Your browser doesn't support javascript.
loading
Show: 20 | 50 | 100
Results 1 - 20 de 320
Filter
1.
Arq. bras. cardiol ; 118(3): 634-645, mar. 2022. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1364356

ABSTRACT

Resumo Fundamento Embora se saiba que a fração de ejeção (FE) do ventrículo esquerdo (VE) medida por eletrocardiograma seja preservada em pacientes com acromegalia, não há informação suficiente sobre deformação longitudinal global e deformação do átrio esquerdo (SLG-VE e SAE). Objetivo O objetivo deste estudo foi avaliar as funções do ventrículo esquerdo (VE) e do átrio esquerdo (AE) por ecocardiograma strain (ES) em pacientes com acromegalia. Métodos Este estudo incluiu 50 pacientes com acromegalia na forma ativa da doença e 50 controles saudáveis com idade, sexo e área de superfície corporal similares. Além dos ecocardiogramas de rotina, medições de SLG-VE e SAE foram realizadas com o ES. Resultados Os valores dos SAE e SLG-VE foram significativamente mais baixos em pacientes com acromegalia (p<0,05 para todos). Na análise bivariada, a pressão arterial sistólica, o pró-hormônio N-terminal do peptídeo natriurético cerebral, o fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1, e detectou-se que os níveis de IMVE tinham correlação positiva com SAE e SLG-VE (p<0,05). O nível de IGF-1 tinha forte correlação com SAE e SLG-VE (p<0,001 e β=0,5 vs. p<0,001 e β=0,626, respectivamente); 48% dos pacientes com acromegalia têm SLG-VE reduzido (<20%). O índice de massa do ventrículo esquerdo (IMVE) determina independentemente a presença de SLG-VE reduzido, e cada 1g/m2 de aumento no nível de IMVE aumenta a probabilidade de redução de SLG-VE em 6%. Conclusão Embora a fração de ejeção de VE seja normal em pacientes com acromegalia, os valores de SAE e SLG-VE são significativamente mais baixos. Além do aumento em IMVE, outro achado do envolvimento cardíaco pode ser a redução de SAE e SLG-VE. Portanto, além do ecocardiograma de rotina, SAE e SLG-VE podem ser úteis para avaliar os sinais iniciais de envolvimento cardíaco antes da ocorrência de alterações cardíacas irreversíveis.


Abstract Background Although it is known that the left ventricular (LV) ejection fraction (EF) measured by echocardiography is preserved in patients with acromegaly, there is not enough information about the LV and left atrial strain (LV-GLS and LAS). Objective This study aimed to evaluate the left ventricular (LV) and left atrial (LA) functions with strain echocardiography (SE) in patients with acromegaly. Methods This study included 50 acromegaly patients with active disease and 50 healthy controls with similar age, gender, and body surface area. In addition to routine echocardiography examinations, LV-GLS and LAS measurements were performed with SE. Results LAS and LV-GLS values were significantly lower in patients with acromegaly (p<0.05 for all). In bivariate analysis, systolic blood pressure, N-terminal prohormone of brain natriuretic peptide, Insulin-like growth factor-1, LA diastolic diameter, and LVMI levels were found to be positively correlated with both LAS and LV-GLS (p <0.05). IGF-1 level was strongly correlated with LAS and LV-GLS (p<0.001 and β=0.5 vs. p<0.001 and β=0.626, respectively); 48% of patients with acromegaly have reduced LV-GLS (<20%). Left ventricular mass-index (LVMI) independently determines the presence of reduced LV-GLS and each 1g/m2increase in LVMI level increases the likelihood of reduced LV-GLS by 6%. Conclusion Although LV ejection fraction is normal in patients with acromegaly, LAS and LV-GLS values were significantly reduced. Apart from LVMI increase, another finding of cardiac involvement may be LAS and LV-GLS decrease. Therefore, in addition to routine echocardiography, LAS and LV-GLS may be useful to evaluate early signs of cardiac involvement before the occurrence of irreversible cardiac changes.


Subject(s)
Humans , Acromegaly/complications , Acromegaly/diagnostic imaging , Ventricular Dysfunction, Left/etiology , Ventricular Dysfunction, Left/diagnostic imaging , Stroke Volume/physiology , Echocardiography , Ventricular Function, Left/physiology
2.
Arq. bras. cardiol ; 118(2): 488-502, 2022. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1364323

ABSTRACT

Resumo Fundamento A estimulação cardíaca artificial (ECA) por captura direta ou indireta do feixe de His resulta em contração ventricular sincrônica (ECA fisiológica). Objetivos Comparar sincronia cardíaca, características técnicas e resultados de parâmetros eletrônicos entre duas técnicas de ECA indireta do feixe de His: a não seletiva e a parahissiana. Métodos Intervenção experimental (novembro de 2019 a abril de 2020) com implante de marca-passo definitivo (MPd) DDD em pacientes com fração de ejeção ventricular esquerda > 35%. Foram comparadas a sincronia cardíaca resultante mediante algoritmo de análise eletrocardiográfica da variância espacial do QRS e as características técnicas associadas a cada método entre ECA hissiana não seletiva (DDD-His) e parahissiana (DDD-Var). Resultados De 51 pacientes (28 homens), 34 (66,7%) foram alocados no grupo DDD-Var e 17 (33,3%), no grupo DDD-His, com idade média de 74 e 79 anos, respectivamente. No grupo DDD-Var, a análise da variância espacial do QRS (índice de sincronia ventricular) mostrou melhora após o implante de MPd (p < 0,001). Ao ECG pós-implante, 91,2% dos pacientes do grupo DDD-Var mostraram padrão fisiológico de ECA, comprovando ativação similar à do DDD-His (88,2%; p = 0,999). O eixo do QRS estimulado também foi similar (fisiológico) para ambos os grupos. A mediana do tempo de fluoroscopia do implante foi de 7 minutos no grupo DDD-Var e de 21 minutos no DDD-His (p < 0,001), favorecendo a técnica parahissiana. A duração média do QRS aumentou nos pacientes do DDD-Var (114,7 ms pré-MPd e 128,2 ms pós-implante, p = 0,044). A detecção da onda R foi de 11,2 mV no grupo DDD-Var e de 6,0 mV no DDD-His (p = 0,001). Conclusão A ECA parahissiana comprova recrutamento indireto do feixe de His, mostrando-se uma estratégia eficaz e comparável à ECA fisiológica ao resultar em contração ventricular sincrônica similar à obtida por captura hissiana não seletiva.


Abstract Background Artificial cardiac pacing by direct or indirect His bundle capture results in synchronous ventricular contraction (physiological pacing). Objectives To compare cardiac synchronization, technical characteristics, and electronic parameters between two techniques of indirect His-bundle pacing: non-selective (NS-HBP) vs para-Hisian pacing (PHP). Methods The experimental intervention (between November 2019 and April 2020) consisted of implanting a DDD pacemaker in patients who had left ventricular ejection fraction (LVEF) > 35%. The resulting cardiac synchronization was compared using an electrocardiographic algorithm that analyzed QRS variation and the technical characteristics of non-selective Hisian pacing (DDD-His) and para-Hisian pacing (DDD-Var). Results Of 51 total patients (men: 28), 66.7% (34) were allocated to the DDD-Var group and 33.3% (17) to the DDD-His group. The mean ages in each group were 74 and 79 years, respectively. In the DDD-Var group, QRS variation (ventricular synchrony) improved after implantation (p < 0.001). In post-implantation ECG, 91.2% of the DDD-Var group presented a physiological pacing pattern, which was similar to the DDD-His group (88.2%; p = 0.999). The paced QRS axis was also similar (physiological) for both groups. Intraoperative fluoroscopy time (XRay) during implantation was lower for the para-Hisian technique (median 7 min in the DDD-Var group vs 21 min in the DDD-His group, p < 0.001). The mean QRS duration increased in the DDD-Var group (114.7 ms pre-implantation vs 128.2 ms post-implantation, p = 0.044). The mean post-implantation R-wave amplitude was 11.2 mV in the DDD-Var group vs 6.0 mV in the DDD-His group, p = 0.001. Conclusion Para-Hisian pacing appears to indirectly recruit the His bundle, which would make this an effective and comparable strategy for physiological pacing, resulting in synchronous ventricular contraction similar to that of non-selective Hisian pacing.


