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1.
Cad. saúde pública ; 28(3): 449-462, mar. 2012. graf, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-616958

RESUMO

Este estudo objetivou verificar o impacto da Estratégia Saúde da Família (ESF) sobre a saúde bucal na população do Nordeste do Brasil de 12 municípios com mais de 100 mil habitantes. Tomou-se, como referência, 20 setores censitários, 10 inseridos em áreas cobertas pela saúde bucal na ESF há, pelo menos, um ano, emparelhados com 10 setores de áreas não cobertas. A amostra foi de 59.221 indivíduos. Foram considerados três efeitos possíveis: negativo, positivo e ausência de efeito sobre os desfechos, com base na razão de prevalência ajustada pela regressão de Poisson. Com relação aos resultados encontrados, verificou-se que, tanto o "acesso a ações preventivas coletivas" quanto o "tratamento da dor de dente" apontam para um efeito positivo no modelo de prática da saúde bucal na ESF. Porém, os desfechos "cobertura de exodontia" e "tratamento restaurador" demonstraram efeito negativo ou sem efeito na maioria dos municípios pesquisados. Há indícios de que os resultados obtidos refletem os modelos de organização locais da saúde bucal na ESF.


This study aimed to analyze the impact of the Family Health Strategy (FHS) on oral health in Northeast Brazil, in 12 municipalities with more than 100 thousand inhabitants. The reference was 20 census tracts, 10 of which in areas with oral health covered by the FHS for at least a year, matched with 10 census tracts without oral health coverage. The total sample included 59,221 individuals. Three possible effects were considered: negative, positive, and absence of effect on the outcomes, based on the prevalence ratio adjusted by Poisson regression. The outcomes "access to collective preventive measures" and "treatment of toothache" indicate a positive effect in the FHS oral health model. However, the outcomes "coverage of tooth extraction" and "restorative treatment" showed either a negative effect or no effect in the majority of the municipalities in the sample. Evidence indicates that within the FHS, the results reflect the local organizational models for oral health care.


Assuntos
Adolescente , Adulto , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Criança , Pré-Escolar , Feminino , Humanos , Lactente , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Adulto Jovem , Saúde da Família/estatística & dados numéricos , Indicadores Básicos de Saúde , Pesquisa sobre Serviços de Saúde/estatística & dados numéricos , Saúde Bucal/estatística & dados numéricos , Avaliação de Programas e Projetos de Saúde , Distribuição por Idade , Brasil , Cidades/estatística & dados numéricos , Acessibilidade aos Serviços de Saúde , Saúde Bucal/normas , Distribuição de Poisson , Distribuição por Sexo
2.
Cad. saúde pública ; 25(5): 985-996, maio 2009. mapas, tab, graf, ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-514758

RESUMO

The aim of this study was to determine whether the incorporation of Oral Health Teams (OHT) into the Family Health Program (FHP) led to greater use of dental services in Natal, Rio Grande do Norte State, Brazil. Twenty-two census tracts were studied, 11 located in areas covered by the FHP for at least one year and paired according to socioeconomic criteria with 11 tracts in areas without coverage. The final sample consisted of4,604 subjects. The areas covered by OHT in the FHP (model 1) were compared to areas covered by the FHP but without OHT (model 2) and toareas covered by traditional primary care services or without any coverage (model 3). In areas covered by model 1, 32% of the population used dental care, whereas in models 2 and 3 the rateswere 45.4% and 17.5%, respectively (p < 0.001). With respect to age, model 1 only exceeded model 2 in the age bracket 12 years and under. The studyconcludes that OHT in the FHP only had a positive impact on the target indicator when compared to model 3.


Este estudo objetivou verificar se a incorporação da equipe de saúde bucal no Programa Saúde da Família (PSF) gerou uma maior utilização dos serviços odontológicos no Município de Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. Tomou-se como referência 22 setores censitários, 11 inseridos em áreas cobertas pela saúde bucal no PSF há pelo menos um ano, emparelhados com base em critérios sócio-econômicos, com 11 setores deáreas não-cobertas. A amostra final constou de 4.604 indivíduos. Foram comparadas áreas cobertas pela saúde bucal no PSF (modelo 1) com áreas cobertas por unidades de PSF porém sem saúde bucal (modelo 2) e com áreas cobertas por unidades básicas de saúde tradicionais ou sem nenhuma cobertura (modelo 3). Os resultados mostraram que, nas áreas cobertas pelo modelo 1, 32% referiram assistência odontológica, sendo este resultado igual a 45,4% para o modelo 2 e 17,5% para o modelo 3 (p < 0,001). Analisando-se as faixas etárias, o modelo 1 supera o modelo 2 apenas na faixa de até 12 anos. Conclui-se, portanto, que a saúde bucal no PSF apresenta impacto positivo sobre o indicador avaliado somente quando comparada com áreas sem cobertura (modelo 3).


Assuntos
Adolescente , Adulto , Idoso , Criança , Humanos , Pessoa de Meia-Idade , Adulto Jovem , Serviços de Saúde Bucal , Saúde da Família , Programas Nacionais de Saúde , Brasil , Avaliação de Programas e Projetos de Saúde , Fatores Socioeconômicos , Adulto Jovem
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