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1.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1353144

ABSTRACT

Introduction: Identification of predictors for successful extubation in an Intensive Care Unity and use of Brain Natriuretic Peptides (BNP) in predicting mechanical ventilation weaning and extubation outcome. Aims: Evaluation of the effect of variables such as patient ́s age, severity score, use of sedation, use of vasoactive drugs, hydric balance, blood gas data, days under mechanical ventilation, the occurrence of adverse events and plasma BNP levels on the success of extubation.Method: A prospective cohort study of adult patients admitted to a 12- bed-general ICU, from April 1st 2016 to August 10th 2017, under mechanical ventilation for > 24 h, accompanied until discharge or death. Clinical variables were analyzed and BNP was assessed before initiation of Spontaneous Breathing Trial (SBT) and then again before extubation. Statistical Analysis: a descriptive and comparative data analysis, univariate and logistic regression analysis for verification of variables independently related to successful extubation (p < 0.05).Results: Study of 105 patients, mean age of 53.9 ± 19.8 years, 81% of success in extubation; the overall mortal-ity rate of 11.4%; variables associated to successful extubation: age, APACHE II, SAPS II, days of hospitalization before ICU admittance, days under mechanical ventilation, days of stay in ICU and occurrence of nosocomial infec-tion (p < 0.05); BNP levels were lower in patients with successful extubation although not statistically significant; multivariate analysis showed that patient's age and days of hospitalization before ICU admittance were each in-dependently linked to extubation failure; APACHE II score and days of hospitalization before ICU admittance were each independently associated to risk of death.Conclusion: Despite being older and with higher severity scores, patients had a higher success rate in extubation than found in similar studies. However, the mortality rate in cases of failed extubation was higher. Data obtained was in agreement to studies that suggested that patient ́s age, severity score, days of hospitalization before ICU admittance, days of stay in ICU, days under MV and infection occurrence were all variables associated as much extubation failure as to risk of death. A direct association between BNP levels and successful extubation and the usefulness of assessing BNP in the conduction of WMV was not confirmed. (AU)


Introdução: Identificação de fatores preditivos do sucesso da extubação em Unidade de Terapia Intensiva e uso do Peptídeo Natriurético Cerebral (BNP) como preditor do sucesso do desmame da ventilação mecânica e extubação.Objetivo: Avaliação do efeito de variáveis como idade, escores de gravidade, uso de sedação, uso de drogas va-soativas, balanço hídrico, gasometria, dias sob ventilação mecânica, ocorrência de eventos adversos e níveis plas-máticos de BNP no sucesso da extubação .Método: Estudo de coorte prospectivo de pacientes adultos internados em UTI geral com 12 leitos, de 1º de abril de 2016 a 10 de agosto de 2017, sob ventilação mecânica (VM) por > 24 horas, acompanhados até a alta ou óbito. Variáveis clínicas foram analisadas e o BNP dosado antes do início do Teste de Respiração Espontânea (TRE) e, novamente, antes da extubação. Análise estatística: análise descritiva e comparativa dos dados, análise univariada e regressão logística para verificação de variáveis independentemente relacionadas ao sucesso da extubação (p <0,05).Resultados: Avaliados 105 pacientes, idade média 53,9 ± 19,8 anos, sucesso na extubação de 81%; taxa de mortalidade geral de 11,4%; variáveis associadas ao sucesso da extubação: idade, APACHE II, SAPS II, dias de internação antes da admissão na UTI, dias em ventilação mecânica, dias de permanência na UTI e ocorrência de infecção hospitalar (p <0,05); os níveis de BNP foram mais baixos em pacientes com sucesso da extubação, embora não estatisticamente significativos; a análise multivariada mostrou que as variáveis, idade e dias de internação, antes da admissão na UTI, estavam, independentemente, ligadas ao fracasso da extubação; as variáveis APACHE II e dias de internação antes da admissão na UTI estavam, independentemente, associados ao risco de morte.Conclusão: Apesar de mais velhos e com escores de gravidade mais elevados, nossos pacientes apresentaram maior taxa de sucesso na extubação quando comparados a estudos semelhantes. No entanto, a taxa de mortalidade em casos de falha da extubação foi maior. Os dados obtidos estão de acordo com estudos que sugerem que variá-veis como idade, escores de gravidade, dias de internação antes da admissão na UTI, dias de permanência na UTI, dias em VM e ocorrência de infecção estão associadas tanto ao fracasso de extubação quanto ao risco de morte. Não foi possível confirmar a associação direta entre os níveis plasmáticos de BNP e o sucesso da extubação, assim como sua utilidade na condução do desmame da ventilação mecânica. (AU)


Subject(s)
Humans , Respiration, Artificial , Ventilator Weaning , Mortality , Natriuretic Peptide, Brain , Critical Care , Airway Extubation , Simplified Acute Physiology Score , Intensive Care Units
2.
Rev. bras. ter. intensiva ; 33(3): 445-456, jul.-set. 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1347297

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Avaliar a utilidade do pico de fluxo da tosse para predizer o desfecho da extubação em pacientes que obtiveram sucesso no teste de respiração espontânea. Métodos: A busca cobriu as bases de dados científicos MEDLINE, Lilacs, Ibecs, Cinahl, SciELO, Cochrane, Scopus, Web of Science e literatura cinzenta. Utilizaram-se os critérios Quality Assessment of Diagnostic Accuracy Studies para avaliar a qualidade da metodologia e o risco de viés dos estudos. A heterogeneidade estatística da razão de verossimilhança (LR) e razão de chance diagnóstica (RCD) do diagnóstico foram avaliadas com utilização de gráficos em floresta, teste Q de Cochran e um gráfico crosshair summary Receiver Operating Characteristic, utilizando um modelo com múltiplos pontos de corte. Resultados: Inicialmente obteve-se, nas bases de dados, um total de 3.522 referências; dentre estas, selecionaram-se para análise qualitativa 12 estudos que incluíram 1.757 participantes. Muitos estudos apresentavam um risco de viés incerto em termos da seleção de pacientes e do fluxo e tempo. Dentre os 12 estudos incluídos, sete tinham alto risco e cinco risco incerto para o item padrão de referência. O desempenho diagnóstico do pico de fluxo da tosse para o resultado da extubação foi baixo a moderado quando se consideram os resultados de todos os estudos incluídos, com +LR de 1,360 (IC95% 1,240 - 1,530), -LR de 0,218 (IC95% 0,159 - 0,293) e razão de chance diagnóstica de 6,450 (IC95% 4,490 - 9,090). Uma análise de subgrupos que incluiu somente estudos com valores de corte entre 55 e 65 L/minuto demonstrou desempenho ligeiramente melhor, porém ainda moderado. Conclusão: A avaliação do pico de fluxo da tosse, considerando valor de corte entre 55 e 65 L/minuto, pode ser útil como medida complementar antes da extubação. São necessários estudos com melhor delineamento para elucidar o melhor método e equipamento para registrar o pico de fluxo da tosse, assim como o melhor ponto de corte.