Subject(s)
Humans , Male , Aged , Bundle of His , Ventricular Function, Left/physiology , Stroke Volume , Cardiac Pacing, Artificial/methods , Treatment Outcome , Electrocardiography/methods
3.
Arch. cardiol. Méx ; 90(4): 406-414, Oct.-Dec. 2020. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1152814

ABSTRACT

Resumen Introducción y objetivos: La insuficiencia valvular mitral provoca el vaciado simultáneo hacia la aorta y la aurícula izquierda durante la sístole ventricular, lo que produce una disminución del volumen hacia la circulación sistémica. En este estudio se busca obtener un dato preciso del porcentaje de volumen expulsado en sentido anterógrado en pacientes con insuficiencia mitral. Métodos: Se aplica una fórmula ecocardiográfica de “corrección” de la fracción de expulsión del ventrículo izquierdo (FEVI) en 114 pacientes con insuficiencia mitral, con base en la medición de la fracción regurgitante. Resultados: La corrección de la FEVI demostró que el 44.7% de los casos (n = 51) debe reclasificarse en cuanto a la calidad de su función sistólica ventricular izquierda. De 79 sujetos con FEVI normal (≥ 50%) sólo se mantuvieron 32 en la misma categoría; en el grupo con FEVI moderadamente reducida (intervalo intermedio, 40-49.9%) se pasó de 6 a 23 casos y, en aquéllos con FEVI reducida (< 40%), el grupo aumentó de 29 a 59; el subgrupo de pacientes con FEVI < 30% se incrementó de 21 a 41 sujetos. Conclusiones: Puesto que en la mayoría de las guías de tratamiento la FEVI se usa para estratificar riesgos e indicaciones terapéuticas, los autores creen que la ponderación de la insuficiencia mitral puede incrementar la precisión del tratamiento y la posibilidad de incluir a pacientes que no están considerados en esos tratamientos en el momento actual.


Abstract Introduction and objectives: Mitral valve regurgitation causes simultaneous emptying to the aorta and left atrium during ventricular systole, generating a decrease in volume supply to the systemic circulation. In this study we seek to obtain an accurate data on the percentage of volume expelled in the anterograde direction in patients with mitral regurgitation. Methods: An echocardiographic formula for “correction” of the left ventricular ejection fraction (LVEF) was applied in 114 patients with mitral regurgitation, based on the measurement of the regurgitant fraction. Results: Correction of the LVEF showed that 44.7% of cases (n = 51) should be reclassified in terms of the quality of their left ventricular systolic function. Of 79 subjects with normal LVEF (≥ 50%) only 32 remained in the same category; in the group with moderately reduced LVEF (medium range, 40-49.9%) it went from 6 to 23 cases and, in those with reduced LVEF (< 40%), the group increased from 29 to 59; the subgroup of patients with LVEF < 30% increased from 21 to 41 subjects. Conclusions: Given that in most treatment guidelines LVEF is used to stratify risks and therapeutic indications, the authors believe that the weighting of mitral regurgitation can increase the accuracy of treatment, and the possibility of including patients who, at this current moment, are not considered for these therapies.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , Young Adult , Stroke Volume/physiology , Echocardiography , Ventricular Dysfunction, Left/diagnostic imaging , Mitral Valve Insufficiency/physiopathology , Ventricular Function, Left/physiology , Ventricular Dysfunction, Left/physiopathology , Mitral Valve Insufficiency/diagnostic imaging
4.
ABC., imagem cardiovasc ; 33(4): eabc98, 20200000.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1146297

ABSTRACT

Fundamento: A fração de ejeção do ventrículo esquerdo é um dos parâmetros ecocardiográficos mais utilizados na prática clínica. Sua estimativa pelo método bidimensional manual (método de Simpson) tem reprodutibilidade e acurácia limitadas, e métodos semiautomáticos têm sido propostos. Torna-se necessário comparar o método bidimensional semiautomático com métodos mais acurados de avaliação da fração de ejeção do ventrículo esquerdo, como a medida pela ecocardiografia tridimensional automática. Objetivo: Comparar as estimativas da fração de ejeção do ventrículo esquerdo e dos volumes diastólico final e sistólico final do ventrículo esquerdo pelo método bidimensional semiautomático com as obtidas pelo método tridimensional automático. Método: Estudo observacional transversal, com pacientes em ritmo sinusal, fração de ejeção do ventrículo esquerdo >50% e sem cardiopatia estrutural significativa, submetidos ao ecocardiograma transtorácico. Teste t de Student, coeficiente de Pearson e análise de Bland-Altman foram usados na análise estatística. Resultados: Foram incluídos 40 pacientes, sendo: 53% mulheres, 35% hipertensos, 25% dislipidêmicos, 10% diabéticos, 10% tabagistas e 13% com angioplastia prévia. Os valores médios da fração de ejeção do ventrículo esquerdo aos métodos tri e bidimensionais foram 62,1 ± 5,8% e 61,7 ± 5,9% (p = 0,50), respectivamente. Houve forte correlação da fração de ejeção do ventrículo esquerdo determinada melos métodos bi e tridimensional (r = 0,74; p<0,001), assim como com o volume diastólico final (r = 0,75; p<0,001) e o sistólico final (r = 0,76; p<0,001). Houve boa concordância entre a fração de ejeção do ventrículo esquerdo bi e tridimensional (diferença média: -0,39; intervalo de confiança 95% -1,7-0,9). Conclusão: A fração de ejeção do ventrículo esquerdo estimada pelo método bidimensional semiautomático mostrou boa concordância com o método tridimensional automático. Os achados sugerem que o método bidimensional semiautomático represente uma alternativa confiável para avaliação dos volumes e fração de ejeção do ventrículo esquerdo.


Background: Left ventricular ejection fraction is one of the most used echocardiographic parameters in clinical practice. Its estimation by twodimensional manual method (Simpson method) has limited reproducibility and accuracy, and semi-automatic methods have been proposed. It becomes necessary to compare the semiautomatic two-dimensional method with more accurate methods of assessing left ventricular ejection fraction, such as measurement by automatic three-dimensional echocardiography. Objective: To compare the left ventricular ejection fraction, and left ventricular end-diastolic and end-systolic volumes estimates by the semiautomatic two-dimensional method with those obtained using the automatic three-dimensional method. Method: Observational cross-sectional study, including patients in sinus rhythm, left ventricular ejection fraction > 50% and without significant structural heart disease, submitted to transthoracic echocardiography. Student's t test, Pearson's coefficient and Bland-Altman analysis wer


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Software Design , Ventricular Function, Left/physiology , Stroke Volume , Practice Patterns, Physicians' , Echocardiography/methods , Cross-Sectional Studies/methods , Treatment Outcome , Echocardiography, Three-Dimensional/methods
5.
Arq. bras. cardiol ; 114(2): 284-292, Feb. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1088875

ABSTRACT

Abstract Background: Diastolic dysfunction, commonly evaluated by echocardiography, is an important early finding in many cardiomyopathies. Cardiac magnetic resonance (CMR) often requires specialized sequences that extends the test time. Recently, feature-tracking imaging has been made available, but still requires expensive software and lacks clinical validation. Objective: To assess diastolic function in patients with aortic valve disease (AVD) and compare it with normal controls by evaluating left ventricular (LV) longitudinal displacement by CMR. Methods: We compared 26 AVD patients with 19 normal controls. Diastolic function was evaluated as LV longitudinal displacement in 4-chamber view cine-CMR images using steady state free precession (SSFP) sequence during the entire cardiac cycle with temporal resolution < 50 ms. The resulting plot of atrioventricular junction (AVJ) position versus time generated variables of AVJ motion. Significance level of p < 0.05 was used. Results: Maximum longitudinal displacement (0.12 vs. 0.17 cm), maximum velocity during early diastole (MVED, 0.6 vs. 1.4s-1), slope of the best-fit line of displacement in diastasis (VDS, 0.22 vs. 0.03s-1), and VDS/MVED ratio (0.35 vs. 0.02) were significantly reduced in AVD patients compared with controls, respectively. Aortic regurgitation showed significantly worse longitudinal LV shortening compared with aortic stenosis. Higher LV mass indicated worse diastolic dysfunction. Conclusions: A simple linear measurement detected significant differences on LV diastolic function between AVD patients and controls. LV mass was the only independent predictor of diastolic dysfunction in these patients. This method can help in the evaluation of diastolic dysfunction, improving cardiomyopathy detection by CMR, without prolonging exam time or depending on expensive software.


