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1.
Preprint in Portuguese | SciELO Preprints | ID: pps-3434

ABSTRACT

Objective: To estimate the prevalence of SARS-CoV-2 infection among workers in the Espírito Santo prison system between August and September 2020. Methods: A stratified sample survey through interviews and serological tests for SARS-CoV-2.Results: In the 986 respondents, the prevalence of SARS-CoV-2 infection was 11.9% (CI95% 8,1%;15,7%) among health professionals and 22.1% (CI 95%; 18,8%; 25,3%) among prison officers. Positivity was more frequent in health professionals from the North region (19.7%), and in male prison officers (24.0%). Among the positive ones, fatigue was the most frequent symptom among prison officers (13.4%) and miracle among health professionals (10.8%); and the most prevalent comorbidities among thepositive ones were: asthma or bronchitis (16.2%) for health professionals, and hypertension for prison officers (12.8%). Conclusion: The prevalence of SARS-Cov-2 was higher in prison officers, supporting disease control and prevention actions in this scenario.


Objetivo: Estimar la prevalencia de la infección por SARS-CoV-2 en trabajadores del sistema penitenciario de Espírito Santo entre agosto y septiembre de 2020. Métodos: Encuesta muestral estratificada mediante entrevistas y pruebasserológicas para SARS-CoV-2. Resultados: En los 986 encuestados, la prevalencia de la infección por SARS-CoV-2 fue del 11,9% (IC95% 8,1%;15,7%) entre los profesionales de la salud y del 22,1% (IC95% 18,8%;25,3%) entre los funcionarios deprisiones. La positividad fue más frecuente en los profesionales de la salud de la región Norte (19,7%) y en los funcionarios de prisiones varones (24,0%). Entre los positivos, la fatiga fue el síntoma más frecuente entre los funcionarios de prisiones (13,4%) y el milagro entre los profesionales de la salud (10,8%); y las comorbilidades másprevalentes entre las positivas fueron: asma o bronquitis (16,2%) para los profesionalesde la salud e hipertensión para los funcionarios de prisiones (12,8%). Conclusión: La prevalencia del SARS-Cov-2 fue mayor en los funcionarios de prisiones, apoyando las acciones de control y prevención de enfermedades en este escenario.


Objetivo: Estimar a prevalência de infecção por SARS-CoV-2 entre trabalhadores do sistema prisional do Espírito Santo, Brasil, no período agosto-setembro de 2020. Métodos: Inquérito em amostra estratificada, mediante entrevistas e testes sorológicos para SARS-CoV-2. Resultados: Nos 986 pesquisados, a prevalência deinfecção por SARS-CoV-2 foi de 11,9% (IC95% 8,1%;15,7%) nos profissionais de saúde, e de 22,1% (IC95%; 18,8%;25,3%) nos agentes penitenciários. A positividade foi mais frequente nos profissionais da saúde do norte do estado (19,7%) e em agentes penitenciários do sexo masculino (24,0%). Entre soropositivos, a fadiga foi o sintoma mais frequente nos agentes penitenciários (13,4%) e a mialgia nos profissionais de saúde (10,8%); e as comorbidades mais prevalentes entre os positivos foram asma ou bronquite (16,2%), para profissionais de saúde, e hipertensão para agentes penitenciários (12,8%). Conclusão: A prevalência de SARS-Cov-2 foi maior nos agentes penitenciários, achado que deve subsidiar ações de controle e prevenção dadoença nesse cenário.

2.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 38(2): e00094721, 2022. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1360280

ABSTRACT

O objetivo foi estimar o percentual de pessoas privadas de liberdade no Espírito Santo, Brasil, infectados com o SARS-CoV-2 e apresentar os fatores associados ao resultado positivo. Trata-se de um inquérito sorológico, realizado entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro de 2020, nas 34 unidades prisionais do estado. Realizou-se uma entrevista e testes sorológicos para detecção de IgG e IgM no grupo estudado. Foram avaliadas 844 pessoas privadas de liberdade, 265 testaram positivo para COVID-19, indicando uma prevalência de 31,64% (IC9%%: 28,44-34,83). Observou-se associação estatística entre resultado positivo e localização do presídio na região norte (p = 0,001), regime de prisão fechado (p = 0.002) e sexo masculino (p = 0.005). Destaca-se ainda que todos os sintomas foram observados em menor frequência no grupo dos positivos, assim como uma baixa prevalência de comorbidades (0 a 7,1%). Os resultados permitiram conhecer as características dessa população vulnerável a fim de direcionar ações de saúde.


