1995), with vaccination coverage of 90%; Uruguay: 94% decrease (children aged 1–4 years) in six years, vaccination coverage of 90%; Canada: 93% decrease (age 1–4 years) in 10 years, coverage of 93%; Germany: 62.4% decrease (age 1–4 years) in 8 years, coverage of 78.2%; Australia: 76.8% decrease (age 1–4 years) in 5 years, coverage of 90%; Spain: 83.5% decrease (age <5 years) in four years, coverage of 77.2% and Italy 69.7%–73.8% decrease (general population), coverage of 60%–95%. Conclusions: The publications showed variations in the percentage of decrease in varicella-related hospitalization rates after universal vaccination in the assessed countries; the results probably depend on the time since the implementation of universal vaccination, differences in the studied age group, hospital admission criteria, vaccination coverage and strategy, which does not allow direct comparison between data.


Resumo Objetivo: Descrever o impacto da vacina varicela nas taxas de internações hospitalares associadas à varicela nos países que adotaram a vacinação universal contra a doença. Fontes de dados: Identificaram-se países que adotaram a vacinação universal contra varicela pelo site http://apps.who.int/immunization_monitoring/globalsummary/schedules da Organização Mundial de Saúde e selecionaram-se os artigos no Pubmed que descrevem a variação (pré/pós-vacinal) nas taxas de internações relacionadas à varicela desses países, com auxílio das palavras chaves: "varicella", "vaccination/vaccine" e "children" (ou) "hospitalization". Incluíram-se publicações em inglês entre janeiro de 1995 e maio de 2015. Síntese dos dados: Foram identificados 24 países com vacinação universal contra a varicela e 28 artigos que descrevem o impacto da vacina nas internações associadas à varicela em sete países. Os EUA tiveram 81,4%-99,2% de redução na taxa de internação em crianças menores de quatro anos, após 6-14 anos do início da vacinação universal (1995), com cobertura vacinal de 90%; Uruguai: 94% de queda (crianças de 1-4 anos) em 6 anos, cobertura vacinal de 90%; Canadá: 93% de redução (1-4 anos) em 10 anos, cobertura de 93%; Alemanha: 62,4% de redução (1-4 anos) em 8 anos, cobertura de 78,2%; Austrália: queda de 76,8% (1-4 anos) em 5 anos, cobertura de 90%; Espanha: 83,5% de queda (<5 anos) em 4 anos, cobertura de 77,2%; e Itália: queda entre 69,7%-73,8% (população geral), cobertura de 60%-95%. Conclusões: As publicações revelaram variação no percentual de queda na hospitalização por varicela após a vacinação universal nos países pesquisados; os resultados provavelmente dependem do tempo decorrido após introdução da vacinação universal, diferenças na faixa etária estudada, critérios de internação, cobertura vacinal e estratégia de vacina, não permitindo comparação direta entre os dados.


Subject(s)
Humans , Infant , Child, Preschool , Child , Adolescent , Chickenpox/prevention & control , Chickenpox/therapy , Vaccination/statistics & numerical data , Chickenpox Vaccine , Hospitalization/statistics & numerical data , Global Health
16.
Rev. chil. infectol ; 33(1): 30-37, feb. 2016. graf, tab
Article in Spanish | LILACS (Americas) | ID: lil-776957

ABSTRACT

Introduction: Vaccination, a health action that has allowed to decrease mortality and to eradicate many diseases, may be at risk as a result of misinformation of parents and campaigns led by movements against vaccines. Objective: To describe and analyze the knowledge and attitudes of parents of newborns and children of 2 and more months of age against the application of vaccines. Method: Exploratory study performed by application of a questionnaire to parents attending the UC CHRISTUS health network. Results: Knowledge and attitude of parents of newborns is rated as very good. 32.5% think that the vaccines can cause damage or claim not to know and have wrong knowledge; vaccination is considered a measure in favor of their childrens' health, but manifest that scarce information does not allow to make right decisions and suspect economic interests behind them. The parents of older children have no precise knowledge of the existing calendar, nor of the name of vaccines. They think that the existing information does not allow them to be sure of the real benefits, with some of them even feeling forced to vaccinate their children. Discussion: It is urgent to educate and answer questions about the importance and safety of vaccines and to perform studies at a national level.


