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1.
Einstein (Säo Paulo) ; 21: eAO0117, 2023. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1421375

RESUMO

ABSTRACT Objective To characterize the immunophenotypic profile of acute leukemias in the population of the state of Bahia, Brazil. Methods This is a descriptive, retrospective study. From 2014 to 2018, 796 new cases of acute leukemia were evaluated. The data were obtained from analysis of reports and records of tests performed by flow cytometry immunophenotyping. All individuals of all age groups diagnosed as acute lymphoblastic leukemia or acute myeloid leukemia were included in the study. Demographic variables and expression of leukemia antigens were evaluated. Results Most cases were diagnosed as acute myeloid leukemia and 42.7% as acute lymphoblastic leukemia. Significant differences were found in expression of markers in acute leukemias when age groups were compared, as well as in demographic characteristics. B-cell acute lymphoblastic leukemia was more prevalent than cases of T-cell origin. Assessing the aberrant markers in acute myeloid leukemias, the non-acute promyelocytic leukemia group presented expression of CD7 and CD56 as the most frequent ones. In B-cell acute lymphoblastic leukemia, the most frequent aberrant markers were CD66c, CD13 and CD33. Conclusion Significant differences were found as to several antigens when comparing adults and children, and these findings may contribute to future studies correlating the phenotypic profile to genetic characteristics and therapeutic response, including specific antigen therapies, which may be better targeted.

2.
Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci. (Online) ; 57(1): e151444, 2020. tab, graf
Artigo em Inglês | VETINDEX, LILACS | ID: biblio-1122147

RESUMO

Blood typing techniques have been improved to ensure greater safety for transfusion procedures. Typification for the DEA 1 antigen through flow cytometry should offer more reliability to routine immunohematology in donor and recipient dogs. Currently, the DEA 1 group is starting to be an autosomal dominant allelic system with the DEA 1 negative type and its variations of positivity. The present study investigated the DEA 1 antigen using the techniques of immunochromatography, hemagglutination and flow cytometry. Among the positive animals for the DEA 1 group, typified by flow cytometry, medium intensities of fluorescence were found, which are indicative of weak, moderate and strong antigenicity. This enabled the division of the DEA 1 group into weak positive, moderate positive and strong positive. The blood typing techniques for the DEA 1 group by flow cytometry, agglutination and immunochromatography had positive (Spearman r=0.70) and statistically significant (p>0.0001) correlations.(AU)


As técnicas de tipificação sanguínea vêm sendo aperfeiçoadas para garantir maior segurança aos procedimentos transfusionais. A tipificação para o antígeno AEC 1 com o emprego da citometria de fluxo poderá oferecer mais confiabilidade à rotina da imunohematologia em cães doadores e receptores. Na atualidade, o grupo AEC 1 passou a ser denominado como um sistema alélico autossômico dominante com o tipo AEC 1 negativo e suas variações de positividade. O presente trabalho comparou os resultados de três técnicas utilizadas para a pesquisa do antígeno AEC 1: cromatografia; hemoaglutinação e citometria de fluxo. Dentro dos indivíduos positivos para o grupo AEC 1, tipificados pela citometria de fluxo, foram encontradas intensidades médias de fluorescência indicadoras de antigenicidade fraca, moderada e forte, podendo-se dividir o grupo AEC 1 em positivo fraco, positivo moderado e positivo forte. As técnicas de tipificação sanguínea para o grupo AEC 1 por cromatografia, hemoaglutinação e citometria de fluxo apresentaram correlação positiva (Spearman r=0,70) e estatisticamente significativa (p<0,0001).(AU)


Assuntos
Animais , Cães , Transfusão de Sangue/veterinária , Tipagem e Reações Cruzadas Sanguíneas/métodos , Hemaglutinação , Cromatografia de Afinidade/veterinária , Citometria de Fluxo
3.
Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci. (Online) ; 56(3): e154865, out. 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1046822

RESUMO

The dog erythrocyte antigen 1 (DEA 1) is the most immunogenic blood group in dogs, and blood transfusions may trigger some undesirable effects in veterinary patients, which are directly associated with incompatible transfusions. The present study aimed to investigate the frequency of positive DEA 1 blood group in blood donor dogs from a blood bank in Salvador, Bahia, Brazil, and also to calculate the risk of managing incompatible blood in both first and second transfusion. A number of 203 dogs of different breeds, aged between 1 and 8 years, weighing 28 kg, with no degree of kinship and of both sexes in Salvador - BA, Brazil were evaluated to investigate the blood type DEA 1 frequency, by means of chromatography and flow cytometry tests for blood typing. The risk of incompatible blood transfusion in either a first or a second transfusion was also calculated. The frequency of the DEA 1 group ranged from 0% to 100% in various breeds, but with a mean positivity of 62.07% (126/203). And the lowest risk of an DEA 1 negative animal receiving DEA 1 positive blood within the group of animals evaluated was 0.92% at a first transfusion; and the risk of the same animal receiving incompatible blood for the DEA group 1 in the second transfusion was 0.008%. The highest risk of an DEA 1 negative animal receiving DEA 1 positive blood from these animals was 69.12%; and the risk of receiving incompatible blood for DEA 1 was 47.77%. In conclusion, the frequency of the DEA 1 group varied between the studied breeds and the risk of incompatible blood transfusions varies according to donor and recipiente breeds, but this can be overridden if blood typing tests are performed along with the cross-reaction test for compatibility.