Abstract Objective: This systematic review was designed to assess the usefulness of cough peak flow to predict the extubation outcome in subjects who passed a spontaneous breathing trial. Methods: The search covered the scientific databases MEDLINE, Lilacs, Ibecs, Cinahl, SciELO, Cochrane, Scopus, Web of Science and gray literature. The Quality Assessment of Diagnostic Accuracy Studies was used to assess the methodological quality and risk of study bias. The statistical heterogeneity of the likelihood (LR) and diagnostic odds ratios were evaluated using forest plots and Cochran's Q statistic, and a crosshair summary Receiver Operating Characteristic plot using the multiple cutoffs model was calculated. Results: We initially retrieved 3,522 references from the databases; among these, 12 studies including 1,757 subjects were selected for the qualitative analysis. Many studies presented an unclear risk of bias in the "patient selection" and "flow and time" criteria. Among the 12 included studies, seven presented "high risk" and five "unclear risk" for the item "reference standard." The diagnostic performance of the cough peak flow for the extubation outcome was low to moderate when we considered the results from all included studies, with a +LR of 1.360 (95%CI 1.240 - 1.530), -LR of 0.218 (95%CI 0.159 - 0.293) and a diagnostic odds ratio of 6.450 (95%CI 4.490 - 9.090). A subgroup analysis including only the studies with a cutoff between 55 and 65 L/minute showed a slightly better, although still moderate, performance. Conclusion: A cough peak flow assessment considering a cutoff between 55 and 65L/minute may be useful as a complementary measurement prior to extubation. Additional well-designed studies are necessary to identify the best method and equipment to record the cough peak flow as well as the best cutoff.


Subject(s)
Humans , Cough , Airway Extubation , Ventilator Weaning , ROC Curve
3.
Rev. bras. ter. intensiva ; 33(2): 304-311, abr.-jun. 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1280170

ABSTRACT

RESUMO Para a extubação orotraqueal em pacientes pediátricos, é fortemente recomendada a avaliação de sua prontidão. No entanto, a utilização de um dispositivo ou prática que fosse superior ao julgamento clínico ainda não foi determinada com exatidão. Assim, é importante realizar uma revisão sobre as técnicas preditoras de escolha na prática clínica para prever a falha de extubação orotraqueal em pacientes pediátricos. A partir de uma busca nas bases de dados PubMed®, Biblioteca Virtual em Saúde, Cochrane Library e Scopus, realizamos um levantamento das variáveis preditoras de falha de extubação orotraqueal mais comumente utilizadas na prática clínica em pacientes pediátricos. Dos oito preditores descritos, observamos três mais usados: teste de respiração espontânea, índice de respiração rápida e superficial e pressão inspiratória máxima. Embora a disparidade dos dados apresentados nos estudos tenha inviabilizado um tratamento estatístico, foi possível, a partir desse meio, descrever e analisar o desempenho desses testes.


ABSTRACT For extubation in pediatric patients, the evaluation of readiness is strongly recommended. However, a device or practice that is superior to clinical judgment has not yet been accurately determined. Thus, it is important to conduct a review on the techniques of choice in clinical practice to predict extubation failure in pediatric patients. Based on a search in the PubMed®, Biblioteca Virtual em Saúde, Cochrane Library and Scopus databases, we conducted a survey of the predictive variables of extubation failure most commonly used in clinical practice in pediatric patients. Of the eight predictors described, the three most commonly used were the spontaneous breathing test, the rapid shallow breathing index and maximum inspiratory pressure. Although the disparity of the data presented in the studies prevented statistical treatment, it was still possible to describe and analyze the performance of these tests.


Subject(s)
Humans , Child , Ventilator Weaning , Airway Extubation , Intensive Care Units, Pediatric
4.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-922396

ABSTRACT

OBJECTIVES@#To study the effect of different maintenance doses of caffeine citrate on the success rate of ventilator weaning in very preterm infants (gestational age of ≤32 weeks) with respiratory distress syndrome (RDS).@*METHODS@#A total of 162 preterm infants with RDS who were admitted to the hospital from January 2016 to December 2018 were enrolled in this prospective trial. These infants had a gestational age of ≤32 weeks and required invasive mechanical ventilation. They were randomly divided into a high-dose caffeine group and a low-dose caffeine group, with 81 infants in each group. Within 6 hours after birth, both groups were given caffeine at a dose of 20 mg/kg. After 24 hours, the high- and low-dose caffeine groups were given caffeine at a maintenance dose of 10 mg/kg and 5 mg/kg, respectively. The two groups were compared in terms of re-intubation rate within 48 hours after ventilator weaning, durations of ventilation and oxygen therapy, enteral feeding, weight gain, and the incidence rates of complications and adverse reactions during hospitalization.@*RESULTS@#The high-dose caffeine group had a significantly lower re-intubation rate within 48 hours after ventilator weaning than the low-dose caffeine group (@*CONCLUSIONS@#A high maintenance dose of caffeine can safely and effectively reduce the incidence rate of apnea after ventilator weaning and the failure rate of ventilator weaning in RDS preterm infants with a gestational age of ≤32 weeks, and therefore, it holds promise for clinical application.


Subject(s)
Caffeine , Citrates , Humans , Infant , Infant, Newborn , Infant, Premature , Prospective Studies , Respiratory Distress Syndrome, Newborn/therapy , Ventilator Weaning
5.
Article in Chinese | WPRIM | ID: wpr-879895

ABSTRACT

OBJECTIVE@#To study the risk factors for the first ventilator weaning failure and the relationship between the weaning failure and prognosis in preterm infants receiving invasive mechanical ventilation.@*METHODS@#A retrospective analysis was performed for the preterm infants who were admitted to the Neonatal Intensive Care Unit of Peking University Third Hospital and received mechanical ventilation within 72 hours after birth. According to whether reintubation was required within 72 hours after the first weaning, the infants were divided into a successful weaning group and a failed weaning group.@*RESULTS@#A total of 282 preterm infants were enrolled, and there were 43 infants (15.2%) in the failed weaning group. Compared with the successful weaning group, the failed weaning group had significantly lower gestational age and birth weight (@*CONCLUSIONS@#Use of ≥ 2 vasoactive agents before ventilator weaning and PDA (≥ 2.5 mm) are risk factors for ventilator weaning failure, and ventilator weaning failure may be associated with adverse outcomes in hospitalized preterm infants.


Subject(s)
Ductus Arteriosus, Patent/therapy , Humans , Infant , Infant, Newborn , Infant, Premature , Respiration, Artificial , Respiratory Distress Syndrome, Newborn , Retrospective Studies , Risk Factors , Ventilator Weaning
6.
Article in Chinese | WPRIM | ID: wpr-879805

ABSTRACT

OBJECTIVE@#To study the clinical effect of an additional maintenance dose (5 mg/kg) of caffeine citrate injection at 1 hour before ventilator weaning in improving the success rate of ventilator weaning in preterm infants (gestational age ≤32 weeks) with respiratory distress syndrome (RDS) on mechanical ventilation.@*METHODS@#A total of 338 preterm infants with RDS (gestational age of ≤32 weeks) who were admitted to the Neonatal Intensive Care Unit of Xiamen Maternal and Child Health Hospital from January 2017 to December 2019 and treated with mechanical ventilation were enrolled. They were randomly divided into an observation group and a routine group, with 169 infants in each group. Both groups received early routine treatment with caffeine. The infants in the observation group received an additional maintenance dose of caffeine citrate injection at 1 hour before ventilator weaning. The two groups were compared in terms of reintubation rate and number of apnea episodes within 48 hours after ventilator weaning, changes in blood gas parameters, blood glucose, heart rate, and mean blood pressure at 2 hours after ventilator weaning, and incidence rates of major complications during hospitalization.@*RESULTS@#Compared with the routine group, the observation group had significantly lower reintubation rate (@*CONCLUSIONS@#An additional maintenance dose of caffeine citrate injection at 1 hour before ventilator weaning is safe and effective in improving the success rate of ventilator weaning in preterm infants with RDS and thus holds promise for clinical application.


