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1.
São Paulo; 2024. 38 p.
Thesis in Portuguese | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IBPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: bud-5348

ABSTRACT

Escherichia coli é uma bactéria gram-negativa da família das Enterobacteriaceae, inicialmente descrita como uma bactéria comensal, mas que pela aquisição de fatores de virulência tornar-se patogênica. Dentre os fatores de virulência importantes na patogenicidade destacam-se membros da família das Serino-proteases Autotransportadoras de Enterobacteriaceae. (SPATEs). Sat (toxina autotransportadora secretada) tem se destacado como fator de virulência presente nas E. coli patogênicas, sendo a SPATE mais prevalente em E. coli isolada de sepse. No entanto, até o momento, não está claro se Sat poderia conferir alguma vantagem no escape da E. coli do intestino e/ou na sua colonização e manutenção da bactéria em nichos extraintestinais, tais como circulação sanguínea, acarretando a bacteremia que, dependendo das condições do hospedeiro, pode vir a evoluir para um quadro grave de sepse. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi investigar se uma cepa de E. coli extraintestinal, portadora do gene sat, isolada de bacteremia (EC071) secreta a toxina durante a infecção de células endoteliais, in vitro. Inicialmente as condições ideais para o cultivo bacteriano e estabelecimento do MOI foram determinadas. Em seguida, células endoteliais da linhagem HUVEC foram infectadas com a cepa EC071. Na análise da cinética de infecção, por Western blotting detectou-se a presença de Sat no sobrenadante das células a partir de 4h de infecção. Contudo, nos ensaios preliminares para avaliação da citotoxicidade que avaliou morfologia e destacamento celular a partir da comparação com células infectadas com a cepa HB101, utilizada como controle, os danos celulares observados não foram significativos. Desta forma, o esclarecimento sobre a ação de Sat sobre o endotélio e manutenção da bactéria dentro do contexto da infecção na corrente sanguínea, dependerá de novos ensaios.

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