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1.
Fisioter. Bras ; 23(1): 37-50, Fev 11, 2022.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1358398

ABSTRACT

Introdução: As doenças crônicas são condições complexas de saúde associadas a sintomas variados, que aumentam a propensão a exacerbações, redução da capacidade funcional e piora da qualidade de vida (QV). Assim, restabelecer a capacidade funcional pode ser um importante alvo terapêutico, reduzindo a morbidade e a mortalidade. Para tal, torna-se necessária a monitorização dessa importante variável. Objetivo: Investigar a capacidade funcional de indivíduos com doenças crônicas. Métodos: Estudo transversal de amostra por conveniência com indivíduos adultos com doenças crônicas, o qual analisou o nível de capacidade funcional utilizando o Teste de Caminhada de 6 Minutos (TC6M) e o teste de sentar e levantar. A capacidade cardiorrespiratória por meio do questionário Duke Activity Status Index (DASI) e dispneia pelo Medical Research Council (MRC). Para avaliar o impacto da doença na vida do indivíduo, foi analisada a qualidade de vida (QV) pelo Questionário do Hospital Saint George na Doença Respiratória (SGRQ), o Questionário STOP-BANG para a detecção do risco de Síndrome Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) e para a avaliação da Sonolência Excessiva Diurna (SES) foi utilizado o questionário de Epworth. Os dados foram analisados no programa estatístico SigmaPlot versão 11.0 (Systat Software). Resultados: Foram estudados 77 indivíduos com doenças crônicas, sendo o principal diagnóstico a DPOC. A maior parte apresentou dispneia grau 2, aproximadamente 39% Sonolência Diurna e, aproximadamente, 25% alto risco de SAOS. A QV foi reduzida em todos os domínios, principalmente no domínio que analisou o impacto da doença na vida. A capacidade cardiorrespiratória foi baixa. A distância percorrida média no TC6m correspondeu a 72,72% do valor predito, demonstrando baixa capacidade funcional. Conclusão: Os indivíduos, com doenças crônicas, estudados apresentaram condições de saúde comprometidas de maneira multidimensional, com redução da capacidade funcional. Houve redução da qualidade de vida e da qualidade de sono, com a presença de distúrbio do sono em uma parcela significativa, além da presença de uma variedade de condições que repercutiram negativamente na sua vida. (AU)


Subject(s)
Quality of Life , Respiratory Tract Diseases , Sleep Apnea, Obstructive , Monitoring , Dyspnea , Walk Test , Disorders of Excessive Somnolence
2.
Fisioter. Bras ; 23(1): 73-79, Fev 11, 2022.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1358411

ABSTRACT

Introdução: A anemia aplásica (AA) é uma condição clínica considerada rara que se desenvolve a partir da disfunção hematopoiética da medula óssea. O tratamento indicado é o transplante de células tronco hematopoiéticas (TCHP). Objetivo: Descrever o caso clínico e as estratégias utilizadas pela fisioterapia durante o processo de reabilitação física. Métodos: Trata-se de estudo de caso, realizado com paciente do sexo feminino, 34 anos de idade e diagnóstico de AA severa. Após avaliação clínica foi indicado o TCHP alogênico de um doador aparentado que apresentou compatibilidade histo-imunológica. O tempo total de internação hospitalar foi de 35 dias. Os objetivos da reabilitação física foram o de manter a ventilação pulmonar, prevenir o acúmulo de secreção, minimizar a progressão da fadiga, perda de força e resistência muscular. Resultados: A estratégia utilizada para contornar a extrema fragilidade hematológica e as implicações clínicas decorrentes evitou perda expressiva no desempenho no teste de caminhada de seis minutos (-10%) ao final da internação. Conclusão: Foi um verdadeiro desafio a implementação da reabilitação física durante o TCHP para o tratamento da AA, mas a estratégia adotada demonstrou-se segura, bem tolerada e suficiente para evitar maiores prejuízos no estado funcional. (AU)


Subject(s)
Female , Adult , Therapeutics , Bone Marrow , Physical Therapy Modalities , Health Strategies , Cell Transplantation , Fatigue , Walk Test , Frailty , Anemia, Aplastic
3.
Arq. bras. cardiol ; 118(2): 411-419, 2022. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1364315

ABSTRACT

Resumo Fundamento Apesar de avanços em técnicas cirúrgicas e cuidados pós-operatórios em cardiopatia congênita, a morbidade cardiovascular permanece elevada. Objetivo Avaliar a associação do condicionamento pré-operatório de crianças e adolescentes com cardiopatias, mensurado por teste de caminhada de 6-minutos (TC6M) e variabilidade da frequência cardíaca (VFC), com a ocorrência de choque cardiogênico, séptico e morte no período pós-operatório. Métodos Estudo clínico prospectivo e observacional de 81 pacientes de 8 a 18 anos. No período pré-operatório foram realizados o TC6M (distância caminhada e SpO2) e a VFC. O escore de risco ajustado para cirurgia de cardiopatia congênita ( RACHS-1 ) foi aplicado para predizer o fator de risco cirúrgico para mortalidade. A ocorrência de pelo menos uma das complicações citadas foi considerada como evento combinado. Valores de p<0,05 foram considerados significantes. Resultados Dos 81 pacientes, 59% eram do sexo masculino, com idade média de 12 anos; 33% eram cianóticos; e 72% já tinham realizado cirurgias prévias. O choque cardiogênico foi a complicação mais comum, e 31% apresentaram evento combinado. Cirurgia prévia, tipo de cardiopatia atual, RACHS-1 , SpO2 em repouso, durante e após recuperação do TC6M foram selecionados para o estudo multivariado. A SpO2 após o TC6M permaneceu como fator de risco independente para aumentar a ocorrência de evento combinado no pós-operatório (OR: 0,93, IC95% [0,88 - 0,99], p=0,02). Conclusão O SpO2 após o TC6M no período pré-operatório foi o fator independente preditor de prognóstico no pós-operatório em crianças e adolescentes submetidos à correção cirúrgica; a distância caminhada e as variáveis da VFC não tiveram a mesma associação.


Abstract Background Despite advances in surgical technique and postoperative care in congenital heart disease, cardiovascular morbidity is still high. Objective To evaluate the association between preoperative cardiovascular fitness of children and adolescents, measured by the 6-minute walk test (6MWT) and Heart Rate Variability (HRV), and the occurrence of cardiogenic, septic shock and death in the postoperative period. Methods Prospective, observational clinic study including 81 patients aged from 8 to 18 years. In the preoperative period, the 6MWT (distance walked and SpO2) and HRV were performed. The adjusted risk score for surgeries for congenital heart disease (RACHS-1) was applied to predict the surgical risk factor for mortality. The occurrence of at least one of the listed complications was considered as a combined event. P values < 0.05 were considered as significant. Results Of the patients, 59% were male, with mean age of 12 years; 33% were cyanotic; and 72% had undergone previous cardiac surgery. Cardiogenic shock was the most common complication, and 31% had a combined event. Prior to surgery, type of current heart disease, RACHS-1, SpO2at rest, during the 6MWT and recovery were selected for the multivariate analysis. The SpO2at recovery by the 6MWT remained as an independent risk factor (OR 0.93, 95%CI [0.88 - 0.99], p=0.02) for the increasing occurrence of combined events. Conclusion SpO2after the application of the 6MWT in the preoperative period was an independent predictor of prognosis in children and adolescents undergoing surgical correction; the walked distance and the HRV did not present this association.


