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1.
Fisioter. Mov. (Online) ; 35: e35110, 2022. tab, graf
Article in English | WHO COVID, LILACS (Americas) | ID: covidwho-1847000

ABSTRACT

Abstract Introduction: The COVID-19 pandemic brought a strong discussion about telerehabilitation, especially in countries where its practice was not allowed previous the pandemic. In the neuropediatric rehabilitation field evidence of the effectiveness of this modality of assistance and data about provider and family's perceptions are scarce. Objective: To evaluate the characteristics of telerehabilitation physical therapy consultations for children with neurological diseases during the COVID-19 pandemic and report the perceptions of physical therapists about this modality of assistance. Methods: An online survey was created and administered to Brazilian neuropediatric physical therapists. The survey consisted of demographics data, questions about the characteristics of telerehabilitation consultations, and physical therapists' perception of telerehabilitation assistance. Results: From July to September 2020, 394 physical therapists responded to the questionnaire. The most of them took 21 to 30 minutes per telemonitoring session (26.9%), offered one session per week (61.0%), and used electronic messages as the main method of delivery (39.9%). The main difficulty reported was caregivers' lack of understanding about handling during sessions (41.2%) and problems with internet connection (16.7%). Additionally, most of them reported that it is highly important important to provide healthcare via telerehabilitation to the economically disadvantaged. Conclusion: The findings of this study provide insight into the complex and challenging process of telerehabilitation assistance during the first wave of the COVID-19 pandemic. Despite the reported challenges, telerehabilitation can be an opportunity to better understand children's activities and participation in home context.


Resumo Introdução: A pandemia da COVID-19 trouxe uma forte discussão sobre o uso da telerreabilitação, especialmente em países onde a sua prática ainda não havia sido permitida antes da pandemia. Na área da reabilitação neuropediátrica as evidências sobre a efetividade dessa modalidade de atendimento e informações sobre as percepções dos provedores e família são escassas. Objetivo: Avaliar as características das consultas fisioterapêuticas por telerreabilitação em crianças com condições neurológicas durante a pandemia de COVID-19 e relatar as percepções dos fisioterapeutas sobre essa modalidade de atendimento. Métodos: Um questionário online foi criado e administrado para fisioterapeutas neuropediátricos brasileiros. O questionário consistiu em dados demográficos, questões sobre as características das consultas por telerreabilitação e percepção dos fisioterapeutas sobre a assistência via telerreabilitação. Resultados: Entre julho e setembro de 2020, 394 fisioterapeutas responderam o questionário. A maioria dos fisioterapeutas levaram de 21 a 30 minutos por sessão (26,9%), ofereceram uma sessão por semana (61,0%) e usaram mensagens eletrônicas como principal método de entrega (39,9%). A principal dificuldade reportada foi a falta de entendimento sobre os manuseios durante as sessões (41,2%) e problemas com a internet (16,7%). Além disso, a maioria reportou ser muito importante prover cuidados de saúde por telerreabilitação para a população economicamente menos favorecida. Conclusão: Os dados apresentados fornecem um entendimento do processo complexo e desafiador das consultas por telerreabilitação durante a primeira onda da pandemia da COVID-19. Apesar dos desafios reportados, a telerreabilitação pode ser uma oportunidade para melhor entender as atividades e participação das crianças no contexto do lar.


Subject(s)
Telerehabilitation , COVID-19 , Pediatrics , Rehabilitation , Surveys and Questionnaires , Internet
2.
Knee Surg Sports Traumatol Arthrosc ; 28(6): 1705-1711, 2020 Jun.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1826407

ABSTRACT

PURPOSE: Due to the lack of evidence, it was the aim of the study to investigate current possible cutbacks in orthopaedic healthcare due to the coronavirus disease 2019 pandemic (COVID-19). METHODS: An online survey was performed of orthopaedic surgeons in the German-speaking Arthroscopy Society (Gesellschaft für Arthroskopie und Gelenkchirurgie, AGA). The survey consisted of 20 questions concerning four topics: four questions addressed the origin and surgical experience of the participant, 12 questions dealt with potential cutbacks in orthopaedic healthcare and 4 questions addressed the influence of the pandemic on the particular surgeon. RESULTS: Of 4234 contacted orthopaedic surgeons, 1399 responded. Regarding arthroscopic procedures between 10 and 30% of the participants stated that these were still being performed-with actual percentages depending on the specific joint and procedure. Only 6.2% of the participants stated that elective total joint arthroplasty was still being performed at their centre. In addition, physical rehabilitation and surgeons' postoperative follow-ups were severely affected. CONCLUSION: Orthopaedic healthcare services in Austria, Germany, and Switzerland are suffering a drastic cutback due to COVID-19. A drastic reduction in arthroscopic procedures like rotator cuff repair and cruciate ligament reconstruction and an almost total shutdown of elective total joint arthroplasty were reported. Long-term consequences cannot be predicted yet. The described disruption in orthopaedic healthcare services has to be viewed as historic. LEVEL OF EVIDENCE: V.


