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Influence of sedation on morbidity and mortality in the intensive care unit
Rodrigues Junior, Geraldo Rolim; Amaral, José Luiz Gomes do.
  • Rodrigues Junior, Geraldo Rolim; Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Medicina. Department of Anesthesiology. Botucatu. BR
  • Amaral, José Luiz Gomes do; Universidade Federal de São Paulo. Escola Paulista de Medicina. Department of Surgery. Discipline of Anesthesiology, Pain and Surgical Intensive Care. São Paulo. BR
São Paulo med. j ; 122(1): 8-11, Jan.-Feb. 2004. tab
Article in English | LILACS | ID: lil-361375
RESUMO

CONTEXTO:

Embora cerca de 30% a 50% dos pacientes hospitalizados em unidades de terapia intensiva (UTI) recebam algum tipo de sedativo, existe escassez de informações sobre efeitos adversos desta prática, especialmente no Brasil. Estes efeitos podem ser significantes e o uso de sedativos é associado a elevação de infecção e mortalidade, mesmo sendo difícil avaliar o impacto clínico deste procedimento.

OBJETIVO:

Avaliar o impacto da sedação sobre incidência de complicações e mortalidade em doentes graves durante internação em unidade de terapia intensiva. TIPO DE ESTUDO Estudo prospectivo. LOCAL Unidade de Terapia Intensiva Cirúrgica da Universidade Federal de São Paulo ù Escola Paulista de Medicina. PARTICIPANTES Após excluídos pacientes que permaneceram menos de 24 horas ou sem exames indispensáveis para o cálculo do índice de gravidade (APACHE II), restaram 307 pacientes. Estes foram divididos em dois grupos Grupo Sedado e Grupo Não Sedado. Constatada heterogeneidade com relação ao APACHE II, foram pareados 97 sedados e 97 não sedados com idênticos índices de gravidade. VARIÁVEIS ESTUDADAS Impacto da sedação e das técnicas sobre a mortalidade, tempo de internação, além da incidência de escara de decúbito ou pressão, trombose venosa profunda e infecção.

RESULTADOS:

Não houve diferença na incidência de trombose venosa profunda, entre os grupos Sedado e Não Sedado, enquanto que escara de decúbito foi significativamente maior nos sedados (p = 0,03). Infecção foi detectada em 45,4% dos pacientes com sedação e em 21,6% dos pacientes sem sedação (p = 0,006). A mortalidade para os pacientes que não receberam qualquer tipo de sedativo foi de 20,6% e, para aqueles que foram sedados durante a internação, foi de 52,6% (p < 0,0001).

CONCLUSÕES:

Conclui-se que a sedação está associada a maior duração da internação, morbidade e mortalidade significativas. Apesar da intensidade das associações encontradas, não é possível estabelecer relação causal entre sedação e mortalidade.
Subject(s)
Full text: Available Index: LILACS (Americas) Main subject: Hospital Mortality / Hypnotics and Sedatives / Infections / Intensive Care Units Type of study: Incidence study / Observational study / Prognostic study / Risk factors Limits: Female / Humans / Male Country/Region as subject: South America / Brazil Language: English Journal: São Paulo med. j Journal subject: Cirurgia Geral / Ciˆncia / Ginecologia / Medicine / Medicina Interna / Obstetr¡cia / Pediatria / Sa£de Mental / Sa£de P£blica Year: 2004 Type: Article Affiliation country: Brazil Institution/Affiliation country: Universidade Estadual Paulista/BR / Universidade Federal de São Paulo/BR

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