Resumo Fundamentos: A disfunção diastólica, comumente avaliada por ecocardiografia, é um importante achado precoce na maioria das cardiomiopatias. A ressonância magnética cardíaca (RMC) frequentemente requer sequências específicas que prolongam o tempo de exame. Recentemente, métodos de imagens com monitoramento de dados (feature-tracking) foram desenvolvidos, mas ainda requerem softwares caros e carecem de validação clínica. Objetivos: Avaliar a função diastólica em pacientes com doença valvar aórtica (DVA) e compará-la a controles normais pela medida do deslocamento longitudinal do ventrículo esquerdo (VE) por RMC. Métodos: Nós comparamos 26 pacientes com DVA com 19 controles normais. A função diastólica foi avaliada como uma medida do deslocamento longitudinal do VE nas imagens de cine-RMC no plano quatro câmaras usando a sequência steady state free precession (SSFP) durante todo o ciclo cardíaco com resolução temporal < 50 ms. O gráfico resultante da posição da junção atrioventricular versus tempo gerou variáveis de movimento da junção atrioventricular. Utilizamos nível de significância de p < 0,005. Resultados: Deslocamento longitudinal máximo (0,12 vs. 0,17 cm), velocidade máxima em início de diástole (0,6 vs. 1,4s-1), velocidade máxima na diástase (0,22 vs. 0,03s-1) e a razão entre a velocidade máxima na diástase e a velocidade máxima em diástole inicial (0,35 vs. 0,02) foram significativamente menores nos pacientes com DVA em comparação aos controles normais, respectivamente. Pacientes com insuficiência aórtica apresentaram medidas de encurtamento longitudinal do VE significativamente piores em comparação aqueles com estenose aórtica. O aumento da massa ventricular esquerda indicou pior disfunção diastólica. Conclusões: Esta simples medida linear detectou diferenças significativas na função diastólica do VE entre pacientes com DVA e controles normais. A massa ventricular esquerda foi o único preditor independente de disfunção diastólica nesses pacientes. Este método pode auxiliar na avaliação da disfunção diastólica, melhorando a detecção de cardiomiopatias por RMC sem prolongar o tempo de exame ou depender de caros softwares.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Aortic Valve Insufficiency/physiopathology , Aortic Valve Stenosis/physiopathology , Ventricular Dysfunction, Left/physiopathology , Diastole/physiology , Aortic Valve Insufficiency/diagnostic imaging , Aortic Valve Stenosis/diagnostic imaging , Reference Values , Atrioventricular Node/physiopathology , Atrioventricular Node/diagnostic imaging , Time Factors , Bundle of His/physiopathology , Bundle of His/diagnostic imaging , Case-Control Studies , Linear Models , Retrospective Studies , Ventricular Function, Left/physiology , Ventricular Dysfunction, Left/diagnostic imaging , Statistics, Nonparametric , Magnetic Resonance Imaging, Cine/methods
6.
Rev. Soc. Bras. Med. Trop ; 53: e20200100, 2020. tab, graf
Article in English | ColecionaSUS, LILACS, ColecionaSUS, SES-SP | ID: biblio-1136806

ABSTRACT

Abstract Patients with Chagas cardiomyopathy (ChC) usually progress with fatigue and dyspnea. Exercise tests are valuable for the functional evaluation of these patients. However, information about the applicability of the exercise tests is scattered, and no studies have systematically reviewed the results. Thus, the present review explored the general aspects and prognostic value of exercise tests in patients with ChC. A literature search of the MEDLINE, Web of Science, CINAHL, Scopus, and LILACS databases was performed to identify relevant studies. There were no data restrictions, and articles that met the objective of the study were selected. Articles written in English, Portuguese, and Spanish were considered, and 25 articles were finally included. The peak oxygen uptake (VO2peak) was correlated with demographic and echocardiographic variables. Echocardiographic features of the left ventricular diastolic function and right ventricular systolic function appeared to be determinants of functional capacity, in addition to age and sex. VO2peak was associated with higher mortality, especially in patients with dilated ChC. The minute ventilation/carbon dioxide production slope (VE/VCO2 slope) was a strong predictor of survival; however, more studies are needed to verify this observation. Field tests showed moderate to strong correlation with VO2peak and thus may be inexpensive tools for the functional evaluation of patients with ChC. However, few studies have verified their prognostic significance. While exercise tests are useful tools for functional assessment, information is scarce regarding further considerations, and many of the criteria are based on guidelines for other heart diseases.


Subject(s)
Humans , Chagas Cardiomyopathy/physiopathology , Ventricular Function, Left/physiology , Ventricular Function, Right/physiology , Exercise Tolerance/physiology , Exercise Test/methods , Heart Failure/physiopathology , Prognosis , Echocardiography
7.
Braz. j. med. biol. res ; 53(7): e9646, 2020. graf
Article in English | ColecionaSUS, LILACS, ColecionaSUS | ID: biblio-1132528

ABSTRACT

Heart failure (HF) with preserved ejection fraction (HFpEF) is a clinical syndrome in which patients have symptoms and signs of HF with normal or near-normal left ventricular ejection fraction (LVEF ≥50%). Roughly half of all patients with HF worldwide have an LVEF ≥50% and nearly half have an LVEF <50%. Thanks to the increased scientific attention about the condition and improved characterization and diagnostic tools, the incidence of HF with reduced ejection fraction (HFrEF) dropped while that of HFpEF has increased by 45%. HFpEF has no single guideline for diagnosis or treatment, the patient population is heterogeneously and inconsistently described, and longitudinal studies are lacking. To better understand and overcome the disease, in this review, we updated the latest knowledge of HFpEF pathophysiology, introduced the existing promising diagnostic methods and treatments, and summarized its prognosis by reviewing the most recent cohort studies.


Subject(s)
Humans , Stroke Volume/physiology , Ventricular Function, Left/physiology , Heart Failure/diagnosis , Heart Failure/physiopathology , Heart Failure/therapy , Prognosis
8.
Rev Assoc Med Bras (1992) ; 66(Suppl 2): 48-54, 2020. tab
Article in English | SES-SP, LILACS, SES-SP | ID: biblio-1136386

ABSTRACT

SUMMARY INTRODUCTION In the current literature, there has been an upsurge of cases of COVID-19-induced acute myocarditis. In this case-based review, we aimed to describe the clinical characteristics, imaging findings, and in-hospital course of acute myocarditis. In addition, the limitations of the myocarditis diagnosis were discussed since only fulminant myocarditis cases have been mentioned in the current literature. METHODS We performed a review of the literature of all patients who were diagnosed with COVID-19-induced acute myocarditis using the databases of PubMed, Embase, and the Cochrane. RESULTS 16 case reports were found to be related to COVID-19-induced acute myocarditis. We observed that the ECG findings in most of the COVID-19 patients were non-specific, including diffuse ST-segment elevation, non-specific intraventricular conduction delay, sinus tachycardia, and inverted T-waves in anterior leads. Echocardiographic findings of COVID-19-induced acute myocarditis patients ranged from preserved left ventricular ejection fraction (LVEF) without segmental abnormalities to reduced LVEF with global hypokinesia. Interestingly, a few patients with COVID-19-induced acute fulminant myocarditis were steroid-responsive and had an amelioration with glucocorticoid and immunoglobulin therapy. CONCLUSION Despite the COVID-19 pandemic worldwide, a limited number of cases has been shared in the current literature. There are a lot of difficulties in the differential diagnosis of acute myocarditis in the context of COVID-19.


RESUMO INTRODUÇÃO Na literatura atual, houve um aumento dos casos apresentados com doença coronavírus de 2019 (COVID-19) induzida por miocardite aguda. Nesta revisão baseada em casos, buscamos descrever as características clínicas, achados de imagem e curso hospitalar de miocardite aguda. Além disso, as limitações em relação ao diagnóstico de miocardite foram discutidas, uma vez que apenas casos de miocardite fulminante foram mencionados na literatura atual. MÉTODOS Fizemos uma revisão da literatura de todos os pacientes diagnosticados com miocardite aguda induzida por COVID-19 com a utilização das bases de dados PubMed, Embase e Cochrane. RESULTADO Dezesseis casos relatados estão relacionados com a miocardite aguda induzida pela COVID-19. Observamos que os achados de ECG na maioria dos pacientes com COVID-19 não eram específicos, incluindo elevação difusa do segmento ST, atraso não específico da condução intraventricular, taquicardia sinusal e ondas T invertidas em pistas anteriores. Os resultados ecocardiográficos de doentes com miocardite aguda COVID-19 variaram entre a fração de ejeção ventricular esquerda preservada (LVEF) sem anomalias segmentais e a LVEF reduzida com hipocinésia global. Curiosamente, alguns pacientes com COVID-19 induzidos à miocardite aguda fulminante eram sensíveis aos esteroides e tinham uma melhoria com glucocorticoides e terapia com imunoglobulina. CONCLUSÃO Apesar da pandemia de COVID-19 em todo o mundo, um número limitado de casos tem sido compartilhado na literatura atual. Há muitas dificuldades para o diagnóstico diferencial de miocardite aguda no contexto da COVID-19.


