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RELATIONSHIP BETWEEN TRAINING VOLUME AND BONE MINERAL DENSITY CHANGES IN ELDERLY WOMEN / RELAÇÃO ENTRE O VOLUME DE TREINAMENTO E MUDANÇAS DE DENSIDADE MINERAL ÓSSEA EM MULHERES IDOSAS / RELACIÓN ENTRE VOLUMEN DE ENTRENAMIENTO Y CAMBIOS EN LA DENSIDAD MINERAL ÓSEA EN MUJERES MAYORES
Espinosa, Juan José Rábade; Esteve, Teresa Valverde; Monzó, Ana Pablos; Abella, Carlos Pablos; Deval, Vicente Carratalá.
  • Espinosa, Juan José Rábade; Catholic University of Valencia. Institute of Sciences of Physical Activity and Sport. ES
  • Esteve, Teresa Valverde; Catholic University of Valencia. Institute of Sciences of Physical Activity and Sport. ES
  • Monzó, Ana Pablos; Catholic University of Valencia. Institute of Sciences of Physical Activity and Sport. ES
  • Abella, Carlos Pablos; Catholic University of Valencia. Institute of Sciences of Physical Activity and Sport. ES
  • Deval, Vicente Carratalá; Catholic University of Valencia. Institute of Sciences of Physical Activity and Sport. ES
Rev. bras. med. esporte ; 22(3): 231-234, tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-787684
ABSTRACT
ABSTRACT

Introduction:

Several studies have analyzed the relationship between physical activity and bone density. However, the prescription of exercise is not entirely clear as to the type, quantity and intensity.

Objective:

The objective of this study was to determine if there is a relationship between the amount of exercise and changes in bone mineral density.

Methods:

Fifty-two women, members of the Municipal Program of Physical Activity for Seniors, voluntarily underwent two ultrasonographies of the calcaneus within a 6-month interval. During this period, all physical activity was recorded. Afterwards, a lineal correlation study was carried out between the amount of exercise and bone changes, expressed as T-Score variation, first in total number of participants and then in groups. Considering the average body weight obtained for all women, two groups were created ("light" < 69 kg and "heavy" > 69 kg). Later, women who had participated in less than 72% of the targeted program were excluded from both groups, and the differences between the groups "light and trained" and "heavy and trained" were analyzed. To do so, the nonparametric Mann-Whitney U test was used.

Results:

A significant relationship of r= -0.59 was found between the total amount of exercise and the T-Score variation in the group of women above 69 kg. Significant differences were found between the "light and trained" group and the "heavy and trained" group with respect to the variation of T-Score.

Conclusion:

The effect of exercise on bone mineral density is determined, somehow, by body weight. This interaction is due, possibly, to mechanical demands difference.
RESUMO
RESUMO

Introdução:

Vários estudos analisaram a relação à quantidade de atividade física e densidade óssea. No entanto, a prescrição de exercício físico não é totalmente clara, em relação ao tipo, quantidade e intensidade.

Objetivos:

o objetivo deste estudo foi determinar se existe relação entre a quantidade de exercício físico e alterações na densidade óssea.

Métodos:

52 mulheres, membros do programa municipal de atividade física para idosos participaram voluntariamente na realização de dois ultrassonografias de calcâneo, separado 6 meses. Durante este período, toda a atividade física foi registrada. Em seguida, foi realizado um estudo de correlação linear entre a quantidade de exercício físico e alterações ósseas, expressos como variação do T-Score, primeiro de maneira conjunta e despois em grupos. Considerando-se o peso corporal médio obtido para todas as mulheres, dois grupos foram criados ("magro" < 69Kg e "pesado" > 69Kg). Mais tarde, as mulheres que tinham participado em menos do 72% do programa alvejado foram excluídas de ambos os grupos, e foram analisadas as diferenças entre o grupo "magro e treinado" e o grupo "pesado e treinado". Para alcançar este objetivo, foi utilizado o teste não paramétrico da U de Mann-Whitney.

Resultados:

foi encontrada ama relação significativa de r = -0,59 entre a quantidade total do exercício físico e da variação do T-Score, no grupo das mulheres de mais do que 69Kg. Foram encontradas diferenças significativas entre o grupo "magro y treinado" e o grupo "pesado e treinado", em relação à variação do T-Score.

Conclusão:

o efeito do exercício físico na densidade mineral óssea é determinado de alguma forma, pelo peso corporal. Esta interação é possivelmente devida à diferente demanda mecânica.
RESUMEN
RESUMEN

Introducción:

Diversos estudios han analizado la relación entre la actividad física y la densidad ósea. Sin embargo, la prescripción de ejercicio físico no está completamente clara en relación al tipo, cantidad e intensidad.

Objetivo:

El objetivo de este estudio fue determinar si existe relación entre la cantidad de ejercicio y los cambios en la densidad mineral ósea.

Métodos:

Cincuenta y dos mujeres, integrantes del Programa Municipal de Actividad Física para Mayores, participaron voluntariamente en la realización de dos ultrasonografías de calcáneo, con intervalo de 6 meses. Durante este periodo, se registró toda la actividad física. A continuación, se realizó un estudio de correlación lineal entre la cantidad de ejercicio y cambios óseos, expresados como la variación del T-Score, primero de forma conjunta y posteriormente por grupos. Teniendo en cuenta el peso corporal medio obtenido para el total de mujeres, se crearon dos grupos ("ligero" < 69 Kg y "pesado" > 69 Kg). Más tarde, las mujeres que habían participado en menos del 72% del programa dirigido fueron excluidas de ambos grupos y se analizaron las diferencias entre el grupo "ligero y entrenado" y el grupo "pesado y entrenado". Para lograr este objetivo, se utilizó la prueba no paramétrica de la U de Mann-Whitney.

Resultados:

Se encontró una relación significativa de r= -0,59 entre la cantidad total de ejercicio físico y la variación del T-Score en el grupo de mujeres de más de 69 Kg. Se encontraron diferencias significativas entre el grupo "ligero y entrenado" y el grupo "pesado y entrenado" con respecto a la variación del T-Score.

Conclusión:

El efecto del ejercicio físico sobre la densidad mineral ósea está determinado, de alguna manera, por el peso corporal. Esta interacción es debida posiblemente a la diferente demanda mecánica.


Full text: Available Index: LILACS (Americas) Language: English Journal: Rev. bras. med. esporte Journal subject: Sports Medicine Year: 2016 Type: Article Affiliation country: Spain Institution/Affiliation country: Catholic University of Valencia/ES

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