Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 1 de 1
Filtrar
Adicionar filtros








Intervalo de ano
1.
An. Fac. Med. Univ. Fed. Pernamb ; 46(1): 52-55, 2001. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-299920

RESUMO

Para minimizar os efeitos hemodinâmicos da oclusão das veias cava e porta na fase anepática do transplante ortotópico de fígado, emprega-se rotineiramente o bypass porto-cava-axilar ou a técnica da preservação da veia cava retro-hepática, conhecida como piggyback. Ocorre que ambas as alternativas também apresentam seus icnconvenientes. Uma série consecutiva de 14 pacientes foi submetida ao transplante hepático, doze dos quais pela forma convencional simplificada, sem bypass ou piggyback. A esperada instabilidade hemodinâmica na fase anepática foi contornada em todos os casos. A diurese não sofreu redução significativa e o número de unidades de concentrado de hemácias administrado no transoperatório foi relativamente baixo (X=6,5 + ou - 4,2). O nível sérico médio de creatinina pré-operatório (X=0,84) não se elevou significamente após o procedimento ("t" = 1,32, p<0,05). Todos os pacientes obtiveram alta hospitalar em boas condições. Os autores concluem que, no transplante ortotópico de fígado da presente série, a utilização de bypass ou piggyback pôde ser contornado na maioria dos casos


Assuntos
Humanos , Criança , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Derivação Gástrica/métodos , Transplante de Fígado
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA