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Avaliação Pré-Participação (APP) em atletas de futebol feminino: no ECG as evidências da adaptação (coração de atleta) / Pre-Participation Assessment (APP) in female soccer athletes: ECG evidence of adaptation (athlete's heart)
Daher, Daniel Jogaib; Alô, Rodrigo Otavio Bougleux; Ghorayeb, Nabil; Sellera, Carlos Alberto Cyrillo.
Afiliação
  • Daher, Daniel Jogaib; Hospital do Coração - HCor. São Paulo. BR
  • Alô, Rodrigo Otavio Bougleux; Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. São Paulo. BR
  • Ghorayeb, Nabil; Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. São Paulo. BR
  • Sellera, Carlos Alberto Cyrillo; Santa Casa de Misericórdia de Santos. Santos. BR
Arq. bras. cardiol ; 111(3 supl.1): 101-101, set., 2018.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1026799
Biblioteca responsável: BR79.1
Localização: BR79.1
RESUMO
Atletas mulheres estão sendo submetidas a uma carga de treino cada vez mais elevada e as consequências desse esforço ainda são pouco conhecidas nas atletas de futebol. Os dados da literatura são escassos sobre as resposta do coração da mulher ao treinamento intenso e prolongado.

Material:

Foram avaliadas 47 atletas profissionais consecutivamente em APP, com idades entre 17 e 33 anos (média 25,2), tempo médio de atividade de 9,7 anos e tempo médio de treinamento/dia de 5,5 horas. Realizados história médica e esportiva, exame físico, ECG, Teste Ergométrico (Rampa, limitado por esxaustão ou sintomas/sinais) e Ecocardiograma com doppler colorido, além de exames laboratoriais.

RESULTADOS:

ECG com alterações foram 32 (68%), sendo 18 (38,2%) com bradicardia sinusal; 10 com DCRD (21,2%);4 com BAV de 1* grau (8,5%); 9 com alterações da repolarização ventricular (19,14%); 1 com repolariazação precoce (2,1%) e 1 com BDAS (2,1%). No ECO apenas 1 atleta com hipertrofia de VE (HVE) (2,1%) e 1 com PVM (2,1%). Três atletas apresentaram alterações no TE, sendo 1 (2,1%) com extrassístoles ventriculares (EV) frequentes isoladas em todas as fases; 1 (2,1%) com EV polimórficas no esforço e período de taquicardia ventricular não sustentada na recuperação (submetida a Ressonância Magnética que se revelou normal) ; 1 (2,1%) com infradesnível do segmento ST horizontal e onda T negativa, apenas na recuperação, sem sintomas associados (com cintilografia normal). Os exames laboratoriais não apresentaram alterações com significado clínico relevante. CONCLUSÕES E DISCUSSÃO Atletas mulheres profissionais de futebol parecem não desenvolver ao ecocardiograma as alterações típicas da síndrome do "coração de atleta" descritas em homens. As alterações comumente encontradas ao ECG em atletas foram diagnosticadas em 68% do grupo estudado, enquanto apenas uma atleta apresentou sinais de HVE. Esses achados sugerem que as adaptações da síndrome podem ocorrer em mulheres, ainda que fora dos padrões ecocardiográficos aceitos atualmente para definição dessa condição, tomando por base a população masculina. Avaliar outras variáveis, com novos e mais sensíveis métodos, pode ajudar a entender melhor esse aparente paradoxo. (AU)
Assuntos
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados nacionais / Brasil Base de dados: Sec. Est. Saúde SP / SESSP-IDPCPROD Assunto principal: Futebol / Mulheres / Ecocardiografia / Atletas Idioma: Português Revista: Arq. bras. cardiol Ano de publicação: 2018 Tipo de documento: Artigo / Congresso e conferência Instituição/País de afiliação: Hospital do Coração - HCor/BR / Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia/BR / Santa Casa de Misericórdia de Santos/BR
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados nacionais / Brasil Base de dados: Sec. Est. Saúde SP / SESSP-IDPCPROD Assunto principal: Futebol / Mulheres / Ecocardiografia / Atletas Idioma: Português Revista: Arq. bras. cardiol Ano de publicação: 2018 Tipo de documento: Artigo / Congresso e conferência Instituição/País de afiliação: Hospital do Coração - HCor/BR / Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia/BR / Santa Casa de Misericórdia de Santos/BR
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