Subject(s)
Caffeine , Humans , Infant , Infant, Newborn , Infant, Premature , Maintenance , Prospective Studies , Respiratory Distress Syndrome, Newborn/therapy , Ventilator Weaning
7.
Article in Chinese | WPRIM | ID: wpr-879803

ABSTRACT

OBJECTIVE@#To study the safety of two ventilator weaning strategies after high-frequency oscillatory ventilation (HFOV) for the treatment of neonatal respiratory distress syndrome (NRDS) in preterm infants.@*METHODS@#A prospective randomized controlled trial was conducted for 101 preterm infants with NRDS, with a gestational age of ≤32@*RESULTS@#There was no significant difference in the failure rate of ventilator weaning within 72 hours (8% vs 14%, @*CONCLUSIONS@#For preterm infants with NRDS, the strategy of weaning directly from HFOV is safe and reliable and can reduce the duration of invasive mechanical ventilation, and therefore, it holds promise for clinical application.


Subject(s)
High-Frequency Ventilation , Humans , Infant, Newborn , Infant, Premature , Prospective Studies , Respiration, Artificial , Respiratory Distress Syndrome, Newborn/therapy , Ventilator Weaning
8.
Neumol. pediátr. (En línea) ; 16(3): 126-129, 2021. tab, ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1344717

ABSTRACT

El soporte ventilatorio no invasivo es una herramienta que ha demostrado mejorar la sobrevida de pacientes con falla muscular de la bomba respiratoria y el manejo de enfermedades pulmonares crónicas, incluso la ventilación no invasiva nocturna ha servido de puente hacia el trasplante pulmonar. Se presenta el caso de una adolescente de 14 años con enfermedad pulmonar crónica hipoxémica severa y falla ventilatoria secundaria, que requirió ventilación prolongada y traqueostomía en espera de trasplante pulmonar. Luego de reevaluar indemnidad de la vía aérea fue decanulada a soporte ventilatorio no invasivo, con uso alternado de mascarilla nasal nocturna y pieza bucal diurna, permitiendo descanso muscular respiratorio eficiente, y mejoría de flujo de tos con técnicas de apilamiento de aire. Este plan permitió una decanulación segura y realizar soporte continuo ventilatorio no invasivo con un programa de rehabilitación cardiorrespiratorio. Generalmente, el soporte ventilatorio no invasivo se utiliza en trastornos primarios de la bomba respiratoria. En este caso, se indicó para enfermedad pulmonar crónica hipoxémica, mostrando claros beneficios con oxigenación adecuada, buen rendimiento cardiovascular con mejor tolerancia al ejercicio y entrenamiento en el escenario de preparación al trasplante pulmonar.


Noninvasive Ventilatory Support has demonstrated to improve survival of patients with ventilatory pump muscle failure and nocturnal noninvasive ventilation is useful in chronic lung disease, even bridging to lung transplant. We present a 14 years old girl with severe hypoxemic chronic lung disease and secondary ventilatory failure, who required continuous long-term ventilation and underwent a tracheostomy waiting for lung transplant. After reevaluated the airway patency the patient was decannulated to Noninvasive Ventilation Support, alternating nocturnal nasal mask with diurnal mouth piece in order to provide efficient respiratory muscle rest, made air stacking and improved cough flow. This plan allows safe decannulation to continuous Noninvasive Ventilatory Support tailoring a rehabilitation cardiorespiratory program. Usually, Noninvasive Ventilation Support is prescribed for primary respiratory pump muscles failure, but in this case, it was applied for a hypoxemic chronic lung disease. Clear benefits were observed leading to appropriate oxygenation, good cardiovascular performance with better tolerance to exercise for training in the preparatory scenario of a lung transplant.


Subject(s)
Humans , Female , Adolescent , Respiratory Insufficiency/therapy , Lung Transplantation , Device Removal/methods , Noninvasive Ventilation/methods , Respiratory Insufficiency/diagnostic imaging , Preoperative Care/methods , Tracheostomy , Radiography, Thoracic , Ventilator Weaning , Tomography, X-Ray Computed , Chronic Disease , Hypoxia
9.
J. pediatr. (Rio J.) ; 96(5): 652-659, Set.-Dec. 2020. tab
Article in English | ColecionaSUS, LILACS, ColecionaSUS, SES-SP | ID: biblio-1135070

ABSTRACT

Abstract Objective: To present the characteristics of pediatric patients with chronic and irreversible diseases submitted to palliative extubation. Method: This is a descriptive analysis of a series of patients admitted to a public pediatric hospital, with chronic and irreversible diseases, permanently dependent on ventilatory support, who underwent palliative extubation between April 2014 and May 2019. The following information was collected from the medical records: demographic data, diagnosis, duration and type of mechanical ventilation; date, time, and place of palliative extubation; medications used; symptoms observed; and hospital outcome. Results: A total of 19 patients with a mean age of 2.2 years were submitted to palliative extubation. 68.4% of extubations were performed in the ICU; 11 patients (57.9%) died in the hospital. The time between mechanical ventilation withdrawal and in-hospital death ranged from 15 minutes to five days. Thirteen patients used an orotracheal tube and the others used tracheostomy. The main symptoms were dyspnea and pain, and the main drugs used to control symptoms were opioids and benzodiazepines. Conclusions: It was not possible to identify predictors of in-hospital death after ventilatory support withdrawal. Palliative extubation requires specialized care, with the presence and availability of a multidisciplinary team with adequate training in symptom control and palliative care.


Resumo Objetivo: Apresentar as características de pacientes pediátricos portadores de doenças crônicas e irreversíveis submetidos a extubação paliativa. Método: Trata-se de análise descritiva de uma série de casos de pacientes internados em hospital público pediátrico, portadores de doenças crônicas e irreversíveis, dependentes de forma permanente de suporte ventilatório e que foram submetidos a extubação paliativa entre abril de 2014 e maio de 2019. Foram coletadas as seguintes informações do prontuário: dados demográficos, diagnóstico, duração e tipo de ventilação mecânica; data, hora e local de realização da extubação paliativa, medicamentos utilizados, sintomas observados e desfecho hospitalar. Resultados: 19 pacientes com idade média de 2,2 anos foram submetidos a extubação paliativa. 68,4% das extubações foram realizadas dentro da UTI, 11 pacientes (57,9%) evoluíram para óbito no hospital. O tempo entre a retirada de ventilação mecânica e o óbito hospitalar variou entre 15 minutos e 5 dias. 13 pacientes usavam tubo orotraqueal e os demais, traqueostomia. Os principais sintomas foram dispneia e dor e as principais drogas utilizadas para o controle dos sintomas foram os analgésicos opioides e benzodiazepínicos. Conclusões: Não foi possível identificar fatores preditores de óbito no hospital após a retirada do suporte ventilatório. A extubação paliativa demanda cuidado especializado com presença e disponibilidade de equipe multiprofissional com formação adequada em controle de sintomas e cuidados paliativos.