The study aimed to estimate the proportion of prison inmates in the state of Espírito Santo, Brazil, with SARS-CoV-2 infection and to present factors associated with positive test result. This was a serological survey conducted from August 31 to September 4, 2020, in the state's 34 prison units. An interview and serological tests were performed for detection of IgG and IgM in the group. A total of 844 prison inmates were assessed, 265 of whom tested positive for COVID-19, indicating 31.64% prevalence (95%CI: 28.44-34.83). Statistically significant associations were seen between positive test and location of the prison in the north of the state (p = 0.001), closed imprisonment (p = 0.002), and male gender (p = 0.005). All symptoms were observed less frequently in the group that tested positive, and there was a low prevalence of comorbidities (0 to 7.1%). The results revealed the characteristics of this vulnerable population and can help target health measures.


El objetivo fue estimar el porcentaje de personas privadas de libertad en Espírito Santo, Brasil, infectadas con el SARS-CoV-2 y presentar factores asociados al resultado positivo. Se trata de una encuesta serológica, realizada entre los días 31 de agosto y 4 de septiembre de 2020, en las 34 unidades carcelarias del estado. Se realizó una entrevista y tests serológicos para la detección de IgG e IgM en el grupo estudiado. Se evaluaron a 844 personas privadas de libertad, 265 dieron positivo en COVID-19, indicando una prevalencia de 31,64% (IC95%: 28,44-34,83). Se observó una asociación estadística entre resultado positivo y localización del presidio en la región norte (p = 0,001), régimen de prisión cerrado (p = 0,002) y sexo masculino (p = 0,005). Se destaca incluso que todos los síntomas fueron observados en menor frecuencia en el grupo de los positivos, así como una baja prevalencia de comorbilidades (0 a 7,1%). Los resultados permitieron conocer las características de esa población vulnerable, con el fin de dirigir acciones de salud.

3.
Rev Bras Epidemiol ; 24: e210053, 2021 Sep 01.
Article in Portuguese, English | MEDLINE | ID: mdl-34877995

ABSTRACT

OBJECTIVE: To present a prevalence study held in prisons and estimate the percentage of persons deprived of liberty, health professionals, and prison officers infected with SARS-CoV-2 in Espírito Santo (ES). METHODS: This is a prevalence study with a sample from 34 ES prisons, stratified between August 31 and September 4, 2020, following the Population-based age-stratified seroepidemiological investigation protocol for COVID-19 virus infection. The participants were interviewed and underwent rapid tests to detect immunoglobulin G and M in the groups mentioned. RESULTS: Among 1,830 individuals (311 health professionals, 675 prison officers, and 844 persons deprived of liberty - PDL), the prevalence of COVID-19 infection was 11.89% for health professionals, 22.07% for prison officers, and 31.64% for PDL. Most interviewees were male, aged 21 to 40 years, had completed elementary school and higher education, were multiracial, and situated in the Metropolitan area of Vitória. CONCLUSION: The prevalence was higher among persons deprived of liberty in the closed regime in all regions, as well as prison officers working in the semi-open regime, particularly in the North region. As for the comparison between regimes and regions, differences were identified between PDL groups with positive test results. Effectively combating COVID-19 within the prison system requires prison release actions, testing, and mass vaccination, as well as other health actions.


