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Intervalo de ano
1.
Hig. aliment ; 33(288/289): 296-300, abr.-maio 2019. tab
Artigo em Português | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1481943

RESUMO

Este estudo teve como objetivo, classificar quanto ao atendimento às boas práticas de fabricação em indústrias de panificação. A pesquisa foi realizada em três panificadoras localizadas em Fortaleza-CE, no mês de setembro de 2018. Foi utilizada a Lista de Verificação da Resolução RDC Nº 275/2002, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde. As indústrias de panificação foram classificadas no grupo 2 e 3, como regular e ruim quanto ao atendimento as boas práticas de fabricação, respectivamente. Contudo, as três panificadoras observadas, apresentaram condições higiênico-sanitárias inadequandas, oferecendo riscos de contaminação dos alimentos e possíveis agravos à saúde dos consumidores.


Assuntos
Humanos , Boas Práticas de Fabricação , Indústria Alimentícia/classificação , Indústria Alimentícia/legislação & jurisprudência , Inocuidade dos Alimentos , Lista de Checagem
2.
São Paulo; s.n; s.n; set. 2013. 192 p. tab, graf, ilus.
Tese em Português | LILACS | ID: biblio-836986

RESUMO

A tecnologia da microencapsulação apresenta várias aplicações na indústria de alimentos. Sabendo-se que diferentes fatores intrínsecos e extrínsecos dos alimentos podem influenciar a produção e atividade antimicrobiana das bacteriocinas produzidas pelas bactérias láticas, este estudo teve como principal objetivo avaliar a funcionalidade da encapsulação de bactérias láticas (BAL) bacteriocinogênicas em alginato de cálcio no controle de Listeria monocytogenes em salame experimentalmente contaminado. Para atingir este objetivo, foram isoladas novas cepas de BAL a partir de salame, que foram identificadas e caracterizadas quanto às propriedades das bacteriocinas produzidas, avaliando-se a influência do processo de encapsulação na produção de bacteriocinas. Foram isoladas quatro cepas produtoras de bacteriocinas, identificadas como Lactobacillus sakei (uma cepa), Lactobacillus curvatus (duas cepas) e Lactobacillus plantarum (uma cepa), nomeadas MBSa1, MBSa2, MBSa3 e MBSa4, respectivamente. As bacteriocinas produzidas pelas quatro cepas foram termoestáveis e com exceção da cepa MBSa2, sensíveis a pH acima de 8. Todas inibiram todas as cepas de Listeria monocytogenes testadas e várias espécies de BAL, mas foram inativas contra bactérias Gram negativas. As bacteriocinas foram purificadas por cromatografia de troca iônica seguida de cromatografia de interação hidrofóbica sequencial e cromatografia de fase reversa, observando-se que L. sakei MBSa1 produz um peptídeo de 4303 Da, com uma sequência parcial de aminoacidos idêntica à sequência presente em sakacina A. As cepas MBSa2 e MBSa3 produzem dois peptídeos ativos cada, idênticos nas duas cepas, um de 4457 Da e outro de 4360 Da, que apresentam sequências parciais idênticas às presentes na sakacina P e na sakacina X, respectivamente. Aparentemente, a cepa L. plantarum MBSa4 produz uma bacteriocina composta por duas sub-unidades. O DNA genômico da cepa L. sakei MBSa1 contém os genes da sakacina A e curvacina A, enquanto o DNA da cepa L. plantarum MBSa4 foi positivo para o gene da plantaricina W. A cepa L. curvatus MBSa2 foi encapsulada em alginato de cálcio e testada quanto à produção de bacteriocinas in vitro, observando-se que o processo de encapsulação não influenciou a produção de bacteriocina. Quando testada in situ, ou seja, no salame experimentalmente contaminado com Listeria monocytogenes, não foi observada ação anti-Listeria por L. curvatus MBSa2 encapsulado e não encapsulado, durante o 30 dias de fabricação do salame


The microencapsulation technology has several applications in the food industry. Knowing that different intrinsic and extrinsic factors can influence production and antimicrobial activity of bacteriocins produced by lactic acid bacteria in foods, this study aimed at evaluating the functionality of the encapsulation of bacteriocinogenic lactic acid bacteria (LAB) in calcium alginate in the control of Listeria monocytogenes in experimentally contaminated salami. To achieve this goal, new strains of LAB were isolated from salami, identified and characterized for the properties of the produced bacteriocins, evaluating the influence of the encapsulation process in the bacteriocins production. Four bacteriocin producing strains were isolated and identified as Lactobacillus sakei (one strain), Lactobacillus curvatus (two strains) and Lactobacillus plantarum (one strain), named MBSa1, MBSa2, MBSa3 and MBSa4 respectively. The bacteriocins produced by the four strains were thermostable and with the exception of strain MBSa2, sensitive to pH above 8. All inhibited all tested Listeria monocytogenes strains and various species of LAB but were inactive against Gram-negative bacteria. The bacteriocins were purified by cation-exchange followed by sequential hydrophobic-interaction and reversed-phase chromatography, indicating that L. sakei MBSa1 produces a peptide of 4303 Da, with a partial amino acid sequence identical to the sequence present in sakacin A. L. curvatus MBSa2 and MBSa3 produce two active peptides, identical in the two strains, one of 4457 Da and the other of 4360 Da, with partial aminoacid sequences identical to those present in sakacin X and sakacin P, respectively. Apparently, L. plantarum MBSa4 produces a bacteriocin composed of two subunits. Genomic DNA of L. sakei MBSa1indicated that this strain contains genes for sakacin A and curvacin A, while the DNA of L. plantarum MBSa4 was positive for the plantaricin W gene. The strain L. curvatus MBSa2 was encapsulated in calcium alginate and tested for bacteriocin production in vitro, observing that the encapsulation process did not affect the production of bacteriocin. When tested in situ, i.e. in the salami experimentally contaminated with L. monocytogenes was not observed anti-Listeria action by L. curvatus MBSa2 encapsulated and non-encapsulated during the 30 day manufacture of salami


Assuntos
Bactérias , Listeria monocytogenes/isolamento & purificação , Bacteriocinas/farmacologia , Indústria Alimentícia/classificação , Composição de Medicamentos/classificação
3.
Arch. latinoam. nutr ; 44(1): 2-5, mar. 1994. tab
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-234570

RESUMO

Se describe brevemente la composición química promedio de la yuca cultivada en diversas regiones de México, siendo el componenete más importante el almidón, que permite el aprovechamiento de un recurso natural como prima no convencional para la industria alimentaria en la elaboración de productos tales como, dextrinas, jarabes glucosados y fructosados. Como ingrediente, el almidón de yuca se utiliza en la producción de alimentos para bebés, embutidos, salsas y mayonesas. Los almidones modificados se emplean principalmente en panadería en la producción de pies, rellenos y producción congelados, ya que por sus características físico-químicas imparten estabilidad y proporcionan un producto final que se mantiene fresco y de excelente textura


Assuntos
Farinha/classificação , Alimentos , Indústria Alimentícia/classificação , Liliaceae/química , Amido/classificação , México
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