Subject(s)
Humans , Male , Child , Adolescent , Walking/physiology , Exercise Test , Postoperative Period , Prospective Studies , Walk Test
4.
Fisioter. Bras ; 22(5): 649-666, Nov 11, 2021.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1353478

ABSTRACT

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) pode gerar diminuição do nível de atividade física, força muscular e capacidade aeróbica e com isso levar à redução da velocidade e à qualidade da marcha. O presente estudo teve como objetivo investigar os efeitos que exercícios aeróbios associados ao fortalecimento de membros inferiores podem ter sobre o equilíbrio e a funcionalidade da marcha em indivíduos que sofreram AVC. Foram avaliados indivíduos submetidos a um protocolo de condicionamento físico na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Foram observadas mudanças em todas as variáveis analisadas (Teste de caminhada de 6 minutos, Teste de caminhada de 10 metros, Timed Up and Go e Mini BEST-test) após o término do protocolo e 3 meses de follow-up. A melhora encontrada no mini BEST-test foi estatisticamente significante. O protocolo de condicionamento físico realizado promoveu melhora no desempenho da marcha e influência significativa no equilíbrio dos indivíduos estudados. (AU)


Subject(s)
Humans , Adult , Middle Aged , Exercise , Stroke , Walk Test , Physical Therapy Modalities , Lower Extremity
5.
Rev. bras. ter. intensiva ; 33(3): 374-383, jul.-set. 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1347298

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Avaliar a capacidade do Teste de Caminhada de 6 Minutos para predizer a melhora do estado funcional físico em longo prazo de pacientes sobreviventes à unidade de terapia intensiva. Métodos: Foram avaliados, de forma prospectiva, entre fevereiro de 2017 e agosto de 2018, em um ambulatório pós-unidade de terapia intensiva, 32 sobreviventes à unidade de terapia intensiva. Foram inscritos consecutivamente os pacientes com permanência na unidade de terapia intensiva acima de 72 horas (para admissões emergenciais) ou acima de 120 horas (para admissões eletivas) que compareceram ao ambulatório pós-unidade de terapia intensiva 4 meses após receberem alta da unidade de terapia intensiva. A associação entre a distância percorrida no Teste de Caminhada de 6 Minutos realizado na avaliação inicial e a evolução do estado funcional físico foi avaliada durante 8 meses, com utilização do Índice de Barthel. Resultados: A distância média percorrida no Teste de Caminhada de 6 Minutos foi significantemente mais baixa nos sobreviventes à unidade de terapia intensiva do que na população geral (405m versus 557m; p < 0,001). A idade (β = -4,0; p < 0,001) e a fraqueza muscular (β = -99,7; p = 0,02) se associaram com a distância percorrida no Teste de Caminhada de 6 Minutos. A distância percorrida no Teste de Caminhada de 6 Minutos se associou com melhora do estado funcional físico no período de 8 meses de acompanhamento desses pacientes (razão de chance para cada 10m: 1,07; IC95% 1,01 - 1,16; p = 0,03). A área sob a curva Característica de Operação do Receptor para predição da melhora funcional física pelo Teste de Caminhada de 6 Minutos foi de 0,72 (IC95% 0,53 - 0,88). Conclusão: O Teste de Caminhada de 6 Minutos, realizado 4 meses após a alta da unidade de terapia intensiva, predisse com precisão moderada a melhora do estado funcional físico de sobreviventes à unidade de terapia intensiva.


ABSTRACT Objective: To evaluate the ability of the 6-Minute Walk Test to predict long-term physical functional status improvement among intensive care unit survivors. Methods: Thirty-two intensive care unit survivors were prospectively evaluated from February 2017 to August 2018 in a post-intensive care unit outpatient clinic in Brazil. Individuals with intensive care unit stays > 72 hours (emergency admissions) or > 120 hours (elective admissions) attending the post-intensive care unit clinic four months after intensive care unit discharge were consecutively enrolled. The association between the 6-Minute Walk Test distance at baseline and physical functional status was assessed over 8 months using the Barthel Index. Results: The mean 6-Minute Walk Test distance was significantly lower in intensive care unit survivors than in the general population (405m versus 557m; p < 0.001). Age (β = -4.0; p < 0.001) and muscle weakness (β = -99.7; p = 0.02) were associated with the 6-Minute Walk Test distance. A 6-Minute Walk Test distance was associated with improvement in physical functional status over the 8-month follow-up (odds ratio for each 10m of 1.07; 95%CI 1.01 - 1.16; p = 0.03). The area under the Receiver Operating Characteristic curve for the 6-Minute Walk Test prediction of physical functional status improvement was 0.72 (95%CI 0.53 - 0.88). Conclusion: The 6-Minute Walk Test performed 4 months after intensive care unit discharge predicted long-term physical functional status among intensive care unit survivors with moderate accuracy.


Subject(s)
Humans , Survivors , Intensive Care Units , Patient Discharge , Prospective Studies , Walk Test
6.
Rev. Ciênc. Méd. Biol. (Impr.) ; 20(2): 321-326, set 29, 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1354620

ABSTRACT

Introdution: Chronic liver diseases are characterized by inflammatory and fibrotic lesions of the liver that cause systemic complications. These complications can negatively interfere with the respiratory muscle strength and exercise capacity of developing children and adolescents. Objectives: to compare respiratory muscle strength and exercise capacity in children and adolescents with chronic hepatopathy, using predicted values from healthy individuals of the same age. Methodology: a cross-sectional study was performed. Children and adolescents from 6 to 16 years old with chronic hepatopathies were included. For the evaluation of respiratory muscle strength, the maximal respiratory pressures were measured through manovacuometry. A six-minute walk test was used to assess exercise capacity. The Wilcoxon test was used to verify the difference between the evaluated and predicted values of the distance traveled. Results: In total, 40 subjects were analyzed; 57.5% of the subjects were female, and the subjects had a mean age of 11.68±2.82 years. In the comparison between the measured and predicted maximal respiratory pressures, a median (IQR) difference of -21,47 (33-95) cmH2O (p< 0.001) was found for the maximal inspiratory pressure, and a mean difference of 30.68±17,16 cmH2O (p< 0.001) was found for the maximal expiratory pressure. Regarding exercise capacity, the measured average distance traveled was 346.46±49.21 m, which was 185.54±63,90 m (p< 0.001) less than the predicted value. Conclusion: Children and adolescents with chronic liver disease have reduced respiratory muscle function and exercise capacity.


Introdução: as doenças hepáticas crônicas são caracterizadas por lesões inflamatórias e fibróticas do fígado que causam complicações sistêmicas. Essas complicações podem interferir negativamente na força muscular respiratória e na capacidade de exercício de crianças e adolescentes em desenvolvimento. Objetivo: comparar a força muscular respiratória e a capacidade de exercício em crianças e adolescentes com hepatopatia crônica, utilizando valores preditos de indivíduos saudáveis da mesma idade. Metodologia: trata-se de um estudo transversal. Foram incluídas crianças e adolescentes de 6 a 16 anos com hepatopatias crônicas. Para a avaliação da força muscular respiratória, as pressões respiratórias máximas foram medidas por meio da manovacuometria. Teste de caminhada de seis minutos foi usado para avaliar a capacidade de exercício. O teste de Wilcoxon foi utilizado para verificar a diferença entre os valores avaliados e previstos da distância percorrida. Resultados: no total, 40 sujeitos foram analisados; 57,5% dos sujeitos eram do sexo feminino, idade média de 11,68±2,82 anos. Na comparação entre as pressões respiratórias máximas medidas e previstas, foi encontrada diferença mediana (IQ) de -21,47 (33-95) cmH2O (p<0,001) para a pressão inspiratória máxima e diferença média de 30,68±17,16 cmH2O (p<0,001) para a pressão expiratória máxima. Em relação à capacidade de exercício, a distância média percorrida foi 346,46±49,21 m, média 185,54±63,90 m (p<0,001) inferior ao valor previsto. Conclusão: crianças e adolescentes com doença hepática crônica apresentam redução da função muscular respiratória e da capacidade de exercício.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Chronic Disease , Walk Test , Maximal Respiratory Pressures , Liver Diseases , Cross-Sectional Studies , Statistics, Nonparametric
7.
Medicina (Ribeirão Preto) ; 54(1)jul, 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1354277

