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Intervalo de año
1.
Rev. odontol. Univ. Säo Paulo ; 8(3): 205-10, jul.-set. 1994. ilus, tab
Artículo en Portugués | LILACS, BBO | ID: lil-150323

RESUMEN

O próposito deste trabalho é estudar as ampliaçöes dos segmentos ósseos crânio-faciais em radiografias panorâmicas utilizando dois sistemas pantomográficos, o elipso e o ortopantomográfico, comparando-as com as medidas obtidas em crânios pela craniometria. As mensuraçöes lineares e angulares foram aferidas, após desenho das estruturas anatômicas relacionadas ao trabalho, com a elaboraçäo de pantomogramas das radiografias panorâmicas obtidas. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância a um fator. Os resultados permitiram demonstrar que houve ampliaçöes estatisticamente significantes entre os dois sistemas empregados e o método craniométrico


Asunto(s)
Radiografía , Cara , Huesos Faciales , Cráneo , Antropometría
2.
Rev. odontol. Univ. Säo Paulo ; 6(3/4): 103-6, jul.-dez. 1992. tab, ilus
Artículo en Portugués | LILACS, BBO | ID: biblio-872186

RESUMEN

Utilizando um método morfométrico tridimensional e 50 dentes humanos primeiros pré-molares inferiores, os autores determinaram o grau de inclinação, para o lado lingual, da face vestibular e da face oclusal (plano intercuspal) em relação ao plano transversal que corta o dente ao nível do colo. Os resultados obtidos mostraram 49,36 mais ou menos 3,79 graus para a face vestibular e 39,06 mais ou menos 5,00 graus para a face oclusal


Asunto(s)
Diente Premolar/anatomía & histología , Diente/anatomía & histología
3.
Rev. odontol. Univ. Säo Paulo ; 4(2): 138-43, abr.-jun. 1990. tab, ilus
Artículo en Portugués | LILACS, BBO | ID: biblio-858596

RESUMEN

Mediu-se com paquímetro de precisão 0,01 mm, em 160 crânios (50 por cento masc. e 50 por cento fem.) adultos, brasileiros, a distância bizígio e a distância entre o forame redondo e o vértice do ângulo formado pela borda anterior da apófise coronóide com a borda inferior do osso zigomático. Utilizando-se a correlação de Pearson encontraram: 1) Correlação positiva razoavelmente forte no sexo masculino do lado D entre a largura máxima da face e a profundidade ideal para se atingir com uma agulha de injeção o nervo maxilar no interior da fossa pterigopalatina; 2) Para o sexo masculino lado E e para o sexo feminino de ambos os lados a correlação mostrou-se positiva moderada. As fórmulas da retas de regressão encontradas foram: masc., D, y = -0,68 + 0,39x; masc., E, y = -0,77 + 0,35x; fem., D, y = 0,52 + 0,27x; fem., E, y = 0,62 + 0,28x. Onde x é a distância bi-zígio, y é a profundidade ideal da agulha para atingir o nervo maxilar


Asunto(s)
Humanos , Adulto , Persona de Mediana Edad , Anciano , Femenino , Masculino , Anestesia Local , Nervio Maxilar , Cráneo
4.
Rev. odontol. Univ. Säo Paulo ; 1(4): 42-5, out.-dez. 1987. tab
Artículo en Portugués | LILACS, BBO | ID: lil-74290

RESUMEN

Adotando-se um método morfométrico tridimensional de mensuraçäo, os autores estudaram a profundidade da fossa mandibular humana em 120 crânios secos de brasileiros, adultos, tendo como fonte de variaçäo principal, a ausência total dos dentes com acentuada reabsorçäo das apófises alveolares da maxila e da mandíbula. Constataram que näo existem diferenças estatisticamente significantes na profundidade da fossa mandibular em crânios de indivíduos desdentados totais ao comparar com crânios de indivíduos parcialmente desdentados. Somente quanto ao fator sexo foi encontrada uma variaçäo. A profundidade da fossa mandibular nos indivíduos do sexo masculino é maior que no sexo feminino


Asunto(s)
Humanos , Masculino , Femenino , Hueso Temporal/patología , Boca Edéntula/patología , Articulación Temporomandibular/patología , Mandíbula/patología , Cefalometría
5.
Rev. Fac. Odontol. Univ. Sao Paulo ; 24(2): 45-55, jul.-dez. 1986. ilus, tab
Artículo en Portugués | LILACS, BBO | ID: lil-47439

RESUMEN

Utilizando um método morfométrico tridimensional, o autor determinou o ângulo formado entre as vertentes lateral e medial da parede anterior da fossa mandibular em 120 crânios de brasileiros adultos, desdentados totais e parciais. O resultado obtido mostrou que o referido ângulo näo apresenta diferenças estatisticamente significantes quando se comparam crânios entre indivíduos desdentados totais e parciais. Somente quando aos lados direito e esquerdo do crânio verificou-se uma pequena variaçäo


Asunto(s)
Articulación Temporomandibular/anatomía & histología , Mandíbula
6.
Rev. Fac. Odontol. Univ. Sao Paulo ; 23(2): 137-42, jul.-dez. 1985. tab
Artículo en Portugués | LILACS, BBO | ID: lil-47481

RESUMEN

Com o objetivo de avaliar a profundidade da injeçäo nas anestesias tronculares intra-orais do nervo maxilar, procurou-se, neste trabalho, a possível correlaçäo entre a altura facial superior (násio-próstio) e o comprimento do canal palatino e da fossa pterigopalatina. Mediu-se, entäo, em crânios secos, a altura násio-prostio e, lateralmente, o comprimento do canal palatino e da fossa pterifopalatina. Utilizou-se na investigaçäo, 133 crânios de brasileiros adultos, que foram divididos em grupos, segundo o sexo e a cor (branca e näo branca). Aplicou-se uma técnica de análise de regressäo, a qual ajusta o modelo de uma reta aos dados, permitindo assim encontrar o comprimento do canal palatino e da fossa pterigopalatina, a partir da altura facial superior(násio=próstio). Concluiu-se que entre as variáveis em questäo näo existe correlaçäo para os grupos do sexo feminino brancos e näo brancos, a näo ser para o grupo do sexo feminino näo brancos, em que verificou-se que há correlaçäo apenas do lado esquerdo do crânio. Para os outros grupos (masculinos brancos e näo brancos), a correlaçäo entre as variáveis existe em ambos os l ados do crânio. Concluiu-se também que, devido ao baixo coeficiente de explicaçäo, a variável altura facial superior (násio-próstio) explica muito pouco a variaçäo do comprimento do canal palatino e da fossa pterigopalatina nos grupos que apresentaram correlaçäo. Desenvolveu-se, ainda, uma fórmula matemática, através da qual se torna possível calcular, aproximadamente, o comprimento do canal palatino e da fossa pterigopalatina, a partir da altura facial superior (násio-próstio)


Asunto(s)
Humanos , Masculino , Femenino , Anestesia Dental , Nervio Maxilar/anatomía & histología
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