Subject(s)
Coronavirus Infections/epidemiology , Delivery of Health Care/statistics & numerical data , Elective Surgical Procedures/statistics & numerical data , Orthopedic Procedures/statistics & numerical data , Orthopedics/statistics & numerical data , Pneumonia, Viral/epidemiology , Aftercare/statistics & numerical data , Arthroplasty/statistics & numerical data , Arthroscopy/statistics & numerical data , Austria/epidemiology , Betacoronavirus , COVID-19 , Coronavirus Infections/virology , Germany/epidemiology , Health Care Surveys , Humans , Internet , Male , Pandemics/statistics & numerical data , Pneumonia, Viral/virology , Rehabilitation/statistics & numerical data , SARS-CoV-2 , Switzerland/epidemiology
3.
Front Public Health ; 9: 753447, 2021.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1775949

ABSTRACT

Acquired brain injury (ABI) is a major global public health problem and source of disability. A major contributor to disability after severe ABI is limited access to multidisciplinary rehabilitation, despite evidence of sustained functional gains, improved quality of life, increased return-to-work, and reduced need for long-term care. A societal model of value in rehabilitation matches patient and family expectations of outcomes and system expectations of value for money. A policy analysis of seven studies (2009-2019) exploring outcomes and cost-savings from access to multi-disciplinary rehabilitation identified average lifetime savings of $1.50M per person, with costs recouped within 18 months. Recommendations: Increase access to multi-disciplinary rehabilitation following severe ABI; strengthen prevention focus; increase access to case management; support return-to-work; and systematically collect outcome and cost data.


Subject(s)
Brain Injuries , Rehabilitation , Cost Savings , Humans , Quality of Life , Rehabilitation/economics , Return to Work
4.
rev. cuid. (Bucaramanga. 2010) ; 12(3)20210821.
Article in Portuguese | WHO COVID, LILACS (Americas) | ID: covidwho-1698769

ABSTRACT

O vírus SARS-CoV-2 foi detectado na cidade de Wuhan, na China, no final de 20191. Desde então, a alta transmissibilidade deste novo coronavirus e a elevada morbimortalidade relacionada à COVID-19, a infecção viral causada pelo SARS-CoV-2, cresceu exponencialmente em todo o planeta, culminando, primeiramente, em uma emergência de saúde pública de importância internacional e, logo em seguida, em uma grave pandemia2,3. A transmissão do vírus ocorre tanto por vias respiratórias quanto extrarrespiratórias e durante o período de desenvolvimento da COVID-19 no organismo humano a apresentação clínica inclui sintomas relacionados a alterações no olfato, paladar e complicações gastrointestinais, além do acometimento de forma mais acentuada do sistema respiratório.4 Em consequência dos sintomas da COVID-19, muitos pacientes precisam ser internados e, em alguns casos, são submetidos a procedimentos invasivos para garantir a condição fisiológica básica para a manutenção da vida. Durante o período de internação os pacientes desenvolvem condição clínica com debilitação fisiológica e a aptidão física geral reduz sensivelmente.5 Ao receber alta hospitalar, muitos desses pacientes precisam de tratamentos voltados à recuperação da condição física debilitada pela ação da doença.6 A Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU) de Campo Grande/MS, na Região Centro-Oeste do Brasil, se mostrou atenta a esta demanda. O Serviço de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DANT), juntamente com a Coordenadoria de Atenção Especializada, estruturou no Sistema Único de Saúde (SUS) um serviço de reabilitação funcional destinado às pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, que estiveram internadas por infecção pelo SARS-CoV-2 e precisam de atenção especializada para restabelecer a capacidade de trabalho e de realização das atividades da vida diária. O atendimento é realizado na Unidade Especializada de Reabilitação e Diagnóstico (UERD), que faz parte da Rede Municipal de Saúde (REMUS). Um projeto de reabilitação funcional foi elaborado pela equipe técnica da SESAU, para ser desenvolvido por meio de uma equipe multiprofissional formada por fisioterapeuta, profissional de educação física, nutricionista e psicólogo. As intervenções são realizadas com o uso de Projetos Terapêuticos Singulares (PTS), seguindo critérios de inclusão e exclusão pré-estabelecidos7, para pacientes com doenças crônicas não transmissíveis, em condição de pós-internação decorrente de COVID-19. O encaminhamento dos pacientes, vindos dos demais pontos da REMUS, é realizado por médicos dos três níveis de atenção à saúde (primária, secundário e terciário), via Sistema de Regulação (SISREG). Foi estabelecido um fluxo para as intervenções, sendo que no primeiro atendimento cada paciente passa por um acolhimento dado pela equipe multiprofissional (fisioterapeuta, profissional de educação física, nutricionista e psicólogo) em uma consulta compartilhada. Nesta etapa a equipe faz uma triagem e identifica a condição clínica da pessoa atendida. Posteriormente, os profissionais constroem, de forma coletiva, um PTS. Nos dias subsequentes, o paciente é contatado para iniciar o tratamento de reabilitação, por meio de agendamento nos dias e horários em que haja compatibilidade entre as vagas ofertadas e a disponibilidade do paciente. O protocolo do PTS consiste de intervenções com frequência de duas vezes por semana, com alternância entre os profissionais que desenvolvem as atividades. Os pacientes são atendidos, inicialmente, com um total de 10 sessões de 40 a 60 minutos cada, durante cinco semanas. Se a equipe identificar que há indicação de continuidade do tratamento, o paciente pode ser mantido no programa por mais sessões, com avaliação caso a caso. O processo de alta do paciente ocorre quando são finalizadas as sessões do PTS. Esse processo é caracterizado pelas orientações ao paciente e sua família/cuidador, com encaminhamento profissional para a contrarreferência da unidade de saúde à qual o paciente está vinculado na atenção primária, por meio de relatório de alta, com informações referentes ao tratamento e orientações, visando a integralidade do cuidado. Com isso, a atenção primária dará prosseguimento do cuidado em saúde ao usuário em seu território de abrangência. O programa de reabilitação funcional prevê uma abordagem multiprofissional, com longitudinalidade do cuidado e respeito às singularidades de cada paciente. Os propósitos são aliviar os efeitos das disfunções musculares e respiratórias, mitigar os danos do imobilismo após longo período de internação hospitalar, além de atenuar as sequelas psicológicas e necessidades nutricionais. Para obter a almejada melhora da saúde geral e da qualidade de vida das pessoas atendidas, cada área profissional envolvida no PTS intervém da seguinte forma: A Fisioterapia atua em duas vertentes: a) fisioterapia respiratória, com o objetivo de aumentar a capacidade pulmonar e recuperar disfunções referentes ao processo de respiração; b) fisioterapia motora, com o objetivo de corrigir e restabelecer as condições físicas do paciente. A abordagem do profissional de Educação Física é voltada à melhora dos componentes cardiorrespiratório e neuromuscular, visando a promoção da autonomia funcional, o controle dos fatores de risco para comorbidades, correção postural e manutenção do peso ideal. O atendimento inclui o treinamento aeróbio, o treinamento resistido, ações de educação em saúde, além de incentivo à continuidade da prática de atividades físicas após o término das sessões do PTS, para manutenção e ampliação dos ganhos obtidos. A Nutrição atua com o propósito de manutenção do bom estado do sistema imunológico dos pacientes e, para isso, realiza avaliação nutricional e orientações ligadas à promoção de uma alimentação saudável. A Psicologia disponibiliza suporte psicológico, com oferecimento de um espaço para que o paciente compartilhe seus sentimentos e necessidades, buscando a auto segurança. Com isso, objetiva-se minimizar o trauma psicológico decorrentes do período de internação, que pode ter gerado reações emocionais como medo, angústia, ansiedade e tristeza. O conjunto de intervenções propostas representa uma readequação do serviço de saúde, em função da demanda oriunda da pandemia de COVID-19. Para isso, são necessárias estratégias capazes de proporcionar recuperação físico-funcional e reintegração social dos indivíduos infectados pelo vírus SARS-CoV-2, uma vez que essa infecção pode prejudicar a capacidade de realizar atividades da vida diária e a funcionalidade dos indivíduos que passaram por internação hospitalar, além de alterar o desempenho profissional e dificultar a interação social, com possibilidade de aumento de fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis.8 Nesse sentido, o PTS realizado por uma equipe multiprofissional, como no programa relatado, é um dispositivo de cuidado que visa a resolutividade dos casos complexos por meio da corresponsabilização e utilização dos recursos de todos os envolvidos, por meio do desenvolvimento de ações terapêuticas a partir de uma reflexão sistematizada. Para isso, o PTS deve ser abordado em duas perspectivas, uma delas centrada na clínica ampliada e outra na recuperação da autonomia da vida afetiva do sujeito, tal como preconizado no SUS.9 Em ambas as perspectivas sempre são considerados o sujeito, as equipes de saúde, o território e a família onde o PTS é desenvolvido.10 A utilização do PTS no âmbito da saúde pública melhora não só o processo de trabalho como o vínculo entre todos os envolvidos ­ profissionais de saúde e pacientes, potencializando assim a assistência integral à saúde na produção do cuidado, em função da troca de saberes no âmbito multiprofissional.11-13 Nota-se, portanto, que o processo de tratamento dos pacientes com COVID-19 é fundamental não apenas durante a fase hospitalar, mas também após alta melhorada. Dentre as estratégias disponíveis para atender os pacientes na rede pública de saúde, o desenvolvimento de programas de reabilitação funcional, por meio de PTS e intervenções multiprofissionais, pode garantir a continuidade do acompanhamento, promovendo a recuperação de implicações provocadas pela doença, proporcionando mais qualidade de vida às pessoas no período pós-internação.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Patients , Rehabilitation , COVID-19
5.
Pediatr Neurol ; 129: 14-18, 2022 04.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1636500