Subject(s)
Humans , Child, Preschool , Palliative Care , Airway Extubation , Respiration, Artificial , Ventilator Weaning , Hospitals, Pediatric
10.
Gac. méd. Méx ; 156(6): 549-555, nov.-dic. 2020. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1249966

ABSTRACT

Resumen Introducción: Aun con adecuado protocolo de desconexión de la ventilación mecánica (DVM), el procedimiento falla en 15 a 30 % de los casos. Objetivo: Evaluar la asociación entre factores de riesgo independientes y fracaso posextubación en pacientes con DVM en una unidad de cuidados intensivos. Método: Estudio de cohorte, longitudinal, prospectivo, analítico, que incluyó pacientes sometidos a ventilación mecánica por más de 24 horas y que fueron extubados. Se obtuvieron reportes preextubación de hemoglobina, albúmina, fósforo, índice cintura-cadera y puntuación SOFA. Se definió como fracaso de extubación al reinicio de la ventilación mecánica en 48 horas o menos. Resultados: Se extubaron 123 pacientes, 74 hombres (60 %); la edad promedio fue de 50 ± 18 años. Ocurrió fracaso de extubación en 37 (30 %). Como factores de riesgo independentes se asoció hipoalbuminemia en 29 (23.8 %, RR = 1.43, IC 95 % = 1.11-1.85) e hipofosfatemia en 18 (14.6 %, RR = 2.98, IC 95 % = 1.66-5.35); se observaron dos o más factores de riesgo independientes en 22.7 % (RR = 1.51, IC 95 % = 1.14-2.00). Conclusiones: Identificar los factores de riesgo independentes antes de la DVM puede ayudar a reducir el fracaso de la extubación y la morbimortalidad asociada.


Abstract Introduction: Even with an adequate mechanical ventilation weaning (MVW) protocol, the procedure fails in 15 to 30 % of cases. Objective: To assess the association between independent risk factors (IRFs) and post-extubation failure in patients undergoing MVW in an intensive care unit. Method: Longitudinal, prospective, analytical cohort study in patients on mechanical ventilation for more than 24 hours and who were extubated. Pre-extubation reports of hemoglobin, albumin, phosphorus, waist-hip ratio and SOFA score were obtained. Extubation failure was defined as resumption of mechanical ventilation within 48 hours or less. Results: 123 patients were extubated, out of whom 74 were males (60 %); average age was 50 ± 18 years. Extubation failure occurred in 37 (30 %). Hypoalbuminemia was associated as an independent risk factor in 29 (23.8 %, RR = 1.43, 95 % CI = 1.11-1.85) and hypophosphatemia was in 18 (14.6 %, RR = 2.98, 95 % CI = 1.66-5.35); two or more IRFs were observed in 22.7 % (RR = 1.51, 95 % CI = 1.14-2.00). Conclusions: Identifying independent risk factors prior to MVW can help reduce the risk of extubation failure and associated morbidity and mortality.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Ventilator Weaning , Airway Extubation/adverse effects , Phosphorus/blood , Time Factors , Serum Albumin/analysis , Cross-Sectional Studies , Prospective Studies , Risk Factors , Cohort Studies , Retreatment , Health Care Surveys/statistics & numerical data , Waist-Hip Ratio , Airway Extubation/statistics & numerical data , Intensive Care Units
12.
Lima; IETSI; 24 ago. 2020.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1119647

