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Fratura toracolombar tipo explosão: resultados do tratamento conservador / Thoracolumbar explosion fracture: conservative treatment outcomes
Avanzi, Osmar; Chih, Lin Yu; Neves, Robert; Caffaro, Maria Fernanda S; Bueno, Rogério Serpone; Freitas, Marthos Magno Ferreira.
  • Avanzi, Osmar; Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. São Paulo. BR
  • Chih, Lin Yu; Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. São Paulo. BR
  • Neves, Robert; Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Faculdade de Ciências Médicas. São Paulo. BR
  • Caffaro, Maria Fernanda S; Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. São Paulo. BR
  • Bueno, Rogério Serpone; Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. São Paulo. BR
  • Freitas, Marthos Magno Ferreira; Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. São Paulo. BR
Rev. bras. ortop ; 41(4): 109-115, abr. 2006. ilus, tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-427355
RESUMO

Objetivo:

Observar a evolução clínica e radiográfica dos pacientes submetidos ao tratamento não operatório das fraturas da coluna toracolombar tipo A3 explosão, conforme a classificação de Margerl, na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Métodos:

Foram analisados retrospectivamente os dados de 17 pacientes portadores de fratura toracolombar explosão internados entre 1994 e 2003 e tratados com o uso de colete de Jewett ou gesso em hiperextensão. Todos foram avaliados por meio de parâmetros clínicos (escala de Denis e Frankel) e radiográficos.

Resultados:

Com seguimento mínimo de 15 meses, foram constatados resultados clínicos excelentes e bons em 15 pacientes (88,2 por cento); regular e ruim em dois (11,7 por cento). Não houve deterioração da função neurológica em nenhum caso. Dos pacientes, dois apresentavam déficit neurológico inicial (Frankel D), sem melhora até o final do seguimento. Onze (64,7 por cento) pacientes retomaram às suas atividades prévias; quatro (23,5 por cento) mudaram de atividade e dois (11,7 por cento) apresentaram incapacidade para o trabalho. A avaliação radiográfica mostrou piora média da cifose de 1,8°. A cifose residual não foi estatisticamente significativa em relação à sintomatologia ou queixa atual do paciente (p = 0,4).

Conclusão:

No grupo de pacientes estudados o tratamento conservador mostrou resultados satisfatórios após seguimento médio de 34,7 meses, devendo ser considerado como boa opção para o tratamento da fraturas toracolombares tipo A3 explosão em pacientes com pouco ou nenhum comprometimento neurológico
Subject(s)
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Index: LILACS (Americas) Main subject: Spinal Cord Injuries / Spinal Fractures / Treatment Outcome Limits: Adolescent / Adult / Female / Humans / Male Language: Portuguese Journal: Rev. bras. ortop Journal subject: Orthopedics Year: 2006 Type: Article Affiliation country: Brazil Institution/Affiliation country: Santa Casa de Misericórdia de São Paulo/BR

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