ABSTRACT

BACKGROUND: Children with a history of acute provoked neonatal seizures are at high risk for disability, often requiring developmental services. The coronavirus disease 2019 (COVID-19) pandemic has led to widespread changes in how health care is delivered. Our objective was to determine the magnitude of service interruption of among children born between October 2014 and December 2017 and enrolled in the Neonatal Seizure Registry (NSR), a nine-center collaborative of pediatric centers in the United States. METHODS: This is a prospective cohort study of children with acute provoked seizures with onset ≤44 weeks' gestation and evaluated at age three to six years. Parents of children enrolled in the NSR completed a survey about their child's access to developmental services between June 2020 and April 2021. RESULTS: Among 144 children enrolled, 72 children (50%) were receiving developmental services at the time of assessment. Children receiving services were more likely to be male, born preterm, and have seizure etiology of infection or ischemic stroke. Of these children, 64 (89%) experienced a disruption in developmental services due to the pandemic, with the majority of families (n = 47, 73%) reporting that in-person services were no longer available. CONCLUSIONS: Half of children with acute provoked neonatal seizures were receiving developmental services at ages three to six years. The COVID-19 pandemic has led to widespread changes in delivery of developmental services. Disruptions in services have the potential to impact long-term outcomes for children who rely on specialized care programs to optimize mobility and learning.