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Uno de los mayores intereses en el campo de la salud y en torno a la pandemia de COVID-19 es el desarrollo de estrategias para reducir la transmisión de la infección por SARS-CoV-2, incluyendo la protección de los trabajadores de salud, grupo de riesgo frente a la infección por este virus (Ng et al. 2020). La extubación es un procedimiento generador de aerosoles debido a la respuesta refleja del sistema respiratorio durante esta actividad, manifestada como la presencia de tos en algunos pacientes a los que se les realiza destete del ventilador mecánico (Brewster et al. 2020). Realizar la extubación requiere la proximidad de los trabajadores de salud con los pacientes, los cuales, incluyendo los casos de pacientes con COVID-19, suelen seguir siendo infecciosos al momento de la extubación (Brewster et al. 2020, Zhou et al. 2020, Ng et al. 2020), por lo que realizar esta actividad incrementaría la probabilidad de transmisión de esta infección viral. Ante ello, diversos grupos relacionados a la anestesiología señalan como útil el empleo de medicación que reduzca la generación de tos durante la extubación, que, junto a otras medidas de protección, disminuiría la probabilidad de transmisión de la infección por SARS-CoV-2 (Brown et al. 2020, Cook et al. 2020, D'Silva et al. 2020, Tan Li et al 2020). En EsSalud, se dispone de lidocaína y fentanilo, medicamentos descritos en la literatura científica como útiles para reducir la tos en pacientes a los que se les realizará el destete de la ventilación mecánica. Sin embargo, algunos especialistas argumentan que estos agentes sedantes podrían causar depresión respiratoria, retraso en el despertar e incrementar el riesgo de delirio si son administrados por periodos largos. Adicionalmente, los especialistas argumentan que dexmedetomidina es una alternativa que ofrecería la ventaja un despertar más rápido y una menor incidencia de delirio, además de reducir la incidencia de tos durante la extubación, estos efectos facilitarían la extubación del paciente y disminuiría la transmisión del SARS-CoV-2 al equipo médico tratante en la UCI. En ese sentido, el presente documento tuvo como objetivo evaluar la eficacia y seguridad de dexmedetomidina comparado con lidocaína y fentanilo para destete de ventilación mecánica invasiva en pacientes con COVID-19. TECNOLOGÍA DE INTERÉS: Dexmedetomidina es un agonista selectivo de los receptores alfa-2 con efectos ansiolíticos, sedantes (mediados por la inhibición del locus coeruleus, el núcleo noradrenérgico predominante, situado en el tronco cerebral) y analgésicos, produciendo además un efecto simpaticolítico al disminuir la liberación de noradrenalina en las terminaciones nerviosas simpáticas. METODOLOGÍA: Se buscó la evidencia disponible al 24 de agosto del 2020 en las siguientes bases de datos bibliográficas: PubMed, The Cochrane Library y LILACS. Asimismo, se realizó una búsqueda en sitios web pertenecientes a grupos que realizan evaluaciones de tecnologías sanitarias y guías de práctica clínica, incluyendo: The Canadian Agency for Drugs and Technologies in Health (CADTH), Scottish Medicines Consortium (SMC), The National Institute for Health and Care Excellence (NICE), Institute for Quality and Efficiency in Healthcare (IQWiG), Haute Authorité de Santé (HAS), Institute for Clinical and Economic Review (ICER) y el portal BRISA (Base Regional de Informes de Evaluación de Tecnologías en Salud de las Américas). Adicionalmente, se realizó búsqueda de evidencia en sitios web de organizaciones internacionales en anestesiología o de instituciones que estén desarrollando protocolos para el manejo de pacientes con COVID-19. RESULTADOS: En la búsqueda de la evidencia no se identificaron estudios que evalúen la eficacia y seguridad de dexmedetomidina, comparado con lidocaína y fentanilo, para el destete de ventilación mecánica invasiva, en pacientes con COVID-19. Sin embargo, se identificaron: tres GPC o consensos de expertos elaborados por la Safe Airway Society, Alfred ICU y la Difficult Airway Society e instituciones colaboradoras; una RS con metaanálisis en red realizada por Tung et al., así como dos ensayos clínicos controlados, aleatorizados (ECA) que no fueron incluidos en la RS. Se debe precisar que esta RS y estos ECA no fueron realizados en la población de interés del presente reporte breve (pacientes con COVID-19); por lo que fueron incluidos como evidencia indirecta. CONCLUSIONES: En el presente documento, se evaluó la mejor evidencia científica disponible hasta la actualidad sobre eficacia y seguridad de dexmedetomidina comparado con lidocaína y fentanilo para destete de ventilación mecánica en pacientes con COVID-19. Se encontraron: tres GPC o consensos de expertos, una RS y dos ECA. La RS y los ECA incluidos aportan al reporte breve como evidencia indirecta; al no haber sido desarrollados en pacientes con COVID-19. Las guías de la Safe Airway Society (SAS), Alfred ICU y de la Difficult Airway Society (DAS) e instituciones colaboradoras que fueron elaboradas para dar recomendaciones para el proceso de extubación en pacientes con COVID-19, hacen mención a dexmedetomidina (SAS, Alfred ICU), opioides como el fentanilo (SAS y DAS) y la lidocaína (SAS, DAS) para reducir la tos durante el proceso de extubación, aunque precisan la ausencia de evidencia sobre el uso de este medicamentos en pacientes con COVID-19, señalando que se debe evaluar el balance riesgo-beneficio para el uso de los mismos. En general, las recomendaciones descritas en estos documentos proceden de consensos por opinión de expertos, y no establecen una preferencia de un medicamento sobre los otros. En cuanto a los resultados de la RS con MA en red de Tung et al., y los ECA de Kothari et al., y Hu et al., no han podido encontrar evidencia que apoye la hipótesis que el efecto de la dexmedetomidina sea superior al de lidocaína y fentanilo sobre el manejo de la tos (esto es, no se encontraron diferencias entre estos). Estos resultados deben ser interpretados con cautela debido a que la población de estudio de los mismos no son pacientes COVID-19. No obstante, la información que proporcionan puede ayudar a tener una idea del efecto que se podría esperar con el uso de cada uno de los medicamentos mencionados, tanto en eficacia como en seguridad. Al respecto, frente a una ausencia de diferencia entre dexmedetomidina en comparación con lidocaína y fentanilo, se tiene evidencia que la primera tiene un mayor riesgo de bradicardia que los dos últimos. Esto se condice con la literatura previa acerca de dicho medicamento (dexmedetomidina), donde además se describe que los adultos mayores y personas con comorbilidades presentan una mayor proporción de eventos de bradicardia atribuibles al uso de dexmedetomidina lo que, siendo que estos grupos poblacionales son los más afectados por COVID-19, sería esperable una mayor presencia de bradicardia como evento adverso en pacientes con COVID-19 que reciben dexmedetomidina, lo que llama a la precaución cuando se considera el uso de esta tecnología en estos pacientes. De este modo, la mejor evidencia disponible a la fecha (24 de agosto del 2020), procedente de tres GPC o consensos de expertos, una RS con metaanálisis en red y dos ECA, apunta a que el balance de riesgo-beneficio del empleo de dexmedetomidina comparado con el uso de lidocaína o fentanilo, en la reducción de la tos durante el destete de ventilación mecánica en pacientes con COVID-19 es de alta incertidumbre, especialmente por el hecho que la dexmedetomidina está asociada a un mayor riesgo de reacciones adversas frente a los otros dos medicamentos, especialmente en lo referente a bradicardia. Por ello, con este cuerpo de evidencia, el IETSI no ha encontrado sustento técnico que pueda apoyar una recomendación a favor del uso de dexmedetomidina por sobre el de lidocaína o fentanilo en pacientes COVID-19 para reducir la tos al momento de la extubación.


Subject(s)
Humans , Respiration, Artificial/methods , Ventilator Weaning/instrumentation , Fentanyl/administration & dosage , Coronavirus Infections/drug therapy , Dexmedetomidine/administration & dosage , Betacoronavirus/drug effects , Lidocaine/administration & dosage , Health Evaluation , Efficacy
14.
J. bras. pneumol ; 46(4): e20190005, 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1090817

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: The aim of this study was to describe practices for weaning from mechanical ventilation (MV), in terms of the use of protocols, methods, and criteria, in pediatric ICUs (PICUs), neonatal ICUs (NICUs), and mixed neonatal/pediatric ICUs (NPICUs) in Brazil. Methods: This was a cross-sectional survey carried out by sending an electronic questionnaire to a total of 298 NICUs, PICUs, and NPICUs throughout Brazil. Results: Completed questionnaires were assessed for 146 hospitals, NICUs accounting for 49.3% of the questionnaires received, whereas PICUs and NPICUs accounted for 35.6% and 15.1%, respectively. Weaning protocols were applied in 57.5% of the units. In the NICUs and NPICUs that used weaning protocols, the method of MV weaning most commonly employed (in 60.5% and 50.0%, respectively) was standardized gradual withdrawal from ventilatory support, whereas that employed in most (53.0%) of the PICUs was spontaneous breathing trial (SBT). During the SBTs, the most common ventilation mode, in all ICUs, was pressure-support ventilation (10.03 ± 3.15 cmH2O) with positive end-expiratory pressure. The mean SBT duration was 35.76 ± 29.03 min in the NICUs, compared with 76.42 ± 41.09 min in the PICUs. The SBT parameters, weaning ventilation modes, and time frame considered for extubation failure were not found to be dependent on the age profile of the ICU population. The findings of the clinical evaluation and arterial blood gas analysis are frequently used as criteria to assess readiness for extubation, regardless of the age group served by the ICU. Conclusions: In Brazil, the clinical practices for weaning from MV and extubation appear to vary depending on the age group served by the ICU. It seems that weaning protocols and SBTs are used mainly in PICUs, whereas gradual withdrawal from ventilatory support is more widely used in NICUs and NPICUs.


