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1.
Rev. adm. pública (Online) ; 56(6): 745-771, nov.-dez. 2022. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1422921

RESUMO

Resumo O desenho institucional do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama) atribui aos municípios responsabilidades complexas e, muitas vezes, inviáveis em termos financeiros, técnicos e operacionais. Diante disso, a cooperação surge como uma alternativa para enfrentar a ausência de recursos e a incapacidade de alguns municípios executarem, de maneira isolada, as diretrizes previstas pela Política Nacional de Meio Ambiente (PNMA). Esta pesquisa examina a relação entre cooperação intermunicipal e capacidade estatais municipais na implementação da política ambiental no Brasil, visando identificar se essas capacidades, em suas diferentes dimensões, têm características relevantes para os municípios que participam de consórcios públicos na área de meio ambiente. Com o uso de dados secundários, a pesquisa empregou uma abordagem quantitativa, por meio da análise de regressão logística, investigando a incidência dos arranjos cooperativos intermunicipais para 4.479 municípios brasileiros. Os resultados encontrados demonstraram, em linhas gerais, que, na implementação em nível local da PNMA, uma alta capacidade administrativa e maior desempenho fiscal tendem a diminuir os incentivos para o município cooperar com outros, enquanto a disponibilidade de capacidade técnica, político-relacional e institucional aumenta a probabilidade de cooperação.


Resumen El diseño institucional del Sistema Nacional Ambiental asigna responsabilidades complejas a los municipios, muchas veces inviables en términos financieros, técnicos y operativos. Ante esto, la cooperación surge como una alternativa para enfrentar la falta de recursos y la incapacidad de algunos municipios para ejecutar los lineamientos previstos por la Política Nacional Ambiental (PNMA) de manera aislada. Esta investigación examina la relación entre la cooperación intermunicipal y las capacidades estatales municipales en la implementación de la política ambiental en Brasil, con el objetivo de identificar si las capacidades estatales, en sus diferentes dimensiones, tienen características relevantes para los municipios que participan en consorcios públicos en el área de medio ambiente. Con base en el uso de datos secundarios, la investigación emplea un enfoque cuantitativo, a través del análisis de regresión logística, investigando la incidencia de los arreglos cooperativos intermunicipales para 4.479 municipios brasileños. Los resultados encontrados demuestran, en términos generales, que en la implementación a nivel local de la PNMA, una alta capacidad administrativa y un mayor desempeño fiscal tienden a reducir los incentivos para que el municipio coopere con otros, mientras que la disponibilidad de recursos técnicos, la capacidad político-relacional e institucional aumenta la probabilidad de cooperación.


Abstract The institutional framework of the National Environmental System assigns complex responsibilities to municipalities, which are often unviable in financial, technical, and operational terms. Cooperation emerges as an alternative to face the lack of resources and the inability of some municipalities to execute the guidelines provided for by the National Environmental Policy in an isolated way. This research examines the relationship between intermunicipal cooperation and municipal state capacities in the implementation of the environmental policy in Brazil, aiming to identify if state capacity, in different dimensions, is a relevant characteristic for municipalities participating in environmental public consortiums. This research used secondary data to employ a quantitative approach through logistic regression analysis, investigating the occurrence of intermunicipal cooperative arrangements in 4.479 Brazilian municipalities. In general terms, the results demonstrate that high administrative capacity and greater fiscal performance tend to reduce the incentives for the municipality to cooperate with others while implementing the PNMA at the local level. Also, the findings indicate that the availability of technical, political-relational, and institutional capacity increases the probability of cooperation.


Assuntos
Meio Ambiente , Política Ambiental , Governo Local
2.
Artigo em Inglês | IMSEAR | ID: sea-176259

RESUMO

There is no doubt that climate change is happening, humans are causing it and perhaps climate change is one of the biggest single challenges to the future of our civilization and risk to our countries. Climate change can jeopardize health more directly through heat-related morbidity and mortality; flooding and storms with associated trauma and mental health concerns; and infectious diseases, particularly those that are water or vector borne. Also, the economy is often one of another aspects that climate change can greatly impact populations through rises in the inflation rate in those countries affected by natural disasters. Whilst efforts have been undertaken to minimize the impacts of climate change on the local level, challenges and implications remain obvious. The implications include people’s reliance on local environment; lack of local resources and knowledge; and lack of rural development surveillance and monitoring systems. On a local scale, enhancing local knowledge and capacity of environmental issues require integration of climate change into country plans, incorporating adaptation into decision making and sharing knowledge through training. In this conceptual paper, it is argued that the ability to respond to climate change is enabled by involving local knowledge in the development of a national environmental health policy. The ability of communities to respond to the impacts of climate change is central to the concept of sustainable development. This analytical observation seeks to provide recommendations for both global and local leaders to act accordingly in minimizing the impacts of climate change.

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