ABSTRACT

RESUMO: Fundamentos e objetivos: Apesar dos reconhecidos benefícios da prática de atividade física em pacientes com doença cardiovascular, acredita-se que pacientes com insuficiência cardíaca e fração de ejeção reduzida com comportamento não sedentário, mesmo que não pratiquem exercício físico regular, apresentem melhora da função cardiovascular e qualidade de vida em comparação a pacientes sedentários. Objetivo: comparar a capacidade funcional, função ventricular e quali-dade de vida de pacientes com insuficiência cardíaca sedentários e não sedentários. Métodos: Foram avaliados pacientes com Insuficiência Cardíaca e Fração de ejeção <50%, sendo compostos dois grupos, sedentários (n=45) e não sedentários (n=36), de acordo com o Questionário Internacional de Atividade Física. Os grupos foram submetidos à avaliação clínica e de qualidade de vida, teste de caminhada de Cooper, ecocardiograma e comparação pelo teste Qui-Quadrado para variáveis categóricas ou teste T de Student ou Mann-Whitney para variáveis contínuas. Nível de significância de 5%. Resultados: Os grupos foram homogêneos em relação às características basais e etiologia. Os pacientes do Grupo Não Sedentário apre-sentaram menos sintomas limitantes (p<0,01), menor necessidade de digitálicos (p=0,02), melhor fração de encurtamento ventricular (p=0,03) e menor aumento do volume indexado do átrio esquerdo (p=0,004). Não foram encontradas diferen-ças no teste de caminhada entre os grupos. Houve maior prejuízo do quesito capacidade funcional da qualidade de vida do grupo Sedentário. Conclusão: Considerando a limitação da amostra, pacientes com insuficiência cardíaca e comporta-mento não sedentário apresentam maior tolerabilidade ao exercício por apresentarem sintomas menos limitantes, melhor função ventricular e melhor qualidade de vida no quesito capacidade funcional quando comparados a pacientes sedentáriosRESUMOFundamentos e objetivos: Apesar dos reconhecidos benefícios da prática de atividade física em pacientes com doença cardiovascular, acredita-se que pacientes com insuficiência cardíaca e fração de ejeção reduzida com comportamento não sedentário, mesmo que não pratiquem exercício físico regular, apresentem melhora da função cardiovascular e qualidade de vida em comparação a pacientes sedentários. Objetivo: comparar a capacidade funcional, função ventricular e quali-dade de vida de pacientes com insuficiência cardíaca sedentários e não sedentários. Métodos: Foram avaliados pacientes com Insuficiência Cardíaca e Fração de ejeção <50%, sendo compostos dois grupos, sedentários (n=45) e não sedentários (n=36), de acordo com o Questionário Internacional de Atividade Física. Os grupos foram submetidos à avaliação clínica e de qualidade de vida, teste de caminhada de Cooper, ecocardiograma e comparação pelo teste Qui-Quadrado para variáveis categóricas ou teste T de Student ou Mann-Whitney para variáveis contínuas. Nível de significância de 5%. Resultados: Os grupos foram homogêneos em relação às características basais e etiologia. Os pacientes do Grupo Não Sedentário apre-sentaram menos sintomas limitantes (p<0,01), menor necessidade de digitálicos (p=0,02), melhor fração de encurtamento ventricular (p=0,03) e menor aumento do volume indexado do átrio esquerdo (p=0,004). Não foram encontradas diferen-ças no teste de caminhada entre os grupos. Houve maior prejuízo do quesito capacidade funcional da qualidade de vida do grupo Sedentário. Conclusão: Considerando a limitação da amostra, pacientes com insuficiência cardíaca e comporta-mento não sedentário apresentam maior tolerabilidade ao exercício por apresentarem sintomas menos limitantes, melhor função ventricular e melhor qualidade de vida no quesito capacidade funcional quando comparados a pacientes sedentários. (AU)


ABSTRACT: Purpose: Despite the recognized benefits of practicing physical activity in patients with cardiovascular disease, it is believed that patients with heart failure and reduced ejection fraction with non-sedentary behavior may present an improvement in cardiovascular function and quality of life compared to sedentary patients, even if they do not practice regular physical ex-ercise. The aim of the present study was to compare functional capacity, systolic and diastolic cardiac function and quality of life of sedentary and non-sedentary patients with heart failure and reduced ejection fraction. Methods: Patients with heart failure and ejection fraction below 50% were divided into two groups, Sedentary (n = 45) and Non-Sedentary (n = 36), using the IPAQ questionnaire. These two groups were evaluated with clinical evaluation, quality of life SF-36 questionnaire, Cooper walking test and transthoracic echocardiography. They were compared by Chi-Square test for categorical variables or Test T or Man-Whitney for continuous variables; the level of significance adopted in the statistical analysis was 5%. Results: The groups were homogeneous in relation to the baseline characteristics and etiology. The Non-Sedentary Group had fewer patients with severe symptoms (p <0.01), less necessity of digitalis (p = 0.02) and better left ventricle fractional shorten-ing (p = 0.03). There was no apparent difference in the walk-test data between groups. Additionally, there was a greater impairment in the functional capacity of the SF-36 Questionnaire in the Sedentary Group. Conclusion: Considering the sample limitation, patients with heart failure and non-sedentary behavior have greater tolerability to exercise because they have fewer limiting symptoms and better quality of life in the functional capacity domain than sedentary patients.


Subject(s)
Humans , Quality of Life , Echocardiography , Cardiovascular Diseases , Exercise , Surveys and Questionnaires , Walking , Sedentary Behavior , Walk Test , Heart Failure , Heart Ventricles
8.
Coluna/Columna ; 20(2): 89-93, Apr.-June 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1249656

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: Adolescent idiopathic scoliosis (AIS) is a spinal deformity that can cause cardiorespiratory dysfunction, contributing to decreases in tolerance for aerobic exercise (TAE) and in functionality. The objective is to assess the TAE and lung capacity of patients who underwent corrective AIS surgery in the pre- (PRE) and postoperative (POST) periods. Methods: Sixty individuals, PRE (n=30, age: 18.5±2.4 years) and POST (n=30, age: 24.5±4.5 years), participated in the study. The forced vital capacity (FVC), the forced expiratory volume in the first second (FEV1) and the FEV1/FVC ratio, as well as the maximum inspiratory and expiratory pressure were verified. The TAE was assessed by the distance travelled in the 6-minute walk test (6MWT), together with blood pressure, heart rate, respiratory rate and peripheral oxygen saturation measured at the beginning and at the end of the test. Results: A mild restrictive pattern in lung function and reduced expiratory muscle strength were observed in both groups, but with no difference between the PRE and POST groups. No difference was found between the PRE (534±67.1 m) and POST (541± 69.5 m) groups for the distance travelled in the 6MWT, though both were below the predicted percentage (82.8±10.0% and 84.8±10.9%, respectively). Hemodynamic and respiratory changes caused by the 6MWT were observed, except for the peripheral oxygen saturation. Conclusion: The results suggest that even after surgical correction, patients with AIS continue to have low TAE. Level of evidence III; Therapeutics Study - Investigation of Treatment Results / Case-control study.