RESUMO Objetivo: Descrever as práticas de desmame da ventilação mecânica (VM), quanto ao uso de protocolos, métodos e critérios, em UTIs pediátricas (UTIPs), neonatais (UTINs) e mistas - neonatais e pediátricas (UTINPs) - no Brasil. Métodos: Estudo transversal, tipo inquérito, realizado por meio do envio de questionário eletrônico a 298 UTINs, UTIPs e UTINPs de todo o país. Resultados: Foram avaliados 146 questionários respondidos (49,3% recebidos de UTINs, 35,6%, de UTIPs e 15,1%, de UTINPs). Das unidades pesquisadas, 57,5% aplicavam protocolos de desmame. Nas UTINs e UTINPs que utilizavam esses protocolos, o método de desmame da VM mais empregado (em 60,5% e 50,0%, respectivamente) foi a redução gradual padronizada do suporte ventilatório, enquanto o empregado na maioria (53,0%) das UTIPs foi o teste de respiração espontânea (TRE). Durante o TRE, o modo ventilatório predominante em todas as UTIs foi a ventilação com pressão de suporte (10,03 ± 3,15 cmH2O) com pressão expiratória final positiva. A duração média do TRE foi de 35,76 ± 29,03 min nas UTINs, contra 76,42 ± 41,09 min nas UTIPs. Os parâmetros do TRE, modos ventilatórios de desmame e tempo considerado para falha de extubação não se mostraram dependentes do perfil etário da população das UTIs. Os resultados da avaliação clínica e da gasometria arterial são frequentemente utilizados como critérios para avaliar a prontidão para extubação, independentemente da faixa etária atendida pela UTI. Conclusões: No Brasil, a prática clínica na condução do desmame da VM e extubação varia de acordo com a faixa etária atendida pela UTI. Protocolos de desmame e o TRE são utilizados principalmente nas UTIPs, enquanto a redução gradual do suporte ventilatório é mais utilizada nas UTINs e UTINPs.


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Child , Respiration, Artificial/methods , Intensive Care Units, Pediatric/standards , Ventilator Weaning/methods , Respiration, Artificial/statistics & numerical data , Respiratory Insufficiency/therapy , Brazil , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Health Care Surveys
15.
Rev. latinoam. enferm. (Online) ; 28: e3334, 2020. tab, graf
Article in English | LILACS, BDENF | ID: biblio-1126991

ABSTRACT

Objective: to clinically validate the nursing diagnosis of Dysfunctional Ventilatory Weaning Response in adult patients admitted to Intensive Care Units. Method: a concurrent cohort performed with 93 patients admitted to Intensive Care Units. The incidence and incidence density of the diagnosis were estimated, its related factors were identified based on bivariate analysis and clinical indicators for determining its occurrence, according to the global and temporal presentation. Results: the overall incidence of the diagnosis was 44.09% and the incidence density was 14.49 occurrences for every 100 extubations/day. The factors related to the diagnosis were the following: age, clinical severity, fluid balance, oliguria, hemodialysis, edema in upper/lower limbs, anasarca, number of antibiotics, hypothermia, hyperthermia, amount of secretion, muscle retraction, anxiety score, heart rate, use of vasopressors and non-invasive ventilation after extubation. The clinical indicators most frequently identified for determining the diagnosis were the following: tachypnea, drop of saturation and tachycardia. Temporal progression in the severity of these manifestations was found. Conclusion: the Dysfunctional Ventilatory Weaning Response is a common finding in critically ill patients. Some components of the diagnosis of the NANDA-International (2018) version could be clinically validated. It is noteworthy that there are variables not yet described in the taxonomy, demonstrating the need to review this nursing diagnosis.


Objetivo: validar clinicamente o diagnóstico de enfermagem Resposta Disfuncional ao Desmame Ventilatório em pacientes adultos internados em Unidades de Terapia Intensiva. Método: coorte concorrente realizada com 93 pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva. Foram estimadas a incidência e a densidade de incidência do diagnóstico, identificados seus fatores relacionados a partir de análise bivariada e indicadores clínicos de determinação da sua ocorrência, segundo apresentação global e temporal. Resultados: a incidência global do diagnóstico foi de 44,09% e a densidade de incidência de 14,49 ocorrências a cada 100 extubações/dia. Os fatores relacionados ao diagnóstico foram: idade, gravidade clínica, balanço hídrico, oligúria, hemodiálise, edema em membros superiores/inferiores, anasarca, número de antibióticos, hipotermia, hipertermia, quantidade de secreção, retração muscular, escore de ansiedade, frequência cardíaca, uso de vasopressores e ventilação não invasiva após a extubação. Os indicadores clínicos identificados mais frequentemente para a determinação do diagnóstico foram: taquipneia, queda de saturação e taquicardia. Verificou-se progressão temporal da gravidade dessas manifestações. Conclusão: a Resposta Disfuncional ao Desmame Ventilatório é um achado comum em pacientes críticos. Alguns componentes do diagnóstico da versão NANDA-International (2018) puderam ser validados clinicamente. Destaca-se que existem variáveis ainda não descritas na taxonomia, demonstrando a necessidade de revisão desse diagnóstico de enfermagem.


Objetivo: validar clínicamente el diagnóstico de enfermería Respuesta Ventilatoria Disfuncional al Destete en pacientes adultos internados en Unidades de Cuidados Intensivos. Método: cohorte concurrente realizada con 93 pacientes internados en Unidades de Cuidados Intensivos. Se estimó la incidencia y densidad de incidencia del diagnóstico y se identificaron los factores vinculados a partir de análisis bivariados e indicadores clínicos para determinar su ocurrencia, de acuerdo con la presentación global y temporal. Resultados: la incidencia global del diagnóstico fue de 44,09% y la densidad de incidencia de 14,49 casos por cada 100 extubaciones/día. Los factores relacionados con el diagnóstico fueron: edad, gravedad clínica, balance hídrico, oliguria, hemodiálisis, edema en miembros superiores/inferiores, anasarca, número de antibióticos, hipotermia, hipertermia, cantidad de secreción, retracción muscular, grado de ansiedad, frecuencia cardíaca, uso de vasopresores y ventilación no invasiva después de la extubación. Los indicadores clínicos identificados con mayor frecuencia para determinar el diagnóstico fueron: taquipnea, disminución de la saturación de oxígeno y taquicardia. Se verificó una progresión temporal en la gravedad de estas afecciones. Conclusión: La Respuesta Ventilatoria Disfuncional al Destete es un hallazgo común en pacientes críticos. Algunos componentes del diagnóstico de la versión NANDA-International (2018) podrían validarse clínicamente. Es de destacar que hay variables aún no descriptas en la taxonomía, lo que demuestra la necesidad de revisar este diagnóstico de enfermería.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Vasoconstrictor Agents , Nursing Diagnosis , Ventilator Weaning , Nursing , Treatment Failure , Validation Study , Airway Extubation , Noninvasive Ventilation , Intensive Care Units
16.
Rev. enferm. UFSM ; 10: 67, 2020.
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1127945

ABSTRACT

Objetivo: verificar a associação do teste de respiração espontânea com o diagnóstico de enfermagem Resposta disfuncional ao desmame ventilatório (00034) e identificar as medidas de acurácia do teste de respiração espontânea para o diagnóstico de enfermagem. Método: estudo transversal com 42 pacientes em cuidado crítico. O Teste Exato de Fischer verificou a associação, e as medidas de acurácia foram calculadas com o Medcalc Software Online®. Resultados: a associação entre o teste e o diagnóstico foi significativa (p=0,0079). As medidas de acurácia destacadas foram especificidade 77,42% (58,90 ­ 90,41), razão de verossimilhança positiva 3,22 (1,53 ­ 6,79) e odds ratio diagnóstica 9,14 (1,90 ­ 44,01). Conclusão: o estudo verificou a existência de associação entre o desfecho do teste de respiração espontânea e a Resposta disfuncional ao desmame ventilatório (00034), com significância estatística. Também indicou adequação de três medidas de acurácia para o diagnóstico de enfermagem.


