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1.
Rev. bras. epidemiol ; 27: e240025, 2024. tab, graf
Article Dans Anglais | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1559516

Résumé

ABSTRACT Objective: To analyze the factors associated with the individual use of insect repellent by women of childbearing age living in area endemic for arboviruses in Fortaleza, Brazil. Methods: This is a cohort study carried out between 2018 and 2019 with women aged between 15 and 39 years in Fortaleza, state of Ceará, Brazil. A total of 1,173 women users of one of the four selected primary health care units participated in the study. The outcome was divided into: continued use, discontinued use, and nonuse of insect repellent. Crude and adjusted multinominal logistic regression analysis was carried out guided by a hierarchical model, with presentation of the respective odds ratio (OR) and 95% confidence intervals (95%CI). The independent variables include: socioeconomic and demographic data, environmental and sanitary characteristics, knowledge of the insect repellent, and behavioral and pregnancy-related aspects. Results: Only 28% of the participants reported using insect repellent during the two waves of the cohort. Women with higher education (OR=2.55; 95%CI 1.44-4.51); who are employed (OR=1.51; 95%CI 1.12-2.03); who received guidance from healthcare professionals (OR=1.74; 95%CI 1.28-2.36) and the media (OR=1.43; 95%CI 1.01-2.02); who intensified precautions against mosquitoes during the epidemic (OR=3.64; 95%CI 2.29-5.78); and who were pregnant between 2016 and 2019 (OR=2.80; 95%CI 1.83-4.30) had increased odds for continued use of insect repellent. Conclusion: The use of insect repellent among women of childbearing age was associated with a higher level of education, employment, guidance on insect repellent provided by healthcare professionals and the media, behavioral changes to protect against mosquitoes during the Zika virus epidemic, and pregnancy when occurring as of the beginning of the epidemic period.


RESUMO Objetivo: Analisar os fatores associados ao uso de repelente individual por mulheres em idade fértil residentes em área endêmicas para arboviroses em Fortaleza, Brasil. Métodos: Coorte realizada entre 2018 e 2019, com mulheres entre 15 e 39 anos, moradoras em Fortaleza, Ceará, Brasil. Participaram 1.173 mulheres, usuárias de quatro unidades primárias de saúde do município. O desfecho foi categorizado em: uso continuado, uso descontinuado e não uso de repelente. Realizada análise de regressão logística multinominal norteada por modelo hierárquico, com apresentação dos respectivos odds ratio (OR) e intervalos de confiança de 95% (IC95%). As variáveis independentes incluem: dados socioeconômicos e demográficos, características ambientais e sanitárias, conhecimento sobre o repelente e aspectos comportamentais e relacionados à gravidez. Resultados: Somente 28% das participantes referiram o uso de repelente durante as duas ondas da coorte. Mulheres com escolaridade superior (OR=2,55; IC95% 1,44-4,51); com emprego (OR=1,51; IC95% 1,12-2,03); que receberam orientações por profissionais da saúde (OR=1,74; IC95% 1,28-2,36) e pela mídia (OR=1,43; IC95% 1,01-2,02); que intensificaram os cuidados contra o mosquito na epidemia (OR=3,64; IC95% 2,29-5,78); estavam grávidas entre 2016 e 2019 (OR=2,80; IC95% 1,83-4,30) tiveram as chances aumentadas para uso continuado de repelente. Conclusões: O uso de repelente entre mulheres em idade fértil mostrou-se associado a um maior nível de escolaridade, ao emprego, às orientações sobre repelente fornecidas por profissionais de saúde e pela mídia, às mudanças comportamentais de cuidado contra o mosquito durante a epidemia da Zika e à gravidez quando ocorrida a partir do início do período epidêmico.