RESUMO Objetivo: A escoliose idiopática do adolescente (EIA) é uma deformidade da coluna que pode ocasionar disfunções cardiorrespiratórias, contribuindo para a diminuição da tolerância ao exercício aeróbio (TEA) e da funcionalidade. O objetivo é avaliar a TEA e a capacidade pulmonar em pacientes no pré (PRÉ) e pós-operatório (PÓS) de correção da EIA. Métodos: Participaram 60 indivíduos PRÉ (n = 30, idade: 18,5 ± 2,4 anos) e PÓS (n = 30, idade: 24,5 ± 4,5 anos). A capacidade vital forçada (CVF), o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) e a razão VEF1/CVF, assim como as pressões inspiratória e expiratória máximas, foram verificados. A TEA foi avaliada pela distância percorrida no teste de caminhada de 6 minutos (TC6), acompanhado de medidas de pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória e saturação periférica de oxigênio no início e no final do teste. Resultados: Um padrão restritivo leve na função pulmonar e força da musculatura expiratória reduzida foram observados em ambos os grupos, mas sem diferença entre PRÉ e PÓS. Não foi encontrada diferença entre PRÉ (534 ± 67,1 m) e PÓS (541 ± 69,5 m) para a distância percorrida no TC6, abaixo do predito para ambos os grupos (82,8 ± 10,0% e 84,8 ± 10,9%, respectivamente). Foram observadas alterações hemodinâmicas e respiratórias provocadas pelo TC6, exceto para a saturação periférica de oxigênio. Conclusões: Os resultados sugerem que mesmo após a correção cirúrgica os pacientes com EIA continuam apresentando baixa TEA. Nível de evidência III; Estudos terapêuticos - Investigação dos Resultados do Tratamento / Estudo de caso-controle.


RESUMEN Objetivo: La escoliosis idiopática del adolescente (EIA) es una deformidad de la columna que puede causar disfunciones cardiorrespiratorias, contribuyendo para la disminución de la tolerancia al ejercicio aeróbico (TEA) y de la funcionalidad. El objetivo es evaluar la TEA y la capacidad pulmonar en pacientes en el pre (PRE) y postoperatorio (POS) de corrección de la EIA. Métodos: Participaron 60 individuos PRE (n=30, edad: 18,5±2,4 años) y POS (n=30, edad: 24,5±4,5 años). Fueron verificadas la capacidad vital forzada (CVF), el volumen espiratorio forzado en el primer segundo (VEF1) y la razón VEF1/CVF, así como las presiones inspiratoria y espiratoria máximas. La TEA fue evaluada por la distancia recorrida en el test de caminata de 6 minutos (TC6), acompañado de mediciones de presión arterial, frecuencia cardíaca, frecuencia respiratoria y saturación de oxígeno al inicio y al final del test. Resultados: Fueron observados un patrón restrictivo leve y fuerza muscular espiratoria reducida en ambos grupos, pero sin diferencia entre PRE y POS. No fue encontrada diferencia entre PRE (534 ± 67,1 m) y POS (541 ± 69,5 m) para la distancia recorrida en el TC6, por debajo de los predicho para ambos grupos (82,8 ± 10,0% y 84,8 ± 10,9%, respectivamente). Se observaron alteraciones hemodinámicas y respiratorias provocadas por el TC6, excepto para la saturación periférica de oxígeno. Conclusiones: Los resultados sugieren que incluso después de la corrección quirúrgica, los pacientes con EIA continúan presentando baja TEA. Nivel de evidencia III; Estudios Terapéuticos - Investigación de los Resultados del Tratamiento / Estudio de caso-control.


Subject(s)
Humans , Respiratory Function Tests , Scoliosis , Exercise Tolerance , Walk Test
9.
Prensa méd. argent ; 107(1): 1-12, 20210000. tab, fig
Article in Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1362053

ABSTRACT

Introduction: The walking test of 6 minutes (6MW) is a test that merges the answer of different systems (respiratory, cardiovascular, metabolic, skeletal muscle and neurosensorial) and offers an useful objective result to lead therapeutic measurements and stablish a prognosis, it's possible that the comorbid patient lowers their functional reserve and alters the result of the test not only because of the presence of pathologies cardiorespiratory, nevertheless, information about the correlation between the scores of comorbidity and the traveled distance in the 6MW is limited. Objective: Determine the correlation between the traveled distance in the 6MW and the scores of comorbidities of Charlson and Elixhauser. Methods: A cross-sectional study was made, in patients taken to the 6MW made between 2006 until March 2020, in a hospital of high complexity; there were included patients older than 18 years old, whose clinic history record and walk of 6 minutes were available. The index of Charlson and Elixhauser were calculated in the 6MW, a bivariate analysis was made between the antecedents of pathologies and the traveled distance, independently and adjusted, the spearman correlation coefficient was calculated for the different scores and the distance in meters of the 6MW, was considerate a significative p: <0,05. Results: to the final analysis 491 subjects entered, the average age was of 69 years old (sd: 14,9), 54% male, the 15,3% had an abnormal walk less than the 80% of the expected, the diseases that were considered had a statistically significant relation with the decrease of the distance in the 6MW were arterial hypertension (p: <0,001), chronic heart failure (p=0,037), heart arrhythmia (p=0,003), smoking (p=0,022), chronic pulmonary obstruction disease (p: <0,001), dementia (p=0,03diabetes mellitus with target organ damage (p=0,01), moderate to severe chronic kidney disease (p=0,012), obesity (p=0,036) y lymphoma (p=0,038 the spearman correlation coefficient between the traveled distances and Charlson was of -0,343 (IC95%:-0,420 -0,264)(p: < 0,001) and -0,213(IC95%:-0,285 -0,116)(p: <0,001) with the Elixhauser index. Conclusion: The distances walked in meters in the 6MW has a reverse low correlation with the comorbidity index, the diseases that were not cardiopulmonary and that related independently with changes in the traveled dist ance are smoking, dementia, diabetes mellitus, chronic kidney disease, obesity, and lymphoma. Key words: Comorbidities, Walk, Test, Cardiopulmonary, Charlson, Elixhauser


Subject(s)
Humans , Adult , Middle Aged , Pulmonary Heart Disease/pathology , Spirometry , Comorbidity , Surveys and Questionnaires , Exercise Test , Walk Test
10.
Fisioter. Bras ; 21(6): 601-608, Jan 6, 2021.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1283731

ABSTRACT

Introdução: A doença de Huntington (DH) é uma doença neurodegenerativa progressiva, caracterizada pela tríade: alterações motoras, distúrbios psiquiátricos e disfunção cognitiva. Os pacientes com DH apresentarão restrição da mobilidade, que, futuramente, irá ocasionar fraqueza muscular generalizada. Objetivo: Avaliar os efeitos do treinamento da musculatura respiratória com o uso do Threshold em pacientes diagnosticados com DH atendidos na clínica escola de Fisioterapia do Centro Universitário Unieuro. Métodos: Os participantes foram submetidos ao programa de treinamento da musculatura respiratória com o uso do Threshold® IMT. O programa consiste em 3 séries com 5 repetições ao dia, por 3 semanas. Ao final do treinamento os pacientes foram reavaliados, e os resultados obtidos foram comparados com os resultados obtidos na avaliação inicial. Resultados: Após 3 semanas de treinamento, o paciente 1 apresentou como melhor resultado da pressão inspiratória máxima e da pressão expiratória máxima igual a 50 cmH2O e no teste de caminhada de 6 minutos percorreu 261 metros. Já o paciente 2 apresentou como melhor resultado da pressão inspiratória máxima 70 cmH2O e da pressão expiratória máxima 60 cmH2O, e no teste de caminhada de 6 minutos percorreu 146 metros. Conclusão: Conclui-se que o treinamento muscular respiratório pode ser benéfico para os pacientes com doença de Huntington, porém são necessários mais estudos para determinar o melhor protocolo para os mesmos. (AU)