Objective: to verify the association of the spontaneous breathing test with the nursing diagnosis of Dysfunctional Ventilatory Weaning Response (00034) and to identify the accuracy measures of the spontaneous breathing test for the nursing diagnosis. Method: a cross-sectional study conducted with 42 patients in critical care. Fischer's exact test verified the association, and the accuracy measures were calculated with Medcalc Software Online®. Results: the association between the test and the diagnosis was significant (p=0.0079). The highlighted accuracy measures were 77.42% specificity (58.90 ­ 90.41), positive likelihood ratio of 3.22 (1.53 ­ 6.79), and diagnostic odds ratio of 9.14 (1.90 ­ 44.01). Conclusion: the study verified the existence of an association between the outcome of the spontaneous breathing test and the Dysfunctional Ventilatory Weaning Response (00034), with statistical significance. It also indicated the adequacy of three accuracy measures for the nursing diagnosis.


Objetivo: verificar la asociación de la prueba de respiración espontánea con el diagnóstico de enfermería de Respuesta disfuncional a la desconexión del ventilador (00034) e identificar las medidas de exactitud de la prueba de respiración espontánea para el diagnóstico de enfermería. Método: estudio transversal realizado con 42 pacientes en cuidados críticos. La prueba exacta de Fischer verificó la asociación, y las medidas de exactitud se calcularon con Medcalc Software Online®. Resultados: la asociación entre la prueba y el diagnóstico fue significativa (p=0,0079). Las medidas de exactitud destacadas fueron las siguientes: especificidad, 77,42% (58,90 ­ 90,41), razón de verosimilitud positiva, 3,22 (1,53 ­ 6,79) y Odds Ratio diagnóstica, 9,14 (1,90 ­ 44,01). Conclusión: el estudio verificó la existencia de una asociación entre el resultado de la prueba de respiración espontánea y la Respuesta disfuncional a la desconexión del ventilador (00034), con significancia estadística. También indicó la adecuación de tres medidas de exactitud para el diagnóstico de enfermería.


Subject(s)
Humans , Respiration, Artificial , Respiratory Function Tests , Nursing Diagnosis , Ventilator Weaning , Decision Making
17.
Rev. chil. med. intensiv ; 35(3)2020. ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1292491

ABSTRACT

Posterior a una extubación programada existe un porcentaje de pacientes que fracasa y requiere reintubación (~20%), este evento es conocido como fracaso de extubación, el cual se asocia con mayor morbimortalidad. Para prevenir el fracaso de extubación se han propuesto terapias como la ventilación no invasiva (VNI) y la cánula nasal de alto flujo (CNAF). Estas terapias son capaces de entregar soporte respiratorio postextubación y justifican su uso en los efectos fisiológicos que son capaces de inducir, en dónde el impacto sobre el esfuerzo respiratorio e intercambio de gases sería fundamental. Con esta racionalidad fisiológica se han desarrollado diversos estudios en diferentes contextos clínicos, esto con el fin de dilucidar cuál terapia es la mejor alternativa. En esta revisión narrativa pretendemos describir y analizar los diversos efectos fisiológicos que induce la VNI y la CNAF


Subject(s)
Humans , Oxygen Inhalation Therapy , Respiratory Insufficiency/therapy , Airway Extubation/methods , Noninvasive Ventilation/methods , Respiratory Insufficiency/physiopathology , Ventilator Weaning , Work of Breathing/physiology , Functional Residual Capacity/physiology , Retreatment , Cannula , Intensive Care Units , Intubation, Intratracheal/methods , Lung Volume Measurements/methods
18.
Rev. bras. ter. intensiva ; 31(3): 361-367, jul.-set. 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1042577

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Comparar o impacto de duas estratégias de fast track quanto ao momento de extubação e retirada da ventilação mecânica invasiva de adultos no pós-operatório cardíaco em desfechos clínicos e hospitalares. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo com pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. Os pacientes foram classificados de acordo com o tempo de extubação em Grupo Controle (extubados após 6 horas de admissão na unidade de terapia intensiva, com tempo máximo de ventilação mecânica de 18 horas), Grupo 1 (extubados em sala de operação após término da cirurgia) e Grupo 2 (extubados em até 6 horas pós-admissão na unidade de terapia intensiva). Os desfechos primários analisados foram: capacidade vital no primeiro dia de pós-operatório, tempo de internamento hospitalar e na unidade de terapia intensiva. Os desfechos secundários foram reintubação, pneumonia adquirida no hospital, sepse e óbito. Resultados: Para os 223 pacientes avaliados, a capacidade vital foi menor nos Grupos 1 e 2 comparados ao Controle (p = 0,000 e p = 0,046, respectivamente). Os dias de internamento em unidade de terapia intensiva foram significativamente menores nos Grupos 1 e 2 quando comparados ao Controle (p = 0,009 e p = 0,000, respectivamente), já os dias de internamento hospitalar foram menores no Grupo 1 quando comparado ao Controle (p = 0,014). Houve associação entre a extubação na sala de operação (Grupo 1) com reintubação (p = 0,025) e complicações pós-cirúrgicas (p=0,038). Conclusão: Pacientes submetidos ao fast track com extubação em até 6 horas apresentaram menor tempo de internamento em unidade de terapia intensiva sem aumentar complicações pós-cirúrgicas e óbito. Pacientes extubados em sala de operação tiveram menor tempo de internamento hospitalar e em unidade de terapia intensiva, mas apresentaram aumento na frequência de reintubação e complicações pós-cirúrgicas.