Subject(s)
COVID-19/epidemiology , Child Health Services/organization & administration , Delivery of Health Care/organization & administration , Seizures/psychology , Seizures/therapy , COVID-19/prevention & control , COVID-19/transmission , Child , Child, Preschool , Cohort Studies , Communicable Disease Control , Female , Humans , Infant, Newborn , Male , Registries , Rehabilitation/organization & administration , Surveys and Questionnaires , Telemedicine/organization & administration , United States
6.
MedUNAB ; 24(2): 276-278, 20210820.
Article in Spanish | WHO COVID, LILACS (Americas) | ID: covidwho-1539050

ABSTRACT

Señor editor. Desde que empezó la pandemia causada por el coronavirus COVID-19, hemos estado en un constante aprendizaje. Los países se han visto obligados a responder con sus mejores estrategias, para intentar que los sistemas de salud no colapsen y resguardar la vida de las poblaciones. Con este propósito, se han establecido medidas de contención y servicios de hospitalización organizados, además del papel fundamental de las unidades de cuidados intensivos para tratar las infecciones de gravedad, con lo cual se han evitado miles de muertes. A fecha de 11 de junio de 2021, en Colombia se habían reportado 3,724,705 casos, de los cuales 3,457,117 corresponden a los recuperados, lo cual es asimilable a quienes no perdieron la vida. Sin embargo, desconocemos cuántos de ellos tendrán consecuencias físicas y emocionales derivadas de la infección por COVID-19 (1).


Mr. editor, Since the COVID-19 coronavirus pandemic began, we have been in constant learning. Countries have been forced to respond with their best strategies, to try to prevent health systems from collapsing and to protect the lives of populations. To this end, containment measures and organized hospitalization services have been established, in addition to the fundamental role of intensive care units in treating serious infections, thus preventing thousands of deaths. As of June 11, 2021, 3,724,705 cases had been reported in Colombia, of which 3,457,117 correspond to those recovered, which is comparable to those who did not lose their lives. However, we do not know how many of them will have physical and emotional consequences derived from COVID-19 infection (1).


Sr. editor. Desde o início da pandemia de coronavírus COVID-19, estamos em constante aprendizado. Os países foram forçados a responder com suas melhores estratégias, para tentar evitar o colapso dos sistemas de saúde e para proteger a vida das populações. Para tanto, foram instituídas medidas de contenção e organização dos serviços de internação, além do papel fundamental das unidades de terapia intensiva no tratamento de infecções graves, evitando milhares de mortes. Até 11 de junho de 2021, 3.724.705 casos foram notificados na Colômbia, dos quais 3.457.117 correspondem aos recuperados, o que é comparável aos que não perderam a vida. No entanto, não sabemos quantos deles terão consequências físicas e emocionais decorrentes da infecção por COVID-19 (1).


Subject(s)
Coronavirus Infections , Pulmonary Fibrosis , Rehabilitation , Venous Thrombosis
7.
Sci Rep ; 11(1): 21039, 2021 10 26.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1493204

ABSTRACT

This study investigated pre-COVID-19 admission dependency, discharge assistive equipment, discharge medical follow-up recommendation, and functional status at hospital discharge of non-critically ill COVID-19 survivors, stratified by those with (N = 155) and without (N = 162) in-hospital rehabilitation. "Mental Status", intensive-care-unit (ICU) Mobility, and modified Barthel Index scores were assessed at hospital discharge. Relative to the non-rehabilitation patients, rehabilitation patients were older, had more comorbidities, worse pre-admission dependency, were discharged with more assistive equipment and supplemental oxygen, spent more days in the hospital, and had more hospital-acquired acute kidney injury, acute respiratory failure, and more follow-up referrals (p < 0.05 for all). Cardiology, vascular medicine, urology, and endocrinology were amongst the top referrals. Functional scores of many non-critically ill COVID-19 survivors were abnormal at discharge (p < 0.05) and were associated with pre-admission dependency (p < 0.05). Some functional scores were negatively correlated with age, hypertension, coronary artery disease, chronic kidney disease, psychiatric disease, anemia, and neurological disorders (p < 0.05). In-hospital rehabilitation providing restorative therapies and assisting discharge planning were challenging in COVID-19 circumstances. Knowledge of the functional status, discharge assistive equipment, and follow-up medical recommendations at discharge could enable appropriate and timely post-discharge care. Follow-up studies of COVID-19 survivors are warranted as many will likely have significant post-acute COVID-19 sequela.


Subject(s)
COVID-19/diagnosis , COVID-19/therapy , Rehabilitation/methods , Aftercare , Aged , Aged, 80 and over , Critical Care , Female , Follow-Up Studies , Hospitalization , Humans , Intensive Care Units , Male , Middle Aged , Patient Discharge , Quality of Life , Retrospective Studies , SARS-CoV-2 , Survivors
8.
rev. cuid. (Bucaramanga. 2010) ; 12(3)20210821.
Article in Portuguese | WHO COVID, LILACS (Americas) | ID: covidwho-1485571

