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1.
J. psicanal ; 53(99): 297-300, jul.-dez. 2020. ilus
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS, INDEXPSI | ID: biblio-1287074
2.
Araçatuba; s.n; 2020. 80 p. graf, ilus.
Tese em Português | LILACS, BBO | ID: biblio-1438566

RESUMO

O objetivo deste estudo foi avaliar a ação da ocitocina (OT) endógena, bem como o efeito potencializador da OT exógena sobre o metabolismo ósseo, estresse oxidativo, marcha e análise do tipo ansioso de ratas na periestropausa. Ao completar 19 meses, os animais receberam injeções de solução salina (0,15M/ip), Atosiban (AT) (At; 300 µg/Kg/ip), OT (Ot; 134 µg/Kg/ip) ou At+Ot (injeções de OT 5 minutos após AT), sendo duas injeções de cada substância por dia, com intervalos de 12 horas entre elas, a cada 30 dias até a idade de 21 meses. Após trinta dias sem tratamentos, foi realizada a coleta de amostras biológicas. Aspartato aminotransferase (AST), marcador de dano hepático, foi menor em Ot e At+Ot. Substância ácida reativa ao ácido tiobarbitúrico (TBARs É¥mol/L), marcador do dano oxidativo lipídico, foi maior no grupo Ot comparado ao At (p = 0,0093), e menor no At+Ot em relação ao Ot (p = 0,0040). Houve maior defesa antioxidante enzimática avaliada por meio da superóxido dismutase (SOD) no grupo Ot em comparação ao Veh (p < 0,0312). Por sua vez, no grupo At houve maior atividade enzimática da fosfatase alcalina (FAL) em relação ao Veh e Ot (p < 0,0001; At+Ot: p = 0,0015). A espessura do tecido ósseo compacto foi menor no grupo At em relação ao Veh (p = 0,0228), no entanto, foi maior no grupo Ot em relação ao Veh e At (p = 0,0132, p < 0,0001); no grupo At+Ot foi menor quando comparado ao grupo Ot (p = 0,0003). O número de trabéculas ósseas foi menor no grupo At comparado ao Veh (p = 0,0240), e maior em Ot em relação ao At (p = 0,0084). Quanto a análise imunoistoquímica realizada no osso cortical do colo do fêmur, o grupo Ot apresentou maior expressão de osteocalcina (OCN) em comparação aos grupos Veh e At (p = 0,05 e 0,0033), e menor expressão no grupo At+Ot em relação ao grupo Ot (p = 0,05). A expressão de fosfatase ácida resistente ao tartarato (TRAP) foi menor no grupo Ot comparado aos grupos Veh e At (p = 0,05 e 0,0033), contudo foi maior no grupo At+Ot comparado ao Ot (p = 0,05). A densidade mineral óssea areal (DMO) foi significativamente maior nos grupos Ot e At+Ot em relação à Veh (p < 0,0001) e grupo At (p = 0,0231, p = 0,0418). Por sua vez, a relação mineral-matriz (vPO4/Proline) foi maior e a substituição de carbonato tipo B (CO3/vPO4) foi menor no grupo Veh. O teste de deambulação por comprimento (cm) usado para avaliar função musculoesquelética, aumentou em última análise no grupo Ot em relação ao grupo Veh - F (p = 0,0078), At - F (p = 0,0023), bem como aumentou sobre Ot - I (p = 0,0094). O teste do labirinto, usado para estudar o comportamento chamado "tipo ansioso", demonstrou que a OT inverte a redução nas entradas dos braços fechados, reduz o tempo gasto no centro causado pelo At. Os resultados obtidos neste estudo demonstram que a OT ajuda a modular o ciclo de remodelação óssea de ratas senescentes, melhorando os parâmetros de densitometria óssea e os parâmetros funcionais musculoesquelético(AU)


The objective of this study was to evaluate the endogenous oxytocin (OT) action, as well as the potentiating effect of exogenous OT on the bone metabolism, oxidative stress, gait and analysis of the anxious type of rats in periestropause. Upon completing 19 months, the animals received injections of saline solution (0.15M/ip), Atosiban (AT) (At; 300 µg/Kg/ip), OT (Ot; 134 µg/Kg/ip) or At+Ot (OT injections 5 minutes after AT), being two injections of each substance per day, with intervals of 12 hours between them, every 30 days until the age of 21 months. After thirty days without treatment, biological samples were collected. Aspartate aminotransferase (AST), a marker of liver damage, was lower after Ot and At+Ot. Acid reactive substance to thiobarbituric acid (TBARs µmol/L), marker of lipid oxidative damage, was higher in the Ot group compared to At (p = 0.0093), and lower in At+Ot compared to Ot (p = 0.0040). There was a higher antioxidant enzymatic defense evaluated by means of superoxide dismutase (SOD) in the Ot group compared to Veh (p < 0.0312). In turn, in the At group there was greater alkaline phosphatase (FAL) enzymatic activity in relation to Veh and Ot (p < 0.0001; At+Ot: p = 0.0015). The thickness of the compact bone tissue was smaller in the At group in relation to Veh (p = 0.0228), however, it was greater in the Ot group in relation to Veh and At (p = 0.0132, p < 0.0001); in the At+Ot group it was smaller when compared to Ot (p = 0.0003). The number of bone trabecules was smaller in the At group compared to the Veh (p = 0.0240), and greater in Ot in relation to the At (p = 0.0084). As for the immunohistochemical analysis performed on the cortical bone of the femoral neck, the Ot group presented a higher expression of osteocalcin (OCN) compared to the Veh and At groups (p = 0.05 and 0.0033), and lower expression in the At+Ot group compared to the Ot group (p = 0.05). The tartrate-resistant acid phosphatase (TRAP) expression was lower in the Ot group compared to the Veh and At groups (p = 0.05 and 0.0033), however it was higher in the At+Ot group compared to Ot (p = 0.05). The sandal mineral density (BMD) was significantly higher in the Ot and At+Ot groups compared to Veh (p < 0.0001) and At group (p = 0.0231, p = 0.0418). In turn, the parent mineral ratio (vPO4/Proline) was higher and the replacement of carbonate type B (CO3/vPO4) was lower in the Veh group. The walking test per length (cm) used to evaluate musculoskeletal function was ultimately increased in group Ot in relation to group Veh - F (p = 0.0078), At - F (p = 0.0023), as well as increased over Ot - I (p = 0.0094). The labyrinth test, used to study the so-called "anxious type" behavior, demonstrated that the OT reverses the reduction in the entries of the closed arms, reducing the time spent in the center caused by At. The results obtained in this study show that the OT helps to modulate the cycle of bone remodeling of senescent rats, improving the parameters of bone densitometry and the musculoskeletal functional parameters(AU)