Introduction: Huntington's disease (DH) is a progressive neurodegenerative disease, characterized by the triad: motor alterations, psychiatric disorders and cognitive dysfunction. Patients with HD will exhibit mobility restriction, which in the future will lead to generalized muscle weakness. Objective: To evaluate the effects of respiratory muscle training with the use of Threshold in patients diagnosed with DH treated at the Clinical School of Physical therapy of Unieuro University Center. Methods: Participants underwent respiratory muscle training with Threshold® IMT. The program consists of 3 sets with 5 replicates per day, for 3 weeks. At the end of the training the patients were reassessed, and the results obtained were compared with the results obtained in the initial evaluation. Results: After 3 weeks of training, patient 1 presented the best result of maximal inspiratory pressure and maximal expiratory pressure equal to 50 cmH20 and walked in the 6-minute walk test 261 meters. Already, patient 2 presented the best inspiratory pressure result 70 cmH2O and the maximum expiratory pressure 60 cmH2O, and in the 6-minute walk test it ran 146 meters. Conclusion: We concluded that respiratory muscle training may be beneficial for patients with Huntington's disease, but further studies are needed to determine the best protocol for them. (AU)


Subject(s)
Humans , Breathing Exercises , Huntington Disease , Respiratory Muscles , Muscle Strength , Walk Test
11.
Rev. bras. ter. intensiva ; 33(1): 167-171, jan.-mar. 2021. tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1289054

ABSTRACT

RESUMO A história natural da doença e o tratamento de pacientes após a COVID-19 ainda se apresentam em construção. Os sintomas são persistentes, mesmo em casos leves, e as consequências decorrentes da infecção incluem fadiga, dispneia, taquicardia, perda de massa muscular e diminuição da capacidade funcional. Sobre a reabilitação cardiopulmonar, parece haver melhora na capacidade funcional, na qualidade de vida e no prognóstico com o Teste da Caminhada de 6 Minutos, sendo este utilizado como avaliador prognóstico e terapêutico. Assim, o objetivo deste relato de casos é descrever a experiência de quatro casos, de diferentes gravidades, que realizaram um programa de reabilitação cardiopulmonar pós-COVID-19, avaliados com Teste da Caminhada de 6 Minutos, força muscular periférica e duplo produto em repouso, para verificar o efeito da reabilitação após 3 meses de protocolo de, no mínimo, 300 minutos por semana. Os quatro casos apresentaram aumento da distância percorrida no teste da caminhada entre 16% e 94%. Houve aumento da força muscular periférica em 20% até seis vezes seu valor inicial, e a redução do duplo produto em repouso variou entre 8% e 42%. O programa de reabilitação cardiopulmonar apresentou impacto positivo nos casos acompanhados, com melhora da capacidade funcional, mesmo com a variabilidade da gravidade dos casos pós-COVID-19.


ABSTRACT The natural history of the disease, and the treatment of post-COVID-19 patients, are still being built. Symptoms are persistent, even in mild cases, and the infection consequences include fatigue, dyspnea, tachycardia, muscle loss, and reduced functional capacity. Regarding cardiopulmonary rehabilitation, there seems to be an improvement in functional capacity, quality of life, and prognosis with the 6-Minute Walk Test used as a prognostic and therapeutic evaluator. Therefore, this case series report aims to present our experience with four cases of different severity levels, involved in a post-COVID-19 cardiopulmonary rehabilitation program. These patients were assessed with the 6-Minute Walk Test, peripheral muscle strength, and double product at rest, to assess the results after a three-month rehabilitation protocol of at least 300 minutes per week. The four patients had their distance covered during the walk test increased between 16% and 94%. Peripheral muscle strength was improved by 20% to six times the baseline values, and double product at rest was reduced by 8% to 42%. The cardiopulmonary rehabilitation program had a positive impact on these cases, improving functional capacity despite the different severity levels in these post-COVID-19 cases.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Dyspnea/rehabilitation , Muscle Strength , Fatigue/rehabilitation , Walk Test , Cardiac Rehabilitation/methods , COVID-19/rehabilitation , Respiratory Therapy/methods , Breathing Exercises/methods , COVID-19/complications
12.
Braz. j. med. biol. res ; 54(10): e10514, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1285648

ABSTRACT

Exercise intolerance is the hallmark consequence of advanced chronic heart failure (HF). The six-minute step test (6MST) has been considered an option for the six-minute walk test because it is safe, inexpensive, and can be applied in small places. However, its reliability and concurrent validity has still not been investigated in participants with HF with reduced ejection fraction (HFrEF). Clinically stable HFrEF participants were included. Reliability and error measurement were calculated by comparing the first with the second 6MST result. Forty-eight hours after participants underwent the 6MST, they were invited to perform a cardiopulmonary exercise test (CPET) on a cycle ergometer. Concurrent validity was assessed by correlation between number of steps and peak oxygen uptake (V̇O2 peak) at CPET. Twenty-seven participants with HFrEF (60±8 years old and left ventricle ejection fraction of 41±6%) undertook a mean of 94±30 steps in the 6MST. Intra-rater reliability was excellent for 6MST (ICC=0.9), with mean error of 4.85 steps and superior and inferior limits of agreement of 30.6 and -20.9 steps, respectively. In addition, strong correlations between number of steps and CPET workload (r=0.76, P<0.01) and peak V̇O2 (r=0.71, P<0.01) were observed. From simple linear regression the following predictive equations were obtained with 6MST results: V̇O2 peak (mL/min) = 350.22 + (7.333 × number of steps), with R2=0.51, and peak workload (W) = 4.044 + (0.772 × number of steps), with R2=0.58. The 6MST was a reliable and valid tool to assess functional capacity in HFrEF participants and may moderately predict peak workload and oxygen uptake of a CPET.


Subject(s)
Humans , Middle Aged , Aged , Exercise Test , Heart Failure/diagnosis , Oxygen Consumption , Stroke Volume , Reproducibility of Results , Exercise Tolerance , Walk Test
13.
Arch. argent. pediatr ; 118(5): 343-347, oct 2020. tab
Article in English, Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1122496

ABSTRACT

Se realizó un estudio transversal en escolares con corazón univentricular en estadio pos-bypass total de ventrículo derecho con el objetivo de determinar la capacidad funcional basal mediante el test de marcha en 6 minutos e identificar posibles factores determinantes. Participaron 30 pacientes con una mediana de edad de 12 años. Dieciocho pacientes fueron de sexo masculino. La mediana de distancia recorrida fue de 551,3 metros, un 84 % de la distancia teórica para población pediátrica sana. Las variables talla, presión arterial sistólica pretest y saturación arterial de oxígeno de reposo se asociaron significativamente con la distancia recorrida en el modelo de regresión lineal múltiple. No hubo asociación significativa en los metros caminados respecto de las variables sexo, estado nutricional, dignóstico cardiológico inicial, número de cirugías previas y edad al momento del bypass total de ventrículo derecho


A cross-sectional study was done in students with univentricular heart after undergoing total cavopulmonary connection (Fontan procedure) to establish their baseline functional capacity based on the six-minute walk test and identify potential determining factors. Thirty patients were included; their median age was 12 years old. Eighteen patients were males. The median distance walked was 551.3 meters, 84 % of the theoretical distance for a healthy pediatric population. Height, pre-test systolic blood pressure, and resting arterial oxygen saturation showed a significant association with the distance walked in the multiple linear regression model. No significant association was observed in the meters walked in terms of the following outcome measures: sex, nutritional status, baseline cardiological diagnosis, number of prior surgeries, and age at the time of Fontan procedure


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Univentricular Heart/diagnosis , Students , Cross-Sectional Studies , Exercise Tolerance , Fontan Procedure , Walk Test , Cardiac Rehabilitation , Gait
14.
Rev. bras. ativ. fís. saúde ; 25: 1-8, set. 2020. ilus, tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1141481