Subject(s)
Humans , Pneumonia, Viral/diagnosis , Coronavirus Infections/diagnosis , Coronavirus/isolation & purification , Pandemics , Myocarditis/diagnosis , Pneumonia, Viral/complications , Pneumonia, Viral/epidemiology , Stroke Volume , Acute Disease , Ventricular Function, Left/physiology , Coronavirus Infections , Coronavirus Infections/complications , Coronavirus Infections/epidemiology , Clinical Laboratory Techniques , Electrocardiography , Betacoronavirus , Myocarditis/complications
9.
Arq. bras. cardiol ; 113(4): 677-684, Oct. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1038580

ABSTRACT

Abstract Background: Hypertrophic cardiomyopathy (HCM) is the most common heart disease of genetic origin in the world population, with a prevalence of at least 1/500. The association with systemic arterial hypertension (SAH) is not uncommon, as it affects approximately 25% of the world population. Most studies aim at the differential diagnosis between these diseases, but little is known about the magnitude of this association. Objective: To compare left ventricular global longitudinal strain (GLS) in HCM patients with and without associated SAH. Methods: Retrospective cross-sectional study that included 45 patients with HCM and preserved ejection fraction, with diagnosis confirmed by magnetic resonance imaging, including 14 hypertensive patients. Transthoracic echocardiography was performed, with emphasis on left ventricular myocardial strain analysis using GLS. In this study, p < 0.05 was considered statistically significant. Results: Left ventricular strain was significantly lower in hypertensive individuals compared to normotensive individuals (-10.29 ± 2.46 vs. -12.35% ± 3.55%, p = 0.0303), indicating greater impairment of ventricular function in that group. Mean age was also significantly higher in hypertensive patients (56.1 ± 13.9 vs. 40.2 ± 12.7 years, p = 0.0001). Diastolic dysfunction was better characterized in hypertensive patients (p = 0.0242). Conclusion: Myocardial strain was significantly lower in the group of patients with HCM and SAH, suggesting greater impairment of ventricular function. This finding may be related to a worse prognosis with early evolution to heart failure. Prospective studies are required to confirm this hypothesis.


Resumo Fundamentos: A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) é a doença cardíaca de origem genética mais frequente na população mundial, com prevalência de, pelo menos, 1/500. A associação com hipertensão arterial sistêmica (HAS) não é incomum, uma vez que esta acomete aproximadamente 25% da população mundial. A maioria dos estudos objetiva o diagnóstico diferencial entre essas doenças, mas pouco se sabe sobre a magnitude dessa associação. Objetivo: Comparar o strain longitudinal global (SLG) do ventrículo esquerdo em pacientes portadores de CMH com e sem HAS associada. Métodos: Estudo transversal retrospectivo que incluiu 45 pacientes portadores de CMH e fração de ejeção preservada, com diagnóstico confirmado por ressonância magnética, sendo 14 hipertensos. Realizada avaliação ecocardiográfica transtorácica com ênfase na análise da deformação miocárdica do ventrículo esquerdo por meio do SLG. Valores de p < 0,05 foram considerados estatisticamente significativos. Resultados: A deformação do ventrículo esquerdo foi significativamente menor nos hipertensos quando comparada aos normotensos (-10,29 ± 2,46 vs. -12,35% ± 3,55%, p = 0,0303), indicando maior comprometimento da função ventricular naquele grupo. A média de idade também foi significativamente maior nos hipertensos (56,1 ± 13,9 vs. 40,2 ± 12,7 anos, p = 0,0001). A disfunção diastólica foi melhor caracterizada nos pacientes hipertensos (p = 0,0242). Conclusão: A deformação miocárdica foi significativamente menor no grupo de pacientes com CMH e HAS, sugerindo maior comprometimento da função ventricular. Esse achado pode estar relacionado a um pior prognóstico com evolução precoce para insuficiência cardíaca. Estudos prospectivos são necessários para confirmar essa hipótese.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Cardiomyopathy, Hypertrophic/physiopathology , Ventricular Function, Left/physiology , Ventricular Dysfunction, Left/physiopathology , Hypertension/physiopathology , Prognosis , Reference Values , Stroke Volume/physiology , Cardiomyopathy, Hypertrophic/diagnostic imaging , Echocardiography , Cross-Sectional Studies , Retrospective Studies , Ventricular Dysfunction, Left/diagnostic imaging , Statistics, Nonparametric
10.
Arq. bras. cardiol ; 113(2): 207-215, Aug. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1019395

ABSTRACT

Abstract Background: Myocardial performance index (MPI), demonstrates both systolic and diastolic functions of the left ventricle. Presystolic wave (PSW) is frequently detected on Doppler examination of the left ventricular outflow tract and possible mechanism of PSW is impaired LV compliance and left ventricular stiffness. Objective: To investigate the relationship between PSW and MPI in type 2 diabetic patients. Method: A total of 129 type 2 diabetic patients were included in this study. Patients were divided into two groups according to the presence of PSW on Doppler echocardiography. There were 90 patients (38 male, mean age 57.77 ± 10.91 years) in the PSW-positive group and 39 patients (13 male; mean age: 55.31 ± 11.29 years) in the PSW-negative group. The p values of < 0.05 were considered statistically significant. Results: MPI was higher in PSW- positive group (0.63 ± 0.17vs 0.52 ± 0.13, p < 0.001). In addition, subclinical left ventricle dysfunction (LVD) was higher in the PSW- positive group (p = 0.029). Univariate analysis showed that the presence of PSW associated with abnormal MPI (p = 0.031). Pearson correlation analysis showed that PSW velocity correlated with MPI (r: 0.286, p = 0.006). Conclusion: Presence of the PSW on Doppler examination was associated with subclinical LV dysfunction in patients with DM type 2. This easy-to-perform echocardiographic parameter may be related to subclinical LVD among patients with type 2 DM.


Resumo Fundamento: O índice de performance miocárdica (IPM) avalia as funções sistólica e diastólica do ventrículo esquerdo. A onda pressistólica (OPS) é geralmente detectada no exame Doppler da via de saída do ventrículo esquerdo e seus possíveis mecanismos são complacência prejudicada e rigidez do ventrículo esquerdo. Objetivo: Investigar a relação entre OPS e IPM em pacientes com diabetes tipo 2. Método: 129 pacientes com diabetes tipo 2 foram incluídos no estudo. Os sujeitos foram alocados em dois grupos, com base na presença de OPS no exame ecocardiográfico com Doppler. Foram incluídos 90 pacientes (38 homens, idade média 57,77 ± 10,91 anos) no grupo OPS-positiva e 39 pacientes (13 homens; idade média 55,31 ± 11,29 anos) no grupo OPS-negativa. Valor de p < 0,05 foi considerado para significância estatística. Resultados: O IPM foi mais alto no grupo OPS-positiva (0,63 ± 0,17 vs 0,52 ± 0,13, p < 0,001). Além disso, a disfunção ventricular esquerda subclínica (DVE) foi maior no grupo OPS-positiva (p = 0,029). Análise univariada mostrou associação de OPS com IPM anormal (p = 0,031), assim como o coeficiente de correlação de Pearson mostrou correlação entre velocidade de OPS e IPM (r: 0,286, p = 0,006). Conclusão: Presença de OPS na ecocardiografia com Doppler foi associada à DVE subclínica em pacientes com diabetes tipo 2. Esse exame ecocardiográfico de fácil execução pode ser relacionado à DVE subclínica entre pacientes com diabetes tipo 2.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Echocardiography, Doppler/methods , Ventricular Dysfunction, Left/physiopathology , Ventricular Dysfunction, Left/diagnostic imaging , Diabetes Mellitus, Type 2/physiopathology , Reference Values , Stroke Volume/physiology , Body Mass Index , Cross-Sectional Studies , Risk Factors , Ventricular Function, Left/physiology , Statistics, Nonparametric , Heart/physiopathology , Heart/diagnostic imaging
11.
Arq. bras. cardiol ; 112(3): 304-308, Mar. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1038536

ABSTRACT

Abstract The effect of third and second-generation type of beta-blocker on substrate oxidation especially during high-intensity exercises are scarce. The objective of the study is to explore differences of beta-blocker regimens (vasodilating vs. non-vasodilating beta-blockers) for substrate oxidation during in high-intensity intermittent exercise (HIIE) in chronic heart failure and reduced ejection fraction (HFrEF). Eighteen CHF males (58.8 ± 9 years), 8 under use of β1 specific beta-blockers+alfa 1-blocker and 10 using β1 non-specific beta-blockers, were randomly assigned to 4 different HIIE, in a cross-over design. The 4 protocols were: 30 seconds (A and B) or 90 seconds (C and D) at 100% peak power output, with passive (A and C) or active recovery (50% of PPO; B and D). Energy expenditure (EE; kcal/min), quantitative carbohydrate (CHO) and lipid oxidation (g/min) and qualitative (%) contribution were calculated. Two-way ANOVA and Bonferroni post-hoc test were used (p-value ≤ 0.05) to compare CHO and lipid oxidation at rest and at 10min. Total exercise time or EE did not show differences for beta-blocker use. The type of beta-blocker use showed impact in CHO (%) and lipid (g/min and %) for rest and 10 min, but absolute contribution of CHO (g/min) was different just at 10min (Interaction p = 0.029). Higher CHO oxidation was found in vasodilating beta-blockers when comparing to non-vasodilating. According to our pilot data, there is an effect of beta-blocker type on substrate oxidation during HIIE, but no influence on EE or exercise total time in HFrEF patients.