OBJETIVO: Apresentar um estudo de prevalência em presídios e estimar o percentual de pessoas privadas de liberdade, profissionais de saúde e agentes penitenciários infectados com o SARS-CoV-2 no Espírito Santo (ES). MÉTODOS: Tratou-se de um estudo de prevalência com amostragem realizada em 34 unidades prisionais no ES, estratificadas entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro de 2020, com base no Population-based age-stratified seroepidemiological investigation protocol for COVID-19 virus infection. Realizaram-se entrevistas e testes rápidos para detecção de imunoglobina G e M nos grupos citados. RESULTADOS: Entre os 1.830 indivíduos (311 profissionais de saúde, 675 agentes penitenciários e 844 pessoas privadas de liberdade - PPL), as prevalências de infecção por COVID-19 foram 11,89% para os profissionais de saúde, 22,07% para os agentes penitenciários e 31,64% para as PPL. A maioria era do sexo masculino, com idade entre 21 a 40 anos, ensino fundamental e superior e cor parda, e os entrevistados concentravam-se na Região Metropolitana de Vitória. CONCLUSÃO: Observou-se que a prevalência foi maior entre as pessoas privadas de liberdade em todas as regiões no regime fechado e para os agentes penitenciários no regime semiaberto, com destaque para a Região Norte. Quanto à comparação entre os regimes e região, observaram-se distinções entre os grupos das PPL com testes positivos. Para que se alcance a eficácia no combate à COVID-19 no sistema prisional, são necessárias ações de desencarceramento, testes e vacinação em massa, como também outras ações de saúde.


Subject(s)
COVID-19 , Prisons , Brazil/epidemiology , Freedom , Humans , Male , Prevalence , SARS-CoV-2 , Social Justice
4.
Preprint in Portuguese | SciELO Preprints | ID: pps-2887

ABSTRACT

Abstract: Objective: To present a prevalence study in prisons and estimate the percentage of people deprived of liberty, health professionals and prison officers infected with SARS-CoV-2 in ES. Methods: this was a prevalence study with sampling carried out in 34 prison units in ES, stratified between 08/31 and 09/04/2020, based on the Population-based age-stratified seroepidemiological investigation protocol for COVID.19 virus infection. Interviews and rapid tests were carried out to detect IgG and IgM in the groups mentioned. Results: Among the 1,830 individuals (311 health professionals, 675 prison officers and 844 people deprived of liberty - PPL), the prevalence of infection by COVID-19 was 11.89% for health professionals; 22.07% for prison officers and 31.64% for people deprived of liberty. Being mostly male, aged between 21 and 40 years old, with elementary and higher education, and of brown color, the interviewees are concentrated in the Metropolitan Region of Espírito Santo. Conclusions: It was observed that the prevalence was higher among people deprived of liberty in all regions in the closed regime, and for penitentiary officers in the semi-open regime, especially in the North region. As for the comparison between regimens and region, distinctions were observed between groups of PPLs with positive tests. And in order to achieve effectiveness in combating COVID-19 with the prison system, actions of extrication, tests and mass vaccination are necessary, as well as other health actions.


Resumo: Objetivo: Apresentar um estudo de prevalência em presídios e estimar o percentual de pessoas privadas de liberdade, profissionais de saúde e agentes penitenciários infectados com o SARS-CoV-2 no ES. Métodos: tratou-se de um estudo de prevalência com amostragem realizada em 34 unidades prisionais no ES, estratificada entre os dias 31/08 e 04/09/2020, baseado no Population-based age-stratified seroepidemiological investigation protocol for COVID.19 virus infection. Realizou-se entrevistas e testes rápidos para detecção de IgG e IgM nos grupos citados. Resultados: Entre os 1.830 indivíduos (311 profissionais de saúde, 675 agentes penitenciários e 844 pessoas privadas de liberdade - PPL), as prevalências de infecção por COVID-19 foram 11,89% para os profissionais de saúde; 22,07% para os agentes penitenciários e 31,64% para as pessoas privadas de liberdade. Sendo, a maioria do sexo masculino, com idade entre 21 a 40 anos, com ensino fundamental e superior, e de cor parda, concentrando-se os entrevistados na Região Metropolitana do Espírito Santo. Conclusões: Observou-se que a prevalência foi maior entre as pessoas privadas de liberdade em todas as regiões no regime fechado, e para os agentes penitenciários no regime semiaberto, com destaque para a Região Norte. Quanto à comparação entre os regimes e região, observou-se distinções entre quanto aos grupos das PPLs com testes positivos.  E para que se alcance a eficácia no combate a COVID-19 junto ao sistema prisional, são necessárias as ações de desencarceramento, testes e vacinação em massa, como também outras ações de saúde.