O antígeno eritrocitário canino 1 (AEC 1) é o grupo sanguíneo mais imunogênico em cães, podendo as transfusões sanguíneas desencadearem alguns efeitos indesejáveis nos pacientes veterinários. Estes estão diretamente associados à transfusões incompatíveis. O presente trabalho teve como objetivo estudar a frequência do grupo sanguíneo AEC 1 em cães doadores de sangue de um banco de sangue de Salvador-BA, Brasil, e calcular o risco de administrar sangue incompatível tanto em uma primeira quanto em uma segunda transfusão. Foram avaliados 203 cães de diversas raças, de ambos os sexos, com idade entre 1 e 8 anos, peso a partir de 28 kg, sem nenhum grau de parentesco originários de Salvador ­ BA, Brasil, para pesquisa da frequência do tipo sanguíneo AEC 1, por meio de testes de imunocromatografia e citometria de fluxo para tipagem sanguínea. E calculado o risco de transfusão sanguínea incompatível tanto em uma primeira como em uma segunda transfusão. A frequência do grupo AEC 1 variou entre as raças estudadas de 0% a 100%, porém com uma positividade média de 62,07% (126/203). O menor risco de um animal AEC 1 negativo receber sangue AEC 1 positivo, dentro do grupo dos animais avaliados foi de 0,92% em uma primeira transfusão e o risco do mesmo animal receber sangue incompatível para o gruo AEC 1 na segunda transfusão foi de 0,008%. Quanto ao maior risco de um animal AEC 1 negativo receber sangue AEC 1 positivo destes animais foi de 69,12% e o risco do mesmo receber sangue incompatível para o AEC 1 foi de 47,77%. A frequência do grupo AEC 1 variou entre as raças estudadas e o risco de transfusões incompatíveis variou de acordo com as raças doadoras e receptoras, mas esse risco pode ser anulado se sempre forem realizados os testes para tipagem sanguínea junto com a prova de reação cruzada para compatibilidade.


Assuntos
Animais , Cães , Transfusão de Sangue/veterinária , Cães/sangue , Índices de Eritrócitos/imunologia
4.
Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci. (Online) ; 55(1): 1-7, 2 abr. 2018. ilus, tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-912723

RESUMO

The shortage of dog blood donors in veterinary emergencies can lead to blood transfusions between animals whose blood type has not been identified. The antibody profile serves as a warning sign for animals that require a second blood transfusion, which is only advisable from compatible donor dogs. This article focuses on determination of anti-DEA 1 antibodies using the flow cytometry technique in dogs that have undergone a transfusion using DEA 1-positive blood, compared to results obtained from crossmatching. Blood from 18 DEA 1-positive donors ranked according to the chromatographic technique was used to transfuse thirty-three animals with unknown blood types and which demonstrated negative crossmatching to donors. On post-transfusion days 7, 14, 21 and 28, 45% and 27% of the animals tested positive for the anti-DEA 1 antibody, through crossmatching and flow cytometry, respectively. Detecting antibodies using the flow cytometric technique has high specificity and sensitivity, while crossmatching methods are highly sensitive but manifest low specificity. Following blood transfusion, animals that did not present as positive through crossmatching or flow cytometry were considered different from all other DEA 1-positive blood groups.(AU)


A escassez de cães doadores de sangue em situações de emergência na Medicina Veterinária pode levar a realização de transfusões de sangue entre animais que não tiveram seu tipo sanguíneo previamente determinado. O padrão de anticorpos serve como um sinal de alerta para animais que serão submetidos a uma segunda transfusão sanguínea, sendo essa somente recomendável a partir de cães doadores compatíveis. Este artigo aborda a pesquisa de anticorpos anti-AEC 1 pela técnica de citometria de fluxo em cães que receberam uma transfusão utilizando sangue do grupo AEC 1 positivo, comparando os resultados com aqueles obtidos a partir de reação cruzada. Foi utilizado sangue de 18 animais doadores do tipo AEC 1 positivo classificados por técnica cromatográfica para transfundir trinta e três animais com tipos sanguíneos desconhecidos, os quais mostraram reação cruzada negativa aos doadores. Nos dias 7, 14, 21 e 28 pós-transfusão, 45% e 27% dos animais mostraram-se positivos para os anticorpos anti-AEC 1, respectivamente, pela reação cruzada e através de citometria de fluxo. A pesquisa de anticorpos com o emprego da técnica de citometria de fluxo tem alta especificidade e sensibilidade, enquanto a reação cruzada, altamente sensível, tem baixa especificidade. Animais que não apresentaram positividade após a transfusão de sangue na reação cruzada e na citometria de fluxo concomitantemente foram considerados de qualquer outro grupo sanguíneo diferente do grupo sanguíneo AEC 1 positivo.(AU)


Assuntos
Animais , Cães , Transfusão de Sangue/veterinária , Eritrócitos/imunologia , Citometria de Fluxo/veterinária , Isoanticorpos , Reação Transfusional/veterinária
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