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1.
In. Lopes, Ademar; Chammas, Roger; Iyeyasu, Hirofumi. Oncologia para a graduação. São Paulo, Lemar, 3; 2013. p.202-208, tab. (Oncologia para a graduação).
Monografia em Português | LILACS | ID: lil-691997
3.
Acta cir. bras ; 24(5): 377-382, Sept.-Oct. 2009. ilus, graf, tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-529156

RESUMO

PURPOSE: To study farnesol (FOH) effects on liver regeneration after 70 percent partial hepatectomy (PH) in rats. METHODS: Animals received FOH (25 mg/100 g body weight/day) or corn oil (CO, 0.25 mL/100 g body weight/day, controls). After a 2 week-treatment, all animals were subjected to PH and euthanized at different time points (0 h, 0.5 h, 4 h, 8 h, 18 h and 24 h) after surgery. Hepatic cell proliferation (PCNA positive nuclei) and apoptosis (fluorescence microscopy) were evaluated. RESULTS: Compared to CO treatment, FOH treatment inhibited (p<0.05) cell proliferation at 24h (S phase of the cell cycle) after PH. This was preceded by an induction of apoptosis 0.5 h (p<0.05; G0/G1 transition phase) after surgery. CONCLUSION: The results of the present study suggest that apoptosis induction could be associated with the reduced number of cells at the S phase observed in FOH group. These novel in vivo data reinforce FOH as a promising chemopreventive and therapeutic agent against cancer.


OBJETIVO: Estudar o efeito do farnesol (FOH) durante a regeneração hepática em ratos submetidos à Hepatectomia Parcial (HP) a 70 por cento. MÉTODOS: Os animais foram tratados com FOH (25 mg/100g de peso corpórel/dia) ou óleo de milho (OM, 0,25 mL/100g de peso corpóreo/dia, grupo controle). Depois de 2 semanas de tratamento, todos os animais foram submetidos à HP e eutanaziados em diferentes momentos (0h, 30min., 4h, 8h, 18h, 24h.) após o procedimento cirúrgico. Foi avaliada a proliferação celular (imunohistoquímica para PCNA) e a apoptose (microscopia de fluorescência). RESULTADOS: Em comparação aos animais controles, animais tratados com FOH apresentaram menor (p<0,05) proliferação celular 24h. (fase S do ciclo celular) após a HP. Tal efeito foi precedido de uma indução de apoptose 30min. (p<0,05; transição entre as fases G0/G1 do ciclo celular) após a cirurgia. CONCLUSÃO: Os resultados do presente estudo sugerem que a indução da apoptose pode estar associada com o menor número de células na fase S observadas nos animais tratados com FOH. Essa nova evidência in vivo reforça o farnesol como um promissor agente preventivo e terapêutico contra o câncer.


Assuntos
Animais , Bovinos , Masculino , Ratos , Apoptose/efeitos dos fármacos , Proliferação de Células/efeitos dos fármacos , Farneseno Álcool/farmacologia , Hepatectomia/métodos , Regeneração Hepática/efeitos dos fármacos , Modelos Animais de Doenças , DNA , Avaliação Pré-Clínica de Medicamentos , Distribuição Aleatória , Ratos Wistar
4.
Rev. nutr ; 21(6): 757-766, nov.-dez. 2008. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-509608

RESUMO

Após seqüenciamento do genoma humano, os estudos genômicos têm se voltado à elucidação das funções de todos os genes, bem como à caracterização de suas interações com fatores ambientais. A nutrigenômica surgiu no contexto do pós-genoma humano e é considerada área-chave para a nutrição nesta década. Seu foco de estudo baseia-se na interação gene-nutriente. Esta ciência recente tem como objetivo principal o estabelecimento de dietas personalizadas, com base no genótipo, para a promoção da saúde e a redução do risco de doenças crônicas não transmissíveis como as cardiovasculares, o câncer, o diabetes, entre outras. Nesse contexto, é fundamental a aplicação na área de nutrição das ferramentas de genômica funcional para análise do transcritoma (transcritômica), do proteoma (proteômica) e do metaboloma (metabolômica). As aplicabilidades dessas metodologias em estudos nutricionais parecem ilimitadas, pois podem ser conduzidas em cultura de células, modelos de experimentação em animais, estudos pré-clinicos e clínicos. Tais técnicas apresentam potencial para identificar biomarcadores que respondem especificamente a um determinado nutriente ou composto bioativo dos alimentos e para estabelecer as melhores recomendações dietéticas individuais para redução do risco das doenças crônicas não transmissíveis e promoção da saúde.


