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Intervalo de ano
1.
Agora (Rio J.) ; 23(2): 12-23, maio-ago. 2020.
Artigo em Português | INDEXPSI, LILACS | ID: biblio-1130815

RESUMO

RESUMO: O artigo tem como proposta abordar o posicionamento de uma determinada compreensão da Psicanálise face à política econômica capitalista, na forma como esta se apresenta na sociedade. Desse modo, o objetivo do artigo foi expor as considerações da Psicanálise a respeito da política e os seus agenciamentos no âmbito da produção de subjetividade, utilizando a estética como brecha para ampliação das suas possibilidades singularizantes na direção da cura. Realizou-se uma pesquisa procurando tecer considerações vinculadas ao que alguns psicanalistas contemporâneos têm comentado e refletido sobre o assunto. Por fim, acompanhando Freud e Lacan, empreendemos uma interlocução com Marx e a estética para melhor vislumbrarmos o alcance dessas questões. Estamos de acordo com Lacan, no posicionamento de que apenas será um progresso subverter o discurso do capitalista se as oportunidades de condição à palavra e ao desejo não forem somente para alguns.


ABSTRACT: The article proposes to approach the positioning of a certain understanding of Psychoanalysis in relation to capitalist economic policy, in the way it presents itself in society. In this way, the objective of the article was to expose the considerations of Psychoanalysis regarding politics and its agencies in the field of the production of subjectivity, using aesthetics as a loophole to expand its singularizing possibilities towards healing. A research was carried out seeking to weave some considerations linked to what some contemporary psychoanalysts have commented on and reflected on the subject. Finally, accompanying Freud and Lacan, we undertook an interlocution with Marx and aesthetics to better glimpse the scope of these issues. We agree with Lacan that there will only be progress to subvert the discourse of the capitalist if the opportunities to condition the word and the desire are not only for some.


Assuntos
Política , Psicanálise , Capitalismo
2.
Agora (Rio J.) ; 19(3): 499-532, set.-dez. 2016.
Artigo em Inglês, Português | LILACS | ID: lil-796028

RESUMO

Parte-se da interrogação sobre o percurso lacaniano que leva à postulação do sujeito como representado entre significantes. Inicia-se pelo estudo das identificações e percorrem-se textos da obra psicanalítica que apontam a função constitutiva da falta. Tal percurso conduziu à abordagem das relações entre a negação e a constituição do sujeito. Partindo do Seminário da identificação (LACAN, 1961-62), retorna-se às considerações freudianas sobre a Verneinung (1925) e se pode considerar que a noção de existência pressupõe a ausência e, portanto, articula-se à noção de sujeito como -1 implicada na formulação lacaniana sobre o traço unário.


From Verneinung to the unary trait. This paper is based on Jacques Lacan's postulation of the subject as represented between signifiers. We start off with a study on identifications and examine texts from the psychoanalytic literature referring to the constitutive function of lack. This leads us to relate negation to the constitution of the subject. Lacan's Seminar IX, on identification (1961-62), then to Freud's article on Verneinung (1925). We then theorize that the notion of existence presupposes absence and is therefore connected to the notion of subject as -1 implicated in Lacan's formulation on the unary trait.


Assuntos
Humanos , Personalidade , Psicanálise , Transtornos Psicóticos
3.
Rev. mal-estar subj ; 11(1): 285-309, mar. 2011.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: lil-693242

RESUMO

Lacan associa Sócrates, Descartes, Marx e Freud a partir do objeto de que tratam, e que Lacan conceitua como a verdade. O sintoma a presentifica como o que é: sempre um meio dizer. Em decorrência do fato de um indivíduo não escapar de ser um Gattungswesen, um ser que necessariamente se relaciona com os outros, como dizia Marx, a função do sintoma na psicanálise não se reduz ao campo de uma psicologia individual. Freud explicitou-o: toda psicologia individual também é uma psicologia social. O artigo retoma a noção de sintoma da maneira como foi elaborada por Friedrich Engels, para então examiná-la na articulação com Marx, na medida em que Lacan sempre referiu a origem de seu emprego na psicanálise à conceituação de Marx. O artigo é organizado iniciando com Engels e seu texto sobre a família, deduzindo os três abalos do Nome-do-Pai na cultura, para distinguir a função paterna como eminentemente falha, desde Freud. Em seguida, debruça-se sobre a definição de Marx do sintoma como "a única maneira de o que existe afirmar seu oposto", como é retomado no artigo, literalmente, da sua obra. Ao associarmos a função do pai, aqui também tratada como sintoma, com a acepção de Marx, o artigo articula o sintoma numa interseção da psicanálise com a política na associação de Freud, Engels, Marx e Lacan.


