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1.
ACTA MEDICA PORTUGUESA ; 35(7-8):606-607, 2022.
Article in English | Web of Science | ID: covidwho-1939526
2.
Hematology, Transfusion and Cell Therapy ; 43:S315-S316, 2021.
Article in Portuguese | EMBASE | ID: covidwho-1859636

ABSTRACT

Introdução: Durante a pandemia de COVID-19 tivemos um aumento do consumo de hemocomponentes com redução do número de doações voluntárias, prejudicando a gestão de hemocomponentes. Pacientes em programas de hemotransfusão crônica ou com aloimunização necessitam de concentrados de hemácias com fenótipo idênticos para os sistemas Rh e antígeno K foram impactados pela menor disponibilidade de hemocomponentes seguindo essas premissas. Objetivo: Comparar a frequência dos antígenos E, e, C, c, K entre doadores e receptores de sangue em banco de sangue privado na cidade do Rio de Janeiro durante a pandemia de COVID-19, avaliar se o município possui perfil similar entre essas 2 populações e seu impacto para gestão de hemocomponentes. Materiais e métodos: Foram analisados resultados de identificação de antígenos E, e, C, c e K de doadores voluntários e de receptores com indicação de transfusão com protocolo de fenotipagem para sistema RH e K no período de janeiro 2020 até junho 2021.Os doadores com tipagem O e A foram 100% fenotipados para os antígenos em questão. Os demais doadores foram fenotipados de acordo com a demanda do serviço de hemoterapia. Os receptores foram fenotipados conforme a indicação de aplicação do protocolo de fenotipagem. Número de indivíduos testados: Doadores 17.159 e Receptores 3.292. Resultados: Entre os doadores avaliados: 59% eram do sexo masculino, encontramos o seguinte perfil antigênico antígeno D=88%, antígeno E=25%, antígeno e=98%, antígeno C=60%, antígeno c=83%, antígeno K=6%. Importante ressaltar que dentre os doadores D negativos o percentual de antígeno c e antígeno e negativos era de 0%. Entre receptores avaliados: 45% eram do sexo masculino, encontramos o seguinte perfil antigênico antígeno D=85%, antígeno E=23%, antígeno e=98%, antígeno C=64%, antígeno c=83%, antígeno K=6%. Discussão: Investigamos o perfil fenotípico de doadores comparativo ao de receptores com base no município do Rio tomando como base o período de pandemia de COVID-19. Avaliamos sexo, naturalidade e fenótipos de doadores e receptores. Realizamos um estudo preliminar com população de doadores no Brasil em 2018, sem comparação com receptores, e encontramos aproximadamente o mesmo resultado percentual de antigenemia deste estudo. Percebemos que a antigenemia dos receptores segue a mesma proporcionalidade que a dos doadores. Conclusão: Este estudo sugere que a população da cidade do Rio de Janeiro durante a pandemia de COVID-19 possui uma frequência de antígenos do sistema Rh e Kell semelhante entre doadores × receptores, e ao mesmo tempo semelhante ao nosso estudo realizado pré pandemia apenas com doadores da região sudeste e nordeste. Podemos então até o momento supor que a metrópole Rio de janeiro possui população representativa do perfil antigênico brasileiro, com potencial para autossutentabilidade caso a cultura de doação de repetição fosse ampliada na população, reduzindo a dificuldade de atendimento principalmente para pacientes D negativos com antígenos raros como c ou e negativos. Estudos comparativos de todas as regiões do país podem auxiliar a compreensão mais fidedigna do perfil populacional a auxiliar nas estratégias de captação e retenção de doadores.

3.
European Respiratory Journal ; 58:2, 2021.
Article in English | Web of Science | ID: covidwho-1700031
4.
Embase;
Preprint in English | EMBASE | ID: ppcovidwho-326897

ABSTRACT

The severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2) epidemic in southern Africa has been characterised by three distinct waves. The first was associated with a mix of SARS-CoV-2 lineages, whilst the second and third waves were driven by the Beta and Delta variants respectively1–3. In November 2021, genomic surveillance teams in South Africa and Botswana detected a new SARS-CoV-2 variant associated with a rapid resurgence of infections in Gauteng Province, South Africa. Within three days of the first genome being uploaded, it was designated a variant of concern (Omicron) by the World Health Organization and, within three weeks, had been identified in 87 countries. The Omicron variant is exceptional for carrying over 30 mutations in the spike glycoprotein, predicted to influence antibody neutralization and spike function4. Here, we describe the genomic profile and early transmission dynamics of Omicron, highlighting the rapid spread in regions with high levels of population immunity.

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