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Imuno-histoquímica aplicada à cirurgia micrográfica de Mohs: estudo-piloto / Immunohistochemistry and Mohs micrografic surgery: a pilot study
Simião, André Luiz; Delatti, Marina de Almeida; Mercadante, Larissa Mondadori; Matos, Amilcar Castro de; Moreira, Marcela Baraldi.
  • Simião, André Luiz; Pontifícia Universidade Católica de Campinas. São Paulo. BR
  • Delatti, Marina de Almeida; Pontifícia Universidade Católica de Campinas. São Paulo. BR
  • Mercadante, Larissa Mondadori; Pontifícia Universidade Católica de Campinas. São Paulo. BR
  • Matos, Amilcar Castro de; Pontifícia Universidade Católica de Campinas. São Paulo. BR
  • Moreira, Marcela Baraldi; Pontifícia Universidade Católica de Campinas. São Paulo. BR
Surg. cosmet. dermatol. (Impr.) ; 8(4): 301-306, out.-dez. 2016. ilus, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-877167
RESUMO

Introdução:

Na prática cirúrgica dermatológica, a cirurgia micrográfica de Mohs é de grande valia para a exérese de neoplasias cutâneas. No entanto, em determinados tipos de neoplasia, a imuno-histoquímica pode aumentar a acurácia diagnóstica.

Objetivo:

Relatar o uso da cirurgia micrográfica de Mohs associada à imuno-histoquímica e avaliar sua eficácia em relação aos métodos tradicionais.

Método:

Realizadas cirurgia micrográfica de Mohs em cinco casos de neoplasias cutâneas diversas e avaliação tecidual com hematoxilina-eosina e imuno-histoquímica, no intraoperatório.

Resultados:

Maior prevalência de pacientes do sexo feminino, idosos, com maior frequência de neoplasias do tipo carcinoma basocelular recidivado, na face. Em todos os casos foi possível realizar a imuno-histoquímica na peça congelada e, na maioria dos casos, foi realizado fechamento primário no primeiro estágio da cirurgia de Mohs, sem complicações pós-operatórias.

Conclusão:

A combinação das duas técnicas pode aumentar a sensibilidade, assegurando margens livres, permitindo menor número de recidivas e preservação de maior quantidade de tecido livre de neoplasia.
ABSTRACT

Introduction:

In the dermatologic surgery practice, Mohs micrographic surgery is of great value in the excision of cutaneous neoplasias. Nevertheless, in certain types of neoplasia, immunohistochemistry can increase diagnostic accuracy.

Objective:

To describe the use of Mohs micrographic surgery associated to immunohistochemistry and evaluate their effectiveness regarding traditional methods.

Method:

Mohs micrographic surgery was performed in 5 cases of diverse cutaneous neoplasias. Tissue evaluation with hematoxylin-eosin and immunohistochemistry were carried out intraoperatively.

Results:

There was greater prevalence of elderly female patients with higher frequency of recurred basal cell carcinomas in the face. In all cases it was possible to perform immunohistochemistry in the frozen specimen. In most cases, primary closure was carried out in the first stage of the Mohs surgery, without postoperative complications.

Conclusion:

The combination of the two techniques can increase the procedure's sensitivity, guaranteeing the presence of free margins, leading to fewer recurrences and allowing the preservation of a greater amount of neoplasia-free tissue.


Full text: Available Index: LILACS (Americas) Type of study: Risk factors Language: English / Portuguese Journal: Surg. cosmet. dermatol. (Impr.) Journal subject: General Surgery / Dermatology Year: 2016 Type: Article Affiliation country: Brazil Institution/Affiliation country: Pontifícia Universidade Católica de Campinas/BR

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