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1.
Interface (Botucatu, Online) ; 28: e230212, 2024. tab, graf
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1558196

RESUMO

Considerando os desafios à reabilitação psicossocial, objetivou-se compreender a perspectiva de usuários e trabalhadores no tratamento psicofarmacológico. Trata-se de um estudo qualitativo que entrevistou seis profissionais e dez usuários do Centro de Atenção Psicossocial de um município da região norte de Minas Gerais. As transcrições foram tratadas em Ciclos de Codificação e examinadas pela Análise de Discurso. Definiram-se três categorias relativas à dimensão micropolítica do cuidado: o fluxograma institucional, os espaços intercessores e a produção subjetiva dos agentes. Revelaram-se dissonâncias entre enunciados alusivos à política da atenção psicossocial, com a concorrência de concepções e tecnologias de cuidado emancipatórias e restritivas. Constatou-se a importância da análise micropolítica do cuidado no tratamento psicofarmacológico, favorecendo os processos de contratualidade, protagonismo e autonomia do usuário.


Considerando los desafíos para la rehabilitación psicosocial, el objetivo fue comprender la perspectiva de usuarios y trabajadores en el tratamiento psicofarmacéutico. Se trata de un estudio cualitativo que entrevistó a seis profesionales y a diez usuarios del Centro de Atención Psicosocial de un municipio de la región norte de Minas Gerais. Las transcripciones fueron tratadas en Ciclos de Codificación y examinadas por el Análisis del Discurso. Se definieron tres categorías relativas a la dimensión micropolítica del cuidado: el diagrama de flujo institucional, los espacios intercesores y la producción subjetiva de los agentes. Se revelaron disonancias entre enunciados alusivos a la política de la atención psicosocial, con la concurrencia de concepciones y tecnologías de cuidado emancipatorias y restrictivas. Se constató la importancia del análisis micropolítico del cuidado en el tratamiento psicofarmacéutico, favoreciendo los procesos de contractualidad, protagonismo y autonomía del usuario.


Considering the challenges to psychosocial rehabilitation, this study was aimed at understanding the perspective of users and workers regarding psychopharmacological treatment. This is a qualitative study, which interviewed six providers and ten users of the Psychosocial Care Center of a municipality in the north of Minas Gerais. The transcripts were treated in Coding Cycles and examined by Discourse Analysis. Three categories related to the micropolitical dimension of care were defined: the institutional flowchart; the intercessory spaces; and the subjective production of the agents. Dissonances were revealed between statements alluding to the psychosocial care policy, with the competition of emancipatory and restrictive conceptions and technologies of care. The importance of the micropolitical analysis of care in psychopharmacological treatment was verified, favoring the processes of contractuality, protagonism, and user autonomy.

2.
Acta colomb. psicol ; 19(1): 260-269, Jan.-June 2016. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-783512

RESUMO

This study analyzed the role of psychological processes predicting depressed patients' preferences in clinical decision-making about psychiatric treatment. 462 patients diagnosed with depressive disorders, acute or recurrent, participated in a crosssectional survey. Most participants preferred collaborative-passive or totally passive roles. Results showed no significant differences between acute and recurrent patients in their preference of participation in decision-making, but longer treatment duration was associated with a more passive style. MANCOVA, controlling age, educational level and treatment duration variables, showed that collaborative and passive patients had a greater locus of control focused on their psychiatrist than active patients. Gender differences were found. Men showed greater internal locus of control and psychological reactance, while women showed greater external locus of control focused on chance. Regression analysis indicated that, for men, passive preferred role was explained by external locus centered on their psychiatrist. However, age registered the highest weight for women' passive decision-making, followed by the locus focused on chance, locus focused on the psychiatrist and lower self-efficacy. Our findings suggest the need to study shared decision-making from a differential perspective that involves psychological processes and the impact of these processes in adherence to medical treatments.


En el presente estudio se analizaron los procesos psicológicos asociados con las preferencias de los pacientes con depresión en la toma de decisión sobre su tratamiento psiquiátrico. Participaron 462 pacientes diagnosticados con un trastorno depresivo agudo o recurrente. La mayor parte prefirió asumir un rol colaborativo-pasivo o totalmente pasivo. Los resultados no mostraron diferencias significativas entre pacientes en función de su cronicidad en la preferencia por la toma de decisiones, aunque un mayor tiempo de tratamiento se asoció con un estilo más pasivo. El MANCOVA aplicado al total de participantes, controlando la edad, el nivel educativo y el tiempo de tratamiento, indicó que los pacientes colaborativos y pasivos mostraron mayor locus de control centrado en la confianza en el psiquiatra que los activos. Se encontraron diferencias de género mostrando en los hombres mayor locus de control interno y reactancia psicológica, y en las mujeres, mayor locus centrado en el azar. Los análisis de regresión indicaron que en el caso de los hombres, la preferencia pasiva por la toma de decisión es explicada por el locus centrado en el psiquiatra. Sin embargo, en las mujeres tuvo mayor peso la edad, seguida del locus centrado en el azar, el locus centrado en el psiquiatra y una percepción de menor autoeficacia. Los hallazgos señalan la necesidad de estudiar desde una perspectiva diferencial la participación de los pacientes en la toma de decisión de acuerdo con los procesos psicológicos, así como la repercusión que esta tiene en la adherencia al tratamiento médico.


Neste estudo, analisaram-se os processos psicológicos associados com as preferências dos pacientes com depressão na tomada de decisão sobre seu tratamento psiquiátrico. Participaram 462 pacientes diagnosticados com um transtorno depressivo agudo ou recorrente. A maior parte preferiu assumir um papel colaborativo-passivo ou totalmente passivo. Os resultados não mostraram diferenças significativas entre pacientes em função de sua cronicidade na preferência por tomada de decisões, embora um maior tempo de tratamento tenha sido associado com um estilo mais passivo. O MANCOVA aplicado ao total de participantes, controlando a idade, o nível educativo e o tempo de tratamento, indicou que os pacientes colaborativos e passivos mostraram maior lócus de controle centralizado na confiança no psiquiatra do que os ativos. Constataram-se diferenças de gênero que mostraram nos homens maior lócus de controle interno e reatância psicológica, e, nas mulheres, maior lócus centralizado no aleatório, o lócus centralizado no psiquiatra e uma percepção de menor autoeficácia. Os achados indicam a necessidade de estudar, sob uma perspectiva diferencial, a participação dos pacientes na tomada de decisão de acordo com os processos psicológicos e a repercussão que esta tem na aderência ao tratamento médico.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Terapias Somáticas em Psiquiatria
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