ABSTRACT

O vírus SARS-CoV-2 foi detectado na cidade de Wuhan, na China, no final de 20191. Desde então, a alta transmissibilidade deste novo coronavirus e a elevada morbimortalidade relacionada à COVID-19, a infecção viral causada pelo SARS-CoV-2, cresceu exponencialmente em todo o planeta, culminando, primeiramente, em uma emergência de saúde pública de importância internacional e, logo em seguida, em uma grave pandemia2,3. A transmissão do vírus ocorre tanto por vias respiratórias quanto extrarrespiratórias e durante o período de desenvolvimento da COVID-19 no organismo humano a apresentação clínica inclui sintomas relacionados a alterações no olfato, paladar e complicações gastrointestinais, além do acometimento de forma mais acentuada do sistema respiratório.4 Em consequência dos sintomas da COVID-19, muitos pacientes precisam ser internados e, em alguns casos, são submetidos a procedimentos invasivos para garantir a condição fisiológica básica para a manutenção da vida. Durante o período de internação os pacientes desenvolvem condição clínica com debilitação fisiológica e a aptidão física geral reduz sensivelmente.5 Ao receber alta hospitalar, muitos desses pacientes precisam de tratamentos voltados à recuperação da condição física debilitada pela ação da doença.6 A Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU) de Campo Grande/MS, na Região Centro-Oeste do Brasil, se mostrou atenta a esta demanda. O Serviço de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DANT), juntamente com a Coordenadoria de Atenção Especializada, estruturou no Sistema Único de Saúde (SUS) um serviço de reabilitação funcional destinado às pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, que estiveram internadas por infecção pelo SARS-CoV-2 e precisam de atenção especializada para restabelecer a capacidade de trabalho e de realização das atividades da vida diária. O atendimento é realizado na Unidade Especializada de Reabilitação e Diagnóstico (UERD), que faz parte da Rede Municipal de Saúde (REMUS). Um projeto de reabilitação funcional foi elaborado pela equipe técnica da SESAU, para ser desenvolvido por meio de uma equipe multiprofissional formada por fisioterapeuta, profissional de educação física, nutricionista e psicólogo. As intervenções são realizadas com o uso de Projetos Terapêuticos Singulares (PTS), seguindo critérios de inclusão e exclusão pré-estabelecidos7, para pacientes com doenças crônicas não transmissíveis, em condição de pós-internação decorrente de COVID-19. O encaminhamento dos pacientes, vindos dos demais pontos da REMUS, é realizado por médicos dos três níveis de atenção à saúde (primária, secundário e terciário), via Sistema de Regulação (SISREG). Foi estabelecido um fluxo para as intervenções, sendo que no primeiro atendimento cada paciente passa por um acolhimento dado pela equipe multiprofissional (fisioterapeuta, profissional de educação física, nutricionista e psicólogo) em uma consulta compartilhada. Nesta etapa a equipe faz uma triagem e identifica a condição clínica da pessoa atendida. Posteriormente, os profissionais constroem, de forma coletiva, um PTS. Nos dias subsequentes, o paciente é contatado para iniciar o tratamento de reabilitação, por meio de agendamento nos dias e horários em que haja compatibilidade entre as vagas ofertadas e a disponibilidade do paciente. O protocolo do PTS consiste de intervenções com frequência de duas vezes por semana, com alternância entre os profissionais que desenvolvem as atividades. Os pacientes são atendidos, inicialmente, com um total de 10 sessões de 40 a 60 minutos cada, durante cinco semanas. Se a equipe identificar que há indicação de continuidade do tratamento, o paciente pode ser mantido no programa por mais sessões, com avaliação caso a caso. O processo de alta do paciente ocorre quando são finalizadas as sessões do PTS. Esse processo é caracterizado pelas orientações ao paciente e sua família/cuidador, com encaminhamento profissional para a contrarreferência da unidade de saúde à qual o paciente está vinculado na atenção primária, por meio de relatório de alta, com informações referentes ao tratamento e orientações, visando a integralidade do cuidado. Com isso, a atenção primária dará prosseguimento do cuidado em saúde ao usuário em seu território de abrangência. O programa de reabilitação funcional prevê uma abordagem multiprofissional, com longitudinalidade do cuidado e respeito às singularidades de cada paciente. Os propósitos são aliviar os efeitos das disfunções musculares e respiratórias, mitigar os danos do imobilismo após longo período de internação hospitalar, além de atenuar as sequelas psicológicas e necessidades nutricionais. Para obter a almejada melhora da saúde geral e da qualidade de vida das pessoas atendidas, cada área profissional envolvida no PTS intervém da seguinte forma: A Fisioterapia atua em duas vertentes: a) fisioterapia respiratória, com o objetivo de aumentar a capacidade pulmonar e recuperar disfunções referentes ao processo de respiração; b) fisioterapia motora, com o objetivo de corrigir e restabelecer as condições físicas do paciente. A abordagem do profissional de Educação Física é voltada à melhora dos componentes cardiorrespiratório e neuromuscular, visando a promoção da autonomia funcional, o controle dos fatores de risco para comorbidades, correção postural e manutenção do peso ideal. O atendimento inclui o treinamento aeróbio, o treinamento resistido, ações de educação em saúde, além de incentivo à continuidade da prática de atividades físicas após o término das sessões do PTS, para manutenção e ampliação dos ganhos obtidos. A Nutrição atua com o propósito de manutenção do bom estado do sistema imunológico dos pacientes e, para isso, realiza avaliação nutricional e orientações ligadas à promoção de uma alimentação saudável. A Psicologia disponibiliza suporte psicológico, com oferecimento de um espaço para que o paciente compartilhe seus sentimentos e necessidades, buscando a auto segurança. Com isso, objetiva-se minimizar o trauma psicológico decorrentes do período de internação, que pode ter gerado reações emocionais como medo, angústia, ansiedade e tristeza. O conjunto de intervenções propostas representa uma readequação do serviço de saúde, em função da demanda oriunda da pandemia de COVID-19. Para isso, são necessárias estratégias capazes de proporcionar recuperação físico-funcional e reintegração social dos indivíduos infectados pelo vírus SARS-CoV-2, uma vez que essa infecção pode prejudicar a capacidade de realizar atividades da vida diária e a funcionalidade dos indivíduos que passaram por internação hospitalar, além de alterar o desempenho profissional e dificultar a interação social, com possibilidade de aumento de fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis.8 Nesse sentido, o PTS realizado por uma equipe multiprofissional, como no programa relatado, é um dispositivo de cuidado que visa a resolutividade dos casos complexos por meio da corresponsabilização e utilização dos recursos de todos os envolvidos, por meio do desenvolvimento de ações terapêuticas a partir de uma reflexão sistematizada. Para isso, o PTS deve ser abordado em duas perspectivas, uma delas centrada na clínica ampliada e outra na recuperação da autonomia da vida afetiva do sujeito, tal como preconizado no SUS.9 Em ambas as perspectivas sempre são considerados o sujeito, as equipes de saúde, o território e a família onde o PTS é desenvolvido.10 A utilização do PTS no âmbito da saúde pública melhora não só o processo de trabalho como o vínculo entre todos os envolvidos ­ profissionais de saúde e pacientes, potencializando assim a assistência integral à saúde na produção do cuidado, em função da troca de saberes no âmbito multiprofissional.11-13 Nota-se, portanto, que o processo de tratamento dos pacientes com COVID-19 é fundamental não apenas durante a fase hospitalar, mas também após alta melhorada. Dentre as estratégias disponíveis para atender os pacientes na rede pública de saúde, o desenvolvimento de programas de reabilitação funcional, por meio de PTS e intervenções multiprofissionais, pode garantir a continuidade do acompanhamento, promovendo a recuperação de implicações provocadas pela doença, proporcionando mais qualidade de vida às pessoas no período pós-internação.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Patients , Rehabilitation , COVID-19
9.
J Rehabil Med ; 53(9): jrm00228, 2021 Sep 16.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1470733