5.
Rev. bras. epidemiol ; 24: e210053, 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1351736

ABSTRACT

RESUMO: Objetivo: Apresentar um estudo de prevalência em presídios e estimar o percentual de pessoas privadas de liberdade, profissionais de saúde e agentes penitenciários infectados com o SARS-CoV-2 no Espírito Santo (ES). Métodos: Tratou-se de um estudo de prevalência com amostragem realizada em 34 unidades prisionais no ES, estratificadas entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro de 2020, com base no Population-based age-stratified seroepidemiological investigation protocol for COVID-19 virus infection. Realizaram-se entrevistas e testes rápidos para detecção de imunoglobina G e M nos grupos citados. Resultados: Entre os 1.830 indivíduos (311 profissionais de saúde, 675 agentes penitenciários e 844 pessoas privadas de liberdade - PPL), as prevalências de infecção por COVID-19 foram 11,89% para os profissionais de saúde, 22,07% para os agentes penitenciários e 31,64% para as PPL. A maioria era do sexo masculino, com idade entre 21 a 40 anos, ensino fundamental e superior e cor parda, e os entrevistados concentravam-se na Região Metropolitana de Vitória. Conclusão: Observou-se que a prevalência foi maior entre as pessoas privadas de liberdade em todas as regiões no regime fechado e para os agentes penitenciários no regime semiaberto, com destaque para a Região Norte. Quanto à comparação entre os regimes e região, observaram-se distinções entre os grupos das PPL com testes positivos. Para que se alcance a eficácia no combate à COVID-19 no sistema prisional, são necessárias ações de desencarceramento, testes e vacinação em massa, como também outras ações de saúde.


ABSTRACT: Objective : To present a prevalence study held in prisons and estimate the percentage of persons deprived of liberty, health professionals, and prison officers infected with SARS-CoV-2 in Espírito Santo (ES). Methods: This is a prevalence study with a sample from 34 ES prisons, stratified between August 31 and September 4, 2020, following the Population-based age-stratified seroepidemiological investigation protocol for COVID-19 virus infection. The participants were interviewed and underwent rapid tests to detect immunoglobulin G and M in the groups mentioned. Results: Among 1,830 individuals (311 health professionals, 675 prison officers, and 844 persons deprived of liberty - PDL), the prevalence of COVID-19 infection was 11.89% for health professionals, 22.07% for prison officers, and 31.64% for PDL. Most interviewees were male, aged 21 to 40 years, had completed elementary school and higher education, were multiracial, and situated in the Metropolitan area of Vitória. Conclusion : The prevalence was higher among persons deprived of liberty in the closed regime in all regions, as well as prison officers working in the semi-open regime, particularly in the North region. As for the comparison between regimes and regions, differences were identified between PDL groups with positive test results. Effectively combating COVID-19 within the prison system requires prison release actions, testing, and mass vaccination, as well as other health actions.


Subject(s)
Humans , Male , Prisons , COVID-19 , Social Justice , Brazil/epidemiology , Prevalence , Freedom , SARS-CoV-2
6.
Mol Biol Rep ; 40(8): 4843-9, 2013 Aug.
Article in English | MEDLINE | ID: mdl-23666056

ABSTRACT

Mapping single nucleotide polymorphisms (SNPs) in genes potentially involved in immune responses may help understand the pathophysiology of infectious diseases in specific geographical regions. In this context, we have aimed to analyze the frequency of immunogenetic markers, focusing on genes CD209 (SNP -336A/G), FCγRIIa (SNP -131H/R), TNF-α (SNP -308A/G) and VDR (SNP Taq I) in two populations of the Espirito Santo State (ES), Brazil: general and Pomeranian populations. Peripheral blood genomic DNA was extracted from one hundred healthy individuals of the general population and from 59 Pomeranians. Polymorphic variant identification was performed by polymerase chain reaction-restriction fragment length polymorphism (PCR-RFLP). SNP genotype frequencies were in Hardy-Weinberg Equilibrium. There was no statistically significant difference in allelic and genotypic distributions between the two populations studied. Statistically significant differences were observed for SNP genotype distribution in genes CD209, TNF-α and VDR when comparing the ES populations with other Brazilian populations. This is the first report of CD209, FcγRIIa, TNF-α and VDR allelic frequencies for the general and Pomeranian populations of ES.