Introducción: La vacunación, acción sanitaria que ha permitido disminuir la mortalidad y erradicar muchas enfermedades, puede estar en riesgo como resultado de la desinformación de los padres y campañas del movimiento anti vacunas. Objetivo: Describir y analizar conocimiento y actitudes de padres de recién nacidos y niños de dos y más meses de edad, en relación a la aplicación de vacunas. Método: Estudio exploratorio, descriptivo, mediante la aplicación de un cuestionario a padres asistentes a la Red de Salud UC CHRISTUS. Resultados: El conocimiento y actitud de los padres de RN es catalogado como muy bueno. El 35,2%, piensa que las vacunas pueden causar daño y declara no saber y tiene conocimientos errados. Señalan que la información existente no les permite tomar decisiones correctas y sospechan intereses económicos detrás de los programas de vacunación. Los padres de niños mayores, no tienen conocimiento preciso del calendario vigente, ni del nombre de las vacunas. Opinan que la información existente no les permite estar seguros de los reales beneficios, sintiéndose algunos, obligados a vacunar a sus hijos. Discusión: Es urgente educar y aclarar dudas en torno a la importancia y seguridad de las vacunas y realizar estudios nacionales.


Subject(s)
Adolescent , Adult , Child, Preschool , Female , Humans , Infant , Infant, Newborn , Male , Middle Aged , Young Adult , Health Knowledge, Attitudes, Practice , Parents , Vaccination/statistics & numerical data , Brazil , Surveys and Questionnaires
17.
Arch. argent. pediatr ; 114(1): 36-43, feb. 2016. tab
Article in English, Spanish | LILACS (Americas), BINACIS | ID: biblio-838163

ABSTRACT

Introducción. En Argentina, se diagnostican 3000 nuevos casos y más de 2000 muertes por cáncer de cuello uterino cada año. El virus del papiloma humano es el principal factor de riesgo en la carcinogénesis cervical. Objetivos. Determinar el nivel de aceptación de la vacuna contra el virus del papiloma humano por parte de los tutores de las niñas candidatas y los factores asociados en un área de Resistencia, Chaco. Métodos. Estudio cualicuantitativo. Se utilizó un muestreo aleatorio simple sobre la base de listas escolares. Se incluyeron los tutores que refirieron tomar decisiones respecto a la salud de sus niñas, en el año 2012. Se utilizó un cuestionario estructurado en 4 constructos, que medían la aceptabilidad global. Se estudió la asociación entre aceptabilidad global y las variables sociodemográficas. Resultados. La frecuencia de aceptación fue 46,6% (IC 95%: 34,8-58,6). De los tutores, el 84,2% fueron mujeres; la media de edad fue 38,3 años (IC 95%: 36,7-39,8). La frecuencia de práctica de religión fue 86,8% (77,1-93,5); el 55,2% practicaban la religión católica y el 44,8%, evangelista. El 18,9% tenia más de una niña candidata a recibir la vacuna. El 85,5% refirió que había escuchado hablar del virus en algún momento y el 52,7% conocía la existencia de la vacuna para prevenirlo. La aceptación fue significativamente mayor en los tutores de las niñas que habían recibido la primera dosis de la vacuna (OR 8,02; IC 95%: 2,29-28,01; p= 0,0011). Conclusiones. La frecuencia de aceptación fue baja y no se encontró una asociación de los factores sociodemográficos y psicosociales con la decisión de vacunar a las niñas contra el virus del papiloma humano.