ABSTRACT

OBJECTIVE: To describe adaptations in the provision of rehabilitation services proposed by scientific and professional rehabilitation organizations to avoid interruptions to patients rehabilitation process and delays in starting rehabilitation in patients with COVID-19. METHODS: A narrative review approach was used to identify the recommendations of scientific and professional organizations in the area of rehabilitation. A systematic search was performed in the main data-bases in 78 international and regional web portals of rehabilitation organizations. A total of 21 publications from these organizations were identified and selected. RESULTS: The results are presented in 4 categories: adequacy of inpatient services, including acute care services and intensive care unit for patients with and without COVID-19; adequacy of outpatient services, including home-based rehabilitation and tele-rehabilitation; recommendations to prevent the spread of COVID-19; and regulatory standards and positions during the COVID-19 pandemic expressed by organizations for protecting the rights of health workers and patients. CONCLUSION: Health systems around the world are rapidly learning from actions aimed at the reorganization of rehabilitation services for patients who are in the process of recovery from acute or chronic conditions, and the rapid response to the rehabilitation of survivors of COVID-19, as well as from efforts in the prevention of contagion of those providing the services.


Subject(s)
Health Personnel/psychology , Pandemics , Physical and Rehabilitation Medicine/methods , Rehabilitation , COVID-19/epidemiology , COVID-19/psychology , Humans , Patient Care Team , SARS-CoV-2 , Survivors
10.
Respir Med ; 189: 106648, 2021.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1466881

ABSTRACT

BACKGROUND: Growing consideration is emerging regarding the burden of persisting sequelae after SARS-CoV-2 infection. Out-patients exhibiting long Covid may benefit from ambulatory rehabilitation which is, to date, poorly documented. METHODS: A longitudinal follow-up over a one-year period was conducted in two ambulatory rehabilitation structures in order to describe the characteristics of real-life patients referred with Covid-19 sequelae and their evolution over the course of rehabilitation. RESULTS: 39 consecutive patients were included from April 1st, 2020 to April 1st, 2021. Patients were middle-aged (48 ± 15yr), without comorbidities, and mostly mild to moderate SARS-CoV-2 infection (25(64%) not requiring hospitalisation). Rehabilitation referral was considered with a median delay of 73[34-178] days after disease onset. Most prevalent symptoms were dyspnoea (n = 35(90%)) and fatigue (n = 30(77%)). Hyperventilation syndrome was highly frequent (n = 12(34%)). 29(74%) patients presented with prolonged functional sequelae, which was associated with younger age (43 ± 14 vs. 50 ± 10yr; p = 0.002), greater prevalence of hyperventilation syndrome (n = 12(41%) vs. 0(0%); p = 0.255) and poorer quality of life (VQ-11; 31 ± 10 vs. 23 ± 9; p = 0.030). Over the course of rehabilitation, exertional dyspnoea, 6-min walking distance, 3-min sit-to-stand test, hyperventilation syndrome prevalence and quality of life significantly improved. CONCLUSION: Hyperventilation is frequent in long Covid and may explain persistent dyspnoea as well as altered quality of life. Our data support screening of hyperventilation syndrome and functional impairment in mild Covid-19 out-patients as both of these components may improve with ambulatory rehabilitation.


Subject(s)
COVID-19/complications , Dyspnea/etiology , Dyspnea/rehabilitation , Hyperventilation/etiology , Hyperventilation/rehabilitation , Rehabilitation/methods , Respiration , Adult , Age Factors , Aged , Dyspnea/epidemiology , Female , Follow-Up Studies , Humans , Hyperventilation/epidemiology , Longitudinal Studies , Male , Middle Aged , Outpatients , Prevalence , Quality of Life , Referral and Consultation , Time Factors , Treatment Outcome
11.
Arch Phys Med Rehabil ; 103(1): 14-19.e2, 2022 01.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1460612