ABSTRACT

O objetivo desse estudo foi verificar a concordância na velocidade da marcha (VM) a partir dos testes de caminhada de seis minutos (6MWT) e de quatro metros (4MWT) em mulheres diabéticas tipo 2 (DM2). Os testes foram realizados antes e após intervenção de 12 semanas com exercícios físicos. O 4MWT foi realizado em espaço de quatro metros, sendo o resultado do teste medido como o tempo gasto (segundos) no percurso. O 6MWT foi realizado em modelo de ir e vir em uma distância de 15 metros e o resultado foi a distância total (metros) percorrida. Os resultados foram padronizados para velocidade de deslocamento (m/s). Para avaliar a concordância (6MWTpré x 4MWTpré) e (6MWTpósx 4MWTpós), utilizou-se o teste de Bland-Altman (B-A) e o coeficiente de concordância de correlação de Lin. O nível de significância aceito para o estudo foi α 5%. Foram medidas 39 mulheres, com idade média de 58,79 ± 10,03 anos e diagnóstico de DM2 a 8,64 ± 8,53 anos. Verificou-se, pelo teste de B-A, diferenças na VM dos testes de -0,001 ± 0,19 m/s (IC95%: -0,37 a 0,37 m/s) no início e 0,02 ± 0,21 m/s (IC95%: -0,39 a 0,42 m/s) ao final e concordância de 0,60 (IC95%: 0,41 a 0,79; p < 0,001) e 0,52 (IC95%: 0,31 a 0,73; p < 0,001) pré e pós, respectivamente, pelo coeficiente de concordância de correlação Lin. Através dos dados obtidos, sugere-se que os dois testes podem ser utilizados para avaliar a VM das mulheres DM2, porém o 6MWT apresentou maior reprodutibilidade para detectar mudanças na VM ao longo do tempo


This study aimed to test the agreement in the gait speed (GS) between the 6-minute walk test and the 4-me-ter gait speed (6MWT - 4MWT) in type 2 diabetic women (T2DM). The tests were performed before and after a 12-week physical exercise intervention. The 4MWT was performed in a space of four meters, with results based on the time spent (seconds) to complete a 4-meter distance. The 6MWT was carried out similar to a yo-yo test in 15 meters and the result was operationalized by the total distance (meters) covered. The results of the tests were standardized as speed (m/s). To evaluate agreements (6MWTbefore x 4MWTbefore) and (6MWTafter x 4MWTafter), Bland-Altman (B-A), and Lin's agreements were used. The level of significance was set at 5%. A total of 39 women were evaluated, mean age 58.79 ± 10.03 years, diagnosis of diabetes at 8.64 ± 8.53 years.The B-A test showed a mean difference in GS of -0.001 ± 0.19 m/s (95%CI: -0.37 to 0.37 m/s) before and 0.02 ± 0.21 m/s (95%CI: -0.39 to 0.42 m/s) after, and Lin's agreements of 0.60 (95%CI: 0.41 to 0.79; p < 0.001) and 0.52 (95%CI: 0.31 to 0.73; p < 0.001) before and after, respectively. Based on our data it is suggested that the two tests can be used to evaluate the GS of T2DM women, but the 6MWT was more reproductible to detect changes in GS over time


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Diabetes Mellitus, Type 2/diagnosis , Walk Test/methods , Gait Analysis/methods , Socioeconomic Factors , Fujita-Pearson Scale , Walking Speed
15.
Medicina (B.Aires) ; 80(4): 339-347, ago. 2020. graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1154827

ABSTRACT

Resumen La prueba de caminata de seis minutos se ha aplicado generalmente en enfermos, y algunos estudios han propuesto modelos para predecir el consumo máximo de oxígeno. Nuestro objetivo fue elaborar una ecuación para predecir el consumo máximo de oxígeno en la prueba de caminata de seis minutos para estudiantes universitarios. Participaron 140 estudiantes. Se aplicó el test de marcha y después se realizó una prueba de ejercicio gradual para determinar el consumo máximo de oxígeno. Se elaboró una ecuación multivariada y el análisis se hizo con el programa SPSS v.22 (p < 0.05). El modelo predictivo incluyó el sexo, edad, índice de masa corporal, distancia recorrida y la frecuencia cardíaca de recuperación (r = 0.83; p < 0.001). La ecuación cumplió con los supuestos de independencia (p = 0.13), de normalidad (p = 0.49) y de homocedasticidad (p = 0.64). El diagrama de Bland-Altman indicó que no hubo diferencias significativas entre la ecuación y la medición del consumo máximo de oxígeno (p = 0.89), con un intervalo de confianza de 0.054 ml·kg·min-1 (95% IC [-0.72; 0.83]). La ecuación predice el consumo máximo de oxígeno. Se sugiere evaluar estudiantes universitarios considerando diferencias biológicas y ambientales entre países.


Abstract The six-minute walk test has been generally applied in people with pathologies and some studies have proposed models to predict maximum oxygen consumption. Our objective was to elaborate on an equation to predict the maximum oxygen consumption in the six-minute walking test for university students. A hundred and forty people participated in this study. The six-minute walking test was applied and after on a gradual exercise test was performed to determine the maximum oxygen consumption. A multivariate equation was developed and the analysis was done using the SPSS v.22 program (p < 0.05). The predictive model include gender, age, body mass index, distance performed and heart rate recovery (r = 0.83; p < 0.001). The equation fulfilled the assumptions of independence (p = 0.13), normality (p = 0.49) and homoscedasticity (p = 0.64). The Bland-Altman diagram indicated that there were no significant differences between the equation and the measurement of the maximum oxygen consumption (p = 0.89), with a confidence interval of 0.054 ml·kg·min-1 (95% CI [-0.72; 0.83]). The equation predicts the maximum oxygen consumption. It is suggested to evaluate university students considering biological and environmental differences between countries.


Subject(s)
Humans , Exercise Test , Oxygen Consumption , Walking , Exercise Tolerance , Healthy Volunteers , Walk Test , Heart Rate
16.
Rev. chil. pediatr ; 91(4): 561-567, ago. 2020. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1138671

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: El riesgo cardiovascular (RCV) se define como la posibilidad que tiene un sujeto de sufrir una enfermedad cardiovascular dentro de un determinado plazo de tiempo. Si bien la patología se hace sintomatica en etapa adulta, los cambios fisiopatológicos comienzan a desarrollarse en edades tempranas. OBJETIVO: Establecer la relación entre capacidad cardiorrespiratoria, estimada a través de la prueba de caminata de seis minutos (PC6M), y el RCV en niños con síndrome metabólico. PACIENTES Y MÉTODO: Se analizaron 42 niños, edad 5 a 15 años, que asistieron a la Unidad de Cardiología Infantil del Hospital Carlos Van Buren entre los años 2015 y 2017. Cada participante se categorizó de acuerdo al puntaje de RCV de Alustiza, que define 3 niveles de riesgo: bajo (0 a 6 puntos), medio (7 a 8 puntos) y alto (9 o más puntos), lo que se traduciría en una mayor probabilidad de desarrollar una enfermedad cardiovascular, y realizó concomitantemente la PC6M. RESULTADOS: La edad media del grupo de ni ños fue de 10,9 ± 2,7 años, con un Índice de Masa Corporal (IMC) = 31,0 ± 4,6 kg/m2 (z-score 3,2 ± 0,7). Los niños recorren 75,2 ± 8,9 por ciento de la distancia teórica, con un porcentaje de frecuencia cardíaca de reserva (FCR) = 31,0 ± 9,4. No se observaron relaciones estadísticamente significativas entre RCV y PC6M. CONCLUSIONES: No se encuentra relación entre la capacidad cardiorrespiratoria y RCV. Se cuestiona la utilidad de la PC6M para valorar el RCV en la población de estudio.