Introduction, In Argentina, every year, 3000new cases of cervical cancer are diagnosed and more than 2000 deaths occur as a result of this disease. Human papillomavirus (HPV) is the main risk factor for cervical carcinogenesis. Objectives. To establish the extent of acceptance of HPV vaccines and associated factors among legal guardians of candidate girls in an area of Resistencia, Chaco. Methods. Qualitative and quantitative study. A single randomized sampling was done based on school enrollment lists. Guardians who reported making decisions regarding girls' health in 2012 were included. A structured questionnaire made up offour constructs was used to measure overall acceptability. The association between overall acceptability and sociodemographic outcome measures was assessed. Results. The rate of acceptance was 46.6% (95% confidence interval: 34.8-58.6). Among guardians, 84.2% were women; their mean age was 38.3 years old (95% confidence interval: 36.7-39.8). Religion was practiced by 86.8% (77.1-93.5), 55.2% were Catholic and 44.8%, Evangelical Protestants. Guardians with more than one candidate girl for the vaccine accounted for 18.9%. Also, 85.5% referred having heard about the virus at some point, and 52.7% knew that a vaccine could prevent it. Acceptance was significantly higher among guardians of those girls who had received the first vaccine dose (OR: 8.02, 95% confidence interval: 2.29-28.01, p= 0.0011). Conclusions. The rate of acceptance was low and no association was observed between sociodemographic and psychosocial factors and the decision to have girls vaccinated with the HPV vaccine.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Patient Acceptance of Health Care/statistics & numerical data , Uterine Cervical Neoplasms/prevention & control , Uterine Cervical Neoplasms/virology , Health Knowledge, Attitudes, Practice , Surveys and Questionnaires , Vaccination/statistics & numerical data , Papillomavirus Infections/prevention & control , Papillomavirus Vaccines/therapeutic use
18.
Article in English | WPRIM (Western Pacific) | ID: wprim-195409

ABSTRACT

Influenza vaccination is an effective strategy to reduce morbidity and mortality, particularly for those who have decreased lung functions. This study was to identify the factors that affect vaccination coverage according to the results of pulmonary function tests depending on the age. In this cross-sectional study, data were obtained from 3,224 adults over the age of 40 who participated in the fifth National Health and Nutrition Examination Survey and underwent pulmonary function testing in 2012. To identify the factors that affect vaccination rate, logistic regression analysis was conducted after dividing the subjects into two groups based on the age of 65. Influenza vaccination coverage of the entire subjects was 45.2%, and 76.8% for those aged 65 and over. The group with abnormal pulmonary function had a higher vaccination rate than the normal group, but any pulmonary dysfunction or history of COPD did not affect the vaccination coverage in the multivariate analysis. The subjects who were 40-64 years-old had higher vaccination coverage when they were less educated or with restricted activity level, received health screenings, and had chronic diseases. Those aged 65 and over had significantly higher vaccination coverage only when they received regular health screenings. Any pulmonary dysfunction or having COPD showed no significant correlation with the vaccination coverage in the Korean adult population.


Subject(s)
Adult , Aged , Asian Continental Ancestry Group , Cross-Sectional Studies , Female , Humans , Influenza Vaccines/immunology , Influenza, Human/prevention & control , Logistic Models , Male , Middle Aged , Nutrition Surveys , Odds Ratio , Pulmonary Disease, Chronic Obstructive/diagnosis , Republic of Korea , Respiratory Function Tests , Vaccination/statistics & numerical data
19.
Ciênc. saúde coletiva ; 20(12): 3775-3786, Dez. 2015. tab
Article in English | LILACS (Americas) | ID: lil-770627

ABSTRACT

Resumo A vacina contra Influenza é a principal intervenção preventiva em saúde pública para esta doença. O objetivo deste estudo foi verificar a prevalência de vacinação contra Influenza em idosos, segundo indicadores de capacidade funcional, fragilidade, suporte e envolvimento social e estado de saúde. Estudo transversal realizado em Campinas em 2008-2009 (Rede FIBRA, polo Unicamp) com amostra probabilística da população idosa (≥ 65 anos). A variável dependente foi a vacinação contra gripe nos 12 meses que antecederam a pesquisa. As razões de prevalências ajustadas foram estimadas por meio de regressão múltipla de Poisson. Dos 679 idosos, 74,4% referiram vacinação no ano prévio. A prevalência de vacinação foi significativamente maior entre os homens e menor naqueles com maior escolaridade. A lentidão de marcha associou-se positivamente à vacinação, assim como a maioria dos indicadores de envolvimento social. Este pode contribuir para uma melhor aderência à vacinação contra Influenza sazonal e deve ser valorizado para a ampliação das coberturas vacinais em Campinas.