ABSTRACT

OBJECTIVE: To examine the extent to which medical rehabilitation requests decreased because of the pandemic in Germany. DESIGN: Data were retrieved from the German Pension Insurance, which is the main provider for rehabilitation of working-age people in Germany. Our data represented all medical rehabilitation requests in 2019 and 2020. These requests have to be approved to use a rehabilitation program. We used a difference-in-differences model to determine the reduction in rehabilitation requests attributable to the pandemic. SETTING: General community. PARTICIPANTS: We included 1,621,840 rehabilitation requests from working-age people across Germany in 2019 and 1,391,642 rehabilitation requests in 2020 (N=3,013,482). INTERVENTION: Medical rehabilitation in inpatient or outpatient facilities. MAIN OUTCOME MEASURES: Number of medical rehabilitation requests. RESULTS: The number of medical rehabilitation requests decreased by 14.5% because of the pandemic (incidence rate ratio, 0.855; 95% confidence interval, 0.851-0.859). The decline in requests was more pronounced among women and in Western Germany than among men and in Eastern Germany. The reduction in requests affected non-postacute rehabilitations more clearly than postacute rehabilitation services. After the pandemic declaration by the German Bundestag in March 2020, the reduction in requests was initially strongly associated with the regional incidence of infection. This association weakened in the following months. CONCLUSIONS: The reduction in requests will have a significant effect on the number of completed rehabilitation services. For many people with chronic diseases, failure to provide medical rehabilitation increases the risk of disease progression.


Subject(s)
COVID-19/epidemiology , Rehabilitation/statistics & numerical data , Adolescent , Adult , Cross-Sectional Studies , Female , Germany/epidemiology , Humans , Male , Middle Aged , Pandemics , SARS-CoV-2 , Sex Factors , Young Adult
12.
J Am Geriatr Soc ; 69(12): 3358-3364, 2021 12.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1440772

ABSTRACT

The current policy environment for rehabilitation in skilled nursing facilities (SNFs) is complex and dynamic, and SNFs are facing the dual challenges of recent Medicare payment policy change that disproportionately impacts rehabilitation for older adults and the COVID-19 pandemic. This article introduces an adapted framework based on Donabedian's model for evaluating quality of care and applies it to decades of Medicare payment policy to provide a historical view of how payment policy changes have impacted rehabilitation processes and patient outcomes for Medicare beneficiaries in SNFs. This review demonstrates how SNF responses to Medicare payment policy have historically varied based on organizational factors, highlighting the importance of considering such organizational factors in monitoring policy response and patient outcomes. This historical perspective underscores the mixed success of previous Medicare policies impacting rehabilitation and patient outcomes for older adults receiving care in SNFs and can help in predicting SNF industry response to current and future Medicare policy changes.


Subject(s)
Medicare/statistics & numerical data , Prospective Payment System/legislation & jurisprudence , Rehabilitation/economics , Skilled Nursing Facilities/economics , Skilled Nursing Facilities/organization & administration , Aged , COVID-19 , Humans , Medicare/legislation & jurisprudence , Pandemics , SARS-CoV-2 , United States
13.
Medicine (Baltimore) ; 100(31): e26813, 2021 Aug 06.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1354340

ABSTRACT

BACKGROUND: Coronavirus disease 2019 (COVID-19) as a fatal epidemic has swept across the world, especially in India where the epidemic situation is the most serious. For COVID-19 patients, pulmonary rehabilitation training plays a significant role. However, it is still a controversial issue regarding the efficacy of WeChat APP-based pulmonary rehabilitation training in improving lung function, quality of life and bad mood of COVID-19 patients. To clarify this issue, a meta-analysis was conducted in this present study, so as to provide a basis for rehabilitation guidance of COVID-19 patients. METHODS: We systematically searched PubMed, medRxiv, Web of Science, Scopus, Chinese Science Citation Database, China National Knowledge Infrastructure, Chinese Biomedical Literature Database, Chinese Scientific Journal Database, and Wan-fang databases in May 2021 to identify randomized controlled trials and evaluate the effects of WeChat APP-based pulmonary rehabilitation training for COVID-19. Two researchers independently carried out data extraction. On the other hand, literature quality evaluation on the quality and meta-analysis of the included literature was performed with Revman5.3 software. RESULTS: The results of this meta-analysis will be submitted to a peer-reviewed journal for publication. CONCLUSION: This study will provide reliable evidence-based evidence on the effects of WeChat APP-based pulmonary rehabilitation training on lung function, bad mood, and quality of life in patients with COVID-19. ETHICS AND DISSEMINATION: Ethical approval was not required for this study. The systematic review will be published in a peer-reviewed journal, presented at conferences, and shared on social media platforms. OSF REGISTRATION NUMBER: DOI 10.17605/OSF.IO/MKXCH.


Subject(s)
Clinical Protocols , Rehabilitation/instrumentation , Social Media/instrumentation , Teaching/standards , COVID-19/psychology , COVID-19/therapy , Humans , Lung/physiopathology , Meta-Analysis as Topic , Mood Disorders/etiology , Mood Disorders/psychology , Quality of Life/psychology , Rehabilitation/methods , Rehabilitation/psychology , Systematic Reviews as Topic
16.
Phys Ther ; 101(9)2021 09 01.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1281870

ABSTRACT

OBJECTIVE: The purpose of this case report is to describe the challenges that COVID-19 presented for therapists in a pediatric hospital and the response to these challenges. METHODS: The case report setting is a physical therapy and occupational therapy department (department) of an academic pediatric medical center that provides a range of health care services for children and youth. Challenges that COVID-19 presented to the department included (1) managing safety concerns for patients, their families, and staff; (2) continuing to provide high-quality therapy services within state-mandated restrictions; (3) triaging patients; and (4) keeping clinicians employed and working productively. RESULTS: The department therapists responded to these challenges by (1) increasing communication huddles; (2) developing procedures for staffing and triaging of patients; (3) developing procedures for telehealth therapy services; and (4) designing a remote work program for all department employees. The number of patients and staff on site were reduced by initiating telehealth services, triaging patients, and developing a remote work plan. Communication huddles, department meetings, and supervision meetings were converted to virtual meetings. Staffing rates, patient-care productivity, and department project work were maintained. CONCLUSION: In response to COVID-19, the department developed new protocols and provided information about the protocols, which might be helpful for other pediatric hospitals or outpatient settings when planning for future pandemics or other issues that challenge the ability to provide usual care. Increasing the frequency of verbal and written communication on operational topics is recommended. Primary sources of information from national organizations (eg, the American Physical Therapy Association and the American Occupational Therapy Association) can assist with determining the scope of practice and code of conduct during a pandemic. IMPACT: COVID-19 posed challenges to operations and delivery of patient care. Although this case report is specific to COVID-19, principles applied and lessons learned from this experience can be applied to other emergency situations.