After sequencing the human genome, genomic studies have been focusing on elucidating the function of all genes, as well as characterizing their interactions with environmental factors. Nutrigenomics emerged in the pos-genome era and is considered a key-area for nutrition in the present decade. Its research focus is nutrient-gene interaction. The main objective of this recent science is to establish personalized genotype-based diets that promote health and reduce the risk of non-communicable chronic diseases such as cardiovascular diseases, cancer, diabetes and others. In this context, it is essential to use functional genomic tools to analyze the transcriptome (transcriptomics), proteome (proteomics) and metabolome (metabolomics) in the field of nutrition. The applicabilities of such methodologies in nutritional studies seem unlimited since they can be conducted in cell cultures, animal models and pre-clinical and clinical studies. Such techniques may allow one to identify biomarkers that respond specifically to a certain dietary nutrient or bioactive compound and to establish the best individual dietary advice to reduce the risk of non-communicable chronic diseases and promote health.


Assuntos
Nutrigenômica/métodos , Ciências da Nutrição , Proteômica/métodos
5.
In. Penteado, Marilene De Vuono Camargo. Vitaminas: aspectos nutricionais, bioquímicos, clínicos e analíticos. Barueri, Manole, 2003. p.551-604.
Monografia em Português | LILACS | ID: lil-342956
6.
In. Hirata, Mario Hiroyuki; Mancini Filho, Jorge. Manual de biossegurança. São Paulo, Manole, 2002. p.307-347, ilus, tab.
Monografia em Português | LILACS, SES-SP | ID: lil-342970
7.
Rev. bras. cancerol ; 46(4): 389-399, out.-dez. 2000. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-438791

RESUMO

Esta revisão focaliza a relação entre a diferenciação das células ovais e a origem celular do câncer hepático, bem como os estudos recentes sobre a ação do ß-caroteno na diferenciação celular. As denominadas células ovais, que proliferam durante as etapas iniciais da hepatocarcinogênese, são células progenitoras bipotentes que podem se diferenciar em hepatócitos e em células epiteliais biliares, conforme demonstrado em modelos in vivo de diferenciação celular hepática. Postula-se que o câncer hepático originar-se-ia das células ovais, por bloqueio irreversível do processo de diferenciação, resultante da ação de hepatocarcinógenos. Desse modo, seriam geradas células imaturas transformadas que deteriam potencial proliferativo e imortalidade, em contraposição à teoria de que o câncer desenvolver-se-ia a partir da "desdiferenciação" dos hepatócitos. Descreve-se que o ß-caroteno (e outros carotenóides sem atividade pró-vitamínica A) é capaz de induzir a diferenciação celular, em modelos in vitro. Além disso, foi observado, in vivo, que o carotenóide reduziu o número de células ovais remanescentes (ao final do período experimental), tanto em modelo de hepato-carcinogênese química quanto de diferenciação celular hepática. Estes achados sugerem que o ß-caroteno pode favorecer a diferenciação terminal completa das células ovais, com implicações na quimioprevenção do câncer hepático.


Assuntos
Animais , Ratos , beta Caroteno , Diferenciação Celular , Neoplasias Hepáticas/patologia , Neoplasias Hepáticas/tratamento farmacológico , Ratos Wistar , Células-Tronco
8.
RBCF, Rev. bras. ciênc. farm. (Impr.) ; 36(1): 1-11, jan.-jun. 2000. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-276132

RESUMO

Este estudo constitui-se em uma revisão de literatura sobre a importância das comunicações intercelulares dependentes de conexinas no processo de carcinogênese e aspectos atuais do papel modulador dos carotenóides na formação dessas comunicações e na expressão de conexinas. Comunicações intercelulares via junções comunicantes (gap junctions intercellular communication - GJIC) viabilizam a troca citossólica direta de fatores ligados ao controle da homeostase dos tecidos e da proliferação e diferenciação celulares. Este tipo de comunicação celular parece ter papel importante na carcinogênese, uma vez que o câncer se caracteriza pela proliferação descontrolada de clones de células fenotipicamente transformadas. Relatos de literatura sugerem que as GJIC funcionam como canal condutor de sinais que regulam a proliferação, da célula normal para a célula transformada, provavelmente suprimindo o processo neoplásico...


Assuntos
Carotenoides , Comunicação Celular , Conexinas , Junções Intercelulares , Anticarcinógenos , beta Caroteno/uso terapêutico , Expressão Gênica , Neoplasias/tratamento farmacológico , Vitamina A/uso terapêutico
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