Lacan associates Socrates, Descartes, Marx and Freud regarding their object: truth. The symptom presents it as it is: at all times a half saying (mi dire). Since an individual is always a Gattungswesen, a being which relates itself to others, as Marx used to say, the function of the symptom in psychoanalysis is not reducible to the field of individual psychology. Freud puts it in this way: every individual psychology is also a social psychology. This article focuses on the notion of the symptom in the way Friedrich Engels developed it, and then follows the definition from Marx, since Lacan always referred the origin of the use of the word symptom in psychoanalysis, to the definition Marx gave. The article is organized as follows: it begins deducing from Engel's text on family, three strokes endured by the Name-of-the-Father in culture, and derives from that the fact that the father function, in Freud, is already a loophole. It then develops Marx'vs definition of the symptom as "the only way in which that which exists affirms its opposite", as quoted literally in the text. When we associate the Name of the father, here treated as a symptom as well, with this definition of Marx, the article articulates the symptom in the intersection of psychoanalysis and politics, associating Freud, Engels, Marx and Lacan.


Lacan asocia Sócrates, Descartes, Marx y Freud a partir del objeto: la verdad. El síntoma la presenta como ella es: un medio-decír. Debido al hecho de que un individuo es siempre un Gattungswesen, un ser que necesariamente se relaciona con los demás, como dijo Marx, la función del síntoma en psicoanálisis no puede reducirse a un campo de la psicología individual. Freud lo explica: cada psicología individual es también una psicología social. El artículo lleva el concepto de un síntoma de la forma en que fue desarrollado por Friedrich Engels, y luego lo examina en relación con Marx, en la medida en que Lacan siempre se refiere al origen de su uso en el psicoanálisis a partir del concepto en Marx. El trabajo se organiza a partir de Engels y su texto sobre la familia, deduce de eso los tres golpes sufridos por el Nombre-del-Padre en la cultura, para distinguir la función paterna como eminentemente fallida, desde Freud. A continuación, se centra en la definición de Marx del síntoma como "la única manera de afirmar lo que es su opuesto", como el artículo se toma literalmente, de su obra. Al asociar la función del padre, que también se trata aquí como un síntoma, con la definición en Marx, este artículo articula el síntoma en una intersección del psicoanálisis con la política en relación con Freud, Engels, Marx y Lacan.


Lacan associe Socrate, Descartes, Marx et Freud à partir de leur objet: la vérité. Le symptôme la présentifie comme elle est: un mi-dire. En raison du fait qu'un individu est toujours un Gattungswesen, un être qui se rapporte nécessairement à d'autres, comme le disait Marx, la fonction du symptôme dans la psychanalyse ne peut pas être réduite à un champ de la psychologie individuelle. Freud l'a expliqué: toute psychologie individuelle est aussi une psychologie sociale. Cet article reprend le concept d'un symptôme de la façon dont il a été développé par Friedrich Engels, puis l'examine avec Marx, dans la mesure où Lacan ne manquait jamais à référer l'origine de son utilisation dans la psychanalyse à sa définition chez Marx. L'article est organisé en commençant par Engels et son texte sur la famille, pour en déduire les trois atteintes au Nom-du-Père dans la culture, pour en suite distinguer la fonction paternelle comme éminemment échec, depuis Freud. Se concentre ensuite sur la définition de Marx sur le symptôme comme «la seule façon d'affirmer ce qui est son contraire¼, comme l'article le prend à la lettre. En associant le Nom-du-Père, également traitée ici comme un sinthome, avec cette définition de Marx, cet article énonce une intersection de la psychanalyse et la politique en liaison avec Freud, Engels, Marx et Lacan.

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