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1.
Psicol. soc. (Online) ; 23(3): 598-607, set.-dez. 2011.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-624156

RESUMO

A organização e o funcionamento de uma casa de abrigo de uma instituição humanista não feminista (chamada de "Solidariedade Social") constituiu o foco central desta pesquisa. Para isto, realizaram-se entrevistas semi-estruturadas às profissionais: à diretora da instituição, à diretora técnica e ao psicólogo. A análise apresenta uma visão de uma casa de abrigo normativa sobre o que deve ser uma mulher, incluindo as suas rotinas diárias, associada a uma organização rígida no que diz respeito a regras e horários. Mais ainda, perspectivando a mulher apenas como mãe e doméstica, esta perspectiva apresenta uma elevada tolerância à violência de gênero. A este respeito, este tipo de instituições corre sério risco de cair na perspectiva de "revitimizar" a vítima.


The organization and functioning of a shelter of a humanistic and non feminist institution (called "Social Solidarity") was the main focus of this study. For this purpose, three semi-structured interviews were conducted with professionals working in the shelter: the director of the Executive Border, the coordinator who is social worker and the psychologist. The analysis shows a normative vision about the way women ought to behave and set their daily routines, associated with a rigid organization of regulations and schedules. Furthermore, visioning the woman only as mother, this perspective shows a high level of tolerance to gender violence, in "some circumstances". In this respect, this kind of institutions risks to fall into the "blaming the victim" perspective.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Mulheres Maltratadas , Abrigo , Violência por Parceiro Íntimo , Violência de Gênero , Equipe de Assistência ao Paciente , Feminismo
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