INTRODUCTION: Cardiovascular risk (CVR) is defined as the possibility of a subject suffering from car diovascular disease within a certain period. Although the pathology appears in adult life, the physiopathological changes start to develop at an early age. OBJECTIVE: To establish the relationship bet ween cardiorespiratory capacity (CRC)and CVR in children with metabolic syndrome. PATIENTS AND METHODS: We analyzed data corresponding to 42 children aged from 5 to 15 years who were seen at the Children's Cardiology Unit of the Carlos Van Buren Hospital between 2015 and 2017. Each parti cipant was categorized according to the Alustiza's CVR score, which defines 3 levels of risk: low (0 to 6 points), medium (7 to 8 points) and high (9 or more points), which representing a greater probability of developing cardiovascular disease, and performed 6MWT. RESULTS: The mean age of the children was 10.9 ± 2.7 years, body mass index (BMI) = 31.0 ± 4.6 kg/m2 (z-score 3.2 ± 0.7), percentage of theoretical distance walked = 75.2 ± 8.9, and percentage of heart rate reserve (HRR) = 31.0 ± 9.4. There was no statistical association between 6MWT and CVR. CONCLUSIONS: There is no relationship between the cardiorespiratory capacity and the CVR. The use of the 6MWT is questioned as an ins trument to assess CVR in the population under study.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child, Preschool , Child , Adolescent , Cardiovascular Diseases/diagnosis , Cardiovascular Diseases/prevention & control , Metabolic Syndrome/physiopathology , Walk Test , Cardiorespiratory Fitness , Heart Disease Risk Factors , Cardiovascular Diseases/etiology , Retrospective Studies
17.
Rev. bras. ciênc. mov ; 28(2): 123-128, abr.-jun. 2020. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1127621

ABSTRACT

A obesidade pode influenciar no baixo desempenho da aptidão cardiorrespiratória (APCR), bem como colaborar com alterações nos níveis de indicadores hematológicos. Objetivo: Verificar se existe associação entre indicadores antropométricos, APCR e perfil hematológico de adolescentes no sul do Brasil. Método: Estudo transversal, em que foram avaliados 1 6 98 ado lescentes (742 do sexo masculino) com idade entre 10 e 17 anos, de escolas da rede pública e particular de Santa Cruz do Sul-RS. A avaliação antropométrica foi realizada, utilizando-se os seguintes parâmetros: IMC e circunferência da cintura (CC). Para o teste de APCR, foi utilizado o test e de co rrida/cam inha do s 6 minutos. Para reconhecimento do perfil hematológico, foram avaliados os seguintes parâmetros: leucócitos (WBC), eritrócitos (RBC), hemoglobina (HBC), hematócrito (HCT) e amplitude de distribuição dos glóbulos vermelhos (RDW). A associação entre as variáveis contínuas foi testada por meio da correlação de Pearson. Foram considerados significativos os valores de p<0,05. Resultados: Nos meninos, identificou-se relação fraca entre IMC com RBC (r=0,293; p<0,001) e com HCT (r=0,271; p <0,001 ). A CC também demonstrou associação fraca com estas duas variáveis hematológicas (RBC: r=0,311; p<0,001; HCT: r=0,291; p<0,001). Os níveis de APCR estiveram associados, também de fo rma fraca e direta, com HBC (r=0,224; p<0,001) e HCT (r=0,258; p<0,001). Para o sexo feminino, os níveis de W BC associaram-se, de forma fraca, com IMC (r=0,208; p<0,001) e com CC (r=0,185; <0,001). Conclusão: Os resultados obtidos no presente estudo evidenciam correlação positiva, porém fraca, entre o perfil hematológico dos adolescentes com as variáveis antropométricas e APCR...(AU)


Obesity might cause cardiorespiratory fitness (CRF) to underperform, as well as collaborate with changes in hematological parameters. Aim: To investigate the asso ciation between anthropometric indicators, CRF, and the hematological profiles of adolescents in Southern Brazil. Method: A cross-sectional study of 1,698 adolescents (742 boys, 956 girls), aged between 10 and 17 from p ublic and private schools of Santa Cruz do Sul, State of Rio Grande do Sul, was conducted. Furt h ermore, an anthropometric evaluation of the following parameters was performed: body mass index (BMI) and waist circumference (WC). CRF was evaluated using the 6-minute run/walk test. Hematolo gical p rofile was evaluated based on the following parameters: leucocytes (WBC), erythrocytes (RBC), hemoglobin (HGB), hematocrit (HCT), and red cell distribution width (RDW). The association of continuo us v ariables was tested through Pearson's correlation; p values lower than 0.05 were considered significant. Result s: The boys' BMI presented a weak correlation with RBC (r = 0.293; p < 0.001) and HCT (r = 0.271; p < 0.001). Their WC also presented a weak correlation with both hematological variables (RBC: r = 0.311; p < 0.001; HCT: r = 0.291; p < 0.001). Their CRF levels exhibited a direct but weak asso ciatio n wit h HGB (r = 0.224; p < 0.001) and HCT (r = 0.258; p < 0.001). The WBC levels of girls were fo un d t o be weak ly associated with BMI (r = 0.208; p < 0.001) and WC (r = 0.185; p < 0 .0 01 ). Co nclusio n: Th e result s highlight a positively weak correlation of the hematological profile of adolescents with an throp ometric variables and CRF...(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Hemoglobins , Body Mass Index , Erythrocytes , Walk Test , Cardiorespiratory Fitness , Hematocrit , Leukocytes , Obesity , Cross-Sectional Studies , Erythrocyte Indices , Reference Parameters , Waist Circumference , Indicators and Reagents
18.
Geriatr., Gerontol. Aging (Impr.) ; 14(2): 98-107, 30/06/2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1103693

ABSTRACT

OBJECTIVE: To compare balance between older adults with and without chronic obstructive pulmonary disease (COPD) in tasks involving proprioceptive changes and respiratory muscle load, and to investigate the association between balance, functional capacity, and peripheral and respiratory muscle strength. METHODS: Fourteen older adults with COPD undergoing pulmonary rehabilitation and nine older adults without pulmonary disease were evaluated for static balance on a force platform under four conditions: eyes open, eyes closed, eyes closed on foam, and eyes open with respiratory overload. Differences between groups, among conditions and group/condition interactions, were tested using two-way ANOVA. Associations were explored using Pearsons correlation coefficient. RESULTS: No differences in the posturographic variables were found in the group/condition interactions (p ≥0.23). The COPD group exhibited greater total displacement (F = 8.79, p = 0.003), mediolateral sway (F = 4.01, p = 0.04) and anteroposterior velocity (F = 4.28, p = 0.04) in the group effect analysis. Significant differences were found between eyes closed on foam and other conditions for all posturographic variables: anteroposterior sway (F = 13.39), mediolateral sway (F = 28.58), total displacement (F = 59.4), area (F = 37.68), anteroposterior velocity (F = 26.42), and mediolateral velocity (F = 33.29), in the condition effect analysis (p <0.001, post-hoc). In the COPD group, significant correlations were found between the Glittre-ADL test, anteroposterior sway (r = 0.68, p = 0.01), and anteroposterior velocity (r = 0.67, p = 0.009); the 6MWT was also correlated with anteroposterior velocity (r = 0.59, p = 0.03). CONCLUSION: Older adults with COPD present balance deficits compared to healthy individuals. The unstable surface caused greater postural instability compared to other conditions in both groups. Impaired balance was associated with reduced physical function and exercise capacity.