Resumo Os dados sobre efeito do tipo de betabloqueador de terceira e segunda geração na oxidação do substrato, especialmente durante exercícios de alta intensidade, são escassos. O objetivo do estudo é explorar as diferenças de tratamentos com betabloqueadores (betabloqueadores vasodilatadores vs. não-vasodilatadores) na oxidação de substratos durante exercícios intermitentes de alta intensidade (HIIE) na insuficiência cardíaca crônica e fração de ejeção do ventrículo esquerdo reduzida (ICFEr). Dezoito pacientes do sexo masculino com ICC (58,8 ± 9 anos), 8 em uso de betabloqueadores β1 específicos + bloqueador α-1 e 10 utilizando betabloqueadores β1 não-específicos, foram aleatoriamente designados para 4 diferentes HIIE, em um desenho cruzado. Os 4 protocolos foram: 30 segundos (A e B) ou 90 segundos (C e D) a 100% da potência de pico de saída (PPO), com recuperação passiva (A e C) ou ativa (50% de PPO; B e D). O gasto energético (GE; kcal/min), a ingestão de carboidratos quantitativos (CHO) e oxidação lipídica (g/min) e qualitativa (%) foram calculados. Anova de dois fatores e teste post-hoc de Bonferroni foram usados (p-valor ≤ 0,05) para comparar a oxidação de CHO e lipídios em repouso e aos 10 minutos. O tempo total de exercício ou GE não mostraram diferenças de acordo com o uso de betabloqueadores. O tipo de betabloqueador mostrou impacto em CHO (%) e lípides (g/min e %) para repouso e aos 10 min, mas a contribuição absoluta de CHO (g/min) foi diferente apenas aos 10 minutos (Interação p = 0,029). Foram encontradas maiores oxidações de CHO com betabloqueadores vasodilatadores quando comparados com os não-vasodilatadores. De acordo com nossos dados piloto, há um efeito do tipo do betabloqueador na oxidação do substrato durante o HIIE, mas nenhuma influência no GE ou no tempo total de exercício nos pacientes com ICFEr.


Subject(s)
Humans , Male , Middle Aged , Aged , Exercise/physiology , Adrenergic beta-Agonists/pharmacology , Energy Metabolism/drug effects , Carbohydrate Metabolism/physiology , High-Intensity Interval Training/methods , Heart Failure/physiopathology , Ventricular Function, Left/physiology , Adrenergic beta-Agonists/metabolism , Cross-Over Studies , Lipid Metabolism/physiology , Heart Failure/metabolism
12.
Arq. bras. cardiol ; 112(2): 121-128, Feb. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-983822

ABSTRACT

Abstract Background: Obesity is associated with an increased risk of type 2 diabetes mellitus (DM), ischemic heart disease (IHD) and cardiovascular mortality. Several studies have demonstrated the diagnostic and prognostic value of single photon computed tomography-myocardial perfusion scintigraphy (SPECT-MPI) in the evaluation of patients with suspected IHD, including in obese population. Data on clinical risk factors and their association with abnormal myocardial perfusion in obese patients are scarce in the Brazilian population. Objective: To determine the factors associated with abnormal myocardial perfusion in obese individuals without known IHD. Methods: We studied obese patients without known IHD who were referred for evaluation through SPECT-MPI between January 2011 and December 2016. Clinical variables and results of SPECT-MPI were obtained systematically. The distribution of continuous variables was assessed using the Shapiro-Wilk and Shapiro-Francia tests. We used the unpaired Student t test to compare the means of continuous variables with normal distribution and the Chi Square test for binomial variables analysis. A p value < 0.05 was considered statistically significant. The association of the clinical variables for the presence of factors associated with abnormal myocardial perfusion was determined by univariate and multivariate logistic regression analysis, and respective odds ratios (OR) and 95% confidence intervals (CI). Results: The study sample consisted of 5,526 obese patients. Mean body mass index (BMI) of our patients was 33.9 ± 3.7 kg/m2, 31% had DM, and myocardial perfusion abnormalities was observed in 23% of the total sample. The factors associated with abnormal myocardial perfusion on multivariate analysis were: age (OR: 1.02, 95% CI 1.01-1.03, p < 0.001), DM (OR: 1.57, 95% CI 1.31-1.88, p < 0.001), typical angina before the test (OR: 2.45, 95% CI: 1.82-3.31, p < 0.001), need for pharmacologic stress test (OR: 1.61, 95% CI: 1.26-2.07, p < 0.001), less physical effort evaluated in metabolic equivalents (METs) during the exercise treadmill test (OR: 0.89, 95% CI: 0.85-0.94, p < 0.001) and a lower post-stress left ventricular ejection fraction after stress (LVEF; OR: 0.989, 95% CI: 0.984-0.994, p < 0.001). Conclusion: The factors associated with abnormal myocardial perfusion in obese patients without known IHD were age, DM, presence of typical angina, ventricular dysfunction, and inability to undergo physical stress as clinical variables, in addition to functional capacity during physical stress.


Resumo Fundamento: A obesidade associa-se a um risco aumentado de diabetes mellitus do tipo 2 (DM), doença cardíaca isquêmica (DCI) e mortalidade cardiovascular. Vários estudos demonstraram o valor diagnóstico e prognóstico da cintilografia de perfusão miocárdica com tomografia computadorizada por fóton único (CPM-SPECT) na avaliação de pacientes com suspeita de DCI, inclusive na população de obesos. Dados sobre fatores de risco clínicos, e sua associação com perfusão miocárdica anormal em obesos, são escassos na população brasileira. Objetivo: Determinar quais são os fatores associados à anormalidade de perfusão miocárdica em obesos sem DCI conhecida. Métodos: Estudamos pacientes obesos sem DCI conhecida que foram encaminhados para avaliação por CPM-SPECT entre janeiro de 2011 até dezembro de 2016. Variáveis clínicas e resultados da CPM-SPECT foram obtidos de forma sistematizada. A distribuição das variáveis contínuas foi avaliada utilizando-se os testes de Shapiro-Wilk e Shapiro-Francia. Utilizou-se o teste t de Student não pareado para comparar as médias das variáveis contínuas com distribuição normal, e o teste do Chi quadrado para análise das variáveis binomiais. Considerou-se o valor de p < 0,05 como estatisticamente significativo. A associação das variáveis clínicas para a presença de anormalidade de perfusão miocárdica foi determinada por análise de regressão logística univariada e multivariada, calculando-se e apresentando-se os respectivos odds ratios (OR) e intervalos de confiança (IC) de 95. Resultados: A amostra do estudo foi de 5.526 pacientes obesos. O índice de massa corporal médio dos nossos pacientes foi de 33,9 ± 3,7 kg/m2, 31% eram portadores de DM, e anormalidades de perfusão foram observadas em 23% do total da amostra. Os fatores associados à anormalidade de perfusão miocárdica, após análise multivariada, foram: idade (OR: 1,02, IC 95%: 1,01-1,03, p < 0,001), DM (OR: 1,57, IC 95%: 1,31-1,88, p < 0,001), presença de angina típica antes do exame (OR: 2,45, IC 95%: 1,82-3,31, p < 0,001), necessidade de utilização de protocolo com estresse farmacológico (OR: 1,61, IC 95%: 1,26-2,07, p < 0,001), menor esforço físico avaliado em equivalentes metabólicos durante o teste ergométrico (OR: 0,89, IC 95%: 0,85-0,94, p < 0,001) e menor fração de ejeção do ventrículo esquerdo após estresse (OR: 0,989, IC 95%: 0,984-0,994, p < 0,001). Conclusão: Os fatores associados à anormalidade de perfusão miocárdica em pacientes obesos sem DCI conhecida foram idade, DM, presença de angina típica, disfunção ventricular e incapacidade para o estresse físico como variáveis clínicas, além da capacidade funcional durante o estresse físico.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Myocardial Ischemia/physiopathology , Heart/physiology , Myocardium , Obesity/physiopathology , Reference Values , Stroke Volume/physiology , Body Mass Index , Logistic Models , Sex Factors , Predictive Value of Tests , Prospective Studies , Risk Factors , Ventricular Function, Left/physiology , Statistics, Nonparametric , Risk Assessment/methods , Myocardial Perfusion Imaging/methods , Single Photon Emission Computed Tomography Computed Tomography/methods , Heart/diagnostic imaging
13.
Arq. bras. cardiol ; 111(3): 419-422, Sept. 2018. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1038531