Assuntos
Animais , Ratos , Ocitocina , Densidade Óssea , Remodelação Óssea , Receptores de Ocitocina/antagonistas & inibidores , Estresse Oxidativo , Aspartato Aminotransferases , Superóxido Dismutase , Osteocalcina , Substâncias Reativas com Ácido Tiobarbitúrico , Ratos Wistar , Fosfatase Alcalina , Fosfatase Ácida Resistente a Tartarato
3.
J. psicanal ; 52(96): 189-196, jan.-jun. 2019.
Artigo em Português | LILACS, INDEXPSI | ID: biblio-1020012

RESUMO

Em um mundo onde a direita política ganha cada vez mais espaço, o psicanalista americano Christopher Bollas se coloca a pensar nas razões psíquicas desse movimento surpreendente. Para ele vivemos um problema psicopolítico, no qual a psicanálise tem a contribuir, inclusive emprestando léxico analítico ao contexto político. Explorando essa história psicopolítica desde o início do século XX, o autor propõe pontos de vista e padrões de pensamento que tentam contribuir na explicação do momento atual. Para ele, não mais somos oprimidos por um superego forte, mas, sim, por egos fracos e inoperantes, adaptativos às necessidades da sociedade. Nesse contexto, o splitting da personalidade, a projeção e a melancolia ganham espaço nas mentes e na política.


In a world where the political right gains more and more ground, the American psychoanalyst Christopher Bollas thinks about the psychic reasons of this surprising movement. Bollas believes we are experiencing a psycho-political problem, in which psychoanalysis has to contribute, including lending some analytical lexicon to the political context. Exploring this psycho-political history from the beginning of the twentieth century on, he offers points of view and thought patterns in order to contribute to a deeper explanation of the present moment. Bollas considers that we are no longer oppressed by a strong superego, but by weak and inoperative egos, adaptive to the needs of society. In this context, the splitting of personality, the projection and the melancholy gain space in people's minds and in politics.


En un mundo donde la derecha política gana cada vez más espacio, el psicoanalista americano Christopher Bollas se pone a pensar en las razones psíquicas de ese movimiento sorprendente. Para él vivimos un problema psicopolítico, en el que el psicoanálisis tiene que aportar, incluso prestando léxico analítico al contexto político. Explorando esta historia psicopolítica desde principios del siglo XX, propone puntos de vista y patrones de pensamiento que intentan contribuir en la explicación del momento actual. Para él, ya no somos oprimidos por un superyó fuerte, sino por egos débiles e inoperantes, adaptativos a las necesidades de la sociedad. En ese contexto, el splitting de la personalidad, la proyección y la melancolía ganan espacio en las mentes y en la política.


RÉSUMÉ Dans un monde où la droite politique prend de plus en plus de place, le psychanalyste américain Christopher Bollas se met à penser aux raisons psychiques de ce mouvement surprenant. Pour lui, nous vivons un problème psycho-politique, auquel la psychanalyse peut porter sa contribution, y compris par l'emprunt du lexique analytique au contexte politique. En exploitant cette histoire psycho-politique depuis les débuts du xxe siècle, il propose des points de vue et des modèles de pensée qui cherchent à contribuer à l'explication du moment actuel. Pour lui, nous ne sommes pas opprimés par un surmoi fort, mais par des moi faibles et inopérants, adaptatifs aux besoins de la société. Dans ce contexte, le splitting de la personnalité, la projection et la mélancolie prennent place dans les esprits et dans la politique.


Assuntos
Psicanálise
6.
Artigo em Inglês | LILACS-Express | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1469648

RESUMO

Abstract Avian pathogenic Escherichia coli (APEC) isolates from apparently healthy free range helmeted guineafowl were characterized. Most of them had a high frequency of virulence associated genes, multi drug resistance and high pathogenicity. We demonstrated that helmeted guineafowl have potential to transmit antibiotic resistant APEC to other species including humans.

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