Subject(s)
Genes/immunology , Genetic Variation , Immunogenetic Phenomena/genetics , Brazil , DNA Primers/genetics , Gene Frequency , Genes/genetics , Genetic Markers/immunology , Germany, East/ethnology , Humans , Poland/ethnology , Polymorphism, Restriction Fragment Length , Polymorphism, Single Nucleotide/genetics
7.
Rio de Janeiro; s.n; 2012. xx,137 p. ilus, graf, tab, mapas.
Thesis in Portuguese | LILACS | ID: lil-653117

ABSTRACT

Realizamos dois estudos de coorte prospectivos em pacientes com dengue no município de Campos de Goytacazes-RJ, durante a epidemia de 2008. No primeiro estudo foi avaliada a evolução das manifestações clínicas e laboratoriais em 90 pacientes com dengue, em um período de dois meses. Vinte controles foram arrolados para a análise da função hepática. Em ambos os grupos foram realizadas coletas de dados e sangue nos primeiros cinco dias da doença, e posteriormente aos 8, 15, 30 e 60 dias após o início da doença. Foram excluídos pacientes com hepatite B, hepatite C, gestantes e aqueles sabidamente soropositivos para HIV. No final do primeiro e segundo mês após o início da dengue, 44.5 por cento e 32.2 por cento dos pacientes apresentavam por cento pelo menos um sinal ou sintoma devido à doença. Dos sinais e sintomas analisados, 57,7 por cento (15/26) estavam presentes no final do segundo mês. Os maiores percentuais de persistência foram: artralgia, adinamia, fraqueza, fadiga, anorexia, alteração do paladar e queda de cabelo. A anorexia e a alteração do paladar em pacientes com dengue grave apresentaram maior persistência quando comparada à dos pacientes com dengue com e sem sinais de alerta. A infecção prévia pelo vírus da dengue não predispôs a uma maior duração dos sinais e sintomas analisados. As transaminases hepáticas permaneceram elevadas em 40,6 por cento e 7,6 ppor cento dos pacientes no final do primeiro e segundo mês respectivamente. Não houve diferença significativa entre os níveis de aspartato aminotransferase (AST) e alanina aminotransferase (ALT) nos diferentes momentos da análise, exceto no dia 15 quando a ALT foi significativamente mais elevado. Na fase de convalescença, o percentual de pacientes com transaminases elevadas não diferiu entre homens e mulheres, no entanto, homens apresentaram níveis de ALT significativamente mais elevados nesse período. Não foram observadas alterações relevantes na análise das demais funções hepáticas. No segundo estudo avaliamos em 67 pacientes com dengue a associação e correlação das citocinas IP10, MIP1beta e VEGF com as alterações clínicas, hemograma e as transaminases hepáticas na fase aguda e nos dias 8, 15, 30 e 60 após o início da doença. Após o início da doença, o IP10 apresentou níveis significativamente aumentados por pelo menos 30 dias, o MIP1beta somente nos primeiros cinco dias e o VEGF nos dias 8 e 15. Não houve associação entre os níveis de citocinas e a gravidade dos casos. Dos sinais e sintomas estudados observamos uma associação entre níveis significativamente elevados do IP10 com a presença de artralgia. Níveis baixos do IP10 na fase aguda foram associados à persistência de artralgia no final do primeiro e segundo mês. Observamos uma correlação positiva entre os níveis de VEGF e o hematócrito. Portanto, os resultados encontrados neste estudo demonstram que a dengue pode apresentar persistência de alterações clínicas e elevação de transaminases hepáticas por pelo menos dois meses após o seu início. Estas alterações foram relacionadas com a elevação do IP10.


Subject(s)
Culicidae/virology , Dengue Virus , Dengue/history , Clinical Laboratory Techniques , Dengue/classification , Dengue/epidemiology
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