2.
Epidemiol. serv. saúde ; 30(3): e2020743, 2021. tab, graf
Article Dans Portugais | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1286361

Résumé

Resumo Objetivo Analisar a associação entre as desigualdades sociais e sanitárias, condições socioeconômicas, segregação espacial e letalidade por COVID-19 em Fortaleza, Ceará, Brasil. Métodos Estudo ecológico de casos confirmados e óbitos por COVID-19, tendo como unidades de análise os 119 bairros de Fortaleza. Calcularam-se os indicadores de incidência, mortalidade e letalidade aparente por COVID-19, entre 1º de janeiro e 8 de junho de 2020. Indicadores socioeconômicos foram extraídos do Censo Demográfico do Brasil de 2010. Foi realizada análise espacial e calculados índice global e local de Moran. Resultados Foram encontrados 22.830 casos confirmados, 2.333 óbitos e uma letalidade aparente de 12,7% (IC95% 11,6;13,9). Observaram--se autocorrelações espaciais significativas para letalidade aparente (I=0,35) e extrema pobreza (I=0,51), sobrepostas em diversos bairros da cidade. Conclusão A letalidade aparente por COVID-19 está associada a piores condições socioeconômicas e de saúde, demonstrando a relação entre desigualdades sociais e desfechos de saúde em tempos de pandemia.


Resumen Objetivo Analizar la asociación entre las desigualdades sociales y sanitarias, condiciones socioeconómicas, segregación espacial y letalidad por COVID-19 en Fortaleza, Ceará, Brasil. Métodos Estudio ecológico de casos y defunciones confirmadas por COVID-19, se utilizaron, como unidades de análisis, 119 barrios de Fortaleza. Se calcularon los indicadores de incidencia, mortalidad y letalidad aparente por COVID-19, entre el 1 de enero y el 8 de junio de 2020. Los indicadores socioeconómicos se extrajeron del Censo Demográfico de Brasil 2010. Se realizó un análisis espacial y calculados los índices Global y Local de Moran. Resultados Se encontraron 22.830 casos confirmados, 2.333 muertes y una letalidad aparente de 12,7 (IC95% 11,6;13,9). Se observaron autocorrelaciones espaciales significativas para letalidad aparente (I=0,35) y extrema pobreza (I=0,51) que se sobreponen en diversos barrios de la ciudad. Conclusión La letalidad por COVID-19 está asociada con peores condiciones socioeconómicas y sanitárias, demostrando la relación entre desigualdades sociales y los resultados de salud en tiempos de pandemia.


Abstract Objective To analyze the association among social and health inequalities, socioeconomic status, spatial segregation and Case Fatality Rate (CFR) due to COVID-19 in Fortaleza, the state capital of Ceará, Brazil. Methods This was an ecological study of confirmed cases and deaths due to COVID-19. The 119 neighborhoods of Fortaleza were used as units of analysis. Incidence, mortality and apparent CFR indicators due to COVID-19 were calculated between January 1 and June 8, 2020. Socioeconomic indicators were obtained from the 2010 Brazilian Demographic Census. Spatial analysis was performed and local and global Moran's indexes were calculated. Results There were 22,830 confirmed cases, 2,333 deaths and the apparent CFR was 12.7% (95% CI 11.6;13.9). Significant spatial autocorrelations between apparent CFR (I=0.35) and extreme poverty (I=0.51), overlapping in several neighborhoods of the city, were found. Conclusion The apparent CFR due to COVID-19 is associated with the worst socioeconomic and health status, which shows the relationship between social inequalities and health outcomes in times of pandemic.

3.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 37(6): e00212920, 2021. tab, graf
Article Dans Anglais | LILACS | ID: biblio-1278613

Résumé

Abstract: This article aims to assess the sociodemographic and epidemiological factors associated with AIDS and tuberculosis-HIV coinfection mortality in the Chilean adult population between 2000 and 2017. This is a retrospective observational study, evaluating the incidence density of TB-HIV coinfection mortality in the population over 14 years of age. We used data from the Chilean AIDS Cohort database, 17,512 people enrolled in highly active antiretroviral therapy in the public health system in Chile. The Kaplan-Meier survival function and Cox regression were applied. Incidence density of 0.05 for 39,283 person-years for mortality with TB-HIV coinfection was recorded, with an increase in new cases in people living with AIDS among Aymara and Mapuche indigenous populations. Risk factors included CD4 < 500 cells/mm3 (HR = 3.2; 95%CI: 2.2-4.9), viral load at the start of treatment > 10,000 copies/uL (HR = 1.3; 95%CI: 1.2-1.6). Having high school or higher education (HR = 0.76; 95%CI: 0.6-0.9) is a protective factor for mortality for coinfection. Mortality was concentrated in TB-HIV coinfected people with increasing mortality among women and indigenous populations. The paper contributes to the growing recognition of the role of social determinants in disease outcomes, and the requirement to improve community-focused and community-based testing, sex education in schools, and structural interventions to reduce the adult mortality in Chilean population.