Subject(s)
COVID-19/prevention & control , Hospitals, Pediatric/organization & administration , Infection Control/organization & administration , Occupational Therapy Department, Hospital/organization & administration , Physical Therapy Department, Hospital/organization & administration , Rehabilitation/organization & administration , COVID-19/epidemiology , COVID-19/transmission , Clinical Protocols , Humans , Massachusetts , Organizational Case Studies , Patient Selection , Telemedicine/organization & administration , Triage
17.
Monaldi Arch Chest Dis ; 90(3)2020 Jul 28.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1259667

ABSTRACT

Commenting on this book is a great privilege and an opportunity to share some emerging aspects regarding the development of pulmonary rehabilitation. Indeed, appreciating the therapeutic value of this modality is possible because of continuous research and tireless commitment of all professionals involved in the care of patients with respiratory diseases and pulmonary-related impairments....


Subject(s)
COVID-19/rehabilitation , Lung Transplantation/rehabilitation , Respiratory Therapy/methods , Respiratory Tract Diseases/rehabilitation , COVID-19/diagnosis , COVID-19/epidemiology , COVID-19/virology , Humans , Interdisciplinary Communication , Practice Patterns, Physicians' , Rehabilitation/standards , Respiratory Tract Diseases/pathology , Respiratory Tract Diseases/therapy , SARS-CoV-2/isolation & purification
18.
Respir Med ; 184: 106470, 2021 08.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1230755

ABSTRACT

Patients recovering from coronavirus disease 2019 (COVID-19) may not return to a pre-COVID functional status and baseline levels of healthcare needs after discharge from acute care hospitals. Since the long-term outcomes of COVID-19 can be more severe in patients with underlying cardiorespiratory diseases, we aimed at verifying the impact of a preexisting cardiorespiratory comorbidity on multidisciplinary rehabilitation in post-COVID-19 patients. We enrolled 95 consecutive patients referring to the Pulmonary Rehabilitation Unit of Istituti Clinici Scientifici Maugeri Spa SB, IRCCS of Telese Terme, Benevento, Italy after being discharged from the COVID-19 acute care ward and after recovering from acute COVID-19 pneumonia. Forty-nine of them were not suffering from underlying comorbidities, while 46 had a preexisting cardiorespiratory disease. Rehabilitation induced statistically significant improvements in respiratory function, blood gases and the ability to exercise both in patients without any preexisting comorbidities and in those with an underlying cardiorespiratory disease. Response to the rehabilitation cycle tended to be greater in those without preexisting comorbidities, but DLco%-predicted was the only parameter that showed a significant greater improvement when compared to the response in the group of patients with underlying cardiorespiratory comorbidity. This study suggests that multidisciplinary rehabilitation may be useful in post-COVID-19 patients regardless of the presence of preexisting cardiorespiratory comorbidities.


Subject(s)
COVID-19/rehabilitation , Interdisciplinary Communication , Patient Care Team , Rehabilitation/methods , COVID-19/epidemiology , COVID-19/physiopathology , Carbon Monoxide/blood , Cardiovascular Diseases/epidemiology , Comorbidity , Female , Forced Expiratory Volume , Humans , Italy/epidemiology , Lung/physiopathology , Male , Middle Aged , Recovery of Function , Respiratory Tract Diseases/epidemiology , Treatment Outcome , Vital Capacity , Walk Test
20.
Expert Rev Anti Infect Ther ; 19(11): 1385-1396, 2021 11.
Article in English | MEDLINE | ID: covidwho-1205504

ABSTRACT

Introduction: The coronavirus disease-2019 (COVID-19) is a highly contagious respiratory viral disease for both the general population and healthcare professionals caring for infected patients. Of particular concern is the potential for significant respiratory, cardiovascular, physical, and psychological dysfunctions.Areas covered: In this context, the current review will focus on the following areas: 1) staying physically active during the COVID-19 pandemic; 2) highlighting the importance of understanding COVID-19 mechanisms; 3) preventing infections for healthcare workers by using personal protective equipment; 4) highlighting importance of respiratory care and physical therapy during hospitalization in patients with COVID-19; and 5) facilitating referral to a rehabilitation program in patients recovering from COVID-19.Expert opinion: We recommend daily physical exercise, outdoors or at home, as physical exercise increases the synthesis of anti-inflammatory cytokines; Patients with COVID-19 may develop severe acute respiratory syndrome, hypoxemia, diffuse alveolar damage, ACE2 reduction in the cardiovascular system and muscle weakness acquired through a prolonged hospital stay; The role of the physiotherapist in the hospital environment is of fundamental importance-early mobilization is highly recommended in severe cases of COVID-19.


Subject(s)
COVID-19 , Exercise Therapy , Life Style , Pandemics , Rehabilitation/organization & administration , Exercise , Health Personnel , Humans
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