Abstract The vaccine against influenza is the main preventative intervention in public health for this disease. The aim of this study was to establish the prevalence of influenza vaccination in senior citizens according to indicators for their functional capacity, frailty, social support and involvement and state of health. This cross-sectional study was conducted in Campinas in 2008-2009 (FIBRA network, Unicamp center) with a probability sampling of the elderly population(≥ 65 years old).The dependent variable was immunization against influenza in the twelve months prior to the research. The adjusted prevalence ratios were estimated by means of Poisson multiple regression analysis. Of the six hundred and seventy-nine senior citizens involved, 74.4% stated they had been vaccinated during the previous year. The prevalence of the vaccination was significantly higher among men and lower among those with a higher level of education. Slow gait speed is positively associated with immunization, as are most of the social involvement indicators. This can contribute towards improving immunization adherence against seasonal influenza and should be widely acknowledged in order to broaden immunization coverage in Campinas.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Aged , Aged, 80 and over , Influenza Vaccines , Influenza, Human/prevention & control , Vaccination/statistics & numerical data , Brazil , Cross-Sectional Studies , Socioeconomic Factors
20.
Cad. saúde pública ; 31(10): 2157-2168, Out. 2015. tab
Article in English | LILACS (Americas) | ID: lil-770604

ABSTRACT

Resumo O objetivo do estudo foi estimar a cobertura vacinal contra a influenza em idosos e identificar os fatores associados à adesão à vacinação. Foi realizado estudo transversal de base populacional, com dados coletados, em 2006, pelo estudo Saúde, Bem-estar e Envelhecimento. A amostra foi composta por 1.399 idosos do Município de São Paulo, Brasil. A associação entre a adesão à vacina e as variáveis independentes foi avaliada por meio da razão de prevalências, estimada pela regressão de Poisson. A vacinação autorreferida foi de 73,8%. No modelo explicativo final, a vacinação contra a gripe foi associada à idade mais elevada, à presença de doenças crônicas e ao atendimento à saúde no ano anterior. Foi observada associação negativa com a internação no ano anterior. Concluiu-se ser necessário incentivar a vacinação de idosos com menos de 70 anos e sem doenças crônicas, assim como orientar os profissionais de saúde para ampliar a cobertura nos grupos com menor participação nas campanhas.


Resumen El objetivo del estudio fue estimar la cobertura de vacunación contra la gripe en los ancianos e identificar los factores asociados con la adherencia a la vacunación. Un estudio poblacional de corte transversal, con los datos recogidos en 2006 por el estudio Salud, Bienestar y Envejecimiento. Participaron 1.399 adultos mayores de São Paulo, Brasil. La asociación entre la adherencia a la vacuna y las variables independientes fue evaluada por razones de prevalencia, estimada por la regresión de Poisson. El auto-reporte de vacunación fue 73,8%. La vacunación antigripal fue asociada a edad avanzada, presencia de enfermedades crónicas y atención de salud en el año anterior. Fue observada una asociación negativa con la hospitalización en el año anterior. Se concluyó que era necesario fomentar la vacunación de las personas mayores con menos de 70 años y sin enfermedades crónicas y orientar a los profesionales de la salud para ampliar la cobertura en los grupos con menor participación en las campañas.


Abstract The objectives of this study were to estimate influenza vaccination coverage in the elderly and identify factors associated with vaccination uptake. A cross-sectional population-based study was conducted with data collected in 2006 by the Health, Well-Being, and Aging study. The sample consisted of 1,399 elderly in the city of São Paulo, Brazil. The association between vaccine uptake and independent variables was assessed with prevalence ratios, estimated by Poisson regression. Self-reported vaccination was 73.8%. In the final explanatory model, influenza vaccination was associated with older age, presence of chronic diseases, and use of health care in the previous year. A negative association was observed with hospitalization during the previous year. The study concludes that it is necessary to encourage vaccination of elderly less than 70 years of age and those without chronic diseases, as well as to orient health professionals to expand coverage in groups with lower uptake during vaccination campaigns.


Subject(s)
Aged , Aged, 80 and over , Female , Humans , Male , Middle Aged , Influenza Vaccines/administration & dosage , Influenza, Human/immunology , Medication Adherence/statistics & numerical data , Vaccination/statistics & numerical data , Brazil , Cross-Sectional Studies , Influenza, Human/prevention & control , Socioeconomic Factors , Urban Population
SELECTION OF CITATIONS
SEARCH DETAIL