ABSTRACT

Abstract Heart failure predisposes to an increased risk of silent cerebral infarction, and data related to left ventricular ejection fraction are still limited. Our objective was to describe the clinical and echocardiographic characteristics and factors associated with silent cerebral infarction in patients with heart failure, according to the left ventricular ejection fraction groups. A prospective cohort was performed at a referral hospital in Cardiology between December 2015 and July 2017. The left ventricular ejection fraction groups were: reduced (≤ 40%), mid-range (41-49%) and preserved (≥ 50%). All patients underwent cranial tomography, transthoracic and transesophageal echocardiography. Seventy-five patients were studied. Silent cerebral infarction was observed in 14.7% of the study population (45.5% lacunar and 54.5% territorial) and was more frequent in patients in the reduced left ventricular ejection fraction group (29%) compared with the mid-range one (15.4%, p = 0.005). There were no cases of silent cerebral infarction in the group of preserved left ventricular ejection fraction. In the univariate analysis, an association was identified between silent cerebral infarction and reduced (OR = 8.59; 95%CI: 1.71 - 43.27; p = 0.009) and preserved (OR = 0.05; 95%CI: 0.003-0.817, p = 0.003) left ventricular ejection fraction and diabetes mellitus (OR = 4.28, 95%CI: 1.14-16.15, p = 0.031). In patients with heart failure and without a clinical diagnosis of stroke, reduced and mid-range left ventricular ejection fractions contributed to the occurrence of territorial and lacunar silent cerebral infarction, respectively. The lower the left ventricular ejection fraction, the higher the prevalence of silent cerebral infarction.


Resumo A insuficiência cardíaca predispõe a um risco aumentado de infarto cerebral silencioso, e dados relacionados com a fração de ejeção do ventrículo esquerdo ainda são limitados. Nosso objetivo foi descrever as características clínicas e ecocardiográficas, e os fatores associados com infarto cerebral silencioso, em pacientes com insuficiência cardíaca, de acordo com os grupos de fração de ejeção do ventrículo esquerdo. Realizou-se uma coorte prospectiva, em um hospital referência em Cardiologia, entre dezembro de 2015 e julho de 2017. Os grupos da fração de ejeção do ventrículo esquerdo foram: reduzida (≤ 40%), intermediária (41-49%) e preservada (≥ 50%). Todos os pacientes realizaram tomografia de crânio, ecocardiograma transtorácico e transesofágico. Foram estudados 75 pacientes. Infarto cerebral silencioso foi observado em 14,7% da população do estudo (45,5% lacunar e 54,5% territorial), tendo sido mais frequente nos pacientes do grupo de fração de ejeção do ventrículo esquerdo reduzida (29%) em comparação com a intermediária (15,4%; p = 0,005). Não ocorreram casos de infarto cerebral silencioso no grupo de fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada. Na análise univariada, identificou-se associação de infarto cerebral silencioso com fração de ejeção do ventrículo esquerdo reduzida (OR = 8,59; IC95% 1,71- 43,27; p = 0,009), preservada (OR = 0,05; IC95% 0,003-0,817; p = 0,003) e diabetes melito (OR = 4,28; IC95% 1,14-16,15; p = 0,031). Em pacientes com insuficiência cardíaca e sem diagnóstico clínico de acidente vascular cerebral, as frações de ejeção do ventrículo esquerdo reduzida e intermediária contribuíram para ocorrência de infarto cerebral silencioso territoriais e lacunares, respectivamente. Quanto menor foi a fração de ejeção do ventrículo esquerdo, maior a prevalência de infarto cerebral silencioso.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Stroke Volume/physiology , Cerebral Infarction/physiopathology , Heart Failure/physiopathology , Echocardiography , Tomography, X-Ray Computed , Cerebral Infarction/diagnostic imaging , Prospective Studies , Ventricular Function, Left/physiology , Statistics, Nonparametric , Diabetes Mellitus/physiopathology , Asymptomatic Diseases , Heart Failure/diagnostic imaging
14.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 64(5): 448-453, May 2018. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-956468

ABSTRACT

SUMMARY BACKGROUND The Medical Control Program for Occupational Health establishes the required supplementary exams, according to the activity exercised by the worker and its inherent risks. The Regulatory Norm No. 35, recently deployed, stipulates that at-height workers must undergo electrocardiogram exams as an additional routine examination. OBJECTIVE To evaluate the electrocardiographic standard in at-height. METHODOLOGY A cross-sectional study, developed from May 2014 to January 2015 with male at-height workers. Anthropometric and clinical data were collected after the electrocardiogram (ECG). The workers included in the program were evaluated by an occupational medicine service of Serra Gaúcha, responsible for medical assessment and occupational tests. All workers were assessed by the researcher. RESULTS A total of 561 at-height workers participated in the study. The average age was 35.9 ± 12.2 years. A total of 176 (31%) presented electrocardiographic changes in the analysis of the resting ECG. Regarding the amendments in the resting ECG, 15.7% were attributed to changes in ventricular repolarization, 8% as blocks conductions, and 5.8% as left ventricular overload. Demographic variables were not associated with changes in the electrocardiographic tracing CONCLUSION This study demonstrated the electrocardiographic alterations and the profile of at-height workers. These findings can help determine prevention strategies and provide warnings of possible future harms to the health of these workers.


RESUMO FUNDAMENTO O Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional estabelece a realização de exames complementares de acordo com a atividade exercida pelo trabalhador e os riscos a ela inerentes. A Norma Regulamentadora n0 35, implantada recentemente, estabelece que trabalhadores que exercem funções em altura realizem o eletrocardiograma como um exame complementar de rotina. OBJETIVO Avaliar o padrão eletrocardiográfico dos trabalhadores em altura por meio da realização do ECG de repouso. MÉTODOS Estudo transversal, desenvolvido de maio de 2014 a janeiro de 2015 com trabalhadores masculinos que exercem funções em altura. Foram coletados dados clínicos e demográficos e, após, realizado o eletrocardiograma (ECG). Os trabalhadores incluídos eram vinculados a um serviço de medicina do trabalho da Serra Gaúcha, destinado à realização de avaliação médica e exames ocupacionais. Todos foram avaliados pela pesquisadora. RESULTADOS Participaram 561 trabalhadores em altura. A média de idade foi de 35,9±12,2 anos, e 176 (31%) apresentaram alterações eletrocardiográficas na análise dos ECG de repouso. Das alterações do ECG de repouso, 15,7% foram atribuídas a alterações da repolarização ventricular; 8% como bloqueios de condução e 5,8% como sobrecarga de ventrículo esquerdo. As variáveis demográficas não estavam associadas com alterações no traçado eletrocardiográfico. CONCLUSÃO Este estudo verificou que a prevalência de sobrecarga de ventrículo esquerdo e alteração da repolarização ventricular, nos trabalhadores em altura, é maior quando comparada a estudos populacionais brasileiros. A associação de fatores de risco e alterações eletrocardiográficas em indivíduos difere de populações específicas.


