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À flor da terra: o cemitério dos pretos novos no Rio de Janeiro / The flower of the land: the cementary of the new blacks in Rio de Janeiro
Rio de Janeiro; Garamond; 2007. 202 p. ilus, mapas, tab, graf.
Monografía en Portugués | LILACS | ID: lil-520550
RESUMO
Trata sobre as violências contra os escravos mortos, praticadas em locais como o Cemitério dos Pretos Novos do Valongo e em cemitérios semelhantes que devem ter existido em outros portos de grandes desembraques de cativos, antes e depois de 1830. O cemitério destina-se ao sepultamento dos pretos novos, isto é, dos escravos que morriam após a entrada dos navios na Baía de Guanabara ou imediatamente depois do desembarque, antes de serem vendidos. Ele funcionou de 1772 a 1830 no Valongo, faixa do litoral carioca que ia da Prainha à Gamboa. Funcionara antes no Largo de Santa Rita, em plena cidade, próximo de onde também se localizava o mercado de escravos recém-chegados. O Valongo entrou, então, para a história da cidade como um local de horrores. Nele, os escravos que sobreviviam à viagem transatlântica recebiam o passaporte para a senzala. Os que não sobreviviam tinham seus corpos submetidos a enterros degradantes. O cemitério foi fechado em 1830 em decorrência de inúmeras reclamações dos moradores que aos poucos tinham povoado o local e do tratado de extinção do tráfico imposto pela Inglaterra, ratificado em 1827 para entrar em vigor três anos depois.
Asunto(s)
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Índice: LILACS (Américas) Asunto principal: Violencia / Entierro / Salud Pública / Población Negra / Ritos Fúnebres / Prácticas Mortuorias País/Región como asunto: America del Sur / Brasil Idioma: Portugués Año: 2007 Tipo del documento: Monografía

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