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Toxina botulínica no tratamento de distonias faciais: avaliação da eficácia e da satisfação dos pacientes ao longo do tratamento / Botulinum toxin in the treatment of facial dystonia: evaluation of its efficacy and patients' satisfaction along the treatment
Costa, Patrícia Gravito; Aoki, Líbia; Saraiva, Fábio Perenes; Matayoshi, Suzana.
  • Costa, Patrícia Gravito; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Departamento de Oftalmologia. São Paulo. BR
  • Aoki, Líbia; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Departamento de Plástica Ocular. São Paulo. BR
  • Saraiva, Fábio Perenes; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Departamento de Oftalmologia. São Paulo. BR
  • Matayoshi, Suzana; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Departamento de Plástica Ocular. São Paulo. BR
Arq. bras. oftalmol ; 68(4): 471-474, jul.-ago. 2005. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-417786
RESUMO
OBJETIVO: Estudar a eficácia do tratamento com toxina botulínica nos pacientes com distonia facial e a satisfação com o tratamento ao longo do tempo. MÉTODOS: Estudo retrospectivo de 42 pacientes portadores de distonia facial acompanhados no setor de Plástica Ocular da Clínica Oftalmológica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. RESULTADOS: Após as primeiras aplicações, 45,2 por cento dos pacientes deram notas entre 9-10 para melhora do espasmo, 35,7 por cento deram notas entre 7-8, 16,7 por cento deram notas entre 5-6 e apenas um paciente deu nota 4. Em relação ao intervalo de reaparecimento do espasmo, 4,8 por cento dos pacientes referiram entre 5-6 meses, 64,2 por cento entre 3-4 meses e 31 por cento entre 1-2 meses. Ao longo do tratamento, 76,1 por cento dos pacientes referiram manter a mesma nota sobre a melhora do espasmo, 19,1 por cento referiram melhora do resultado nas aplicações e apenas 4,8 por cento referiram piora da eficácia nas aplicações atuais. Quanto ao tempo de retorno do espasmo após aplicação, 64,2 por cento relataram não haver mudança ao longo do seguimento no serviço, 16,7 por cento relataram aumento e 19,1 por cento relataram diminuição do intervalo de remissão dos sintomas. Após aplicação, 19 por cento dos pacientes apresentaram efeitos colaterais e 73,8 por cento dos pacientes referiram desconforto apenas leve ou moderado em relação à aplicação. CONCLUSÕES: O uso da toxina botulínica foi eficaz e não houve alteração da eficácia ao longo do tempo. São poucos os efeitos colaterais e boa tolerância à administração. É boa alternativa para melhorar a qualidade de vida desses pacientes evitando a cegueira funcional causada por essas doenças.
Assuntos
Texto completo: DisponíveL Índice: LILACS (Américas) Assunto principal: Blefarospasmo / Toxinas Botulínicas / Satisfação do Paciente / Antidiscinéticos / Espasmo Hemifacial Tipo de estudo: Estudo observacional Limite: Idoso / Aged80 / Feminino / Humanos / Masculino Idioma: Português Revista: Arq. bras. oftalmol Assunto da revista: Oftalmologia Ano de publicação: 2005 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: Universidade de São Paulo/BR

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