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Cad. psicanal. (Rio J., 1980) ; 41(41): 63-75, jul.-dez. 2019.
Artigo em Português | Index Psicologia - Periódicos | ID: psi-72016

RESUMO

O presente artigo visa estabelecer aproximações com o fazer do psicanalista e do artesão ourives no que tange às formas de vivenciar o tempo, suas respectivas formações e atividades. O tempo foi o eixo norteador do trabalho; usamos três concepções do tempo: tempo serial, tempo convivial e tempo de salto. Em seguida, articulamos esses modos de vivenciar o tempo com a duração das análises e a formação tanto do psicanalista como do artesão ourives. Ao final do artigo, fazemos algumas reflexões sobre a relevância da vivência do tempo de salto em momentos importantes para as duas atividades, do artesão ourives em momentos de criatividade e inventividade e do psicanalista na clínica, na formação e no processo de análise pessoal.(AU)


The present article aims at establishing approximations with the psychoanalyst’s and the goldsmith craftsman’s process in relation to the ways of experiencing time, their respective formations and activities. Time was the guiding axis of the work; we used three conceptions of time: serial time, friendly time and leaping time. Then, we articulate these ways of experiencing time with the timespan of the psychoanalyses and the formation of the psychoanalyst as well as the goldsmith craftman’s. At the end of the article, we make some reflections about the relevance of the experience of leaping time in important moments for both activities, of the goldsmith artisan in moments of creativity and inventiveness and of the psychoanalyst in conducting his/her analyses, in his/her formation and in the process of personal analysis.(AU)


Assuntos
Humanos , Psicanálise
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