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Pers. bioet ; 25(2): e25210, jul.-dic. 2021.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1386798

RESUMO

Abstract Genetics test in predictive medicine seems to take charge of the uniqueness of any human being. Unlike preventive medicine it moves from the theoretical assumption of the knowledge of a specific individual's genetic structure and potential fragility. However, the attention paid to the gene risks placing the living and experienced body in the shadow. Sometimes, "genetic news" can make the subject in the present act like a sick person without being so, read every event in that direction, and, ultimately, fulfill the prophecy. The article goes beyond the alleged non-exceptionalism of genetic data and discusses the symbolic value that the gene has assumed and its role in reflexivity and self-perception.


Resumen Las pruebas genéticas en la medicina predictiva parecen encargarse de la singularidad del ser humano, a diferencia de la medicina preventiva parte del supuesto teórico del conocimiento de la estructura genética y de la fragilidad potencial de un individuo específico. Sin embargo, la atención que se presta al dato genético tiene el riesgo ensombrecer el cuerpo vívido y la experiencia en primera persona. En ocasiones, las "noticias genéticas" pueden llevar al sujeto en el presente a actuar como un enfermo sin serlo, a leer cada evento en ese sentido y, por último, a cumplir la predicción. El artículo va más allá de la supuesta no excepcionalidad de los datos genéticos y analiza el valor simbólico que ha asumido el gen y su papel en la reflexividad y la autopercepción.


Resumo Os testes genéticos em medicina preditiva parecem se responsabilizar pela singularidade de qualquer ser humano, enquanto a medicina preventiva se move a partir do suposto teórico do conhecimento da estrutura genética e da fragilidade potencial de um indivíduo específico. Contudo, a atenção prestada ao dado genético está arriscada a agravar o corpo vívido e a experiência em primeira pessoa. Em ocasiões, as "notícias genéticas" podem levar o sujeito no presente a atuar como um doente sem ser isso, a ler cada evento nesse sentido e, definitivamente, a cumprir o predito. Este artigo vai mais além da suposta não excepcionalidade dos dados genéticos e analisa o valor simbólico que o gene assume e seu papel na reflexividade e na autopercepção.


Assuntos
Autoimagem , Identificação Social , Testes Genéticos , Medicina de Precisão , Aconselhamento Genético
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