Subject(s)
Humans , Male , Adult , Cardiovascular Diseases/diagnostic imaging , Occupational Health/statistics & numerical data , Workplace , Electrocardiography , Task Performance and Analysis , Brazil/epidemiology , Cardiovascular Diseases/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Risk Factors , Ventricular Function, Left/physiology , Middle Aged
15.
Arq. bras. cardiol ; 110(4): 383-387, Apr. 2018. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1038530

ABSTRACT

Abstract The study of myocardial contractility, based on the new anatomical concepts that govern cardiac mechanics, represents a promising strategy of analysis of myocardial adaptations related to physical training in the context of post-infarction. We investigated the influence of aerobic training on physical capacity and on the evaluation parameters of left ventricular contraction mechanics in patients with myocardial infarction. Thirty-one patients (55.1 ± 8.9 years) who had myocardial infarction in the anterior wall were prospectively investigated in three groups: interval training group (ITG) (n = 10), moderate training group (MTG) n = 10) and control group (CG) (n = 10). Before and after 12 weeks of clinical follow-up, patients underwent cardiopulmonary exercise testing and cardiac magnetic resonance imaging. The trained groups performed supervised aerobic training on treadmill, in two different intensities. A statistically significant increase in peak oxygen uptake (VO2) was observed in the ITG (19.2 ± 5.1 at 21.9 ± 5.6 ml/kg/min, p < 0.01) and in the MTG 18.8 ± 3.7 to 21.6 ± 4.5 ml/kg/min, p < 0.01). The GC did not present a statistically significant change in peak VO2. A statistically significant increase in radial strain (STRAD) was observed in the CG: basal STRAD (57.4 ± 16.6 to 84.1 ± 30.9%, p < 0.05), medial STRAD (57.8 ± 27, 9 to 74.3 ± 36.1%, p < 0.05) and apical STRAD (38.2 ± 26.0 to 52.4 ± 29.8%, p < 0.01). The trained groups did not present a statistically significant change of the radial strain. The present study points to a potential clinical application of the parameters of ventricular contraction mechanics analysis, especially radial strain, to discriminate post-infarction myocardial adaptations between patients submitted or not to aerobic training programs.


Resumo O estudo da contratilidade miocárdica, baseado nos novos conceitos anatômicos que regem a mecânica cardíaca, representa uma estratégia promissora de análise das adaptações do miocárdio relacionadas ao treinamento físico no contexto do pós-infarto. Nós investigamos a influência do treinamento aeróbico na capacidade física e nos parâmetros de avaliação da mecânica de contração do ventrículo esquerdo em pacientes com infarto do miocárdio. Foram prospectivamente investigados 30 pacientes, 55,1 ± 8,9 anos, acometidos por infarto do miocárdio de parede anterior, aleatorizados em três grupos: grupo treinamento intervalado (GTI) (n = 10), grupo treinamento moderado (GTM) (n=10) e grupo controle (GC) (n = 10). Antes e após as 12 semanas de seguimento clínico, os pacientes realizaram teste cardiopulmonar de exercício e ressonância magnética cardíaca. Os grupos treinados realizaram treinamento aeróbico supervisionado, em esteira ergométrica, aplicando-se duas intensidades distintas. Observou-se aumento estatisticamente significante do consumo de oxigênio (VO2) pico no GTI (19,2 ± 5,1 para 21,9 ± 5,6 ml/kg/min, p < 0,01) e no GTM (18,8 ± 3,7 para 21,6 ± 4,5 ml/kg/min, p < 0,01). O GC não apresentou mudança estatisticamente significante no VO2 pico. Houve aumento estatisticamente significante do strain radial (STRAD) somente no GC: STRAD basal (57,4 ± 16,6 para 84,1 ± 30,9%, p < 0,05), STRAD medial (57,8 ± 27,9 para 74,3 ± 36,1%, p < 0,05) e STRAD apical (38,2 ± 26,0 para 52,4 ± 29,8%, p < 0,01). Os grupos treinados não apresentaram mudança estatisticamente significante do strain radial. Os achados do presente estudo apontam para uma potencial aplicação clínica dos parâmetros de análise da mecânica de contração ventricular, notadamente do strain radial, em discriminar adaptações do miocárdio pós-infarto entre pacientes submetidos ou não a programas de treinamento aeróbico.


Subject(s)
Humans , Middle Aged , Exercise/physiology , Ventricular Function, Left/physiology , Exercise Therapy/methods , Myocardial Contraction/physiology , Myocardial Infarction/physiopathology , Myocardial Infarction/rehabilitation , Oxygen Consumption/physiology , Time Factors , Blood Pressure/physiology , Pilot Projects , Prospective Studies , Reproducibility of Results , Treatment Outcome , Statistics, Nonparametric , Exercise Test/methods , Heart Rate/physiology , Heart Ventricles/physiopathology
16.
Arq. bras. cardiol ; 110(4): 373-380, Apr. 2018. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-888046

ABSTRACT

Abstract Background: Physical exercise should be part of the treatment of post-acute myocardial infarction (AMI) patients. Objective: To evaluate the effects of two training prescription models (continuous x interval) and its impact on ventricular function in rats after AMI with normal ventricular function. Methods: Forty Wistar rats were evaluated by echocardiography 21 days after the AMI. Those with LVEF = 50% (n = 29) were included in the study and randomized to control group (CG n = 10), continuous training group (CTG n = 9) or interval training group (ITG, n = 10). Then, a swimming test with control of lactate production was performed. Based on its result, the lactate threshold (LT) was established to define the training intensities. After six weeks, the animals were reassessed by echocardiography and lactate production. Outcome measures were end-diastolic diameter (EDD), end-systolic diameter (ESD), left ventricular ejection fraction (LVEF, %) lactate at rest, lactate without overload, and lactate with 12g and 13.5g of additional load. Group comparisons of quantitative variables of the study were performed by one-factor analysis of variance (ANOVA). The Newman-Keuls test was used for multiple comparisons of the groups. Within-group comparisons of dependent variables between the two training protocols were performed by Student's t-test. Normality of the variables was tested by the Shapiro-Wilks test. Values of p < 0.05 indicated statistical significance. Results: EDD, ESD, and LVEF before and after the training period were similar in within-group comparisons. However, EDD was significantly different (p=0.008) in the CG. Significant differences were found for L12g (p=0.002) and L13.5g (p = 0.032) in the ITG, and for L12g (p = 0.014) in the CG. No differences were found in the echocardiographic parameters between the groups. Significant differences were found in lactate without overload (p = 0.016) and L12 (p = 0.031) in the second assessment compared with the first, and between the groups - ITG vs. CG (p = 0.019) and CTG vs. CG (p = 0.035). Conclusion: Both methods produced a training effect without altering ventricular function.


Resumo Fundamento: O exercício físico deve fazer parte do tratamento de pacientes pós-infarto agudo do miocárdio (IAM). Objetivo: Avaliar os efeitos de treinamento produzidos por dois modelos distintos (contínuo x intervalado) e sua repercussão sobre a função ventricular de ratos pós-IAM com função ventricular normal. Métodos: Quarenta ratos Wistar pós-IAM foram avaliados ecocardiograficamente 21 dias após o evento. Aqueles com FEVE = 50% (n = 29) foram incluídos e randomizados: controle (GC n = 10), treinamento contínuo (GTC n = 9) e treinamento intervalado (GTI n = 10). Após, foi realizado um teste de natação com controle de lactato. A partir do resultado foi definido o limiar de lactato (LL) para determinar as intensidades do treinamento. Após seis semanas, foram reavaliados com ecocardiografia e controle de lactato. Como desfecho, foram avaliados: diâmetros diastólico e sistólico final (DDF, DSF, mL), fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE, %), lactato de repouso, livre de carga (LC), lactato com 12 g e 13,5 g de carga adicional. Para a comparação dos grupos em relação às variáveis quantitativas do estudo, foi considerado o modelo de análise da variância com um fator (ANOVA). Nas comparações múltiplas dos grupos foi usado o teste de Newman-Keuls. Na comparação entre as duas avaliações, dentro de cada grupo, foi usado o teste t de Student para amostras dependentes. A condição de normalidade das variáveis foi avaliada pelo teste de Shapiro-Wilks. Valores de p < 0,05 indicaram significância estatística. Resultados: Com relação à análise intragrupos, entre o período pré- e pós-treinamento foi identificado semelhança para DDF, DSF, FEVE, porém o GC apresentou diferença significativa para a variável DDF (p = 0,008). Houve diferença do GTI para L12g (p = 0,002) e L13,5g (p = 0,032) e para o GTC na variável L12g (p = 0,014). Não houve diferença para as variáveis ecocardiográficas entre os grupos. Houve diferença nas variáveis LC e L12g na segunda avaliação (p = 0,016 e p = 0,031, respectivamente) e entre os grupos: GTI vs. GC (p = 0,019) e GTC vs. GC (p = 0,035). Conclusão: Os dois métodos produziram efeito de treinamento sem alterar a função ventricular.


