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Does Computed Tomography Improve Reproducibility in the Classification of Transtrochanteric Fractures? / A tomografia computadorizada melhora a reprodutibilidade na classificação das fraturas transtrocanterianas?
Alexandre, Murilo; Polesello, Giancarlo Cavalli; Cavassani Neto, Edio; Rabelo, Nayra Deise dos Anjos; Queiroz, Marcelo Cavalheiro de; Ricioli Junior, Walter.
  • Alexandre, Murilo; Irmandade Santa Casa de Misericórdia. Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Orthopedics and Traumatology Department. São Paulo. BR
  • Polesello, Giancarlo Cavalli; Irmandade Santa Casa de Misericórdia. Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Orthopedics and Traumatology Department. São Paulo. BR
  • Cavassani Neto, Edio; Irmandade Santa Casa de Misericórdia. Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Orthopedics and Traumatology Department. São Paulo. BR
  • Rabelo, Nayra Deise dos Anjos; Irmandade Santa Casa de Misericórdia. Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Orthopedics and Traumatology Department. São Paulo. BR
  • Queiroz, Marcelo Cavalheiro de; Irmandade Santa Casa de Misericórdia. Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Orthopedics and Traumatology Department. São Paulo. BR
  • Ricioli Junior, Walter; Irmandade Santa Casa de Misericórdia. Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Orthopedics and Traumatology Department. São Paulo. BR
Rev. bras. ortop ; 54(4): 361-367, July-Aug. 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1042421
ABSTRACT
Abstract With the aging of the population, there was a significant increase in the prevalence of hip fractures, with high mortality rates, sequelae and expenses. Understanding the fracture profile and classifying it correctly is critical to define the appropriate treatment. Several radiographic classifications have been developed for transtrochanteric fractures, such as Tronzo, Evans-Jensen, AO and Boyd-Griffin, but their reproducibility is not always satisfactory. The present review aimedto elucidatewhether the addition of computed tomography (CT) implies a greater reproducibility than simple radiography in the classification of transtrochanteric fractures, andwhether this is a better examination to identify the fracture trait. A search was conducted in the PubMed, Lilacs, Scielo and Cochrane databases between July 2016 and June 2017, limited to the last 15 years. All retrospective, prospective and systematic reviews articles published in the English language, with evaluation of men and/or women, were considered for review. We have excluded case reports, studies that evaluated tomography or radiographs in isolation, and duplicate studies. The research presented 112 articles, of which 5 contemplated the proposed criteria. Reproducibility for the classification of transtrochanteric fractures presented variable results and was influenced by factors such as the type of classification, the use of the simplified or complete classification, the specialty of the evaluator, his experience, and themethodology proposed by the works. There are indications that there is benefit for the use of CT, especially for fractures considered unstable, but its use as a tool to ensure better reproducibility (intraand interobserver) remains controversial and needs further studies.
RESUMO
Resumo Com o envelhecimento populacional, houve um aumento significante da prevalência das fraturas do quadril, com alto índice de mortalidade, de sequelas, e alto custo. Compreender o perfil da fratura e classificá-la de forma correta é fundamental para definir o tratamento adequado. Diversas classificações radiográficas foram desenvolvidas para as fraturas transtrocanterianas, tais como as de Tronzo, de Evans-Jensen, de Boyd-Griffin e AO, porém sua reprodutibilidade nem sempr é satisfatória. O presente trabalho objetivou analisar se o acréscimo da tomografia computadorizada (TC)implica em maior reprodutibilidade do que a radiografia simples na classificação das fraturas transtrocanterianas e se esta é melhor para a identificação do traço de fratura. Foi realizada uma pesquisa nas bases de dados PubMed, Lilacs, Scielo e Cochrane entre julho de 2016 e junho de 2017, limitada aos últimos 15 anos. Todos os trabalhos retrospectivos, prospectivos e revisões sistemáticas publicados na língua inglesa, com avaliação de homens e/ou de mulheres, foram considerados para a revisão. Foram excluídos relatos de casos, estudos que avaliaram de forma isolada a TC ou radiografias e estudos duplicados. A pesquisa apresentou 112 artigos, dos quais 5 preencheram os critérios propostos. A reprodutibilidade para a classificação das fraturas transtrocanterianas apresentou resultados variáveis e influenciados por fatores como o tipo de classificação, o uso da classificação simplificada ou completa, a especialidade do avaliador, a experiência e a metodologia proposta pelos trabalhos. Há indícios de que há algum benefício para o uso da TC, sobretudo para fraturas consideradas instáveis,
Assuntos


Texto completo: DisponíveL Índice: LILACS (Américas) Assunto principal: Radiografia / Tomografia Computadorizada por Raios X / Estudo de Validação / Fraturas do Quadril Tipo de estudo: Estudo diagnóstico / Estudo prognóstico / Fatores de risco / Revisões Sistemáticas Avaliadas Idioma: Inglês Revista: Rev. bras. ortop Assunto da revista: Ortopedia Ano de publicação: 2019 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: Irmandade Santa Casa de Misericórdia/BR

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