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Rev. bras. otorrinolaringol ; 57(4): 196-9, 202, out.-dez. 1991. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-122069

RESUMO

Foi realizado estudo prospectivo, duplo cego em 79 doentes com paralisia facial idiopática (PFPI), sem tratamento medicamentoso prévio, atendidos no grupo de paralisia facial do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de Säo Paulo (HCFMUSP) no período de fevereiro de 1989 a outubro de 1990. Para estabelecermos o diagnóstico da PFPI foram realizados exames excluídos todos que apresentaram alteraçöes em qualquer desses exames. Aleatoriamente foi usado dexametasona (0,13 mg/Kg/dia) e placebo. Os doentes eram avaliados clinicamente, uma vez por semana, até a evoluçäo final do quadro. Os pacientes foram divididos em 2 grupos de 20 pessoas, 39 pacientes foram excluídos por falta de acompanhamento ou outras patologias. Com os resultados randomizados, foi estudada a evoluçäo final do quadro e o tempo de recuperaçäo da paralisia pelo método de análise de variância. O tempo de evoluçäo final do quadro foi de 61,45 dias para o grupo de dexametasona (variando de 7 a 240 dias) e de 40,95 dias para o grupo placebo (variando de 8 a 70 dias). Os autores concluem que näo houve diferença estatisticamente significante entre os dois grupos quanto à qualidade de recuperaçäo do quadro


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Criança , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Dexametasona/uso terapêutico , Paralisia Facial/tratamento farmacológico , Método Duplo-Cego , Placebos , Estudos Prospectivos , Fatores de Tempo
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