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1.
Hematology, Transfusion and Cell Therapy ; 43:S531-S532, 2021.
Article in English | EMBASE | ID: covidwho-1859743

ABSTRACT

Aims: To collect data about COVID-19 in CML patients from Brazilian centers and their outcomes. Methods: Observational, multicentric, ongoing register study. Hematologists from private and public CML reference centers from different regions of Brazil were invited to report their cases of COVID-19 in CML patients. Those centers are responsible for the care of approximately 3030 CML patients. Results: Between March 2020 and July 2021, 16 institutions contributed to this analysis, and reported 73 COVID-19 cases in CML patients (pts). Eight-five % were from the South and Southeast regions, 11% from Northeast. The median age was 50 years (22-79), with 33% of the pts older than 60. Male patients were predominant (60%). The median time of CML diagnosis was 9 years (0-29). Most of the pts were in first line therapy (57.5%), 27% in second line and 11% in third line. Current CML treatment at COVID-19 was: imatinib (46,5%), nilotinib (22%), dasatinib (16%), post-transplant (4%), asciminib (1%), ponatinib (1%), treatment-free remission (2%), no treatment (7%). COVID-19 grade: asymptomatic (4%), mild (66%), moderate (12%), severe/critical (16%). CML status at COVID: AP/BC (3%), CP (12,4%), hematologic response (11%), complete cytogenetic response (4%), MMR (34%), MR4.0 (8%), MR4.5 (27%). Eleven patients interrupted treatment temporarily during COVID. COVID-19 was confirmed by RT-PCR of oral and nasal swab collection (68%) or rapid/serologic test (32%). Comorbidities were present in 34 pts, most common were: hypertension (33%), diabetes (14%), chronic renal failure (4%), chronic obstructive pulmonary disease/emphysema (5.5%), pulmonary hypertension (1). Hospitalization occurred in 30% of the cases, 18% in an intensive care unit, 8% with mechanical ventilation. Treatment received for COVID-19: antibiotics (31%), steroids (16%), chloroquine (5.5%), oseltamivir (4%);ivermectin (8%): heparin (3%). Sixty-nine patients recovered, 4 died from COVID-19 (5,4%): one 42 year old newly diagnosed male patient with high leukocytes counts and with a simultaneous bacterial infection, two 70-year old patients treated with imatinib, both in MR4.5, and one 31-year old male patient treated with nilotinib, after imatinib and dasatinib failure, with hematologic response. A fifth patient in the accelerated phase died 2 months after discharge, from disease progression and pulmonary infection. All cases occurred before vaccination. There was one case of re-infection, in a patient treated with imatinib. Discussion: Conclusions: the majority of COVID-19 cases in the CML population was mild, but there were 2 deaths of young patients with active disease and two deaths in elderly patients, one of them with comorbidities. The mortality in CML was lower than observed in other hematologic cancers.

2.
Hematology, Transfusion and Cell Therapy ; 43:S485-S486, 2021.
Article in English | EMBASE | ID: covidwho-1859692

ABSTRACT

Introdução: A Liga de Hematologia da Universidade Federal do Paraná (LaHem UFPR) surgiu no início de 2018 e é composta por estudantes de Medicina com interesse em aprofundar os conhecimentos de hematologia. Com a pandemia do coronavírus e a suspensão das atividades presenciais, a LaHem passou por um processo de adaptação e reinvenção para manter suas atividades de extensão com a comunidade. Objetivos: Relatar os desafios experienciados pela pandemia e o uso de redes sociais para promoção de atividades com a comunidade por uma Liga Acadêmica de Hematologia. Métodos: A LaHem conta com a realização de um curso introdutório anual para ingresso na liga, por meio de uma prova abordando diversos temas da hematologia. Com a pandemia do coronavírus, já ocorreram dois processos seletivos, com adaptação da dinâmica das atividades a fim de manter os pilares ensino-pesquisa-extensão. Neste relato de experiência, contamos as ações desempenhadas no meio digital dos alunos para a comunidade. Resultados: A LaHem UFPR teve suas atividades presenciais suspensas devido a pandemia de coronavírus. Foi necessária uma adaptação da interação com a comunidade para promoção do conhecimento hematológico ao público. A ideia de promover publicações em redes sociais semanalmente com conteúdos relacionados à hematologia surgiu com o intuito de trazer de maneira lúdica o acesso à especialidade. Os assuntos abordados nas palestras virtuais da liga for3am resumidos pelos ligantes em forma de posts, reels e quiz abordando desde hematologia maligna, como leucemias, linfomas, mieloma, até hematologia benigna, como hemofilias e púrpuras, bem como, conceitos base de hemograma, hematopoese e cascata da coagulação. Por meio de perguntas e respostas, fazíamos dinâmicas com o público e, posteriormente, publicações explicativas traziam pontos-chave sobre cada assunto. O engajamento recebido foi gradativamente aumentando e atingiu níveis de participação 80% superiores ao início do processo. A diretoria da liga também promoveu o Simpósio Fevereiro Laranja em referência ao mês da leucemia, com participação aberta ao público nacional e conscientização da população acerca do tema de Leucemias. Discussão: No contexto atual de pandemia, as redes sociais ganharam força no sentido de divulgar conhecimento e aproximar as pessoas ao redor do mundo. As interações no meio digital ultrapassam os limites de distância e tempo, permitindo que muitas pessoas de outras cidades, estados e países participem de atividades que, presencialmente, talvez não pudessem participar. Com isso desfrutamos do ganho cultural e intelectual que a pandemia nos proporcionou para informar o público médico e não-médico de maneira descontraída a respeito da hematologia, especialidade tão diversa e ainda pouco compreendida pelo público geral. Conclusão: O uso de plataformas digitais promoveu uma fusão da comunidade acadêmica e não acadêmica com os ligantes e possibilitou um canal de transmissão de conhecimento sobre hematologia. Apesar de não ser possível uma integração presencial com o público, as redes sociais criaram um ambiente de interdisciplinaridade importante e o resultado para a LaHem UFPR foi satisfatório.

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