ABSTRACT Objective: To compare the impact of two fast-track strategies regarding the extubation time and removal of invasive mechanical ventilation in adults after cardiac surgery on clinical and hospital outcomes. Methods: This was a retrospective cohort study with patients undergoing cardiac surgery. Patients were classified according to the extubation time as the Control Group (extubated 6 hours after admission to the intensive care unit, with a maximum mechanical ventilation time of 18 hours), Group 1 (extubated in the operating room after surgery) and Group 2 (extubated within 6 hours after admission to the intensive care unit). The primary outcomes analyzed were vital capacity on the first postoperative day, length of hospital stay, and length of stay in the intensive care unit. The secondary outcomes were reintubation, hospital-acquired pneumonia, sepsis, and death. Results: For the 223 patients evaluated, the vital capacity was lower in Groups 1 and 2 compared to the Control (p = 0.000 and p = 0.046, respectively). The length of stay in the intensive care unit was significantly lower in Groups 1 and 2 compared to the Control (p = 0.009 and p = 0.000, respectively), whereas the length of hospital stay was lower in Group 1 compared to the Control (p = 0.014). There was an association between extubation in the operating room (Group 1) with reintubation (p = 0.025) and postoperative complications (p = 0.038). Conclusion: Patients undergoing fast-track management with extubation within 6 hours had shorter stays in the intensive care unit without increasing postoperative complications and death. Patients extubated in the operating room had a shorter hospital stay and a shorter stay in the intensive care unit but showed an increase in the frequency of reintubation and postoperative complications.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Aged , Ventilator Weaning/statistics & numerical data , Airway Extubation/statistics & numerical data , Cardiac Surgical Procedures , Length of Stay/statistics & numerical data , Postoperative Complications/epidemiology , Time Factors , Retrospective Studies , Cohort Studies , Treatment Outcome , Middle Aged
19.
Fisioter. Bras ; 20(4): 570-577, Set 3, 2019.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1281619

ABSTRACT

A ultrassonografia é uma ferramenta diagnóstica muito utilizada na unidade de terapia intensiva devido ao baixo custo, por não ser um procedimento invasivo, de rápido aprendizado e oferecendo toda a gama de informações sobre diferentes órgãos e tecidos. Nos últimos anos, tem sido publicado um número crescente de artigos sobre a avaliação do diafragma. A ultrassonografia pode ser uma ferramenta útil para avaliar a disfunção diafragmática em pacientes críticos, porém, apesar de existir padronização da técnica e das variáveis analisadas, ainda não existe consenso sobre a utilização das medidas que podem ser influenciadas pelo posicionamento do transdutor, tipo de ventilação (espontânea ou mecânica controlada) e posição do paciente. Sendo assim, esta revisão reuniu os trabalhos mais atuais a fim de elucidarmos as formas de avaliação morfofuncional por ultrassonografia do diafragma pela comunidade científica e fornecer conhecimentos acerca dessa ferramenta. As variáveis ultrassonográficas mais utilizadas pelos autores encontradas nesta revisão foram: 1) a espessura diafragmática (ED); 2) a fração de espessamento diafragmática (FED); 3) a excursão diafragmática (ExD). A utilização do ultrassom na avaliação da disfunção e atrofia diafragmática em pacientes ventilados mecanicamente parece estar bem estabelecida na literatura, porém, o uso dessas três variáveis na predição de sucesso de desmame e extubação apresentam resultados inconclusivos. (AU)


Ultrasonography is an increasingly popular diagnostic tool in the intensive care unit because of its easy applicability, low cost, non-invasiveness, fast learning and delivering full range of information on different organs and tissues. In the recent years, an exponentially increasing number of articles has been published on diaphragm evaluation. Ultrasonography can be a useful tool to evaluate diaphragmatic dysfunction in critically ill patients. However, although the technique and variables analyzed are not standardized, there is still no consensus on the use of measures that can be influenced because the analysis may vary depending on the position of the transducer, the type of ventilation (spontaneous or mechanically controlled) and the position of the patient. Thus, this review brought together current works in order to elucidate the forms of morphologic and functional evaluation by diaphragm muscle ultrasonography in order to provide knowledge about this tool. The ultrasound variables most used by the authors were: 1) The diaphragmatic thickness; 2) The diaphragmatic thickening fraction; 3) The diaphragmatic excursion. The ultrasound tool in the evaluation of diaphragmatic dysfunction and atrophy in mechanically ventilated patients seems to be well established in the literature, but the use of these three variables in predicting successful weaning and extubation presents inconclusive results. (AU)


Subject(s)
Humans , Ventilator Weaning , Ultrasonography , Diaphragm , Critical Care , Emergencies
20.
Arch. argent. pediatr ; 117(2): 87-93, abr. 2019. ilus, tab
Article in English, Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1001159

ABSTRACT

Introducción. El fracaso de la extubación (FE) está asociado a mayor riesgo de neumonía, estadía hospitalaria y mortalidad. Objetivo. Determinar la prevalencia del FE e identificar factores asociados en nuestra población. Materiales y métodos. Diseño observacional y retrospectivo. Ingresaron todos los pacientes mayores de 1 mes hasta 18 años que, en el período 2012-2016, requirieron asistencia respiratoria mecánica más de 12 h, y al menos tuvieron una extubación programada durante su internación. Se registraron los aspectos relacionados con la ventilación y las causas de fracaso. Resultados. Se extubaron 731 pacientes y la prevalencia de FE fue del 19,3 %. Las causas de fracaso fueron la obstrucción alta de la vía aérea (51,4 %), fatiga muscular (20,1 %), depresión del centro respiratorio (14,6 %) e incapacidad de proteger la vía aérea (9,7 %). Los factores independientes para explicar el FE según el análisis multivariado fueron afección crónica compleja neurológica (odds ratio -#91;OR-#93;= 2,27; intervalo de confianza del 95 % -#91;IC-#93;= 1,21-4,26); infección respiratoria aguda baja en el paciente con una secuela previa (OR= 1,87; IC 95 %= 1,113,15); lesión neurológica aguda (OR= 1,92; IC 95 %= 1,03-3,57); extubación no planeada (OR= 2,52; IC 95 %= 1,02-6,21) y la presencia de estridor (OR= 5,84; IC 95%= 3,66-9,31). Conclusión. La principal causa de FE fue la obstrucción alta de la vía aérea. La secuela neurológica y la afección neurológica aguda, la extubación no planeada y la presencia de estridor posextubación fueron identificadas como factores de riesgo asociados al FE.


Introduction. Extubation failure (EF) is associated with a higher risk for pneumonia, hospital stay, and mortality. Objective. To determine the prevalence of EF and identify the associated factors in our population.Materials and methods. Observational and retrospective design. All patients aged 1 month old to 18 years old who required mechanical ventilation for more than 12 hours and underwent at least one scheduled extubation during their stay in the 2012-2016 period were included. The aspects related to ventilation and the causes of failure were recorded. Results. Seven hundred and thirty-one patients were extubated and the prevalence of EF was 19.3 %. The causes of failure included upper airway obstruction (51.4 %), muscle fatigue (20.1 %), respiratory center depression (14.6 %), and inability to protect the airways (9.7%). As per the multivariate analysis, the independent factors that accounted for EF were neurological complex chronic condition (odds ratio [OR] = 2.27; 95 % confidence interval [CI] = 1.21-4.26); acute lower respiratory tract infection in a patient with prior sequelae (OR = 1.87, 95 % CI = 1.11- 3.15); acute neurological injury (OR = 1.92, 95 % CI=1.03-3.57); unplanned extubation (OR =2.52, 95 % CI = 1.02-6.21), and presence of stridor (OR = 5.84, 95 % CI = 3.66-9.31). Conclusion. The main cause of EF was upper airway obstruction. Neurological sequelae, acute neurological injury, unplanned extubation, and the presence of postextubation stridor were identified as risk factors associated with EF


Subject(s)
Humans , Infant , Child, Preschool , Child , Adolescent , Ventilator Weaning , Airway Obstruction , Airway Extubation
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