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Intervalo de ano
1.
Braz. j. infect. dis ; 20(5): 457-461, Sept.-Oct. 2016. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-828143

RESUMO

Abstract Introduction Tetanus, an acute infectious disease, is highly prevalent worldwide, especially in developing countries. Due to respiratory failure and hemodynamic instability associated with dysautonomia, severe cases require intensive care, but little has been published regarding the management in the Intensive Care Unit. Objective To draw a 10-year clinical–epidemiological profile of Intensive Care Unit patients with severe tetanus, observe their evolution in the Intensive Care Unit and identify risk factors for mortality. Methods In this retrospective study, we used a standardized questionnaire to collect information from the records of patients with severe tetanus admitted to the intensive care unit of a referral hospital for infectious and contagious diseases in Northeastern Brazil. Results The initial sample included 144 patients, of whom 29 were excluded due to incomplete information, leaving a cohort of 115 subjects. The average age was 49.6 ± 15.3 years, most patients had no (or incomplete) vaccination against tetanus, and most were male. The main intensive care-related complications were pneumonia (84.8%) and dysautonomia (69.7%). Mortality (44.5%) was higher than expected from the mean APACHE II score (11.8), with shock/multiple organ failure as the main cause of death (72.9%). The independent factors most predictive of mortality were APACHE II score, dysautonomia, continuous neuromuscular blockade and age. Conclusion A high mortality rate was observed in our cohort of Intensive Care Unit patients with severe tetanus and a number of risk factors for mortality were identified. Our results provide important insights for the development of intervention protocols capable of reducing complications and mortality in this patient population.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Tétano/mortalidade , Unidades de Terapia Intensiva/estatística & dados numéricos , Respiração Artificial/estatística & dados numéricos , Tétano/etiologia , Fatores de Tempo , Índice de Gravidade de Doença , Brasil/epidemiologia , Modelos Logísticos , Doença Aguda , Prevalência , Estudos Retrospectivos , Fatores de Risco , Mortalidade Hospitalar , Distribuição por Sexo
2.
Rev. bras. ter. intensiva ; 12(1): 19-23, jan.-mar. 2000. ilus, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-283771

RESUMO

A incidência de disfunção diafragmática após cirurgia cardíaca e de aproximadamente 25 a 75 por cento.Em cerca de 10 por cento ha lesão de nervo frênico e paresia diafragmática levando a complicações como atelectasia ou pneumonia.Descrevemos um caso de disfunção diafragmática pós-cirurgia cardíaca,em decorrência do possível resfriamento do nervo frênico durante o ato cirúrgico.Enfatizamos na apresentação o uso da ventilação mecânica não invasiva através de máscara nasal ou facial como método capaz de manter a assistência ventilatória,evitando as complicações inerentes a presenca do tubo endotraqueal e proporcionando extubação precoce


Assuntos
Humanos , Respiração Artificial , Paralisia Respiratória , Desmame do Respirador
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