Subject(s)
Animals , Male , Physical Conditioning, Animal/methods , Ventricular Function, Left/physiology , High-Intensity Interval Training/methods , Myocardial Infarction/physiopathology , Reference Values , Stroke Volume/physiology , Swimming/physiology , Systole/physiology , Time Factors , Echocardiography , Random Allocation , Treatment Outcome , Rats, Wistar , Lactic Acid/blood , Diastole/physiology , Exercise Test/methods , Myocardial Infarction/diagnostic imaging
17.
Arq. bras. cardiol ; 110(3): 256-262, Mar. 2018. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-888032

ABSTRACT

Abstract Background: The lack of cardiac β1-adrenergic receptors (β1-AR) negatively affects the regulation of both cardiac inotropy and lusitropy, leading, in the long term, to heart failure (HF). Moderate-intensity aerobic exercise (MCAE) is recommended as an adjunctive therapy for patients with HF. Objective: We tested the effects of MCAE on the contractile properties of left ventricular (LV) myocytes from β1 adrenergic receptor knockout (β1ARKO) mice. Methods: Four- to five-month-old male wild type (WT) and β1ARKO mice were divided into groups: WT control (WTc) and trained (WTt); and β1ARKO control (β1ARKOc) and trained (β1ARKOt). Animals from trained groups were submitted to a MCAE regimen (60 min/day; 60% of maximal speed, 5 days/week) on a treadmill, for 8 weeks. P ≤ 0.05 was considered significant in all comparisons. Results: The β1ARKO and exercised mice exhibited a higher (p < 0.05) running capacity than WT and sedentary ones, respectively. The β1ARKO mice showed higher body (BW), heart (HW) and left ventricle (LVW) weights, as well as the HW/BW and LVW/BW than WT mice. However, the MCAE did not affect these parameters. Left ventricular myocytes from β1ARKO mice showed increased (p < 0.05) amplitude and velocities of contraction and relaxation than those from WT. In addition, MCAE increased (p < 0.05) amplitude and velocities of contraction and relaxation in β1ARKO mice. Conclusion: MCAE improves myocyte contractility in the left ventricle of β1ARKO mice. This is evidence to support the therapeutic value of this type of exercise training in the treatment of heart diseases involving β1-AR desensitization or reduction.


Resumo Fundamento: A falta de receptores β1-adrenérgicos (β1-AR) cardíacos afeta negativamente a regulação de inotropismo e lusitropismo cardíacos, levando, no longo prazo, a insuficiência cardíaca (IC). Recomenda-se exercício aeróbico contínuo de intensidade moderada (EACM) como adjuvante no tratamento de pacientes com IC. Objetivo: Testar os efeitos do EACM nas propriedades contráteis de miócitos do ventrículo esquerdo (VE) de camundongos com nocaute para o receptor β1-adrenérgico (β1ARKO). Método: Camundongos machos com 4 a 5 meses de idade, wild-type (WT) e β1ARKO foram divididos em grupos: WT controle (WTc) e treinado (WTt); e β1ARKO controle (β1ARKOc) e treinado (β1ARKOt). Os grupos treinados foram submetidos a regime de EACM (60 min/dia; 60% da velocidade máxima, 5 dias/semana) em esteira rolante, por 8 semanas. Adotou-se P ≤ 0,05 como nível de significância em todas as comparações. Resultados: Os animais β1ARKO (β1ARKOc + β1ARKOt) correram uma distância maior do que os animais WT (WTc + WTt) (p < 0,05). Os camundongos β1ARKO apresentaram maiores pesos corporal (PC), do coração (PCo) e do ventrículo esquerdo (PVE), assim como PCo/PC e PVE/PC do que os camundongos WT. Entretanto, o EACM não afetou tais parâmetros. Os miócitos do VE de camundongos β1ARKO apresentaram maiores (p < 0,05) amplitude e velocidades de contração e relaxamento do que os dos camundongos WT. Além disso, o EACM aumentou (p < 0,05) a amplitude e as velocidades de contração e relaxamento nos camundongos β1ARKO. Conclusão: O EACM melhora a contratilidade do miócito do VE de camundongos β1ARKO. Tal achado confirma o valor terapêutico desse tipo de treinamento físico para o tratamento de doenças cardíacas envolvendo dessensibilização ou redução de β1-AR.


Subject(s)
Animals , Male , Rats , Physical Conditioning, Animal/physiology , Physical Conditioning, Animal/methods , Ventricular Function, Left/physiology , Receptors, Adrenergic, beta-1/physiology , Myocytes, Cardiac/physiology , Myocardial Contraction/physiology , Time Factors , Reproducibility of Results , Mice, Knockout , Exercise Test/methods , Exercise Therapy/methods , Heart Failure/physiopathology
18.
Yonsei Medical Journal ; : 252-257, 2018.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-713096

ABSTRACT

PURPOSE: Coronary flow reserve (CFR) is recognized as an indicator of myocardial perfusion. The aim of this study was to assess the relationship between CFR in the non-infarcted myocardium and the incidence of major adverse cardiac events (MACEs). MATERIALS AND METHODS: 100 consecutive patients with acute myocardial infarction (AMI) undergoing percutaneous coronary intervention (PCI) were enrolled in the present study, and divided into MACE and non-MACE groups according to the incidence of 12-month MACEs. Left ventricular function and CFR were analyzed using two-dimensional echocardiography and myocardial contrast echocardiography at one week after PCI. Cardiac troponin I levels were assayed to estimate peak concentrations thereof. RESULTS: The MACE group was associated with lower CFR, compared to the non-MACE group (2.41 vs. 2.77, p < 0.001). In the multivariable model, CFR in the non-infarcted myocardium was an independent predictor of 12-month MACE (hazard ratio: 0.093, 95% confidence interval: 0.020–0.426, p=0.002) after adjustment for baseline demographic and clinical characteristics. CONCLUSION: CFR in the non-infarcted myocardium is a useful marker for predicting 12-month MACEs in patients with AMI undergoing primary PCI.


Subject(s)
Aged , Coronary Circulation/physiology , Echocardiography , Female , Fractional Flow Reserve, Myocardial , Humans , Male , Middle Aged , Myocardial Infarction/diagnostic imaging , Myocardial Perfusion Imaging , Myocardium/pathology , Percutaneous Coronary Intervention , Proportional Hazards Models , Treatment Outcome , Ventricular Function, Left/physiology
19.
Yonsei Medical Journal ; : 265-272, 2018.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-713094

ABSTRACT

PURPOSE: Impaired left ventricular (LV) global longitudinal strain (GLS) and the presence of microalbuminuria indicate early cardiac and renal dysfunction. We aimed to determine the relationships among 24-h ambulatory blood pressure (BP) variables, LV GLS, and urine albumin creatinine ratio (UACR) in hypertensive patients. MATERIALS AND METHODS: A total of 130 hypertensive patients (mean age 53 years; 59 men) underwent 24-h ambulatory BP monitoring, measurements of peripheral and central BPs, and transthoracic echocardiography. Patients with apparent LV systolic dysfunction (LV ejection fraction < 50%) or chronic kidney disease were not included. LV GLS was calculated using two-dimensional speckle tracking, and UACR was analyzed from spot urine samples. RESULTS: In simple correlation analysis, LV GLS showed the most significant correlation with mean daytime diastolic BP (DBP) (r=0.427, p < 0.001) among the various BP variables analyzed. UACR revealed a significant correlation only with night-time mean systolic BP (SBP) (r=0.253, p=0.019). In multiple regression analysis, daytime mean DBP and night-time mean SBP were independent determinants for LV GLS (β=0.35, p=0.028) and log UACR (β=0.49, p=0.007), respectively, after controlling for confounding factors. Daytime mean DBP showed better diagnostic performance for impaired LV GLS than did peripheral or central DBPs, which were not diagnostic. Night-time mean SBP showed satisfactory diagnostic performance for microalbuminuria. CONCLUSION: There are different associations for daytime and night-time BP with early cardiac and renal dysfunction. Ambulatory BP monitoring provides more relevant BP parameters than do peripheral or central BPs regarding early cardiac and renal dysfunction in hypertensive patients.


Subject(s)
Blood Pressure/physiology , Blood Pressure Monitoring, Ambulatory , Echocardiography , Female , Heart/physiopathology , Humans , Hypertension/diagnostic imaging , Kidney/physiopathology , Kidney Function Tests , Male , Middle Aged , Regression Analysis , Systole/physiology , Ventricular Dysfunction, Left/physiopathology , Ventricular Function, Left/physiology
SELECTION OF CITATIONS
SEARCH DETAIL