OBJETIVO: Comparar o equilíbrio entre idosos com e sem doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) em tarefas envolvendo alterações proprioceptiva e sobrecarga muscular respiratória além de investigar a associação entre equilíbrio, capacidade funcional e força muscular respiratória e periférica. METODOLOGIA: Quatorze idosos com DPOC participantes de reabilitação pulmonar e nove idosos sem doença pulmonar tiveram seu equilíbrio estático avaliado em uma plataforma de força em quatro condições: olhos abertos, olhos fechados, olhos fechados com espuma e olhos abertos com sobrecarga respiratória. As diferenças entre os grupos, condições e interações grupo/condição foram testadas utilizando a ANOVA bidirecional. As associações foram testadas utilizando o coeficiente de correlação de Pearson. RESULTADOS: Não foram observadas diferenças nas variáveis posturográficas nas interações grupo/condição (p ≥0,23). O grupo com DPOC apresentou maior deslocamento total (F = 8,79, p = 0,003), oscilação médio-lateral (F = 4,01, p = 0,04) e velocidade anteroposterior (F = 4,28, p = 0,04) na análise do efeito grupo. Foram encontradas diferenças significativas entre a condição de olhos fechados com espuma e as demais condições em todas as variáveis posturográficas: oscilação anteroposterior (F = 13,39) e médio-lateral (F = 28,58), deslocamento total (F = 59,4), área (F = 37,68), velocidade anteroposterior (F = 26,42) e médio-lateral (F = 33,29), na análise do efeito condição (p <0,001, post-hoc). No grupo DPOC, foram observadas correlações significativas entre o teste Glittre-AVD, oscilação anteroposterior (r = 0,68, p = 0,01) e velocidade anteroposterior (r = 0,67, p = 0,009); o TC6m também foi correlacionado com a velocidade anteroposterior (r = -0,59, p = 0,03). CONCLUSÃO: Os idosos com DPOC apresentaram déficits de equilíbrio em relação aos indivíduos saudáveis. A superfície instável provocou maior instabilidade postural em comparação às outras condições em ambos os grupos. O equilíbrio prejudicado está associado ao desempenho funcional reduzido e à baixa capacidade de exercício.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Proprioception , Pulmonary Disease, Chronic Obstructive/rehabilitation , Postural Balance , Spirometry , Respiratory Muscles , Brazil , Health of the Elderly , Muscle Strength , Walk Test
19.
Rev. chil. enferm. respir ; 36(2): 109-114, jun. 2020. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1138542

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Las enfermedades respiratorias crónicas (ERC) en niños han aumentado en los últimos años siendo la Rehabilitación Respiratoria uno de los tratamientos utilizados en esta población. OBJETIVO: Evaluar el impacto de un programa de entrenamiento aeróbico sobre cinta rodante en pacientes pediátricos con ERC del Hospital Josefina Martínez. METODOLOGÍA: Serie retrospectiva de casos con registro prospectivo de 9 pacientes con una edad promedio de 7,1 ± 3,9 años con ERC y entrenamiento aeróbico. Los pacientes realizaron 24 sesiones. Se analizaron los registros pre-post de los test de marcha de 6 min (TM6) y la velocidad máxima obtenida en el Test Cardiopulmonar Incremental (VTCI). RESULTADOS: Las medias de la distancia recorrida en TM6 pre y post entrenamiento fueron de 383 ± 142,4 m y 451,7 ± 142,4 m respectivamente (p < 0,0001). Las medias de las VTCI pre y post entrenamiento fueron: 4,1 ± 1,1 km/h y 5,4 ± 1,27 km/h (p = 0,001). CONCLUSIONES: La distancia recorrida en el TM6 y la capacidad máxima de trabajo mejoraron significativamente con el entrenamiento aeróbico en estos pacientes con ERC.


INTRODUCTION: Chronic respiratory diseases (CRD) in children have increased in recent years. Respiratory Rehabilitation is one of the treatments used in this population. OBJECTIVE: To evaluate the impact of a treadmill training program over pediatric patients with CRD in the Josefina Martínez Children's Hospital at Santiago de Chile. METHODS: Retrospective cases series with prospective record of 9 patients 7.1 ± 3.9 years-old with CRD and treadmill training. The patients performed 24 sessions. The Pre-post records of the 6-minute walk test (6MW) and the maximum speed obtained in the Incremental Load Test (ILT) were analyzed. RESULTS: Averages of the distance traveled pre and post-training were 383 ± 142.4 meters and 451.7 ± 142.4 meters respectively (p < 0.0001). The average maximum speed obtained in the ILT was 4.1 ± 1.1 km/h and 5.4 ± 1.27 km/h (p = 0.001). CONCLUSION: The distance walked in the 6-minute walk test and the maximum work capacity improve significantly with treadmill training in these patients with CRD.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child, Preschool , Child , Adolescent , Respiratory Tract Diseases/rehabilitation , Endurance Training/methods , Gait/physiology , Time Factors , Exercise , Chronic Disease , Retrospective Studies , Walk Test , Cardiorespiratory Fitness/physiology
20.
Rev. colomb. cardiol ; 27(2): 97-102, mar.-abr. 2020. tab
Article in English | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1138762

ABSTRACT

Abstract Introduction: nowadays, with the increase of world obesity and the numbers of morbidly obese people, a concerning public health problem that is difficult to solve rises up. Objective: to analyse the physiological responses after the 6-minute walk tests and maximum stress test in the arm cycle ergometer in morbidly obese pre-bariatric surgery women. Methods: fifteen level III obesity women aged 35.6 ± 6.6 years took part in this experiment. Firstly, they went through an anamnesis and body composition analysis; secondly, they were submitted to a 6-minute walk test and a maximum stress test in arm cycle ergometer on alternate days. Results: patients were able to perform the maximum stress test and showed better aerobic potentials in the arm cycle ergometer than in the 6-minute walk test. No significant differences were found between SPO2 and diastolic blood pressure between the moments of rest and after the tests, neither in the systolic blood pressure after the 6-minute walk test and the values of rest and post 5 minutes in the maximum stress test. The main differences found were between the maximum systolic blood pressure in the cycle ergometer test and the other moments and the heart rate after the tests and the heart rate at rest. Conclusion: the maximum stress test in arm cycle ergometer is a safe method that allows greater requirement and control applied to the heart system than in the 6-minute walk test. In addition, it allows the development of a more individualized aerobic training and prescription of aerobic physical exercise program.


Resumen Introducción: Actualmente, con el aumento de la obesidad en el mundo y del número de obesos mórbidos se evidencia un problema de salud pública de difícil resolución. Objetivo: analizar las respuestas fisiológicas tras las pruebas de caminata de 6 minutos y de esfuerzo máximo en cicloergómetro de brazos en obesas mórbidas precirugía bariátrica. Métodos: se evaluaron 15 mujeres con obesidad grado III con edad media de 35,6 ± 6,6 años, las cuales participaron inicialmente de una anamnesis con el análisis de la composición corporal y posteriormente participaron en días alternos de la prueba de 6 minutos de caminata y del mismo, prueba de esfuerzo máximo en cicloergómetro de brazos. Resultados: las pacientes lograron realizar la prueba de esfuerzo máximo y demostraron mejores potenciales aeróbicos en el cicloergómetro de brazos que en la prueba de caminata. No se encontraron diferencias significativas entre la SPO2 y la presión arterial diastólica entre los momentos de reposo y después de las pruebas y también en la presión arterial sistólica posterior a la prueba de caminata y los valores de reposo y después de 5 minutos en la prueba de esfuerzo máximo. Las principales diferencias se observaron entre la presión arterial sistólica máxima en la prueba en cicloergómetro y los otros momentos y en la frecuencia cardiaca después de las pruebas y las frecuencias cardiacas en reposo. Conclusión: la prueba de esfuerzo máximo en cicloergómetro de brazos es un método seguro que posibilita mayor exigencia y control aplicado al sistema cardíaco que en la prueba de caminata. Adicionalmente, permite un programa de entrenamiento y una prescripción del ejercicio físico aeróbico más individualizados.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Women , Obesity, Morbid , Walk Test , Physical Fitness , Bariatric Surgery , Exercise Test , Arterial Pressure
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