Resumen: El objetivo del estudio fue evaluar los factores sociodemográficos y epidemiológicos asociados con la mortalidad por SIDA y por coinfección tuberculosis-VIH en la población chilena adulta entre los años 2000 y 2017. Se trata de un estudio observacional retrospectivo, evaluando la densidad de incidencia de muertes por la coinfección TB-VIH en una población sobre 14 años de edad. Usamos informaciones de la base de datos de la Cohorte Chilena de SIDA, donde 17.512 personas estaban inscritas en terapia antirretroviral altamente activa dentro del sistema público de salud en Chile. Se aplicaron la función de supervivencia de Kaplan-Meier y la regresión de Cox. Se registró una densidad de incidencia de 0,05 en cada 39,283 persona-años para la mortalidad por coinfección TB-VIH, con un incremento de nuevos casos en personas que viven con SIDA entre las poblaciones indígenas Aymara y Mapuche. Los factores de riesgo incluyeron CD4 < 500 células/mm3 (HR = 3,2; IC95%: 2,2-4,9), la carga viral al comienzo del tratamiento > 10,000 copias/uL (HR = 1,3; IC95%: 1,2-1,6), por otro lado, contar con una escolaridad alta o educación superior (HR = 0,76; IC95%: 0,6-0,9) es un factor protector para la mortalidad por coinfección TB-VIH. La mortalidad estuvo concentrada en personas coinfectadas por TB-VIH con una mortalidad elevada entre mujeres y poblaciones indígenas. El estudio contribuye al reconocimiento creciente del papel de los determinantes sociales en los desenlaces de la enfermedad, y la necesidad de mejorar el sistema de pruebas, centrado y basado en la comunidad, educación sexual en las escuelas, e intervenciones estructurales para reducir la mortalidad de adultos en la población chilena.


Resumo: O objetivo do estudo foi avaliar os fatores sociodemográficos e epidemiológicos associados à mortalidade por aids e por coinfecção tuberculose-HIV na população adulta chilena entre 2000 e 2017. Este foi um estudo observacional retrospectivo que avaliou a densidade de incidência da mortalidade por coinfecção TB-HIV na população acima de 14 anos de idade. Usamos informações da base de dados da Coorte Chilena de Aids, e 17.512 pessoas estavam inscritas na terapia antirretroviral altivamente ativa através do sistema de saúde pública chileno. Foram aplicadas a função de sobrevida de Kaplan-Meier e a regressão de Cox. Foi observada densidade de incidência de 0,05 para 39.283 pessoas-ano de mortalidade por coinfecção TB-HIV, com um aumento de casos novos em pessoas vivendo com aids entre as populações indígenas Aymara e Mapuche. Os fatores de risco foram CD4 < 500 células/mm3 (HR = 3,2; IC95%: 2,2-4,9), carga viral no início do tratamento > 10.000 cópias/uL (HR = 1,3; IC95%: 1,2-1,6). O Ensino Médio completo ou mais como escolaridade foi fator de proteção para a mortalidade por coinfecção TB-HIV (HR = 0,76; IC95%: 0,6-0,9). A mortalidade esteve concentrada em pessoas com coinfecção TB-HIV em mulheres e populações indígenas. O artigo contribui para o reconhecimento crescente do papel dos determinantes sociais nos desfechos da doença, chamando atenção para a necessidade de melhorar a testagem centrada e baseada na comunidade, a educação sexual nas escolas e intervenções estruturais para reduzir a mortalidade na população adulta chilena.


Sujets)
Humains , Femelle , Adulte , Tuberculose , Infections à VIH/complications , Syndrome d'immunodéficience acquise , Co-infection , Brésil , Chili/épidémiologie , Facteurs de risque
SÉLECTION CITATIONS
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