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Einstein (Säo Paulo) ; 12(1): 27-30, Jan-Mar/2014. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-705788

RESUMO

Objective : To describe the vertical clinical pharmacist service’s interventions in prevention of venous thromboembolism. Methods : This prospective study was done at a private hospital. From January to May 2012, the clinical pharmacist evaluated medical patients without prophylaxis for thromboembolism. If the patient fulfilled criteria for thromboembolism and did not have contraindications, the clinical pharmacist suggested inclusion of pharmacologic agents and/or mechanical methods for venous thromboembolism prevention. In addition, the appropriate dose, route of administration, duplicity and replacement of the drug were suggested. Results : We evaluated 9,000 hospitalized medical patients and carried out 77 pharmaceutical interventions. A total of 71 cases (92.21%) adhered to treatment so that non-adherence occurred in 6 cases (7.79%). In 25 cases pharmacologic agents were included and in 20 cases mechanical prophylaxis. Dose adjustments, route, frequency, duplicity and replacement made up 32 cases. Conclusion : The vertical clinical pharmacist service included the prophylaxis for venous thromboembolism and promotion of appropriate use of medicines in the hospital. .


Objetivo : Descrever as intervenções do serviço do farmacêutico clínico vertical na prevenção do tromboembolismo venoso. Métodos : Estudo prospectivo, feito em hospital privado. Durante 5 meses, de janeiro a maio de 2012, o farmacêutico clínico avaliou os pacientes clínicos internados sem profilaxia para o tromboembolismo venoso. Se o paciente apresentasse critérios para desenvolver o tromboembolismo e não houvesse contraindicações para a profilaxia, o farmacêutico clínico sugeria a inclusão da profilaxia medicamentosa e/ou mecânica para equipe médica. Além disso, também foram feitas sugestões em relação à dose, via de administração, posologia, duplicidade terapêutica e substituição do medicamento profilático. Resultados : Foram avaliados 9.000 pacientes internados e feitas 77 intervenções farmacêuticas, houve adesão em 71 casos (92,21%); logo, a não adesão pelo médico ocorreu em 6 casos (7,79%). Em 25 casos houve a inclusão da profilaxia medicamentosa e, em 20 casos, a inclusão da profilaxia mecânica. Os ajustes de dose, via, frequência, duplicidade e substituição somaram 32 casos. Conclusão : A implantação do serviço do farmacêutico clínico vertical abrangeu a inclusão da profilaxia para tromboembolismo venoso e a promoção do uso correto de medicamentos no ambiente hospitalar. .


Assuntos
Humanos , Fidelidade a Diretrizes , Hospitalização , Farmacêuticos , Serviço de Farmácia Hospitalar/métodos , Tromboembolia Venosa/prevenção & controle , Anticoagulantes/administração & dosagem , Brasil , Hospitais Privados , Estudos Prospectivos , Reprodutibilidade dos Testes , Fatores de Risco , Fatores de Tempo
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