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1.
Rev. RENE ; 12(2): 271-278, abr.-maio 2011.
Artigo em Português | LILACS, BDENF | ID: lil-682110

RESUMO

Este artigo objetivou conhecer a opinião da equipe de enfermagem sobre as medidas de prevenção e controle das infecções neonatais em recém-nascidos. Estudo descritivo, realizado em uma unidade neonatal de Fortaleza-CE, Brasil, de junho a outubro/2009. A amostra foi composta de 52 profissionais da equipe de enfermagem e a coleta de dados realizada por meio de questionário. Verificou-se que a lavagem das mãos foi referida por 48 (92,3%) dos profissionais como eficaz para a prevenção de infecção, seguida do uso de equipamentos individuais de proteção 21 (40,23%). Já a punção venosa foi citada por 45 (86,5%) como risco de infecção. A equipe de enfermagem demonstrou conhecimento suficiente acerca do assunto abordado.


Assuntos
Humanos , Recém-Nascido , Lactente , Criança , Conhecimento , Equipe de Enfermagem , Infecção Hospitalar , Recém-Nascido
2.
Rev. enferm. UERJ ; 17(1)jan.-mar. 2009. ilus
Artigo em Português | LILACS, BDENF | ID: lil-513368

RESUMO

Estudo epidemiológico, retrospectivo, documental, realizado em hospital universitário de Fortaleza-CE. Teve por objetivos verificar taxa de prevalência de infecção hospitalar (IH), tipos de infecções, patógenos e seu perfil de sensibilidade aos antimicrobianos. Foram analisadas 512 fichas de notificação de IH ocorridas ao longo de 2007. A taxa de IH anual média foi de 8,2%. As IH reuniram 149 (29,1%) registros de pneumonias, 136 (26,6%) infecções de corrente sangüínea, 87 (17%) infecções do trato urinário, 57 (11,1%) infecções de catéter central, 47 (9,2%) infecções de sítio cirúrgico. Os principais agentes foram: Klebsiella pneumoniae (22%), Staphylococcus aureus (20%), Pseudomonas aeruginosa (14%), Acinetobacter sp (13%), Escherichia coli (10%), Enterobacter sp (9%) e Candida sp.(9%). O perfil de sensibilidade dos dois patógenos predominantes foi: Klebsiella pneumoniae (mais de 50% de sensibilidade ao meropenem, imipenem, gentamicina, amicacina e piperacilina mais tazobactam); Staphylococcus aureus (resistência a eritromicina (66,0%), oxacilina (77,3%), penicilina (84,9%)).


This is a retrospective epidemiological documental study carried out at university hospital in Fortaleza, Ceará, Northeasten Brazil. Its main aim was to verify the prevalence rate of nosocomial infections, their types, causative pathogens, and profile of sensitivity of these pathogens to antibiotics. We analyzed 512 nosocomial infection notification forms which occurred throughout 2007. The average annual prevalence rate of nosocomial infection was 8.2%. The total number of nosocomial infections included 149 (29.1%) records of pneumonia, 136 (26.6%) bloodstream infections, 87(17%) urinary tract infections, 57 (11.1%) central catheter infections, and 47 ( 9.2%) surgical site infections. Major microorganisms encountered in these infections were as follows: Klebsiella pneumoniae (22%), Staphylococcus aureus (20%), Pseudomonas aeruginosa (14%), Acinetobacter sp (13%), Escherichia coli (10%), Enterobacter sp (9%) and Candida sp. (9%). The antibiotic sensitivity profile of the two predominant pathogens included: Klebsiella pneumoniae (over 50% sensitivity to meropenem, imipenem, gentamicin, amikacin, piperacillin, and tazobactam), Staphylococcus aureus (resistant to erythromycin (66.0%), to oxacillin (77, 3%), and to penicillin (84.9%)).


Estudio epidemiológico, retrospectivo, documental, realizado en hospital universitario de Fortaleza-CE-Brasil. Tuvo por objetivo verificar tasa de prevalencia de infección hospitalaria (IH), tipos de infecciones, patógenos y su perfil de sensibilidad a los antibióticos. Se analizaron 512 fichas de notificación de IH producidas a lo largo de 2007. La tasa de prevalência media anual de IH fue de 8,2%. Las IH reunieron 149 (29,1%) registros de neumonía, 136 (26,6%) infecciones del torrente sanguíneo, 87 (17%), infecciones del tracto urinario, 57 (11,1%) infecciones de cateter central, 47 (9,2%) infecciones de sitio quirúrgico. Los principales agentes fueron: Klebsiella pneumoniae (22%), Staphylococcus aureus (20%), Pseudomonas aeruginosa (14%), Acinetobacter sp (13%), Escherichia coli (10%), Enterobacter sp (9%) y Candida sp. (9%). El perfil de sensibilidad de los dos patógenos predominantes fue: Klebsiella pneumoniae (más de 50% de sensibilidad a meropenem, imipenem, gentamicina, amikacina y piperacilina más tazobactam); Staphylococcus aureus (resistencia a eritromicina (66,0%), oxacilina (77, 3%), penicilina (84,9%)).


Assuntos
Humanos , Resistência Microbiana a Medicamentos , Infecção Hospitalar , Microbiologia , Estudos Epidemiológicos , Hospitais Universitários
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